DROGAS
DROGA LEGAL ABRE CAMINHO (Álcool)
19/07 - Estudo aponta o álcool como uma ponte que pode levar jovens ao vício e a consumir drogas ilícitas. O consumo do álcool entre crianças e adolescentes pode ser a porta de entrada para que eles recorram a outras drogas ilícitas. As estatísticas vêm crescendo e comprovam os riscos que o álcool oferece à população jovem, quando ingerido em larga escala. No Distrito Federal, um em cada três meninos e meninas, com idade entre dez e 18 anos, consomem bebidas alcoólicas pelo menos uma vez por mês, o que corresponde a 31,5% de jovens brasilienses que bebem com regularidade. O levantamento realizado pelo Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid) e pela Secretaria Nacional Antidrogas (Senad), órgãos do Governo Federal, traz outros números preocupantes. Cerca de 46% dos estudantes dos ensinos Fundamental e Médio das escolas públicas e particulares do Distrito Federal já consumiram bebidas alcoólicas. Muitos pais nem imaginam, mas 9,5% dos estudantes brasilienses entrevistados revelaram que fazem uso freqüente do álcool. Na faixa etária de 10 a 12 anos, 44,7% dos entrevistados confirmaram o consumo; entre 13 e 15 anos, o índice sobe para 73,4%; e entre 16 e 18 anos, o número assusta: 82,2%. Entre as meninas, nessa faixa etária, o consumo é ainda maior. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), há dez anos, no Brasil, a média de idade do primeiro contato com a bebida ocorria por volta dos 13 anos. Atualmente, a faixa etária inicial varia entre 10 e 11 anos. Entre os adolescentes de 12 a 17 anos, 54% já experimentaram alguma bebida e 7% deles são dependentes do álcool. PROBLEMAS - O uso regular de bebidas alcoólicas pode causar complicações orgânicas e psíquicas aos seus usuários. Segundo avaliação da psicóloga e especialista em alcoolismo na infância e adolescência, Maria Luci Porto, em função da sensibilidade do organismo jovem, mesmo que ingerido em pequenas quantidades, o álcool pode trazer sérios problemas à saúde. "O consumo agudo na adolescência provoca, em muitos casos, um estado depressivo e a sensação de angústia. O efeito pode ser maior que no adulto", compara a psicóloga. De acordo com Maria Luci, por ser o álcool uma droga lícita e de fácil acesso, os adolescentes podem deixar de consumir o álcool e se sentir atraídos por outras drogas como a maconha, o ecstasy ou a cocaína. "Em função da licitude do álcool, eles podem ser motivados para usar e conhecer drogas ilícitas", afirma. MEDIDAS PREVENTIVAS - Para enfrentar problemas como dependência e doenças físicas relacionadas ao consumo do álcool, o Ministério da Saúde lançou, recentemente, a Política Nacional sobre Álcool que, entre outras medidas, restringe a propaganda de bebidas com teor alcoólico acima de 0,5 grau Gay-Lussac? - antes era acima de 13º - o que inclui cervejas, ices e coolers. O governo também vai atuar na prevenção dos acidentes de trânsito e limitar a venda de álcool nas estradas e nos postos de gasolina. A psicóloga Fátima Sudbrack, coordenadora do Programa de Estudo e Atenção às Dependências Químicas (Prodequi), da Universidade de Brasília (UnB), apóia a nova política e afirma que nos últimos anos a oferta ficou mais massiva e agressiva e o controle menos eficaz. "A publicidade, da forma como é feita no Brasil, é uma violência a tudo o que se pode imaginar de informação adequada, quando se associa a bebida ao sucesso, ao desempenho sexual e à socialização. Quando, na verdade, não é isso o que acontece com quem consome o álcool", avalia. EXEMPLO VEM DE CASA - Fátima define que o consumo de bebidas alcoólicas se tornou um padrão de comportamento brasileiro e, em muitos casos, o exemplo vem de casa, o que dificulta cada vez mais convencer o jovem de que a cerveja também pode ser prejudicial. "Existe um certo glamour em beber durante a passagem para a vida adulta. O jovem bebe porque procura fazer o que os adultos fazem", explica. Segundo a psicóloga, todas as pessoas que procuram qualquer droga estão em busca de algo bom. "De alguma maneira, essas pessoas procuram algo que lhes dê prazer. Essa demanda está ligada a todo um estresse da sociedade contemporânea e a uma cultura. Além disso, parece inimaginável qualquer lazer sem o consumo de bebida alcoólica", exemplifica. SEM BUROCRACIA - Em alguns pontos da cidade, não há nenhuma burocracia para o consumo do álcool. Muitos estabelecimentos não cobram documentação como condição de compra. Segundo a Lei Federal 9.294/96, a venda de bebidas alcoólicas para menores de 18 anos é ilegal. O artigo 243 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) preceitua que vender e fornecer, ainda que gratuitamente, produtos cujos componentes possam causar dependência física ou psíquica é crime, com pena de seis meses a dois anos de detenção, além de multa. TRAJETÓRIA DA DEPENDÊNCIA - Primeiro um gole, depois um copo e, logo, a bebida alcóolica se torna um componente obrigatório das noitadas de jovens. O próximo passo, em muitos casos, é a ingestão de drogas mais pesadas. Foi o que aconteceu com o estudante de Administração Mateus (nome fictício), de 20 anos. Aos 14, ele provou o álcool pela primeira vez e, pouco tempo depois, já ingeria o líquido cada vez que saía com os amigos. Com a mesma idade, o menino passou a consumir maconha, dentro da própria casa. "É muito fácil passar do álcool para a maconha. Hoje, eu fumo todos os dias. Meus pais já se acostumaram, não reclamavam mais", conta. Dois anos mais tarde, o jovem chegou ao ecstasy. Atualmente, Mateus costuma ingerir vários tipos de droga e, inclusive, mistura algumas delas. "Quem usa ecstasy não usa só isso. É comum misturar com álcool, porque aumenta o efeito da droga", diz. O garoto afirma que já viu muita gente passar mal por fazer uso de drogas pesadas, mas acredita que já conhece o próprio organismo e que, por isso, não enfrenta tantos perigos. "Cada organismo tem a sua força. Hoje eu me sinto confiante porque já sei usar a quantidade certa. Não sou viviado e sei reconhecer quando já estou mal ou não", explica o usuário. Depois que passou a consumir outros tipos de droga, o jovem afirma que mudou a sua perspectiva em relação à bebidas alcoólicas. "Muita gente subestima o álcool, mas ele causa mais danos sociais do que muitas outras substâncias". Quanto ao medo de desenvolver problemas de saúde, Mateus conta que freqüentemente costuma pensar sobre o assunto, mas que, por enquanto, o prazer que a droga proporciona ainda fala mais alto. "A sensação é boa demais", comenta. PAIS PODEM SER ESPELHOS - É muitas vezes em casa que surge a curiosidade pelo álcool. Ao ver parentes ingerindo o líquido, a atitude acaba despertando o interesse nos jovens. A estudante Joana (nome fictício), de 16 anos, provou a bebida alcoólica pela primeira vez aos 13, do mesmo copo em que bebia o tio. "Eu tomei um gole de cerveja, mas achei o gosto muito ruim e não quis beber mais. Só que vi que os meus primos tomaram mais e ficaram agindo de forma bem diferente. Achei muito divertido. Então procurei outro tipo de bebida pra mim", recorda. A menina passou a consumir destilados, como vodca e vinho, cada vez que ia a uma festa. Em pouco tempo, já estava ingerindo álcool, em média, três vezes por semana. Joana conta que sempre gostou de sair com pessoas mais velhas que ela, mas que, mesmo entre os jovens de sua idade, beber é comum. "Comecei a ingerir álcool aos 13 e fui uma das últimas da minha turma da escola a fazer isso", afirma. Apesar da pouca idade, Joana não sentia vergonha de dizer à família que consumia bebidas alcoólicas. Segundo ela, a mãe não a repreendia, apenas aconselhava a menina a tomar cuidado e não ingerir a substância em excesso. "Acho que não adianta proibir. Tudo que é limitado dá mais vontade", opina. Ela garante que sempre teve responsabilidade na hora de beber, mas confessa que, desde os 14 anos, costuma voltar dirigindo o carro de amigos durante a madrugada. EFEITO CONTRÁRIO - No caso da estudante de Pedagogia Mariana (nome fictício), de 19 anos, o exemplo da família surtiu um efeito contrário. Por influência de amigos, começou a beber aos 16. Mas, ao ver que a mãe não ingeria bebidas alcoólicas, nem sentia a necessidade de fazê-lo, deixou o álcool. "Acho que os filhos são o reflexo dos pais. O exemplo da minha mãe foi um dos maiores motivos de eu ter deixado de beber", relata. A mãe da garota conta que nunca proibiu a filha de ingerir bebidas, apenas mostrou à filha que o álcool não era algo necessário. "O dever dos pais não é repreender, e sim, ensinar", diz. A auxiliar de serviços gerais Maria Aparecida Santana concorda que os pais têm de estar atentos às ações dos filhos e orientá-los. Ela tem dois filhos adolescentes, de 15 e 18 anos. "Não proibo meus filhos de beber. Deixo que eles provem bebidas alcoólicas em casa,para saber o gosto. É melhor que eles bebam quando a gente está por perto", esclarece Maria Aparecida. - Márcia Leite - Fonte: Jornal de Brasília
MACONHA LIDERA PREFERÊNCIA
20/07 - Estatísticas apontam aumento da entrada da droga no DF, onde foram apreendidos 1.348 kg este ano. Considerada por especialistas como a droga ilícita mais consumida no mundo, a maconha, muitas vezes é por meio dela que crianças e adolescentes avançam no obscuro universo das drogas. Fácil acesso e preços mais baixos, se comparados aos de drogas sintéticas, são os principais atrativos. Estatísticas da Polícia Federal apontam que já este ano foram apreendidos 1.348 quilos da droga e 36 pessoas envolvidas no tráfico foram detidas no Distro Federal. Os números desse ano são altos quando comparados com os de 2006, ano em que foram apreendidos 1.954 quilos. Já em 2005, a PF recolheu 498 quilos de maconha, o que mostra o aumento significativo da entrada da droga no DF. Segundo pesquisa realizada pela Secretaria Nacional Anti-Drogas? (Senad), em 2005, dos 633 entrevistados, entre jovens e adultos, somente na região Centro-Oeste?, incluindo o DF, 7,8% consomem maconha e 0,6% são dependentes da droga. Em primeiro lugar no ranking está o álcool e o cigarro, com 10,6% do total. A Secretaria de Saúde do DF aponta que, em 2006, dos alunos da rede pública que usam drogas (exceto álcool e tabaco) com freqüência, 2,1% são dependentes de solventes, 0,6% de ansiolíticos, 0,6% de anfetaminas, 0,5% de maconha e 0,3% de cocaína. A maioria dos jovens que decide experimentar a maconha, é convencida pelo argumento de que trata-se de um produto natural e por isso não tem o mesmo efeito destrutivo das drogas sintéticas ou da cocaína. O princípio ativo da maconha é composto por mais de 60 substâncias, conhecidas pelo nome genérico de canabióides. O tetrahidrocanabiol é a substância preponderante e o principal elemento da droga. Outro componenete é o delta 9 tetrahidrocanabiol. Sua concentração pode ser de 1% a 5%. DERIVAÇÃO - A maconha é usada como fumo, feito de folhas e, algumas vezes, de flores da planta. O haxixe é um narcótico derivado da maconha. A diferença é que utiliza-se a resina que cobre as flores e as folhas da parte superior da planta. É um extrato, e por isso é muitas vezes mais potente que a maconha comum. Há algum tempo surgiu uma nova variedade de maconha, o "skunk" ou "supermaconha". O skunk é produzido em laboratório com variedades de cânhamo, um dos tipos da planta da maconha, cultivados no Egito, Afeganistão e Marrocos. Ele tem alto teor de tetrahidrocanabiol, composto químico responsável pelo princípio tóxico ativo da maconha, de até 33%. Seus efeitos são dez vezes mais potentes que os da maconha comum. No Brasil, segundo a pesquisa, o consumo do skunk cresce. Para a psicóloga Maria Fátima Olivier Sudbrack, do Instituto de Psicologia da Universidade de Brasília (UnB), a estrutura familiar é determinante para deixar crianças e adolescentes longe das drogas. "O papel da família é fundamental, mas não como culpada. Ela é a grande aliada no trabalho com os adolescentes. É, em geral, quem mais sofre e quem procura a ajuda de um psicólogo", afirma ela. APOIO DA FAMÍLIA - Maria de Fátima alerta que os pais não devem abandonar os filhos, já que a reaproximação da família é a melhor forma de ajudá-los a largar o vício. "Não estou falando que um pai desista, conscientemente, do filho. Mas as pessoas se afastam. Se sentem tão incompetentes que acabam por deixar os filhos só, aos cuidados do especialista, quando, na verdade, os jovens precisam se reaproximar dos pais", esclarece. Para o psiquiatra Leonardo Moreira, existem dois critérios para classificar um jovem como dependente. O primeiro deles é a tolerância, ou seja, a intensificação do consumo na tentativa de conseguir o mesmo efeito provocado pelo primeiro trago. O segundo é a abstinência, quando a falta da droga começa a deixar o dependente nervoso. "Na maconha a abstinência é mais rara e provoca apenas alterações de humor e ansiedade, enquanto na cocaína, por exemplo, o dependente fica violento". Moreira adianta que o uso da maconha não favorece a entrada em outras drogas. "O problema não é o consumo da maconha. É o ambiente que se anda para consegui-la. Onde tem maconha tem drogas de todos os tipos e isso é o que induz o usuário a consumir outras coisas", avalia. Moreira orienta os pais a observarem seus filhos. Qualquer alteração de humor, aumento do apetite ou sonolências, devem procurar ajuda médica. "Um psiquiatra ajudará a família a lidar com o dependente. E o jovem precisa ser convencido da necessidade de se tratar, o que deve ser feito com calma e diálogo", ensina. FUMANTES SEM CULPA OU TEMOR - Fumante desde os 18 anos, o estudante de antropologia, João* afirma que optou pela maconha devido a sensação de relaxamento que ela lhe trás. Segundo ele, dependendo da necessidade que sente, pode fumar diariamente ou semanalmente. "A maconha me passa uma sensação boa, relaxante. Me estimula intelectualmente. Costumo fumar antes de ver filmes ou ir a uma exposição", conta. João diz ainda que a droga potencializa seus sentidos. "Assim como a comida tem efeito sobre nossos sentidos, a maconha também. Você fica com o olhar mais apurado e se livra de moralismos que sem o efeito de psicotrópicos você não se livraria", garante. Para ele, é um risco comprar de traficantes, mas é a única alternativa. "Enquanto não for legalizada, estamos correndo muito risco comprando de traficantes e estimulando o mercado obscuro. Por isso, acredito na legalização como a melhor forma de reduzir os riscos", afirma ele, que compra a erva a cada dois meses. O jovem afirma que não é consumidor de outros tipos de droga, e nega que a maconha seja a porta de entrada para a ingestão de ecstasy ou cocaína. "Experimenta quem quer. Nem sempre o traficante que vende maconha tem cocaína, mas se você pedir, eles arrumam, claro", explica. O estudante garante que seus pais sabem que ele é consumidor de maconha e que embora tenham uma percepção negativa do produto não podem interferir na sua opção. "Eu mesmo contei. Mas eles não tem argumento. Porque o consumo não altera minha vida. Trabalho, ganho meu dinheiro e estudo em uma universidade pública, ou seja, derrubo todos os clichês da sociedade", desafia. Lorena*, 20 anos, também fuma maconha. Ela começou aos 16 anos, quando conheceu o namorado e o grupo de amigos dele. "Nunca tinha tocado num cigarro, nem desses comuns. Mas depois que experimentei a maconha tive uma sensação prazerosa e por isso não larguei. Fumo diariamente e me sinto leve", afirma a jovem. - Bruna Serra- Fonte: Jornal de Brasília
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8.05.2007
8.04.2007
Comunicação / Desenvolvimento Pessoal / Mudanças / Liderança / Ética
Comunicação / Desenvolvimento Pessoal / Mudanças / Liderança / Ética
Comunicar-se bem é empregar bem as palavra, buscar a harmonia dos sons com os gestos, reavaliar crenças e valores e encontrar o caminho da mente e do coração. Nos dias de hoje, todo profissional é solicitado a ser um formador de opinião, agente de mudanças. Em todos os casos, a comunicação eficaz é o eixo central da realização pessoal e um recurso indispensável para manter o bom desempenho. Falar bem não é somente um dom de alguns privilegiados, mas algo que pode ser desenvolvido por todos. Todo bom comunicador necessita transmitir um certo carisma e este é um fundamento a ser aprimorado.
O Desenvolvimento Pessoal é uma das competências mais importantes para garantir o sucesso pessoal e profissional no mundo moderno, porque através dele aprofundamos a percepção de nós mesmos. O Desenvolvimento Pessoal pode transformar seu desempenho, sua carreira e outros aspectos da sua vida! Só se aprende fazendo e também ensinando.
No mundo em que vivemos hoje, cooperar e trabalhar em equipe deixou de ser uma opção e passou a ser uma questão de sobrevivência, tanto no ambiente organizacional como na vida em geral! Num mundo instável e turbulento, é preferível ser razoavelmente eficiente, e altamente adaptativo, é importante apresentar grande eficiência e baixa flexibilidade. Todos nós temos algum grau de resistência à mudança. Devemos alcançar uma compreensão mais clara sobre o que ocorre à nossa volta e devemos encarar o processo de mudança como um desafio a ser superado.
Já o poder pessoal é baseado nas habilidades de envolvimento e comprometimento das pessoas, em sua competência de ser um líder que conquista seguidores, que podem ser seus filhos, funcionários, alunos, amigos, chefe, enfim, qualquer um que esteja ligado à sua vida. A competência em influenciar não está na posição que a pessoa ocupa na relação com o outro, mas na sua habilidade de estabelecer vínculos com as pessoas de tal forma que, voluntariamente, elas fazem o que você espera delas.
Dominar o tempo é uma prioridade na vida do homem de hoje. Os atropelos do dia-a-dia de boa parte das pessoas tornam seu cotidiano estressante e minam compromissos profissionais e pessoais. A crescente aceleração dos processos e informações torna o tempo ainda mais escasso e precioso. Evitar o desperdício de tempo, com técnicas para melhorar a administração do tempo é importante.A elaboração de um projeto de vida é um fator preponderante para a realização dos objetivos e metas a serem alcançadas. Todas as reuniões devem ter hora para começar e hora para terminar.
O grande diferencial entre o sucesso e a derrota está na capacidade, competência e conjunto de valores da liderança das empresas. O grande líder necessita ter: visão, comunicação, assertividade, flexibilidade,carisma, respostas rápidas, motivação, efetividade na estratégica e determinação.
Precisamos despertar a consciência dos dirigentes de empresas públicas e privadas para a compreensão de que sendo o capital humano o fator básico da empresa, é necessário investir no aporte de conhecimentos, cujos resultados não são apenas de ordem financeira, mas principalmente de eficiência,efetividade e eficácia nos resultados a serem alcançados.
A implantação da qualidade surge da consciência do trabalhador para o trabalho em equipe, com ênfase ao trabalho participativo e cooperativo. Deve-se iniciar pela análise de problemas e a busca de solução para então se dar início ao trabalho.
Uma das premissas básicas de uma gestão é a valorização do ser humano: desenvolver o potencial das pessoas e atender dentro do possível as necessidades deve ser meta das empresas que desejam trabalhar com qualidade.
Uma das grandes dificuldades encontradas nas empresas reside no fato dos seus dirigentes serem, de uma forma geral, despreparados para as funções.
Na vida o processo de negociação é uma constante, seja no campo pessoal ou no profissional, há momentos em que os nossos interesses são divergentes daqueles com quem temos que negociar. Se esses interesses são compreendidos como obstáculos para o alcance de uma solução, surge a necessidade do uso de técnicas que permitam que ambas as partes saiam satisfeitas do processo.
Porém nesta negociação nunca deveremos deixar a ética de lado. Toda a negociação é bem vinda, desde que os preceitos éticos não sejam arranhados.
Antonio Celso Brandão
Comunicar-se bem é empregar bem as palavra, buscar a harmonia dos sons com os gestos, reavaliar crenças e valores e encontrar o caminho da mente e do coração. Nos dias de hoje, todo profissional é solicitado a ser um formador de opinião, agente de mudanças. Em todos os casos, a comunicação eficaz é o eixo central da realização pessoal e um recurso indispensável para manter o bom desempenho. Falar bem não é somente um dom de alguns privilegiados, mas algo que pode ser desenvolvido por todos. Todo bom comunicador necessita transmitir um certo carisma e este é um fundamento a ser aprimorado.
O Desenvolvimento Pessoal é uma das competências mais importantes para garantir o sucesso pessoal e profissional no mundo moderno, porque através dele aprofundamos a percepção de nós mesmos. O Desenvolvimento Pessoal pode transformar seu desempenho, sua carreira e outros aspectos da sua vida! Só se aprende fazendo e também ensinando.
No mundo em que vivemos hoje, cooperar e trabalhar em equipe deixou de ser uma opção e passou a ser uma questão de sobrevivência, tanto no ambiente organizacional como na vida em geral! Num mundo instável e turbulento, é preferível ser razoavelmente eficiente, e altamente adaptativo, é importante apresentar grande eficiência e baixa flexibilidade. Todos nós temos algum grau de resistência à mudança. Devemos alcançar uma compreensão mais clara sobre o que ocorre à nossa volta e devemos encarar o processo de mudança como um desafio a ser superado.
Já o poder pessoal é baseado nas habilidades de envolvimento e comprometimento das pessoas, em sua competência de ser um líder que conquista seguidores, que podem ser seus filhos, funcionários, alunos, amigos, chefe, enfim, qualquer um que esteja ligado à sua vida. A competência em influenciar não está na posição que a pessoa ocupa na relação com o outro, mas na sua habilidade de estabelecer vínculos com as pessoas de tal forma que, voluntariamente, elas fazem o que você espera delas.
Dominar o tempo é uma prioridade na vida do homem de hoje. Os atropelos do dia-a-dia de boa parte das pessoas tornam seu cotidiano estressante e minam compromissos profissionais e pessoais. A crescente aceleração dos processos e informações torna o tempo ainda mais escasso e precioso. Evitar o desperdício de tempo, com técnicas para melhorar a administração do tempo é importante.A elaboração de um projeto de vida é um fator preponderante para a realização dos objetivos e metas a serem alcançadas. Todas as reuniões devem ter hora para começar e hora para terminar.
O grande diferencial entre o sucesso e a derrota está na capacidade, competência e conjunto de valores da liderança das empresas. O grande líder necessita ter: visão, comunicação, assertividade, flexibilidade,carisma, respostas rápidas, motivação, efetividade na estratégica e determinação.
Precisamos despertar a consciência dos dirigentes de empresas públicas e privadas para a compreensão de que sendo o capital humano o fator básico da empresa, é necessário investir no aporte de conhecimentos, cujos resultados não são apenas de ordem financeira, mas principalmente de eficiência,efetividade e eficácia nos resultados a serem alcançados.
A implantação da qualidade surge da consciência do trabalhador para o trabalho em equipe, com ênfase ao trabalho participativo e cooperativo. Deve-se iniciar pela análise de problemas e a busca de solução para então se dar início ao trabalho.
Uma das premissas básicas de uma gestão é a valorização do ser humano: desenvolver o potencial das pessoas e atender dentro do possível as necessidades deve ser meta das empresas que desejam trabalhar com qualidade.
Uma das grandes dificuldades encontradas nas empresas reside no fato dos seus dirigentes serem, de uma forma geral, despreparados para as funções.
Na vida o processo de negociação é uma constante, seja no campo pessoal ou no profissional, há momentos em que os nossos interesses são divergentes daqueles com quem temos que negociar. Se esses interesses são compreendidos como obstáculos para o alcance de uma solução, surge a necessidade do uso de técnicas que permitam que ambas as partes saiam satisfeitas do processo.
Porém nesta negociação nunca deveremos deixar a ética de lado. Toda a negociação é bem vinda, desde que os preceitos éticos não sejam arranhados.
Antonio Celso Brandão
PROVEME:QUALIDADE DOS MEDICAMENTOS NO BRASIL
PROGRAMA ANALISA QUALIDADE DOS MEDICAMENTOS NO BRASIL
Durante os dois primeiros quadrimestres foram analisados 551 amostras. Dentre estas, 477 tiveram resultado satisfatório. O Programa Nacional de Verificação da Qualidade de Medicamentos (Proveme), instituído pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 2004, constatou que 87% dos medicamentos disponíveis no mercado e distribuídos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) têm qualidade satisfatória. Apenas 8,46% dos medicamentos foram reprovados nas análises, de acordo com nota divulgada pela Anvisa.
O Proveme tem como objetivo principal monitorar a qualidade dos medicamentos. É um trabalho desenvolvido em conjunto com as vigilâncias sanitárias, os Lacens (laboratórios oficiais) e o Instituto Nacional de Controle de Qualidade e Saúde (INCQS). As coletas, realizadas pelas vigilâncias sanitárias dos Estados, foram iniciadas no segundo semestre de 2004. As amostras são encaminhadas aos respectivos laboratórios oficiais (Lacens), que encaminham os resultados para a Anvisa. O Proveme foi dividido em três etapas.
São períodos de quatro meses que incluem a definição dos medicamentos que serão coletados; a coleta; a execução da análise; o agrupamento dos dados; e a reunião do grupo de trabalho, com um representante de cada setor envolvido, para discutir os resultados. É realizada, ainda, uma oficina com todos os participantes, para apresentação dos resultados e programação do próximo período. Durante os dois primeiros quadrimestres foram analisados 551 amostras.
Dentre estas, 477 tiveram resultado satisfatório (86,56%). Foram reprovados por ensaios físico-químicos 48 medicamentos (8,72%), que apresentaram problemas como baixa dissolução, contaminação, teor de substância ativa abaixo do indicado na composição, variação de conteúdo e peso, etc. 26 amostras (4,72%) apresentaram problemas com a rotulagem.
Quando a Anvisa recebe um laudo insatisfatório, o produto ou lote é interditado cautelarmente. A interdição cautelar vale por 90 dias, e a empresa pode apresentar a contraprova. Caso o medicamento seja reprovado na segunda análise, é determinado seu recolhimento do mercado. Os resultados de cada fase do programa, os gráficos, o manual operacional com as responsabilidades de cada parceiro e outras informações pode ser obtidos no wbsite ad Anvisa, seção "Inspeção > Fiscalização > Proveme".
Nota: Este programa foi uma das melhores iniciativas que Anvisa tomou em relação à fiscalização de medicamentos oferecidos à população.
Durante os dois primeiros quadrimestres foram analisados 551 amostras. Dentre estas, 477 tiveram resultado satisfatório. O Programa Nacional de Verificação da Qualidade de Medicamentos (Proveme), instituído pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 2004, constatou que 87% dos medicamentos disponíveis no mercado e distribuídos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) têm qualidade satisfatória. Apenas 8,46% dos medicamentos foram reprovados nas análises, de acordo com nota divulgada pela Anvisa.
O Proveme tem como objetivo principal monitorar a qualidade dos medicamentos. É um trabalho desenvolvido em conjunto com as vigilâncias sanitárias, os Lacens (laboratórios oficiais) e o Instituto Nacional de Controle de Qualidade e Saúde (INCQS). As coletas, realizadas pelas vigilâncias sanitárias dos Estados, foram iniciadas no segundo semestre de 2004. As amostras são encaminhadas aos respectivos laboratórios oficiais (Lacens), que encaminham os resultados para a Anvisa. O Proveme foi dividido em três etapas.
São períodos de quatro meses que incluem a definição dos medicamentos que serão coletados; a coleta; a execução da análise; o agrupamento dos dados; e a reunião do grupo de trabalho, com um representante de cada setor envolvido, para discutir os resultados. É realizada, ainda, uma oficina com todos os participantes, para apresentação dos resultados e programação do próximo período. Durante os dois primeiros quadrimestres foram analisados 551 amostras.
Dentre estas, 477 tiveram resultado satisfatório (86,56%). Foram reprovados por ensaios físico-químicos 48 medicamentos (8,72%), que apresentaram problemas como baixa dissolução, contaminação, teor de substância ativa abaixo do indicado na composição, variação de conteúdo e peso, etc. 26 amostras (4,72%) apresentaram problemas com a rotulagem.
Quando a Anvisa recebe um laudo insatisfatório, o produto ou lote é interditado cautelarmente. A interdição cautelar vale por 90 dias, e a empresa pode apresentar a contraprova. Caso o medicamento seja reprovado na segunda análise, é determinado seu recolhimento do mercado. Os resultados de cada fase do programa, os gráficos, o manual operacional com as responsabilidades de cada parceiro e outras informações pode ser obtidos no wbsite ad Anvisa, seção "Inspeção > Fiscalização > Proveme".
Nota: Este programa foi uma das melhores iniciativas que Anvisa tomou em relação à fiscalização de medicamentos oferecidos à população.
LÍDERES E GERENTES
LÍDERES E GERENTES
Por Ricardo Jordão Magalhães
Site: www.bizrevolution.com.br
Você é um Gerente ou um Líder? Ao longo da sua carreira talvez você consiga com muito esforço ser um gerente e um líder, mas..., não se desanime se nunca conseguir, as personalidades são muito diferentes e muito difíceis de se encontrar em uma mesma pessoa.
O Gerente e o Líder têm diferentes atitudes com relação aos problemas.
O Gerente. Enfatiza o lado racional das coisas e os controles; são resolvedores de problemas (focados em metas, recursos, estruturas e pessoas); geralmente fazem perguntas do tipo, “Quais são os problemas que precisam ser resolvidos, e qual é a melhor maneira de atingirmos os resultados?”; gerentes são persistentes, trabalham duro, são inteligentes, tolerantes e pensam no bem estar dos outros.
O Líder. É percebido como brilhante, mas às vezes é solitário; atinge o autocontrole sobre si mesmo antes de tentar controlar os outros; consegue visualizar o propósito das coisas e criar valor no trabalho; são imaginativos, apaixonados e não tem medo de arriscar.
Gerentes e Líderes têm diferentes atitudes com relação a metas.
O Gerente. Adota atitudes passivas com relação a metas; toma decisões com relação a metas baseado nas suas necessidades ao invés de se basear nos desejos e cultura da empresa; tende a ser reativo uma vez que são focados nas informações que têm na mão.
O Líder. Adota atitudes pró-ativas uma vez que conseguem visualizar e promover suas idéias ao invés de reagir às situações correntes; define idéias ao invés de responder a elas; tem uma orientação natural com relação a metas; sabe articular visões que alteram a maneira que as outras pessoas pensam sobre o que é possível, desejável e necessário.
Gerentes e Líderes têm diferentes atitudes com relação ao trabalho.
O Gerente. Vê o trabalho como uma maneira de fazer as coisas; estabelece estratégias e toma decisões ao combinar pessoas e idéias; sabe coordenar e administrar diferentes visões sobre o mesmo assunto; são bons em alcançar compromissos; toleram o trabalho mediano porque possuem um forte instinto de sobrevivência que os fazem temer os riscos.
O Líder. Desenvolve novas maneiras de resolver os mesmos problemas; usam sua visão para empolgar as pessoas e somente depois fornece suas idéias sobre como resolver os problemas; preocupa-se em colocar as pessoas focadas em compartilhar ideais e aumentar suas expectativas com relação à qualidade do trabalho; trabalha a partir de posições de risco porque não se conforma com um trabalho mediano.
Gerentes e Líderes têm diferentes atitudes com relação ao relacionamento com outras pessoas.
O Gerente. Prefere trabalhar com os outros; são colaborativos; mantêm um baixo nível de envolvimento emocional em seus relacionamentos; procuram compromissos; estabelecem poder; se relacionam com as pessoas de acordo com o papel delas com o trabalho a ser feito; o seu foco é como as coisas são feitas; mantêm um controle racional e equilibrado das estruturas; às vezes é visto pelos outros como manipulador e desinteressado.
O Líder. Usa a sua percepção interna das coisas para se relacionar com os outros; se relaciona com as pessoas de maneira intuitiva e cheio de empatia; se preocupa em entender o que o trabalho significa para as pessoas; atrai fortes sentimentos de amor e ódio das pessoas que se relaciona; cria sistemas onde as relações humanas talvez sejam intensas e às vezes até desorganizados.
Gerentes e Líderes têm diferentes identidades porque são influenciados pelo seu passado.
O Gerente. Diz que a sua vida tem sido mais ou menos tranqüila desde o seu nascimento; se vê como uma pessoa conservadora e reguladora da ordem existente que ele pessoalmente se identifica e da qual é recompensado; diz que a sua função é perpetuar as instituições existentes; mostra uma vida de desenvolvimento pessoal focado na socialização, um processo que o prepara para guiar instituições e mantê-las como são.
O Líder. Diz que a sua vida não foi fácil; teve uma vida marcada por uma contínua luta pelo sentido de ordem nas coisas; não toma as realizações que gerou como sendo suas realizações; nunca está satisfeito com o status quo; diz que a razão para estar vivo é derivada de um sentimento profundo que o une as outras pessoas; talvez trabalhe em empresas, mas nunca pertence de verdade a elas; diz que é independente de qualquer status ou indicador social; procura por oportunidades de mudanças; apóia mudanças; diz que o seu propósito é mudar o status econômico, político e social do Ser Humano; mostra uma vida de desenvolvimento pessoal focada na excelência pessoal, um processo que o leva a lutar por mudanças psicológicas e sociais.
Como você pode ver, gerentes e líderes são pessoas completamente diferentes. Ambas tem pontos fortes e fracos. Enquanto um gerente é muito bom em manter as coisas como são, o líder é muito bom em mexer com as emoções das pessoas e aumentar as suas expectativas com relação a tudo que o cerca.
Você é um Gerente ou um Líder?
Ricardo Jordão Magalhães – Administrador e especialista em marketing pela Kellogg University nos EUA
e-mail: ricardom@bizrevolution.com.br
Por Ricardo Jordão Magalhães
Site: www.bizrevolution.com.br
Você é um Gerente ou um Líder? Ao longo da sua carreira talvez você consiga com muito esforço ser um gerente e um líder, mas..., não se desanime se nunca conseguir, as personalidades são muito diferentes e muito difíceis de se encontrar em uma mesma pessoa.
O Gerente e o Líder têm diferentes atitudes com relação aos problemas.
O Gerente. Enfatiza o lado racional das coisas e os controles; são resolvedores de problemas (focados em metas, recursos, estruturas e pessoas); geralmente fazem perguntas do tipo, “Quais são os problemas que precisam ser resolvidos, e qual é a melhor maneira de atingirmos os resultados?”; gerentes são persistentes, trabalham duro, são inteligentes, tolerantes e pensam no bem estar dos outros.
O Líder. É percebido como brilhante, mas às vezes é solitário; atinge o autocontrole sobre si mesmo antes de tentar controlar os outros; consegue visualizar o propósito das coisas e criar valor no trabalho; são imaginativos, apaixonados e não tem medo de arriscar.
Gerentes e Líderes têm diferentes atitudes com relação a metas.
O Gerente. Adota atitudes passivas com relação a metas; toma decisões com relação a metas baseado nas suas necessidades ao invés de se basear nos desejos e cultura da empresa; tende a ser reativo uma vez que são focados nas informações que têm na mão.
O Líder. Adota atitudes pró-ativas uma vez que conseguem visualizar e promover suas idéias ao invés de reagir às situações correntes; define idéias ao invés de responder a elas; tem uma orientação natural com relação a metas; sabe articular visões que alteram a maneira que as outras pessoas pensam sobre o que é possível, desejável e necessário.
Gerentes e Líderes têm diferentes atitudes com relação ao trabalho.
O Gerente. Vê o trabalho como uma maneira de fazer as coisas; estabelece estratégias e toma decisões ao combinar pessoas e idéias; sabe coordenar e administrar diferentes visões sobre o mesmo assunto; são bons em alcançar compromissos; toleram o trabalho mediano porque possuem um forte instinto de sobrevivência que os fazem temer os riscos.
O Líder. Desenvolve novas maneiras de resolver os mesmos problemas; usam sua visão para empolgar as pessoas e somente depois fornece suas idéias sobre como resolver os problemas; preocupa-se em colocar as pessoas focadas em compartilhar ideais e aumentar suas expectativas com relação à qualidade do trabalho; trabalha a partir de posições de risco porque não se conforma com um trabalho mediano.
Gerentes e Líderes têm diferentes atitudes com relação ao relacionamento com outras pessoas.
O Gerente. Prefere trabalhar com os outros; são colaborativos; mantêm um baixo nível de envolvimento emocional em seus relacionamentos; procuram compromissos; estabelecem poder; se relacionam com as pessoas de acordo com o papel delas com o trabalho a ser feito; o seu foco é como as coisas são feitas; mantêm um controle racional e equilibrado das estruturas; às vezes é visto pelos outros como manipulador e desinteressado.
O Líder. Usa a sua percepção interna das coisas para se relacionar com os outros; se relaciona com as pessoas de maneira intuitiva e cheio de empatia; se preocupa em entender o que o trabalho significa para as pessoas; atrai fortes sentimentos de amor e ódio das pessoas que se relaciona; cria sistemas onde as relações humanas talvez sejam intensas e às vezes até desorganizados.
Gerentes e Líderes têm diferentes identidades porque são influenciados pelo seu passado.
O Gerente. Diz que a sua vida tem sido mais ou menos tranqüila desde o seu nascimento; se vê como uma pessoa conservadora e reguladora da ordem existente que ele pessoalmente se identifica e da qual é recompensado; diz que a sua função é perpetuar as instituições existentes; mostra uma vida de desenvolvimento pessoal focado na socialização, um processo que o prepara para guiar instituições e mantê-las como são.
O Líder. Diz que a sua vida não foi fácil; teve uma vida marcada por uma contínua luta pelo sentido de ordem nas coisas; não toma as realizações que gerou como sendo suas realizações; nunca está satisfeito com o status quo; diz que a razão para estar vivo é derivada de um sentimento profundo que o une as outras pessoas; talvez trabalhe em empresas, mas nunca pertence de verdade a elas; diz que é independente de qualquer status ou indicador social; procura por oportunidades de mudanças; apóia mudanças; diz que o seu propósito é mudar o status econômico, político e social do Ser Humano; mostra uma vida de desenvolvimento pessoal focada na excelência pessoal, um processo que o leva a lutar por mudanças psicológicas e sociais.
Como você pode ver, gerentes e líderes são pessoas completamente diferentes. Ambas tem pontos fortes e fracos. Enquanto um gerente é muito bom em manter as coisas como são, o líder é muito bom em mexer com as emoções das pessoas e aumentar as suas expectativas com relação a tudo que o cerca.
Você é um Gerente ou um Líder?
Ricardo Jordão Magalhães – Administrador e especialista em marketing pela Kellogg University nos EUA
e-mail: ricardom@bizrevolution.com.br
UM GUIA PARA O LÍDER
UM GUIA PARA O LÍDER
Por Sonia Jordão
Se você tomou várias decisões erradas, prepare-se para ter sua liderança questionada.
Estabelecer hoje quem são seus aliados é a única forma de assegurar que eles estarão disponíveis quando necessário.
Saiba exatamente o motivo que o levou a ser indicado para um cargo e o que as pessoas que o indicaram esperam de você.
Identifique modos de, ao mesmo tempo, remunerar o acionista e servir o interesse público no longo prazo, mesmo que os lucros sejam momentaneamente reduzidos. Assim você poderá promover uma cultura favorável, atrair uma equipe de colaboradores competentes e estabelecer uma reputação pública capaz de compensar qualquer diminuição temporária no valor do investidor.
Se você quiser confiança e apoio, explique-se. Ser uma pessoa de poucas palavras pode funcionar num cargo técnico, mas é um desastre num cargo de liderança.
Se você espera que as pessoas que trabalham para você sejam capazes de julgar entre o certo e o errado, providencie para que ganhem experiências na tomada de decisões. Se você espera que elas entendam como você pensa, compartilhe agora suas experiências anteriores.
Em momentos de ansiedade e estresse, seu colaborador menos experiente será o primeiro a entrar em pânico. Fornecer o máximo de treinamento para os recém-contratados é uma forma de evitar isso.
A expectativa de um bom desempenho é um pré-requisito para que aqueles que trabalham com você o alcancem. Seu otimismo não irá garantir um resultado favorável, mas a ausência dele irá com certeza criar o oposto.
A criação de equipes por meio de treinamento e exercícios resulta em tomadas de decisões precisas e rápidas.
Reconheça que as pessoas têm diferentes motivações para se envolver e participar das equipes. Esse é o primeiro passo essencial para que elas contribuam. A criação de oportunidades para que todos sejam bem-sucedidos, independentemente de seus motivos, é o próximo passo essencial.
Quando o cume de uma montanha, um produto ou um projeto parece estar ao seu alcance, moderar o excesso de confiança pode assegurar que a energia fique concentrada em alcançá-lo. Quando o objetivo parece estar quase fora de alcance, promover maior confiança pode assegurar que a motivação permaneça.
Se você está solicitando o apoio de um grupo, convença-o de que a causa é justa, a intenção nobre, o caminho coletivo, o desafio crítico. Mostre que o objetivo não pode ser alcançado sem o compromisso de todos.
Ganhar a confiança de seu grupo agora pode ser indispensável no futuro. O tempo investido em angariar apoio, até mesmo de seus oponentes, pode significar a diferença entre o sucesso e o fracasso quando você tiver um teste decisivo pela frente.
Algumas das medidas utilizadas hoje na mobilização de pessoas podem não ter muito valor. Outras trazem ótimos resultados. Uma vez que não se pode saber qual medida será indispensável mais tarde, você não pode se dar ao luxo de ignorar qualquer uma delas.
Quando você é promovido a um cargo de responsabilidade sem nenhum aviso e pouquíssima preparação, pergunte que medidas devem ser tomadas nesse cargo e quais as estratégias que funcionaram no passado.
A experiência em cargos variados desenvolve confiança pessoal e outras habilidades necessárias para dominar um conjunto de tarefas mais ambiciosas. A experiência em diferentes organizações estimula os requisitos essenciais para liderar organizações diferentes.
A inércia é tão prejudicial à liderança quanto uma medida ineficaz.
Cooperação explícita, auto-avaliação, aceitação da responsabilidade e um enfoque concentrado na recuperação são ingredientes decisivos para restaurar a reputação ameaçada de uma organização.
Não se atenha a convenções. Faça aquilo que funcionar melhor.
A convicção em relação à sua opinião é uma condição indispensável para realizá-la. Sem uma mente totalmente convencida a respeito do que você deseja conseguir, as pressões que surgirem no meio do caminho vão desviá-lo do seu objetivo.
Extraído do Capítulo V do livro de Sonia Jordão: A Arte de Liderar – Vivenciando Mudanças num Mundo Globalizado.
Por Sonia Jordão
Se você tomou várias decisões erradas, prepare-se para ter sua liderança questionada.
Estabelecer hoje quem são seus aliados é a única forma de assegurar que eles estarão disponíveis quando necessário.
Saiba exatamente o motivo que o levou a ser indicado para um cargo e o que as pessoas que o indicaram esperam de você.
Identifique modos de, ao mesmo tempo, remunerar o acionista e servir o interesse público no longo prazo, mesmo que os lucros sejam momentaneamente reduzidos. Assim você poderá promover uma cultura favorável, atrair uma equipe de colaboradores competentes e estabelecer uma reputação pública capaz de compensar qualquer diminuição temporária no valor do investidor.
Se você quiser confiança e apoio, explique-se. Ser uma pessoa de poucas palavras pode funcionar num cargo técnico, mas é um desastre num cargo de liderança.
Se você espera que as pessoas que trabalham para você sejam capazes de julgar entre o certo e o errado, providencie para que ganhem experiências na tomada de decisões. Se você espera que elas entendam como você pensa, compartilhe agora suas experiências anteriores.
Em momentos de ansiedade e estresse, seu colaborador menos experiente será o primeiro a entrar em pânico. Fornecer o máximo de treinamento para os recém-contratados é uma forma de evitar isso.
A expectativa de um bom desempenho é um pré-requisito para que aqueles que trabalham com você o alcancem. Seu otimismo não irá garantir um resultado favorável, mas a ausência dele irá com certeza criar o oposto.
A criação de equipes por meio de treinamento e exercícios resulta em tomadas de decisões precisas e rápidas.
Reconheça que as pessoas têm diferentes motivações para se envolver e participar das equipes. Esse é o primeiro passo essencial para que elas contribuam. A criação de oportunidades para que todos sejam bem-sucedidos, independentemente de seus motivos, é o próximo passo essencial.
Quando o cume de uma montanha, um produto ou um projeto parece estar ao seu alcance, moderar o excesso de confiança pode assegurar que a energia fique concentrada em alcançá-lo. Quando o objetivo parece estar quase fora de alcance, promover maior confiança pode assegurar que a motivação permaneça.
Se você está solicitando o apoio de um grupo, convença-o de que a causa é justa, a intenção nobre, o caminho coletivo, o desafio crítico. Mostre que o objetivo não pode ser alcançado sem o compromisso de todos.
Ganhar a confiança de seu grupo agora pode ser indispensável no futuro. O tempo investido em angariar apoio, até mesmo de seus oponentes, pode significar a diferença entre o sucesso e o fracasso quando você tiver um teste decisivo pela frente.
Algumas das medidas utilizadas hoje na mobilização de pessoas podem não ter muito valor. Outras trazem ótimos resultados. Uma vez que não se pode saber qual medida será indispensável mais tarde, você não pode se dar ao luxo de ignorar qualquer uma delas.
Quando você é promovido a um cargo de responsabilidade sem nenhum aviso e pouquíssima preparação, pergunte que medidas devem ser tomadas nesse cargo e quais as estratégias que funcionaram no passado.
A experiência em cargos variados desenvolve confiança pessoal e outras habilidades necessárias para dominar um conjunto de tarefas mais ambiciosas. A experiência em diferentes organizações estimula os requisitos essenciais para liderar organizações diferentes.
A inércia é tão prejudicial à liderança quanto uma medida ineficaz.
Cooperação explícita, auto-avaliação, aceitação da responsabilidade e um enfoque concentrado na recuperação são ingredientes decisivos para restaurar a reputação ameaçada de uma organização.
Não se atenha a convenções. Faça aquilo que funcionar melhor.
A convicção em relação à sua opinião é uma condição indispensável para realizá-la. Sem uma mente totalmente convencida a respeito do que você deseja conseguir, as pressões que surgirem no meio do caminho vão desviá-lo do seu objetivo.
Extraído do Capítulo V do livro de Sonia Jordão: A Arte de Liderar – Vivenciando Mudanças num Mundo Globalizado.
COMPORTAMENTO DE LÍDERES
LÍDERES PRECISAM SER EXEMPLARES
Por Sonia Jordão
“Com seu exemplo de vida e conduta, você prega um melhor sermão do que com suas palavras” (Oliver Goldsmith, médico e escritor irlandês).
É impossível pensar que alguém consiga ser um líder sem dar exemplos. As pessoas sempre vão observar o líder, irão ver quem ele é e o que faz, assim como o que diz. Uma das palavras-chave em liderança é credibilidade. Você sempre tem que fazer o que prometeu. E não pode pedir para os funcionários fazerem coisas que você próprio não faria.
Cada dia mais as organizações procuram profissionais éticos. Portanto, agir corretamente hoje não é só uma questão de consciência, mas um dos quesitos fundamentais para quem quer ter uma carreira longa, respeitada e sólida.
Líderes não temem aproveitar boas idéias e não dizem que esta é sua. Mais do que isso: não temem falar para todo mundo que a idéia foi de um colaborador. Saber reconhecer os talentos, prestar atenção no que o colaborador está fazendo, valorizar o esforço dele são práticas comuns aos líderes.
Em escolhas aparentemente simples, muitas carreiras brilhantes podem ser jogadas fora. Hoje, mais do que nunca, a atitude dos profissionais em relação às questões éticas pode ser a diferença entre o seu sucesso e o seu fracasso. Basta um deslize, uma escorregadela, e pronto. A imagem do profissional ganha no mercado a mancha vermelha da desconfiança.
A importância da ética nas organizações cresceu com a redução das hierarquias e a conseqüente autonomia dada às pessoas. A disputa por cargos cresceu e com isto o desejo de se sobressair a qualquer custo. Nos últimos anos as organizações viraram um campo fértil para a desonestidade, a omissão, a má conduta e a mentira.
Mas afinal, o que é ser um profissional ético? Ser ético nada mais é do que agir direito, proceder bem, sem prejudicar os outros. É ser altruísta, é estar tranqüilo com a consciência pessoal. É também agir de acordo com os valores morais de uma determinada sociedade.
Qualquer decisão ética tem por trás um conjunto de valores fundamentais. Entre eles:
Ser honesto em qualquer situação;
Ter coragem para assumir decisões (mesmo que seja preciso ir contra a opinião da maioria);
Ser tolerante e flexível (muitas idéias aparentemente absurdas podem ser a solução para um problema. Mas para descobrir isso é preciso ouvir as pessoas ou avaliar a situação sem julgá-las antes);
Ser íntegro (isso significa agir de acordo com os seus princípios, mesmo nos momentos mais críticos);
Ser humilde (só assim a gente consegue ouvir o que os outros têm a dizer e reconhecer que o sucesso individual é resultado do trabalho da equipe).
Organizações não são apenas entidades jurídicas, são formadas por pessoas e só existem por causa delas. Por trás de qualquer decisão, de qualquer erro ou imprudência, estão seres de carne e osso. E são eles que vão viver as glórias ou o fracasso da organização.
É fundamental saber que para liderar de forma eficiente pelo exemplo o líder precisa ter modéstia, se possível ter humildade, a qualidade mais rara de todas entre os líderes – e encontrada somente nos melhores.
Discurso de motivação é sempre uma coisa positiva e recomendações escritas podem ter algum efeito, mas as pessoas realmente prestam mais atenção ao que os altos executivos e seus líderes fazem, do que ao que eles dizem. Geralmente observamos mais os maus exemplos do que os bons, por nos chamarem mais a atenção. Portanto, tome cuidado com suas ações. Não importa o que estiver fazendo, faça como se muitas pessoas estivessem olhando. Por tudo isso, demonstre envolvimento com as mudanças que quiser implementar para conseguir ter sucesso.
Finalmente devemos refletir sobre a frase de Peter Druker: “Primeiro você tem de perguntar o que é certo, depois o que é possível – sempre nesta ordem”.
Extraído do livro de Sonia Jordão: A Arte de Liderar – Vivenciando Mudanças num Mundo Globalizado
E-mail: tecer@soniajordao.com.br
Por Sonia Jordão
“Com seu exemplo de vida e conduta, você prega um melhor sermão do que com suas palavras” (Oliver Goldsmith, médico e escritor irlandês).
É impossível pensar que alguém consiga ser um líder sem dar exemplos. As pessoas sempre vão observar o líder, irão ver quem ele é e o que faz, assim como o que diz. Uma das palavras-chave em liderança é credibilidade. Você sempre tem que fazer o que prometeu. E não pode pedir para os funcionários fazerem coisas que você próprio não faria.
Cada dia mais as organizações procuram profissionais éticos. Portanto, agir corretamente hoje não é só uma questão de consciência, mas um dos quesitos fundamentais para quem quer ter uma carreira longa, respeitada e sólida.
Líderes não temem aproveitar boas idéias e não dizem que esta é sua. Mais do que isso: não temem falar para todo mundo que a idéia foi de um colaborador. Saber reconhecer os talentos, prestar atenção no que o colaborador está fazendo, valorizar o esforço dele são práticas comuns aos líderes.
Em escolhas aparentemente simples, muitas carreiras brilhantes podem ser jogadas fora. Hoje, mais do que nunca, a atitude dos profissionais em relação às questões éticas pode ser a diferença entre o seu sucesso e o seu fracasso. Basta um deslize, uma escorregadela, e pronto. A imagem do profissional ganha no mercado a mancha vermelha da desconfiança.
A importância da ética nas organizações cresceu com a redução das hierarquias e a conseqüente autonomia dada às pessoas. A disputa por cargos cresceu e com isto o desejo de se sobressair a qualquer custo. Nos últimos anos as organizações viraram um campo fértil para a desonestidade, a omissão, a má conduta e a mentira.
Mas afinal, o que é ser um profissional ético? Ser ético nada mais é do que agir direito, proceder bem, sem prejudicar os outros. É ser altruísta, é estar tranqüilo com a consciência pessoal. É também agir de acordo com os valores morais de uma determinada sociedade.
Qualquer decisão ética tem por trás um conjunto de valores fundamentais. Entre eles:
Ser honesto em qualquer situação;
Ter coragem para assumir decisões (mesmo que seja preciso ir contra a opinião da maioria);
Ser tolerante e flexível (muitas idéias aparentemente absurdas podem ser a solução para um problema. Mas para descobrir isso é preciso ouvir as pessoas ou avaliar a situação sem julgá-las antes);
Ser íntegro (isso significa agir de acordo com os seus princípios, mesmo nos momentos mais críticos);
Ser humilde (só assim a gente consegue ouvir o que os outros têm a dizer e reconhecer que o sucesso individual é resultado do trabalho da equipe).
Organizações não são apenas entidades jurídicas, são formadas por pessoas e só existem por causa delas. Por trás de qualquer decisão, de qualquer erro ou imprudência, estão seres de carne e osso. E são eles que vão viver as glórias ou o fracasso da organização.
É fundamental saber que para liderar de forma eficiente pelo exemplo o líder precisa ter modéstia, se possível ter humildade, a qualidade mais rara de todas entre os líderes – e encontrada somente nos melhores.
Discurso de motivação é sempre uma coisa positiva e recomendações escritas podem ter algum efeito, mas as pessoas realmente prestam mais atenção ao que os altos executivos e seus líderes fazem, do que ao que eles dizem. Geralmente observamos mais os maus exemplos do que os bons, por nos chamarem mais a atenção. Portanto, tome cuidado com suas ações. Não importa o que estiver fazendo, faça como se muitas pessoas estivessem olhando. Por tudo isso, demonstre envolvimento com as mudanças que quiser implementar para conseguir ter sucesso.
Finalmente devemos refletir sobre a frase de Peter Druker: “Primeiro você tem de perguntar o que é certo, depois o que é possível – sempre nesta ordem”.
Extraído do livro de Sonia Jordão: A Arte de Liderar – Vivenciando Mudanças num Mundo Globalizado
E-mail: tecer@soniajordao.com.br
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