12.07.2008

Quando o desejo termina


Falta de apetite sexual afeta metade das mulheres no mundo. Tratamentos dão bom resultado em 80% dos casos

- “Hoje não dá, estou com dor de cabeça”. A frase é a ponta do iceberg de um problema muito mais comum do que se imagina na vida conjugal. Pelo menos 50% das mulheres do mundo sofrem de falta de desejo sexual em algum momento de suas vidas, segundo estudos de especialistas da Fundação Americana de Doenças Urológicas (FADU). A boa notícia é que tratamentos devolvem o prazer aos casais em cerca de 80% dos casos.

O Desejo Sexual Hipoativo (DSH) é a diminuição ou ausência total de fantasias e de vontade de ter atividade sexual. Acontece quando o sexo simplesmente passa a não fazer mais falta, o que acarreta um grande sofrimento para o casal. O DSH já foi chamado de “frigidez” — termo não mais utilizado pelos especialistas da área pela conotação pejorativa.

Entre julho e novembro, o sexólogo carioca Amaury Mendes Júnior realizou estudo com 46 mulheres de diversas faixas etárias, casadas, divorciadas e solteiras. Segundo ele, a falta de desejo sexual apresenta tanto sintomas físicos como também psicológicos.

“O tratamento requer acompanhamento médico, se a causa for orgânica, ou terapia sexual, que pode ser aplicada à mulher ou ao casal. Bons resultados aparecem em três ou quatro meses, em 80% dos casos”.

Amaury explica ainda que, para haver um equilíbrio na intimidade, nenhuma das três etapas da relação sexual deve ser desprezada: o desejo, que é aguçado pelos sentidos; a excitação, quando ocorrem os primeiros sinais orgânicos no casal; e o orgasmo, que é a última fase do ato sexual, quando o cérebro estimula o sentimento de prazer intenso com a relação. Segundo ele, a maioria dos problemas de falta de desejo sexual está relacionada com a ausência de cuidado do casal com a primeira etapa.

VOLTA POR CIMA

Um casao depois de 30 anos de casados resolveram pedir ajuda a um sexólogo para enfrentar juntos as dificuldades a dois.O casal participou de encontros com o sexólogo e conta que, somente em contato com outras pessoas, teve coragem de expor o problema: “Faltava muita comunicação no meu relacionamento. Eu não sabia dizer como me sentir mais confortável na hora do sexo, mas acredito que, se ainda houver amor, é possível ter prazer” .

‘Desculpas’ são o primeiro sintoma

Segundo o sexólogo, é comum as mulheres dizerem que o problema da falta de desejo é hormonal — assim, creditam a “culpa” ao corpo, e não à sua forma de perceber o relacionamento. Durante as reuniões, o especialista registrou os principais problemas ligados ao DSH: ressecamento vaginal (tanto pela menopausa, quanto pela ausência de estímulos), o que causa dor no ato sexual; infecções vaginais; e ausência do orgasmo, a anorgasmia.

“São comuns os casos de moças mais jovens que chegam aqui com dificuldades sexuais por conta da inexperiência com o próprio corpo e a afobação para agradar seus parceiros, tentando atingir rapidamente o orgasmo. Já para as mulheres de mais idade, a falta abertura no relacionamento para falar sobre o assunto é marcante. Como resultado, são comuns as desculpas para não fazer sexo. Aliás, esse hábito é o primeiro sintoma da falta de desejo”, afirma.

O maior desafio da mulher a partir da menopausa é expor para o parceiro a ausência de lubrificação da vagina. “Nesta fase, o eixo do hipotálamo com o ovário fica mais estreito, e o corpo começa a produzir menos estrogênio (hormônio responsável pela lubrificação vaginal e aparência mais jovem das mulheres)”.

. Tratamentos dão bom resultado em 80% dos casos

Fonte: O Dia

Felicidade pode ser contagiosa



















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Pesquisa mostra que felicidade de indivíduo está conectada às pessoas com que se relaciona.

Um estudo publicado na revista científica British Medical Journal aponta que a felicidade de uma pessoa não é só uma escolha ou experiência individual, mas que está ligada "à felicidade dos indivíduos aos quais a pessoa está conectada, direta ou indiretamente".

Usando análises estatísticas, os pesquisadores Nicholas Christakis, da Escola de Medicina de Harvard, e James Fowler, da Universidade da Califórnia, mediram como as redes sociais estão relacionadas com a sensação de felicidade de uma pessoa.

Segundo os dados do estudo, a felicidade de uma pessoa pode "contagiar" aqueles com quem ela se relaciona.

"Mudanças na felicidade individual podem se propagar em ondas de felicidade pela rede social e gerar grupos de felicidade e infelicidade", diz o estudo.

E mais, não são apenas os laços sociais mais imediatos que têm impacto nestes níveis de felicidade, o sentimento consegue atingir até três graus de separação (amigos de amigos de amigos).

"Pessoas que estão cercadas de pessoas felizes e aqueles que são centrais nessas redes de relações têm mais tendência a serem felizes no futuro".

A pesquisa aponta que estes grupos de "felicidade" resultam da disseminação desse sentimento, e não são apenas resultado de uma tendência dos indivíduos se associarem a pessoas com características similares.


Assim, um amigo que viva a uma distância de cerca de uma milha (1,6 km) e que se torna feliz, aumenta a probabilidade de que uma pessoa seja feliz em 25%. Efeitos similares foram observados entre casais que moram na mesma casa (8%), irmãos que vivam a menos de uma milha de distância (14%) e vizinhos (34%).

Surpreendentemente, essa relação não foi observada entre colegas de trabalho, o que sugere que o contexto social pode afetar na disseminação no sentimento de felicidade.

O estudo também aponta que a proximidade geográfica é essencial para a disseminação da felicidade.

Uma pessoa tem 42% mais chances de ser feliz se um amigo que viva a menos de 800 metros de distância se torna feliz. O efeito é de apenas 22% se o amigo morar a mais de 2,2 quilômetros.

Para chegar a essas conclusões, os autores analisaram dados coletados em um outro estudo que reuniu informações de 5.124 adultos entre 21 e 70 anos na cidade de Framinggham, no Estado americano de Massachusetts, entre 1971 e 2003.

Originalmente iniciado para pesquisar riscos de problemas no coração, este estudo também coletou dados sobre a saúde mental dos entrevistados.

Em diversos momentos, os entrevistados foram convidados a responder se concordavam ou discordavam de quatro afirmações: "Me sinto esperançoso em relação ao futuro"; "Eu fui feliz"; "Eu aproveitei a vida" e "Eu me senti tão bem como as outras pessoas".

Para chegar ao conceito de "felicidade" usado em sua pesquisa, Christakis e Fowler levaram em conta a resposta afirmativa às quatro sentenças.

Segundo o professor Andrew Steptoe, especialista em psicologia da University College of London, "faz sentido intuitivamente que a felicidade das pessoas à nossa volta tenham impacto em nossa própria felicidade".

"O que é um pouco mais surpreendente é que essa felicidade parta não apenas daqueles muito próximos a você, mas também de pessoas um pouco mais distantes."

Segundo ele, a pesquisa também pode ter implicações em políticas de saúde pública.

"A felicidade parece estar associada a efeitos protetores à saúde."

"Se a felicidade realmente for transmitida por conexões sociais, ela poderia, indiretamente, contribuir para a transmissão social de saúde".

Vacina contra leishmaniose visceral


Butantan testa em cães a primeira vacina contra leishmaniose visceral

Em janeiro a fábrica da vacina deve ser construída.
Cerca de 90% das pessoas não tratadas morrem da doença.

Instituto Butantan, em São Paulo, deverá produzir uma vacina contra a leishmaniose visceral. No próximo ano, o Brasil dá início aos testes, em cachorros. A reunião deve estipular os valores desses ensaios, quanto tempo durarão e o número de doses necessárias para conter a doença.

A vacina foi desenvolvida nos Estados Unidos, no Infectology Disease Res. Institute (IRDI), em conjunto com o Brasil, durante os últimos dez anos. Por lá, ela foi testada em camundongos -- para verificar sua eficácia -- e em cerca de 30 pessoas -- conferindo que não há risco para a saúde. “Sua eficácia é maior do que 70%”, diz o pesquisador Isaias Raw, presidente da Fundação Butantan.

Agora, a vacina será testada em cães por três instituições brasileiras. “O objetivo é verificar a mortalidade e analisar como ela age nos animais”, afirma Antonio Campos-Neto, do Forsyth Institute, dos Estados Unidos. Os testes deverão durar no mínimo um ano. “Com a biologia molecular isso poderá ser feito mais depressa, vamos debater a possibilidade”.

A vacina contra a leishmaniose visceral será produzida em uma fábrica microbiana estimada em R$ 23 milhões -- R$ 5 milhões provenientes do Instituto Butantan. Os pesquisadores acreditam que em janeiro os recursos estejam disponíveis. Se isso ocorrer, a instalação ficará pronta em abril.

Fábrica microbiana

Os pesquisadores identificaram uma proteína, no protozoário responsável pela doença, que pode ser usada como vacina. Eles inserem a informação genética dessa proteína em bactérias. Esses seres, por sua vez, produzem em massa a proteína que dará origem à vacina. A vacina contra a hepatite é produzida usando essa idéia.

Os cientistas afirmam que a vacina é livre de efeito adverso. Assim que aprovada pelo Ministério da Saúde, imediatamente começará a ser produzida. Por enquanto, os pesquisadores não falam em quanto tempo ela estará disponível para a população.

Haverá uma variação da vacina. Uma será feita especificamente para os cães, que transmitem a doença aos humanos, e outra para as pessoas já contaminadas. “Reduzindo o número de pessoas expostas à doença e tratando as doentes, diminuiremos radicalmente o problema”, explica Raw.


O objetivo é vacinar cerca de 30 milhões de cães do Brasil durante campanha anual de vacinação contra raiva. Mas nem todo brasileiro precisará da vacina. “Moradores do Rio Grande do Sul, por exemplo, onde a leishmaniose visceral inexiste, possivelmente só receberão a dose se apresentarem o problema”, explica.

Para isso a vacina deverá ser submetida ao controle do Ministério da Agricultura, depois de respondidas questões como: quantas doses serão necessárias para imunizar cada cão, por quanto tempo será ativa e qual a forma mais econômica de produzi-la, levando em conta o universo a ser vacinado.

O pesquisador Steven Reed, do IRDI, deverá disponibilizar os lotes iniciais da vacina produzida nos Estados Unidos. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o programa Fapesp – SUS investirão R$ 2 milhões nos ensaios clínicos que serão realizados até meados de 2009, nas regiões de maior incidência da doença.

Entenda o que é leishmaniose visceral

A leishmaniose visceral ou doença de calazar é causada por um protozoário. Pode atingir seres humanos e animais como cães, raposas e até gambás. A transmissão ocorre por meio da picada do inseto conhecido popularmente como mosquito-palha, birigui, asa branca, tatuquira e cangalhinha. Eles picam os animais infectados e transmitem a leishmaniose visceral aos humanos.

A doença acomete órgãos do corpo como o fígado e o baço. Os sintomas mais freqüentes são febre, aumento do volume desses órgãos, emagrecimento, complicações cardíacas, problemas circulatórios, desânimo, abatimento extremo, apatia e palidez. Os doentes podem ter também tosse, diarréia, respiração acelerada, hemorragias e sinais de infecções. Quando não tratada, a doença pode levar à morte até 90% dos infectados.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera a leishmaniose visceral uma das seis maiores endemias do planeta por infectar cerca de 2 milhões de pessoas. Na América Latina, 90% dos casos ocorrem no Brasil, especialmente na região Nordeste. Em 2006, 1.810 apresentaram a doença.

Nas últimas duas décadas, a leishmaniose visceral se espalhou de focos isolados no interior do Nordeste para surtos no Norte, Centro Oeste e Sudeste. O estado de São Paulo registra casos em humanos desde 1999. Mas, atualmente, não existe vacina contra ela. O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece tratamento específico feito com uso de medicamentos, repouso e alimentação adequada.

Leishmune ®

Vacina contra Leishmaniose Visceral Canina
Uso Veterinário


A Leishmaniose Visceral Canina é uma doença sistêmica grave e fatal, causada por um protozoário flagelado, Leishmania infantum (chagasi), presente em grande parte do mundo. A Leishmaniose Visceral Humana (Calazar Humano) é atualmente reconhecida como uma das mais importantes Zoonoses pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

O cão, como hospedeiro doméstico, é considerado o principal reservatório da infecção para o homem. Os cães infectam-se através da picada de insetos flebotomíneos, conhecidos como "mosquito-palha".

Os sinais clínicos atribuídos à Leishmaniose Visceral Canina são bastante variáveis: desde animais assintomáticos até oligo/polisintomáticos, os quais podem apresentar lesões de pele, descamações, lesões oculares, linfadenopatias, epistaxis, anemia, emagrecimento, diminuição de apetite, alterações articulares ou distúrbios de locomoção, diarréia, hepatoesplenomegalia, onicogrifose, insuficiência renal e morte. A vacinação de cães com LEISHMUNE auxilia na prevenção da doença, reduzindo a incidência e, conseqüentemente, a disseminação da Leishmaniose Visceral Canina.
COMPOSIÇÃO

Leishmune ® é classificada como uma vacina inativada e de subunidade, sendo uma fração glicoprotéica purificada (FML - Fucose Manose Ligand), feita através de um extrato inativado de promastigotas de Leishmania donovani. A produção de um antígeno inativado eficaz, seguro e com grande poder antigênico é possibilitada por técnicas especiais de preparação e pelo uso de um sistema adjuvante especial.

Estudos realizados em áreas endêmicas apresentaram proteção de 92 a 95%.
POSOLOGIA E MODO DE USAR:

Seguindo as normas usuais de anti-sepsia, utilizar agulhas e seringas estéreis, reidratar a fração liofilizada com a fração líquida e misturar o contecendo dos dois frascos. Após misturar completamente o produto, administrar uma dose de 1 mL por via subcutânea.

Para auxiliar no controle de Leishmaniose Visceral Canina, deve-se adotar medidas de higiene e práticas de sanidade adequadas, a fim de reduzir a população dos insetos flebotomíneos.
INDICAÇÕES:

Leishmune ® é indicada como auxiliar na prevenção da Leishmaniose Visceral Canina (Calazar Canino), para a vacinação de cães a partir de 4 meses de idade, saudáveis e soronegativos para Leishmaniose Visceral Canina.
PRECAUÇÕES:

Conservar entre 2ºC e 8ºC, ao abrigo da luz. EVITAR CONGELAMENTO.

Usar todo o conteúdo do frasco após aberto.

Manter fora do alcance de crianças e animais domésticos.

Os cães comumente respondem à vacinação demonstrando dor transitória no local da aplicação, que geralmente regride em 48 a 72 horas.

Cerca de 25% dos animais vacinados pode apresentar inflamatório transitória no local da injeção, além de letargia ou anorexia. A maioria destes sinais regride em poucos dias.

Em casos raros, pode ocorrer alopecia transitória no local da aplicação.

Em estudos realizados, foi observado que raras de pequeno porte são, em geral, mais sensíveis á dor no local da aplicação.

Embora raras, reações alérgicas ou anafiláticas podem ser observadas. Nestes casos, administrar anti-histamínico ou epinefrina.
APRESENTAÇÃO:

Caixa com 10 doses de 1 mL cada, contendo 10 frascos de vacina liofilizada acompanhados de 10 frascos de 1 mL de diluente (solução salina 0,9%).

Caixa com 100 doses de 1 mL cada, contendo 10 frascos de vacina liofilizada acompanhados de 10 frascos de 10 mL de diluente (solução salina 0,9%).

Sistema Exclusivo de Rótulo Destacável Fort Dodge
O Sistema Exclusivo de Rótulo Destacável Fort Dodge é um método simples e efetivo de registrar e controlar as informações da vacina aplicada nos animais, na prática veterinária.


Globo.com

TIPOS DE DIABETES

pré-diabetes. Como o título já sugere, este termo é usado para identificar as pessoas que possuem risco potencial de desenvolver o diabetes. É uma forma ou um estado intermediário entre a normalidade e o diabetes do tipo 2 no adulto. No entanto, sabe-se que nem todos irão deixar a condição de pré-diabético para se tornar um diabético. Mas, por precaução, são considerados em estado de risco para essa progressão.

Fatores de Risco
Existem fatores que são considerados de risco para o desenvolvimento do diabetes. Entre eles estão: o fator da idade (estar acima de 45 anos); o excesso de peso; o sedentarismo; a hipertensão arterial e as alterações nas taxas de colesterol e triglicérides sangüíneos e a história familiar de diabetes .

Isso serve para ambos os sexos. Mulheres que geraram filhos com mais de 4 kg ou que sejam portadoras de Síndrome dos Ovários Policísticos também têm risco aumentado.

Nesses casos, preconiza-se a realização da dosagem de glicemia de jejum ou a realização do teste oral de sobrecarga com glicose, para possível detecção de pré-diabetes ou mesmo diabetes.

A melhor maneira de identificar o pré-diabetes é através da dosagem da glicemia. Sua definição laboratorial dá-se quando a taxa de glicemia de jejum (mínimo de oito horas) encontra-se entre 100 e 125 mg/dl e/ou quando o valor de glicemia na segunda hora do teste de sobrecarga oral à glicose (tambm chamado de curva glicêmica) está entre 140 e 199 mg/dl (indivíduos classificados também como intolerantes à glicose).

A quantidade de pessoas que evoluem para o diabetes é parecida nos grupos que têm glicemia de jejum alterada e os que apresentam alterações nas taxas de glicemia na segunda hora do teste oral. No mais, apesar de ser raro, outros grupos que não apresentarem essas condições e nem fatores de risco,também podem desenvolver diabetes no futuro.

importante salientar que as pessoas que adquirem novos hábitos no estilo de vida - como a atividade física regular resultando na diminuição de 5 a 7% no peso corporal - ajudam a, no mínimo, retardar o aparecimento do diabetes.

Em grandes estudos realizados com indivduos com pré-diabetes, tais medidas reduziram a taxa de novos casos em mais de 50% em um período de dois a cinco anos de acompanhamento. Essas mudanças ainda são benéficas para o estado de saúde geral, promovendo menor risco no desenvolvimento de outras doenças, especialmente cardiovasculares.

A busca pela perda de peso pode receber o auxílio de algumas medicações, no entanto, não devemos nos esquecer de que todas essas orientações devem ser realizadas pelo médico, analisando cada situação individualmente.

Ou seja, no geral existem muitas evidências de que o diabetes tipo 2 pode ser prevenido ou ter seu início retardado. Os indivíduos com pré-diabetes podem ser facilmente identificados. Alterações no estilo de vida, especialmente redução moderada do peso e aumento da atividade física são indicadas, além de promoverem efeito positivo adicional na saúde como um todo.

O diabetes Tipo 1 (DM1) é uma doença auto-imune caracterizada pela destruição das células beta produtoras de insulina. Isso acontece por engano porque o organismo as identifica como corpos estranhos. A sua ação é uma resposta auto-imune. Este tipo de reação também ocorre em outras doenças, como esclerose múltipla, Lupus e doenças da tireóide.

A DM1 surge quando o organismo deixa de produzir insulina (ou produz apenas uma quantidade muito pequena.) Quando isso acontece, é preciso tomar insulina para viver e se manter saudável. As pessoas precisam de injeções diárias de insulina para regularizar o metabolismo do açúcar. Pois, sem insulina, a glicose não consegue chegar até às células, que precisam dela para queimar e transformá-la em energia. As altas taxas de glicose acumulada no sangue, com o passar do tempo, podem afetar os olhos, rins, nervos ou coração.

A maioria das pessoas com DM1 desenvolve grandes quantidades de auto-anticorpos, que circulam na corrente sanguínea algum tempo antes da doença ser diagnosticada. Os anticorpos são proteínas geradas no organismo para destruir germes ou vírus. Auto-anticorpos são anticorpos com “mau comportamento”, ou seja, eles atacam os próprios tecidos do corpo de uma pessoa. Nos casos de DM1, os auto-anticorpos podem atacar as células que a produzem.

Não se sabe ao certo por que as pessoas desenvolvem o DM1. Sabe-se que há casos em que algumas pessoas nascem com genes que as predispõem à doença. Mas outras têm os mesmos genes e não têm diabetes. Pode ser algo próprio do organismo, ou uma causa externa, como por exemplo, uma perda emocional. Ou também alguma agressão por determinados tipos de vírus como o cocsaquie. Outro dado é que, no geral, é mais freqüente em pessoas com menos de 35 anos, mas vale lembrar que ela pode surgir em qualquer idade.


Sintomas

Pessoas com níveis altos ou mal controlados de glicose no sangue podem apresentar:
• Vontade de urinar diversas vezes;
• Fome freqüente;
• Sede constante;
• Perda de peso;
• Fraqueza;
• Fadiga;
• Nervosismo;
• Mudanças de humor;
• Náusea;
• Vômito

Diabetes Tipo 2

Sabe-se que o diabetes do tipo 2 possui um fator hereditário maior do que no tipo 1.
Além disso, há uma grande relação com a obesidade e o sedentarismo. Estima-se que 60%
a 90% dos portadores da doença sejam obesos. A incidência é maior após os 40 anos.

Uma de suas peculiaridades é a contínua produção de insulina pelo pâncreas. O problema está na incapacidade de absorção das células musculares e adiposas. Por muitas razões, suas células não conseguem metabolizar a glicose suficiente da corrente sangüínea. Esta é uma anomalia chamada de "resistência insulínica".

O diabetes tipo 2 é cerca de 8 a 10 vezes mais comum que o tipo 1 e pode responder ao tratamento com dieta e exercício físico. Outras vezes vai necessitar de medicamentos orais e, por fim, a combinação destes com a insulina.

Principais Sintomas:

Infecções freqüentes;
Alteração visual (visão embaçada);
Dificuldade na cicatrização de feridas;
Formigamento nos pés;
Furunculose.
Outros tipos de Diabetes
Características Gerais
Os tipos mais frequentes:
Diabetes Gestacional
Diabetes Tipo 1
Diabetes tipo 2
Existem outros tipos de diabetes além do Tipo 1, Tipo 2 e Gestacional, mas esses ocorrem com menor freqüência. São eles:

Diabetes Secundário ao Aumento de Função das Glândulas Endócrinas:
Em determinadas doenças glandulares, quando ocorre aumento de função a ação da insulina é de alguma maneira dificultada ou prejudicada, aparecendo diabetes em pessoas de alguma maneira predispostas. É o que pode ocorrer, por exemplo, com doenças da:

Tireóide (hipertiroidismo);
Supra-renal (doença de Cushing);
Hipófise (acromegalia ou gigantismo).
Também pode aparecer na presença de tumores de:

Sistema nervoso simpático (feocromocitoma);
Células alfa do pâncreas (glucagonoma).
Diabetes Secundário a Doenças Pancreática:
Nesse grupo, o diabetes ocorre mais freqüentemente naqueles com antecedentes familiares do Tipo 2.

Retirada cirúrgica de 75% do pâncreas;
Pancreatite crônica (inflamação geralmente causada pelo alcoolismo crônico);
Destruição pancreática por depósito de ferro denominado hemocromatose (extremamente rara).
Nesses casos, o diabetes está associado à diarréia com perda de gordura nas fezes, pois o pâncreas afetado extensamente também não produz enzimas digestivas suficientes.

Resistência Congênita ou Adquirida à Insulina
A produção de insulina está aumentada, porém com ação ineficaz por causa da diminuição ou defeito de receptores celulares (encaixes para insulina), em tecido gorduroso, músculo etc.

Essas anormalidades, quando congênitas, podem ser defeito dos receptores de insulina, presença de anticorpos anti-receptores.

Diabetes Associado à Poliendocrinopatias Auto-Imunes
Casos onde existem anticorpos anticélulas de ilhotas pancreática produtoras de insulina (Tipo 1). Destes, 20% apresentam anticorpos contra tireóide e(menos freqüentemente) anticorpos contra supra renal, mucosa do estômago, músculo e glândulas salivares, além da ocorrência de vitiligo, alopecia (intensa queda de cabelos), hepatite crônica, candidíase etc.

Diabetes Associado à Desnutrição e Fibrocalculoso
Ocorre em jovens de países tropicais com baixa ingestão protéica, freqüentemente associado a alimentos que contêm cianetos, como a mandioca amarga. Esta associação pode causar dano pancreático, com destruição das ilhotas e diminuição da produção de insulina.

Diabetes Relacionados à Anormalidade da Insulina (Insulinopatias)
A produção da insulina está aumentada, porém com alteração de sua estrutura molecular, não sendo assim eficaz. Aplicando-se insulina, controla-se o diabetes.

Diabetes Tipo LADA (Latent Autoimmune Diabetes in Adults)
O LADA caracteriza-se pelo surgimento tardio do Diabetes Mellitus do Tipo 1 e atinge entre 2 e 12% dos casos, ou seja, 1,4 milhão de pessoas no Brasil. Também conhecido como Diabetes Tipo 1.5 (Type one-and-a-half), o LADA costuma ser confundido com o do tipo 2.

A maior incidência concentra-se em pacientes entre 35 e 60 anos, magro e com cetose. O seu diagnóstico é feito pelo teste do anticorpo GAD. A hereditariedade do diabetes tipo 1, doenças de Hashimoto e Graves devem ser levadas em conta num histórico familiar. Atualmente, não há um consenso na literatura médica para o tratamento do LADA.

A manutenção do controle de glicemia é o principal objetivo do tratamento do portador do diabetes LADA. Um aspecto que deve ser levado em conta, refere-se a progressão lenta para a insulino-dependência, assim como um risco maior de complicações cardiovasculares para esses pacientes.


Fontes: Norwood, Janet W. & Inlander, Charles B. Entendendo a Diabetes – Para educação do Paciente. Julio Louzada Publicações. São Paulo, 2000.

A diabetes e o ronco

Mais uma noite de orquestra e, num piscar de olhos, começam os roncos nos mais diversos tons. A platéia, seleta, muitas vezes é composta de uma única pessoa: o companheiro de cama. A respiração ruidosa, porém, não representa o auge do espetáculo. Ela precede um bloqueio na passagem do ar inspirado pelo maestro dessa desafinada orquestra. Na ânsia de recuperar o fôlego, ele tem uma espécie de engasgo, volta a respirar e, em seguida, engata uma nova série de sons barulhentos. Brincadeiras à parte, essa ópera que persiste madrugada adentro é coisa séria e atende pelo nome de apnéia do sono.

O ronco é o mais sonoro sinal da doença. Sete em cada 100 pessoas têm o distúrbio em grau acentuado e outras 20 em cada 100 o apresentam pelo menos uma noite ao longo da vida, estima a neurologista Dalva Poyares, do Instituto do Sono da Universidade Federal de São Paulo, a Unifesp. A apnéia costuma surgir por volta dos 40 anos, sobretudo nos homens, e com uns quilos a mais. A partir dessa faixa etária, a musculatura da faringe fica mais flácida, explica o neurologista Rubens Reimão, do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Quando o indivíduo se deita, então, esse tubo se estreita e, com a ajuda de possíveis amontoados de gordura na região da garganta, interrompe o caminho do ar. Esse estreitamento provoca uma vibração, o ronco, seguida de uma parada silenciosa da respiração, descreve o otorrinolaringologista Lucas Lemes, pesquisador da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. A faringe se fecha por no mínimo dez segundos e, em casos graves, pode ficar assim por um minuto, completa Reimão.

O regente dos roncos e dos breques na respiração nem percebe o sufoco. Quem tem apnéia dorme até demais, mas dorme mal porque não respira direito, sentencia Dalva. É um sono que não repõe as energias. E o pior: a falta de ar e a inconstante entrada de oxigênio disparam a pressão arterial. Um fenômeno que, no início, se restringe à madrugada, mas, com o tempo, ganha o dia e a vida do apnéico.

Quando a pressão já está nas alturas, a apnéia pode torná-la incontrolável. Ou seja, mais do que predispor ao problema, ela agrava a situação. Não à toa, novas diretrizes da Associação Americana do Coração estabeleceram a importância de tratar o distúrbio do sono para eliminar a hipertensão resistente — quadro em que a pressão não cai mesmo quando se usam três medicamentos. A associação entre os males também foi flagrada por um trabalho da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Aliás, esse foi um dos primeiros estudos no mundo a demonstrar que o elo entre ambas as doenças independe de fatores como idade, sexo ou obesidade. “A apnéia aumenta em cinco vezes o risco de hipertensão resistente”.

Por isso, enquanto a apnéia não é tratada, a pressão alta também não cede. Se você acha que o ronco esporádico ou uma apnéia leve não oferecem riscos, “A apnéia pode evoluir com a idade, ainda mais se a pessoa engordar”. “Quanto mais grave ela for, maior seu efeito sobre a pressão”.

A parceria entre esse distúrbio do sono e os problemas cardiovasculares culmina num círculo vicioso — um agrava os outros, e vice-versa. Aliás, a apnéia afeta até o ritmo cardíaco. E, a exemplo da hipertensão, as arritmias podem perpetuarse quando o indivíduo está acordado.

Outro problema duro na queda que faz da apnéia uma aliada é o diabete. Quem vive às voltas com os picos de açúcar no sangue torna-se mais facilmente apnéico, e o apnéico, por sua vez, está mais suscetível a desenvolver resistência à insulina, ficando a um passo de se tornar diabético. Não à toa, a Federação Internacional de Diabetes passou a considerar o roncar um dos fatores decisivos para o desequilíbrio da glicose.

A apnéia do sono é um tremendo ruído para a saúde. Por isso, se os roncos ou a sonolência diurna ganharem acordes mais intensos, é hora de procurar um médico e iniciar o tratamento. Só garantindo uma respiração adequada durante o sono é que se fecha a cortina para um concerto de problemas que não param de fazer barulho pelo corpo.

DO RONCO À ESCALADA DA PRESSÃO
Entenda como a apnéia do sono é capaz de causar alterações nos vasos sangüíneos e despertar a hipertensão

1. FARINGE FECHADA
A faringe, ao relaxar durante o sono, torna estreita a passagem do ar, provocando as vibrações típicas do ronco. Em determinado momento, ela se fecha por completo e interrompe o fluxo respiratório temporariamente. Essa paradinha é a tal da apnéia.

2. SANGUE MAIS POBRE
Com a obstrução da faringe, o ar pára de chegar aos pulmões. Assim, uma menor quantidade de oxigênio é vertida no sangue, que chega empobrecido ao coração para, em seguida, ser bombeado para todo o corpo.

3. VASOS CONTRAÍDOS
A falta de oxigênio chama a atenção do sistema nervoso simpático, uma cadeia de gânglios situados perto da medula, que tem conexão com o cérebro e outros órgãos isso acontece justamente no momento em que, sem perceber, a pessoa volta a respirar. Numa reação de defesa, esse sistema manda o organismo liberar adrenalina, hormônio que contrai os vasos.

4. LÁ VEM A HIPERTENSÃO
Estimulados a ficar mais apertados, os vasos restringem o espaço por onde o sangue circula. Daí, como esse volume sangüíneo tem de correr pelas vias contraídas, há um aumento da pressão.

Fonte:DiabeteNet.Com.Br

12.05.2008

Garantia da Qualidade / Validação / GMP (Republicando)

Com a GMP - Validação - Garantia da Qualidade, chegamos ao triângulo que hoje em dia parece indissolúvel. Se o consumidor pode ficar tranqüilo em relação ao medicamento que está adquirindo, a Indústria também ganha, e muito, colocando isso em prática. Como? Através da redução de perdas na fabricação, reduzindo a incidência de desvios de processo, adquirindo bases sólidas para melhorias contínuas, reduzindo estoques, racionalizando o processo, tornando-o reprodutível.
Qualidade é a principal meta a ser alcançada na Indústria e, portanto, todos devem ser responsáveis por ela.
Todas a ações comprovadas e documentadas na política e no manual da qualidade da empresa, assegurando ao cliente que o produto a ser comercializado (neste caso, um medicamento) tem pureza e identidade comprovadas e que sua eficácia e segurança estão garantidas.
Validamos para assegurar a qualidade. Baseando - se na GMP (Boas Práticas de Fabricação). Estas formam um conjunto de normas que regulamentam a fabricação de um produto. A validação deverá ser o registro documentado de testes e procedimentos de fabricação do produto, obviamente baseado na GMP, isto é, proporcionando um alto grau de segurança. Um determinado processo torna-se confiável ao ser validado, portanto, produzirá consistentemente um bem dentro das especificações e atributos de qualidade pré-determinados.
Mas não é nada simples validar. Requer, antes de tudo, pessoal altamente capacitado e sempre atualizado, para não ser dispendioso para a Indústria, nem demorado. É preciso definir responsabilidades, formar uma equipe multidisciplinar de validadores, com farmacêuticos, químicos, engenheiros para implantar o programa de validação e dar continuidade ao mesmo com melhorias constantes.
Os responsáveis pelo programa devem fazer parte de um grupo coordenado pela Garantia da Qualidade, que deve ser formados por técnicos altamente qualificados e conduzido de forma imparcial, com reconhecimento e consentimento da alta direção da empresa. Esta equipe irá validar: métodos analíticos, qualificar instalações e equipamentos, limpeza, processos e sistemas computadorizados, processos de fabricação, entre outros.
Finalmente é estabelecido o protocolo de validação, que é o produto documentado da validação.
Validou-se e pronto, acabou o serviço?.Não.
Na verdade, não acaba nunca? A tendência é diminuir? Mas se as GMP estão constantemente sendo aprimoradas, a validação também será.

Antonio Brandão

Ervas e plantas medicinais e suas utilidades


Ervas e plantas medicinais e suas utilidades

Plantas com propriedades medicinais, muitas são benéficas e outras, dependendo do caso não surtem nenhum efeito ou podem trazer prejuizos para sua saúde. Consulte um profissional da área de saúde.

ABACATEIRO “Persea Gratíssima”: Rico em vitaminas e proteínas, é diurético, combate a gota, o ácido úrico e elimina cálculos renais e biliares. É preferível usar as folhas secas, pois as verdes são estimulantes e aumentam as palpitações cardíacas. A massa do abacate é fortificante dos cabelos e tem alto poder cicatrizante.

AGRIÃO “Sisymbrium nasturtium”: Com enxofre em grande quantidade é um ótimo anti-caspa, diminui e queda de cabelos, é também um tônico estimulante, cicatrizante, depurativo, anti-inflamatório, descongestionante, digestivo, diurético e antiescurbútico.

ALCACHOFRA “Cynara sculymus” Ótimo diurético e eliminador do ácido úrico, reumatismo, atua nos distúrbios hepáticos e digestivos, aumenta a secreção biliar e faz baixar a pressão arterial. Evitar na lactação.

Fonte: Arteblog

ALECRIM “Rosmarinus officinalis” Muito útil da debilidade cardíaca, é excitante do coração e do estômago. Combate a flatulência, males do fígado, rins e intestinos. O chá é bom para combater a tosse, asma, gripe. Em banhos alivia o reumatismo e cura feridas. Dose normal: De 5 a 10 gr. por litro.

ALFAFA “Medicago sativa” Suplemento alimentar, rica em vitamínas (K), minerais, contém potássio, magnésio, fósforo e cálcio. Age nas anemias e hemorragias. Revigorante nos casos de fadiga e alimentação insuficiente.

ALFAVACA “Occimum basilicum” Tem poder antisséptico, cura feridas e hematomas. ALFAZEMA “Lavandula officinalis” Poderoso antisséptico, cicatrizante, estimula a circulação periférica, anti-depressiva, sedativa e analgésica. É ainda desodorante, purificante e ótimo repelente de insetos.

ALHO “Alium sativum” Poderoso depurativo do sangue, é expectorante, antiséptico pulmonar, antinflamatório, antibacteriano, tônico, vermífugo, hipoglicemiante, antiplaquetártio, antioxidante, diminui o colesterol e a viscosi-dade sanguínea. É altamente indicado em diabetes, hipertensão, bronquites, asma e gripes.

ANDIROBA “Carápa guaiananensis” Semente amazônica que serve como repelente e como reconstituite celular da derme, eliminando inflamações e dores superficiais. Tem ação purgativa na eliminação de vermes.

ARNICA “Arnica do Campo” Poderoso antinflamatório, tônico estimulante, antisséptica e analgésica. Um fitocom-plexo que bloqueia a inflamação causada por traumatismos e reabsorve as células necróticas. Indicado em contusões, entorses, hematomas e traumatismos, flebites, furúnculos e até mesmo afecções bucais.

ARRUDA “Ruta Graveoleons” A RUTINA (principio ativo) aumenta a resistência de vasos capilares sanguíneos, evita a ruptura, provoca uma leve contração do útero, estimula as fibras musculares. Indicado especialmente nos reumatismos, nevralgias, verminoses e problemas respiratórios, sua inalação abre os brônquios. É emenagoga, antiespasmódica e estimulante.

AVENCA “Adiantum capillus-veneris” Tem ação protetora sobre peles sensíveis e age contra queda de cabelos. Combate males respiratórios como bronquite e tosse com catarro.

BARBATIMÃO “Stryphnodendron barbatiman” Rica em tanino. Usa-se externamente reduzindo a pó e aplicado sobre úlceras, impingens e hérnias (20 gramas cozidas em meio litro da água, em banhos e lavagens). Internamente como tônico, cozinhando a casca para combater hemorragias uterinas, catarro vaginal e diarreias.

BOLDO CHILENO “Peomus boldus” Poderoso digestivo e hepático, com propriedades tônicas e estimulantes, ativa a secreção salivar, biliar e gástrica em casos de hipoacidez e dispepsias. Muito utilizado em hepatite crônica e aguda.

CABELO DE MILHO “Zea Mays” Poderoso diurético, regula as funções dos rins e da bexiga removendo areias e pedras. Chá dos cabelos de milho baixa a pressão e desintoxica o sangue. Não se recomenda o uso em casos adiantados de inflamação nos rins ou bexiga.

CALÊNDULA “Calendula officinalis” Famoso por ser antialérgica e cicatrizante, ainda cura e diminui a gastrite e a úlcera duodenal, pois tem ação antitumoral. O ácido oleanóico suaviza e refesca peles sensíveis e queimadas pelo sol. Favorece a regeneração de tecidos danificados e é antisséptico.

CAMOMILA “Matricaria chamomilla” De origem egipcia, tem propriedades calmantes, digestivas em casos de inflamações agudas e crônicas da mucosa gastrointestinal, colites, cólicas, é também antialérgico e anti inflamatório, podendo reconstiuir a flora intestinal.

CARVÃO VEGETAL: O carvão vegetal de madeira mole e não resinosa, é utilizadas desde o antigo Egito com fins mediciniais. Por ser altamente absorvente, é empregada na eliminação de toxinas, em casos de envenenamento ou intoxicação. Por sua rapidez na ação era utilizado pelos índios em picadas de cobras e aranhas. Uso interno e externo.

CARQUEJA: “Baccharis triptera” Exerce ação benéfica sobre o fígado e intestinos, limpa as toxinas do sangue, além de ser um ótimo hipoglicemiante. Indicado em casos de gastrite, má digestão, azia, cálculos biliares e prisão de ventre.

CAVALINHA: “Equisetum arvensis” Anti-inflamatório, adstringente, e revitalizante. Indicado no trato de problema genital e urinário, menstruação excessiva. Age nos brônquios, limpando secreções dos pulmões e do sangue. Repõe o silício perdido no emagrecimento.

CENTELLA ASIÁTICA: “Hidrocotile asiática” O bioquímico francês Jules Lépine descobriu que esta planta tem um alcalóide que pode rejuvenecer o cérebro, os nervos e as glândulas endócrinas. Os chineses atribuem a ela um valor igual ao ginseng. Com propriedades tonificantes ela normaliza a produção de colágeno e liberando células adiposas. Por isso é tão indicada para terapias de emagrecimento e da pele.

CHAPÉU DE COURO: “Equinodorus macrophyllus” Depurativo muito conhecido nas terapias de pele, tem efeito laxativo e estimulante da bílis. Pela ação nos rins e fígado reduz o ácido úrico e o reumatismo.

CIPO CABELUDO: “Mikania hirsutíssima” Indicado em cólicas menstruais, nefrites, reumatismo e inflamações da bexiga.

CIPÓ MIL HOMENS: “Aristolochia brasiliensis” Estimulante dos rins, fígado e baço, ameniza cólicas intestinais e a febre. Tem ação emenagoga, por isso não é indicado na gravidez. Cura picadas de cobras, ingerindo e aplicando a planta moída sobre o ferimento.

CONFREI “Symphytum asperrimum” Ótimo cicatrizante, que não convém ingerir, pois contém propriedades tóxicas. A INFUSÃO forte deve ser usado em COMPRESSAS, para acabar com irritações e espinhas na pele, ajuda na cicatrização de queimaduras e feridas.

DENTE DE LEÃO “Taraxacum officinalis” Tônico hepático, diurético e depurativo do sangue, age no fígado e nos rins, é indicado para diabéticos. Fortifica os nervos, mas sua ingestão diária não pode ultrapassar tres xícaras, sem adoçantes.

ENDRO “Anethum graveolens” Combate ânsias de vômitos, cura inflamações de garganta. Ameniza flatulência, cólicas intestinais e de estômago.

ERVA BALEEIRA/SALICÍNIA “Cordia verbenácea” Anti-inflamatória, cicatrizante, tem a propriedade de remover hematomas.

ERVA CIDREIRA “Melissa officinalis” Tranquilizante e sedativa, induz ao sono e permite o controle das emoções. Indicada em crises nervosas, taquicardia, histerismo e depressão. O mirceno é o responsável pelo seu papel analgésico, no alívio de dores e da pressão alta.

ERVA DE BICHO “Polygonum acre” Tem efeito circulatório, ameniza hemorragias, hemorróidas e varizes. Melhora o desempenho cerebral e o raciocínio.

ERVA SANTA MARIA/MENTRUZ “Chenopodium ambrosioides” Cura indigestão, hemorróidas, varizes, facilita a menstruação, a circulação e combate doenças nervosas.

ERVA DE BUGRE “Casearia sylvestris” Emagrecedor, diurético, anticolesterol, diminue inchaço das pernas, estimula a circulação e o coração. Útil em doenças de pele, mordidas de cobras e aranhas.

ERVA DE SÃO JOÃO “Agerathum conyzoides” Anti-febril, muito eficiente contra dores de estômago, cólicas e gases. Não confundir com “Herb San John”(Hipérico).

ERVA DOCE “Pimpinella anisum” Calmante, combate insônia, náuseas, cólicas e vômitos. Reestabelece a menstruação e aumenta o leite materno.

ESPINHEIRA SANTA “Maytenus ilicifolia” Seu uso é indicado no tratamento de várias doenças do aparelho digestivo, especialmente úlceras. Atua ainda sobre as fermentações anormais do intestino, normalizando as funções gastrointestinais, é ainda antisséptica e cicatrizante. No final da década de 80, a Central de Medicamentos (Ceme) divulgou um estudo oficial em que comprova as propriedades terapêuticas desta erva.

EUCALIPTO AROMÁTICO “Eucaliptus globulos” Poderoso aintiséptico, é indicado para uso em inalações, para problemas pulmonares, bronquite, asma, inflamações da garganta.

FÁFIA Pfaffia Paniculata: GINSENG BRASILEIRO: Tem uma longa lista de indicações medicinais. É tida como rejuvenecedora, revitalizante e inibidora do crescimento das células cancerígenas. Afirma-se que ativa a circulação do sangue. Tida ainda como estimulante das funções sexuais e como agente de combate ao stress, tem grande sucesso no Japão. Há quinze anos vem sendo alvo de extração predatória. A reposição é difícil pois o princípio ativo é encontrado unicamente na raiz. Estima-se que o período entre coletas deva ser de, aproximadamente, cinco anos. É o tempo necessário ao amadurecimento da planta e ao desenvolvimento de seu princípio ativo.

GARRA DO DIABO “Harpagophytum procumbens” Anti-inflamatório de origem africana, nasce apenas nos desertos, é indicada contra reumatismo, diabetes, arteriosclerose (melhora a flexibilidade das artérias) e doenças do fígado.

GENCIANA “Gentiana lutea” Estimulante digestivo, depurativa, indicada na falta de apetite, anorexia, problemas gastrointestinais. É contra indicado em casos de úlcera gástrica.

GENGIBRE “Zingiber officinalis” Estimulante gastrointestinal, é ainda um bom anti-inflamatório que apresenta resultados contra o reumatismo e artrites.

GINKGO BILOBA: Árvore considerada um fóssil vivo, ancestral do carvalho, é mencionada nos escritos chineses de 2800 anos A.C. e considerada sagrada no Oriente. Tem ação preventiva e curativa na oxidação das células e no envelhecimento. Estimulante da circulação, diminui a hiperagregação plaquetária, evitando tromboses. Indicado ainda contra micro varizes, artrite e cansaço nas pernas.

GUACO “Mikania glomerata” Dissolve catarro dos brônquios, expele secreções típicas de resfriados e bronquite, amenizando inflamações de garganta.

GUAÇATONGA “Casearia sylvestris” Emagrecedor, diminue o colesterol, o cansaço das pernas. Estimulante da circulação, usada em doenças de pele, picadas de cobras e aranhas.

GUARANÁ “Paullinia cupana” Os índios Maués a chamam de Paullinia cupana, da Amazônia, um extraordinário estimulante, que dá energia física ao organismo. Contém muita cafeína. Indicado para casos de esgotamento físico, atividades intelectuais, e é afrodisíaco.

GUINÉ “Petiveria tetrandra” Indicada para dor de cabeça, enxaqueca, falta de memória e problemas nervosos. Eficaz antídoto ao veneno de cobra e abortivo.

HAMAMELIS “Hamamelis virginica” Contendo essencialmente tanino, tem ação adstringente e vasocostritora, diminui as secreções e ativa a circulação. Muito utilizada como shampoo, pois ativa a circulação da pele e evita queda de cabelos.

HORTELÃ JAPONESA “Mentha arvensis” Calmante, antisséptico e descongestionante. Elimina gases e é sedativo do estômago (faz cessar os vômitos). A TINTURA alivia enchaquecas e irritações da pele, em aplicações locais. A INFUSÃO feita com 20 grs. para meio litro de água, em forma de INALAÇÃO, descongestiona as vias respiratórias.

IPÊ ROXO “Tabebuia impetiginosa” Antibiótico natural, ficou famoso por suas propriedades analgésicas e anticoagulante é ainda indicado em casos de bronquite, asma e arteriosclerose. O Ipê-Roxo é tido como um poderoso auxiliar no combate a determinados tipos de tumores cancerígenos. É usado também como analgésico e como auxiliar no tratamento de doenças estomacais e da pele. No passado, foi largamente utilizado no tratamento da sífilis. A árvore do Ipê-roxo é alta e tem como característica as flores tubulares arroxeadas. A substância com propriedades terapêuticas é encontrada na casca.

JABORANDI “Pilocarpus jaborandi” Tem como princípio ativo o alcalóide Pilocarpina, que age nas glândulas salivares e sudoríferas. Estimula as secreções gástricas, por isso é um ótimo digestivo. Tem efeito semelhante ao da Espinheira Santa. É encontrado em uma região de solo e clima bem característicos. Seu princípio ativo já é largamente usado pela indústria de medicamentos no tratamento do glaucoma. Era utilizado no passado para aguçar o faro de cães de caça. Também indicado no tratamento de doenças do aparelho respiratório. Vários xampus trazem o Jaborandi em sua fórmula, tido como um poderoso aliado na luta contra a queda de cabelo. Há anos, a planta vem sendo extraída em grandes quantidades para uso de laboratórios estrangeiros. Não existem planos para reposição dos exemplares retirados da região. As poucas áreas de cultivo regular são controladas por laboratórios estrangeiros.

JASMIM “Gardenia jasminoides” Diurético e estimulante indicado como xarope contra tosse e gripe. Ótimo colírio contra inflamações dos olhos.

JATOBÁ “Hymenaea courabril” Fortificante usado contra doenças pulmonares. Cura cistite (não infecciosa).

JURUBEBA “Solanum paniculatum” Estimulante das funções digestivas, do fígado e baço. Indicado em casos de insuficiência hepática e prisão de ventre.

LARANJEIRA “Citrus aurantium” Ótimo contra gripes e refriados, pois é depurativo e sudorífico, tem vitaminas e sais minerais.

LOURO “Laurus nobilis” Santo remédio contra má digestão e ressaca alcoólica, doenças de fígado e estômago.

LOSNA “Artemisia absinthum” Amargo estimulante gástrico, aumenta o apetite e é afrodisíaco. Mas em doses altas pode se tornar um psicoestimulante. Indicado contra doenças nervosas e falta de apetite.

MARCELA/FLOR “Achyzocline satureoides” Planta aromática com inflorescências usadas em travesseiros com finalidades calmantes. Em chá é indicado para problemas digestivos, azia e para acalmar cólicas abdominais.

MALVA “Malva sylvestris” Hortaliça muito indicada para problemas respiratórios, favorece a cicatrização e processos gastrointestinais, com benefícios à pele.

MAMICA DE CADELA “Zanthoxylon rhoifolium” Indicado contra problemas de pele, contra picadas de insetos e cobras.

MANJERICÃO: “Ocimum basilicum” Digestivo que elimina gases.

MARACUJÁ “Passiflora alata” A Passiflora tem ação tranquilizante, antiespasmódica e diurética. Indicada em dores de cabeça de origem nervosa, ansiedade, perturbações nervosas. Contra-indicado em pressão baixa.

MARAPUAMA “Ptychopetalum olacoides” De origem amazônica é afrodisíaco. Seu alcalóide, tem ação estimulante do sistema nervoso central, é anti-depressivo e é indicada em casos de esgotamento físico e impotência sexual.

MASTRUÇO “Lepidium sativum” Depurativo muito empregado em doenças pulmonarias, como pneumonia, bronquite e raquitismo. Tira hematomas e cura feridas.

MIL FOLHAS/NOVALGINA “Aquiléa millefolium” Uma das ervas mais importantes e poderosa da farmacopéia. O chá é bom para baixar febre, aliviar dores, reumatismo, varizes, insônia, pressão alta, má circulação, males do estômago e fígado. A infusão forte transformada em cubos de gêlo, deve ser aplicado sobre hemorróidas. Em temperatura morna em banhos de assento contra problemas ginecológicos.

NOGUEIRA “Juglans regia” O chá das folhas limpa e fortalece o sangue, as nozes são ótimo alimento para os nervos, cérebro e crescimento. Embeber os cabelos em infusão das cascas das nozes escurece os cabelos brancos.

NÓZ MOSCADA “Myristica fragans” Digestiva e anti-reumática, muito utilizada contra pressão alta.

OLIVEIRA “Olea europaea” Estimulante do apetite, o chá das azeitonas também são usado para subir a pressão, dilata as veias, desinflama a boca e garganta.

PATA DE VACA: “Bauhinia forficata” Poderoso hipoglicemiante, indicado em diabetes e elefantíase, com muito sucesso.

PAU PRA TUDO “Cinamodendron axilare” Afrodisíaco, muito indicado contra diabetes.

PAU TENENTE “Quassia amara” Indicado em males do estômago e diabetes, baixa a taxa de açúcar no sangue, também age contra a malária e febre amarela. Lavar a cabeça com o chá elimina piolhos.

PEDRA UME CAÁ “Myrcia sphaerocarpa” De origem amazônica, goza da fama de Insulina Vegetal, empregada no tratamento do diabetes baixando a taxa de açúcar e colesterol.

PICÃO BRANCO “Galinsoga parviflora” Digestivo muito usada em dores de estômago, males do fígado, icterícia e outras infecções do aparelho disgestivo.

PICÃO PRETO “Bidens pilosa” Digestivo que também ajuda a remover pedras na vesícula e rins, dores de barriga. Ameniza o diabetes.

PITANGUEIRA “Stenocalys michelli” Muito utilizada contra diarréia em crianças, bronquite, febre e ainda abaixa a pressão. É calmante infantil e bom para os nervos.

POEJO “Mentha pylegium” Bom para gripes e resfriados mas seu limite de consumo é de duas xícaras ao dia.

QUEBRA PEDRA “Phylantus niruri” Famoso por sua ação diurética, é ainda hipoglicemiante, antibactericida e anticancerígena, age principalmente no fígado. Obteve sucesso em testes contra a hepatite tipo B. Dissolve cálculos renais, promove a desobstrução da uretra e a eliminação do ácido úrico. Contra indicado na gravidez.

ROMÃ/CASCAS ”Punica granathum” Adstringente, contra inflamações de garganta, amigdala e cólicas. Elimina vermes e lombrigas.

SABUGUEIRO “Sambucus nigra” Poderoso sudorífero nos processos gripais, resfriados, tosse, sarampo e caxumba. Elimina o ácido úrico, calculos renais e toxinas do sangue.

SALVIA “Salvia officinalis” Erva hipoglicemiante, que não é tão amarga como outras e ainda tem ação antiséptica, adstrigente e estimulante. Usada como desodorante, tem a capacidade de fechar os poros e reter a sudorese. É contra indicado em gravidez e lactação.

SALSSAPARILHA “Smilax salsaparrilha” Depurativo do sangue, combate a gota, ácido úrico e reumatismo. Diminui a dificuldade em urinar, elimina pedras nos rins e bexiga.

SASSAFRÁZ “Ocotea preciosa” Elimina dores ósseas. Ajuda a eliminar intoxicação por metais.

STÉVIA “Stevia rebaudiana” Um doce presente da Natureza, que analizado em laboratório mostrou ser 300 vezes mais doce que açúcar de cana. Não tem calorias e ainda é diurética. Muito indicada aos diabéticos.

TANCHAGEM “Plantago major” Uma das plantas de maior valor medicinal e veterinário. Age como bactericida sobre as vias respiratórias em casos de inflamações, destruindo microorganismos e limpando secreções. Indicada também em casos de diarréias e hemorragias pós-parto. Usar infusão de 30 gramas para cada litro de água.

UNHA DE GATO “Acacia plumosa” Famoso antireumático, ameniza dores nas costas e nas pernas. Também usada contra doenças venéreas.

URTIGA “Urtica dioica” Utilizada no passado na indústria têxtil, foi descoberta como medicamento no início do século 20. De ação vasocostritora e depurativa, a urtiga é revitalizante, hipoglicemiante e tônico capilar. Melhora a circulação sanguínea. Pode provocar irritações na pele ao contato. não utilizar as sementes.

VERBENA “Verbena officinalis” Indicado contra doenças do fígado e do estômago.

Todo medicamento, mesmo feito com ervas deverá ser com indicação médica. Muitos deles tem propredades que podem trazer muitos efeitos colaterais. Portanto, consulte uma médico antes de tomar chá de alguma planta medicinal.

Fibromialgia- novidades e comentários sobre a doença


Fibromialgia

Conheça os sinais de alerta de uma doença que afecta, sobretudo, mulheres entre os 20e os 50 anos.


O que é a fibromialgia?

É uma síndrome musculoesquelética crónica, não inflamatória e de causa desconhecida. Está na origem de uma incapacidade física e emocional, por vezes grave, que atinge cerca de dois por cento da população.

Origina dor generalizada nos tecidos moles (músculos, ligamentos ou tendões), mas não afecta as articulações e os ossos.

Quais são os factores de risco?

Género - as mulheres são cinco a nove vezes mais afectadas do que os homens;
Idade – inicia-se entre os 20 e os 50 anos, sobretudo, embora também possa afectar crianças e jovens em idade escolar.
Quais são os sintomas?

Dores generalizadas, fadiga, alterações quantitativas e qualitativas do sono e perturbações cognitivas.

Como se diagnostica?

O diagnóstico é essencialmente clínico, servindo os meios complementares de diagnóstico para excluir outras doenças. Assenta, sobretudo, na presença de:

Dor musculoesquelética generalizada, ou seja, abaixo e acima da cintura e nas metades esquerda e direita do corpo;
Dor com mais de três meses de duração;
Existência de pontos dolorosos à pressão digital em áreas simétricas do corpo e com localização bem estabelecida.
Deve ser feito o diagnóstico diferencial com doenças reumáticas inflamatórias, disfunção tiroideia e patologia muscular.

Quais são os factores de risco?

São bastante amplos. Vão desde os associados com o estado de dor crónica generalizada (idade, sexo, etc.), às características da personalidade pró-dolorosa (perfeccionismo compulsivo, incapacidade de relaxamento e desfrute da vida, incapacidade para lidar com situações hostis, etc.).

Os sinais de alerta para o desenvolvimento da doença são:

História familiar da doença;
Síndroma dolorosa prévia;
Preocupação com o prognóstico de outras doenças coexistentes;
Traumatismo vertebral, especialmente cervical;
Incapacidade para lidar com adversidades;
História de depressão/ansiedade;
Sintomas persistentes de “virose”;
Alterações do sono;
Disfunção emocional significativa;
Dor relacionada com a prática da profissão.
O conhecimento destes sinais de alerta torna possível a intervenção precoce e a prevenção, evitando o agravamento da doença e o desenvolvimento de complicações.

Como é que se trata a fibromialgia?

Deve ser tratada na rede de cuidados primários de saúde (centros de saúde).

O prognóstico da doença é habitualmente bom.

Os medicamentos usados com mais eficácia são os analgésicos, os antidepressivos tricíclicos e os inibidores selectivos de recaptação da serotonina, os relaxantes musculares e os indutores do sono.

A prática regular de exercício físico também é indicada.

Por vezes são necessárias outras formas terapêuticas, bem como a intervenção da reumatologia, psiquiatria e outras especialidades médicas ou diferentes profissionais de saúde.

É uma doença que requer acompanhamento médico e avaliações periódicas relativamente à evolução das queixas e aos eventuais efeitos adversos da terapêutica. O acompanhamento depende da gravidade da fibromialgia e de outras doenças associadas.

Polêmica entre pacientes, médicos e profissionais da saúde, a fibromialgia tem sido consideravelmente diagnosticada em todo mundo e nas mais diversas especialidades científicas. Não se trata especificamente de uma doença, mas sim de uma síndrome que engloba uma série de sintomas em partes distintas do organismo. Seu método de diagnóstico não é preciso, o que faz com que ela não seja compreendida por muitos, inclusive por alguns agentes da saúde.

Para subsidiar a atuação profissional nesses casos, o autor dr. José Knoplich reuniu um extenso e detalhado estudo na obra Fibromialgia: Dor e Fadiga. É o fruto de pesquisas realizadas ao longo de quarenta anos, analisando os fatores sociais e psicossomáticos das doenças, das dores em geral e da coluna.

A fibromialgia é um distúrbio de sensibilidade à dor, que está relacionado a uma ou mais substâncias presentes no cérebro, denominadas neurotransmissores. São substâncias difíceis de medir e com diversas variações, o que dificulta o conhecimento. Além disso, seu diagnóstico é baseado na procura de onze pontos positivos dos dezoito estabelecidos pelo Colégio Americano de Reumatologia e pelo Centro Americano de Controle das Doenças. Ou seja, não é um método que possa ser comprovado por exames, como hemograma, ultra-som, radiografia, ressonância magnética etc.

A sensação de dor pode estar ligada a componentes emocionais, o que dificulta o trabalho do médico, uma vez que, em muitos casos, o paciente hesita em aderir ao tratamento antidepressivo. Com essas barreiras fica clara a necessidade de mais estudos sobre o tema. Por essa razão, o autor traz nesta edição mais opções de tratamento, principalmente com exercícios e novas formas de psicoterapia.
José Knoplich

Novidade para dor em Fibromialgia
Aconteceu, em Washington, DC, o encontro científico anual do American College of Rheumatology, e nesse evento, foi divulgado um estudo realizado pela Universidade do Kentucky, sobre a eficiência do uso do medicamento pregabalin (Lyrica) (usada em epilepsia e dores neuropáticas) para aliviar as dores na fibromialgia.

Foram oferecidas, a 1.051 participantes com fibromialgia, três doses da droga por seis semanas. No começo do estudo, eles tinham um grau de dor de 78 numa escala até 100.

Segundo os autores do estudo, mais de 60% dos participantes afirmaram ter tido uma grande diminuição de 50% na dor. Numa segunda fase, os pesquisadores selecionaram 566 desses pacientes num novo estudo de 26 semanas (um dos mais longos conduzidos até hoje), desenvolvido de forma a determinar a duração do alívio da dor, com o uso do medicamento. Metade recebeu o medicamento, metade recebeu placebo.

Um quarto dos pacientes tratados com pregabalin teve piora nas dores já no sétimo dia do estudo, comparado com os que receberam o medicamento e cuja piora só aconteceu no 34o dia. No final desse segundo estudo, pesquisadores constataram que 61% dos que receberam placebo tiveram a dor de volta, em comparação com 32% dos que tomaram pregabalin.

Os efeitos colaterais mais comuns, no uso do pregabalin são tontura, sonolência, sinusite, dores nas articulações e ansiedade.

Eu não tomo nenhum analgésico. Fibromialgia é uma condição crônica, tomar um medicamento agora, significa que com o tempo ele perde o efeito e precisa aumentar a dose, então, prefiro evitar e só tomar se, um dia não houver outra forma de controle da dor. Mas, é muito bom saber que existem possibilidades no mercado.

O que me faz bem mesmo é manter o bom humor, não me sentir “doente”, reconhecer o que existe de bom na vida, não pensar nas dores, tomar minhas vitaminas, me alimentar muito bem e tentar me exercitar o máximo que posso. Sei que a acupuntura ajuda muito, também, mas estou guardando como opção para quando precisar de um tratamento mais forte.

Com isso, acho que tenho mantido as dores sob controle. Algumas vezes dói mais, mas sei que é uma “crise” e que vai passar, acho que estou muito bem, em relação ao que vejo por aí.

Pregabalin Proves Durable Pain Relief Option For Fibromyalgia

Comentarios:
E interessante como drogas para epilepsia estao sendo usadas para o tratamento de outros disturbios tambem. Eu sofro de enxaqueca, e ha menos de um ano atras terminei um tratamento de dois anos com o Topamax, remedio usado no tratamento de epilepsia. Minhas crises reduziram consideravelmente, mas o tratamento nao foi facil. Muitos efeitos colaterais chatinhos, que depois de um tempo nao fazem mais valer o esforco…

Sabia que anti-depressivos em doses light eram ótimos para tratamento de FMS. Só que eu não posso usar nenhum anti-depressivo pois tenho bipolaridade mais pra up que pra down e qq remedinho me tira do sério. Não bebo, não uso nada que me tire do sério.

São ruídos, barulhos, multidões e multidinhas que me fazem mal. Luz excessiva. Acho que em breve os americanos vão descobrir quais as sinapses que induzem a FMS e quais remédios podem faze-la sumir. Hoje em dia não tomo nada para FMS. Tinha preconceito re. acupuntura mas vou voltar. É bom demais.

Estou numa crise horrível da fibromialgia, estou me sentindo péssima, desanimada, triste, e sem o menor estímulo para viver. Estou com dores insuportáveis e não aguento mais…
Estou fazendo buscas para tentar me ajudar, mas ta difícil…
Preciso de ajuda, preciso muito

Sou um dos mais de trezentos mil Portugueses que sofre de Fibromialgia.É uma doença que dos musculos e ligamentos da qual não se sabe muito e provoca um sofrimento fisico e psiquico terrivel. Ajudem-nos a divulgar esta doença!

PS. NÃO SE AUTOMEDIQUE

boaspraticasfarmaceuticas denuncia o absurdo das fórmulas manipuladas que são encomendadas pelo correio


BOASPRATICASFARMACÊUTICAS
ADVERTE DO RISCO DE EMAGRECER COM FÓRMULAS MÁGICAS
PREJUDICIAIS À SAÚDE
As fórmulas para emagrecer são coquetéis contendo várias substâncias que agem com o objetivo de fazer a pessoa emagrecer. Tipicamente uma fórmula para emagrecer contém 5 ou mais substâncias que podem até matar.



DAFNE FORMULAS

Segunda-feira, 15 de Setembro de 2008
LISTA CMPLETA
Tabela de preços MANIPULADOS/lacrado E ORIGINAIS/DROGARIA
MODERINE 2MG 120 CPS (manipulado/frasco/lacrado) 150,00
ACOMPLIA 20 mg c/28comp lab.sanofi-aventis (rimonabanto ORIGINAL NACIONAL PILULA DA BARRIGA) 275,00
Xenical 120mg c/ 42caps roche orlistat R$ 223,43 (original/lacrado/nacional)
Xenical 120mg c/ 84caps roche orlistat R$ 408,10 (original/lacrado/nacional)
REDUFAST 20MG 30 COMP (rimonabanto/importado/lacrado) 120,00DURATESTON R$ 20,00 (original/lacrado/nacional)DECA DURABOLIN 50 MG 45,00(original/lacrado/nacional)DECA DURABOLIN 25MG 25,00(original/lacrado/nacional)
VIAGRA 50 MG C/4 COMP. 75,00 ( ORIGINAL /LACRADO/IMPORTADO)
CIALIS 20 MG C/4 COMP. 75,00 (ORIGINAL/ LACRADO)
EFEDRINA C/100 COMP. 160,00 (ORIGINAL / LACRADO)SIBUTRAMINA 15 MG 30 CAPS R$ 75,00 (BIOMAG LAB. ACHÉ) (original/lacrado/nacional)SIBUTRAMINA 15MG 30 CPS 100,00(VAZY LAB. EMS SIGMA) (original/lacrado/nacional)SIBUTRAMINA 15MG 30 CPS 150,00 (PLENTY LAB. MEDLEY) (original/lacrado/nacional)
SIBUTRAMINA 20MG 60 CPS 150,00 (MANIPULADO/FRASCO/LACRADO)FLUOXETINA 20 MG 28 CAPS R$ 50,00 (FLUOX) (original/lacrado/nacional)
FLUOXETINA 20MG 60 CPS 75,00 (manipulado/frasco/lacrado)BIOMAG LAB. ACHÉ 15MG 30 CPS 75,00(original/lacrado/nacional)VAZY LAB. EMS SIGMA 15MG 30 CPS 100,00(original/lacrado/nacional)PLENTY LAB. MEDLEY 15MG/30CPR (EMAGRECEDOR) R$ 150,00(original/lacrado/nacional)RIMONABANT 20MG 30 CPR120,00 (original/lacrado/importado)LIPOSTABIL AVENTIS 05 AMP 150,00 (original/lacrado/importado)ANFEPRAMONA 75MG 60 CAPS R$ 80,00 (MANIPULADO)ANFEPRAMONA 75MG 120 CPS 160,00 ( MANIPULADO)DIETILPROPIONA 75MG 60 CPS R$80,00 (MANIPULADO)DIETILPROPIONA 75MG 120 CPS r$ 160,00 ( MANIPULADO)FEMPROPOREX 25MG 60 CAPS R$ 80,00 ( MANIPULADO)FEMPROPOREX 25MG 120CAPS R$ 160,00 (MANIPULADO)TIRATRICOL 700MCG 60 CPS 50,00(MANIPULADO)MAZINDOL 2MG 60 CPS 80,00(MANIPULADO)MAZINDOL 2MG 120 CPS 160,00(MANIPULADO)DIAZEPAM (VALIUM/DIENPAX)10MG 60 CPS R$ 50,00 (MANIPULADO)BROMAZEPAN (LEXOTAN) 6MG 60 CPS 60,00 CLONAZEPAN (RIVOTRIL) 2MG 60 CPS 60,00(MANIPULADO)MALEATO DE MIDAZOLAN (DORMONID) 15MG 60 CPS 100,00(MANIPULADO)
SIBUTRAMINA 20MG 60 CPS 150,00 (MANIPULADO)CAFEINA 500MG 60CPS 100,00 ( MANIPULADO)
CAFEINA 500MG 120CPS 190,00 ( MANIPULADO)
CITRUS AURANTIUM 500MG 60CPS 100,00 ( MANIPULADO)
CITRUS AURANTIUM 500MG 120CPS 190,00 ( MANIPULADO)
CARALLUMA FIMBRIATA 500MG 60CPS 100,00 ( MANIPULADO)
CARALLUMA FIMBIATRA 500MG 120CPS 190,00 (MANIPULADO)

OBS: MANIPULAMOS QUALQUER MEDICAMENTO E FORMULAS
FÓRMULAS PARA EMAGRECERFORMULA LIPO 700 VALOR 190,00 120CPS –PERDE DE 08 A 15 KILOSFRASCO 1ANFEPRAMONA 75MG ( 60 cápsulas )FRASCO 2 ( 60 cápsulas )-CENTELLA ASIATICA (Melhora a circulação sanguínea e os sintomas da celulite. ) 100mg
-fluoxetina 20mg
-diazepan 5mg-ALCACHOFRA (atua com eficácia na queima de gorduras, reduz as taxas de colesterol e de uréia no sangue, regulariza e estimula as funções do fígado).150mg-SPIRULINA(Usada como auxiliar nos tratamentos emagrecedores naturais, devido ao seu forte efeito inibidor do apetite, sempre que ingerida meia-hora antes das refeições.) 80mg –-BOLDO( desintoxicante do fígado, diurético) 80mg --ALOINA (LAXANTE) 40mg --GARCINIA (elimina a gordura em excesso e diminui o apetite por doces e massas)500MG –-BERINGELA (EMAGRECEDOR NATURAL) 80mg --CARQUEJA (DIGESTIVO) 80mg --CHITOSAN (O chitosan é um eficaz bloqueador de gorduras.) 500mg --PASSIFLORA (CALMANTE NATURAL)150mg-FUCUS(QUEIMADOR DE GORDURAS QUE AGE NA TIREOIDE) 100mg --GELATINA(A gelatina tem a capacidade de se ligar a uma grande quantidade de água. Por isso, dá a sensação de saciedade e diminui O APETITE NATURALMENTE E ajuda mesmo a manter a elasticidade da pele. ) 500mg --COLAGENO( Indicado como coadjuvante em dietas de emagrecimento, prevenindo a flacidez e o surgimento de estrias, colabora também na correta formação das fibras colágenas da pele e tecidos adjacentes, sendo benéfico na prevenção de celulite) 500mgSE PRECISAR PERDER PESO RAPIDO EM 30 DIAS UTILIZE ESTA FORMULA DA SEGUINTE FORMA: TOMAR UMA CAPSULA DE INIBIDOR 10 DA MANHA+ 01 CAPSULA DE LIPOREDUTOR TOMAR UMA CAPSULA DE INIBIDOR 5 DA TARDE+01 CAPSULA DE LIPOREDUTOR ISSO PARA QUEM QUER PERDER PESO RAPIDO EM 30 DIAS A FORMULA É PARA 30 DIAS PERDE-SE DE 8 A 15 KLOS EM 1 MÊSFORMULA PORTUGUESA PERDE 15 A 20 KILOS VALOR 190,00FRASCO 0160 CAPS DE ANFEPRAMONA 75MG (FEMPROPOREX 25MG OU MAZINDOL 2MG)FRASCO 02120 CPS (60DOSES)Tocoferol 60Thiomucase80Agar agar30cent. aziática 70cascara sagrada 100clordiazepoxido 5fluoxetina 20boldo 40colageno500dimeticone20sais biliares 60hidroxido de aluminio 35furosemide 20aloina 10sene 50cloreto de potácio 50garcinia 250TOMAR 01 CPS 10 DA MANHA 01 CPS 5 DA TARDEPERDE ATÉ 15 KILOSFORMULA PERCA PESO RAPIDO 480 capsulas 400,00ESTA FORMULA É A MAIS COMPLETAVC PODE PERDER ATÉ 30 KILOS DURANTE 4 MESESFRASCO 01-1 frasco de 120 cps femproporex 25mgTOMAR 01 CPS 10 DA MANHAFRASCO 02-01 FRASCO 120 CPS ANFEPRAMONA 75MGTOMAR 01 CPS 5 DA TARDEFRASCO 03 240 CPS.> (QUEIMADORES DE GORDURA, LAXANTES,DIGESTIVOS DIURETICOS.CALMANTES, ANTEDEPRESSIVOS)-TRIAC (Hormônio tireoidiano, queimador de gordura)... 500MG-FLUOXETINA 20MG (TIRA COMPULSÃO ALIMENTAR)-BROMAZEPAN(Calmante)3,5MG-ALOINA (laxante suave) 50MG-GARCINIA(elimina gordura em excesso e diminuio apetite por doces e massas).500MG-TRIPTOFANO(uma vez no cérebro, aumenta a produção de serotonina que é o neurotransmissor capaz de reduzir a sensação de dor,DIMINUIR O APETITE, relaxar e até induzir e melhorar o sono).. 100MG-MA-HUANG( Ela acelera o metabolismo e dá mais energia, queima de Gordura)....30MG-FASEOLAMINA(atua diminuindo a absorção de calorias DE CARBOIDRATOS e o a***mulo de gorduras) 130MG-PIRUVATO DE CALCIO( diminui o aCUMULOo de gordura corpórea, aumentando a performance durante os exercícios físicos e reduzindo o efeito “rebote” tão comum após dietas.) 80MG-METFORMINA (reduz a hiperglicemia, s/ o risco causar acidentes hipoglicêmicos ) 150MGTOMAR 01 CPS 10 DA MANHA E 01 CPS 5 DA TARDEESTA FORMULA É PARA QUEM QUER PERDER PESO MUITO RAPIDO E COM TOTAL INIBIÇÃO DE APETITE DURANTE TODO O DIAELA É PARA TRATAMENTO DE 4 MESES400,00 =480 CPSEntre em contato urgente

FORMULA LIPO 1000 210,00 210 CPS1 frasco de 60 cps femproporex 25mg (60 cps)TOMAR 01 CPS 10 DA MANHA1 frasco de 60cps anfepramona 75mg (60cps)TOMAR 01 CPS 5 DA TARDE1 frasco de 120cpsTiratricol 700mcg( QUEIMADOR DE GORDURAS)Fluoxetina 15mg(ANTIDEPRESSIVO PARA COMPULSÃO ALIMENTAR)Furosemida 15mg( DIURETICO PARA RETENÇÃO DE AGUA)Bromazepan 3mg (CALMANTE)Aloina 70mg(LAXANTE)Potássio 30mg(SUPLEMENTO MINERAL)TOMAR 01 CPS 10 DA MANHA 01 CAPS 5 DA TARDEFORMULA LYPO FAS/CAS 60 CPS 200,00
( FORMULA PARA MANUTENÇAO DO TRATAMENTO)FORMULA EXPETACULAR PARA MANTER PESO, QUEIMAR GORDURA, REGULAR INTESTINO, DIMINUIR RETENSÃO DE LIQUIDOS, DIMINUIR ABSORÇÃO DE MASSAS (CARBOIDRATOS)PELO ORGANISMO. DIMINUIR ABSORÇÃO DE GORDURAS PELO ORGANISMO, DIMINUIR APETITE NATURALMENTE, DIMINUIR ANSIEDADE POR ALIMENTOS (COMPULSÃO ALIMENTAR)A MELHOR FORMULA PARA SER TOMADA ASSOCIADA COM FEMPROPOREX , ANFEPRAMONA , SIBUTRAMINA OU MAZINDOL (INIBIDORES DE APETITE FORTES)COM ESTA ASSOCIAÇÃO VC PODE DIMINUIR PESO RAPIDO E NÃO VOLTAR A GANHAR (CONTINUANDO A TOMAR A FORMULA LIPOREDUTORA APÓS CHEGAR AO PESO IDEAL )-FASEOLAMINA 500MG-CASEOLAMINA 500MG-GARCINIA 500MG-PICOLINATO CROMO 100MG-GYMNEMA SILVESTRI 40MG-HIDROCLOROTIAZIDA 25MG-HYPERICO PERFORATUM 150MG-SENE 200MG60 CPS - TOMAR 01 CAPSULA ANTES DO ALMOÇO E TOMAR 1 CAPSULA ANTES DO JANTAR (UMA HORA)

MEGA LIPOREDUTOR 230,00FRASCO 01 60CPS60CPS (INIBIDOR DE APETITE)-ANFEPRAMONA 50MGFRASCO 02 60 CPS-MAZINDOL 2MG MG (INIBIDOR DE APETITE)FRASCO 03 60 CPS.> (QUEIMADORES DE GORDURA, LAXANTES,DIGESTIVOS DIURETICOS.CALMANTES, ANTEDEPRESSIVOS)-TRIAC (Hormônio tireoidiano, queimador de gordura)... 500MG-FLUOXETINA 20MG (TIRA COMPULSÃO ALIMENTAR)-BROMAZEPAN(Calmante) ..................................3,5MG-ALOINA (laxante suave) ......................... 50MG-GARCINIA(elimina gordura em excesso e diminuio apetite por doces e massas).............................500MG-TRIPTOFANO(uma vez no cérebro, aumenta a produção de serotonina que é o neurotransmissor capaz de reduzir a sensação de dor,DIMINUIR O APETITE, relaxar e até induzir e melhorar o sono).. 100MG-MA-HUANG( Ela acelera o metabolismo e dá mais energia, queima de Gordura)....30MG-FASEOLAMINA(atua diminuindo a absorção de calorias DE CARBOIDRATOS e o a***mulo de gorduras) 130MG-PIRUVATO DE CALCIO( diminui o a***mulo de gordura corpórea, aumentando a performance durante os exercícios físicos e reduzindo o efeito “rebote” tão comum após dietas.) 80MG-METFORMINA (reduz a hiperglicemia, s/ o risco causar acidentes hipoglicêmicos ) 150MGESTA FORMULA SE TOMADA DA SEGUINTE FORMA01 CAPSULA DE ANFEPRAMONA 75MG 10 DA MANHA E 01 CAPSULA DE MAZINDOL 5 DA TARDE01 CAPSULA DE LIPOREDUTOR ÀS 10 DA MANHAVC PERDERÁ TOTALMENTE O APETITE DURANTE TODO O DIAFAZENDO ASSIM QUE PERCA PESO RAPIDO EM 60 DIAS COM A DIETA DOS VIGILANTES DO PESO, PERDERÁ ATÉ 20 KG NESTE PERIODOOBS: NÃO INGERIR BEBIDA ALCOOLICA DURANTE TRATAMENTOQUALQUER SINTOMA INESPERADO, SUSPENDER A MEDICAÇÃOBEBER PELO MENOS 3 LITROS DE AGUA POR DIA


FÓRMULA 1* Frasco 1:-Anfepramona 75 MG ou - Femproporex 25 MG (Inibidor)* Frasco 2:- Bromazepan 1,5 MG -Calmante- Cascara Sagrada 100 MG (Laxante leve)- Fluoxetina 100 MG (Anti-depressivo, tira a ansiedade)- Triac 0,5 MG (Hormônio tireoidiano, queimador de gordura)- Furosemide 20MG (Diurético)VALOR FÓRMULA 1*60 cps de inibidor + 60 cps dos demais componentes = R$ 165,00 + sedexRESULTADO: * Essa fórmula lhe ajuda a perder uns 5 Kgs por mês, mais ou menos.FÓRMULA 2 (Um pouco mais forte)* Frasco 1:-Anfepramona 75 MG ou - Femproporex 25 MG (Inibidor)* Frasco 2:- Cascara Sagrada 300 MG (Laxante leve)- Fluoxetina 20 MG (Anti-depressivo, tira a ansiedade)- Passiflora 100mg(Calmante natural)- Triac 0,5MCG (Hormônio tireoidiano, queimador de gordura)- Gymnema Silvestre 40 MG (Ajuda a queimar gordura)- Picolinato de Cromo 100MG (Acelera o Metabolismo)- Furosemide 20MG (Diurético)VALOR FÓRMULA 2:* 60 Cápsulas de Inibidor + 60 Cápsulas dos demais componentes: R$195,00 + sedexRESULTADO: * Essa fórmula lhe ajuda a perder uns 8 Kgs por mês, mais ou menos.FÓRMULA 3 ( Mais forte)* Frasco 1:-Anfepramona 75 MG ou - Femproporex 25 MG (Inibidor)* Frasco 2:- Sibutramina 15 MG (Inibidor, sensação de saciedade)* Frasco 3:- Cascara Sagrada 500 MG (Laxante leve)- Sene 100 MG (Laxante)- Fluoxetina 30 MG (Anti-depressivo, tira a ansiedade)- Passiflora 100 MG (Calmante Natural)- Triac 0,5MCG (Hormônio tireoidiano, queimador de gordura)- Gymnema Silvestre 40 MG (Ajuda a queimar gordura)- Picolinato de Cromo 100MG (Acelera o Metabolismo)- Furosemide 20MG (Diurético)- Garcínia 200 MG (Controle do apetite por doces e inibidor do acumulo de gordura; aumenta o gasto calórico)- Alcachofra 150MG (Estimulante das funções gastrointestinais e hepáticas).- Colágenio 500mg (Combate a flacidez)

* 60 Cápsulas de Inibidor 1 + 60 Cápsulas de Inibidor 2 + 60 Cápsulas dosdemais componentes: R$250,00 + sedexRESULTADO: * Essa fórmula é a mais forte pois alia Dois Inibidores - o Femproporex e a Sibutramina - mas que agem de forma diferente;- A Anfepramona, ou o Femproporex tiram a fome;- A Sibutramina dá uma sensação de saciedade;Com esta fórmula você pode emagrecer uns 12 kgs ou até mais, sem muito esforço, pois você não terá vontade nenhuma de comer nem sentirá fome.NOVAS FORMULAS EXCLUSIVAS:-FORMULA PARA DIMINUIR PESO E CELULITEFRASCO 01ANFEPRAMONA 60 MG 120 CPS –INIBIDOR POTENTETOMAR 01 CPS 10 DA MANHA E 01 CPS 5 DA TARDEFRASCO 02 120 CPSFLUOXETINA 20 MG (DIMINUIR COMPULSÃO E ANSIEDADE ALIMENTAR0DIAZEPAN 4MG (CALMANTE)CARALLUMA FIMBRIATA 250 MG (INIBIDOR DE APETITE NATURAL)GLUCOMANAN 300MG (INIBIDOR DE APETITE)SENE 250MG (LAXANTE)CASCARA SAGRADA 250MG (LAXANTE)CENTELLA ASSIATICA 250mg (DIMINUIR CELULITE, QUEIMAR GORDURAS)GYMNEMA SILVESTRI 60MG (TIRAR APETITE POR DOCES E MASSA)GARCINIA CAMBOJA 250MG (TIRARA APETITE POR DOCES, MASSAS, QUEIMAR GORDURA)FUROSEMIDA 20MG (DIURETICO)TIRATRICOL 350MCG (QUEIMADOR DE GORDURA POTENTE)TOMAR 01 CPS 10 DA MANHA 01 CPS 05 DA TARDETEMPO DE USO = 2 MESESEFEITO ESPERADO = PERCA PESO E DE APETITE RAPIDOESTIMATIVA DE PERCA DE PESO = PARA QUEM QUER PERDER MUITO PESO DE 12 A 30 KILOSVALOR DESTA FORMULA= 300,00 R$-FORMULA SUPER COMPLETA FORMULA SUPER COMPLETA*FRASCO 01 – FORMULA REDUTORA 240 CPS-FLUOXETINA 20MG –TIRAR COMPULSÃO POR ALIMENTOS E DIMINUIR A ANSIEDADE-BROMAZEPAN 2MG –CALMANTE- Citrus aurantium 250mg- aceleram o metabolismo, promovendo um maior gasto de calorias e, conseqüentemente, a queima de estoques de gordura- Também tem propriedade digestiva, melhorando a absorção dos nutrientes e protegendo o estômago. É diurético e tem fitonutrientes que desintoxicam o fígado-Caralluma fimbriata 250mg- corta a fome exagerada e a vontade de beliscar o dia todo. Com isso, a redução no apetite é de no mínimo 30% Diminui a vontade voraz de doce que normalmente aparece no meio da tarde-faseolamina 250mg-bloqueia parte dos carboidratos consumidos, ajudando a diminuir o “peso” desses alimentos. menos carboidratos absorvidos e menos fome-ALOINA 50MG –LAXANTE-GYMNEMA SILVESTRI 70MG- reduzir a gordura corporal e aumentar a termogênese, facilitando a perda do excesso de peso e diminuindo o apetite, em especial, o desejo por doces.-FUROSEMIDA 20MG – DIURETICO –DIMINUIR RETENÇAÕ DE AGUA>TOMAR 01 CPS 10 DA MANHA E 01 CPS 05 DA TARDE*FRASCO 02 –SIBUTRAMINA 15MG 60 CPS – INIBIDOR DE APETITE MEDIO –FAZ SENTIR SENSAÇÃO DE SACIEDADE COM POUCO ALIMENTO>TOMAR 01 CPS 05 DA TARDE*FRASCO 03-ANFEPRAMONA 60 MG 60 CPS – INIBIDOR DE APETITE POTENTE- INIBE APETITE POR 8 HORAS>TOMAR 01 CPS 10 DA MANHÃTEMPO DE USO = 2 MESESEFEITO ESPERADO = PERCA DE APETITE RAPIDOESTIMATIVA DE PERCA DE PESO = PARA QUEM QUER PERDER MUITO PESO DE 12 A 20 KILOSVALOR DESTA FORMULA= 300,00 R$

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12.04.2008

Efeitos terapêuticos da digoxina


Digoxina
É uma das drogas mais freqüentemente prescritas na prática clínica. Por sua capacidade de aumentar a força de contração cardíaca, é usada no controle de taquicardias supraventriculares e no tratamento da insuficiência cardíaca congestiva.
A digoxina é a preparação de digital mais usada. Tem uma meia-vida de 24 a 48 horas (com uma média de 35 horas). Como a digoxina é eliminada principalmente por meio de excreção renal, os pacientes com função renal reduzida apresentam meia-vida sérica mais longa.

A digoxina deve ser avaliada até que o efeito terapêutico seja alcançado, no acompanhamento da estabilidade e no uso adequado da droga pelo paciente e ao primeiro sinal de aparecimento de efeito tóxico (como anorexia ou arritmia).

A dosagem em crianças é aproximadamente 50% maior do que a usada em adultos, quando calculada em miligramas por quilograma de peso corporal. Doses mais altas são necessárias por causa da maior relação de massa cardíaca com a massa corporal em crianças. Essas doses mais altas se refletem em concentrações séricas mais altas em crianças.

A intoxicação digitálica acontece com freqüência, já que o intervalo entre os níveis terapêuticos e tóxicos é muito pequeno. Os sintomas clínicos mais comuns de superdosagem são anorexia, náusea e vômitos, visão embaçada e desorientação. A manifestação miocárdica mais importante e comum da intoxicação digitálica é a arritmia cardíaca. Freqüentemente, o diagnóstico clínico de intoxicação digitálica torna-se difícil em pacientes com patologias cardíacas graves, pois a maioria das manifestações pode ser causada pela doença ou por drogas. Por isso, a dosagem de digoxina sérica é especialmente útil na interpretação de arritmias.

As maiores causas de intoxicação digitálica são a depleção de potássio e a diminuição da função renal com a idade. Alterações da função renal, hipercalcemia, alcalose, mixedema, hipomagnesemia, infarto do miocárdio recente, hipóxia e hipocalemia podem aumentar a sensibilidade aos efeitos tóxicos da digoxina. O uso de drogas como quinidina, verapamil, amiodarona, ciclosporina, espironolactona, entre outras, pode aumentar os níveis séricos por diminuição do clearance da digoxina.

Quando diante de níveis séricos abaixo do esperado, deve-se avaliar a presença de doença tireoidiana, má absorção, diminuição do fluxo sangüíneo intestinal por arteriosclerose mesentérica e uso de drogas como laxantes, antiácidos, fenitoína, neomicina e metoclopramida, que podem diminuir a absorção. Outro dado a ser avaliado é o nível de adesão do paciente ao tratamento, tanto na freqüência quanto nas doses prescritas.

O tempo de coleta da amostra é um fator importante na determinação dos níveis séricos da digoxina. Os níveis séricos se elevam nitidamente durante a primeira hora depois de uma dose oral. Isso é seguido por uma diminuição quando a digoxina é levada para o miocárdio e outros tecidos. Normalmente, para absorção e armazenamento, quando administrada por via oral, são necessárias de 4 a 6 horas, e, por via endovenosa, cerca de 30 minutos. Depois disso, os níveis de digoxina no soro tendem a se estabilizar, passando a diminuir muito lentamente durante as 24 a 48 horas seguintes.

Não é possível determinar com precisão os níveis de digoxina em pacientes em fase de troca de terapia de digitoxina para terapia com digoxina, visto que ambas as drogas podem estar presentes no soro. Os anticorpos antidigoxina usados na maioria dos testes comerciais para dosagem de digoxina apresentam reação cruzada significativa com digitoxina (2% a 6% de reação cruzada, com alguns casos que chegam a 40%) e outros digitálicos. O problema da reação cruzada é exacerbado pelo fato de que níveis terapêuticos de digitoxina são aproximadamente 10 vezes mais altos do que os da digoxina. O anticorpo antidigitoxina também apresenta reação cruzada com digoxina (2% a 4% de reação cruzada), mas, por causa dos níveis terapêuticos mais altos, a interferência da digoxina é menos importante na dosagem de digitoxina.

Obtém-se a maior precisão diagnóstica coletando a amostra de sangue em um momento padronizado durante a fase estável, quando os níveis de digoxina no soro refletem as concentrações cardíacas usuais. Normalmente, o equilíbrio é alcançado num prazo de cerca de 5 dias, e a coleta é realizada imediatamente antes da próxima dose, ou a qualquer momento, quando da suspeita de intoxicação.

Fonte: Diagnóstico Americas


Medicamento: Digoxina

Género/Classificação: Antiarrítmico, fármaco cardiotónico e inotrópico

Indicações: Insuficiência cardíaca congestiva, taquiarritmia, fibrilhação e flutter auricular (diminui freq. cardiaca) taquicardia paroxística auricular

Acção: Aumenta força contráctil do miocárdio, prolonga período refractário do nodo AV, diminui condução através dos nodos AV e SA

Efeitos Secundários: fadiga, arritmias, bradicardia, nauseas, vomitos, anorexia

Absorção: 60-85% abs. após adminitração oral dos comprimidos, 75-80% após admin. oral da suspensão.

Distribuição: Ampla, atravessa placenta e passa p/ leite materno

Metabolização e Excreção: Excretado, quase inalterado, pelos rins

Semi-vida: 36-48h

Cuidados de enfermagem: Monitorizar pulso apical 1min antes da admin. Se P<60bpm (adultos) <70 (crianças) <90 (lactente) suspender a medicação (avisar o médico). Verificar caract. do pulso normais. Monitorizar TA. Controlar balanço hídrico.

Fonte:Fórum de enfermagem

PS.- Não se automedique.

12.03.2008

Droga contra dengue


Planta amazônica pode conter chave para Planta amazônica pode conter chave para droga contra dengue
Pesquisadoras brasileiras usaram a unha-de-gato para combater a doença.
Estudo segue sob sigilo com a aplicação de outras espécies.

Morar em um país tropical possui as suas vantagens. Mas o clima quente e as condições geográficas que propiciam aproveitar o sol na praia ou viver cercado pela natureza o ano inteiro também favorecem o aparecimento de algumas epidemias. No Brasil, a combinação de calor mais chuva se tornou um alerta contra a dengue. Mas pesquisadoras brasileiras descobriram que o combate à doença pode vir das nossas próprias matas tropicais. Especificamente, a Amazônia pode conter a solução.

Claire Kubelka, Sônia Reis e equipe, do Laboratório de Imunologia Viral do Instituto Oswaldo Cruz (IOC), utilizaram um modelo inédito no Brasil para avaliar o potencial farmacêutico de compostos naturais para o controle da dengue. As cientistas empregaram a planta Uncaria tomentosa, popularmente conhecida como unha-de-gato, para obter um resultado positivo contra a doença.

Elas infectaram in vitro monócitos -- um tipo de célula sangüínea que pode apresentar problemas para pacientes na fase aguda da doença -- com o vírus da dengue do tipo 2. “Poderia ser de qualquer tipo”, conta Reis. Em seguida, estudaram o efeito de três amostras da planta no combate ao vírus.

As amostras foram extraídas da casca do caule da unha-de-gato: um extrato bruto, uma enriquecida com alcalóide -- composto natural com atividade farmacológica -- e outra sem essa substância. “O resultado mais promissor obtivemos das amostras enriquecidas com alcalóide. Percebemos uma ação antiinflamatória e antiviral”, diz a pesquisadora.

O trabalho mostrou uma diminuição de até 19% da replicação de substância nociva que estimula a produção de anticorpos dentro das células tratadas com a planta.

“Praticamente todos os outros estudos anteriores usaram células de uma única linhagem, o que gera sempre a mesma reação à substância”, conta Reis. No atual trabalho, as células estudadas são de pessoas diferentes. “Procuramos reproduzir no laboratório a diversidade de reações que de cada organismo possui contra dengue, como acontece na vida real.”

As células do sistema imunológico de algumas pessoas produzem uma quantidade muito grande de citocinas -- proteínas relacionadas à gravidade da doença --, o que leva a quadros graves e à morte. Os alcalóides inibem a produção delas. Agora, as pesquisadoras buscarão entender se os alcalóides foram os responsáveis pelo combate ao vírus ou se foi uma ação simultânea entre substâncias envolvidas.

A unha-de-gato é empregada para finalidades medicinais na Amazônia. A planta possui efeitos imunomoduladores -- que alteram o curso da doença -- e antiinflamatórios já comprovados cientificamente. “Mas ela está patenteada, por isso nosso próximo passo será estudar outras plantas também brasileiras”.
As cientistas acreditam que podem encontrar espécies ainda mais eficazes. “Temos uma flora diversificada”. Porém, quais substâncias serão estudadas seguem sob sigilo.

Apesar dos resultados positivos, as pesquisadoras alertam: “Não se deve utilizar a unha-de-gato como tratamento contra a dengue. A pesquisa ainda está no início, desconhecemos os efeitos colaterais”. Todas as diversas substâncias precisarão passar por muitos testes antes de chegarem à população.

A ausência de medicamentos específicos é um dos principais desafios dos pesquisadores. O tratamento hoje em dia consiste em amenizar os sintomas da infecção. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 20 mil pessoas -- de 50 milhões a 100 milhões que se infectam por ano -- morrem devido à dengue em mais de cem países. No Brasil, atualmente cinco municípios estão em estado de risco de ocorrência de surto de dengue e outros 71, entre eles 14 capitais, em alerta.

Pesquisadoras brasileiras usaram a unha-de-gato para combater a doença.
Estudo segue sob sigilo com a aplicação de outras espécies.

Morar em um país tropical possui as suas vantagens. Mas o clima quente e as condições geográficas que propiciam aproveitar o sol na praia ou viver cercado pela natureza o ano inteiro também favorecem o aparecimento de algumas epidemias. No Brasil, a combinação de calor mais chuva se tornou um alerta contra a dengue. Mas pesquisadoras brasileiras descobriram que o combate à doença pode vir das nossas próprias matas tropicais. Especificamente, a Amazônia pode conter a solução.

Laboratório de Imunologia Viral do Instituto Oswaldo Cruz (IOC), utilizaram um modelo inédito no Brasil para avaliar o potencial farmacêutico de compostos naturais para o controle da dengue. As cientistas empregaram a planta Uncaria tomentosa, popularmente conhecida como unha-de-gato, para obter um resultado positivo contra a doença.

Elas infectaram in vitro monócitos -- um tipo de célula sangüínea que pode apresentar problemas para pacientes na fase aguda da doença -- com o vírus da dengue do tipo 2. “Poderia ser de qualquer tipo”, conta Reis. Em seguida, estudaram o efeito de três amostras da planta no combate ao vírus.

As amostras foram extraídas da casca do caule da unha-de-gato: um extrato bruto, uma enriquecida com alcalóide -- composto natural com atividade farmacológica -- e outra sem essa substância. “O resultado mais promissor obtivemos das amostras enriquecidas com alcalóide. Percebemos uma ação antiinflamatória e antiviral”,

O trabalho mostrou uma diminuição de até 19% da replicação de substância nociva que estimula a produção de anticorpos dentro das células tratadas com a planta.

“Praticamente todos os outros estudos anteriores usaram células de uma única linhagem, o que gera sempre a mesma reação à substância”, conta Reis. No atual trabalho, as células estudadas são de pessoas diferentes. “Procuramos reproduzir no laboratório a diversidade de reações que de cada organismo possui contra dengue, como acontece na vida real.”

As células do sistema imunológico de algumas pessoas produzem uma quantidade muito grande de citocinas -- proteínas relacionadas à gravidade da doença --, o que leva a quadros graves e à morte. Os alcalóides inibem a produção delas. Agora, as pesquisadoras buscarão entender se os alcalóides foram os responsáveis pelo combate ao vírus ou se foi uma ação simultânea entre substâncias envolvidas.

A unha-de-gato é empregada para finalidades medicinais na Amazônia. A planta possui efeitos imunomoduladores -- que alteram o curso da doença -- e antiinflamatórios já comprovados cientificamente. “Mas ela está patenteada, por isso nosso próximo passo será estudar outras plantas também brasileiras”.

As cientistas acreditam que podem encontrar espécies ainda mais eficazes. “Temos uma flora diversificada”. Porém, quais substâncias serão estudadas seguem sob sigilo.

Apesar dos resultados positivos, as pesquisadoras alertam: “Não se deve utilizar a unha-de-gato como tratamento contra a dengue. A pesquisa ainda está no início, desconhecemos os efeitos colaterais”. Todas as diversas substâncias precisarão passar por muitos testes antes de chegarem à população.

A ausência de medicamentos específicos é um dos principais desafios dos pesquisadores. O tratamento hoje em dia consiste em amenizar os sintomas da infecção. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 20 mil pessoas -- de 50 milhões a 100 milhões que se infectam por ano -- morrem devido à dengue em mais de cem países. No Brasil, atualmente cinco municípios estão em estado de risco de ocorrência de surto de dengue e outros 71, entre eles 14 capitais, em alerta.

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