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4.27.2018
“Coxinhas” choram o banimento do presidente da CBF
27 de Abril de 2018
Política, religião e futebol são combinações perfeitas. É como se fosse uma mistura de arroz, feijão e carne. Por isso o banimento pela Fifa do presidente da CBF, Marco Polo del Nero, por corrupção, deixou os “amarelinhos” mais perdidos que cebola em salada de frutas nas vésperas da Copa do Mundo. Afinal, quer melhor combinação de “coxinha” com corrupção? É como feijão com arroz
A camisa da seleção brasileira de futebol foi injustamente apropriada como símbolo por aqueles que dizem lutar contra a corrupção, mas o diabo é que a mesma camisa amarelinha também é a expressão máxima do símbolo da própria corrupção no futebol brasileiro. Que contradição! Não é mesmo Globo?
Não é de estranhar a contradição dos “coxinhas” neste país em que uma presidenta honesta — Dilma Rousseff — foi afastada por um Congresso Nacional sabidamente corrupto com o objetivo [do golpe] de aprofundar a corrupção. Pior: vestidos da camisa da seleção todos eles — coxinhas, Globo e deputados que estão presos — bateram panelas nas ruas e deram os braços para chegar neste atual estado de coisas.
Se del Nero foi banido por corrupção, por que a Rede Globo também não o foi haja vista que a emissora também é investigada nos Estados Unidos por corrupção na transmissão de jogos da Fifa?
Apesar da corrupção, do banimento de del Nero, da Globo, torçamos todos para que a seleção brasileira entre em campo — se possível com uma camisa vermelha — e faça bonito na Copa da Rússia. Que nos traga o título!
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Formatura de diplomatas celebra Marielle. E constrange o governo e o golpe
Na presença de Temer e Aloysio Nunes, e em tempos de crimes e prisões políticas, orador cita Luther King e manifesta indignação de todas as forças políticas amantes da democracia
por Paulo Donzietti de Souza, da RBA publicado 21/04/2018 18h31, última modificação 21/04/2018 18h37
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São Paulo – A formatura da turma 2016-2018 de diplomatas do Instituto Rio Branco, celebrada nesta sexta-feira (20), Dia do Diplomata, prestou contundente homenagem a Marielle Franco. A turma foi batizada com o nome da vereadora do Psol do Rio de Janeiro, executada a tiros em 14 de março, junto com o motorista Anderson Gomes, que a acompanhava.
A lembrança de um crime político contra uma liderança feminista negra, que comoveu o mundo e ainda não foi esclarecido pelas autoridades, constrangeu alguns presentes "ilustres" à cerimômia realizada no Palácio do Itamaraty, sede do Ministério das Relações Exteriores: o presidente Michel Temer, responsável por uma intervenção militar tido como desastrosa no Rio de Janeiro, e o ministro titular da pasta, Aloysio Nunes Ferreira.
O orador da turma, Meinardo Cabral de Vasconcelos Neto, conseguiu discreta e indiretamente provocar constrangimento, ao citar em seu discurso de sete minutos o líder da luta pelos direitos civis nos Estados Unidos, Marthin Luther King, na abertura de sua intervenção.
“É sempre o tempo certo de fazer o que é certo. Essas foram palavras de Martin Luther King, preso, em Birmingham, Alabama, após organizar passeatas de resistência contra a discriminação racial. A turma Marielle Franco – e Marielle lutou também contra variadas formas de segregação – escolheu prestar esta homenagem porque entendeu que era certo. E havia de ser também o tempo certo. Nós tivemos de escolher prestá-la, é verdade, quando quase nada estava esclarecido – e muito resta, infelizmente, por esclarecer", declarou Vasconcelos Neto.
"Com a convicção de que o tempo, por si, não curará nossos males nem nos conduzirá inevitavelmente à justiça, escolhemos não nos omitir", acrescentou, assinalando que a indignação com morte de Marielle deve inspirar a carreira diplomática a atuar, como ela, "como instrumentos da luta por uma sociedade mais justa e igualitária".
O momento em que a liderança política mais popular do país, e uma das mais importantes do mundo, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se encontra também na condição de preso político, pode representar o segundo constrangimento da festa.
"Na mesma ocasião (em que foi preso), Martin Luther King nos lembrava: uma injustiça em qualquer lugar é uma ameaça à justiça em todos os lugares. Não é por outro motivo que se unem hoje, com a mesma indignação, Senhor Presidente, todas as forças políticas amantes da democracia, pois todas elas manifestaram ao mesmo tempo consternação e solidariedade. Aqui estamos para expressar nosso repúdio a toda forma de violência e para reforçar nossa crença nas instituições democráticas", acentuou o diplomata.
Desigualdade
A embaixadora Thereza Maria Machado Quintella, paraninfa da turma e primeira mulher formada pelo Instituto Rio Branco a se tornar embaixadora no Brasil, elogiou a escolha da turma. Eleitora de Marielle, Thereza lembrou sua luta para a equidade de gênero e criticou o governo pela pequena presença feminina no corpo diplomático e nos principais postos do Ministério das Relações Exteriores de Temer – nenhum dos 12 cargos mais importantes do ministério é ocupado por mulher –como destacou o blog Socialista Morena.
“O que mais preocupa atualmente é a ausência de mulheres na estrutura de comando do Itamaraty. Só espero que isso seja conjuntural, e não sinal de retrocesso”, criticou Thereza Quintella. A turma que se formou nesta sexta tem 30 diplomatas, dos quais nove são mulheres, como observa o blog.
Num país que tem Michel Temer e Aloysio Nunes Ferreira entre os articuladores do golpe de 2016, a formatura de uma nova safra de diplomatas acabou proporcionando uma alentador ato de desagravo à sua tão agredida democracia.
Afinal, o golpe teve como primeira etapa requintes de misoginia, ao oprimir e destituir por força de uma manobra jurídico., midiática e parlamentar a primeira presidenta eleita da República. E em sua etapa presente, emprega sua estrutura judiciária encarcerando o presidente que a antecedeu, o de maior taxa de popularidade da história da República e potencial futuro presidente se puder disputar a eleição de outubro.
Tirar a vida de Marielle e a liberdade de Lula se encaixam cruelmente na condição dessas injustiças "que ameaçam a justiça em todos os lugares".
Golpe no WhatsApp prejudica 600 mil usuários no país Vítimas são beneficiários do programa Bolsa Família. Veja como se proteger e não cair Por MARTHA IMENES Publicado às 03h00 de 27/04/2018 - Atualizado às 07h45 de 27/04/2018 Lorena, loja serviu de isca Lorena, loja serviu de isca - AGÊNCIA O DIA Rio - Quem é usuário contumaz do aplicativo WhatsApp deve ficar atento ao risco de cair em golpes. As mais novas vítimas que caíram em cheio na "pegadinha do zap" foram 600 mil beneficiários do programa Bolsa Família do governo federal em todo o país. Em apenas dois dias, uma mensagem que circulava pelo aplicativo prometia dar quantia extra de dinheiro no mês de maio a quem clicasse em um link que supostamente levaria a um cadastro. De lá, o usuário era levado a divulgar informações pessoais aos criminosos virtuais. O prejuízo às vítimas não foi divulgado pela empresa. "Este tipo de golpe que é espalhado através de mensagens do WhatsApp busca 'roubar' informações confidenciais de usuários, como dados financeiros, senhas e contas bancárias", alerta Camilo Gutierrez, chefe do laboratório de investigação da ESET América Latina, empresa de segurança da informação. Há casos, acrescenta Gutierrez, em que os criminosos que atuam na internet fazem com que os usuários registrem o número do seu celular em um serviço Premium SMS. "As pessoas gastam a mais na conta de telefone e não sabem porque", explica. A quantidade de adeptos desavisados do zap é o que desperta o apetite dos golpistas, afirmam especialistas. O aplicativo tem cerca de 1,5 bilhão de usuários em todo mundo. Pesquisa da ESET mostra que em apenas dois anos houve mais de 22 milhões de vítimas de golpe. E o Brasil figura em segundo lugar na lista dos mais afetados, sendo superado somente pelo México. FIQUE ALERTA! "Normalmente esse tipo de fraude pelo aplicativo usa notificações que chamam a atenção dos usuários, como promoções de companhias aéreas, de lojas de cosméticos, de sapatos ou até levando o usuário a pensar que suas informações podem estar em perigo. Assim, quando receber uma mensagem com essas características, o melhor é verificar diretamente no site oficial da marca para ver se a promoção realmente existe ou se é uma farsa", adverte. Existe também a oferta de novos recursos, como novos emoticons, espionagem de contatos, personalização de design, entre outros. Fique longe delas! E foi por acreditar que uma grande marca de cosméticos estivesse fazendo campanha promocional pelo WhatsApp que a assistente social Lorena de Almeida Magalhães, 36 anos, moradora da Vila da Penha, espalhou mensagem aparentemente inofensiva. "Há muito tempo recebi brinde por mensagem dessa. Hoje quando recebi, repassei para minha lista de contatos", lamenta Lorena. "Esse tipo de fraude não possui um tipo de componente malicioso que tenta se instalar no dispositivo, então ele não pode ser identificado por um anti-vírus. Portanto, é importante para o usuário não abrir mensagem desconhecida e não fornecer informações pessoais", orienta Gutierrez. COMO FUNCIONA O GOLPE Em todas as mensagens, seja de cupom ou de anúncios, a premissa é que para receber o benefício o usuário precisa compartilhar a mensagem. Normalmente o link leva o usuário a página de cadastro. Nela são pedidos dados pessoais e outras informações. O especialista informa que a intenção primária do golpe é redirecionar audiência a aumentar o número de cliques em páginas, o que dá dinheiro, mas é possível usar dados de vítimas para fazer cadastros em serviços pagos, o que gera receita para os cibercriminosos. Isso ocorre porque o tal site direciona a algumas páginas de downloads de outros aplicativos. E é justamente nele que o programa espião está escondido. Depois de instalado, ele “faz a limpa”. Há outros casos em que o site pede para o usuário preencher o número do celular. Uma vez informado, é registrado em serviços que descontam valores semanais (como R$ 3,99, R$4,99) do plano. O que acaba com os créditos. Para evitar armadilhas, Roney Belhassof, especialista em cibercultura, orienta que antes de clicar ou compartilhar, busque fontes conhecidas e confiáveis sobre o que recebe. “Infelizmente é tarefa bem difícil já que a internet é uma nuvem… Aliás, uma neblina densa”, diz. Empresas mais afetadas Em 2016, os cibercriminosos utilizaram a imagem de diversas empresas como iscas para promover cupons falsos de promoções e descontos. Nomes como McDonalds, Burguer King, Zara, Carrefour, Walmart, Amazon, entre outros foram indevidamente utilizados. Ao longo de 2017, a ESET reconheceu campanhas que afetaram a Coca-Cola, a Budweiser, a Nike e a Lancôme, entre outras. Todos utilizados para enganar os usuários, já que os golpistas pegaram os nomes e logotipos das empresas sem que elas tivessem qualquer tipo de vínculo com os golpes.
Golpe no WhatsApp prejudica 600 mil usuários no país
Vítimas são beneficiários do programa Bolsa Família. Veja como se proteger e não cair
Por MARTHA IMENES

Rio - Quem é usuário contumaz do aplicativo WhatsApp deve ficar atento ao risco de cair em golpes. As mais novas vítimas que caíram em cheio na "pegadinha do zap" foram 600 mil beneficiários do programa Bolsa Família do governo federal em todo o país. Em apenas dois dias, uma mensagem que circulava pelo aplicativo prometia dar quantia extra de dinheiro no mês de maio a quem clicasse em um link que supostamente levaria a um cadastro. De lá, o usuário era levado a divulgar informações pessoais aos criminosos virtuais. O prejuízo às vítimas não foi divulgado pela empresa.
"Este tipo de golpe que é espalhado através de mensagens do WhatsApp busca 'roubar' informações confidenciais de usuários, como dados financeiros, senhas e contas bancárias", alerta Camilo Gutierrez, chefe do laboratório de investigação da ESET América Latina, empresa de segurança da informação.
Há casos, acrescenta Gutierrez, em que os criminosos que atuam na internet fazem com que os usuários registrem o número do seu celular em um serviço Premium SMS. "As pessoas gastam a mais na conta de telefone e não sabem porque", explica.
A quantidade de adeptos desavisados do zap é o que desperta o apetite dos golpistas, afirmam especialistas. O aplicativo tem cerca de 1,5 bilhão de usuários em todo mundo. Pesquisa da ESET mostra que em apenas dois anos houve mais de 22 milhões de vítimas de golpe. E o Brasil figura em segundo lugar na lista dos mais afetados, sendo superado somente pelo México.
FIQUE ALERTA!
"Normalmente esse tipo de fraude pelo aplicativo usa notificações que chamam a atenção dos usuários, como promoções de companhias aéreas, de lojas de cosméticos, de sapatos ou até levando o usuário a pensar que suas informações podem estar em perigo. Assim, quando receber uma mensagem com essas características, o melhor é verificar diretamente no site oficial da marca para ver se a promoção realmente existe ou se é uma farsa", adverte.
Existe também a oferta de novos recursos, como novos emoticons, espionagem de contatos, personalização de design, entre outros. Fique longe delas!
E foi por acreditar que uma grande marca de cosméticos estivesse fazendo campanha promocional pelo WhatsApp que a assistente social Lorena de Almeida Magalhães, 36 anos, moradora da Vila da Penha, espalhou mensagem aparentemente inofensiva. "Há muito tempo recebi brinde por mensagem dessa. Hoje quando recebi, repassei para minha lista de contatos", lamenta Lorena.
"Esse tipo de fraude não possui um tipo de componente malicioso que tenta se instalar no dispositivo, então ele não pode ser identificado por um anti-vírus. Portanto, é importante para o usuário não abrir mensagem desconhecida e não fornecer informações pessoais", orienta Gutierrez.
COMO FUNCIONA O GOLPE
Em todas as mensagens, seja de cupom ou de anúncios, a premissa é que para receber o benefício o usuário precisa compartilhar a mensagem. Normalmente o link leva o usuário a página de cadastro. Nela são pedidos dados pessoais e outras informações.
O especialista informa que a intenção primária do golpe é redirecionar audiência a aumentar o número de cliques em páginas, o que dá dinheiro, mas é possível usar dados de vítimas para fazer cadastros em serviços pagos, o que gera receita para os cibercriminosos. Isso ocorre porque o tal site direciona a algumas páginas de downloads de outros aplicativos. E é justamente nele que o programa espião está escondido. Depois de instalado, ele “faz a limpa”.
Há outros casos em que o site pede para o usuário preencher o número do celular. Uma vez informado, é registrado em serviços que descontam valores semanais (como R$ 3,99, R$4,99) do plano. O que acaba com os créditos.
Para evitar armadilhas, Roney Belhassof, especialista em cibercultura, orienta que antes de clicar ou compartilhar, busque fontes conhecidas e confiáveis sobre o que recebe. “Infelizmente é tarefa bem difícil já que a internet é uma nuvem… Aliás, uma neblina densa”, diz.
Empresas mais afetadas
Em 2016, os cibercriminosos utilizaram a imagem de diversas empresas como iscas para promover cupons falsos de promoções e descontos. Nomes como McDonalds, Burguer King, Zara, Carrefour, Walmart, Amazon, entre outros foram indevidamente utilizados. Ao longo de 2017, a ESET reconheceu campanhas que afetaram a Coca-Cola, a Budweiser, a Nike e a Lancôme, entre outras. Todos utilizados para enganar os usuários, já que os golpistas pegaram os nomes e logotipos das empresas sem que elas tivessem qualquer tipo de vínculo com os golpes.
4.26.2018
Depoimento de Tacla Duran é caso de ‘prisão preventiva de Sérgio Moro’, diz advogado
O advogado criminalista Antônio Carlos de
Almeida Castro defendeu a prisão preventiva
do juiz da Lava Jato, Sérgio Moro,
após as revelações do depoimento
de Tacla Duran, realizado esta semana
na CPI da JBS. É caso de “prisão preventiva
com certeza”, disse Almeida Castro.
No depoimento, Tacla Duran revelou que
o advogado Carlos Zuccolo Júnior
negociava com os presos de Curitiba
um abrandamento na pena e permissão
para usufruir de benefícios do crime,
caso fizessem uma delação direcionada.
Zuccolo Júnior é amigo pessoal e
padrinho de casamento de Sérgio Moro,
além de ser sócio do escritório de
advocacia de Rosângela Wolff, esposa de
Sérgio Moro. Zuccolo pedia 1/3 dos
honorários por fora.Veja o vídeo em que
advogado mostra os absurdos das delações
de Curitiba.
Sérgio Moro nega as acusações,
mas Tacla Duran afirma ter provas
periciadas que comprovam uma série
de irregularidades na Lava Jato.
(A reportagem completa sobre o tema é do UOL)
Almeida Castro defendeu a prisão preventiva
do juiz da Lava Jato, Sérgio Moro,
após as revelações do depoimento
de Tacla Duran, realizado esta semana
na CPI da JBS. É caso de “prisão preventiva
com certeza”, disse Almeida Castro.
No depoimento, Tacla Duran revelou que
o advogado Carlos Zuccolo Júnior
negociava com os presos de Curitiba
um abrandamento na pena e permissão
para usufruir de benefícios do crime,
caso fizessem uma delação direcionada.
Zuccolo Júnior é amigo pessoal e
padrinho de casamento de Sérgio Moro,
além de ser sócio do escritório de
advocacia de Rosângela Wolff, esposa de
Sérgio Moro. Zuccolo pedia 1/3 dos
honorários por fora.Veja o vídeo em que
advogado mostra os absurdos das delações
de Curitiba.
Sérgio Moro nega as acusações,
mas Tacla Duran afirma ter provas
periciadas que comprovam uma série
de irregularidades na Lava Jato.
(A reportagem completa sobre o tema é do UOL)
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