5.23.2019

“A Bahia é um lixo”, diz líder do Bozo na Câmara


O líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir (PSL-GO), durante bate-boca ontem (22) afirmou que a Bahia é um lixo.
“A Bahia é um lixo. A Bahia é um lixo governado pelo PT”, ao se referir ao fato de o estado ser administrado pelo governador Rui Costa (PT).
A declaração do líder governista é nitroglicerina pura na véspera da primeira viagem do presidente Jair Bolsonaro (PSL) ao Nordeste após a posse.
“Eles odeiam o Nordeste”, repetiam os oposicionistas nordestino de todas as siglas.
Nas redes sociais a hashtag #cancelanordeste pode voltar com força total nas próximas horas.
Assista ao vídeo:

“O povo da Bahia não merece ser chamado de lixo”, diz deputado do PT

O deputado Zé Neto (PT-BA) repudiou no plenário da Câmara o líder do PSL, delegado Waldir (GO), por ter chamado a Bahia de lixo durante a sessão de ontem (22).Para o parlamentar petista, o líder de Jair Bolsonaro na Câmara deve pedido de desculpas e Zé Neto exigiu que a bancada do PSL se retrate com os baianos no plenário.
“O nosso estado é um dos mais lindos do Brasil, somos nascente desse país, berço da cultura, da musicalidade, da alegria e do turismo”, discursou o deputado do PT, que ainda afirmou que “estamos entre os três estados mais bem administrados, com maiores investimentos na educação, no funcionalismo público e na infraestrutura.”
Zé Neto continuou garantindo que aceitaria qualquer fala que ofenda ou menospreze a Bahia e que desrespeite esse povo guerreiro e trabalhador, que são os baianos.
“A Bahia não merece esse tipo de conduta odiosa, essa conduta fora do padrão, que ofende não só os baianos como todos os brasileiros”, concluiu.
Assista ao vídeo:

PF encaminha à PGR relatório sobre investigação da conduta de policiais no caso Marielle Franco

Por Marco Antônio Martins, G1 Rio
 


Marielle Franco, em foto de fevereiro de 2018 — Foto: Renan Olaz/Câmara Municipal do Rio de Janeiro/AFP/ArquivoMarielle Franco, em foto de fevereiro de 2018 — Foto: Renan Olaz/Câmara Municipal do Rio de Janeiro/AFP/ArquivoMarielle Franco, em foto de fevereiro de 2018 — Foto: Renan Olaz/Câmara Municipal do Rio de Janeiro/AFP/Arquivo
A Polícia Federal encaminhou o relatório sobre a investigação da conduta de policiais nas mortes da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes à Procuradoria Geral da República. O documento está com a procuradora-geral, Raquel Dodge.
A informação foi inicialmente publicada pela colunista Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo, e confirmada pela TV Globo.
Dodge pediu que a PF apurasse a conduta de agentes das polícias Civil e Federal no caso após indícios de irregularidades. Um dos investigados 
foi um delegado da própria PF. O relatório tem 600 páginas.
 no bairro do Estácio, na Região Central do Rio, quando voltava de um 
evento na Lapa. O motorista do veículo, Anderson Gomes, também foi 
atingido e morreu.
Ronnie Lessa e Élcio Queiroz — Foto: Reprodução/TV Globo Ronnie Lessa e Élcio Queiroz — Foto: Reprodução/TV Globo Ronnie Lessa e Élcio Queiroz — Foto: Reprodução/TV GloboNo dia 12 de março deste ano, o policial militar reformado Ronnie Lessa e o ex-PM Élcio de Queiroz foram presos por suspeita de envolvimento no crime. Para os investigadores, Ronnie teria sido o autor dos disparos e Élcio dirigia o carro usado no dia do crime. Ambos estão em um presídio federal fora do Rio. As investigações se concentram na busca pelo mandante.
Em maio deste ano, a Justiça do RJ negou o pedido de liberdade feito pela defesa de Élcio Queiroz. Ficou marcada para o dia 7 de junho a data de instrução e julgamento do caso.
Marielle Franco e Anderson Gomes foram mortos no dia 14 de março, no Rio de Janeiro — Foto: Reprodução/ TV GloboMarielle Franco e Anderson Gomes foram mortos no dia 14 de março, no Rio de Janeiro — Foto: Reprodução/ TV GloboMarielle Franco e Anderson Gomes foram mortos no dia 14 de março, no Rio de Janeiro — Foto: Reprodução/ TV Globo

Federal põe Operação Nêmesis contra a pornografia infantil

Estão sendo cumpridos 28 mandados de busca e apreensão em oito Estados

Federal põe Operação Nêmesis contra a pornografia infantil 
APolícia Federal (PF) deflagrou nesta quinta-feira, 23, a
 Operação Nêmesis contra a pornografia infantil. A ação
 tem por objetivo combater crimes de produção, 
armazenamento e distribuição de material pornográfico
 envolvendo crianças e/ou adolescentes.Estão sendo 
cumpridos 28 mandados de busca e apreensão em oito
 Estados. Cerca de 120 policiais federais participam das
 buscas em São Paulo, no Rio de Janeiro, em Minas 
Gerais, no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina, 
na Paraíba, em Sergipe e no Maranhão.
Os suspeitos irão responder, na medida de suas
 responsabilidades, pelos crimes de pornografia infantil
 previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
O nome da operação, segundo a PF, faz referência 
à mitologia, na qual Nêmesis simboliza a indignação
 pela injustiça praticada e a punição divina diante
 do comportamento desmedido dos mortais. 
Sua função essencial era restabelecer o equilíbrio quando
 a justiça deixa de ser praticada.
A iniciativa coincide com a semana do Dia Nacional
 de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças
 e Adolescentes que é celebrado anualmente em 
18 de maio. A escolha dessa data é em memória do
 caso Araceli, crime que chocou o Brasil na década 
de 70. Araceli Crespo era uma menina de apenas
 8 anos de idade, que foi violada e violentamente 
assassinada em 18 de maio de 1973. Os culpados 
jamais foram identificados e punidos.

Derrota de Moro foi uma vitória do Brasil



Marcelo Camargo/Agência Brasil
A Câmara dos Deputados acaba de aprovar uma derrota, mais uma, para o governo Bolsonaro. Em especial para seu ministro da Justiça, Sergio Moro: por 228 votos a 210, decidiu manter o Coaf com o Ministério da Economia, retirando-o das mãos da pasta da Justiça de Moro.
É uma vitória do país, pois a proposta de um Conselho de Controle de Atividades Financeiras sob a gestão do Ministério da Justiça seria uma daquelas típicas jabuticabas brasileiras. Em qualquer economia capitalista séria mundo afora, o Coaf é gerido no Ministério da Economia, pois é um instrumento importante de política tributária. Através dele, pode-se aplicar medidas a favor de maior justiça na distribuição de impostos e contribuições, por exemplo.
Sob Moro, o Coaf seria transformado em instrumento de polícia política, algo típico de republiquetas de bananas. Acreditar que seria um mecanismo de combate à corrupção, como tentam vender as redes sociais bolsonarianas, é mais uma fakenews dessa turma. Primeiro porque suscita uma pergunta básica: quer dizer então que Paulo Guedes, o titular da Economia, será leniente no trato com os corruptos?
Mais importante que isso: Sergio Moro defende interesses político-partidários específicos, e que sabemos bem quais são. Por exemplo: o que ele faria ao descobrir movimentações financeiras "exóticas" ligadas a seu amigo Aécio Neves? O que faria, na mesma linha, com os grupos milicianos, sobretudo no estado do Rio, sabidamente ligados à família de seu chefe Jair Bolsonaro?
O Brasil não pode continuar aceitando a chantagem diária desse grupo que está jogando o país no buraco. Chega!
Essa derrota, mais uma, mostra a fraqueza e incompetência de Bolsonaro e seu governo. Que sirva também de estímulo para um 30M, na quinta da semana que vem, ainda maior que o já histórico 15M da semana passada, quando mais de 3 milhões de brasileiros foram às ruas contra os cortes criminosos na verba para a Educação.
Sempre na luta!

Menina de 12 anos tem suspeita de intoxicação por causa de ‘slime’

Criança foi levada para um hospital na zona sul de São Paulo onde está internada hás mais de uma semana com infecção e sem previsão de alta

Componente de receita caseira de Slime teria causado alergia na criança

Componente de receita caseira de Slime teria causado alergia na criança

Reprodução/Youtube

Uma menina de 12 anos está internada há mais de uma semana em um hospital na zona sul de São Paulo por suspeita de intoxicação com um famoso brinquedo o entre as crianças: o slime.
Segundo informações da Record TV, a menina chegou ao hospital com um quadro de vômitos e gastroenteríte. No entanto, os exames de sangue da criança não apresentavam alterações. Os médicos só teriam suspeitado da intoxicação com o slime depois de encontrar a menina manuseando o brinquedo no quarto do hospital.
De acordo com a mãe, após exames a equipe médica constatou que a infecção se tratava de uma reação alérgica causada por um componente do brinquedo chamado Boráx.
O slime é uma espécie de geleca que pode ser feita com receitas caseiras pelas próprias crianças usando ingredientes como cola, tinta, purpurina e o borato de sódio.