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2.04.2020
Bolsonaro, cuidado
2.03.2020
Bolsonaro ataca Flávio Dino e leva resposta imediata: "No Maranhão não “inauguramos” pedra fundamental de escola. Aqui a gente inaugura escola. Pronta"
Bolsonaro
disse que educação do NE forma militantes.
Ataque
do presidente vem no mesmo dia em que o governador anunciou o novo piso
salarial de R$ 6 mil para professores do Estado
“Enquanto
uns gritam e tentam chamar atenção com confusão, estamos trabalhando com
seriedade”, disse Flávio Dino
Durante inauguração na manhã desta
segunda-feira (3) da pedra fundamental do Colégio Militar de São Paulo, no
aeroporto Campo de Marte, o presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar
governadores do Nordeste e afirmou que a educação na região forma militantes e
desinforma.
Bolsonaro criticou que a decisão de oito
dos nove governadores do Nordeste em não aderir à iniciativa do Ministério da
Educação (MEC) para a instalação de colégios cívico-militares na região. “Para
eles, a educação vai indo muito bem, formando militantes e desinformando,
lamentavelmente”, afirmou.
Ataque do presidente vem no mesmo dia em
que Flávio Dino (PCdoB), governador do Maranhão, anunciou pelo Twitter que o
novo piso salarial para professores que trabalham 40 horas semanais nas escolas
do Estado será de R$ 6.358,96. Atualmente, o piso nacional é de R$ 2.886,24.
Enquanto Bolsonaro aponta falhas, o
governo do Maranhão expandiu o ensino integral a 74 escolas, ou seja, 25
unidades a mais que no ano passado e uma Escola Bilíngue, com Educação
Infantil, a primeira do estado nesta modalidade.
MP do Rio recebe informação do Disque-Denúncia com plano para assassinar promotora do Caso Marielle
7530 visitas - Fonte: O GLOBOUm alerta do Disque-Denúncia, classificado como importante e de difusão imediata, em agosto do ano passado, fez com que o Ministério Público do Rio (MPRJ) redobrasse a segurança dos promotores que atuam no Caso Marielle. A denúncia trazia a informação de um plano para assassinar a coordenadora do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MPRJ, Simone Sibilio, uma das responsáveis pelas investigações da morte da vereadora Mareielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes, há quase dois anos, e das Operações Intocáveis I e II.
A denúncia informa que a ordem seria do ex-capitão da PM Adriano Magalhães da Nóbrega, acusado de ser o chefe do grupo mais expressivo de assassinos de aluguel do Rio, responsável pela milícia de Rio das Pedras e da Muzema, favelas onde as ações do Gaeco, com o apoio da Polícia Civil, ocorreram de um ano para cá. Na quinta-feira, foi desencadeada a Operação Intocáveis II, na qual 45 mandatos de prisão foram expedidos pela Justiça a pedido do Gaeco. A maioria dos acusados atuava em Rio das Pedras e havia policiais civis e militares a serviço da quadrilha de milicianos, segundo a promotoria.
Um dos denunciados que foi preso nesta quinta-feira é o ex-PM Dalmir Pereira Barbosa. De acordo com a informação do Disque-Denúncia, Adriano, ex-policial do Batalhão de Operações Especiais (BOPE), contaria com o auxílio de Dalmir, um dos chefes do segundo escalão da milícia de Rio das Pedras para o plano do assassinato de Sibilio. O alerta do Disque-Denúncia diz também que ele mora no condomínio Barra Palace e que anda com seguranças. Um deles seria um policial civil conhecido como Lalá, responsável por pagar propinas a policiais de delegacias distritais e especializadas.
Outro dado da denúncia recebida pelo MP é de que o Condomínio Figueiras, na Muzema — onde 24 pessoas morreram vítimas do desabamento de dois prédios, em abril do ano passado — pertence à milícia local. Uma cancela foi colocada na porta do condomínio obrigando os moradores a pagarem para entrar. Além disso, segundo o alerta do Disque-Denúncia, todos os milicianos andam armados e que um dos matadores é Fabiano Cordeiro Ferreira, o Mágico, um dos últimos presos da Operação Intocáveis, do ano passado.
Em nota, o MPRJ informou que a coordenação do GAECO não se manifestaria sobre o assunto. Segundo a assessoria do órgãos informou que "as questões relativas à segurança institucional são absolutamente sigilosas, como é o caso da segurança pessoal de membros e o sistema de proteção daqueles que se encontram em situação de risco potencial". E segue dizendo: "A Coordenadoria de Segurança e Inteligência acompanha todos os casos e tem por rotina adotar as medidas protetivas cabíveis".
Nesta quinta-feira, o presidente do Tribunal de Justiça, o desembargador Cláudio de Mello Tavares, informou que juízes também estão recebendo ameaças de morte por parte do crime organizado, mas especificamente de alvos da Intocáveis II. Há cinco meses, foi criada a 1ª Vara Criminal Especializada no Combate ao Crime Organizado. Os magistrados desta vara já entraram na lista dos milicianos, segundo Mello Tavares
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