11.01.2014

Anvisa prioriza análise de novos medicamentos

Hepatite C

Até o momento, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária já adotou medidas em relação a três processos de registro
por Portal Brasil publicado : 30/10/2014 16h12
Tendo em vista as solicitações de informações recebidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre o procedimento de avaliação de novas terapias para o tratamento da hepatite C no Brasil, a Agência informa que está avaliando novas moléculas para o tratamento das hepatites virais.
Até o momento, a Agência já adotou medidas em relação a três processos de registro. O primeiro foi o início da avaliação dos dados clínicos do medicamento com o princípio ativo simperevir. Nos outros dois casos, foram aprovados pedidos de priorização de análise para os medicamentos com os princípios ativos sofosbuvir e daclatasvir, ambos a pedido do Ministério da Saúde e das empresas solicitantes do registro.
Esses pedidos de prioridade já foram aprovados dentro do que prevê a Resolução da Diretoria Colegiada RDC 37/2014, que disciplina as priorizações de análise de registro de medicamentos.
Sobre a doença
A hepatite C é uma doença causada por um vírus (HCV), sendo transmitida principalmente pelo sangue, contato sexual (rara) ou para os recém nascidos durante a gravidez (rara). Trata-se de uma doença que pode levar à lesões no fígado e até mesmo ao câncer hepático.
Fonte:
Agência Nacional de Vigilância Sanitária

EXCESSO DE SUOR PODE SER TRATADO


Excesso de suor pode ser tratado
Quando o suor ocorre de forma excessiva, causando incômodo, pode ser que a pessoa tenha uma disfunção chamada hiperidrose.

É comum conhecermos alguém que sofra com o suor excessivo. Estas pessoas, muitas vezes, costumam passar até por constrangimentos devido a grande quantidade de suor que produzem, o que gera desconforto e mal estar.

O suor é uma substância composta por água e pequenas quantidades de sais minerais e tem a função de ajudar à regular a temperatura corporal. O problema é quando essa atividade ocorre de forma excessiva, causando incômodo ao indivíduo. Neste caso, a transpiração pode ser considerada uma disfunção chamada hiperidrose. “Na maior parte, a doença atinge as mãos, axilas, pés, mas também pode se manifestar na face, couro cabeludo e outras áreas do corpo. Independente da temperatura - calor ou frio – o suor da pessoa que tem hiperidrose é excessivo”, afirma a dermatologista Juliana Gumieiro.


A doença pode ser caracterizada de duas formas: primária quando não tem uma causa definida ou secundária quando ocorre em consequência de outras patologias. “Estima-se que a doença acomete aproximadamente 5% das crianças. Por exemplo, quando a criança fica muito ansiosa as glândulas sudoríparas fazem uma produção excessiva, ocorrendo o suor. Já na fase adulta, a transpiração excessiva pode ter diferentes causas, como stress, alergias e outras doenças”, afirma a dermatologista.

Tratamento

A dermatologista diz que a orientação é buscar um médico para diagnóstico e tratamento da doença. “Existem hoje formas de tratamento menos agressivas do que a cirurgia, como a aplicação de toxina botulinica (botox). O botox inibe a ação das glândulas sudoríparas e dura aproximadamente 1 ano. A vantagem com relação a cirurgia é que não produz a hipridrose compensatória, onde o corpo para de suar no lugar e começa a suar em outro, como as costas por exemplo. Outras práticas para tratar o problema têm efeito temporário como o uso de clínicos, tópicos e medicações orais”, explicou.

Transpirar em excesso é doença.
Seu nome: hiper-hidrose.
Seu tratamento: cirurgia


Anna Paula Buchalla
 
Fotos Ricardo Benichio

"Aos 3 anos, eu já suava nas mãos. Estraguei mais
de um telefone celular por causa das mãos, que viviam molhadas. Para enxugá-las a todo momento, andava com a bolsa cheia de lenços. Até fiquei conhecida como 'Sarita dos lencinhos'. Ao final do dia, eles estavam invariavelmente ensopados. Durante o estágio de nutrição na faculdade, sentia que algumas pessoas ficavam incomodadas quando eu as tocava. Também era complicado manipular alimentos. Cheguei a procurar ajuda psicológica. Não resolveu. O que funcionou foi a operação. Sinto-me outra pessoa."
Sarita Marques Valentim, 21 anos
Suar é essencial ao organismo. Regula a temperatura do corpo e ajuda a eliminar o excesso de sais minerais. Também é uma forma de extravasar tensão e insegurança. A título de curiosidade, há quem credite a um tremendo suadouro a derrota de Richard Nixon para John Kennedy, na eleição presidencial americana de 1960. Em um debate pela televisão, Nixon deixou má impressão ao transpirar em bicas diante de um Kennedy enxutérrimo (em mais de um sentido). Mas atenção: suar demais, além da conta, é por si só uma doença. Chama-se hiper-hidrose e atinge perto de 2 milhões de brasileiros. Suas causas são psicossomáticas. Ou seja, não se encontrou até agora nenhuma disfunção orgânica que a explicasse. Como não é possível combater o excesso de transpiração com remédio, a hiper-hidrose expõe suas vítimas a um constante martírio social. O problema tende a se manifestar na infância e é aguçado na adolescência, quando a pessoa enfrenta um turbilhão de emoções. Na idade adulta, pode perturbar a vida profissional. Constrangido pela hiper-hidrose, um executivo de uma das maiores redes de supermercados do país, que prefere se manter no anonimato, decidiu construir uma mesa comprida e larga o suficiente para ficar distante dos colegas de trabalho.
As implicações da hiper-hidrose muitas vezes extrapolam o aspecto moral. Técnicos em eletrônica que padecem desse distúrbio volta e meia tomam choques ao manipular equipamentos. Motivo: o suor que cai sobre os aparelhos. Usuários de computador que sofrem da doença são obrigados a trocar os teclados de suas máquinas a cada dois ou três meses – o pingar constante do "humor aquoso incolor", segundo a definição do dicionário, os estraga. Pior ainda era o sufoco dos clientes de um dentista de São Paulo. A boca aberta e a gota escorrendo pela testa do doutor... A estudante de nutrição Sarita Marques Valentim, de 21 anos, conhece bem a repugnância que um doente de hiper-hidrose causa nos outros. Quando ela tinha de mexer em alimentos ou tocar em pacientes, deparava com o olhar de nojo provocado pela umidade de suas mãos. Há um mês, Sarita submeteu-se a uma cirurgia para acabar com o suadouro excessivo.
Costas e barriga – A operação é, sem dúvida, o mais eficiente tratamento contra o mal. A técnica foi introduzida no Brasil pelos médicos José Ribas Milanez de Campos, integrante do grupo de cirurgia torácica do Hospital das Clínicas de São Paulo, e Paulo Kauffman, professor de cirurgia vascular da Universidade de São Paulo. O procedimento é simples, ainda que o paciente tenha de receber anestesia geral. Dois pequenos cortes abrem caminho para que cânulas – uma delas dotada de uma microcâmara – localizem e retirem ou cauterizem os gânglios que estimulam o suor nas mãos e nas axilas (veja quadro). "Graças à tecnologia, esse tipo de operação é, hoje, menos invasivo e arriscado", afirma o doutor Ribas. Quando não contavam com esse aparato, os médicos tinham de tomar cuidado para não lesar certos nervos, como o responsável pelos movimentos das pálpebras. Se algo desse errado, o paciente deixava de transpirar, mas ficava com um olho mais fechado que o outro.
A hiper-hidrose é daquelas doenças que se auto-alimentam. Diante da perspectiva de suar baldes, o doente se aflige e acaba transpirando em dobro. "Suava só de pensar em enfrentar uma reunião e, consequentemente, o nervoso piorava ainda mais o meu tormento", conta o empresário paulista Élcio Burguese, de 41 anos, que fez a cirurgia. O maior inconveniente da operação: em 30% dos casos, o paciente passa a suar com mais frequência nas costas e na barriga. É a maneira que alguns organismos encontram para compensar a falta de transpiração nas axilas e nas mãos. "Esse tipo de suor, no entanto, é menos intenso e socialmente mais tolerável", diz Kauffman. Depende do tamanho da barriga, é claro.
 
"Por volta dos 20 anos, comecei a suar excessivamente nas mãos e nas axilas. Tentei de tudo para controlar o problema: de consultas com dermatologistas a tratamentos alternativos. Nada adiantou. Minha vida social era terrível. Passei a usar apenas camisas brancas para disfarçar o suor. Só dirigia com uma toalha ao lado, para enxugar as mãos. Podia estar um calor danado -- se tivesse de sair, sempre usava uma malha para esconder as marcas do suor. Transpirava só de pensar em enfrentar uma reunião em uma sala fechada. E o nervoso fazia aumentar o meu problema. O que mais me marcou depois da cirurgia foi que pude voltar a usar camisas coloridas."
Élcio Burguese, 41 anos









QUANDO PROCURAR UM ORTODONTISTA

Quando procurar um ortodontista
Os aparelhos ortodônticos corrigem o alinhamento dos dentes através da pressão que exercem sobre eles até alcançar a posição ideal. 

Um sorriso é capaz de abrir portas e conquistar pessoas. E dentes bonitos são, na maioria das vezes, os grandes responsáveis por sorrisos encantadores. Em outras palavras, ter dentes alinhados e mordida correta garantem boa parte do sucesso de um sorriso.

Quando há dentes apinhados, projetados, ou ainda mordidas cruzadas, por exemplo, isso não apenas compromete a aparência, como também pode resultar em problemas na mastigação, fala, respiração, dores de cabeça e até mesmo dores que se estendem dos ouvidos até o pescoço.

Na opinião de Marcelo Viola, professor da Escola de Aperfeiçoamento Profissional da APCD (Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas), a idade ideal para diagnosticar e tratar problemas ortodônticos é aos seis anos ou durante a troca dos dentes de leite.

“Em alguns casos, quando há suspeita ou diagnóstico de um problema mais acentuado ou alguma deformidade craniofacial, é importante levar a criança ao especialista bem cedo. Um exemplo clássico é quando o encaixe dos dentes se dá de forma invertida. É a chamada ‘mordida cruzada’. Outra situação que merece atenção especial é o prognatismo, quando uma das arcadas cresce ou se desenvolve mais em relação à outra. Já quando se desenvolve menos chamamos de retrognatismo”, explica Viola – destacando que sempre é tempo de tentar corrigir a mordida, mesmo para quem passou dos 50 anos.

O especialista afirma que, para avaliar a necessidade de uso de aparelhos, é necessário um bom exame clínico e diagnóstico feito por um profissional qualificado.“Os aparelhos ortodônticos também estão indicados quando o tamanho ou a forma das arcadas dentárias resulta na perda de eficiência ou limitação da função mastigatória, da respiração e até mesmo da fala. Há pacientes que, ao abrir a boca, sempre ouvem um estalo e aqueles que, por já terem dentes mal posicionados, não conseguem fechar a boca corretamente. Para esses, o tratamento é fundamental no sentido de devolver o bem-estar e a confiança de poder falar e se alimentar normalmente, sem constrangimentos”.

Os aparelhos ortodônticos corrigem o alinhamento dos dentes através da pressão que exercem sobre eles até alcançar a posição ideal. Apesar da evolução de conceitos e técnicas, Viola diz que em alguns casos ainda é necessário extrair um ou outro dente para criar espaço e permitir que a pessoa feche a boca com contato natural dos lábios.

Com relação aos adolescentes que estão usando aparelhos nos dentes apenas por modismo e sem consultar um especialista, o ortodontista alerta: “Um tratamento mal conduzido pode comprometer a estrutura dental, gerando desgaste excessivo dos dentes, problemas gengivais, perda de osso de sustentação e até mesmo perda do dente. As pessoas têm que saber que, uma vez iniciado, o tratamento deve ser levado com seriedade e que há casos com limitações. Além disso, a obtenção dos resultados depende da situação inicial encontrada. Pessoas que fumam ou com hábitos como respirar pela boca, projetar a língua e ranger os dentes, por exemplo, costumam levar mais tempo para atingir o resultado final. Daí ser tão importante a parceria firmada entre o paciente e o ortodontista”. 



Saúde Feminina



Sua saúde em particular


Cuide da sua intimidade.

Cuide da sua intimidade

A higiene íntima feminina está rodeada de mitos: a mulher pode fazer ducha? Tem de usar sabonete especial? A limpeza, porém, é a mais simples possível, sem grandes mistérios ou truques, conforme médicos especialistas.
A vagina tem uma proteção bactericida natural e é capaz de se manter limpa sozinha. Sua lubrificação é capaz de manter a parte interna protegida e higienizada sem interferência externa. Inclusive, o exagero de limpeza pode ser prejudicial: sabonetes, duchas internas e outros produtos podem remover essas barreiras naturais e deixar a vagina vulnerável.
A região externa, entretanto, precisa de limpeza diária para evitar doenças, odores impróprios e a proliferação de fungos e bactérias. Ginecologistas apontam uma receita simples para a área da vulva: água morna, sabonete suave (os específicos para área vaginal são os mais indicados) e os dedos. O uso de esponjas ou cotonetes pode irritar e machucar a região íntima, então deve ser evitado.
Sabonetes líquidos especiais são indicados por terem pH (nível de acidez) específico para o controle de fungos e bactérias na área vaginal. Os de barra são menos indicados por facilitarem a proliferação de germes e também por poderem ser compartilhados. Após a limpeza, é importante que a região seja bem seca com uma toalha, de maneira suave.
Menstruação e odores
É normal que a região vaginal tenha um cheiro característico. E isso não significa que ela esteja suja. Se você faz a limpeza diária indicada, não tem por que se preocupar, de acordo com especialistas. Só há razão para preocupação se o odor for muito forte ou diferente do que se está acostumada. Neste caso, é necessário visitar um médico.
Durante a menstruação, algumas mulheres têm a sensação de estarem sujas e até fazem duchas internas. Médicos, no entanto, não recomendam essa prática: além de remover a proteção natural, isso pode deixar a vagina irritada e levar bactérias externas para a região, facilitando a contaminação e o desenvolvimento de doenças.
Absorventes devem ser trocados com frequências e usados apenas no período menstrual. Dê preferência para os do tipo sem cheiro ou outras coisas especiais: esses elementos podem causar irritação. Nesse momento, é importante que a limpeza na região externa seja ampliada, mas sempre com água e sabonete próprio.

Orgulho de ser brasileira - Viva Suassuna, nordestino porreta