Wednesday, December 16, 2009

Alergia; Tipos de Alergia; Recomendações



Recomendações aos pacientes com alergia a medicamentos


1- Não se medicar por conta própria, isto é, sem receita Médica, principalmente injeções, pois poderá correr risco de vida.

2- Os medicamentos não deverão ser usadas sob qualquer apresentação infeções, Comprimidos, Cápsulas, Colírios, Pomadas, etc.

3-Não existe tratamento para Alergia a Medicamento; o principal culpado é não fazer uso deles.

4- Ter junto com seus documentos pessoais, uma lista destes medicamentos.

5- Informar a Médicos e Dentistas e fornecer-lhes a relação dos medicamentos, principalmente em Pronto- Socorro, antes de anestesias e cirurgias.

6- Não é indicado “teste” com drogas: só excepcionalmente e a critério do Médico.

7- Ler com atenção as bulas de medicamentos, observando: composição (fórmula). reações contrárias, precauções e contra- indicações:

I - Derivados Pirazolônicos

1- Conteúdo: Aminofenazona, Aminopirina ou Piramido vendidos sob o nome de: Cibalena, Veramon, Algafan , Tonopan, Espasmoplus, Mioflex, etc.

2- Conteúdo Dipirona: Novalgina, Anador, Conmel, Analgex, Apracur, Barolgin, Citalgan, Magnador, Nevralgina, Beserol, Buscopan composto, Citalgan, Codasal, Dorscopena, Dozetrat, Fluviral, Lisador, Neosaldina, Nevrix, Sedalene Tetrapulmo, etc.

3- Conteúdo: isopirina: Delta-Tomanil, Tomanil, etc.

4 - Conteúdo: Melubrina: Doledon composto, etc.

5- Conteúdo : Fenilbutazona: Butazona, Mioflex, etc.

6- Conteúdo: Oxifenibutazona, Butazolidina, Mioflex, Algi- Tanderil, Tandrexin, etc.

II - Ácido Acetil Salicílico

AAS, Aspirina, Endospirin, Cibalena-A, Alka-Seitzer, Codasal, Coristina, Doril, Doloxene-A, Ronal, Lentocetil, Sonrisal, Procor-S,Tetrex-APC, etc.

III - Penicilinas

1 - Penicilinas Naturais: Benzetacil, Anginopen, Benzotal, Despacilina, Lisocilina Anticatarral, Megapen,Odontovac,Probecilin, Pen-Ven-Oral, Rodicilina , Wycilin, Vacidermon, etc.

2- Penicilinas Semi-Sintéticas:

a) Amoxacilinas: Amoxil, Benzoral. Larocin, Miconcil, etc.

b)Ampicilinas: Amplacilina, Ampivac, Binotal, Benzotal, Cileral, Optacilin, Policilin, Tandrexin 500, etc.

c)Carbemicilinas: Carbemicilina.

d)Epicilinas: Dezacilina

e)Dicloxacilinas: Diclocil

f)Hetacilinas: Versatrex

g)Oxacilinas:Staficilin-N


3- Cefalosporina (sensibilidade cruzada com penicilinas): Ceclor Cefalexina, Cefamox., Keflex, Kefazol, etc.


IV - Sulfas

1- Sulfabenzamidas: Vagi- Sulfa, etc.

2- Sulfacetamida: Ceto-Biotic, Paraqueimol, Sulfalok, etc.

3- Sulfadiazinas: Dienterol, Enterocin, Entibios, Anginotrat, Anginocilina, etc.

4- Sulfadimetoxinas: Madribon, etc.

5- Sulfametoxazol: Gantanol, Infectrin, Asseplum, Bactrin, Bactrex, Espectrim, Selectrim, Septa, Suss, Trimexazol, Orobactrex, Uro-Nebacetim, etc.

6- Sulfametoxipiridazinas: Eregex, Tetra-Biotic, Urotrex, Urotrex, etc.

7- Sulfametrol, Lidaprin, etc.

8- Sulfanilamida: Anaseptil, Anticoccus Pomada, Vacidermon Pomada, etc.

9- Sulfaguadinina: Enteroftal, Enterosseps, etc.

10-Sulfatiazol: Albamicina, Cibazol, Uromix, Uroterra, Uropol, etc.

V- Anti-diabéticos orais

1- Clorpropamida: Diabinese

2 - Talbutamida : Rastinon

3- Sulfaniluréia: Daonil

4- Glipizida Minidiab


Procure o seu médico para diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios.

Por: Dra. Shirley de Campos


Tipos de Alergia

Alergia a alimentos

Alergia alimentar pode ser difícil de diagnosticar porque existem vários tipos de reações adversas a alimentos. Um desses é a alergia alimentar. As reações causadas por alimentos podem ser consideradas:

Intolerância ou reação anormal a um alimento ou um aditivo alimentar. Ao contrário de uma reação alérgica onde o sistema imunológico é ativado e lança uma resposta, a intolerância a alimentos pode ocorrer pela falta de uma enzima necessária para a digestão desse alimento. Por exemplo, pessoas que não produzem lactase, enzima responsável pela digestão da lactose (açúcar do leite) não toleram alimentos com leite. Essa dificuldade de digerir o leite poderá resultar em sintomas desagradáveis, mas não significa uma alergia.

Envenenamento por alimento é uma reação a substâncias tóxicas, bactérias ou parasitas presentes em comida contaminada.

Reações farmacológicas à comida são reações a aditivos alimentares ou a elementos químicos que ocorrem naturalmente nos alimentos. Se você fica nervoso ou irritado ao consumir café, essa é uma reação farmacológica à cafeína.

Alergia alimentar é o resultado de uma reação alérgica a um alimento ou aditivo alimentar. Ela pode se manifestar como náusea, vômito, diarréia, urticária, inchaço nos lábios, olhos, língua e, também, como crise de asma. A situação mais grave de alergia a alimentos é o choque anafilático.

Os alimentos mais associados a choques anafiláticos são amendoins, nozes, mariscos, crustáceos, clara de ovo e sementes, como o gergelim. Os alimentos que mais provocam alergia são: leite de vaca, ovos, amendoim, mariscos e castanhas. Ter alergia a amendoim (que é um legume), não significa ser alérgico a todos os tipos de castanha, mas isso é possível.

Na avaliação da sua condição, seu médico especialista pode aplicar testes ou solicitar dosagens no sangue para confirmar ou descartar a possibilidade de você ser alérgico a alimentos. Se a suspeita se confirmar, o melhor é que você evite os alimentos a que você é alérgico, por menor que seja a sua quantidade.

Alergias de Pele

Eczema

A dermatite atópica, também conhecida como eczema atópico, pode se iniciar já nos primeiros anos de vida. Quando o eczema é provocado por reações alérgicas, ele é chamado de eczema atópico. Neste tipo de dermatite a coceira aparece antes das erupções. Crianças com dermatite atópica com freqüência desenvolvem outras manifestações alérgicas, como rinite e asma.

Se você tem erupção cutânea com coceira por longo período é possível que você sofra de eczema. Embora as lesões eles possam aparecer em qualquer lugar do corpo, é mais comum surgirem na pele do lado interno dos cotovelos e atrás dos joelhos. Seu médico pode suspeitar de eczema se você tiver erupções caracterizadas por áreas secas e inflamadas da pele, com coceira.

Dermatite de contato

A pele pode desenvolver reações alérgicas quando entra em contato com determinadas substâncias. Quando sua pele tem contato direto com plantas, substâncias simples como níquel e cromo, constituintes de cosméticos ou medicamentos tópicos ela pode coçar, se tornar vermelha, e inflamada. Este quadro de erupção cutânea com pequenas vesiculações, prurido e vermelhidão é característico da dermatite de contato. Procure seu médico para receber a orientação adequada à intensidade de sua manifestação.

Dicas para cuidar da dermatite de contato:

• Lave com água quente e sabão a roupa e outros objetos que entraram em contato com o alérgeno para evitar uma nova exposição a ele.
• A secreção que surge com a erupção não vai espalhar a lesão. Isso só acontece se suas mãos estiveram contaminadas pelo alérgeno e você coçar a pele.
• Comprimidos de anti-histamínicos podem aliviar a coceira.
• Faça o possível para não coçar. As erupções da dermatite de contato geralmente não deixam cicatrizes, mas isso pode acontecer se você coçar as feridas e elas infeccionarem. Neste caso é provável que você necessite de antibiótico.
• Corticosteróides tópicos podem aliviar a erupção cutânea.

Urticária

As urticárias surgem na pele como placas vermelhas inchadas e apresentam coceira muito intensa. Duram de poucos minutos a várias horas no mesmo local. De modo geral, aparecem em surtos em diversos locais do corpo e podem se acompanhar de edema (inchaço) em certas regiões, como os lábios e pálpebras, o que chamamos de angioedema.

Existem numerosos fatores que podem desencadear ou agravar surtos de urticária: alimentos, medicamentos, corantes alimentares, exercício, calor, fatores emocionais e picadas de insetos, entre outros. Em casos de urticária, seu médico pode prescrever um anti-histamínico para aliviar a coceira.

Muitas vezes o quadro de urticária adquire grande intensidade e pode durar várias semanas. Nesta situação é comum o especialista investigar além de causas alérgicas, outros possíveis desencadeantes através de exames específicos. Infecções, doenças hepáticas ou de tireóide, assim como, doenças reumáticas podem se acompanhar de surtos de urticária.

Nos casos de urticária de longa duração é comum o especialista orientar cautela com o uso de habituais desencadeantes, como certos medicamentos e os corantes industrializados. Com freqüência a associação de medicamentos é prescrita para controlar as manifestações mais intensas. No entanto, os anti-histamínicos são os medicamentos mais eficazes para controlar a urticária.

Alergia a medicamentos

Alergia a medicamentos é a principal causa de reações anafiláticas, as quais podem ser mortais. As drogas mais associadas a esse tipo de reação são: analgésicos (ácido acetilsalicílico, dipirona), antiinflamatórios, antibióticos, relaxantes musculares, alguns anticonvulsivantes, além de sangue ou seus componentes. Alguns alimentos e aditivos alimentares também podem provocar reações anafiláticas.

Se você tem alergia a remédios é muito importante ter esse tipo de informação impresso entre seus documentos pessoais. Carregar um cartão com os tipos de alergia que você tem pode ajudar médicos e equipes de resgate a tratá-lo com mais precisão. Peça que seu médico lhe oriente na confecção deste cartão de identificação.

Se você suspeita que apresentou reação alérgica a algum medicamento procure orientação especializada para esclarecer a sua condição.

Picadas de Insetos

Embora a maioria das pessoas não seja alérgica a picadas de inseto, muitas delas apresentam reações no local da picada de mosquitos ou pulgas, por exemplo. Isto é mais comum na infância e com freqüência esta hipersensibilidade desaparece na idade escolar ou na adolescência.

Abelhas, vespas, marimbondos e formigas podem provocar reações locais mais intensas e até reações mais graves como a crise anafilática. Isso ocorre como resultado da sensibilização (formação de anticorpos IgE) para componentes do veneno destes insetos. As picadas de formigas, vespas, marimbondos e abelhas são aquelas mais comumente associadas a reações alérgicas graves. Mosquitos, pulgas e outros insetos domiciliares provocam reações locais.

Lembre-se que nem toda pessoa alérgica a picadas de insetos apresenta choque anafilático. No entanto, se você for alérgico, peça orientação a seu médico sobre medicamentos que podem ser necessários em caso de reações agudas graves.

Os sintomas mais comuns após a picada (mesmo para quem não é alérgico) são vermelhidão, inchaço, dor e coceira no local, que desaparecem após algumas horas. A reação local por picada de formiga pode induzir formação de bolha no local da picada e ser mais duradoura. Borrachudos com freqüência provocam reações locais dolorosas, com muita coceira e que permanecem por vários dias.

Mesmo se você não tiver reações alérgicas às picadas de inseto, isso pode causar grande desconforto. Para aliviar a dor você pode:

• Elevar a parte do corpo que foi picada e colocar gelo ou fazer uma compressa fria para diminuir o edema (inchaço).
• Não furar qualquer bolha que possa surgir. Limpe as bolhas com água e sabão para evitar infecções.
• Creme de corticosteróide tópico e anti-histamínico oral podem ajudar a controlar a inflamação e a coceira.
• Se você estiver com muita coceira (mesmo sem reação alérgica) procure um médico para que ele receite a medicação correta para reduzir o inchaço.
• Se o inchaço aumentar, procure cuidados médicos imediatamente.
• Prevenir é o melhor remédio. Diminua o risco de picadas de insetos usando sapatos fechados, meias, luvas e repelentes quando estiver em locais sujeitos a maior exposição.
• Se você é alérgico a picadas de insetos, seu médico pode recomendar que você adote medidas preventivas para evitar o contato e que tenha sempre a mão medicamentos para tratamento imediato de reações anafiláticas.

Reações anafiláticas

Hoje não é tão comum ocorrerem mortes provocadas por choques anafiláticos, pois nem todas as reações são graves a este ponto e também porque existem medicamentos que podem reverter o quadro.

Quando ocorre a anafilaxia, grandes quantidades de histamina e outras substâncias são liberadas pelos mastócitos ao longo de todo o corpo. A liberação de “mediadores inflamatórios” causa a dilatação dos vasos sanguíneos, diminuindo a pressão arterial. As vias respiratórias se estreitam e fica difícil respirar. Sintomas do choque anafilático incluem urticárias, inchaço dos lábios, língua e garganta, náusea, vômitos, dor abdominal, diarréia, falta de ar, queda da pressão, convulsões e perda de consciência.

Estes sintomas surgem rapidamente após o contato com o agente desencadeante. Quando são muito rápidas, essas reações deixam pouco tempo para atendimento hospitalar. Se seu médico suspeitar que você corre algum risco, ele pode recomendar que você tenha sempre à mão um kit de emergência que deve ser usado imediatamente, aos primeiros sinais de um choque anafilático. Não espere que apareçam outros sintomas, pois nunca se sabe a gravidade da reação.

Fale com seu médico, veja se você precisa desse kit e aprenda a utilizá-lo da forma correta. Ensine sua família como usá-lo também e mantenha-o sempre à mão, em lugares como seu carro, trabalho ou cozinha. Se seu filho corre o risco de choque anafilático, mantenha o kit em casa, na escola e deixe-o ao alcance de babás ou qualquer pessoa que estiver cuidando dele. Conheça os locais de atendimento de emergência na sua cidade. Quando viajar, se informe sobre os locais de atendimento na cidade que você está visitando.

Alergia ao Látex

Esse tipo de alergia tem se tornado mais comum recentemente, devido ao grande número de produtos que contêm látex hoje em dia. As reações vão de erupções cutâneas locais a reações graves como o choque anafilático.

O risco de desenvolver alergia ao látex parece ser maior em pessoas que estão constantemente em contato com luvas de látex, como os profissionais de saúde (médicos, enfermeiras, etc.) ou mesmo em crianças que sofrem repetidos procedimentos médicos que as expõem a produtos contendo látex.

Alguns produtos chamados de látex na verdade não contêm essa substância. Um exemplo disso é a tinta látex.

Existe similaridade entre os alérgenos de látex e de alguns alimentos. É possível que pessoas alérgicas ao látex apresentem reação à banana, abacate, castanhas, maçãs, cenoura, aipo, mamão, kiwi, batata ou melão, por exemplo. Inversamente, também se encontram pessoas que sendo alérgicas a estes alimentos acabam desenvolvendo reação a produtos com látex.

Produtos que normalmente contém látex:

• curativos adesivos
• borrachas
• colas
• luvas cirúrgicas e de limpeza doméstica
• bicos de mamadeira
• bolsas para água quente
• bexigas ou balões de aniversário
• chupetas
• cápsulas com óleo para banho
• medidores de pressão arterial
• pegadores (de ferramentas, bicicletas, raquete
• roupas de plástico (como capas de chuva)
• preservativos
• brinquedos e bolas de plástico
• esponjas de cosméticos
• certos tipos de sapatos
• diafragmas
• cortinas de plástico para chuveiro
• roupas de lycra
• elásticos de roupa.

Se você é alérgico ao látex, o melhor a fazer é evitar o contato direto com esses produtos, assim como, ter cautela em ambientes onde produtos com látex são manipulados.

Fonte: Tratando a Alergia (sanofi aventis)

Tuesday, December 15, 2009

Exame do Cremesp reprova 56% dos alunos de Medicina



No total, 621 estudantes do 6º ano do curso fizeram a prova.
Exame é aplicado desde 2005 e a participação não é obrigatória.
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O desempenho dos alunos do último ano dos cursos de Medicina continua abaixo do esperado. Neste ano, nada menos do que 56% dos inscritos no exame do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) foram reprovados, de acordo com os resultados divulgados nesta terça-feira (15).


No total, houve 621 participantes. Segundo o presidente do Cremesp, Henrique Carlos Gonçalves, o alto índice de reprovação demonstra que há deficiências no ensino médico no estado de São Paulo. “O resultado assusta, mas não surpreende”, afirma Gonçalves.

O exame avalia anualmente, desde 2005, o desempenho dos estudantes do sexto ano de Medicina das escolas paulistas. A participação não é obrigatória e o resultado não é pré-requisito para a habilitação do médico ao exercício profissional. "Diferente dos advogados que precisam passar pela prova da OAB, o Cremesp é um mero cartório onde o médico passa para mostrar seu diploma”, diz Gonçalves.

O resultado assusta, mas não surpreende"
Comparado com o resultado de 2008, quando 61% dos inscritos não passaram para a segunda fase da prova, o desempenho dos alunos melhorou.

No entanto, quando se constatam os resultados desde o primeiro ano em que o exame foi instituído pelo Cremesp, fica claro que o problema vem aumentando.

Em 2005, 31% dos inscritos foram reprovados. No ano seguinte, o índice subiu para 38%, chegando a 56% em 2007. “Analisamos nesses cinco anos as escolas médicas e não houve nenhuma melhora nelas”, diz Gonçalves.

Atualmente, segundo o Cresmesp, 25 escolas médicas paulistas formam cerca de 2.600 alunos por ano. O número de participantes no Exame de 2009 é estatisticamente significativo, pois corresponde a cerca de 25% do universo de estudantes.

Os alunos receberão as informações sobre seu desempenho em casa.

MALARIA: Prevenção e tratamento ainda têm de melhorar.

Técnica de Farmanguinhos (Fiocruz) trabalha na produção de remédio contra a malária
.
Cerca de 40% da população mundial está sob o risco da doença.
O aumento das verbas para o combate à malária está começando a dar resultados, mas a prevenção e o tratamento ainda têm de melhorar, disse a Organização Mundial da Saúde na terça-feira (15).

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O Relatório Mundial da Malária 2009 apontou um "progresso significativo" na distribuição de mosquiteiros e medicamentos, em grande parte graças ao aumento de verbas, de 300 milhões de dólares em 2003 para 1,7 bilhão de dólares em 2009. Mas a OMS disse que ainda são precisos outros 5 bilhões de dólares anuais.

"O tremendo aumento no financiamento para o controle da malária está resultando na rápida ampliação das ferramentas de controle de hoje", disse a diretora-geral da OMS, Margaret Chan, em nota.

"Isso, por sua vez, está tendo um profundo efeito sobre a saúde --especialmente a saúde das crianças na África Subsaariana. Em suma, a ajuda ao desenvolvimento para a saúde está funcionando."

Cerca de 40% da população mundial está sob o risco da malária, doença potencialmente letal transmitida por picadas de mosquitos.
Ela mata mais de 1 milhão de pessoas por ano, e as crianças representam cerca de 90 por cento das mortes nas áreas mais afetadas da África e Ásia.

Resistência ao medicamento

A luta contra a malária é prejudicada pela resistência à cloroquina, o medicamento mais barato e acessível. Também é cada vez mais comum a resistência a sulfadoxina-pirimetamina, uma alternativa também barata.

Por isso, a melhor opção de tratamento hoje é o coquetel chamado ATC, produzido por laboratórios como Novartis e Sanofi-Aventis, mas que é bem mais caro.

A OMS apontou uma difusão bem maior dos mosquiteiros tratados com inseticidas em comparação a anos anteriores. Em 2008, mais da metade dos lares tinha essas redes em 13 dos 35 países africanos mais afetados.

O uso do coquetel ATC está crescendo, mas continua sendo baixo na maior parte dos países africanos. Menos de 15 por cento das crianças doentes têm acesso a essas drogas.

Em países com maior cobertura dos programas de distribuição de mosquiteiros e tratamentos, como Eritreia, Ruanda, São Tomé e Príncipe, Zâmbia e Tanzânia, os casos de malária e as mortes pela doença caíram pela metade, segundo o estudo.

Isso sugere que as metas internacionalmente aceitas para a redução da malária são factíveis, desde que as intervenções corretas sejam suficientemente difundidas, acrescentou o relatório.

Os lugares mais bem sucedidos no combate à malária também registram forte declínio na mortalidade infantil como um todo, o que sugere que os esforços de controle da malária poderiam ajudar muitos africanos a alcançar em 2015 a meta de reduzir em dois terços sua mortalidade infantil.

Descoberto o gene do cabelo encaracolado



Cansada de usar produtos para deixar seus cabelos com lindos e maleáveis cachos? Pois se depender dos cientistas, seus problemas terminaram. Acaba de ser identificado o gene que define se a pessoa terá cabelos cacheados ou lisos.

A descoberta foi feita pelo Instituto de Pesquisa Médica de Queensland, na Austrália, e noticiada esta semana pelo respeitado jornal inglês Telegraph. A novidade deixou o mercado de produtos de beleza para cabelos em polvorosa. Blogs e fóruns discutem a possibilidade de uma pílula para cachear os cabelos.

A pesquisa, conduzida pelo cientista Nick Martin, comprovou que o gene “trichohyalina” é o responsável pelos cachinhos. Além de servir para saber se seu bebê recém-nascido vai ter cabelos lisos ou não, a descoberta terá utilidades menos fúteis, como ajudar em investigações policiais.

“Seremos capazes de refinar pesquisas de DNA em cenas de crimes, dizendo se o criminoso tinha cabelos lisos ou encaracolados. Já podemos identificar as cores dos olhos e da pele do criminoso, agora temos outra informação relevante para um resultado mais assertivo”, revelou o cientista na matéria.

A pesquisa foi feita em cinco mil gêmeos na Austrália, descendentes de europeus, por um período de mais de 30 anos. Chegou-se à conclusão de que 45% dessa população tem cabelo liso, 40% ondulado e 15% encaracolado. Os estudos também comprovaram que esse é um gene hereditário e a chance de uma mãe passá-lo para o filho é de 90%.

A descoberta mobiliza os grandes conglomerados de beleza, visto que tratamentos químicos para alisar e encaracolar os cabelos enchem as prateleiras de salões e farmácias do mundo inteiro. “Agora, poderemos desenvolver tratamentos para deixar os cabelos lisos ou encaracolados, em vez de aplicar técnicas diretamente nos fios”, confirmou o cientista, que, segundo a matéria do jornal inglês, já tem reuniões marcadas com uma grande empresa de cosméticos francesa, em janeiro.

A cama na varanda: Sem contato físico

Rio - O brasileiro é tido como um povo comunicativo. Há quem diga ter muitos amigos, com ótima troca afetiva. Mas será que as pessoas se tocam o suficiente? Parece existir entre nós uma carência profunda daquilo que mais desejamos: tocar, abraçar, acariciar. E isso vem desde muito cedo. Estudos mostram que entre as causas menos conhecidas para o choro em bebês está a necessidade de serem acariciados. Muitas mães rejeitam um contato mais prolongado com seus filhos com base na falsa suposição de que dessa forma eles se tornarão profundamente dependentes delas.

Não são poucos os pais que evitam beijar e abraçar os filhos homens, porque temem que assim se tornem homossexuais. Mesmo dois grandes amigos se limitam a expressar afeto dando tapinhas nas costas um do outro, enquanto as amigas trocam beijinhos impessoais quando se encontram.

A pele, o maior órgão do corpo, até há pouco foi negligenciada. Ashley Montagu, um especialista americano em fisiologia e anatomia humana, se dedicou, por várias décadas, ao estudo de como a experiência tátil, ou sua ausência, afeta o desenvolvimento do comportamento humano.

A linguagem dos sentidos, na qual podemos ser todos socializados, é capaz de ampliar nossa valorização do outro e do mundo em que vivemos, e de aprofundar nossa compreensão em relação a eles. Tocar é a principal dessas linguagens. Afinal, como ele diz, nosso corpo é o maior playground do universo, com mais de 600 mil pontos sensíveis na pele.

O sexo tem sido considerado a mais completa forma de toque. É possível ficar muito tempo acariciando alguém sem repetir nunca a mesma sensação. Em seu mais profundo sentido, o tato é a verdadeira linguagem do sexo. É principalmente através da estimulação da pele que tanto o homem quanto a mulher chegam ao orgasmo, que será tanto melhor quanto mais amplo for o contexto pessoal e tátil.

Montagu acredita que a estimulação tátil é uma necessidade primária e universal. Ela deve ser satisfeita para que se desenvolva um ser humano saudável, capaz de amar, trabalhar, brincar e pensar de modo crítico e livre de preconceitos. O psicoterapeuta José Ângelo Gaiarsa reforça as idéias de Montagu afirmando que "para todos os seres humanos é fundamental o contato, o toque, a proximidade, a carícia. Por isso estamos tão doentes. Falta-nos proximidade, contato; não trocamos carícias nem gostamos que toquem em nós. Quanto mais civilizados, mais asséptico, mais distante e mais frio. Só palavras. Pouca mímica. Nenhum contato. Por isso foi tão fácil inventar robôs."

POR REGINA NAVARRO LINS

Medicamentos para ejaculação precoce (dapoxetina)

Medicamentos para ejaculação precoce ajudam a tratar o problema, mas devem ser usados com cautela

Um em cada cinco homens sofre com a ejaculação precoce, principalmente os mais jovens, de acordo com dados da Sociedade Brasileira de Urologia. Apesar de ser tratado com antidepressivos há anos, somente agora os médicos conseguiram criar um comprimido de curta duração que melhora o quadro.

O medicamento, que chega no início do ano no Brasil, funciona como uma espécie de "anti-Viagra", retardando a ejaculação do paciente uma hora após sua ingestão. Mas médicos alertam que a dapoxetina (princípio ativo da droga), deve ser usado com cautela, já que não trata a raiz do problema.

Especialistas dos Estados Unidos, onde o remédio é permitido, afirmam que é cedo para trocar outros tratamentos por uma pílula mágica. Em matéria publicada nesta segunda-feira no "New York Times", eles criticam o investimento pesado da indústria farmacêutica, que logo transforma distúrbios secundários em doenças.

" O remédio pode ser uma muleta eficaz e aumentar a autoestima do homem "

- Não existe uma única definição para ejaculação precoce, e é por isso que nem sempre é fácil tratá-la. Geralmente, o diagnóstico é feito de duas maneiras. Ou quando a ejaculação acontece em menos de dois minutos, ou se o homem sempre ejacula antes de satisfazer a mulher - explica o urologista Archimedes Nardozza, chefe do Departamento de Andrologia da Sociedade Brasileira de Urologia.

Ansiedade, estresse, uma nova parceira, expectativas exageradas em relação ao sexo, muito tempo em abstinência e insegurança são as causas mais comuns. Raramente, a ejaculação prematura é causada por algum problema físico, por isso os urologistas geralmente indicam um tratamento que tenha uma abordagem emocional.

- O remédio pode ser uma muleta eficaz e aumentar a autoestima do homem. Mas na maioria dos casos também é necessário tratar a ansiedade e a insegurança masculina - completa o médico.

Por enquanto, só estão disponíveis no mercado brasileiro os antidepressivos que atuam no sistema nervoso central, diminuindo a ansiedade, ou os cremes, preservativos e géis tópicos, vendidos em farmácias e sex shops.

- Não costumo recomendar esses cremes ou preservativos, pois eles contêm xilocaína, um tipo de anestésico que diminui a sensibilidade da pele. O tiro pode sair pela culatra, já que também diminui a sensibilidade da mulher.
O Globo

Ginástica Cerebral: Técnica estimula o cérebro e pode ajudar na hora das provas




A técnica estimula o desenvolvimento da capacidade do cérebro e melhora o desempenho nas provas.
Atenção: é preciso apurado controle motor para os exercícios!

Concentração:
Coloque dois dedos na reentrância da base do crânio. Posicione a outra mão no umbigo.

Respire puxando a energia para cima. Após um minuto, inicie o movimento utilizando a outra mão para tocar a outra reentrância da base do crânio (lado oposto ao primeiro). Repita o exercício três vezes.

Memorização:
Coloque uma mão no umbigo.
Esfregue o peito firmemente com a outra mão, para a direita e para a esquerda.
Olhe para cima e acompanhe com os olhos as linhas divisórias da parede com o teto.

Para evitar o branco na hora da prova
Durante 1 minuto, massageie o centro da testa, acima dos olhos.
Isso aumenta o fluxo de sangue no lóbulo frontal, a parte rica e nobre do cérebro. Excelente para rapidez de raciocínio, planejamento, criatividade. A massagem pode ser no sentido horário ou anti-horário, conforme a preferência de cada pessoa.
Por Carlos Maurício Prado

Aprender ainda é a melhor ginástica para os neurônios
Para especialistas, jogos são válidos, mas não bastam para estimular o cérebro.
Estudo de línguas, aulas de dança e leitura são a receita, aliados ao bem-estar físico.

Daniella Clark

Tania Guerreiro e seus alunos: oficina no Rio é dedicada à memória (Foto: Divulgação)Aprender a aprender: enquanto se multiplicam sites, jogos e exercícios que prometem turbinar os neurônios, o aprendizado ainda é, para especialistas, a melhor receita de “malhação cerebral”.


Segundo médicos e neurocientistas, enquanto jogos como palavras cruzadas, sudoku, quebra-cabeça baseado na colocação lógica de números, ou charadas matemáticas exercitam capacidades específicas do nosso cérebro, o estudo de línguas, aulas de dança, de instrumentos musicais ou mesmo uma boa leitura o protegem de doenças e o ajudam a ficar mais resistente. Tudo isso aliado a boas noites de sono e atividades físicas.


“Não existe a receita: fazer palavras cruzadas basta. Não basta. O que se sabe que confere proteção, ajuda o cérebro a ficar mais resistente é o estudo de uma maneira geral. O importante é aprender a aprender. Criar o hábito de exigir o seu cérebro”, explica a neurocientista da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Suzana Herculano Houzel, autora do livro “Fique de bem com seu cérebro”, lançado recentemente pela Editora Sextante.


“Se você faz palavras cruzadas, desenvolve o raciocínio espacial com letras, mas é só isso. Se gosta de charadas matemáticas, desenvolve o raciocínio lógico e matemático. Não existe fórmula mágica. Fazer palavra cruzada e sudoku é bom, mas nada disso basta. É legal combinar isso com outras coisas”.



Oficina no Rio é dedicada à memória

Idosos em sala na Oficina da Memória: aprendizado é estimulado por problemas de raciocício lógico e abstrato, desenhos e teatro. (Foto: Divulgação)Na Oficina da Memória, no Rio, há 17 anos a palavra cruzada dá lugar a cursos em que a aprendizagem é estimulada por meio não só de jogos, como também problemas de raciocício lógico e abstrato, desenhos e teatro, entre outras técnicas. E o público-alvo não se restringe à terceira idade: há aulas oferecidas a empresas, adolescentes e crianças. Nesse último caso, o objetivo é estimular o aprendizado de uma forma mais lúdica.

“Só exercitar a mente com jogos e exercícios é muito pouco. Nossa proposta é sensibilizar a pessoa para seu aprendizado constante. Não adianta jogar e não cuidar da pressão arterial e do bem-estar físico. Os jogos são válidos, mas se feitos com equilíbrio e variados”, explica Tania Guerreiro, médica geriatra especialista em memória, diretora da oficina.

Jogos e cérebro: parceiros de longa data
Para o neurocientista Sidarta Ribeiro, diretor de pesquisa científica do Instituto Internacional de Neurociências de Natal, no Rio Grande do Norte, jogos e cérebro são uma dobradinha antiga. Novo é o computador, que aumentou a complexidade dos jogos.

“Não necessariamente são mais eficazes”, explica Sidarta, ressaltando que pensar é sempre bom e jogar é botar o cérebro para funcionar. “Um ponto é se é divertido ou não. Outro aspecto é se aquilo vai causar uma mudança no aprendizado. A pessoa pode ficar muito boa em apertar o mouse do computador, é um aprendizado motor. Isso é bom na vida real? Não, só no jogo. Mas jogar xadrez é melhor do que nada. A pessoa pode se especializar num único jogo e ele ser muito completo”.

Reprodução
O site Racha Cuca traz jogos que desafiam o raciocínio lógico. (Foto: Reprodução)Foi como passatempo que os irmãos Tiago e Vinícius Serafim, de 23 e 19 anos, ambos estudantes de Ciência da Computação na Unicamp, criaram dois sites que atraem fãs de jogos que desafiam o raciocínio lógico. O primeiro, www.sudoku.hex.com.br, que entrou no ar em 2005, foi, segundo eles, a primeira versão em português do Sudoku. Menos de um ano depois veio o rachacuca.com.br. Ambos recebem de seis mil a oito mil acessos por dia.

“É bom para exercitar o cérebro e como diversão. Além de usar a lógica, é um passatempo também”, conta Tiago, que busca jogos na internet e os traduz para português.

Se aqui o objetivo é divertir, lá fora é lucrar. No site BrainBuilder, a promessa é melhorar a memória e prevenir o envelhecimento do cérebro em menos de dez minutos por dia, por US$ 7,95 por mês. Já o My brain trainer se define como um ginásio cerebral virtual. O site oferece ao internauta um exercício gratuito (em inglês) como teste.

Correntes nos Estados Unidos defendem exercícios
A prática de exercícios de estimulação cerebral é defendida por duas correntes, nos Estados Unidos. Uma delas é a neuróbica, ou aeróbica dos neurônios, apresentada no livro “Mantenha seu cérebro vivo” (Editora Sextante), de Lawrence Katz e Manning Rubin. Com mais de cem mil exemplares vendidos no Brasil, o livro traz exercícios que prometem melhorar a capacidade cerebral. Defende-se, por exemplo, que um dos caminhos seria a quebra da rotina, como destros escovarem os dentes com a mão esquerda.

“Escovar o dente com a mão esquerda não vai fazer você ficar mais inteligente”, rebate a neurocientista da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Suzana Herculano Houzel.

Já a “ginástica cerebral”, criada por Paul E. Dennison, doutor em educação pela Universidade do Sul da Califórnia, defende a prática de exercícios que atingiriam determinadas partes do cérebro. “Movimento é a porta do aprendizado”, escreve ele em seu site. Segundo o publicitário e advogado Luiz Eduardo Gasparetto, no Brasil, a marca “ginástica cerebral” foi registrada pela empresa Serap, da qual ele é diretor, e que oferece programas de exercícios para o cérebro a empresas há três anos.

A gestão estratégica da Qualidade na Indústria Farmaceutica



A vantagem competitiva não pode ser compreendida observando-se a empresa como um todo. Ela tem sua origem nas inúmeras atividades distintas que uma empresa executa no projeto, na produção, no marketing, na entrega e no suporte de seu produto. Cada uma destas atividades pode contribuir para a posição dos custos relativos de uma empresa, além de criar uma base para a diferenciação.

Uma vantagem de custo, por exemplo, pode resultar de fontes
de um sistema de distribuição física de baixo custo, um processo
de montagem bem eficiente ou a utilização de uma força de vendas superior.
A diferenciação pode originar-se de fatores similares e diversos, inclusive a
aquisição de matéria-prima de alta qualidade, um sistema ágil de atendimento
a clientes ou a um projeto de produto superior (PORTER, 1990, p. 31).

Produtividade,inovação e competência são elementos essenciais ao sucesso numa gestão de qualidade . A globalização tornou o mundo pequeno,muito mais competitivo e as mudanças se dão muito rapidamente e as empresas que não se adaptarem estão fadadas ao fracasso.
As empresas são levadas a se sustentarem e dessa forma necessitam anteciparem às e mudanças, modernizando-se e expandindo sua capacidade de aprendizagem e inovação.

O processo de crescimento consolida-se através do investimento em sua força de trabalho, na melhoria contínua de seus processos e num sistema de gerenciamento da Qualidade que garanta a confiabilidade de seus produtos junto ao mercado globalizado.

A gestão estratégica da Qualidade corresponde a uma visão que se insere no planejamento estratégico da organização, para tanto é uma necessidade melhoria nos nos processos industriais, serviços mais modernos, como um fatores de competitividade frente indústria farmacêutica mundial.

A indústria farmacêutica, é um setor relevante para a economia e, principalmente, para a política de saúde. O seu produto final(medicamento) é regulado por normas próprias, que são obrigatórias para a indústria farmacêutica e estão inseridas nas Boas Práticas de Fabricação(BPF.

A multiplicidade de itens concernentes ao aspecto básicos do conceito da qualidade é fundamental. A meta da Gestão da Qualidade é direcionar toda a atividade produtiva para o atendimento ao consumidor ou cliente final, que no caso de empresa pública é o cidadão.

O que é qualidade
De acordo com Costa e Cardoso (1995), gerenciar qualidade é uma doutrina comparável em importância às escolas de pensamento administrativo, como a de Fayol, Taylor ou Mayo. No entanto, esta apresenta conceitos diferentes em muitos aspectos. A começar pelo que seja qualidade.

A definição do termo qualidade pode depender do âmbito em que ocorre. Possui interpretações diversas em diferentes empresas, conforme grupos de uma mesma organização, de acordo com o entendimento de cada indivíduo. Essas diferenças existem, de acordo com Costa (1990), porque as pessoas partem de diferentes premissas, ou seja, o significado da palavra qualidade.

No sentido de desmistificação do conceito de qualidade, pode-se destacar o trabalho do pesquisador americano David A. Garvin que, em 1984, publicou nos Estados Unidos um artigo entitulado "O que significa, realmente, a ‘qualidade do produto’?", onde foram propostas algumas abordagens básicas de qualidade e, dentro delas, apresentados conceitos diversos sobre o que seja, realmente, qualidade. Além de destacar o aspecto dinâmico do termo qualidade, o autor mostrou que o conceito sofre modificações simultâneas às atividades de concepção, projeto, fabricação e comercialização do produto. Assim, foram listadas cinco abordagens gerais para definir qualidade, as quais foram novamente publicadas em 1992 pelo mesmo autor: transcendente, centrada no produto, centrada no usuário, centrada na produção e centrada no valor.

De acordo com Paladini (1996), estas abordagens preocupam-se com aspectos básicos da qualidade e, por isso, devem ser consideradas. Assim, por exemplo, a abordagem centrada no produto fixa-se em aspectos como performance e durabilidade; a abordagem centrada no usuário preocupa-se com estética e conveniência para uso; já a abordagem centrada na produção fixa-se em confiabilidade e conformidade. Assim, as diversas características do produto precisam todas ser consideradas e as diversas abordagens ressaltam a importância desta análise global.

Costa e Cardoso (1995) afirmam que a definição de um conceito para a qualidade é um importante passo para se identificar como satisfazer plenamente os clientes. Assim, é fundamental que se posicione este conceito dentro da estratégia competitiva que a empresa deseja adotar. Ressaltam as autoras que esta definição mantém a administração e funcionários focados sobre o que realmente é importante.

Existem ainda algumas definições de alguns dos chamados "gurus da qualidade" como Deming, Juran, Crosby, Feigenbaun e Ishikawa. Destaca-se a definição de Ishikawa pois nele o termo qualidade é interpretado de forma mais ampla e significa "qualidade de trabalho, qualidade de serviço, qualidade de informação, qualidade de processo, qualidade de divisão, qualidade de pessoal, incluindo operários, engenheiros, gerentes e executivos, qualidade de sistema, qualidade de empresa, qualidade de objetivos, etc.. O enfoque básico é controlar a qualidade em todas as suas manifestações" (Ishikawa, 1993, pg. 44). O autor ainda enfatiza a importância da percepção rápida por parte das empresas das exigências crescentes do mercado.

É afirmação freqüente de Ishikawa (1993, pg. 38-39) que o "controle de qualidade começa com a educação e termina com a educação. (...) Quanto mais forem educados os empregados, mais benefícios serão auferidos pela empresa e pelos próprios empregados". Por isso o conceito de qualidade deve ser amplo, porque, como diz Ishikawa, esta começa com ações na empresa, que educa e treina seus integrantes e ajuda a promover a qualidade em toda a nação.

Diz Paladini (1994) que qualidade é muito mais do que algumas estratégias ou técnicas estatísticas. É, antes, uma questão de decisão, que se reflete em políticas de funcionamento da organização.

Afirma o autor que o produto terá boa qualidade na medida que, da forma mais ampla possível, puder satisfazer tanto ao consumidor quanto à empresa. Daí entende-se a necessidade e a importância de, nos diferentes momentos do processo produtivo, em diferentes aspectos de um mesmo produto e em situações diversas, utilizar-se abordagens diversas para um mesmo conceito. Paladini (1996) conclui dizendo que qualidade é um conjunto de elementos básicos que, ao atuarem sobre o produto, permitem que a ele seja atribuída uma "boa qualidade".

Evolução da qualidade

A idéia de praticar qualidade é bastante antiga podendo ser verificada em todos os campos do empreendimento humano. Contudo em indústrias e, mais recentemente, em fornecedores de serviços, a qualidade tem sido explicitada com mais clareza e intensidade a partir da Segunda Guerra Mundial.

Os conceitos que orientam os programas de qualidade nasceram, basicamente, nos Estados Unidos, mas foi o Japão o país que primeiramente aplicou e desenvolveu tais conceitos, tornando-os parte integrante do processo educativo e, portanto, cultural, do povo japonês.

Segundo Costa e Cardoso (1995), o progresso japonês ocorreu por trabalho metódico durante 20 anos, no pós-guerra em torno de 1950 a 1970, quando se fez notar no mercado mundial. O que de fato conseguiram foi fruto de técnicas conhecidas adaptadas à sua realidade, pelo desenvolvimento de sistemas integrados incluindo aspectos comportamentais, gerenciais e de produção.

Este processo teve início a partir de 1951, ano em que Edward Deming visitou o Japão e para lá levou a idéia do PDCA (Plan - Planejar, Do - Fazer, Check - Controlar, Act - Atuar), divulgado por ele como o ciclo de Shewhart (que, em 1931, lançou as bases para o Controle da Qualidade em sua obra "The Economic Control of Quality of Manufactures Product") (Deming, 1990). Deming também levou consigo a noção de medida, isto é, o conceito de que "quem não mede, não gerencia".

Estes dois conceitos, "medir" e "planejar para melhorar" (que é a essência do PDCA), formaram uma primeira base conceitual do programa da qualidade japonês (Costa, 1990).

Por volta de 1954 surgem as teorias motivacionais de Maslow, nos Estados Unidos. Maslow deixa claro que a motivação para o trabalho não depende das recompensas financeiras. Estas, se deficientes, causam a desmotivação. Os fatores motivacionais, de acordo com o autor, são de natureza social.

É em 1954 que Juran chega ao Japão levando consigo outras idéias para a melhoria da qualidade e, entre elas, o conceito de trabalho em equipe.

O trabalho em equipe consegue promover fatores motivacionais de uma escala superior na chamada "hierarquia das necessidades de Maslow": estima, status e auto-realização. Surge aí a semente do CCQ - Círculo de Controle de Qualidade, que passa a ser difundido no Japão a partir de 1961.

A visita do Dr. Juran marcou uma transição nas atividades de controle de qualidade no Japão, passando de lidar primariamente com tecnologia baseada em fábricas para uma preocupação global com toda a administração (Ishikawa, 1993).

Alguns anos depois, e já na década de 70, ganha corpo o conceito, originário do marketing, de que a satisfação do cliente é o objetivo maior da qualidade. Este entendimento é de origem americana e difere do conceito de qualidade europeu, centrado nas especificações técnicas.

Tem-se então, duas linhas de ação (Garvin, 1992):

- A européia, onde se busca a qualidade através das relações fornecedor-empresa, regidas por especificações técnicas.
Surge então o conjunto das normas ISO 9000, que tiveram sua importância bastante ampliada com a decisão européia de exigir a certificação dos fornecedores quanto à sua capacidade de atender às especificações técnicas para a contratação de fornecedores. O essencial das normas ISO 9000 ( ISO - Internacional Standard for Organization) é o reconhecimento de que a avaliação do produto ou serviço deve ser substituída pela auditoria de processo (volta-se ao princípio de que "deve ser feito certo na primeira vez").
- A americana, onde as ações estão dirigidas para satisfazer os desejos do cliente externo à organização.
Esta linha de ação privilegia a ação de marketing, embora não elimine a conveniência de existir a certificação pelas normas ISO 9000. A diferença, portanto, não representa conflito, mas diversidade estratégica.
Como resultado desta postura, as organizações buscam fortalecer as áreas que mantém contato com o cliente, para ampliar a sua ação efetiva.

No que se refere à qualidade ambiental, no princípio, as organizações precisavam preocupar-se apenas com a eficiência dos sistemas produtivos. Até certa altura, que se pode situar ainda nos anos 60, essa foi a mentalidade predominante na prática da administração, refletindo a noção de mercados e recursos ilimitados. De acordo com Tibor (1996), antes do desenvolvimento de regulamentações ambientais extensas, questões ambientais eram de preocupação não só de gerentes ambientais especializados, mas de engenheiros e pessoal técnico com diversos antecedentes profissionais e gamas de responsabilidade.

As exigências legais na área ambiental eram limitadas. As regulamentações relacionadas à obtenção de alvarás e a execução de rotinas de monitoração eram relativamente estreitas em seu escopo. O desenvolvimento do envolvimento das organização com o meio ambiente está melhor explorado no próximo item "evolução da preocupação ambiental".

Ao final da década de 70, o conceito de qualidade, que estava até então bastante voltado para os produtos, passa a ser estendido aos processos. Ocorre a difusão do conceito de "Qualidade Total".

De acordo com Ishikawa (1993), a essência do TQC - Total Quality Control (Controle da Qualidade Total) é o princípio da Garantia da Qualidade. Esta última significa, ainda segundo o autor, "garantir a qualidade de um produto para que o consumidor possa comprá-lo com confiança e usá-lo por um longo período de tempo com satisfação e confiança" (pg. 77).

Qualidade Total passa a compreender a prática da excelência em todas as fases do processo, seja este destinado ou não à confecção de um produto, e o conceito de cliente é ampliado, passando a compreender o cliente interno (o empregado), o fornecedor, o acionista, os parceiros na prestação dos serviços e, enfim, a comunidade que interage com a organização.

Nos anos 90 o conceito de Qualidade Total incorpora a expressão "satisfazer o próximo cliente", isto é, cada célula da organização deve satisfazer as células que recebem o seu serviço.

Produzir com Qualidade Total passa a assumir um papel estratégico na sobrevivência das organizações devido à maior concorrência, às maiores exigências governamentais e aumento do número de processos de indenização (Garvin, 1992).

A qualidade é uma adequação ao uso. A qualidade é o grau de ajuste de um produto à demanda que pretende satisfazer.

A qualidade enquanto adequação ao uso atende a ambos os aspectos – evolução e competitividade. Esse conceito define um objetivo básico da Gestão da Qualidade e também uma estratégia fundamental para alcançá-lo.

A melhoria contínua tem sido considerada sinônimo da qualidade total. “Gestão da Qualidade Total é o processo destinado a investir, continuamente, em mecanismo de melhoria, ou seja, de aumento da adequação de produtos e serviços ao fim a que se destinam” (PALADINI, 2000:31).

Pelos conceitos expostos, torna-se difícil diferenciar a Gestão da Qualidade da Gestão da Qualidade Total. Isso porque essa questão envolveria diferenciar qualidade de qualidade total.

A melhoria contínua pode ser considerada sinônimo de qualidade total, o que confere uma especificidade própria à Gestão da Qualidade Total.
Outra definição muito relevante de Gestão da Qualidade Total foi estruturada por um dos mais ilustres autores da qualidade em nosso tempo, Joseph

“A Garantia da Qualidade é uma função da empresa, representada por um departamento independente, que tem como finalidade confirmar que todas as atividades da qualidade estão sendo conduzidas da forma requerida” (CAMPOS, 1992:100).

A garantia da qualidade dentro da gestão da qualidade é uma conquista, é um estágio avançado de uma empresa que praticou de maneira correta o controle da qualidade em cada projeto e em cada processo (rotina) e conseguiu manter um sistema confiável de produção de produtos ou serviços que satisfazem totalmente as necessidades de seus consumidores.

A garantia da qualidade é alcançada pelo gerenciamento correto de todas as atividades da qualidade em cada projeto e processo, buscando sistematicamente eliminar totalmente as falhas, pela constante preocupação com a satisfação total das necessidades do consumidor e pela participação e responsabilidade de todos da empresa.

A garantia da qualidade na gestão da qualidade busca o “defeito zero”.
Garantia da qualidade, para sua adequada funcionalidade, exige a participação e integração de todos os setores técnicos e administrativos de uma empresa.

A garantia da qualidade é um processo sistemático de verificação para certificar que a inspeção da qualidade e as operações de controle da qualidade estão sendo conduzidas de forma correta, e, por outro lado, verificar se os setores de desenvolvimento e produção estão trabalhando no sentido de manter o nível
de qualidade.

É também importante na garantia da qualidade que a alta administração da empresa participe, incentivando as atividades, os resultados da inspeção da qualidade e as operações de controle da qualidade.

A garantia da qualidade pode ser definida como a atividade de prover às partes interessadas a evidência necessária para estabelecer a confiança de que a qualidade está sendo conduzida adequadamente.

A Consciência e Percepção da Qualidade

A estratégia gerencial de envolvimento dos recursos humanos com a qualidade é fundamental para o sucesso da gestão da qualidade.
O conceito corrente da qualidade traduz valores que os consumidores associam com os produtos ou serviços (DENTON, 1994).

Por isso, compreende-se a origem dos equívocos, que a qualidade seja confundida com luxo, beleza, virtudes, falta ou excesso de peso, volume, embalagem bonita e vistosa, marca, detalhes de acabamento, e assim por diante.

Para definir corretamente qualidade, o primeiro passo é considerá-la como um conjunto de atributos ou elementos que compõem o produto ou o serviço.

A ação da Gestão da Qualidade, assim, passa a ganhar importância, uma vez que se considera a existência de um processo natural de transferência de valores, hábitos e comportamentos do meio social externo para o interior das organizações. Por isso, quando uma pessoa tem em mente o conceito incorreto da qualidade, ela tende a transferi-lo para sua atividade produtiva.
Ao desenvolverem seu trabalho, essas pessoas acabam por concentrar seus esforços numa direção que nem sempre é a mais correta.

Para uma boa Gestão da Qualidade é necessario à criação de uma cultura da qualidade. Entende-se “cultura” como um conjunto de valores que a sociedade atribui a determinados elementos, situações, crenças, idéias etc.
Assim, pode-se entender que o processo cultural é uma forma de atribuição de valor à qualidade ou, de maneira mais geral, é a atenção que se dedica à questão.

A definição da Qualidade envolve a idéia de centrá-la no consumidor. Esse direcionamento abrange múltiplos itens: afinal,para o consumidor é importante o preço do produto, suas características específicas, seu processo de fabricação e até mesmo aspectos gerais que o envolvem, como sua marca.

No cenário farmacêutico a observância dos padrões de qualidade é regida por dois mecanismos principais: a regulação governamental e a concorrência de mercado. Estas regras não fazem distinção entre o produtor público e privado, mas tendem a enfatizar determinadas características em um ou outro segmento.

Para o setor público, a implantação do Sistema de Gestão da Qualidade, visa um melhor atendimento ao cliente (cidadão) – e requer um aperfeiçoamento de rotinas internas com o conseqüente aumento na agilidade dos processos operacionais.

Por: Antonio Celso Brandão

Monday, December 14, 2009

o ciclismo e as doenças urológicas




Não existem dúvidas sobre o benefício da prática desportiva à qualidade de vida e à prevenção de doenças cardiovasculares. Porém, pedalar tem sido evitado por alguns homens por temerem o aparecimento de doenças da próstata e da impotência sexual.

Essa preocupação decorre do facto de várias reportagens referirem que andar de bicicleta pode desencadear doenças, como inflamação prostática (prostatite) e cancro da próstata, além de prejudicar a erecção e a actividade sexual.

A IMPOTÊNCIA SEXUAL

Desde 1997, quando Irwin Goldstein, investigador da Boston University (EUA), estimou que cerca de 100 mil homens teriam desenvolvido impotência sexual devido ao ciclismo, este tema tornou-se polémico. Vários trabalhos foram publicados explorando o assunto, que ainda hoje inspira atenção.
O jornal The New York Times publicou um artigo orientando os praticantes do ciclismo sobre as precauções que devem ser tomadas para evitar problemas sexuais. Na revista médica Journal of Andrology, em 2002, um estudo revelou a diminuição da rigidez e da função eréctil nocturna em policias que faziam as suas patrulhas de bicicleta.
E, como foi divulgado no Evanston Northwestern de Agosto de 2004, “o ciclismo vem sendo associado à impotência devido à compressão perineal, que pode provocar lesões nos nervos e falhas no fluxo sanguíneo responsável pela erecção”.
O mesmo artigo sugere ainda mecanismos para minimizar esses traumatismos, como utilizar um selim mais largo e confortável e evitar longos períodos sentado, pedalando, sem descanso.

Vários estudos parecem confirmar a relação entre impotência e ciclismo devido a esse mecanismo. O que não se pode afirmar é que pedalar seja causa de disfunção eréctil. Parece mais lógico acreditar que, em indivíduos com factores de predisposição, como diabetes, hipertensão arterial, vasculopatias e tabagismo, a compressão perineal prolongada possa acelerar o processo de aparecimento de impotência sexual. Devemos lembrar que centenas de indivíduos praticam o ciclismo e não apresentam essa complicação.

A PRÓSTATA

Para a felicidade dos ciclistas, não existem estudos relatando a associação entre cancro da próstata e ciclismo. Compressão na região perineal tem sido relacionada à elevação do PSA (antígeno prostático específico), que é uma substância produzida pela próstata e que ajuda no diagnóstico de doenças neste órgão. Isso pode confundir a análise do PSA e por esse motivo, orienta-se o indivíduo a evitar ciclismo no período de colheita de material para exame. E, ao contrário do que se podia imaginar, estudos da Harvard Medical School demonstram que exercícios físicos aeróbios, incluindo o ciclismo, ajudam na prevenção do cancro da próstata.

A compressão perineal repetitiva e prolongada pode, no entanto, levar a um quadro de prostatite e dor ou desconforto perineal. No entanto, a partir dos 40 anos convém realizar um check-up prostático anual. Limitar a ingestão de calorias e gorduras de origem animal, aumentar a proporção de vegetais na dieta (soja e tomate, por exemplo); beber um copo de vinho tinto por dia; e fazer exercício regularmente. Esta é a melhor prevenção para as doenças da próstata.

Mal de Parkinson


Mal de Parkinson danifica cérebro antes de aparecimento de sintomas

Pamplona (Espanha) - O cérebro de um paciente de Mal de Parkinson já apresenta danos antes do aparecimento dos sintomas da doença, segundo a presidente da Sociedade Espanhola de Neurociência, Carmen Cavada.

Durante um congresso realizado nesta segfunda-feira na Universidade de Navarra (norte da Espanha), Cavada relatou que já houve a detecção da morte de até 50% dos neurônios e diminuição nos níveis do neurotransmissor dopamina, características do Mal de Parkinson, antes da aparição dos sintomas.

Segundo ela, os fatores envolvidos nesta doença neurodegenerativa são objeto de estudo de um grupo de trabalho formado por especialistas internacionais como Oleh Hornykiewicz, do Instituto de Neurociências de Viena, que descreveu o déficit de dopamina no Mal de Parkinson.

Atualmente, a doença é diagnosticada quando o cérebro já perdeu entre 60% e 70% de dopamina. Por isso, o grupo de especialistas iniciou um projeto multidisciplinar para estudar o cérebro do ponto de vista bioquímico e anatômico, informou a Universidade de Navarra em comunicado.

O trabalho é coordenado por José Ángel Obeso, diretor do Laboratório de Transtornos do Movimento do Centro de Pesquisa Médica Aplicada da Universidade de Navarra (CIMA, na sigla em espanhol), cuja equipe desenvolveu um modelo experimental para analisar a progressão da doença desde seu estágio inicial.

"Se conhecermos o que acontece no cérebro antes que os sintomas apareçam, poderemos atenuar e evitar que a doença progrida", explica Cavada.

Segundo Manuel Rodríguez Díaz, pesquisador da Universidade de La Laguna, o mal de Parkinson é causado por múltiplos fatores, mas não se sabe qual importância cada um tem.

"Embora seja um esforço, é preciso incentivar estes encontros multidisciplinares, já que todo o avanço no Mal de Parkinson repercutirá em outras patologias neurodegenerativas", afirma Rodríguez Díaz.

Parkinsonismo, síndrome de Parkinson, parkinsonismo atípico ou parkinsonismo secundário é uma síndrome específica caracterizada por tremor, hipocinesia, rigidez e instabilidade postural. A mais importante forma de parkinsonismo é a doença de Parkinson, entretanto, o parkinsonismo pode ser causado por diversas outras doenças.

A doença de Parkinson (DP) é dita idiopática, isto é, sem causa definida, mas outras formas de parkinsonismo, como os casos genéticos ou secundários a outras doenças ou exposição a substâncias, e mesmo os chamados parkinsonismos atípicos podem existir, acometendo pessoas de todas as idades e sexos, mas com prevalência maior em pessoas acima de 60 anos de idade.



Etiologia
O parkinsonismo caracteriza-se pela disfunção ou morte dos neurônios produtores da dopamina no sistema nervoso central. O local mais importante, mas não primordial, já que outras estruturas como placas intestinais e bulbos olfatórios podem ser lesados antes mesmo da degeneração da substância negra de degeneração celular no parkinsonismo é a substância negra, pars compacta, presente na base do mesencéfalo. Entretanto, vários outros locais são acometidos durante o desenvolvimento da doença, mesmo fora do sistema nervoso central, dando ao Parkinsonismo um caráter complexo e multisistêmico. O neurotransmissor deficiente, entre outros, é a dopamina, produzido pela substância negra, pars compacta. Entretanto, outras estruturas além da substância negra podem estar acometidas (locus ceruleus, núcleo dorsal da rafe, núcleo pedúnculo-pontino), levando a anormalidades de outros neurotransmissores, como a serotonina, a acetilcolina e a noradrenalina. As zonas afectadas no Parkinsonismo têm funções de controlo motor extra-piramidal, ou seja, elas controlam os movimento inconscientes como por exemplo os dos músculos da face (da comunicação emocional inconsciente) ou os das pernas quando o indivíduo está de pé (não é necessário normalmente pensar conscientemente em quais músculos contrair e relaxar quando estamos de pé mas eles contraem-se de qualquer forma). Além disso, esses neurónios modificam os comandos conscientes básicos vindos dos neurónios corticais motores de forma a executar os movimentos de forma suave e sem perder o equilibrio. Também é esse sistema extra-piramidal que impede que haja contracção e relaxamento continuo e alternado dos músculos agonistas e antagonistas aquando dos movimentos de precisão (segurar um objecto), calculando inconscientemente o equilibrio exacto necessário desses músculos para o objecto ficar fixado. A forma predominante de Síndrome de Parkinson é a Doença de Parkinson, idiopática e ligada ao envelhecimento. Contudo há outras formas de Parkinsonismo com outras etiologias mas a mesma manifestação clínica. Neste grupo incluem-se os Parkinsonismos secundários, com doença primária que lesa os núcleos basais, como encefalites (infecções virais, por exemplo); doença de Wilson (distúrbio do acúmulo de Cobre em diversos órgãos incluindo o cérebro); uso de longo termo de determinados fármacos antipsicóticos.

Doença de Parkinson
Ver artigo principal: Doença de Parkinson
A doença de Parkinson é idiopática, ou seja é uma doença primária de causa obscura. Há degeneração e morte celular dos neurónios produtores de dopamina. É possível que a doença de Parkinson seja devida a defeitos subtis nas enzimas envolvidas na degradação das proteínas alfanucleína e/ou parkina (no Parkinsonismo genético o defeito é no próprio gene da alfanucleína ou parkina e é mais grave). Esses defeitos levariam à acumulação de inclusões dessas proteínas ao longo da vida (sob a forma dos corpos de Lewy visiveis ao microscópico), e traduziriam-se na morte dos neurónios que expressam essas proteínas (apenas os dopaminérgicos) ou na sua disfunção durante a velhice. O parkinsonismo caracteriza-se pela disfunção ou morte dos neurónios produtores da dopamina no sistema nervoso central. O local primordial de degeneração celular no parkinsonismo é a substância negra, pars compacta, presente na base do mesencéfalo. Estudos recentes dizem que a doença de Parkinson pode estar ligada a vitamima D. [1]

Parkinsonismo genético
Existem casos de síndrome de Parkinson de etiologia genética hereditária. Atualmente, há cerca de 8 genes reconhecidos como relacionados à Doença de Parkinson, dos quais os mais importantes são os da parkina e alfa-sinucleina. A doença genética pode ser autossômica dominante (do gene da alfa-sinucleina) ou autossômica recessiva (gene da parkina). Este subtipo freqüentemente surge em doentes mais jovens (~35 anos). Outra doença degenerativa que causa parkinsonismo é a Atrofia sistémica múltipla.

Tratamento
O parkinsonismo secundário pode ser melhorado pela resolução da doença primária subjacente. Contudo a doença de Parkinson e outras variantes primárias são incuráveis e a terapia visa melhorar os sintomas e retardar a progressão.

A terapia farmacológica visa restabelecer os níveis de dopamina no cérebro. É iniciada assim que o paciente reporte diminuição da qualidade de vida devido aos sintomas. Vários tipos de fármacos são usados, incluindo agonistas dos receptores da dopamina, inibidores do transporte ou degradação da dopamina extracelular e outros não dopaminérgicos. Fármacos usados frequentemente são os anti-colinérgicos; agonistas do receptor da dopamina, levodopa, apomorfina. Efeitos secundários da terapia incluem movimentos descoordenados frenéticos no pico da dose, reações anafiláticas a algum fármaco (alergias), náuseas.

Cirurgicamente, é possível fazer palidoctomia (excisão do globo pálido) ou mais recentemente é preferivel a estimulação desses núcleos com elétrodos cuja ativação é externa e feita pelo médico e paciente.

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COCHILAR REVIGORA ENERGIAS E AUMENTA PRODUTIVIDADE



Por Claudio R S Pucci
Churchill defendia o cochilo no meio tarde. "É uma maneira de ter dois dias em um", afirmava. Bill Clinton, Lance Armstrong, Napoleão Bonaparte, Einstein e Leonardo da Vinci também sempre apoiaram o descanso vespertino. A Toyota no Japão instituiu a prática como obrigatória. Além de ter funcionários mais motivados, a direção diz que economiza dinheiro, já que as luzes da fábrica são apagadas no período.Já foi-se o tempo em que dormir no serviço era sinônimo de gente preguiçosa e sem pique para trabalhar. Tradição em muitos países, especialmente os latinos e na Espanha, a siesta começa a vencer preconceitos e ser levada a sério pelos brasileiros. Isso porque tirar de 10 a 40 minutos para uma cochiladinha pós-almoço revigora o cérebro, desperta a atenção e prepara a pessoa para o "segundo round" no exaustivo dia de trabalho. E a boa notícia é que, excetuando os casos de insônia crônica, não afeta o sono noturno.Em uma pesquisa feita pela NASA em pilotos, foi comprovado que aqueles que tiravam um momento de cerca de 20 minutos para cochilar em vôos de grande distância tinham um ganho de 34% na performance e 54% no estado de alerta comparado aos que não praticavam a siesta. Além disso, um estudo conduzido pela Harvard Medical School na Grécia com 23.000 adultos mostrou que os dorminhocos de meio da tarde tinham 30% a menos de chance de sofrer de doenças coronárias.Uma das explicações para esses benefícios é que o relógio biológico humano pede um descanso naturalmente, por duas vezes ao dia, um às 2 horas da manhã e a outro às 2 horas da tarde.Existem, porém algumas regras para que o cochilo seja realmente proveitoso. A principal delas é que não passe de 40 minutos. Isso porque o sono é dividido em cinco estágios e a partir do terceiro, que ocorre em cerca de 45 minutos, a atividade dos neurônios é bastante reduzida e acordar nesse ponto pode causar mais cansaço, sonolência e, obviamente aumentar o stress. Outro ponto importante é criar condições para o sono, cochilando deitado ao invés de sentado e procurar locais de reduzido barulho e claridade.Rio de Janeiro ganha o primeiro espaço exclusivo para cochilo no BrasilHá pouco tempo, uma idéia pegou Nova Iorque de surpresa: um SPA voltado ao power snap (cochilo poderoso). Com o delicioso slogan, "a cidade que nunca dorme precisa de um cochilo", o Yelo se tornou sensação nos Estados Unidos e inspirou a advogada Mahine Dorea a trazer essa experiência para Brasil.Em meio ao caos do centro do Rio de Janeiro, com carros, barulho e calor, o Espaço Pausadamente é a primeira clínica no país dedicada exclusivamente ao cochilo rápido.Fomos conferir de perto a novidade, em uma galeria ao lado da movimentadíssima Avenida Rio Branco e o resultado final é que realmente consegui cochilar em uma das três cabines disponíveis aos clientes. E não é para menos. Tudo lá induz ao sono.O ambiente lembra mais um cenário do filme 2001, Uma Odisséia no Espaço, sem decoração ou nada que possa distrair a atenção. É imaculadamente branco. Cada cabine oferece uma trilha sonora que varia de música clássica a new age (à escolha do freguês) e luzes coloridas de acordo com conceitos de cromoterapia.O local possui ainda cadeiras inspiradas em um projeto da NASA para gravidade zero que, reclinadas, projetam o corpo para trás elevando as pernas acima do nível do coração, reduzindo assim o peso na coluna e acelerando a sensação de relaxamento.Por fim, o espaço também oferece massagens relaxantes como shiatsu e reflexologia, que podem (e devem) ser combinadas com o cochilo. Com apenas 5 semanas em atividade, o local já está sendo descoberto pelos cariocas. Uma executiva que acabara de ter seu sono dos justos me afirmou que embora seu escritório seja um pouco distante dali, vai se programar para voltar pelo menos duas vezes por semana.Já em São Paulo, há seis anos o restaurante Bello Bello na zona oeste da capital adaptou seu porão e o transformou no Espaço Soneca, com quatro futons para os clientes poderem relaxar depois do almoço. Segundo a proprietária, Salete Ebone, a inspiração veio da criação dos avós italianos que não dispensavam dormir à tarde.Mirando no bem-estar das pessoas, ela considera a empreitada um grande sucesso, mas afirma que a resistência ainda é grande, seja por vergonha de se dar alguns instantes de relaxamento como também pelo fato de que muita gente acaba reservando o horário de almoço para fazer muitas atividades, menos descansar.O ideal mesmo é que a moda pegue, inclusive dentro de empresas. Em um ritmo desconcertante onde um profissional trabalha mais de 10 horas por dia, um cochilo no meio da tarde se torna não só uma necessidade física, como também uma estratégia para o sucesso profissional.

Fonte: Terra

Farmanguinhos participa do II Congresso Brasileiro de Controle Público


Farmanguinhos participou do II Congresso Brasileiro de Controle Público

Farmanguinhos esteve presente no II Congresso Brasileiro de Controle Público, realizado entre os dias 25 e 27 de novembro na cidade de Salvador, na Bahia.
O Instituto foi representado por Antonio Celso da Costa Brandão, da Assessoria de Projetos Especiais de Farmanguinhos.

Durante o evento, foi discutido o anteprojeto que estabelece as normas gerais sobre a administração pública e indireta que será apresentado ao Congresso Nacional para se tornar a nova Lei Orgânica na Administração Pública Federal.

No Congresso foram abordados os seguintes temas:

-As tranformações do Estado e a Importância de uma nova Lei de Organização da Administração Pública.

- Problemas da Atual Legislação Orgânica da Administração Pública e seu impacto no controle público.

-Diretrizes,relevância e amplitude do anteprojeto de Lei que estabelece normas gerais sobre a administração pública direta e indireta, entidades paraestatais e entidades de colaboração.

-A administração direta e as autarquias especiais, agências reguladoras e agências executivas. O que muda no no Anteprojeto de Lei de Organização.

-Flexibilidade da Organização Administrativa- Decretos de Organização do Presidente da República e Conferências de Serviço.

-Coordenação administrativa, Eficiência e Efetividade do Estado.

-Contrato de Autonomia: autovinculação, flexibilidadee controle de resultados na administração pública.

-Mecanismos de Controle de Eficiência e Efetividade na Administração Pública.

-Disciplina das entidades do terceiro setor no anteprojeto de nova Lei de organização.

-O processo de escolha de parceiros do Terceiro Setor pelo poder público - proposta de seleção por chamamento público.

-Contrato de colaboração do poder público com entidades do terceiro setor.

-Planejamento e articulação da ação governamental.

-Os serviços sociais autônomos e seu regime juridico.

-As Fundações Estatais e as Fundações Estatais de Direito Privado.

- Evolução da jurisprudência dos tribunais superiores sobre as Fundaçãos Estatais de Direito Privado - A aplicação do novo Modelo de Gestão para área de saúde.

- Tranformações de Entidades Estatais: Fundação Estatal para Fundação Não Estatal, Fundação de Apoio para Fundação Estatal.

-Supervisão e Controle das Entidades Estatais - Instrumentos inovadores aos limites da atuação dos órgãos de Controle.

-Planejamento e Articulação da Ação Governamental.

-As empresas Estatais e o Regime Juridico Comum das Entidades de Direito Privado Normas Especiais de Licitação e Competitividade das Entidades Empresariais.

-Governança e Flexibilidadede atuação das Entidades Empresariais do Estado.

-Modificações na Legislação necessárias ao aperfeiçoamento do Controle Interno.

-Responsabilidade do advogado público no Controle de Legalidade dos atos administrativos.

Durante o encontro em Salvador também esteve presente às discussões o Sidincato dos Funcionários da Fiocruz (ASFOC). Veja foto.

Fonte: Assessoria de Comunicação de Farmanguinhos

A lição da carpintaria



Conta-se que certa vez uma estranha assembléia teve lugar em uma carpintaria.

Foi uma reunião das ferramentas para tirar as suas diferenças.

O martelo assumiu a presidência da reunião, com arrogância.

Entretanto, logo foi exigido que ele renunciasse. O motivo? É que ele fazia ruído demais. Passava o tempo todo golpeando, batendo. Não havia quem agüentasse.

O martelo aceitou a sua culpa, mas exigiu que também fosse retirado da assembléia o parafuso. É que ele precisava dar muitas voltas para servir para alguma coisa. Com isso, se perdia tempo precioso. O parafuso aceitou se retirar, desde que a lixa igualmente fosse expulsa. Era muito áspera em seu tratamento. E, além do mais, vivia tendo atritos com os demais. A lixa se levantou e apontou os defeitos do metro. Ele igualmente deveria sair do local, porque sempre ficava medindo os demais conforme a sua medida. Por acaso, ele estava achando que era o único perfeito?

Enquanto assim discutiam, entrou o carpinteiro. Colocou o avental e iniciou, feliz, o seu trabalho. Tomou a madeira e usou o martelo, o parafuso, a lixa e o metro.

Depois de algumas horas, a madeira grossa e rude do início tinha se transformado em um lindo móvel.

Ele contemplou a sua obra, elogiou e saiu da carpintaria.

Bastou fechar a porta, para as ferramentas retomarem a discussão. Contudo, o serrote com calma falou:

Senhores, foi demonstrado que todos temos defeitos. Mas também pudemos observar, nas últimas horas, que todos temos qualidades. Foi exatamente com as nossas qualidades que o carpinteiro trabalhou e conseguiu criar uma obra de arte, um móvel muito bem acabado.

Então, todos concordaram que o martelo era forte, o parafuso unia e dava força, a lixa era especial para afinar e limar a aspereza. O metro era preciso, exato em suas medidas. Sentiram-se como uma equipe capaz de produzir móveis de qualidade. Sentiram-se felizes com seus pontos fortes e por trabalharem juntos.

A mesma coisa acontece com os seres humanos. Quando as pessoas buscam pequenos defeitos nos demais, a situação se mostra negativa e tensa.

Ao buscar perceber os pontos positivos dos outros, é quando florescem os melhores lucros para as relações dos seres humanos.

Encontrar qualidades é, portanto, uma tarefa a que nos devemos dedicar, pois ela é capaz de inspirar todos os êxitos humanos.

***

Se você está disposto a ser uma pessoa produtiva no bem, otimista, criadora, comece a cultivar a sua capacidade de descobrir as virtudes nas pessoas.

Comece dentro do seu lar. Observe quantas qualidades positivas tem seu irmão, sua esposa, seu marido, sua sogra. Com certeza você se surpreenderá.

Depois, aumente a sua pesquisa e olhe para o seu vizinho, o colega de trabalho, as pessoas que lhe servem todos os dias: o motorista de ônibus, o cobrador, a moça do caixa do supermercado, a atendente da farmácia.

Ao fim do dia, você terá descoberto que esse imenso mundo de Deus está repleto de pessoas boas, de qualidades preciosas, prestativas e amigas.

E você terá se enriquecido de paz.

Momentos de reflexão

INPI quer exclusividade na concessão de patentes de medicamentos

Temporão quer ação da Anvisa em patente
09 de dezembro de 2009
Parecer restringiu atuação do órgão; só INPI poderia dar as concessões

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, iniciou uma estratégia de convencimento entre seus colegas para que o governo mantenha os poderes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no processo de concessão de patentes de medicamentos. Parecer da Procuradoria- Geral Federal restringiu a atuação da agência em favor do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI).
A medida estabelece que INPI deve atuar sozinho na análise dos pedidos restando à Anvisa opinar sobre fatores relacionados a segurança e eficácia de medicamentos. O parecer da procuradoria, na avaliação de analistas, abre espaço para facilitar a concessão de patentes de medicamentos a grandes empresas da indústria, reduzindo a oferta de genéricos para serem produzidos pelos laboratórios. "A experiência mostrou até agora que a atuação da Anvisa é extremamente importante", afirmou o ministro ao Estado.

Durante o processo de concessão de patente, o INPI faz uma avaliação geral. No caso de medicamentos, quando o instituto julga que o pedido de patente deve ser concedido, ele envia o processo para a Anvisa, que faz uma segunda análise - a chamada anuência prévia.Desde que esse mecanismo foi colocado em prática, em 2001, 1.346 autorizações de patentes foram concedidas pelo INPI. Destas, 106 foram barradas pela Anvisa por causa de irregularidades. Dos pedidos restantes, quase metade teve de fazer ajustes para que as patentes fossem concedidas.

O coordenador de Propriedade Intelectual da Anvisa, Luis Carlos Wanderlei Lima, acredita que a agência tem critérios mais específicos para avaliar se uma patente deve ou não ser concedida para um medicamento. Para ele, o INPI geralmente faz análises menos rígidas, que acabam sempre privilegiando o autor dos pedidos de patente."Não há dúvida de que sem a anuência prévia o caminho para genéricos será muito mais difícil. Com menos genérico no mercado, quem perde é o consumidor", diz. O preço do remédio genérico é cerca de 35% mais baixo. O INPI, por sua vez, queixa-se da atuação da Anvisa. Avalia que o anuência prévia é semelhante a um duplo exame, algo que desperdiça tempo e dinheiro público. Para ter efeito, o parecer da Procuradoria precisa ser apreciado pelo presidente Lula. Daí o empenho de Temporão para convencer seus colegas sobre a importância da anuência prévia. De acordo com o ministro, algumas reuniões sobre o assunto já foram realizadas. Anteontem, Temporão afirmou que o ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, é favorável à manutenção da atuação da Anvisa. A agência também pediu que à Procuradoria que reconsiderasse seu parecer.


Por meio da assessoria de imprensa, a Procuradoria informou já ter recebido o pedido da Anvisa. Agora, o INPI tem prazo de 15 dias para se manifestar sobre o assunto. A previsão é de que um novo parecer da procuradoria seja dado em um mês. Mas, se for necessário, o prazo pode se estender até 60 dias.Do início de outubro até 30 de novembro, nenhum parecer para análise foi enviado pelo INPI à agência. Foi o que bastou para que a Anvisa passasse a imaginar que INPI teria iniciado uma operação tartaruga. Anteontem, os processos chegaram à agência. "Não há dúvida de que estamos preocupados. Há uma pressão antiga para que a Anvisa deixe de fazer esse tipo de atividade", disse o coordenador da agência.
O INPI, por meio de sua assessoria, afirmou que o receio era infundado. E observou que o parecer da procuradoria restringe - mas não retira - a Anvisa da avaliação dos processos. Além do parecer, há um projeto no Congresso que propõe a restrição da anuência prévia. Ela poderia ser realizada somente em pedidos de um tipo específico de patentes, cujo número já é reduzido. "Terminado esse universo, a anuência prévia perderia sua utilidade",

Lígia Formenti, BRASÍLIA

Nota: PORQUE TANTO INTERESSE EM RETIRAR A CONCESSÃO DAS PATENTES DOS MEDICAMENTOS DA ANVISA - "boaspraticasfarmaceuticas" pergunta

FÓRMULAS NADA ORIGINAIS, QUE PODEM DESTRUIR A SAÚDE

FÓRMULAS NADA ORIGINAIS, QUE PODEM DESTRUIR A SAÚDE

FORMULAS
FÓRMULA 1 (Mais fraca):
* Frasco 1:
-Anfepramona 75 MG ou - Femproporex 30 MG (Inibidor)
* Frasco 2:
- Bromazepam 1,5 MG (Calmante)
- Fluoxetina 10 MG (Anti-depressivo, tira a ansiedade)
- Cascara Sagrada 400 MG (Laxante leve)
- Furosemide 20 MG (Diurético)
-Triac 0,5MCG (Hormônio tireoidiano, queimador de
gordura)
VALOR FÓRMULA 1:
* 60 Cápsulas de Inibidor + 60 Cápsulas dos demais componentes: R$130,00
RESULTADO: * Essa fórmula lhe ajuda a perder uns 5 Kgs por mês, mais ou menos.

FÓRMULA 2 (Um pouco mais forte):
* Frasco 1:
-Anfepramona 75 MG ou - Femproporex 25 MG (Inibidor)
* Frasco 2:
- Cascara Sagrada 300 MG (Laxante leve)
- Fluoxetina 20 MG (Anti-depressivo, tira a ansiedade)
- Passiflora 100mg(Calmante natural)
- Triac 0,5MCG (Hormônio tireoidiano, queimador de
gordura)
- Gymnema Silvestre 40 MG (Ajuda a queimar gordura)
- Picolinato de Cromo 100MG (Acelera o Metabolismo)
- Furosemide 20MG (Diurético)
VALOR FÓRMULA 2:
* 60 Cápsulas de Inibidor + 60 Cápsulas dos demais componentes: R$149,00
RESULTADO: * Essa fórmula lhe ajuda a perder uns 8 Kgs por mês, mais ou menos.


FÓRMULA 3 ( Mais forte):
* Frasco 1:
-Anfepramona 75 MG ou - Femproporex 25 MG (Inibidor)
* Frasco 2:
- Sibutramina 15 MG (Inibidor, sensação de saciedade)
* Frasco 3:
- Cascara Sagrada 500 MG (Laxante leve)
- Sene 100 MG (Laxante)
- Fluoxetina 30 MG (Anti-depressivo, tira a ansiedade)
- Passiflora 100 MG (Calmante Natural)
- Triac 0,5MCG (Hormônio tireoidiano, queimador de gordura)
- Gymnema Silvestre 40 MG (Ajuda a queimar gordura)
- Picolinato de Cromo 100MG (Acelera o Metabolismo)
- Furosemide 20MG (Diurético)
- Garcínia 200 MG (Controle do apetite por doces e inibidor do acumulo de gordura; aumenta o gasto calórico)
-Alcachofra 150MG (Estimulante das funções gastrointestinais e hepáticas).
- Colágenio 100mg (Combate a flacidez)
VALOR FÓRMULA 3:
* 30 Cápsulas de Inibidor 1 + 30 Cápsulas de Inibidor 2 + 30 Cápsulas dos
demais componentes: R$169,00
* 60 Cápsulas de Inibidor 1 + 60 Cápsulas de Inibidor 2 + 60 Cápsulas dos
demais componentes: R$210,00
RESULTADO: * Essa fórmula é a mais forte pois alia Dois Inibidores - o Femproporex e a Sibutramina - mas que agem de forma diferente;
- A Anfepramona, ou o Femproporex tiram a fome;
- A Sibutramina dá uma sensação de saciedade;
Com esta fórmula você pode emagrecer uns 12 kgs ou até mais, sem muito esforço, pois você não terá vontade nenhuma de comer nem sentirá fome.

FORMULA LIPO 500 valor 180,00

FRASCO 01 60CPS (QUEIMADORES DE GORDURA, LAXANTES,DIGESTIVOS DIURETICOS.CALMANTES, ANTEDEPRESSIVOS)

-TIRATRICOL(Hormônio tireoidiano, queimador de gordura) 500MG
-BROMAZEPAN(Calmante) .....3,5MG
-ALOINA (laxante suave) 50MG
-GARCINIA(elimina gordura em excesso e diminui o apetite por doces e Massas).500MG
-TRIPTOFANO ( triptofano, uma vez no cérebro, aumenta a produção de serotonina que é o neurotransmissor capaz de reduzir a sensação de dor,DIMINUIR O APETITE, relaxar e até induzir e melhorar o sono) 100MG
-MA-HUANG( Ela acelera o metabolismo e dá mais energia, queima de Gordura)....30MG
-FLUOXETINA (ANTIDEPRESSIVO DIMINUI A COMPULSÃO ALIMENTAR ) 12MG
-FASEOLAMINA(atua diminuindo a absorção de calorias DE CARBOIDRATOS e o acúmulo de gorduras) 130MG
-PIRUVATO DE CALCIO( diminui o acúmulo de gordura corpórea, aumentando a performance durante os exercícios físicos e reduzindo o efeito “rebote” tão comum após dietas.) 80MG
-METFORMINA (reduz a hiperglicemia, s/ o risco causar acidentes hipoglicêmicos ) 150MG

FRASCO 02 60CPS (INIBIDOR DE APETITE)
FEMPROPOREX 25MG OU ANFEPRAMONA 75MG

OBS: NÃO INGERIR BEBIDA ALCOOLICA DURANTE TRATAMENTO
QUALQUER SINTOMA INESPERADO, SUSPENDER A MEDICAÇÃO
BEBER PELO MENOS 3 LITROS DE AGUA POR DIA



FORMULA LIPO 700 VALOR 180,00 120 CPS
1 Frasco de Femproporex 25 mg ( 60 cápsulas)

1 Frasco de 60 Cápsulas
-CENTELLA ASIATICA (Melhora a circulação sanguínea e os sintomas da celulite. ) 100mg
-ALCACHOFRA (atua com eficácia na queima de gorduras, reduz as taxas de colesterol e de uréia no sangue, regulariza e estimula as funções do fígado).150mg
-SPIRULINA() Usada como auxiliar nos tratamentos emagrecedores naturais, devido ao seu forte efeito inibidor do apetite, sempre que ingerida meia-hora antes das refeições.) 80mg
-BOLDO( desintoxicante do fígado, diurético) 80mg
-ALOINA (LAXANTE 40mg
-GARCINIA (elimina a gordura em excesso e diminui o apetite por doces e massas..........500MG
-BERINGELA (EMAGRECEDOR NATURAL) 80mg
-CARQUEJA (DIGESTIVO) 80mg
-CHITOSAN (O chitosan é um eficaz bloqueador de gorduras.) 500mg
-PASSIFLORA (CALMANTE NATURAL)150mg
-FUCUS(QUEIMADOR DE GORDURAS QUE AGE NA TIREOIDE) 100mg
-GELATINA(A gelatina tem a capacidade de se ligar a uma grande quantidade de água. Por isso, dá a sensação de saciedade e diminui O APETITE NATURALMENTE E ajuda mesmo a manter a elasticidade da pele. ) 500mg
-COLAGENO( Indicado como coadjuvante em dietas de emagrecimento, prevenindo a flacidez e o surgimento de estrias, colabora também na correta formação das fibras colágenas da pele e tecidos adjacentes, sendo benéfico na prevenção de celulite) 500mg



FORMULA LIPO 1000 180,00 180 CPS
1 frasco de 60 cps femproporex 25mg (60 cps)

1 frasco de 60cps anfepramona 35mg (60cps)

1 frasco de 60cps
Tiratricol 700mcg( QUEIMADOR DE GORDURAS)
Fluoxetina 15mg(ANTIDEPRESSIVO PARA COMPULSÃO ALIMENTAR)
Furosemida 15mg( DIURETICO PARA RETENÇÃO DE AGUA)
Bromazepan 2mg (CALMANTE)
Aloina 70mg(LAXANTE)
Potássio 30mg(SUPLEMENTO MINERAL)


MAZINDOL 2MG 60 CPS MANIPULADO 60,00
TIRATRICOL 700MCG MANIPULADO 60 CPS 60,00
ANFEPRAMONA 75MG 60 CPS MANIPULADO 60,00
ANFEPRAMONA 75MG 120 CPS MANIPULADO 120,00
FEMPROPOREX 25MG 60 CPS MANIPULADO 60,00
FEMPROPOREX 25MG 120 CPS MANIPULADO 120,00



MAGRINS 60 CPS (MANIPULADO) = 70,00
• Abacateiro (Persea americana) -100MG atua como diurético;
• Focus (Fucus vesiculosus) -150MG ajuda na absorção de gorduras;
• Cáscara Sagrada (Rhamnus purshiana) -200MG produz ação laxante;
• Centella (Centella asiatica) – 500MG auxilia o emagrecimento e a absorção de gordura;
• Carqueja (Baccharis genestelloides) – 250MGefeito digestivo;
• Alcachofra (Cynara scolymus) -200MG possui leve ação diurética e estimula a produção e eliminação da bile, o que diminui os níveis de colesterol excessivos.


FORMULA DA LYCA

frasco 01
femproporex - 30 mg (receita azul)

frasco 02
anfepramona - 30 mg (receita azul)

frasco 03
bromazepan (calmante)- 3 mg (receita azul)
furosemida (diuretico)- 10 mg
fluoxetina (antidepressivo)-10 mg
aloina (laxante)- 30 mg
cafeina - 5 mg
KCL (potassio)- 8 mg
hidroxido aluminio (anti-acido) - 30 mg
cascara sagrada (laxante suave)- 200 mg


3 receitas azul- (anfepramona, femproporex,bromazepan)
1 receita branca- (fluoxetina e restante)
As 4 receitas carimbadas assinadas e preenchidas corretamente por 80,00+frete de sedex a cobrar ou 180 cps de anfepramona 30mg 180 cps de femproporex 30mg 180 cps de frasco 3(fluoxetina+bromazepan+restante)
por 250,00+frete sedex
QUE ABSURDO










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****ENVIE EMAIL COM SUA FORMULA PREFERIDA E ENVIO POR

CHÁ 23 ERVAS EMAGRECEDOR=35,00
COMPOSTO DE 23 ERVAS MEDICINAIS, ESTE CHÁ DESINTOXICA O ORGANISMO, ELIMINA OS EXCESSOS E REGULARIZA SUAS FUNÇÕES, ATRAVÉS DE UM MEIO TOTALMENTE NATURAL DE EMAGRECIMENTO E SEM CONTRA INDICAÇÕES. O CHÁ EMAGRECEDOR 23 ERVAS POSSUI AÇÃO DIGESTIVA, DIURÉTICA, LAXATIVA SUAVE E CALMANTE.

INDICADO TAMBÉM PARA PRESSÃO ALTA PROBLEMAS DO APARELHO DIGESTIVO (ESTÔMAGO, FÍGADO E VESÍCULA), INTESTINO PREGUIÇOSO, INCHAÇO ANSIEDADE, ETC... CONTEM:
· ALCACHOFRA – ELIMINA COLESTEROL, DIGESTIVO, ÁCIDO ÚRICO.
· ALECRIM – DEPURATIVO, TÔNICO ESTOMAAL, ESTIMULANTE HÉPATICO, REUMATISMO.
· ANIS ESTRELADO – FACILITA A DIGESTÃO E POSSUI AROMA AGRADÁVEL.
· BOLDO – NORMALIZA AS FUNÇÕES DO FÍGADO, ELIMINA ÁCIDO ÚRICO, DIGESTIVO.
· CAPIM CIDRÃO –AROMÁTICO, DIGESTIVO E ANTI-REUMÁTICO
· CANA DO BREJO – DIURÉTICO, DEPURATIVO E ELIMINA CÁLCULOS RENAIS.
· CARQUEJA – DIURÉTICA ESTIMULA A DIGESTÃO, FÍGADO E INTESTINOS.
· CASCARA SAGRADA – LAXATIVO NATURAL DE AÇÃO SUAVE.
· CAVALINHA – POSSUI AÇÃO DIURÉTICA E RECOMPÔE OS SAIS MINERAIS PERDIDOS.
· CENTELLA – ANTICELULÍTICO E TRATAMENTO DE GORDURA LOCALIZADA
· CHÁ DE BUGRE – ANTI – REUMÁTICO, ANTIDIARRÉICO, E VITA FORMAÇÃO DE DEPÓSITOS GORDUROSOS, ATIVA A CIRCULAÇÃO E DIMINUI A TAXA DE COLESTEROL.
· CHÁ VERDE – GORDURA LOCALIZADA, ARTERIOSCLEROSE, COLESTEROL.
· CHAPÉU DE COURO – LEVE ANTI- INFLAMATÓRIO E POSSUI AÇÃO DIURÉTICA
· ERVA DOCE – POSSUI AÇÃO DIGESTIVA
· ESPINHEIRA SANTA – DIURÉTICO CONTRA GASTRITE, FERMENTAÇÃO ESTOMACAL, ANALGÉSICO E CICATRIZANTE DE ÚLCERAS DE ESTÔMAGO.
· FUCCUS – É UMA ALGA QUE INCHA NO ESTÔMAGO DANDO SENSAÇÃO DE SACIEZ, INIBE O APETITE E POSSUI AÇÃO DIURÉTICA
· GRAVIOLA – USADA NO TRATAMENTO DE DIABETES E COLESTEROL.
· MARACUJÁ – CALMANTE : INDUZ AO SONO SEM EFEITO DEPRESSIVO.
· MELISSA – CALMANTE, AFECÇO~ES GÁSTRICAS NERVOSAS E MÁ CIRCULAÇÃO.
· MULUNGU – CALMANTE E ANSIOLÍTICO.
· SENE – LAXATIVO SUAVE DE ATUAÇÃO NO INTESTINO GROSSO.
· STÉVIA – ADOÇANTE NÃO CALÓRICO, DIURÉTICO E INDICADO PARA DIABÉTICOS.
· VALERIANA – CALMANTE E ANSIOLÍTICO
· MODO DE USAR: FERVER 1 LITRO DE ÁGUA, APAGAR O FOGO E ADCIONAR DUAS COLHERES (SOPA) DE CHÁ 23 ERVAS, DEIXAR EM INFUSÃO POR CINCO MINUTOS COAR EM SEGUIDA.









Advantra Z - 150 mg
Chitosan - 150 mg
Erva do Bugre - 50 mg
Faseolamina q.s.p. - 01 cápsula.
60 (sessenta) cápsulas.
Tomar uma cápsula imediatamente antes das refeições.

Retenção hídrica(ACUMULO DE AGUA NO ORGANISMO,INCHAÇO)

Ma Huang - 150 mg
TA3 - 350 mcg
Garcinea cambogia - 100 mg
Furosemida - 15 mg
Faseolamina q.s.p. - 01 cápsula.
60 (sessenta) cápsulas.
Tomar uma cápsula imediatamente antes das refeições.
Faseolamina - 250 mg.
60 (sessenta) cápsulas.
Tomar uma a duas cápsulas imediatamente antes das refeições.

Constipação intestinal:

Passiflora edulis - 150 mg
Bisacodil - 1 mg
Cynara scolimus - 80 mg
Boldo do Chile - 50 mg
Faseolamina q.s.p. - 01 cápsula.
60 (sessenta) cápsulas.
Tomar uma cápsula imediatamente antes das refeições.

Depressão:

Fluoxetine - 10 mg
Advantra Z - 100 mg
B. colina - 50 mg
Aloína - 10 mg
Faseolamina q.s.p. - 01 cápsula.
60 (sessenta) cápsulas.
Tomar uma cápsula imediatamente antes das refeições.

Diabético não insulino dependente:

Glibenclamida - 2,5 mg
Faseolamina - 100 mg
Diabético não insulino dependente:
Fenformin - 25 mg
Faseolamina - 100 mgB

B - ADVANTRA Z:

Constipação intestinal:

Aloina - 50 mg
Erva cidreira - 30 mg
Triac - 350 mg
Betaina - 30 mg
Thiomucase - 250 UTR
Cáscara sagrada - 50 mg
Advantra Z - 200 mg
Valeriana - 30 mg
Espirulina q.s.p. - 01 cápsula.
60 (sessenta) cápsulas.
Tomar uma cápsula antes das refeições.

Atração por doces e fome aumentada:

Citrin Extrat - 150 mg
Benzocaína - 150 mg
Advantra Z q.s.p. - 01 cápsula.
60 (sessenta) cápsulas.
Tomar 02 cápsulas antes das refeições.

Retenção hídrica e gordura localizada:

Advantra Z - 200 mg
Furosemida - 20 mg
Thiomucase - 250 UTR
Picolinato de cromo - 100 mcg
Espirulina q.s.p. - 01 cápsula.
60 (sessenta) cápsulas.
Tomar 01 cápsula antes das refeições e 01 no café da manhã.

Processo digestivo comprometido:

Advantra Z - 200 mg
Bromopride - 10 mg
Betaína - 50 mg
Pancreatina - 50 mg
Carqueja q.s.p. - 01 cápsula.
60 (sessenta) cápsulas.
Tomar 02 cápsulas ao dia, meia hora antes das refeições.

Ansiedade e depressão:

Advantra Z q.s.p. - 01cápsula.
Kawa Kaua - 50 mg
Valeriana - 100 mg
Passiflora - 100 mg.
60 (sessenta) cápsulas.
Tomar 03 cápsulas ao dia.

C – CASSIOLAMINA:

Cassiolamina - 200 mg
Ma Huang - 100 mg
Faseolamina - 150 mg
Furosemida - 10 mg
Fluoxetina - 20 mg
60 (sessenta) cápsulas.
Tomar 01 cápsula antes das refeições.

Cassiolamina - 200 mg
Passiflora - 100 mg
TA3 - 350 mcg
Cáscara sagrada - 100 mg
60 (sessenta) cápsulas.
Tomar 01 cápsula antes das refeições.

Cassiolamina - 250 mg
Picolinato de cromo - 100 mg
B. colina - 50 mg
Piruvato de cálcio - 100 mg
Hidroclorotiazida - 15 mg.
60 (sessenta) cápsulas.
Tomar 01 cápsula antes das refeições.

Constipação intestinal:

Cassiolamina - 150 mg
Sene - 100 mg
Cáscara sagrada - 100 mg
Garcínia - 50 mg
60 (sessenta) cápsulas.
Tomar 01 cápsula antes das refeições.

D – AGRIN EXT SECO:

Agrin q.s.p. - 01 cápsula
Ma Huang - 50 mg
Bisacodil - 1,5 mg
Bumetamida - 1 mg
Fluoxetina - 10 mg
Fucus - 50 mg
60 (sessenta) cápsulas.
Tomar 1 cápsula às 10 e 16 horas.

Bulimia:

Anfepramona - 75 mg
60 (sessenta) cápsulas.
Tomar 1 cápsula às 10 e 16 horas.
Agrin q.s.p. - 1 cápsula
Metoclopramida - 10 mg
Passiflora adulis - 100 mg
Clortalidona - 20 mg
Sene - 50 mg
Phitolaca - 50 mg
B colina - 80 mg
60 (sessenta) cápsulas.
Tomar 01 cápsula às 10 e às 16 horas.

Gordura Localizada:

Agrin - 125 mg
Bromazepan - 1,5 mg
Uva Ursis - 50 mg
Cáscara sagrada - 50 mg
Thiomucase - 50 UTR
Hialuronidase - 4 mg
Garcínia q.s.p. - 01 cápsula.
60 (sessenta) cápsulas.

Bulemia Nervosa:

Benzocaína - 300 mg
Ma Huang - 80 mg
60 (sessenta) cápsulas.
Tomar 01 cápsula às 10 e às 16 horas.
Agrin - 100 mg
TA3 - 350 mcg
Furosemida - 20 mg
Phitolaca - 50 mg
Pic cromo - 150 mg
Metionina q.s.p. - 01 cápsula.
60 (sessenta) cápsulas.
Tomar 01 cápsula às 10 e às 16 horas.

E – CHITOSAN:

Thiomucase - 1000 UTR.
Picolinato de cromo - 150 mcg
Uva ursis - 100 mg
Fucus vesiculosos - 100 mg
Chitosan q.s.p. - 01 cápsula
60 (sessenta) cápsulas.
Tomar 1 cápsula às 10 e 16 hs.

HIPERCOLESTEROLEMIA

Benzafibrato - 100 mg
Chitosan q.s.p. - 01 cápsula.
60 (sessenta) cápsulas.
Tomar 1 cápsula às 10 e 16 hs.

MÁ DIGESTÃO

Bromopride - 10 mg
Metionina - 100 mg
Chitosan q.s.p. - 01 cápsula.
60 (sessenta) cápsulas.
Tomar uma cápsula 10 minutos antes de cada refeição.

ATEROMAS

Chitosan q.s.p. - 750 mg (01 cápsula)
60 (sessenta) cápsulas.
Tomar 02 cápsulas após almoço, janta e ao deitar.

F – ERVA DO BUGRE HIALURONIDASE - 4 mg

B. COLINA - 50 mg
THIOMUCASE - 250 UTR
ALOINA - 30 mg
ERVA DO BUGRE q.s.p. - 1 cápsula.
Dispensar 60 cápsulas.
Tomar 1 a 2 cápsulas 1 hora antes das refeições.

KAWA KAWA - 100 mg
JARSIN EXTRACT - 100 mg
FUROSEMIDA - 10 mg
Ta 3 - 350 mg
Erva do Bugre q.s.p. - 1 cápsulas.
Dispensar 60 cápsulas.
Tomar 1 a 2 cápsulas 1 hora antes das refeições.BENZOCAINA - 150 mgg
EPHEDRA - 100 mg
BROMOPRIDE - 10 m
GARCINIA - 100 m
Erva do Bugre q.s.p. - 1 cápsulas.
Dispensar 60 cápsulas.
Tomar 1 a 2 cápsulas 1 hora antes das refeições.Erva do Bugre q.s.p. 1 cápsulas.
Dispensar 60 cápsulas.
Tomar 1 a 2 cápsulas 1 hora antes das refeições.

KONOSPHERINE - R$ 120,00
Knospherine - 400 mg
60 (sessenta) cápsulas.
Tomar 01 cápsula 3 X dia.

OUTROS

Anorexígeno ansiolítico:

Fluoxetina - 20 mg
Vitamina B6 - 100 mg
Goma-Guar. Q.s.p. - 01 cápsula.
60 (sessenta) cápsulas.
Tomar uma a 2 cápsulas ao dia.

Queima de gorduras (mecanismo anti radicais livres), repositor de minerais, prevenção do envelhecimento celular.

Aspartato de magnésio - 100 mg
Manganês glicina - 5 mg
Selênio quelado - 50 mcg
Vitamina E 200 UI - (400 mg)
Excipiente q.s.p. - 01 cápsula.
60 (sessenta) cápsulas.
Tomar 1 cápsula 2 vezes ao dia.

Queima de gorduras (mecanismo anti radicais livres), repositor de minerais, prevenção do envelhecimento celular. Com atividade vasodilatadora cerebral e periférica.

Aspartato de magnésio - 100 mg
Manganês glicina - 5 mg
Selênio quelado - 50 mcg
Ginko Biloba - 40/80 mg
Excipiente q.s.p. - 01 cápsula.
60 (sessenta) cápsulas
Tomar 1 cápsula 2 vezes ao dia.

Ansiedade:

Melissa office - 20 mg
Passiflora - 20 mg
Valeriana - 20 mg
Camomila - 20 mg
Hipericum - 100 mg
Excipiente q.s.p. - 01 cápsula.
60 (sessenta) cápsulas
Tomar 1 cápsula 2 vezes ao dia.

Queimadores de gordura:

Garcínia - 500 mg
Cromo picolinato - 100 mg
Excipiente q.s.p. - 01 cápsula.
60 (sessenta) cápsulas
Tomar 01 cápsula pela manhã e outra a noite.

Anticelulítica:

Focus vesiculosus - 100 mg
Uva Ursis - 50 mg
Centella asiática - 200 mg
Ginko Biloba - 40 mg
Excipiente q.s.p. - 01 cápsula.
60 (sessenta) cápsulas
Tomar 1 cápsula 2 vezes ao dia.

Plenitude gástrica:

Glucomanam - 500 mg
Excipiente q.s.p. - 01 cápsula.
60 (sessenta) cápsulas.
Tomar 02 cápsulas com 1 copo d`água, 1 hora antes do almoço e da janta.

Calmante:

Kawa kawa - 150 mg
Passiflora - 100 mg
Valeriana - 100 mg
Hipericum perfuratum - 150 mg
Excipiente q.s.p. - 01 cápsula.
60 (sessenta) cápsulas.
Tomar 1 cápsula 2 vezes ao dia.

Constipação intestinal:

Fucus vesiculosus - 90 mg
Rhamnus purshiana - 90 mg
Baccharis trip. - 90 mg
Cynara scolymus - 90 mg
Gelatina q.s.p. - 01 cápsula.
60 (sessenta) cápsulas.
Tomar 01 cápsula pela manhã e outra a noite.

Queimadores de gordura, diurético e constipação intestinal:

Furosemida - 15 mg
Aloína - 20 mg
Citrus aurantium - 200 mg
L-triptofano - 200 mg
Vitamina B6 - 100 mg
Excipiente q.s.p. - 01 cápsula
60 (sessenta) cápsulas.
Tomar uma cápsula pela manhã e outra a tarde.

Calmante:

Ginko Biloba 24 % - 80 mg
Alprazolan - 0,75 mg
Fluoxetina - 10 mg
60 (sessenta) cápsulas.
Tomar uma cápsula a noite.

Benzoadipinona - 5 mg
Aloína - 20 mg
Hidroclorotiazida - 10 mg
Glucagon q.s.p. - 01 cápsula
60 (sessenta) cápsulas.
Tomar uma cápsula pela manhã e outra a tarde.

T4 60 mcg
Clordiazepóxido - 10 mg
Hidroclorotiazida - 10 mg
Cáscara sagrada - 200 mg + Fenproporex - 30 mg
Fucus vesiculosus - 120 mg
Ágar-Ágar - 100 mg
Metiarina qsp - 01 cápsula
60 (sessenta) cápsulas.
Tomar uma cápsula 9:30 e outra as 17:30 hs.

Cáscar sagrada - 120 mg
Tiratricol - 0,7 mg
Ágar-Ágar - 100 mg
Tiamina - 10 mg
Fucus vesiculosus - 120 mg
Furosemida - 40 mg
Clordiazepóxido - 10 mg
60 (sessenta) cápsulas.
Tomar uma cápsula pela manhã.Fluoxetina - 20 mg

Piridoxina - 200 mg
Triac - 0,7 mg
60 (sessenta) cápsulas.
Tomar uma cápsula ao dia.

Estas formulações são só para conhecimento científico PROCCURE O SEU MÉDICO ESPECIALISTA PARA DIETAS

A corrida pelo Viagra genérico

13/12/09

Poucos medicamentos tornaram-se tão populares quanto o Viagra. Mais de 40 milhões de homens em 120 países consumiram quase 100 milhões de pílulas azuladas desde o lançamento do remédio em 1998. Símbolo de uma revolução sexual em escala global, ele agora ressurge como protagonista de uma reviravolta no mercado farmacêutico brasileiro.

Pfizer tenta comprar laboratórios para aliviar perda de patentes
Cristália antecipa estratégia contra genérico do Viagra
"Vamos competir pelas migalhas da Pfizer", diz consultor do setor farmacêutico


A patente do Viagra é uma das 26 que vencem entre 2010 e 2013 e vão injetar na indústria mais de R$ 700 milhões em receitas com uma nova geração de medicamentos genéricos.

O Viagra representa para o mercado de medicamentos o mesmo que um filme de ação para Hollywood. Por sua capacidade de arrecadar quantias milionárias, é chamando pelos executivos do setor farmacêutico de remédio blockbuster – em português, remédio arrasa-quarteirão.

No Brasil, o Viagra sozinho movimenta R$ 170 milhões por ano, pouco mais de um terço do total das vendas de medicamento contra a impotência, avaliadas em R$ 500 milhões.

Por lei, a versão genérica de qualquer medicamento deve custar no mínimo 35% a menos que o medicamento original. Na prática, porém, o desconto pode chegar a 60%, multiplicando as vendas de uma forma nunca vista enquanto o medicamento tinha marca. “Quando as versões genéricas do Viagra chegarem ao mercado, o preço vai cair e consumo, aumentar”, diz Ogari de Castro Pacheco, presidente e co-fundador do Cristália, laboratório fabricante do Helleva, um dos concorrentes do Viagra.

Uma demonstração do que pode ocorrer com o Viagra vem de uma dupla de remédios para emagrecer, o Reductil, da americana Abbott, e o Plenty, licenciado para a Medley. Os dois entraram no mercado brasileiro no fim dos anos 1990 com um preço proibitivo para boa parte dos consumidores. Uma caixa chegou a custar quase R$ 200 reais. Em 2006, pouco antes de a patente expirar, a Medley lançou a versão genérica com um preço que variava de R$ 70 a R$ 90. A partir daí, as vendas multiplicaram por seis.

Briga na Justiça

A indústria farmacêutica que cria um novo tipo de remédio tem direito exclusivo sobre sua fórmula por 20 anos, a contar da data em que fez o registro da primeira patente. A Pfizer lançou o Viagra em 1998, mas o registro foi feito quase uma década antes. Para o Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI), instituição responsável pelo registro de patentes no Brasil, a exclusividade da Pfizer sobre o Viagra caduca em junho de 2010.

A Pfizer, no entanto, alega que a data do registro é outra e entrou na Justiça para alterar o prazo. “A data estipulada no Brasil para o vencimento difere da contagem que a Pfizer entende como correta”, diz Adilson Montaneira, diretor da Pfizer. “Entramos com uma ação judicial para corrigir a data de 2010 para 2011." A Pfizer já tem uma decisão judicial favorável em primeira instância, mas o INPI recorreu e o desfecho ainda é uma incógnita.

Linha de chegada

A data final da patente do Viagra, no entanto, tornou-se um detalhe para a indústria de genéricos no Brasil. Há mais de dois anos, a maioria dos fabricantes do país prepara-se para lançar versões com o princípio ativo do Viagra, o citrato de sildenafila. Para não correr o risco de perder uma oportunidade única, os laboratórios miram na data defendida pelo INPI, junho de 2010.

“Estamos numa corrida contra o tempo”, diz Maria Del Pilar Muñoz, diretora de novos negócios do laboratório brasileiro Eurofarma. “O genérico do Viagra é um dos mais importantes medicamentos de uma nova leva que vai chegar ao mercado nos próximos anos e todos trabalhamos para ter o produto pronto no dia seguinte que a patente vencer, não importa se em 2010 ou 2011.”

A pressa tem razões comerciais. No mercado de genéricos, historicamente, dispara nas vendas quem chega primeiro ao balcão. É assim porque as redes de farmácia costumam escolher duas ou três versões de um medicamento genérico, e os clientes adotam as primeiras que chegarem às prateleiras. Retardatários correm o risco de cair no esquecimento.

Cristália antecipa estratégia contra genérico do Viagra13/12 -
Ogari de Castro Pacheco, presidente e co-fundador do Cristália, laboratório brasileiro com sede em Itapira, interior de São Paulo, decidiu agir antes do lançamento de qualquer genérico do Viagra. No começo de 2009, reduziu o preço do seu Helleva, o único medicamento 100% brasileiro contra a impotência. O registro do Helleva só vence em 2027, mas Pacheco tem convicção de que a concorrência vai mudar – e muito – para toda a indústria quando a patente do Viagra vencer e a versão em genérico chegar às farmácias.

Na lista dos medicamentos contra impotência, o Helleva ocupa hoje a terceira posição, com cerca de 14% das vendas de medicamentos contra a impotência. Desde o começo do ano, cada comprimido dele sai por cerca de R$ 10, praticamente a metade do preço do Viagra, da Pfizer, e do Cialis, da Eli Lilly, concorrentes que se intercalam entre o primeiro e o segundo lugar em vendas.

“Quando a patente do Viagra vencer, os preços vão cair e a perda mercado para os genéricos será inexorável”, diz Pacheco. “Quem já usa o Viagra pode mudar de produto e quem não consome nenhum medicamento do gênero, porque não consegue pagar por ele, vai poder comprá-lo. A versão genérica do Viagra vai ampliar o consumo na base da pirâmide.”

Preservar consumidores

O empresário nem pensou em protelar o reposicionamento de preço a espera de uma decisão da justiça sobre a data de validade da patente do Viagra. Para o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), a patente expira em junho de 2010. Mas a Pfizer pede, em processo judicial, que a data seja estendida até 2011.

A empresa alega que fez dois registros, com cerca de um ano de diferença, e que vale o segundo. “Não acredito que a Pfizer vai ganhar o processo porque o INPI tem bons argumentos a seu favor”, diz Pacheco. “Mas independentemente do processo, nossa preocupação é agir o quanto antes para preservar uma parcela dos consumidores.”

Além do preço mais em conta, Pacheco esperar ter a favor do Cristália certas particularidades do produto. Apesar de terem a mesma função, o Helleva não chega a ser a um irmão gêmeo do Viagra. É uma espécie de primo – e suas diferenças são consideradas vantajosas por seu fabricante no momento de disputar a atenção dos consumidores. Nos testes, o Helleva ofereceu menos alterações cardíacas e mais resistência a bebidas alcoólicas, o que, em tese, acredita Pacheco, poderá lhe dar alguma vantagem sobre as futuras versões de genéricos do concorrente.

Revolução verde e amarela

O Helleva não tem o glamour , o apelo ou a receita da pílula azul do Viagra. É branco como um comprimido para dor-de-cabeça e rende R$ 24 milhões ao Cristália – cerca de 4% do faturamento anual, previsto para R$ 590 milhões neste ano. Mas sua simples existência representa uma revolução para a Cristália e para a indústria farmacêutica nacional. O Helleva foi o primeiro medicamento desenvolvido a partir de uma molécula inteiramente sintetizada no Brasil.

A Cristália tem 29 outros projetos baseados em engenharia molecular, 15 deles de moléculas absolutamente novas, mas a inovação coube ao lançamento de um medicamento contra impotência. Em parte, pesou a seu favor, a receptividade, quase certa, que teria entre os homens.

“As vantagens comerciais de um remédio contra disfunção erétil são inegáveis, principalmente em um país latino como o Brasil”, diz Pacheco. “O homem latino tem todos os problemas de qualquer homem no mundo, mas tem uma enorme dificuldade de conviver com esse problema em particular.”

A fábula do porco-espinho




Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio.
Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor.

Por isso decidiram se afastar uns dos outros e voltaram a morrer congelados, então precisavam fazer uma escolha:
Ou desapareceriam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros.
Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos.

Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que a relação com uma pessoa muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro.
E assim sobreviveram.

Moral da História :
" O melhor do relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro, e admirar suas qualidades " .

Sunday, December 13, 2009

Faltam cálcio e vitamina D para mulheres brasileiras





A ingestão do cálcio, presente no leite, ajuda a prevenir a osteoporose
Pesquisa do endocrinologista Luis Russo, do Brasil Centro de Pesquisas e Análises Clínicas, indica que as mulheres da Dinamarca têm maior concentração de vitamina D do que as do Brasil.

Os índices do norte da Europa estão em 84, enquanto que os do Rio de Janeiro são de 65,4. A falta de vitamina D causa a osteoporose, que atinge 10 milhões de brasileiros, a maioria com mais de 65 anos. A Federação Nacional de Associações de Pacientes e de Combate à Osteoporose iniciou campanha que pede à indústria alimentícia que adicione cálcio nos alimentos.

ATAQUE CARDÍACO
Estudo questiona uso de aspirina
Pesquisadores britânicos recomendam que pessoas que não apresentam sintomas óbvios de doenças cardiovasculares não tomem aspirina para prevenir ataques cardíacos e derrames.

O estudo diz que a droga pode causar sangramentos internos sérios e não previne mortes por doenças cardiovasculares.

SAÚDE & BEM ESTAR

Vitamina D e osteoporose

Vitamina D e osteoporose



Dra Lucia, tenho 40 anos e minha mãe tem osteoporose. Temo seguir pelo mesmo caminho. Meu ginecologista me recomendou tomar 15 minutos de sol todos os dias, sem protetor solar. Segundo ele, isso ajudará a prevenir a doença. Como sempre leio sobre os malefícios do banho de sol, gostaria de saber sua opinião.
(Rose)

Rose, essa questão é tema de muito debate entre os médicos. De um lado, o banho de sol aumenta a predisposição a câncer de pele. Do outro, o sol estimula nossa pele a produzir vitamina D, fundamental na absorção de cálcio pelo nosso organismo e na prevenção da osteoporose.

Epidemia silenciosa
Na osteoporose, o corpo perde massa óssea. Os ossos ficam frágeis e propensos a fraturas. Mas não dá para sentir que eles estão enfraquecendo. Por isso quem tem osteoporose pode nem desconfiar do problema até que uma fratura aconteça. O número de portadores, só nos Estados Unidos, ultrapassa 10 milhões. Todos nós, homens ou mulheres, devemos ficar alertas e, de acordo com indicação médica, fazer exames que detectem o problema no início.

Grupo de risco
A osteoporose ataca preferencialmente mulheres magras, de pele clara ou de origem asiática e que tenham parentes acometidos. A incidência se acentua após a menopausa, quando diminui a taxa de hormônios femininos. Sedentarismo, cigarro e bebidas alcoólicas aumentam a predisposição, assim como uma dieta pobre em cálcio ou carência de vitamina D.

Como se prevenir
- Certifique-se de que você está adquirindo a quantidade necessária de cálcio e vitamina D apropriada para sua idade
- Faça exercícios físicos regularmente
- Não fume
- Evite o excesso de bebidas alcoólicas
- Preocupe-se com a osteoporose. Converse com seu médico sobre isso e faça exame de densitometria óssea quando for indicado para você.

O sol
Sabemos que ele estimula nossa pele a produzir vitamina D, e que a vitamina D ajuda nosso organismo a absorver cálcio. Mas tomar sol não é a única maneira de se obter essa vitamina. Ela pode ser obtida através de alimentos ou sob a forma de comprimidos. Depois de muita discussão, levando em conta que não há uma dose mínima de sol que possa ser considerada não cancerígena, a Academia Americana de Dermatologia formalizou sua opinião, que é: não procure o sol para obter vitamina D; se você não ingere alimentos que suprem sua necessidade diária da vitamina, complemente com comprimidos.


O que é bom para os americanos também é bom para os brasileiros?
Vivemos num país ensolarado. Por mais que a gente se proteja, essa proteção raramente é perfeita. É provável que o sol que você toma no dia a dia sem se dar conta já seja capaz de estimular seu organismo a produzir vitamina D. (Dois artigos para ler mais sobre o tema)

Position Statement on Vitamin D

Vitamin D Fact Sheet

Considerações feitas, eis meu conselho: ao invés de tomar sol para cuidar de seus ossos, discuta com seu médico a possibilidade de você se submeter a um exame de sangue que verifique seu status de vitamina D. E se o resultado for baixo, tome um suplemento.

Por Lucia Mandel

Veja as 5 mentiras das mulheres sobre sexo

O sexo continua sendo um tabu entre algumas mulheres. Ainda que muitas afirmem falar sobre isso sem complexo algum, o certo é que existem mentirinhas que nenhuma mulher confessa, nem para a melhor amiga.

Sem meias palavras e deixando de lado a imagem de mulheres puras, santas e castas, reunimos as cinco mentiras que praticamente todas escondem, mesmo sob tortura.

Não existe o sexo sem amor

Quem nunca imaginou uma transa com um homem desconhecido que atire a primeira pedra. Desde Brad Pitt e Johnny Depp até o DJ de sua balada favorita. Sim, algumas mulheres sonham em dormir com o amigo de um amigo ou, ainda, ter um romance de verão que dure apenas poucos dias. E quem está falando de amor, então? Neste caso se trata de desejo e paixão.

O importante é a personalidade
As mulheres asseguram, quase sem exceção alguma, que o mais importante em um homem é sua personalidade, e como "não há sexo sem amor", terminam sonhando com um encontro fantástico com a alma gêmea. O certo é que uma vez na cama, além de sua personalidade, é necessário que entre os dois exista química para sentir prazer. Caso contrário, ou seja, sem atração física, ele pode passar a ser seu melhor amigo.

O tamanho não importa
Não nos enganemos: o tamanho importa sim! Pelo menos um pouquinho. A regra de ouro é "nem muito, nem pouco". Está claro que um centímetro a mais ou a menos não é relevante, mas a carência ou abundância pode afetar o momento da penetração, e é claro, não é isso o que as mulheres querem.

O álcool é um estimulante sexual
É certo que em quantidades moderadas o álcool tem um efeito provocador que faz a mulher se sentir mais sensual. Mas ele também provoca a perda de sensibilidade. Além disso, as bebidas alcoólicas podem produzir um episódio de impotência ou de falta de orgasmo.

Não gosto de palavras sujas
Ainda que não confessem a ninguém, é bastante comum que os parceiros digam palavras picantes ou sujas enquanto estão na relação sexual. Mas vale destacar que o tipo de mensagem pronunciada dependerá do grau de cultura e do nível socioeconômico de cada pessoa. É um tipo de linguagem erótica que serve para subir a temperatura do momento sexual.

Fonte:: terra

Homem infiel: veja características

O autor do livro Amor-Sexo= infidelidad. Los chilenos en la cama (sem tradução para o português), revela algumas pistas que podem lhe ajudar a descobrir se está sendo enganada pelo parceiro.
"Quando o assunto é infidelidade, as mulheres são muito mais espertas que os homens" Portanto, será fácil perceber se ele tem outra. Basta prestar atenção nas dicas de Yutronic.

Horas extras no trabalho
Ele começa a dizer que é obrigado a ficar mais horas no trabalho porque há muitas tarefas a serem feitas. Se antes chegava em casa às 19h, agora, aparece somente depois das 22h. E sempre tem a desculpa na ponta da língua: estava com o chefe em reunião e por isso não podia sequer atender suas ligações.

Falta de interesse sexual
Quando isso acontece é porque geralmente há algo estranho. Em uma relação existe uma certa continuidade com o sexo. E se um pede mais que o outro, pelo menos isso já é uma coisa estabelecida, pois ambos se conhecem. Mas, se o apetite diminui bruscamente, algo de errado aconteceu.

Outro motivo de apreensão é ser surpreendida com posições novas. Se isso ocorrer, você deve interrogá-lo. Pergunte onde ele aprendeu essas novidades.

Ele diz que precisa de mais espaço
Isso significa que ele se sente sufocado. Por isso, prefere estar com os amigos e aumenta a freqüência com que vai a happy hours.

Gastos sem explicação
Normalmente os homens não controlam os gastos, mas isso pode ser agravado. Você percebe gastos excessivos principalmente se tiverem conta conjunta. Se tiver desconfiada, espere ele adormecer para revistar sua carteira, calças e jaquetas. Procure por bilhetes de cinema ou notas de estacionamentos.

Aumento de vaidade
O homem começa a se preocupar com sua roupa íntima quando nunca antes o havia feito. Se usava cuecas convencionais, agora procura os modelos mais bonitos ou sexies.

Chamadas de longa duração para números desconhecidos
A conta do serviço de telefonia, móvel ou fixo, pode ser uma aliada nessa sua investigação. Desconfie de chamadas de longa duração para números que você não conhece. Observe também se há muitas ligações repetidas para um mesmo número. Pergunte para seu parceiro sobre o ocorrido, se a desculpa for evasiva, fique alerta.

Homem incomunicável
Comece a desconfiar se ele deixa o celular desligado por muito tempo, e como justificativa diz que o aparelho deveria estar sem sinal. Ou ainda se ele demora para retornar suas ligações e quando o faz fala com a voz em um tom baixo demais e sem clareza de idéia.

Utiliza uma nova conta de email
Se você descobrir que de um dia para o outro ele tem outra conta de email, significa que a usa para assuntos mais que particulares. Quer dizer que há algo muito privado, que ele não deseja que você saiba.

Por Dante Yutronic

Atrofia do nervo óptico não é glaucoma

Mas só diagnóstico precoce evita cegueira

É muito curto o tempo de evolução entre o ponto saudável do olho e a perda total da visão quando se desenvolve um processo de atrofia do nervo óptico. Muitas vezes confundida com o glaucoma, a atrofia tem tratamento melhor conduzido quando diagnosticado precocemente, porque pode detectar outros problemas de saúde, desde o glaucoma até enfermidades cerebrais.

A atrofia do nervo óptico é a desconexão das ligações nervosas que unem o olho ao cérebro. "É sinônimo de perda de visão irreversível.

Quando chega ao ponto de atrofia, o nervo óptico já não transmite os sinais luminosos para o cérebro montar a imagem. Por isso, o diagnóstico precoce e a identificação da causa são imprescindíveis para o sucesso do tratamento",

Causas - Como a atrofia é o ponto final do processo de perda de visão pelo desligamento do nervo óptico, suas causas podem ser variadas.
"Entre as principais origens do problema está o glaucoma.

A neuropatia glaucomatosa, como também é conhecida, resulta de uma lesão no nervo óptico causada, principalmente, por uma pressão intraocular inadequada. Diferente das outras causas de atrofia do nervo óptico, o glaucoma não apresenta sintomas perceptíveis ao paciente. Por isso, as consultas periódicas e continuadas e o diagnóstico precoce são tão importantes".

Os sintomas do processo de atrofia do nervo óptico estão ligados ao sofrimento do nervo e, portanto, necessitam de tratamento especializado urgente.

Os principais sinais do processo de atrofia são o embaçamento da visão, a perda aguda da capacidade de distinção das cores, a diminuição da acuidade visual (qualidade da visão) e a perda do campo visual (quantidade de visão)".

Exames - Entre os exames necessários para a detecção da causa do processo de atrofia, o especialista do HOB destaca o exame de fundo de olho, campimetria (mede o campo visual), ressonância magnética, tomografia e avaliação neurológica.

A cura e o tratamento do processo de atrofia do nervo óptico dependem da causa. "Se o processo de atrofia for causado pelo glaucoma, não há cura, apenas tratamento para estagnar a perda de visão e proporcionar uma melhor qualidade de vida ao paciente. Nas outras situações, tratando a causa, o processo de atrofia desaparece"

Por Juscelino de Oliveira.

O estresse pode se revelar na voz

Tensão e fadiga podem ser causas

As doenças ligadas à rouquidão nem sempre têm causas físicas. Situações de estresse podem provocar aumento da tensão muscular ou mesmo fadiga da musculatura das pregas vocais.

o sistema límbico, que controla o emocional, pode interferir na regulação dos sistemas motores. Desta forma, o emocional pode provocar disfunção motora das pregas vocais gerando rouquidão e até afonia. "No geral, esta relação não é percebida. Um exemplo é o caso de pessoas que, quando irritadas, perdem a voz".

Para definir se a rouquidão tem relação com estresse é fundamental que seja realizado um exame otorrinolaringológico completo buscando possíveis desordens orgânicas que promovam a disfonia.

Esta avaliação pode ser complementada com o exame de Laringoscopia, que é de grande valia para a observação do aspecto visual da mucosa, movimentação e características vibratórias das pregas vocais. "Durante todo esse processo é observado a possibilidade de sinais de estresse, ansiedade exacerbada, insatisfações, ou outras possíveis manifestações de alterações ou distúrbios que possam estar ocorrendo na esfera psíquica".

O tratamento para a rouquidão causada pelo estresse deve ser dirigido para a causa, sendo assim, mudanças comportamentais que possam melhorar a qualidade de vida são importantes ferramentas, para que o indivíduo reencontre seu equilíbrio vocal. Hábitos de vida saudáveis e a prática de atividades físicas ajudam a controlar o nível de estresse e são recomendáveis.

"Para que a voz se mantenha saudável, é importante cuidar da saúde geral do corpo, beber muito líquido, não gritar, não realizar esforço vocal enquanto apresentar infecções de via aérea superior como gripes e resfriados, evitar fumo, álcool, drogas e poluição".

Em alguns casos específicos, de maior dificuldade de tratamento pode ser necessário aliar outras formas de terapia, como atendimento fonoterapêutico, psicológico e por vezes tratamento medicamentoso

Por Ronaldo dos Reis Américo

Levando a enxaqueca a sério

Diagnóstico incorreto, uso inadequado de medicamentos e a baixa adesão dos pacientes atrapalham tratamento
Confira material sobre o assunto, enviado pela assessoria do neurologista Abouch Krymchantowski, um dos principais especialistas em dor de cabeça do país.

Tratamento inadequado da enxaqueca pode agravar intensidade das dores
Doença crônica que atinge mais de 15% da população mundial, a enxaqueca provoca intensas crises de dores de cabeça capazes de incapacitar por horas e até dias quem sofre do problema. Mas, apesar de os malefícios causados se prolongarem intermitentemente durante anos, a enxaqueca ainda não é encarada com a seriedade necessária e nem tratada corretamente: diagnóstico errado, uso inadequado de medicamentos e baixa adesão dos pacientes são algumas das barreiras que impedem o sucesso do tratamento e podem agravar ainda mais as dores.

Para o neurologista Abouch Krymchantowski, membro da Sociedade Brasileira de Cefaleia e Fellow da Sociedade Americana de Dor de Cabeça, um dos principais obstáculos para o tratamento é o diagnóstico equivocado da doença, que costuma ser confundida como sintoma de outros distúrbios, como sinusite e estresse. "Existe no Brasil uma cultura de se pedir exames em excesso, que não identificam o problema, como tomografias e eletroencefalogramas, quando a enxaqueca poderia ser facilmente detectada a partir de um exame clínico e da análise do histórico do paciente, que poucos médicos fazem", explica o especialista, que é editor-associado da revista Headache, principal publicação científica internacional sobre dor de cabeça.
O diagnóstico errado acaba por levar a um tratamento também incorreto, agravado pelo fato de que a enxaqueca ainda é largamente vista como uma dor passível de cura por medicamentos, em vez de uma doença crônica que demanda prevenção das crises e dos mecanismos cerebrais da dor ao longo de anos. "Na maioria das vezes, são prescritos analgésicos para serem tomados até que a dor passe, o que não só é ineficiente como, se feito em excesso ou com regularidade, pode fazer com que a dor se torne diária", diz o Dr. Abouch, chamando atenção para o fato de que, de acordo com estudos patrocinados pela Organização Mundial de Saúde, mais de 50% dos portadores de enxaqueca precisam de tratamento preventivo, mas menos de 8% efetivamente o recebem.
O especialista afirma, ainda, que essa negligência em relação à gravidade da enxaqueca geralmente se estende também aos pacientes, uma vez que muitos deles não dão a devida importância à dimensão da doença e acabam por abandonar os tratamentos preventivos. "Como geralmente recebe poucas informações sobre a importância da medicação preventiva, grande parte dos pacientes para de ingerir os remédios quando sente alguma melhora", salienta o especialista. A solução para evitar os erros no tratamento da enxaqueca é relativamente simples, e passa pela melhora do nível de informação, tanto de médicos quanto de pacientes:
- É preciso que os médicos sejam mais bem preparados para tratar a enxaqueca, de modo que ela passe a ser efetivamente compreendida como uma doença crônica, química e genética, capaz de existir sem nem mesmo causar dor de cabeça. Assim, os pacientes serão melhor informados sobre a gravidade de seu problema, perseverando com o tratamento e evitando erros como a ingestão excessiva de remédios para a dor - finaliza o neurologista Abouc

DEPRESSÃO

Síndrome que, de acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), é a quarta causa global de incapacidade e deve ser a segunda até o ano de 2020.


1. O que é depressão?
A depressão é uma doença complexa que afeta corpo e mente e manifesta-se por sintomas emocionais e físicos. Conhecida também como Transtorno Depressivo Maior (TDM), é caracterizada por sinais que interferem na habilidade para trabalhar, estudar, comer, dormir e apreciar atividades antes agradáveis.

2. Tristeza é sinônimo de depressão?
Não. Tristeza isolada não é depressão, apenas um sentimento universal, assim com ansiedade. Logo, não é necessariamente patológico, fazendo parte da experiência psíquica normal.

3. Quais são as causas da depressão?
As causas da depressão ainda são desconhecidas. A teoria neuroquímica é a mais aceita e sugere que uma disfunção no sistema nervoso central é a responsável pela doença. A diminuição dos neurotransmissores serotonina e noradrenalina no sistema nervoso central são os responsáveis tanto pelo aparecimento dos sintomas emocionais quanto físicos da depressão.

4. Quais são os principais sintomas?
A depressão se manifesta por sintomas emocionais e físicos. Os principais são:
. Sintomas emocionais: tristeza, perda de interesse, ansiedade, angústia, desesperança, estresse, culpa, perda da libido, dificuldade de raciocínio, indecisão, baixa auto-estima, alterações no sono, ideação suicida, entre outros;

. Sintomas físicos: baixa energia, alterações no sono, dores inexplicáveis pelo corpo (sem causa clínica definida), dor de cabeça, alterações no apetite, alterações gastrintestinais, alterações psicomotoras, entre outras.

5. Quais sinais comprovam um quadro de depressão?
Para o indivíduo ser diagnosticado como deprimido, deve reunir pelo menos cinco dos sintomas acima, sendo que um deles tem que ser tristeza ou perda do interesse em atividades antes prazerosas, com duração mínima de duas semanas.

6. Ao notar os sintomas, qual profissional de saúde devo procurar?
Ao reconhecer ou desconfiar de um quadro depressivo é imprescindível procurar um médico psiquiatra, ele é o profissional mais indicado para diagnosticar e tratar a depressão.


7. Todas as pessoas estão sujeitas a ter depressão?
Sim, porque existem diferentes motivos que predispõem à doença:
· fator genético - história familiar de depressão;
· estresse crônico - situações repetidas de estresse;
· perdas parentais precoces - morte de um dos genitores na infância;
· história de qualquer tipo de abuso na infância;
A depressão tem causas multifatoriais (fatores genéticos/biológicos e ambientais/ psicossociais) que sempre se somam para a determinação de uma apresentação clínica final. Nas mulheres, os períodos pré-menstrual, pós-parto e menopausa são de maior risco para desenvolver a doença também. Cerca de 17,5% da população apresentará pelo menos um episódio depressivo ao longo da vida.


8. Há uma faixa etária mais vulnerável à doença?
Sim. A maioria dos casos de depressão acomete indivíduos entre 20 e 40 anos de idade. Mas é importante dizer que a doença pode se iniciar em qualquer faixa etária, da infância à terceira idade.

9. Qual o melhor tratamento?

A maioria (cerca de 2/3) dos pacientes com depressão apresenta dores persistentes combinadas com sintomas emocionais. Assim, a doença deve ser tratada através de psicoterapia e o uso de antidepressivo com dupla ação, como a duloxetina. Essa classe de medicamento age de forma equilibrada sobre a serotonina e a noradrenalina, combatendo os sintomas emocionais e físicos. É importante deixar claro que isso não é uma regra, portanto varia de acordo com o paciente e que a procura por ajuda médica é indispensável.


10. A depressão tem cura?

O objetivo central do tratamento da depressão é a remissão (melhora completa da sintomatologia depressiva). Como grande parte das doenças, há sempre um risco de, mesmo tratado corretamente, o paciente apresentar recaída no futuro (cerca de 80% das pessoas que apresentaram um episódio depressivo devem apresentar um ou mais episódios adicionais). A depressão, portanto, é, na maioria das vezes, uma doença crônica, assim como diabetes e hipertensão. Quando tratada adequadamente, o paciente leva uma vida absolutamente normal.

Dr. Acioly Lacerda

Cuidado com a pele no verão


Verdades e mentiras noVerdades e mentiras no cuidado com a pele no verão
Proprietária de clínica tira dúvidas comuns sobre o assunto
Cuidar da pele é sempre importante em qualquer estação do ano, mas no verão a atenção tem que ser redobrada. A estação ainda nem chegou e as temperaturas já estão nas alturas, alguns dias ultrapassam os 40° graus, e os cuidados com a pele neste momento são mais importantes, pois os raios ultaviolentas são mais agresivos. Mas o que fazer para se proteger?

1 - Os produtos para limpar, tonificar e hidratar a pele devem ser da mesma linha
É realmente mais adequado usar produtos de uma mesma linha. Eles têm os mesmos ingredientes básicos de perfume e conservantes, além de serem desenvolvidos para tratar determinado tipo de pele em idades específicas. No caso de produtos manipulados ou receitados, eles podem ser de linhas diferentes já que o especialista procura indicar as combinações adequadas.

2 - É melhor evitar loções alcoólicas para limpar a pele
Elas até podem limpar melhor a pele, mas irritam e têm efeito rebote, ou seja, estimulam a produção de oleosidade (sebo). Leites e cremes de limpeza são melhores que loções alcoólicas e não causam efeitos indesejáveis.

3 - Tomar sol melhora a pele
Mas depende do tempo e do horário que a pessoa se expõe ao sol. Os primeiros raios do dia têm efeito antiinflamatório e, por isso, melhoram a acne. Porém, quando a exposição ao sol é exagerada, a acne piora, já que a pele queimada fica mais grossa, facilitando o entupimento dos poros.

4 - Mais importante que limpar a pele, é sempre aplicar o creme de baixo para cima
Em geral, a maior preocupação deve ser aplicar o creme com suavidade sobre a pele limpa, sem movimentos bruscos e, de preferência, por igual. Se a intenção for massagear a pele, faça o movimento de baixo para cima na área da testa; do centro para fora, nas áreas da maçã do rosto e dos olhos; e de cima para baixo, no queixo e pescoço.

5 - Acne é doença contagiosa
A acne acontece especialmente na puberdade por tendência hereditária. Ou ainda, por uso de medicamentos, doenças e cosméticos muito oleosos.

6 - Sauna é eficiente na limpeza da pele
A sauna não deve ser considerada um tratamento de beleza. Somente peles muito sujas e oleosas podem se beneficiar desse procedimento, já que a temperatura alta aquece a cútis e os poros se abrem, liberando a sujeira. Mas não chega a ser uma limpeza eficiente. O objetivo da sauna é relaxar.

7 - Quando estou bronzeada já estou protegida, por isso não preciso mais usar filtro solar
O bronzeamento prévio dá uma pequena proteção, o equivalente a uma proteção fator 4. O que não é suficiente para evitar queimaduras e outros danos à pele em caso de uma nova exposição ao sol.

8 - Alergia na pele se pega em qualquer lugar
É o tipo de doença não transmissível. A alergia depende da predisposição individual e do contato com a substância causadora da alergia.

9 - Produtos naturais nunca provocam alergia
Qualquer produto, inclusive aqueles formulados apenas com substâncias extraídas da natureza, pode desencadear alergia.

10 - A pele nunca reage a produtos aos quais já está acostumada
Qualquer produto, a qualquer momento, pode desencadear uma alergia. A pele de um pedreiro, por exemplo, pode se sensibilizar ao cimento depois de passados 10 anos de contato com o material.

11. Deve-se reaplicar protetor solar após transpirar ou entrar na água
Verdade. Antes de ir para o sol é preciso aplicar o protetor solar. Após transpirar ou entrar na água é importante reaplicar o produto, pois o fator utilizado já não é mais eficiente como antes.

Cuidar da pele é sempre importante em qualquer estação do ano, mas no verão a atenção tem que ser redobrada. A estação ainda nem chegou e as temperaturas já estão nas alturas, alguns dias ultrapassam os 40° graus, e os cuidados com a pele neste momento são mais importantes, pois os raios ultaviolentas são mais agresivos. Mas o que fazer para se proteger?

1 - Os produtos para limpar, tonificar e hidratar a pele devem ser da mesma linha
É realmente mais adequado usar produtos de uma mesma linha. Eles têm os mesmos ingredientes básicos de perfume e conservantes, além de serem desenvolvidos para tratar determinado tipo de pele em idades específicas. No caso de produtos manipulados ou receitados, eles podem ser de linhas diferentes já que o especialista procura indicar as combinações adequadas.

2 - É melhor evitar loções alcoólicas para limpar a pele
Elas até podem limpar melhor a pele, mas irritam e têm efeito rebote, ou seja, estimulam a produção de oleosidade (sebo). Leites e cremes de limpeza são melhores que loções alcoólicas e não causam efeitos indesejáveis.

3 - Tomar sol melhora a pele
Mas depende do tempo e do horário que a pessoa se expõe ao sol. Os primeiros raios do dia têm efeito antiinflamatório e, por isso, melhoram a acne. Porém, quando a exposição ao sol é exagerada, a acne piora, já que a pele queimada fica mais grossa, facilitando o entupimento dos poros.

4 - Mais importante que limpar a pele, é sempre aplicar o creme de baixo para cima
Em geral, a maior preocupação deve ser aplicar o creme com suavidade sobre a pele limpa, sem movimentos bruscos e, de preferência, por igual. Se a intenção for massagear a pele, faça o movimento de baixo para cima na área da testa; do centro para fora, nas áreas da maçã do rosto e dos olhos; e de cima para baixo, no queixo e pescoço.

5 - Acne é doença contagiosa
A acne acontece especialmente na puberdade por tendência hereditária. Ou ainda, por uso de medicamentos, doenças e cosméticos muito oleosos.

6 - Sauna é eficiente na limpeza da pele
A sauna não deve ser considerada um tratamento de beleza. Somente peles muito sujas e oleosas podem se beneficiar desse procedimento, já que a temperatura alta aquece a cútis e os poros se abrem, liberando a sujeira. Mas não chega a ser uma limpeza eficiente. O objetivo da sauna é relaxar.

7 - Quando estou bronzeada já estou protegida, por isso não preciso mais usar filtro solar
O bronzeamento prévio dá uma pequena proteção, o equivalente a uma proteção fator 4. O que não é suficiente para evitar queimaduras e outros danos à pele em caso de uma nova exposição ao sol.

8 - Alergia na pele se pega em qualquer lugar
É o tipo de doença não transmissível. A alergia depende da predisposição individual e do contato com a substância causadora da alergia.

9 - Produtos naturais nunca provocam alergia
Qualquer produto, inclusive aqueles formulados apenas com substâncias extraídas da natureza, pode desencadear alergia.

10 - A pele nunca reage a produtos aos quais já está acostumada
Qualquer produto, a qualquer momento, pode desencadear uma alergia. A pele de um pedreiro, por exemplo, pode se sensibilizar ao cimento depois de passados 10 anos de contato com o material.

11. Deve-se reaplicar protetor solar após transpirar ou entrar na água
Verdade. Antes de ir para o sol é preciso aplicar o protetor solar. Após transpirar ou entrar na água é importante reaplicar o produto, pois o fator utilizado já não é mais eficiente como antes.
Por Kátia Liberti

Saturday, December 12, 2009

Corrupção passa a ser crime hediondo (#demorou)




December 11th, 2009
Para marcar o Dia internacional de combate à corrupção, o presidente Lula assinou e enviou ao Congresso um projeto de lei que caracteriza como hediondos os crimes de corrupção passiva, corrupção ativa, peculato e concussão. Segundo li no Valor Econômico, ele citou Zeca Pagodinho e enfatizou que a nova lei vai afetar a todos, até “quem tem bala na agulha e café no bule”, afirmando que não está mexendo com o baixo clero, mas com o alto clero.

Lula acredita que ” não há um país no mundo que disponha de um sistema de fiscalização maior do que o existente no Brasil” e citou casos para confirmar isso, afirmando que levará ao G-20 a proposta de aumento das penas a serem aplicadas aos condenados por corrupção. Neste ponto é fácil concordar com ele (aliás, no geral é fácil concordar com a linha de raciocício do Lula, né?, por isso ele é tão popular!):

“O que é um paraíso fiscal senão corrupção?”

Segundo Lula

“A punição tem que ser para o corrupto e para o corruptor. Ainda vai sair muita manchete com casos de corrupção. Prefiro que saia muita manchete do que não sair nada, e a gente estar sendo roubado e não saber.” Para justificar a proposta de transformar a corrupção em crime hediondo, Lula citou duas situações que considera injustas: “Por que um cara que rouba um pãozinho vai preso, e um cara que rouba R$ 1 bilhão não vai preso? Se o cidadão mata uma paca, é crime inafiançável, mas se o cidadão rouba dinheiro que dá para comprar um milhão de pacas, (o crime) não é inafiançável.”

Não um discurso populista perfeito? Mas será que veremos isso sair do discurso de caçador de marajás (lembram-se que o rival dele, Collor, falava coisas assim?) e passará a ser uma realidade menos habitual dentro de seu próprio grupo de influência?

CÂNCER, SAIBA MAIS.....


Câncer é mais comum em homens por causa do estilo de vida
Mais homens fumam que o de mulheres. Eles também exageram com mais frequência no consumo de álcool.
Médicos fazem um alerta: o estilo de vida pode ser o responsável pela maior incidência de câncer nos homens do que nas mulheres. O resultado está em uma pesquisa feita aqui no Brasil.

Segundo a pesquisa, a genética tem pouca influência. O determinante mesmo é o estilo de vida. Os homens se expõem mais a riscos para a saúde. E quando ficam doentes, demoram para procurar um médico.

O agricultor Amauri dos Santos, de 64 anos, nunca tinha entrado em um consultório médico. A primeira vez que precisou passar por uma consulta, recebeu um diagnóstico preocupante: câncer. "Eu vou tratar, se Deus quiser dá jeito", diz Amauri.

Uma pesquisa do Inca, o Instituto Nacional do Câncer, mostra que os homens têm 77% mais risco de desenvolver um câncer do que as mulheres. No estudo, pesquisadores não conseguiram identificar nenhum aspecto biológico para essa diferença. Os médicos suspeitam, então, que a maior incidência de câncer no sexo masculino se deve ao estilo de vida, os homens se cuidam menos e se expõem mais aos fatores de risco.

Segundo a pesquisa, o número de homens que fumam é quase três vezes maiores que o de mulheres. Eles também exageram com mais frequência no consumo de bebidas alcoólicas e nas porções de carnes vermelhas e alimentos gordurosos. Pior, dão menos importância às orientações médicas, inclusive, a de fazer exame de sangue e de toque retal a partir dos 45 anos para prevenir o câncer de próstata.

"É ignorante, nós homens somos meio ignorantes para isso", reconhece o agricultor Luís Carlos de Assis.

Na luta contra o preconceito, equipes do Hospital de Câncer de Barretos rodam o país. Setenta por cento dos pacientes com câncer de próstata diagnosticados fora do hospital nunca tinham procurado um médico antes.

"Quando o paciente, que foi fazer o exame de sangue, que foi fazer o toque, chega para nós com o tumor pequeno, ou seja, no estágio inicial, para nós é muito melhor e para o paciente também. Nós conseguimos oferecer a ele, inclusive, chance de cura", justifica o médico urologista Elinei Faria.

O exame de seu Luís Carlos detectou um tumor inicial. As chances de tratamento são animadoras: "Noventa e cinco por cento de possibilidade de um sucesso absoluto pelo tratamento. Isso é ótimo, é excelente", conclui o agricultor.

Os médicos ainda consideram o exame de toque a principal maneira de detectar precocemente o câncer de próstata. Alguns homens preferem fazer o exame de sangue, mas ele não é tão preciso.
Mas, como admitem os próprios pacientes o preconceito ainda é grande. A incidência da doença é maior no Sul e Sudeste, o câncer tem relação com o estresse.

Fonte: Bom Dia Brasil

As pessoas que recebem um diagnóstico de câncer, passam por vários níveis de estresse e angústia emocional. O medo da morte, a interrupção de planos futuros, as mudanças físicas e psíquicos, as mudanças do papel social e do estilo de vida, bem como as preocupações financeiras e legais são assuntos importantes para qualquer pessoa com câncer. Entretanto, nem todas as pessoas com diagnóstico de câncer sofrem uma depressão grave.

Existem muitas idéias preconcebidas e falsas sobre o câncer e sobre como vivem os pacientes com câncer. Por exemplo, a idéia de que todas as pessoas com câncer sofrem, obrigatoriamente, de depressão. Ou ainda, a idéia de que a depressão é normal nas pessoas com câncer, que no existe tratamento para ajudar com a depressão da pessoa com câncer, ou que todos os pacientes com câncer sofrem muitíssimo e têm uma morte muito dolorosa.

A tristeza e o pesar são reações normais às crises que se enfrenta ao se saber com câncer, e todos pacientes as sofrem num momento ou outro. Não obstante, sendo a tristeza comum nesses pacientes, será muito importante diferenciar entre os níveis "normais" de tristeza e a depressão.

Uma das partes mais importantes no cuidado de pacientes com câncer é, exatamente, saber reconhecer quando eles necessitam de tratamento para a depressão. Algumas pessoas têm mais problemas que outras para aceitar o diagnóstico de câncer e a depressão grave, que não é simplesmente estar triste ou desanimado, acaba acometendo 25% desses casos.
Mas, deve ficar claro que, basicamente, todos os pacientes com câncer sentem tristeza e pesar de forma periódica durante alguma fase de sua doença, seja no diagnóstico, durante o tratamento e/ou depois dele. Inicialmente, quando se comunica ao paciente que ele(a) tem câncer, a primeira reação emocional é de descrença, rejeição ou desespero.

Nessa fase ele(a) pode ter problemas de insônia, perder o apetite, sentir-se angustiado e estar preocupado com o futuro. Esses sintomas podem diminuir conforme a pessoa vai se acostumando com o diagnóstico.


Um dos sinais importantes de que a pessoa tem melhor aceitação de sua doença, é a manutenção de sua capacidade para continuar participando das atividades diárias e sua habilidade para continuar cumprindo com seu papel social, de cônjuge, pai (mãe), funcionário(a), etc, incorporando as sessões de tratamento em seu esquema de vida cotidiano.
As pessoas que demoram muito em aceitar o diagnóstico e que perdem o interesse em suas atividades diárias podem estar sofrendo de depressão e, mesmo sendo leve essa depressão, experimentando um grande incômodo.
Uma preocupação muitíssima importante é em relação aos pacientes que no demonstram sintomas óbvios e típicos de depressão. Esses terão uma série de manifestações emocionais patológicas não só extremamente molestas, como também, capazes de interferir negativamente na evolução do tratamento. Esses pacientes com depressão atípica também podem beneficiar-se muito do tratamento.
Tanto os indivíduos como as famílias que se enfrentam a um diagnóstico de câncer experimentaram diversos níveis de estresse e de perturbação emocional. A Depressão aparece como uma doença comórbida, aproximadamente 25% de todos pacientes com câncer (Henriksson – 1995). O medo da morte, alteração dos planos de vida, mudanças na imagem corporal, abalo na autoestima, mudanças na situação social e no estilo de vida, assim como preocupações econômicas e ocupacionais são assuntos importantes na vida de qualquer pessoa com câncer e, ainda assim, nem todos os que estão diagnosticados com câncer experimentam Depressão Grave, como se poderia pensar.
Existem muitos mitos sobre o câncer e da maneira como as pessoas o enfrentam. Alguns desses mitos seria, por exemplo: todas as pessoas com câncer estão deprimidas, a Depressão numa pessoa com câncer é normal, os tratamentos antidepressivos não ajudam a Depressão no câncer.

MITOS SOBRE O CÂNCER
Todas as pessoas com câncer estão deprimidas
Depressão numa pessoa com câncer é normal
Tratamentos não ajudam a Depressão no câncer
Todos com Câncer sofreram uma morte dolorosa

Sendo a tristeza uma reação comum à qual todas as pessoas com câncer têm que enfrentar e, sendo também a Depressão bastante comum nesses pacientes, é importante distinguirmos entre os graus normais dessa tristeza e os Transtornos Depressivos francos.

Dependendo da personalidade e do perfil afetivo de cada paciente, alguns podem ter severíssimas dificuldades em ajustar-se emocionalmente ao diagnóstico de câncer. O quadro a que estão sujeitas essas pessoas mais sensíveis não diz respeito, simplesmente, à tristeza, aos pensamentos negativos ou à falta de ânimo. Como vimos, esses 15 a 20% de pacientes têm Depressão Maior e devem ser tratados, para que melhore a qualidade de vida e, principalmente, as perspectivas de sucesso no tratamento oncológico (Massie, 1987; Lynch, 1995).

A Reação Vivencial ao Câncer

Inicialmente, a resposta emocional diante do diagnóstico de câncer pode ser relativamente breve, durando alguns dias ou semanas, e pode incluir sentimentos de incredulidade e rejeição da doença ou, de desespero. Esta resposta emocional é considerada fisiologicamente normal e se situa dentro de um espectro de sintomas depressivos que vai, progressivamente, desde a tristeza normal, até um Transtorno de Adaptação do tipo depressivo ou, mais grave, até uma Depressão Maior (Veja Transtorno de Adaptação no Câncer em PsiqWeb). Em seguida vem um período de disforia, marcado por uma confusão emocional crescente. Durante este tempo a pessoa experimentará transtornos do sono e do apetite, ansiedade, ironias e críticas amargas e medo do futuro.
Além de algumas pesquisas apontarem entre 15 e 25% a porcentagem de pacientes com câncer que desenvolvem depressão emocional comórbida, outros estudos epidemiológicos indicam que, no mínimo, metade de todos as pessoas diagnosticadas com câncer se adaptou satisfatoriamente. Spencer (1998) sugeriu alguns indicadores sugestivos de adaptação satisfatória. Seriam:

1 - manter-se ativo nos afazeres cotidianos;
2 - reduzir ao mínimo o impacto da doença nos papeis cotidianos, como de pai, esposo(a), empregado(a) etc., e;
3 - controlar as emoções normais à doença

Por outro lado, existem também indicadores sugestivos da necessidade de se efetuar uma intervenção o mais precoce possível:

Indícios da necessidade de tratamento para Depressão
1. Antecedentes pessoais de Depressão;
2. Sistema precário de respaldo social, tais como: ser solteiro, ter poucos amigos, ambiente de trabalho solitário;
3. Crenças persistentes e irracionais ou negação à respeito do diagnóstico (alguns aidéticos se recusam a acreditar em sua doença);
4. Prognóstico mais grave do tipo e estadiamento do câncer;
5. Maior disfunção orgânica conseqüente ao câncer.

Alguns níveis de Depressão se consideram leves e subclínicos, normalmente quando inclui apenas alguns, mas não todos, dos critérios para o diagnóstico de Depressão Grave (Veja esses critérios de Depressão Grave em DSM.IV). Mesmo se tratando de Depressão Leve, poderia ser também angustiante e necessitar de certa intervenção, como por exemplo, a terapia de grupo ou individual, tanto através de um profissional de saúde mental como dos vários grupos de apoio ou auto-ajuda (Meyer, 1995).
Mesmo na ausência de sintomas expressivos de Depressão muitos pacientes manifestam interesse na terapia de apoio, embora nem sempre esses pacientes são encaminhados a um profissional de saúde mental qualificado. Quando não tratados esses casos de depressão (ainda que leves), depois de terem aparentemente desaparecido, podem recorrerem, se intensificarem e se tornarem duradouros (Massie, 1989; Massie, 1993; Weisman, 1976).

O diagnóstico psiquiátrico nas crianças com câncer

As informações sobre a incidência de depressão em crianças fisicamente saudáveis ainda são limitadas e, muitas vezes, contraditórias. Estudos, não tão recentes, em ambulatórios de pediatria mostram que 38% das crianças apresentam problemas suficientes para justificar uma intervenção psicológica-psiquiátrica.

Algumas pesquisas falam que, entre as idades de 7 a 12 anos, há uma incidência de depressão de 1,9%. Se esses números são verdadeiros, pode-se estimar entre 10 a 15% de alunos deprimidos nas escolas. Em 1982, uma comissão conjunta sobre Saúde Mental Pediátrica nos Estados Unidos indicava que 1,4 milhões de crianças abaixo dos 18 anos de idade, necessitavam de ajuda imediata para transtornos depressivos. (Deuber, 1982).

Em relação ao câncer, tudo leva a crer que a maioria das crianças é capaz de lidar com o caos emocional ocasionado pela doença, e não só dar mostras de boa adaptação mas, muitas vezes, fazendo isso melhor que os adultos com câncer e, freqüentemente, muito melhor que seus pais.

Nos momentos imediatos e mediatos ao diagnóstico do câncer infantil os resultados podem ser diferentes. Crianças e pais entrevistadas imediatamente depois do diagnóstico do câncer teveram significativamente mais problemas psicológicos do que as crianças e pais da população geral. Entretanto, em avaliações subseqüentes, não havia nenhuma diferença na incidência de problemas psicológicos experimentados por crianças e pais nos dois grupos.

A longo prazo, a prevalência dos problemas psicológicos experimentados por crianças com câncer e em tratamento oncológico, bem como a prevalência dos problemas psicológicos experimentados por seus pais, não diferem das incidências encontrados nas crianças e pais da comunidade geral (Sawyer, 2000).

Rait (1988) analisou as consultas psiquiátricas de um centro de oncologia pediátrica, e encontrou os Transtornos do Ajustamento (Veja Transtorno de Adaptação no Câncer em PsiqWeb) como o principal diagnóstico psiquiátrico. Essa predileção para os Transtornos de Adaptação nas crianças com câncer é bastante similar aos pacientes adultos com câncer.

Rait também notou que as reações de Ansiedade eram mais comuns nos pacientes pediátricos mais jovens, enquanto os Transtornos Depressivos eram mais comuns nos pacientes de maior idade. E, de fato, anos antes Kashani (1982) já havia encontrado 17% de incidência da depressão, baseado nos critérios do DSM III. Em termos de depressão e população geral, esses 17% não querem dizer muita coisa. Notadamente se deixarmos de lado os níveis e graus daquilo que os autores chamam de depressão. Mas, falando em graus de depressão, Tebbi encontrou, num estudo de 1988, uma taxa de Depressão Maior entre pacientes adolescentes com câncer semelhante à da população em geral.

Apesar dessas felizes evidências de boa adaptação na maioria dos pacientes infantis de câncer, juntamente com uma maior capacidade de recuperação e maior êxito no reajuste social do que os pacientes adultos com câncer, a maior parte dos estudos nos mostra um importante subgrupo de pacientes com câncer que, depois de tratados, experimentam importantes dificuldades vivenciais.

Durante a quimioterapia, e em relação ao bem estar emocional, as crianças da oncologia foram notavelmente similares às crianças sadias. Inclusive, uma boa parcela delas obtiveram escores melhores em diversas dimensões do funcionamento social que as crianças sadias controles (Noll, 1999). Mas, os efeitos do estresse do tratamento podem surgir depois.

Recentemente foram investigadas 51 crianças e adolescentes com câncer, entre 8 e18 anos, divididos em dois subgrupos; um em tratamento para o câncer e outro já tratado. As crianças e os adolescentes em tratamento mostraram níveis de depressão e de ansiedade comparáveis àqueles de crianças saudáveis, como temos dito até agora. Entretanto, algumas crianças e adolescentes que haviam terminado o tratamento mostraram níveis de depressão e de ansiedade diferentes das crianças saudáveis.

Entre as crianças e adolescentes fora de tratamento, foi de 14% a incidência de um nível mais elevado do depressão. Esses achados sugerem que o período depois que termina o tratamento pode ser caracterizada por um risco mais elevado para problemas emocionais do que o período real do tratamento (von Essen, 2000).

Greenberg (1989) também já havia apresentado dados mostrando maior prevalência de funcionamento dentro dos limites normais em pacientes infantis tratados de câncer, mas ressaltou que as crianças vitimadas por efeitos mais severos da doença ou do tratamento mostravam mais sintomas depressivos.

Se alguma idéia pode ser simploriamente extraída desses dados é a de que, felizmente, a grande maioria das crianças com câncer não apresenta quadros depressivos graves ou maiores.

Entre os pacientes que manifestam transtorno emocional, na maioria deles os Transtornos da Adaptação prevalecem, assim como prevalecem sintomas de Ansiedade em crianças mais jovens e sintomas de Depressão naquelas com mais idade. Seriam, então, Transtornos de Adaptação com sintomas ansiosos e depressivos (dependendo da idade das crianças). Também parece claro que os pacientes de mais idade prevalecem entre aqueles que desenvolvem os transtornos emocionais juntamente com o câncer.

Podemos ainda aproveitar a idéia, facilmente constatável na experiência clínica, de que muitos pacientes vão apresentar transtornos emocionais depois do tratamento para o câncer, e a incidência desses é maior do que aqueles que se desestruturam emocionalmente durante o diagnóstico, a doença e o tratamento.



Uma segunda opinião

Segundo a maioria dessas pesquisas, uma menor parte desses pequenos pacientes com câncer desenvolve problemas psicológicos, tais como depressão, ansiedade, transtornos do sono e dificuldade nas relações interpessoais. Alguns, inclusive, não querem continuar o tratamento indicado. E é para estas crianças, que, apesar de serem em menor número mas, não obstante, necessitarem uma maior atenção em saúde mental (Kazak, 1989), que dedicamos esse capítulo.
Foram diagnosticados 6,2% de Transtorno de Estresse Pós-Traumático e 20% de Transtorno de Estresse Pós-Traumático subclínico, ambos com comorbidade de ansiedade e transtorno depressivo entre pacientes sobreviventes do câncer infantil (Manne, 1998).

O problema desses dados, infelizmente, é que eles podem não refletir fielmente os números da Depressão Infantil em paciente com câncer e, aliás, esses números podem nem sequer refletir a realidade da Depressão Infantil , independente do câncer. Todas essas pesquisas trabalham com critérios de diagnóstico que investigam a depressão típica, mais ou manos semelhante à depressão típica que acomete adultos.

Se interpretamos a pesquisa de Phillips ao "pé da letra", a qual conclui que as crianças com câncer relataram significativamente poucos sintomas depressivo a mais do que os controles saudáveis no inventário do depressão, visto que nenhuma diferença foi encontrada na medida da anedonia (Phillips, 1999), então, de fato, o câncer não influiria na qualidade existencial da criança. Ora, esse raciocínio não deve, de forma alguma, ser generalizado.

Realmente, parece-nos difícil que uma criança de 9 anos se queixe de "falta de perspectivas futuras" ou diga que a "vida perdeu o brilho". Mas, num dos primeiros estudos sobre a depressão em crianças com câncer, quando então os critérios para diagnóstico talvez não fossem tão estreitos, 114 crianças e adolescentes foram avaliadas e, 59% delas teriam problemas emocionais "leves" (O'Malley, 1979).

Outro estudo interessante foi realizado por Kaplam, entre 17 adolescentes e 21 pacientes não-adolescentes da pediatria oncológica. Ele mostrou que os adolescentes teriam um nível médio de sintomas depressivos, similar aos níveis da população geral. Já, entre as crianças, os níveis de sintomas depressivos foram muito mais baixos do que na população geral (Kaplam, 1987). Isso corrobora outros autores, mais recentes, os quais sugerem que em crianças mais jovens a incidência de depressão é menos que em crianças mais velhas (adolescentes), sendo a incidência dessas últimas, mais próximas à dos adultos com câncer.

De qualquer forma, parece que em crianças e adolescentes o câncer tem representado um fator menos importante para depressão que em adultos. Fritz (1988) avaliou a 41 sobreviventes adolescentes de câncer infantil, concluindo que a maioria deles funcionava emocionalmente bem, sendo raros os casos de depressão.

E realmente, muito tempo depois da pesquisa de Fritz, Berard (1998) constatou que, felizmente, em apenas 9% dos adolescentes com câncer foi diagnosticado Transtorno Depressivo. Entretanto, o exame desses casos individualizados sugeriu que o fator doença não era, obrigatoriamente, um risco preliminar para o desenvolvimento da morbidade psicológica. Os estressores externos, tais como problemas familiares e abuso sexual, quando combinados com a doença, juntamente ainda com os fatores do tratamento, poderiam ser mais relevantes para o desenvolvimento de quadros depressivos.

Zumbido nos ouvidos é problema que afeta 20% da população mundial




Ruído pode ser de vários tipos e ocorre de forma contínua ou esporádica.

Parece um barulho só seu. Mas é um problema que aflige cerca de 20 % da população mundial -- o zumbido nos ouvidos. Mas o que é o zumbido? Trata-se de um ruído percebido pelos indivíduos mesmo quando não existe som no ambiente.

Sua intensidade pode variar de pessoa a pessoa, indo desde um pequeno incômodo até mesmo um ruído que impossibilite a execução das tarefas do dia-a-dia. O zumbido geralmente é mais percebido à noite, quando as pessoas se recolhem em locais silenciosos para dormir.

Pode se apresentar de vários tipos: zumbidos, sinos, ruídos metálicos ou barulho de água. O padrão de repetição dos sons também pode variar, sendo muitas vezes contínuo, mas também podendo ser pulsátil ou esporádico.

As causas do zumbido não são específicas. Porém existem problemas do sistema auditivo ou das estruturas cranianas que podem ser responsáveis pelo zumbido. Muitas vezes o zumbido está associado à perda de audição que esteja se iniciando ou mesmo já instalada definitivamente.

A pessoa com zumbido deve procurar um especialista, o otorrinolaringologista, ou seja o médico que cuida dos ouvidos, nariz e garganta, para que uma investigação aponte, se possível, sua causa.

Um ruído pulsátil, por exemplo, pode apontar para um problema vascular que deve ser afastado por meio do exame das artérias e veias da cabeça. A utilização de certos medicamentos que podem lesar os órgãos da audição pode colaborar para o aparecimento do zumbido.

Uma causa muito comum desse problema é a exposição a níveis altos de ruído por tempo suficiente para que uma lesão se instale. Quem nunca foi a um local muito barulhento, como um show de rock, e saiu com um zumbido temporário nos ouvidos?

Da mesma forma que não existe uma só causa para o zumbido, a sua prevenção também passa por cuidados gerais com seus ouvidos e sua audição. Se você sente algo estranho em seus ouvidos não deixe piorar; procure logo um especialista para determinar sua causa e iniciar um tratamento.

Fonte: G1

Zumbido tem cura?
O que é o zumbido no ouvido?

O zumbido, também denominado acúfeno, tinnitus ou tinido, é uma sensação de som percebido pelo indivíduo na ausência de uma fonte sonora externa. É uma das queixas de problemas no ouvido mais comum e freqüentemente vem associada com tontura e surdez.
O zumbido pode ser considerado como um sintoma de alguma doença ou como seqüela de alguma agressão sofrida pelo ouvido (externo, médio, interno). Existe uma estimativa de que 11% a 17% da população apresenta zumbido. Aqueles pacientes que realmente sofrem com o zumbido (cerca de 20% dos casos), a queixa costuma ser dramática na consulta médica.
Felizmente, a maioria dos pacientes não sofre com o zumbido; referem-no secundariamente ou quando são inquiridos.

Como é o zumbido na orelha?

O barulho (zumbido) pode ser referido como um chiado, apito, barulho de chuveiro, de cachoeira, de concha, de cigarra, do escape da panela de pressão, de campainha, do esvoaçar de inseto, de pulsação do coração, batimento da asa de borboleta e de outros modos. Pode ser de forma contínua ou intermitente, constante, mono ou politonal.
O zumbido pode ser subjetivo quando é somente ouvido pelo paciente; ou objetivo, quando outras pessoas também podem ouvi-lo.
Pode ser considerado leve quando só é percebido pelo paciente em certas situações; moderado quando o paciente sabe da sua existência, porém não o incomoda; intenso quando a sensação desagradável o incomoda, prejudicando-o em diversas situações ou atividades; severo quando a manifestação se torna intolerável, acompanhando-o todo o tempo e dele não conseguindo se livrar, prejudicando-o ininterruptamente em suas atividades.
O grau de desconforto, intolerância ou incapacidade causado ao paciente frequentemente não esta relacionado com o grau de intensidade do zumbido. As alterações psicológicas, muitas vezes presentes, exercem fortes influências no agravamento do sintoma zumbido.

Uvir um Zumbido durante a audição tem causa?

Muito se fala sobre a dificuldade de tratamento do zumbido, mas essa dificuldade será bem menor se soubermos a causa que o originou.
O zumbido continua sendo considerado como um sintoma sem cura estabelecida. Entretanto, isto não significa que nada se possa fazer pelo paciente,principalmente sabendo que a determinação da causa é de suma importância para obter maior possibilidade de êxito no tratamento.
Basicamente existem dois tipos de zumbido:

- zumbidos gerados pelo sistema auditivo.
- zumbidos gerados pelo sistema auditivo, formado pelas estruturas próximas ao sistema auditivo.

Os zumbidos gerados pelo sistema auditivo são os mais freqüentes e podem se originar em qualquer local das vias auditivas, desde o conduto auditivo externo até o cérebro.
São divididos em sete principais grupos causadores.
Causas otológicas: a princípio, qualquer doença ou distúrbio do ouvido pode vir acompanhado de zumbido, desde o ouvido externo (cera no conduto auditivo), ouvido médio (otite) e ouvido interno (ruido intenso).
Causas metabólicas: alterações metabólicas, especialmente da glicose, triglicerídios e hormônios tireoideanos podem causar ou acentuar o zumbido.
Causas cardiovasculares: devem ser analisadas, pois são doenças facilmente encontradas na população em geral. As mais comuns são: anemia, hipertensão arterial, insuficiência cardíaca, entre outras. De modo geral, essas doenças promovem uma diminuição do fluxo sangüíneo na cóclea (ouvido interno), provocando um zumbido agudo.
Causas neurológicas: doenças neurológicas (esclerose múltipla), traumatismo de crânio, tumores, seqüelas de infecções neurológicas (meningite), entre outras, podem ser causa de zumbido. Algumas vezes, o zumbido pode ser referido na cabeça e não propriamente nos ouvidos.
Causas farmacológicas: que merecem um alerta. O American Physician's Desk eference lista mais de 70 medicamentos que podem provocar zumbido como efeito colateral, entre eles: ácido acetilsalicílico (aspirina), antiinflamatórios, certos antibióticos e alguns antidepressivos.
Causas odontológicas: segundo alguns autores, a disfunção da articulação têmporo-mandibular (ATM), bem como do aparelho mastigador podem causar zumbido.
Causas psicológicas: ansiedade e depressão podem estar envolvidas com zumbido. Muitas vezes, é difícil diferenciar se isso é causa ou conseqüência ou mera coincidência, principalmente, no paciente que já apresenta ambos os problemas há vários anos.
Os zumbidos gerados pelo sistema pára-auditivo (estruturas próximas ao sistema auditivo) são geralmente causados por alterações nos vasos arteriais ou venosos, nos músculos ou na tuba auditiva. Resumidamente, são divididos em vasculares (pulsáteis) e musculares (cliques). As principais causas são os tumores vasculares, as malformações vasculares, as contrações rápidas (involuntárias, rítmicas) de um ou vários grupos musculares e a disfunção da tuba auditiva.
O ouvido é divido em três partes: externo, médio e interno.
O ouvido externo é formado pelo pavilhão auricular e canal auditivo com a membrana timpânica no fundo do canal. No ouvido médio estão os três ossículos (martelo, bigorna, estribo) e a abertura da tuba auditiva. O ouvido interno também chamado de labirinto, é formado pelo aparelho vestibular (equilíbrio) e cóclea (audição). O som chega ao cérebro através do nervo coclear.

Efeito e Causa do zumbido: como o médico faz o diagnóstico do zumbido?

A história do paciente é o primeiro e o mais importante passo no diagnóstico. A descrição de alguns tipos de zumbido, a maneira como o paciente relata, o desconforto que ele produz, podem ser informações úteis na avaliação do médico, sugerindo as prováveis etiologias de cada caso. O passo seguinte na avaliação do médico é o exame do paciente. Consiste no exame físico (pressão arterial, pulso, peso, exame otorrinolaringológico), avaliação da audição e equilíbrio. Um exame de imagem como a tomografia computadorizada ou ressonância magnética poderá ser necessário para estudo do ouvido médio, interno e estruturas crânio-encefálicas relacionadas. Exames laboratoriais poderão ser solicitados como sangue, secreções, excreções ou fragmento de tecido, a fim de detectar possíveis alterações tóxicas, infecciosas, sangüíneas, metabólicas, endócrinas, renais, hepáticas, intestinais.
A avaliação cuidadosa, minuciosa, criteriosa e global de todas as informações obtidas poderá determinar o diagnóstico etiológico (causa) do zumbido.
Sabendo-se a causa, será dado um passo à frente na obtenção de melhores resultados, pois vai tornar possível tratar de modo específico a doença da qual o zumbido é apenas um sintoma. É claro que isso nem sempre é possível, mas com certeza as chances serão bem melhores do que quem pensa "zumbido é tudo igual..., é muito difícil..., não tem cura..., não há nada que se possa fazer...".

Zumbido tem tratamento? Como se trata?

Antes de tudo, o médico deve tranqüilizar o paciente quanto à pequena
probabilidade de doença grave. Muitos pacientes diminuem a percepção de seu zumbido apenas com palavras confortantes que lhe tirem quaisquer suspeita de "tumor na cabeça" ou "enlouquecimento".É importante assegurar ao paciente que dificilmente seu zumbido vai piorar, mas pelo contrário, na maioria dos casos pode ocorrer uma melhora com o passar do tempo.
Após concluida uma minuciosa avaliação e tendo sido constatado que não existe uma doença causadora do zumbido, é muito importante dizer ao paciente que o zumbido que ele tem não é nenhuma ameaça para a sua saude.
Os ambientes excessivamente barulhentos devem ser evitados, pois é muito freqüente a queixa de piora após exposição ao ruído.
Também evitar o abuso de cafeína, limitando seu uso a três xícaras de café caseiro por dia. Chocolate, chá (preto e mate) e refrigerantes (tipo cola) também contêm cafeína e, além disso, muitos produtos ditos descafeinados não são isentos de cafeína, mas apresentam redução de 50% no seu teor.
Evitar o fumo e o consumo exagerado de bebidas alcoólicas, fatores considerados agravantes do zumbido.
Certos medicamentos em uso podem ser a causa do zumbido, como, por exemplo, o ácido acetilsalicílico (aspirina) e os antiinflamatórios. Alguns pacientes podem, ao mesmo tempo, estarem tomando vários remédios (diabete, hipertensão, coração, depressão, ansiedade, reumatismo) e, nesses casos, fica difícil saber qual das medicações pode ter feito o zumbido aparecer ou piorar.
Se houver a constatação de alterações psicológicas relevantes como depressão e ansiedade, agravando o zumbido, um tratamento com o psicólogo ou psiquiatra tornar-se-á necessário.
Tratamento medicamentoso: não existe fórmula única de tratamento para o zumbido.
Cada caso é um caso e, portanto, o tratamento deve ser adequado para cada paciente.
O tratamento da causa é o mais eficaz, neutralizando ou suprimindo o agente agressor, curando ou melhorando o zumbido. Muitas vezes, a causa não ficou estabelecida e para esses pacientes existem vários medicamentos disponíveis com potencial para promover alívio. Caso isso não aconteça com a primeira opção, muitas outras podem ser usadas. Entre os medicamentos prescritos estão os que agem nas células nervosas hiperexc itadas das vias auditivas, drogas que influenciam o estado emocional (ansiolíticos, anti-depressivos), vasodilatadores
diretos, reguladores do fluxo sangüíneo e outros.
Terapia de habituação: é uma terapia comportamental, um retreinamento das vias auditivas (Tinnitus Retraining Therapy - TRT) cujo objetivo é provocar o desaparecimento de reação ao som do zumbido e a perda de sentimentos negativos associados.
A TRT envolve dois princípios básicos: a orientação que é feita através de entrevistas, reuniões periódicas, com palestras e troca de experiências entre os pacientes, visando desmistificar o zumbido; o enriquecimento sonoro que visa aumentar a quantidade de sons a que o paciente é exposto, como por exemplo, o emprego de CDs com sons ambientais. a orientação básica ao paciente é: evite o silêncio.
Para o enriquecimento sonoro existem aparelhos geradores de som, esteticamente semelhantes aos aparelhos de surdez.O gerador de, que produz som constantemente é fixado na cabeça por cerca de 8 horas diárias.
Em pacientes com perda auditiva e zumbido é importante prescrever um aparelho auditivo, que muitas vêzes, por si só, é capaz de melhorar significativamente a tolerância do paciente ao zumbido.
Terapias alternativas poderão ser empregadas para diminuir a percepção do zumbido, como a estimulação elétrica da cóclea, a acupuntura, a homeopatia.

Como e porque o zumbido no ouvido evolui?

A maneira como o zumbido severo evolui com o passar do tempo é uma informação importante no aconselhamento médico-paciente. Respondendo a questionários, a maioria dos pacientes afirmou que passou a tolerar melhor o zumbido com o passar do tempo; aqueles que completarm a terapia da habituação, 80% tiveram uma melhora importante .

Perguntas que você pode fazer ao seu médico

- Zumbido na cabeça ou no ouvido é doença?
- Por que estou com zumbido nos ouvidos?
- O meu zumbido tem cura ou tratamento?
- O uso de aparelho Auditivo auxilia no tratamento ou ameniza o zumbido?
- Se o meu zumbido não tem cura no momento, o que devo fazer para conviver com ele?

Massoterapia da pesada



Elefantes se especializam em 'massoterapia' na Tailândia


Com dores nas costas? Está tenso e precisa relaxar? Há ene opções de massagem, não é mesmo? Que tal experimentar algo novo? Radical... É o que oferece um parque turístico em Chiang Mai, Tailândia.

Em vez de um massagista de 70, 80 quilos, um de três toneladas! Sim, domadores do parque estão usando elefantes para fazer massagens. Os pesados paquidermes são treinados para pressionar delicadamente as costas dos clientes.

Você toparia essa sessão de 'massoterapia' da pesada?

Friday, December 11, 2009

Pesquisadores associam lúpus e artrite reumatoide à exposição a inseticidas



Um estudo [Farm History, Insecticide Use and Risk of Autoimmune Rheumatic Disease in the Women's Health Initiative Observational Study] recente mostra que as mulheres que usam inseticidas possuem elevado risco de desenvolvimento de doenças auto-imunes, como artrite reumatoide e lúpus. Os resultados do estudo, ainda não publicado, foram apresentados, em 17 de outubro de 2009, durante a reunião anual do Colégio Americano de Reumatologia, realizada em Filadélfia, PA, EUA.

O estudo, que analisou mais de 75.000 mulheres, mostra que a exposição a inseticidas, pelo menos, seis vezes por ano, eleva em quase duas vezes e meia o risco de desenvolver artrite reumatoide e lúpus em relação às que não foram expostas aos inseticidas. O risco duplica se os inseticidas foram utilizados em casa por 20 anos ou mais.

Contratar um jardineiro ou sociedade comercial para aplicar inseticidas também resultou em uma duplicação do risco, mas apenas se eles foram usados a longo prazo, diz Christine G. Parks, PhD, epidemiologista do National Institute of Environmental Health Sciences em Research Triangle Park, NC, uma das principais pesquisadores que analisaram dados do Women’s Health Initiative (WHI) Observational Study*.

“Nossos novos resultados fornecem suporte para a idéia de que fatores ambientais podem aumentar a susceptibilidade ou desencadear o desenvolvimento de doenças auto-imunes em alguns indivíduos”, disse Parks. Embora o estudo não confirme a relação direta de causa e efeito, a Dra. Parks acrescentou: “Precisamos começar a pensar sobre o que os produtos químicos ou outros fatores relacionados ao uso de inseticidas pode mexplicar estes resultados.”

Das 76.861 mulheres na pós-menopausa, principalmente mulheres brancas, com idades entre 50 a 79, no estudo WHI, 178 delas tinham artrite reumatóide e 27 tinham lúpus. Um adicional de oito mulheres tinham ambos os transtornos.

Como parte do estudo, as mulheres foram consultadas sobre uma série de questões relacionadas à agricultura e uso de inseticidas. “O mais importante, as relações que observamos não foram explicadas por outros fatores que foram considerados, incluindo a história de fazenda, idade, raça, etnia, fatores socioeconômicos, como educação e ocupação, tabagismo e outros fatores de risco para a doença,” Dra. Parks diz.

“Os resultados são bastante consistentes porque eles mostram que quanto maior a exposição, maior o risco”, diz Darcy Majka, MD, professor assistente de medicina da Northwestern University Feinberg School of Medicine, outro pesquisador que analisou os dados da WHI .

Segundo a Dra. Parks, os estudos mostram que cerca de três quartos das famílias dos EUA relatam o uso de inseticidas em casa, nos jardim ou ambos. A exposição doméstica a inseticidas em casa pode ser bastante persistente, não só porque os produtos degradam lentamente como porque sua aplicação tende a ser continuada ao longo do tempo.

* O Women’s Health Initiative (WHI) foi um importante programa de 15 anos de pesquisa, instituído para avaliar e identificar as causas de morte mais comuns, a deficiência e má qualidade de vida em mulheres na pós-menopausa, com especial foco nas doenças cardiovasculares, câncer e osteoporose.

Para maiores informações transcrevemos, abaixo, o abstract da apresentação:

Farm History, Insecticide Use and Risk of Autoimmune Rheumatic Disease in the Women’s Health Initiative Observational Study
Christine G. Parks1, Brian T. Walitt2, Mary Pettinger3, Jiu-Chiuan Chen4, Anneclaire de Roos3, Julie Hunt3, Gloria Sarto5 and Barbara V. Howard6, 1National Institute of Environmental Health Science, Research Triangle Park, NC, 2Washington Hospital Center, Washington, DC, 3Fred Hutcinson Cancer Research Center, Seattle, WA, 4USC Keck School of Medicine, Los Angeles, 5University of Wisconsin Medical Center, Madison, 6Medstar Research Institute, Washington, DC
Presentation Number: 614

Purpose: Farming has been previously associated with the autoimmune rheumatic diseases (ARD), including rheumatoid arthritis (RA) and systemic lupus erythematosus (SLE). The exposure(s) underlying this association are not well-understood, and few studies have directly addressed the role of pesticides, including personal and residential insecticide use.

Method: Using data from the Women’s Health Initiative Observational Study (n=76,861, aged 50-79 years), we examined self-reported lifetime personal or commercial residential insecticide use and having lived or worked on a farm in relation to risk of incident ARD, confirmed by use of disease modifying anti-rheumatic drugs at year 3 of follow-up (n=213; 178 with RA only, 27 with SLE only, and 8 with both RA and SLE), and excluding unconfirmed cases. Hazard ratios (HR) and 95% confidence intervals (CI) were estimated by multivariate models adjusting for age and covariates, including race, region, education, occupation, history of smoking, asthma, other autoimmune diseases, co-morbidity, and reproductive factors.

Results: Compared with never use, personal insecticide use (mixing or applying) was associated with ARD risk, with stronger associations among those with a greater frequency (age-adjusted HR=2.47; 95%CI 1.51, 4.03 for ? 6 times per year) and duration of use (age-adjusted HR=2.07; 95% CI 1.31, 3.25 for ? 20 years). Increasing cumulative insecticide use (years X applications) also showed a significant trend of association (p=0.0004) with ARD risk, and these associations persisted after adjusting for farming and covariates. Having lived or worked on a farm was also associated with ARD risk (age-adjusted HR=1.97; 95% CI 1.14, 3.42 for ?20 years), but the effect size was diminished after adjusting for covariates and insecticide use. Despite the small number of SLE cases, disease-stratified analyses indicated similar associations as seen for RA. In those who had lived or worked on a farm, frequent commercial application to home or garden was also associated with ARD risk, even after adjusting for covariates and personal insecticide use (adjusted HR=2.73; 95%CI 1.1, 6.78 for ?6 times per year). Long-term commercial residential insecticide exposure was significantly associated with ARD risk regardless of farming history (age-adjusted HR=1.85; 95% CI 1.13, 3.04 for ?20 years).

Conclusion: Insecticide exposure may increase risk of ARD in post-menopausal women. These findings, based on self-report, provide rationale for further investigation of specific personal and environmental insecticide exposures in relation to ARD.

Gestão para o terceiro milenio: manual de sobrevivência

Paulo Vieira de Castro
Grande parte do nosso tempo é passada em ambiente de trabalho. Mas sendo o nosso padrão de vida quotidiano tantas vezes absurdo, como poderá ser diferente nas relações que desenvolvemos em meio empresarial?

A cultura ocidental especializou-se por um mundo que vai por si mesmo.
Como poderia ser diferente nas decisões empresariais? Avaliar um negócio com simplicidade será, antes de tudo, entender a origem das dificuldades.
Quando lhe surge um problema, procura partir sempre da origem das dificuldades? A sua resposta denuncia a profundidade com que lida com a essência das questões o que, em meio empresarial, afeta irremediavelmente as tomadas de decisão. Utilizemos, como exemplo, um simples rio. Do rio que tudo arrasta, dizemos que é violento, esquecendo-nos o quão arrebatadoras são as margens que o comprimem. A violência do rio enquanto problema não está nele próprio, mas sim nas suas margens. Então, decida com base na origem dos problemas; nunca parta das soluções!
Quando transportamos o modelo anteriormente referido para as relações humanas em contexto empresarial surgem novos desafios. Antes demais, será necessário que o leitor entenda, auto-realize, aquilo que é essencial nas suas relações profissionais. O primeiro passo para essa auto-realização será entender que não basta conhecer os valores da sua empresa, mais do que isso é necessário partilhá-los, defendendo-os como se fossem os seus próprios valores. Esta atitude independe do comportamento dos outros. Neste caso, mudar a atitude dos outros só será possível pelo exemplo que dá. Então, seja o exemplo da atitude que quer ver nos seus colegas de trabalho. Se não for capaz de o fazer; despeça-se já.
Para a proposta que aqui trazemos utilizemos como ponto de partida a discussão em torno do bem e do mal, na sua profusão lógica de causas e efeitos. A cultura moderna enaltece de tal modo o sucesso que facilmente nos faz esquecer a importância de conhecermos a sua origem, glorificando os resultados em detrimento dos meios, alterando a ordem dos valores humanos e, consequentemente, a essência do entendimento de coisas tão simples, como o bem ou o mal.
Para melhor explicar o que acabamos de afirmar, escolhemos uma das matrizes do Dharma Marketing. Eleja cinco nomes de gente de sucesso ligados a empresas. Agora, faça uma tabela de apenas duas colunas (bem/mal). Distribua os nomes escolhidos pelos respectivos espaços. Agora, repita o exercício para os seus colegas de trabalho de maior sucesso. Complicado? Agora estará em posição para responder tranquilamente à próxima questão. Entre Deus e o diabo, quem foi o primeiro empreendedor?
Afinal, quando julga os outros a escolha é sempre sua.

Valores visionários e transformação:

É igualmente importante que se centre nos seus valores pessoais. Neste caso, e a título de exemplo, aqueles que entendemos como essenciais para a gestão do terceiro milenio são o valor da verdade e o valor da transformação.
Na tentativa de encontrar um padrão, ou seja, o que estes valores têm em comum, referiremos que ambos não se encontram nas palavras, na abstração ou na fé. Também não fará sentido discuti-los à luz da relatividade do exercício da razão. Verdade e mudança são valores inatos a qualquer ser sem exceção, repousando estes na origem da consciência de cada um.
Desde logo, interessa perceber se o leitor tem sido sincero consigo mesmo nas suas relações de trabalho, ou se, por outro lado, tem vivido de acordo com padrões que lhe foram arremessados por gente que mal conhece. Por norma, é aqui que começa a falta de respeito consigo mesmo e, consequentemente, para com todos os que consigo trabalham. Esta atitude resulta de uma deficiente reflexão em torno do que são os seus próprios valores, ou da falta destes, quando confrontados com os que os rodeiam.
Na dimensão dos valores pessoais não existe a verdade dos outros. Tratando-se de uma terra sem caminho, viver nesta certeza será assumir a maior responsabilidade das nossas vidas. Isto obriga a que nas relações de trabalho cada um seja um cientista interior, cuja maior valência será a de estar disponível para se aceitar como realmente é. Só depois disto poderá compreender os outros. A verdade, desde a sua origem, revela-nos o ponto onde nada está escondido, onde só a profundidade do essencial será revelada. Então, seja você mesmo!
Não poderemos confundir a realidade a que nos referimos, ou seja, a verdade como valor, com o simples exercício moral, ético, legal. De igual modo, as mudanças de que temos vindo a falar não poderão ser periféricas. Se assim for, no essencial, você permanece o mesmo, pelo que a mudança não poderá ser em si mesma um fim, mas sim um caminho. Mas como poderemos encontrar a verdade em nós próprios? A resposta
não podia ser mais simples. Não podemos! Ela encontra-nos primeiro. Lembre-se que muitos dos seus problemas relacionais não se dissolvem resolvendo-os racionalmente, mas abrindo mão deles, simplesmente deixando-os cair. Para tudo isso basta estar aberto à mudança/transformação, simplesmente aceitando a vida como ela é. Então, depois de ser você mesmo, será muito fácil ver os outros como eles realmente são.
Para a liderança pela transformação é fundamental que cada decisor saiba qual é a sua face original.
Habitualmente convivemos com uma face acidental já que esta não nos é dada a partir da origem, de valores interiores, da intuição, mas sim de construções à medida das circunstâncias.
Nas empresas, o referido erro de especialização deve-se, em grande parte, ao fato de na contratação e na avaliação do desempenho se dar demasiada atenção ao fator personalidade. Tal atitude não parece de todo errada, isto se não nos esquecermos de avaliar os perigos referentes a este culto. Vejamos: a raiz da palavra personalidade encontra-se no termo máscara (persona).
As múltiplas personalidades são afinal simples máscaras. Confundir a face acidental de um indivíduo(máscara/personalidade) com a essência do seu ser possibilita, grosso modo, uma prole de funcionários não realizados, com as consequências que facilmente serão intuídas para as organizações.
Será possível que a lucidez, a serenidade e a paz estejam presentes nas relações profissionais?
Claro. O primeiro passo a dar será o de contratar recursos humanos com base em critérios inclusivos. Depois será necessário apostar numa formação complementar em mind-sets, ou seja, em técnicas que vão para além do discurso. A título de exemplo salientamos aqui a nossa simpatia pela meditação therevada, entre outros.
Claro que não poderíamos terminar sem chamar a atenção para o fato destas propostas não poderem significar a perda do rigor intelectual ou a reverência crédula despojada de sentido crítico, infelizmente tão comuns nos nossos dias. ■
(Paulo Vieira de Castro)

Exercícios reduzem mortalidade por câncer de próstata


Estudo aponta que prática de atividades físicas vigorosas por mais de cinco horas por semana pode reduzir taxa de mortalidade.[

Exercícios contra o câncer

Apenas 15 minutos diários de exercícios físicos foram suficientes para reduzir a taxa de mortalidade em pacientes com câncer de próstata, aponta estudo apresentado em conferência da Associação de Fronteiras de Pesquisa em Câncer nos Estados Unidos, que termina nesta quarta-feira (9/12), em Houston.

"Identificamos benefícios com níveis de atividade facilmente atingíveis. Os resultados sugerem que homens com câncer de próstata deveriam fazer alguma atividade física para sua saúde", disse Stacey Kenfield, da Escola de Saúde Pública Harvard, autora principal do estudo.

Modalidades e ritmo

Os pesquisadores avaliaram os níveis de atividade física de 2.686 pacientes, tanto antes como depois de terem sido diagnosticados com câncer. Pacientes com diagnóstico de metástase não foram incluídos no estudo.

Homens que mantiveram três horas ou mais dos chamados equivalentes metabólicos por semana - que equivalem a correr, andar de bicicleta, nadar ou jogar tênis por meia hora por semana - apresentaram risco 35% menor de mortalidade geral do que os demais.

Com relação a caminhadas, os pesquisadores observaram que os pacientes que andaram mais de quatro horas por semana tiveram um risco 23% menor de mortalidade por qualquer causa quando comparados com os que andaram menos de 20 minutos por semana.

Não foi apenas o tempo: a velocidade também contou bastante. Aqueles que andaram mais de 90 minutos em um ritmo normal para acelerado apresentaram risco de morte 51% menor do que aqueles que andaram menos e em ritmo menos intenso.

Exercícios mais vigorosos

Mas a caminhada não mostrou efeito específico na mortalidade por câncer de próstata. Entretanto, o cenário foi outro com exercícios mais vigorosos. Homens que mantiveram pelo menos cinco horas semanais de atividades físicas vigorosas tiveram redução no risco de mortalidade pela doença.

"Esse é o primeiro grande estudo populacional a examinar os exercícios em relação à mortalidade em sobreviventes de câncer de próstata. Não conhecemos os efeitos moleculares exatos que a atividade física tem sobre a doença, mas sabemos que os exercícios influenciam um número de hormônios que se estima estarem envolvidos com a doença, além de melhorar a função imunológica e reduzir inflamações", disse Stacey.

"Como esses fatores atuam em conjunto para afetar o câncer de próstata do ponto de vista biológico é algo que ainda teremos que descobrir. Mas, por enquanto, os dados obtidos permitem indicar que cinco horas ou mais de exercícios vigorosos por semana podem diminuir a taxa de mortalidade devido à doença",

ig.com

Anvisa abre porta para cópias de medicamentos biológicos

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deve colocar em consulta pública até o fim do ano a nova regulamentação para medicamentos biológicos, um tema regulatório sensível às multinacionais farmacêuticas que atuam no Brasil.

A intenção da agência é estabelecer uma regra que facilite a produção de cópias das drogas produzidas pela indústria farmacêutica mundial, abrindo espaço para o avanço dos laboratórios fabricantes de genéricos. Hoje, essas drogas são as mais cobiçadas pelas empresas e as mais lucrativas da indústria multinacional.

Numa reunião na quinta-feira com representantes da Interfarma, a entidade que reúne as multinacionais, o diretor da Anvisa, Dirceu Barbano, rebateu a proposta de endurecer as regras para restringir a produção dos biosimilares.

Barbano deixou claro aos representantes que a nova legislação buscará oferecer segurança e eficácia às cópias e, ao mesmo tempo, permitir a presença das empresas nacionais. O Ministério da Saúde apóia a posição da Anvisa.

De forma geral, a indústria multinacional vê como uma ameaça aos seus negócios a possibilidade de produção de cópias dos medicamentos biológicos sem limitações de regras.

Ao contrário dos remédios sintetizados quimicamente, as drogas biológicas são obtidas a partir de substâncias vivas, como tecidos ou proteínas. Normalmente, suas estruturas são complexas, o que dificulta a cópia, dizem os representantes das multinacionais.

Na União Europeia, essas drogas são chamadas de biosimilares. Nos Estados Unidos, esses medicamentos são conhecidos como “follow-on”.

As vendas globais de medicamentos de biotecnologia cresceram 12% em 2008, somando US$ 89,7 bilhões, segundo levantamento da Ernst & Young.

As empresas defendem a obrigatoriedade de estudos rigorosos para atestar eficácia e segurança das cópias dos medicamentos biológicos.

ig.com

EMS fecha acordo de transferência de tecnologia com laboratório chinês Shanghai Biomabs

EMS fecha acordo de transferência de tecnologia com laboratório chinês

A EMS, maior laboratório farmacêutico brasileiro em volume de vendas, firmou uma parceira de transferência de tecnologia com a chinesa Shanghai Biomabs para a produção de medicamentos biológicos.


O acordo prevê inicialmente a importação de medicamentos com atuação de anticorpos monoclonais e posteriormente a transferência de tecnologia para a produção no Brasil deste tipo de drogas consideradas de alta eficácia.

Os anticorpos monoclonais, proteínas usadas pelo sistema imunológico, neutralizam a ação de bactérias, vírus e células cancerígenas.

"O acordo estabelece a produção de seis medicamentos de biotecnologia no Brasil", disse a diretora de relações externas da EMS, Telma Salles, ao iG por telefone de Pequim. O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, esteve no evento de assinatura do acordo, realizado nesta quarta-feira em Pequim.

O primeiro medicamento previsto no plano da EMS para produção local é o etanercept, uma droga contra artrite reumatóide. O projeto deve exigir "investimentos altos" ainda não calculados pelo laboratório brasileiro, afirma Telma Salles. "Mas estamos trazendo uma tecnologia avançada ao País." A EMS não revelou valores do negócio.

A ideia é começar a investir em cinco anos, depois da obtenção na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) do registro do produto no País, o que é esperado para daqui a dois anos. Os estudos clínicos devem começar em 2010.

Vendas ao governo

As vendas do etanercept movimentam R$ 160 milhões por ano no Brasil. O governo responde por 90% das vendas, segundo estimativas. Nos cálculos da EMS, 3 mil pacientes são tratados com o medicamento, administrado com uma dose semanal.

O produto original foi desenvolvido pela americana Wyeth, incorporada pela Pfizer, que comercializa sob a marca Enbrel. A expectativa da EMS é que, com a produção local, haja uma economia significativa para o governo.

A Shanghai Biomabs, que conta com participação do governo chinês, foi a primeira empresa no mundo a desenvolver a versão biosimilar do Enbrel.

Thursday, December 10, 2009

HOMENS MADUROS


Há uma indisfarçável e sedutora beleza na personalidade de muitos Homens que hoje estão na idade madura.
É claro que toda regra tem as suas exceções,
e cada idade tem o seu próprio valor.

Porém, com toda a consideração e respeito
às demais idades,
destacarei aqui uma classe de Homens
que são companhias agradabilíssimas:
Os que hoje são quarentões,
cinquentões e sessentões.

Percebe-se com uma certa facilidade,
a sensibilidade de seus corações, a devoção que eles tem pelo que há de mais belo:
O SENTIMENTO

Eles são mais inteligentes, vividos, charmosos,eloqüentes.
Sabem o que falam, e sabem falar na hora certa.
São cativantes, sabem fazer-se presentes,sem incomodar.
Sabem conquistar uma boa amizade.

Em termos de relacionamentos,
trocam a quantidade pela qualidade,
visão aguçada sobre os valores da vida,
sabem tratar uma mulher com respeito e carinho.

São Homens especiais, românticos, interessantes
e atraentes pelo que possuem na sua forma de ser,
de pensar, e de viver.
Na forma de encarar a vida, são mais poéticos,
mais sentimentais, mais emocionais e mais emocionantes.

Viveram a sua mocidade (época que marca a vida de todos nós)
em um dos melhores períodos do nosso tempo:
Os anos 60/70. 
Considerados as "décadas de ouro" da juventude,
quando o romantismo foi vivido e cantado
em verso e prosa.

A saudável influência de uma época,
provocada por tantos acontecimentos importantes, que hoje permanecem na memória,
e que mudaram a vida de muitos.

Uma época em que o melhor da festa era
dançar agarradinho e namorar ao ritmo suave
das baladas românticas.
O luar era inspirador,
os domingos de sol eram só alegrias.

Ou eles estavam a namorar pela certa,
ou estavam na "fossa", ou estavam sozinhos.
Se eles "ficassem", ficariam para sempre...
ao trocar alianças com suas amadas.

Junto com Benito de Paula, eles cantaram a
"Mulher Brasileira, em primeiro lugar!"
A paixão pelo nosso país, era evidente quando cantavam:

"As praias do Brasil, ensolaradas,
no céu do meu Brasil, mais esplendor...
A mão de Deus, abençoou,
Mulher que nasce aqui, tem muito mais Amor...
Eu te amo, meu Brasil, Eu te amo...
Ninguém segura a juventude do Brasil..."

A juventude passou, mas deixou "gravado" neles,
a forma mais sublime e romântica de viver.

Hoje eles possuem uma "bagagem" de conhecimentos,
experiências, maturidade e inteligência
que foram acumulando com o passar dos anos.
O tempo se encarregou de distingui-los dos demais:
Deixando os seus cabelos cor-de-prata,
os movimentos mais suaves, a voz pausada,
porém mais sonora, hoje eles são
Homens que marcaram uma época.

Eu tenho a felicidade de ter alguns deles
como amigos virtuais,
mesmo não os vendo pessoalmente,
percebo estas características
através de suas palavras e gestos.

Texto: ZELIA GATAI