12.12.2017

Especialistas, pais e usuários de cannabis exigem regulamentação



Rede Brasil Atual - Mesmo sabendo das dificuldades financeiras para continuar o tratamento da filha Clarian, a bancária Maria Aparecida Felício de Carvalho não pensou duas vezes. Usou o dinheiro das férias para comprar um pequeno frasco de óleo de canabidiol. Logo após o início do tratamento, a filha passou a ter rápida melhora, chegando à redução de 80% nas crises respiratórias e no número de crises da epilepsia severa devido à Síndrome de Dravet. E quando acontece, a crise é mais branda e rápida. As convulsões, diversas em um mesmo dia, passaram a ocorrer uma vez por mês. Clarian não teve mais apneia do sono e atualmente está sendo alfabetizada.
Para manter o controle dos sintomas da doença da menina, Cidinha, como é mais conhecida, e seu marido, passaram a cultivar plantas de maconha em casa, para extrair o óleo e tratar a filha. Só há um ano conseguiu na Justiça um habeas corpus que garante o cultivo para fins medicinais. “Nosso medo era de a Justiça determinar a destruição das plantas que foram para frente depois de tanta dificuldade no cultivo. E se destruíssem, de onde iríamos tirar o óleo?”, questiona Cidinha, presidente da Cultive Associação de Cannabis e Saúde, que há que há um ano a família obteve o habeas corpus na Justica. A Cultive é uma entidade que luta pela regulamentação da cannabis para uso medicinal.
Com histórico semelhante, Bruna Fernanda Dias Lima Moraes, presidenta da Associação Humanitária Cannabica do Brasil, é mãe de autista. O filho Mateus, que atualmente vai bem na escola, onde tem muitos amigos, e se tornou carinhoso com os irmãos e as pessoas, não lembra a criança que só aos 5 anos começou a balbuciar palavras difíceis de entender. Tampouco que vivia em meio a tamanha agressividade, urrando, batendo a cabeça na parede ou quebrando porta, móveis e utensílios em casa. “Sem contar que ele viveu diversas crises asmáticas, com insuficiência respiratória, que quase o matou”, conta Bruna. “A cannabis tem de ser a única opção para tratar o autismo. Essa é a nossa luta e não vou desistir.”
Cidinha e Bruna participaram na tarde de hoje (11), na Câmara dos Vereadores de São Paulo, de um fórum que apresentou o sucesso em tratamento de diversas doenças com o uso medicinal da maconha. O objetivo do evento, promovido pelo mandato da vereadora Soninha Francine (PPS), foi discutir a necessidade de regulamentação do cultivo da cannabis e da produção de extratos da planta, bem como de uma política de redução de danos para ser incorporada à legislação brasileira.
Apesar de a ciência comprovar que determinados compostos da planta são eficazes no tratamento de diversas doenças, pacientes e usuários ainda são tratados como criminosos no Brasil e têm de recorrer à Justiça para obter licença para cultivar a planta, o que torna a obtenção do extrato mais em conta do que a importação. 
Os bons resultados do uso do óleo da maconha para tratar sintomas e consequências de doenças cardiovasculares, desordens mentais, neurológicas – entre elas o autismo – e inflamatórias, além de doenças metabólicas e câncer foram abordados pela médica neuro-oncológica Paula Dall'Stella, o neurocirurgião Pedro Antonio Piero Neto, a psiquiatra Eliane Guerra Nunes e a farmacêutica Renata Monteiro Dantas Ferreira.
Um dos principais nomes em todo o mundo na pesquisa com a cannabis, o professor emérito da Escola Paulista de Medicina, Elisaldo Carlini, defendeu a regulamentação do plantio e produção do óleo no país. "O ministério da Saúde holandês comprou uma fazenda e cultiva a planta com rigor científico e segurança, para distribuir às farmácias. E no Brasil o avanço é a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) retirar o canabidiol do rol de substâncias proibidas e o reclassificar como substância de uso controlado, regulamentando a importação do óleo. Não por acaso está para ser vendido no país o Sativex", apontou Carlini.
O custo do medicamento,  estimado entre R$ 1.500 e R$ 3.000 o vidrinho, esteve no centro da crítica dos especialistas. "Não deve mesmo ter sido por acaso que a Anvisa mudou a classificação do canabidiol, em 2015", disse a farmacêutica Renata Monteiro Dantas Ferreira.
A psiquiatra Eliane Guerra Nunes defendeu a planta como prioritária no tratamento do autismo, bem como seu uso em relação à epilepsia. "Estudos mostram que outras substâncias presentes na planta, e não apenas o canabidiol, são benéficas no tratamento", disse. Para ela, a cannabis deve ser defendida também pelo avanço do canabidiol sintético, que deverá chegar ao Brasil em breve.

Chá de gengibre e hibisco faz muito sucesso

Os chás são grandes aliados da dieta e ajudam a turbinar o metabolismo para alcançarmos um físico sarado.

Hoje trouxemos uma receita bastante inusitada, mas que em efeito é um sucesso garantido. Quem provou garante que podemos ver os primeiros resultados em 3 dias, o segredo é manter o foco na alimentação saudável e natural, fazer pelo menos 30 minutos de atividades físicas, consumir os 2 litros de água e também acrescentar 3 xícaras do chá, sendo uma xícara após o café da manha, uma após o almoço e outro após o jantar.
Mas do que é feito o chá? Simples, de gengibre e hibisco, mas atenção, não é um chá qualquer, devemos obedecer determinados critérios para prepara-lo e o segredo consiste exatamente na preparação, pois assim teremos certeza da sua eficácia.

Propriedades e benefícios do Hibisco

O hibisco pertence a família do cacau e do algodão, tem benefícios incríveis para a saúde, tanto no emagrecimento como na medicina alternativa. Com aproximadamente 200 espécies, o hibisco hoje é uma das plantas mais procuradas para fazer chás emagrecedores e infusões medicinais.
A planta é riquíssima em fibras naturais, tanto é, que é o tipo de fibra mais procurada pela indústria, a fibra do hibisco é utilizada para fazer perucas e outros produtos da área da beleza. Na Europa a flor do hibisco é utilizada comumente como corante natural.
Beber o chá com regularidade é indicado para baixar a pressão arterial, controlar a diabetes, reduzir o colesterol ruim e equilibrar a saúde do corpo. Pode ser consumido para tratar doenças nervosas, câncer, doenças cardíacas, podendo ser usado como laxante suave e excelente diurético.

cha devorador de gordura
 

Propriedades e benefícios do gengibre

O Gengibre serve para ajudar a emagrecer e também no tratamento de má digestão, azia, enjoo, gastrite, resfriado, colesterol alto, pressão alta, tosse, dores musculares, problemas de circulação sanguínea e artrite.
​O gengibre é uma planta medicinal que possui sabor apimentado, que pode ser usado para temperar os alimentos, diminuindo a necessidade de sal. Esta raiz também pode ser utilizada no tratamento de problemas circulatórios, resfriados ou inflamações, como dor de garganta, por exemplo.
Além de ser uma especiaria muito favorável para o nosso sistema digestivo, o gengibre nos ajuda a eliminar toxinas já que seu sabor picante estimula a transpiração, depurando o organismo.
Consumir o chá de gengibre com frequência, ajuda nas crises de artrite, aliviando a dor, ajuda a contornar as crises de enxaqueca, também é grande aliado na perda do peso, visto que estimula um melhor funcionamento do metabolismo.

Receita do chá de gengibre e hibisco

Como falamos anteriormente, o segredo é o preparo, porque ambas especiarias possuem suas características medicinais e não podemos perder o efeito de nenhuma delas, então vamos iniciar com o hibisco.
Separe 1 punhado de flor de hibisco seca, coloque pra ferver 300 ml de água, quando estiver fervendo, abaixe o fogo e jogue na água as flores do hibisco, deixe ferver por apenas 1 minuto, desligue o fogo e abafe, deixe repousar até esfriar um pouco, coe e reserve.
Em um outro recipiente, coloque 300 ml de água para ferver, pegue um pedaço de 1 ou 2 cm de gengibre, lave bem e corte em pedaços pequenos, como se fosse lascas, quando a água estiver fervendo, abaixe o fogo e jogue o gengibre dentro, e deixe ferver por aproximadamente 6 minutos, em seguida desligue o fogo e abafe.
Certamente o leitor esta se perguntando: por que fazer o chá separado? Muito simples, para que não se percam as propriedades dos dois alimentos, é necessário fazer a infusão de ambos separados e depois misturar as duas bebidas e consumir.
Quando as duas bebidas estiverem em temperatura ambiente leve ao liquidificador com 1 folhinha de hortelã, bata e tome em seguida, a bebida deve ser consumida 3 x ao dia e ajuda muito a depurar o organismo!
Se quiser, nos dias quentes, pode adicionar gelo e limão, fica muito refrescante e delicioso!














































Vinho por dentro e por fora


Detalhe: contrariamente ao que ocorre com o uísque e a cerveja, em que a água é adicionada e deve ser a mais pura possível, essa água do vinho está presente na casca e só é analisada porque compõe o PH (mas isso é outro papo).
No processo da fermentação (o mais importante na elaboração do vinho), o açúcar da uva — representado pela glicose e frutose – é transformado em álcool etílico pela ação das leveduras, como dissemos, mas uma certa quantidade residual (cerca de 1 a 3g/l) permanece nos vinhos secos e vai aumentando até 20% nos fortificados (Porto, Madeira e Vinho de Missa).
A uva também contém em sua composição uma série de vitaminas que são transferidas para o vinho. As principais, são: B1 (TIAMINA – B2 (RIBOFLAVINA) – NIACINA (ÁCIDO NICOTÍNICO) – B6 (PIRIDOXINA) – B12 (COBALAMINA) – A (RETINOL) – C (ÁCIDO ASCÓRBICO). Cada uma delas funcionando como catalisadores nas reações orgânicas e na ação preventiva de doenças específicas, (como a Tiamina na prevenção do Beri-Beri e o Resveratrol — a “joia da coroa” dos tintos: é antioxidante, anti-inflamatório, limpa os vasos sanguíneos….).

Quanto aos sais minerais – O vinho possui uma quantidade significativa de oligoelementos como: Potássio, Cálcio, Fósforo, Zinco, Cobre, Flúor, Alumínio, Iodo, Magnésio, Boro, etc.
Por fora,  as garrafas de vinho têm, na sua imensa maioria, 750 ml. Curiosidade: esse tamanho foi fixado no século XVII,  com o advento das garrafas de vidro (“inventadas” pelos artesãos de Murano, em Veneza),  porque essa medida era a maior quantidade de ar soprado continuamente,  autorizada pelas autoridades para evitar que os sopradores sofressem embolia pulmonar.
Como hoje o processo é industrial, pode-se engarrafar sem esse risco nos seguintes tamanhos

Meia, 350 ml; padrão, 750 ml; magnum, 1,5 lit; double magnum, 3lit; Jeroboam, 4,5lit; imperial, 6 lit (se for de champagne é Matusalém); Salmanazar, 9 lit, Balthazar, 12 lit e Nabucodonosor, 15 lit. Essas denominações sofrem variações, (bordeaux e bourgognes e em outros países), mas a escala tradicional é essa.
Exceções: mini garrafinhas, de 187ml, garrafa-monstra de 30 lit e embalagem em Bag-in-Box                
Sem esquecer a taça (200 ml) que permite provar de um, de outro, mais outro … Aliás, nos tempos das ânforas, os escravos ou pagens iam até esses recipientes encher as canecas ou taças de seus senhores, para servi-los.
Foram precursores do “by the glass”.
Saúde!
4) Pode-se fazer vinho branco com uvas tintas, mas não se pode fazer vinho tinto com uvas brancas. E isso porque quando se colocam os bagos de uva nos tonéis, e que eles começam a ser prensados – seja com o pé, a chamada “pisa”, seja por máquinas – o primeiro líquido que sai é branco, como a polpa da uva. Então, se imediatamente se retirarem as cascas de uva tinta, as polpas e o mosto estarão produzindo um vinho branco; se esperarmos algumas horas (de 6 a 12h), estaremos produzindo um vinho rosé.
Mas o inverso não ocorre. Se prensarmos as cascas de uma uva branca ela não produzirá um vinho de outra cor.

5) As garrafas de vinho têm, na sua imensa maioria, 750 ml porque o vidro soprado foi descoberto pelos artesãos de Murano(Veneza) no século XVII. E essa medida era a maior quantidade de ar soprada continuamente autorizada pelas autoridades, para evitar que os sopradores sofressem embolia pulmonar.
Como hoje o processo é industrial, pode-se engarrafar …
tamanho das garrafas de vinho
Meia, 350 ml; padrão, 750 ml; magnum, 1,5 lit; double magnum, 3lit; Jeroboam, 4,5lit; imperial, 6 lit (se for de champagne é Matusalém); Salmanazar, 9 lit, Balthazar, 12 lit e Nabucodonosor, 15 lit. Essas denominações sofrem variações, (bordeaux e bourgognes e em outros países), mas a escala tradicional é essa.
Sem esquecer a taça (200 ml) que permite provar de um, de outro, mais outro … Aliás, nos tempos das ânforas, os escravos ou pagens iam até esses recipientes encher as canecas ou taças de seus senhores, para servi-los.
Foram precursores do “by the glass”.–

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Excesso de carne com gordura eleva problemas de saúde

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No Brasil, número de homens que consomem carne com excesso de gordura é cerca de duas vezes maior do que o de mulheres. Os dados são da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), realizada pelo Ministério da Saúde em todas as capitais do país. O consumo excessivo de gordura é um fator preponderante no desenvolvimento de doenças cardiovasculares, pois aumenta o colesterol LDL e os triglicerídeos, e como é muito calórica, dificulta a tarefa de manter uma peso saudável.
"Já é cultural do brasileiro consumir mais carne do que as necessidades nutricionais. Normalmente essas carnes têm gordura que, se consumida em excesso, não vai fazer bem à saúde. O objetivo para uma alimentação mais adequada e nutritiva, sem riscos, é consumir menos carne, ou seja, diminuir o tamanho da porção dessa proteína", ensina Fabiana Nalon, mestre em nutrição humana pela Universidade de Brasília (UnB).
No conjunto da população adulta estudada pela Vigitel, um terço (32,0%) das pessoas declarou ter o hábito de consumir carnes com excesso de gordura. Entre os homens, o número é de 43,1%, contra 22,5% das mulheres. As maiores frequências do consumo de carnes com gordura entre homens foram observadas em Cuiabá (57,6%), Campo Grande (53,7%) e Palmas (51,2%). 

» Confira outros dados da Vigitel (arquivo em formato PDF)

Além de diminuir o consumo de carnes gordurosas, especialmente as carnes vermelhas, é fundamental aumentar o consumo de frutas e hortaliças. O recomendável é adicionar à alimentação itens que vão auxiliar o organismo a tratar a gordura de forma mais adequada. “As fibras das frutas e hortaliças diminuem a absorção da gordura pelo corpo. Se antes de consumir a carne você come uma salada, a maneira que organismo absorve essa gordura é diferente”, aponta Fabiana. “O colesterol oxidado forma placas nas artérias - e os vegetais e as hortaliças possuem componentes para evitar a oxidação desse colesterol. Então, a pessoa precisa ter em sua alimentação verduras e legumes variados justamente para evitar problemas futuros”.
"Se você diminui a porção da carne, automaticamente consome menos essa proteína e menos a gordura. E devemos lembrar que a gordura, quanto mais cozida, pior. Por isso pedimos para evitar a fritura ou aquela carne bem passada e torrada".

Saiba por que carne com gordura faz mal para a saúde

Crédito: Igor VozyakovO garçom Alan Almeida adora comer carne vermelha gordurosa. Ele acredita que quanto mais gordura a carne tiver, mais saborosa a carne vai ficar. “Eu prefiro gorda, geralmente, se for churrasco mesmo, eu prefiro gorda, agora um bife eu como sem gordura. Acho que como churrasco umas três vezes no mês, sei que com a gordura faz mal, mas gosto de churrasco bem gordinho porque geralmente o churrasco que a gente faz é bem gordinho, na família todo mundo gosta de uma gordurinha no churrasco porque a carne fica mais saborosa, é melhor, pelo menos eu acho.”
De acordo com a diretora de Vigilância e Promoção da Saúde do Ministério da Saúde, Deborah Malta, o Alan está correndo riscos consumindo carne vermelha com excesso de gordura.“Além de predispor à obesidade, ao excesso de peso, todas as evidências apontam que o uso de carnes, exatamente, carne com gordura traz riscos à saúde, especialmente, em relação às doenças cardiovasculares, em relação ao diabetes e vários tipos de câncer.”
Dados da pesquisa Vigitel 2014, Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico , revela que 29% da população brasileira ainda consome carne gordurosa. A diretora de Vigilância e Promoção da Saúde, Deborah Malta , recomenda que a gordura da carne não deve ser consumida pela população. “Você deve recortar e não ingerir a gordura aparente da carne e também em relação à pele do frango e de outros animais, essa pele deve ser descartada de preferência ainda no preparo.”

Para incentivar o consumo de alimentos saudáveis, o Ministério da Saúde publicou o Guia Alimentar para a População Brasileira e o livro Alimentos Regionais Brasileiros. Essas publicações incentivam o consumo de frutas , legumes e verduras e mostram que a base da alimentação deve ser feita com alimentos frescos e minimamente processados .
Fonte: Agência Saúde