7.28.2014

CO-DEPENDENTES

Dependência não tem cura, mas pode ser tratada


Para muita gente, o amor vira fonte de sofrimento e prejudica a auto-estima. Isso acontece quando a afeição vira co-dependência, o que é uma doença


 


















O amor pode se transformar em doença. O fatalismo da frase pode parecer bobagem para você que vive uma relação saudável.
Mas para muita gente, o sentimento bom vira fonte de sofrimento, prejudica a auto-estima e pode levar do céu ao inferno rapidinho. Isso acontece quando o amor vira co-dependência.

Quem vive dessa maneira não encontra segurança e proteção - a não ser ao lado do amado -, vê a relação se transformar em problema e o companheirismo e a intimidade desaparecerem. Aí, a imaturidade emocional dá as caras e o amor ganha status de droga. Pesada.

"Tudo aquilo que proporciona sensação de bem-estar e prazer pode viciar. Assim acontece com a droga. E pode acontecer com o amor, principalmente quando este se apresenta em excesso. A base da co-dependência é o apego, popularmente conhecido como amor excessivo", explica o terapeuta de casais e famílias Paulo G. P. Tessarioli.

Segundo ele, uma das formas mais simples de identificar esse sentimento doente é perceber o que ele proporciona. Se perguntar, por exemplo, se existe confusão, sofrimento ou medo pode ajudar. "As características básicas da dependência afetiva são imaturidade emocional, baixa tolerância ao sofrimento, à frustração e a ilusão de permanência", relata. Esses dependentes manipulam, controlam, se vitimizam, chantageiam, são prestativos e depois cobram caro por isto. "Sufocam e limitam o raio social do parceiro, vivem a vida do outro".

Paulo explica que o efeito mais nocivo dessa co-dependência é a ‘despessoalização’, ou seja, a perda da própria identidade. "Outros efeitos são de ordem emocional e perturbam o funcionamento do corpo, por exemplo, com crises de ansiedade (síndrome do pânico), altos e baixos do humor (depressão e euforia), e auto-estima prejudicada".

A mulher é considerada mais sensível à co-dependência do que o homem, mas a razão é cultural e histórica. "A ideologia do amor romântico as sensibilizou de uma forma muito mais intensa. Embora existam homens co-dependentes, boa parte das mulheres ainda vive como coadjuvantes de seus companheiros", afirma.

A dependência afetiva, assim como a química, não tem cura. Mas o tratamento é sempre bem vindo e consiste em desenvolver o amor próprio, o autocontrole e a abstinência de relacionamentos doentios. Mas diferentemente da dependência química, em que é óbvia a orientação de parar e se afastar da droga, na dependência de afeto não dá para deixar de se relacionar com pessoas e se afastar delas. "Por esta razão, a base do tratamento consiste em psicoterapia, biblioterapia e grupo de auto-ajuda. Nos casos mais difíceis, em que há co-morbidades é recomendado o acompanhamento psiquiátrico", sugere Paulo.
No meio de tudo isso, é bom lembrar que o ser humano nasceu sozinho, mas não para viver na solidão. E nem toda necessidade de companhia é co-dependência. "É sempre muito bom estar entre pessoas que nos fazem e querem bem. Isto não é co-dependência. Mas apegar-se a alguém para evitar a solidão ou a dor da perda é se distanciar de si mesmo e, muitas vezes, perder-se e se isolar de tudo e todos". Não caia nessa.

Por Sabrina Passos (MBPress)
fonte: http://vilamulher.terra.com.br
Quando uma pessoa independente suporta e incentiva a dependência do ouro.

Muitas vezes, pensamos que somos a melhor pessoa do mundo porque agradamos aos outros e não a nós mesmos. Interrompemos nossas atividades para atender ao chamado alheio. Fazemos sempre mais do que os outros nos pedem, e, habilidosamente, antecipamos seus desejos e abrimos mão dos nossos com extrema facilidade. Depois, ficamos chateados quando os outros não fazem o mesmo por nós! 

Atenção, se você se identificou com esta curta situação, leia com atenção este texo, pois você pode estar sendo um co-dependente: alguém que acredita ser responsável pela felicidade alheia, mas que pouco cuida da sua...

Semana passada, refletimos sobre a dependência sadia; agora, iremos pensar sobre quando a dependência se torna um fato negativo, isto é, quando uma pessoa independente suporta e incentiva a dependência do outro.

Não é simples perceber que estamos fazendo este papel de salvador, pois os co-dependentes têm muita dificuldade de conhecer seus sentimentos: estão habituados a se sacrificar pelos outros e nem se dão conta de que, em vez de controlar a sua própria vida, dedicam todo o seu tempo a controlar a vida dos outros. 

Como co-dependentes, dizemos sim, mas na realidade queremos dizer não; fazemos coisas que não queremos realmente fazer, ou fazemos o que cabia aos outros fazer. 

Uma atitude co-dependente pode parecer positiva, paciente e generosa, pois está baseada na melhor das intenções, mas, na realidade, é inadequada, exagerada e intrusa. A questão é que os co-dependentes estão viciados na vida alheia e não sabem mais viver a sua própria. Adoram dar, mas detestam receber, seja atenção, carinho ou ajuda. Desta forma, quanto mais se dedicam aos outros, menos autoconfiança possuem. Afinal, desconhecem os seus próprios limites e necessidades!

A co-dependência se inicia quando uma pessoa, numa relação comprometida com um dependente, tenta controlar seu comportamento na esperança de ajudá-lo. Como conseqüência dessa busca mal sucedida de controle das atitudes do próximo, a pessoa acaba perdendo o domínio sobre seu próprio comportamento e vida.

Em outras palavras, se ao nos dedicarmos aos outros estivermos nos abandonando, mais à frente teremos de nos confrontar com as conseqüências de nossa atitude ignorante. 
Reconhecer nossos limites e necessidades é tão saudável quanto a motivação de querer superá-los. 

Sentir a dor do outro não quer dizer ter que repará-la. Este é nosso grande desafio: sentir a dor com o intuito simplesmente de nos aproximarmos dela, em vez de querer transformá-la de modo imediato.

É preciso deixar claro que ter empatia não tem nada a ver com a necessidade compulsiva de realizar os desejos alheios, própria dos relacionamentos co-dependentes. 

Stephen Levine, em Acolhendo a pessoa amada (Ed. Mandarin), nos dá uma boa dica para identificarmos se nossos relacionamentos são saudáveis ou não: Na co-dependência, as balanças sempre pendem para um lado. É freqüente que um tenha de estar ‘por baixo’ para que o outro se sinta ‘por cima’. Não há equilíbrio, somente a temida gravidade. Em um relacionamento equilibrado não há um ‘outro dominante’; os papéis estão em constante mudança. Quem tiver o apoio mais estável sustentará a escalada naquele dia.

A troca equilibrada entre ceder e requisitar, dar e receber afeto e atenção nos aproxima de modo saudável das pessoas que nos cercam sem corrermos o risco de criar vínculos destrutivos. Assim como esclarece John Welwood,Em busca de uma psicologia do despertar (Ed.Rocco): O paradoxo do relacionamento é que ele nos obriga a sermos nós mesmos, expressando sem hesitação e assumindo uma posição. Ao mesmo tempo, exige que abandonemos todas as posições fixas, bem como nosso apego a elas. O desapego em um relacionamento não significa que não tenhamos necessidades ou que não prestemos atenção a elas. Se ignoramos ou negamos nossas necessidades, cortamos uma parte importante de nós mesmos e teremos menos a oferecer ao parceiro. O desapego em seu melhor sentido significa não se identificar com as carências nem com as preferências e aversões. Reconhecemos sua existência, mas permanecemos em contato com nosso eu maior, onde as necessidades não nos dominam. A partir desta perspectiva, podemos escolher afirmar nosso desejo ou abandoná-lo, de acordo com as necessidades do momento.

A empatia começa com a capacidade de estarmos bem conosco mesmos, de reconhecermos o que não gostamos em nós e admirarmos nossas qualidades. Quanto melhor tivermos sido compreendidos em nossas necessidades e sentimentos quando éramos crianças, melhor saberemos reconhecê-las quando adultos. 

Entrar em contato com os próprios sentimentos é a base para desenvolver a empatia. Como alguém que desconhece suas próprias necessidades poderá entender as necessidades alheias?

Se você quiser ler mais sobre a co-dependência, leia o livro: Co-dependência nunca mais de Melody Beattie (Ed. Record). Abaixo, seguem alguns itens que, segundo a autora, os co-dependentes adoram fazer:

- Considerar-se e sentir-se responsável por outra(s) pessoas(s) – pelos sentimentos, pensamentos, ações, escolhas, desejos, necessidades, bem-estar, falta de bem-estar e até pelo destino dessa(s) pessoa(s).
- Sentir ansiedade, pena e culpa quando a outra pessoa tem um problema.
- Sentir-se compelido – quase forçado – a ajudar aquela pessoa a resolver o problema, seja dando conselhos que não foram pedidos, oferecendo uma série de sugestões ou equilibrando emoções.
- Ter raiva quando sua ajuda não é eficiente.
- Comprometer-se demais.
- Culpar outras pessoas pela situação em que ele mesmo está.
- Dizer que outras pessoas fazem com que se sinta da maneira que se sente.
- Achar que a outra pessoa o está levando à loucura.
- Sentir raiva, sentir-se vítima, achar que está sendo usado e que não senta sendo apreciado.
- Achar que não é bom o bastante. 
- Contentar-se apenas em ser necessário a outros.
 
# SUPERANDO a CODEPENDÊNCIA#

Abstinência de álcool e drogas: prevenir recaída é para sempre

Especialistas dizem que o período mais crítico dura aproximadamente 90 dias


RIO - Logo após a morte de Amy Winehouse, a família apontou o fato de a cantora ter parado abruptamente de beber e usar drogas como causa de sua morte. Para eles, sem a redução gradativa do consumo, a decisão era insustentável. Por isso, ela teria sofrido uma recaída, três semanas após ficar "limpa", e não teria resistido à quantidade de álcool que ingeriu. Na semana passada, relatório da polícia de Londres mostrou que Amy morreu por excesso de álcool - e não pela tentativa de se livrar dele. E os médicos alertam que o período de abstinência é duro, mas, com orientação médica e apoio da família, fica mais fácil atravessá-lo.
- Minhas três recomendações para quem quer deixar de ser dependente, seja de álcool, cigarro ou drogas pesadas, são: procure um médico, procure um médico e procure um médico - diz Analice Gigliotti, chefe do setor de Dependência Química da Santa Casa da Misericórdia.
LEIA MAIS: Como contornar os efeitos da ausência da droga
Segundo a médica, a abstinência tem três fases. A primeira, de desintoxicação, dura em torno de um mês, e o paciente precisa de muita força de vontade e auxílio de medicamentos para suportar o desconforto. A segunda, da recuperação, leva em torno de dois meses, dependendo das características do paciente e da gravidade da dependência. Acompanhamento médico e o suporte da família e de amigos são importantes. Se for muito difícil resistir à droga, a internação é recomendada. A terceira etapa, conclui Analice, é a da prevenção da recaída - e dura para sempre:
- Aí, a pessoa já consegue andar sozinha. Esta fase começa a ser preparada nas anteriores, e exige mudança no estilo de vida. Se ela saía todos os dias depois do trabalho para tomar chope com os amigos e parou de beber, vai ter que se ocupar com outra coisa à noite. O que vai fazer? É preciso planejar.
Casos como o de Amy Winehouse ocorrem se o paciente não passa por todas as fases:
- O organismo fica vulnerável pelo uso da droga. Quando a pessoa para de usá-la, o cérebro, que já se adaptou àquilo, sente falta. Isso é a síndrome da abstinência. A tolerância do organismo diminui, e, se há recaída, pode ocorrer intoxicação.
A fragilidade do organismo em período de abstinência pode explicar o caso do ex-presidente Lula, que fumou por 50 anos e parou em 2010, após sofrer crise hipertensiva. Agora, com câncer de laringe, ele foi aconselhado pelos médicos, além de não fumar, a não beber mais álcool.
- O consumo de álcool e o fumo deixam o organismo vulnerável. Pode ser que o ex-presidente Lula estivesse com baixa imunidade e isto tenha favorecido o surgimento do câncer - diz Analice.

O Globo
Lilian Fernandes

Co-dependência

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Codependentes podem negar a existência de um problema com seus entes queridos mesmo em face de muitas evidências.1

Co-dependência é um termo da área de saúde usado para se referir a pessoas, geralmente parentes, fortemente ligadas emocionalmente a uma pessoa com séria dependência física e/ou psicológica de uma substância (como álcool ou drogas ilícitas) ou com um comportamento problemático e destrutivo (como jogo patológico ou um transtorno de personalidade).2 É um fato conhecido que a dependência patológica causa grande impacto e sofrimento na vida das pessoas próximas, mas poucos percebem como a codependência é altamente prejudicial para ambas partes envolvidas. Ao invés de ajudar o dependente a melhorar, certos tipos de codependentes acabam reforçando o comportamento patológico.3
O codependente acredita que sua felicidade depende da pessoa que tenta ajudar, e assim se torna dependente dele emocionalmente, procurando ajudá-lo seja sendo excessivamente permissivo, tolerante e compreensivo com os abusos do outro, seja sendo excessivamente controlador, perfeccionista e autoritário. É comum que o codependente coloque as necessidades do outro, acima de suas próprias. É comum que desenvolvam duplo vínculo.


Características




É comum aos codependentes desenvolverem sintomas relacionados ao estresse como dor de cabeça, gastrite, depressão e transtornos de ansiedade.4
Ao mesmo tempo que a codependência causa sofrimento ela também pode ser fonte de auto-estima e fazer parte da identidade5 :


Cquote1.svg "Muitas vezes, pensamos que somos a melhor pessoa do mundo porque agradamos aos outros e não a nós mesmos. Interrompemos nossas atividades para atender ao chamado alheio. Fazemos sempre mais do que os outros nos pedem, e, habilidosamente, antecipamos seus desejos e abrimos mão dos nossos com extrema facilidade. Depois, ficamos chateados quando os outros não fazem o mesmo por nós!". Cquote2.svg



Sinais e sintomas

Algumas das características do codependente, segundo o livro "Co-dependência Nunca Mais" de Melody Beattie, são5 :


  • Considerar-se e sentir-se responsável por outra(s) pessoas(s) – pelos sentimentos, pensamentos, ações, escolhas, desejos, necessidades, bem-estar, falta de bem-estar e até pelo destino dessa(s) pessoa(s).
  • Sentir ansiedade, pena e culpa quando a outra pessoa tem um problema.
  • Sentir-se compelido – quase forçado – a ajudar aquela pessoa a resolver o problema, seja dando conselhos que não foram pedidos, oferecendo uma série de sugestões ou equilibrando emoções.
  • Ter raiva quando sua ajuda não é eficiente.
  • Comprometer-se demais.
  • Culpar outras pessoas pela situação em que ele mesmo está.
  • Dizer que outras pessoas fazem com que se sinta da maneira que se sente.
  • Achar que a outra pessoa o está levando à loucura.
  • Sentir raiva, sentir-se vítima, achar que está sendo usado e que não sente sendo apreciado.
  • Achar que não é bom o bastante.
  • Contentar-se apenas em ser necessário a outros.
Nem toda forma de apoio, compreensão e altruísmo são problemáticos, eles podem ser muito úteis e importantes para o funcionamento da família, só se tornam problemáticos quando causam grande sofrimento aos envolvidos e não ajudam a resolver o comportamento patológico da pessoa-problema.


Codependentes anônimos

Nos mesmos moldes dos Alcoólicos anônimos, os Codependentes anônimos, tem por objetivo ajudar pessoas codependentes com terapias de grupo. As chamadas Doze Tradições dos Codependentes Anônimos foram adaptados das 12 Tradições de Alcoólicos Anônimos, são elas2 6 :


  1. Nosso bem-estar comum deve estar sempre em primeiro lugar; a recuperação pessoal depende da unidade de Codependentes Anônimos.
  2. Somente uma autoridade preside, em última análise, ao nosso propósito comum – um Poder Superior amantíssimo que Se manifesta em nossa consciência coletiva. Nossos líderes são apenas servidores de confiança; não têm poderes para governar.
  3. O único requisito para ser membro da unidade de Codependentes Anônimos é ter um sincero desejo para relacionamentos saudáveis e amorosos.
  4. Cada Grupo deve ser autônomo, salvo em assuntos que afetam outros Grupos, ou Codependentes Anônimos como um todo.
  5. Cada Grupo tem um único propósito primordial – levar sua mensagem ao Codependente que ainda sofre.
  6. Um Grupo de Codependentes Anônimos nunca deverá jamais endossar, financiar ou emprestar o nome de Codependentes Anônimos a qualquer sociedade parecida ou empreendimento alheio à irmandade, para que problemas de dinheiro, propriedade e prestígio não nos desviem de nosso propósito espiritual.
  7. Cada Grupo deverá ser totalmente auto-sustentável, recusando assim contribuições de fora.
  8. Codependentes Anônimos deverá permanecer sempre não profissional, embora nossos centros de serviços possam empregar trabalhadores especializados
  9. Codependentes Anônimos, jamais deverá organizar-se como tal; podemos, porém, criar juntas ou comitês de serviço diretamente responsáveis perante aqueles a quem prestam serviços.
  10. Codependentes Anônimos não opinam sobre questões alheia à Irmandade, portanto, o nome de Codependentes Anônimos, jamais deverá aparecer em controvérsias públicas.
  11. Nossas relações com o público baseiam-se na atração em vez da promoção; cabe-nos sempre preservar o anonimato pessoal em nível de imprensa, rádio e filmes.
  12. O anonimato é a base espiritual de todas as nossas Tradições, lembrando-nos sempre da necessidade de colocar os princípios acima das personalidades.


Tratamento da co-dependência



É importante que o codependente faça algum tipo de acompanhamento psicológico (seja ele terapia de casal, terapia em grupo, terapia familiar ou terapia individual), pois trata-se de uma situação que envolve grande sofrimento e muito difícil de ser resolvida sem ajuda. Em alguns casos acompanhamento psiquiátrico também é recomendado. 2
Padrões de co-dependência não resolvida pode levar a problemas mais graves como o alcoolismo, vício em drogas, transtornos alimentares e outros comportamentos auto-destrutivos e vícios patológicos. As pessoas com co-dependência também são mais susceptíveis de atrair novos abusos de indivíduos agressivos , mais propensos a ficar em empregos estressantes ou relacionamentos, menos propensos a procurar atendimento médico quando necessário e também são menos propensos a receber promoções e tendem a ganhar menos dinheiro do que aqueles sem os padrões de co-dependência.3
Apesar da importância da psicoterapia, deve-se ter cautela ao escolher tratamentos, pois nem todos são baseados em evidências, alguns são apenas baseados em crenças e filosofias que podem causar ainda mais prejuízo a família envolvida.7 8


Ligações externas





Referências





  1. Charles L. Whitfield, Co-dependence: Healing the Human Condition (1991) p. 55
  2. http://virtualpsy.locaweb.com.br/index.php?art=392&sec=34
  3. "Codependence", in: Benjamin J. Sadock & Virginia A. Sadock (eds), Kaplan & Sadock's Comprehensive Textbook of Psychiatry on CD, Philadelphia: Lippincott Williams & Wilkins, 7th ed. 2000, ISBN 0-7817-2141-5, 20703-20707.
  4. http://www.allaboutcounseling.com/codependency.htm
  5. http://somostodosum.ig.com.br/conteudo/conteudo.asp?id=04447
  6. http://www.codabrasil.org/trad1.htm
  7. Kaminer, W. (1992). I'm Dysfunctional, You're Dysfunctional: The Recovery Movement and other Self-Help Fashions. New York: Vintage
  8. Gordon, J.R., Barrett, K.(1993) The Codependency Movement: Issues of Context and Differentiation. In Baer, J.S, Marlatt, A. & McMahon, R.J. (eds.) Addictive Behaviors Across the Life Span. Newburry Park: Sage

"Sob as bombas, vivo como um zumbi"

Palestino relata o sofrimento de morar em Gaza sob intenso ataque de Israel, com racionamento de água, comida e eletricidade Depoimento de Ayman Fahmi Nimer à repórter Mariana Queiroz Barboza


A escalada da violência entre o Exército de Israel e o Hamas, facção islâmica que controla a Faixa de Gaza, atingiu um novo pico na semana passada. A ação das forças israelenses se intensificou. Foi bombardeada uma escola que era usada como abrigo pela Organização das Nações Unidas, matando pelo menos 16 pessoas, inclusive funcionários da ONU. Sem acordo para um cessar-fogo, o número de vítimas fatais entre os palestinos ultrapassou 800 – a maioria civis, entre eles, muitas mulheres e crianças. Israel teve 35 mortos. O lançamento de mais de dois mil foguetes do Hamas provocou o cancelamento de voos internacionais a Israel, no que os israelenses classificaram como um “prêmio ao terrorismo”. Sob o medo de novos ataques e com o racionamento de água, comida e eletricidade, a vida em Gaza ficou ainda mais dramática. Na noite da quinta-feira 24, o palestino Ayman Fahmi Nimer, que mora no centro da cidade de Gaza, falou com a ISTOÉ poucas horas depois que um prédio vizinho foi bombardeado. Abaixo, está seu depoimento:
abre.jpg POPULAÇÃO EM PÂNICO
Mulher palestina se desespera em prédio atingido pelos mísseis
lançados por Israel. Civis são as principais vítimas dos ataques
“Viver com o barulho dos bombardeios é assombroso. Em Gaza não temos nenhuma espécie de esconderijo para a população, como há em muitas cidades do Oriente Médio. Vivemos esperando o desconhecido. Não sabemos quando isso vai acabar. É um filme de terror sem fim. Para mim, é muito difícil olhar para minhas filhas enquanto as bombas caem aqui perto, sabendo que não posso fazer nada para protegê-las. Ficamos todos reunidos, a maior parte do tempo, perto da porta de entrada e da escada para sairmos em caso de emergência. Comemos aqui e dormimos no chão. Só nos movimentamos para ir ao banheiro. Passamos o tempo conversando, falando sobre o futuro, lendo, brincando com nossos gatos. Sou como um ator. Estou triste por dentro, mas finjo que está tudo bem. Não quero pensar muito, porque, quando o faço, espero o pior. Não durmo mais de duas horas seguidas há 18 dias. É impossível dormir à noite, fico esperando mais bombardeios. Os mísseis iluminam o céu escuro. Sob as bombas, sem sono, vivo como um zumbi. Não consigo focar em nada. Minha mulher mantém perto dela uma bolsa com documentos importantes: passaporte, cartão do banco, escritura do apartamento.
01.jpg
Estou em casa com minha mulher e minhas três filhas agora. Saí há pouco para comprar comida. Estamos no Ramadã, um mês sagrado para muçulmanos do mundo todo, no qual fazemos jejum até o sol se pôr. Acabamos de fazer nossa primeira refeição. Vivo com minha mulher, Heba, e nossas filhas, Lama, de 16 anos, Menna, 14, e Mesma, 13, num apartamento de três quartos no coração de Gaza, no último piso de um prédio relativamente alto, de sete andares. Isso me dá a oportunidade de ver o que está acontecendo em boa parte daqui. Como faz muito calor, mantenho todas as janelas abertas.
Tenho sorte de ter uma família relativamente pequena. Os árabes gostam de ter muitos filhos, mas eu não quero mais, porque é muita responsabilidade. Um pai tem que prover abrigo, água, comida e segurança para seus filhos. Mas, em Gaza, é completamente diferente por causa da contínua disputa entre israelenses e palestinos por território. Minhas filhas passaram boa parte de sua infância durante guerras. Elas não sabem o significado de paz. Elas não sabem nem o que é paz de espírito. Sou muito preocupado com o futuro delas. Eu sou farmacêutico, tenho um bom emprego e uma renda relativamente alta. Minha família é muito feliz. Para nossa sorte, as aulas na escola das meninas acabaram há um mês. Estamos agradecidos a Deus que elas não tiveram que ficar ausentes das aulas.
Pic_Gaza-PM-2.jpg DESTRUIÇÃO
A Faixa de Gaza está sob bombardeio há três semanas.
Quase 800 palestinos já morreram
Toda a Faixa de Gaza é uma fração da cidade de São Paulo. Por isso, quase todo mundo se conhece. Com mais de 800 mortes, em cada vizinhança, existe alguém que perdeu parentes ou amigos. Isso é muito triste. Mas é interessante notar como as pessoas ficam ainda mais unidas. Em volta das mesquitas, elas compartilham sua comida, o pouco de água que têm. Elas não têm nem certeza se viverão para desfrutar daquilo. Eu também não sei se estarei vivo amanhã.
O dinheiro não tem valor nenhum, porque os mercados e as lojas estão fechados. Alguns fazendeiros se reúnem em volta das mesquitas. As pessoas vão lá para as orações da tarde e encontram os fazendeiros vendendo legumes que eles mesmos produzem. Hoje comprei tomates, batatas, cebolas e pimenta. É difícil encontrar comida fresca. Também temos um problema com água potável. Nós juntamos garrafas vazias de Coca-Cola e Seven-Up e levamos à rua para enchê-las. Dividi minhas últimas quatro garrafas d’água com minha mãe, então preciso sair amanhã e procurar mais. Não é tão difícil assim encontrar, o pior é trazer para casa. Tenho que pegar o máximo de galões que conseguir carregar nas costas. Tenho também um estoque de alimentos não perecíveis, como feijão, arroz e açúcar, para emergências como essa. Gostamos de estar preparados, porque nunca sei quando tudo isso vai recomeçar. Eu diria que 99% das lojas e restaurantes estão fechados. Há pequenas lojas familiares no térreo das casas, onde posso bater na porta e comprar alguma coisa.
No Ramadã, nós jejuamos por 16 horas. Isso é bom porque, durante a noite, ninguém consegue comer e beber tanto. Nos conflitos de 2008 e 2009, foi pior. Eles começaram a atacar em dezembro e a temperatura era muito baixa. Precisávamos de mais comida e mais energia elétrica para nos manter aquecidos. Agora temos energia por duas horas diárias, em média. Há dias em que não há nada. É horrível, porque precisamos de energia para tudo, para acompanhar as notícias, as redes sociais, falar com nossos familiares. Sem eletricidade, me sinto cego.
Gaza04.jpg POR TERRA
Tanques israelenses avançam pela fronteira, ao norte
da Faixa de Gaza. Os ataques ocorrem também por ar e mar. 
Os israelenses enviam comunicados em panfletos, SMS, ligações telefônicas. Eu recebi uma mensagem gravada, mas, na área em que moro, não nos dizia para deixar nossas casas. Pelo contrário, eles querem que as pessoas se concentrem aqui. O meu bairro é mais seguro que o resto da cidade, mas, ainda assim, há bombas por todo lado. Na mensagem que ouvi, eles explicaram que essa operação é contra o Hamas, não contra os civis. Hoje um prédio vizinho, a 100 metros da minha casa, foi bombardeado por um míssil. Tivemos que descer as escadas correndo e isso foi muito difícil, porque, depois da explosão, uma quantidade enorme de poeira escureceu tudo ao redor. Esperamos três horas na frente do prédio até que pudéssemos voltar. Felizmente ninguém morreu. Você consegue ouvir isso? (O barulho de uma explosão encobre a voz de Ayman) Passou bem pela minha cabeça. Se tiver que deixar minha casa, não tenho para onde ir. Nenhum lugar é seguro.
02.jpg
Eu sempre fui um pregador da paz, mas agora, se tivesse um míssil em minhas mãos, o atiraria contra Israel. Pelo menos eu morreria de uma forma digna. Israel tem um dos maiores Exércitos do mundo e nós, palestinos, não temos nada. Para muitos palestinos, não há oportunidade nem esperança. Então, se tiverem de morrer, que morram lutando. Mas não gostamos de morrer, gostamos de viver em estabilidade. Nós deveríamos ter nosso Estado. Eu sou contra o Hamas, mas posso dizer: o Hamas não usa as pessoas como escudo humano, como diz Israel. Há 18 anos vivendo aqui, eu nunca vi um único militante nas ruas. Eles estão todos debaixo da terra (em túneis). Nas ruas, só se pode ver homens segurando sacolas de comida a caminho de casa. Não há mulheres nem crianças. Além de ser muito perigoso dirigir, não há postos de gasolina abertos, então todos andam a pé. O Hamas acredita que as negociações de paz não são a língua que os israelenses entendem. Os israelenses só entendem a língua da violência, matam por vingança. Eu tenho simpatia pelo Mahmoud Abbas (presidente da Autoridade Palestina), mas ele não atingiu nada até agora, todas as negociações falharam. Abbas precisa ouvir mais seu próprio povo. É urgente uma reconciliação entre o Hamas e os outros grupos políticos por uma Palestina unida. Talvez a resistência seja a última reserva que os palestinos tenham para atingir seus objetivos.”
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Fotos: Mohammed Salem/REUTERS, Hatem moussa/AP Photo; Ronen Zvulun/REUTERS 

O principal médico no combate ao ebola está contaminado pelo vírus


por Antonio Carlos Prado e Elaine Ortiz
O continente africano passa pelo pior surto de ebola desde que, em 1976, se registrou pela primeira vez a presença desse vírus – 723 pessoas morreram nos últimos seis meses, 68 delas na semana passada. Igualmente devastadora é a notícia de que o médico Sheik Umar Khan (foto), chefe da equipe de combate à epidemia, acaba de se infectar com o vírus. O ebola é fatal em 99% dos casos. O contágio se dá por meio de fluidos corporais e ambientes contaminados como os próprios hospitais. 

Dilma se emociona ao instalar comitê de combate à tortura

Colegiado terá a missão de fortalecer o enfrentamento à tortura em instituições de privação de liberdade

Agência Brasil
Vítima de tortura na ditatura militar, a presidenta Dilma Rousseff se emocionou nesta sexta-feira ao instalar o Comitê Nacional de Prevenção e Combate à Tortura (CNPCT). O colegiado terá a missão de fortalecer o enfrentamento à tortura em instituições de privação de liberdade, como delegacias, penitenciárias, locais de permanência para idosos e hospitais psiquiátricos.
“A experiência, a minha especificamente, mas falo no sentido geral também, mostra que a tortura é como um câncer, que começa em uma cela, mas compromete toda a sociedade. Quem tortura, obviamente, o torturado, porque afeta a condição mais humana de todos nós, que é sentir dor, e destrói os laços civilizatórios da sociedade”, disse a presidenta com a voz embargada.
Cerimônia de posse dos membros do Comitê Nacional de Prevenção e Combate à Tortura (CNPCT)
Foto:  Marcelo Camargo / Agência Brasil

Ao posar para foto com os 23 membros do comitê - 11 indicados pelo Poder Executivo Federal e 12 por organizações da sociedade civil, escolhidos por meio de uma consulta pública – a presidenta abraçou emocionada a ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci. “Quando poderíamos imaginar que estaríamos aqui hoje, Eleonora?”, perguntou Dilma.
Assim como a presidenta, Menicucci também foi presa e torturada durante o regime militar. À época, ela esteve no presídio Tiradentes com Dilma Rousseff, de quem era vizinha e colega de faculdade em Belo Horizonte.
A ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Ideli Salvatti, disse que com a criação do comitê o país não quer apenas combater a tortura, mas eliminá-la do Brasil. “Ao estarmos aqui instalando o comitê fica bastante claro que uma das principais tarefas é a criação do mecanismo [Nacional de Prevenção e Combate à Tortura (MNPCT). Esse instrumento vai permitir que as pessoas escolhidas a adentraram qualquer espaço de privação de liberdade para conferir as condições, dar flagrante, contribuir de forma efetiva para que seja eliminada [a tortura]”, frisou.
“Não queremos apenas combater, queremos eliminar a tortura do no nosso país. Isso é um compromisso internacional assumido pelo Brasil”, acrescentou Ideli.
Entre as atribuições do comitê, estão a avaliação e a proposição de ações de prevenção e combate à tortura, integrando a atuação de órgãos do governo e segmentos sociais. Com a instalação do colegiado, os membros terão 90 dias para criar o Mecanismo de Prevenção e Combate à Tortura que será composto por 11 peritos independentes que deverão recomendar medidas para a adequação dos espaços de privação de liberdade aos parâmetros nacionais e internacionais, bem como o acompanhamento e a diligência para o cumprimento das recomendações feitas.
Um dos representantes da sociedade civil, José Jesus Filho, da Associação de Apoio e Acompanhamento da Pastoral Carcerária Nacional, classificou o momento como histórico. “Já estamos em processo de levar a política adiante. O banco de dados de coleta de informações sobre tortura já está em processo de construção, investigações estão sendo levantadas e isso significa que, para nós, esse é um momento histórico”.
De acordo com a Secretaria de Direitos Humanos, a escolha dos locais a serem visitados será definida pelo mecanismo nacional, com base nas informações e dados fornecidos pelo Comitê. Além do mecanismo nacional, sete unidades federativas já criaram seus mecanismos locais por meio de leis estaduais: Rio de Janeiro, Paraíba, Alagoas, Espírito Santo, Rondônia e Minas Gerais. O mecanismo do estado do Rio de Janeiro está em funcionamento desde 2011 e, recentemente, o estado de Pernambuco concluiu o processo de seleção dos membros do seu mecanismo estadual.

7.27.2014

Veja 12 concursos que abrem inscrições durante a próxima semana

Os salários chegam a R$ 11.100 na Prefeitura de Alvinópolis (MG).
Somente na Prefeitura de Itanhaém (SP) são 478 vagas.

Do G1, em São Paulo
Pelo menos 12 concursos abrem inscrições na segunda (28), terça (29), quinta (31) e sexta-feuira (1º) para 990 vagas e formação de cadastro de reserva em cargos de todos os níveis de escolaridade.
Os salários chegam a R$ 11.100 na Prefeitura de Alvinópolis (MG). Somente na Prefeitura de Itanhaém (SP) são 478 vagas.
Dia 28
Câmara Municipal de Brumadinho (MG)
A Câmara Municipal de Brumadinho (MG) divulgou edital de concurso público para 14 vagas de nível fundamental e médio. Os salários vão de R$ 1.097,80 a R$ 1.840,30. As inscrições podem ser feitas de 28 de julho a 27 de agosto pelo site www.exameconsultores.com.br. A prova objetiva está prevista para o dia 28 de setembro. O concurso terá validade de 2 anos, podendo ser prorrogado (veja o edital no site da organizadora).

Câmara Municipal de Sarandi (PR)
A Câmara Municipal de Sarandi (PR) anunciou a realização de concurso público para 13 vagas e formação de cadastro de reserva em cargos de todos os níveis de escolaridade. Os salários vão de R$ 1.129,49 a R$ 2.691,78. Os candidatos devem se inscrever de 28 de julho a 13 de agosto pelo site www.fauel.org.br. A prova objetiva está prevista para o dia 7 de setembro. A validade do concurso será de 2 anos, podendo ser prorrogado pelo mesmo período (veja o edital no site da organizadora).

Câmara Municipal de Vitória da Conquista (BA)
A Câmara Municipal de Vitória da Conquista (BA) abre a partir de 28 de agosto as inscrições para concurso público que visa preencher 36 vagas em diversos níveis de escolaridade. Os salários vão de de R$ 796,40 a R$ 2.027. As inscriçoes podem ser feitas até o dia 15 de agosto pelo site www.ibam-concursos.org.br. As provas escritas estão previstas para o dia 21 de setembro (veja a matéria completa).

Prefeitura de Charrua (RS)
A Prefeitura de Charrua (RS) divulgou um edital de processo seletivo e um edital de concurso público para 24 vagas e formação de cadastro de reserva em cargos de nível fundamental, médio e superior. Os salários vão de R$ 837,76 a R$ 9.447,36. As inscrições podem ser feitas pelo site www.premierconcursos.com.br entre 28 de julho e 10 de agosto. Todos os candidatos serão avaliados por meio de prova objetiva. Os editais terão validade de 2 anos e poderão ser prorrogados por igual período (veja os editais no site da organizadora).

Prefeitura de Coronel Pacheco (MG)
A Prefeitura de Coronel Pacheco (MG) vai abrir um concurso público para 75 vagas em cargos de nível fundamental, médio/ técnico e superior. As remunerações variam de R$ 724 a R$ 2.900. Os candidatos podem se inscrever de 28 de julho a 26 de agosto pelo site www.reisauditores.com.br. Os candidatos serão avaliados por meio de prova objetiva, prova de redação e prova prática, de acordo com o cargo. As datas das avaliações ainda serão divulgadas (veja o edital no site da organizadora).

Prefeitura de Eldorado (MS)
A Prefeitura de Eldorado (MS) vai reabrir as inscrições do concurso para 15 vagas em cargos de nível fundamental, médio e superior. Os salários vão de R$ 720,20 a R$ 3.282,82. As inscrições serão reabertas de 28 de julho a 4 de agosto pelo site www.fadct.org.br. Todos os candidatos serão avaliados por meio de prova objetiva, em data que ainda será divulgada (veja o edital no site da prefeitura).

Prefeitura de São Domingos de Prata (MG)
A Prefeitura de São Domingos de Prata (MG) abriu processo seletivo para 6 vagas de médico PSF. o salário é de R$ 10.278,42. As inscrições vão de 28 de julho a 3  de agosto pelo site www.exameconsultores.com.br. Os candidatos serão avaliados por meio de prova objetiva e de títulos. O concurso terá validade de 2 anos e poderá ser prorrogado pelo mesmo período (veja o edital no site da organizadora).

Prefeitura de São Joaquim da Barra (SP)
A Prefeitura de São Joaquim da Barra (SP) divulgou edital de concurso público para 59 vagas em cargos de nível fundamental e superior. os salários vão de R$ 1.014 a R$ 10.076,83. Os candidatos podem se inscrever pelo site www.srconcursos.com.br entre 28 de julho e 8 de agosto. Todos os candidatos serão avaliados por meio de prova objetiva. A validade do concurso será de 2 anos, podendo ser prorrogado por igual período (veja o edital no site da organizadora).

Dia 29
Prefeitura de Alvinópolis (MG)

A Prefeitura de Alvinópolis (MG) divulgou edital de processo seletivo para 75 vagas em cargos de nível fundamental, médio e superior. Os salários variam de R$ 724 a R$ 11.100. Os candidatos podem se inscrever de 29 de julho a 21 de agosto pelo site www.idecan.org.br. A prova objetiva será no dia 28 de setembro. A seleção terá validade de 1 ano, podendo ser prorrogada (veja o edital no site da organizadora).

Dia 31
Polícia Militar de Minas Gerais
A Polícia Militar de Minas Gerais vai abrir 120 vagas para o curso de formação de oficiais. Os salários vão de R$ 3.895,10 e R$ 5.991,49. Os candidatos poderão se inscrever de 31 de julho a 28 de agosto pelo site www.pmmg.mg.gov.br/crs. A prova objetiva está prevista para o dia 28 de setembro (veja a matéria completa).

Dia 1º
Prefeitura de Itanhaém (SP)

A Prefeitura de Itanhaém (SP) divulgou edital de concurso público para 478 vagas em cargos de nível fundamental, médio e superior. Os salários vão de R$ 1.109 a R$ 10.607. Os candidatos podem se inscrever de 1º a 19 de agosto pelo site www.nossorumo.org.br. As provas objetivas estão previstas para o dia 28 de setembro (veja o edital no site da organizadora).

Prefeitura de Nilópolis (RJ)
A Prefeitura de Nilópolis (RJ) divulgou edital de concurso público para 75 vagas em cargos de nível médio. O salário é de R$ 724. As inscrições podem ser feitas de 1º a 31 de agosto pelo site www.ibap-rj.org.br. Os candidatos serão avaliados por meio de prova objetiva, teste de aptidão física e exame de saúde. O concurso terá validade de 1 ano e poderá ser prorrgado pelo mesmo período (veja o edital no site da organizadora).