9.15.2009

Erisipela se manifesta com vermelhidão, dor e inchaço



Erisipela é um processo infeccioso cutâneo, podendo atingir a gordura do tecido celular subcutâneo, causado por uma bactéria que se propaga pelos vasos linfáticos. Pode ocorrer em pessoas de qualquer idade, mas é mais comum nos diabéticos, obesos e nos portadores de deficiência da circulação venosa dos membros inferiores. Não é contagiosa.

Como se trata?

A crise de erisipela deve ser tratada com antibióticos.

Usa-se uma dose do ataque e se mantém o tratamento por um período prolongado para evitar recidivas.
O tratamento deve ser iniciado assim que detectada a doença para evitar complicações como abcessos, úlceras (feridas), e o linfedema ( edema duro e persistente) que pode ser o resultaado de vários surtos de erisipela.

Como se previne?

Após banho, secar bem entre os dedos dos pés.
Usar meias limpas todos os dias, dando preferência às meias de algodão.
Usar fungicidas metodicamente em pó, spray ou cremes.
Evitar traumas à pele ou calçados impróprios.


A erisipela ocorre porque uma bactéria (um Estreptococo) penetra numa pele favorável à sua sobrevivência e reprodução. A porta de entrada quase sempre é uma micose interdigital (as famosas “frieiras”), mas qualquer ferimento pode desencadear o mal. A pele mais favorável é a das pernas inchadas, principalmente nos pacientes diabéticos, obesos e idosos.

Os primeiros sintomas podem ser aqueles comuns a qualquer infecção: calafrios, febre alta, astenia, cefaléia, mal-estar, náuseas e vômitos. As alterações da pele podem se apresentar rapidamente e variam desde um simples vermelhidão, dor e edema (inchaço) até a formação de bolhas e feridas por necrose (morte das células) da pele.

A localização mais freqüente é nos membros inferiores, na região acima dos tornozelos, mas pode ocorrer em outras regiões como face e tronco. No início, a pele se apresenta lisa, brilhosa, vermelha e quente. Com a progressão da infecção, o inchaço aumenta, surgem as bolhas de conteúdo amarelado ou achocolatado e, por fim, a necrose da pele. É comum o paciente queixar-se de “íngua” (aumento dos gânglios linfáticos na virilha).


O diagnóstico é feito apenas pelo exame clínico, analisando os sinais e sintomas apresentados pelo paciente. Não há necessidade de nenhum exame de sangue ou de outro exame especial da circulação, a não ser para acompanhar a evolução do paciente.
Quando o paciente é tratado logo no início da doença, as complicações não são tão evidentes ou graves. No entanto, os casos não tratados a tempo podem progredir com abscessos, ulcerações (feridas) superficiais ou profundas e trombose de veias.A seqüela mais comum é o linfedema, que é o edema persistente e duro (não forma uma depressão na pele quando submetido à compressão com os dedos), localizado principalmente na perna e no tornozelo, resultante dos surtos repetidos de erisipela.

TRATAMENTO :

O tratamento consta de várias medidas realizadas ao mesmo tempo e só deve ser administrado pelo médico:
1 – Uso de antibióticos específicos para eliminar a bactéria causadora.
2 – Redução do inchaço, fazendo repouso absoluto com as pernas elevadas, principalmente na fase inicial. Pode ser necessário o enfaixamento da perna para diminuir o edema mais rapidamente.
3 – Fechamento da porta de entrada da bactéria, tratando as lesões de pele e as frieiras.
4 – Limpeza adequada da pele, eliminando o ambiente adequado para o crescimento das bactérias.
5 – Uso de medicação de apoio, como antiinflamatórios, antifebris, analgésicos e outras que atuam na circulação linfática e venosa.
PREVENÇÃO :
As crises repetidas de erisipela podem ser evitadas através de cuidados higiênicos locais, mantendo os espaços entre os dedos sempre bem limpos e secos, tratando adequadamente as frieiras, evitando e tratando os ferimentos das pernas e tentando manter as pernas desinchadas.Deve-se evitar engordar, bem como permanecer muito tempo parado, em pé ou sentado.O uso constante de meia elástica é uma grande arma no combate ao inchaço, bem como fazer repouso com as pernas elevadas sempre que possível.Procurar um especialista quando apresentar qualquer dos sintomas iniciais da doença, relatados anteriormente.

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Por ser uma doença desconhecida a erisipela é facilmente confundida com outras. Mas cuidado, ela quase sempre apresenta-se através de uma micose interdigital, ou seja, as famosas frieiras, que espalham-se formando uma mancha vermelha, quente e dolorosa.

Erisipela é uma infecção provocada quando bactérias encontram uma porta de entrada nas camadas mais superficiais da pele. Segundo a médica, Neiva Schuster Ferreira, os primeiros sintomas desse mal podem ser aqueles comuns a qualquer infecção, como calafrios, febre alta, mal-estar, náuseas e vômitos.

As alterações da pele se apresentam rapidamente e variam desde um simples vermelhidão, dor e inchaço, até a formação de bolhas. A localização mais freqüente, segundo Ferreira, é nos membros inferiores, na região acima dos tornozelos e também podendo ocorrer em outros locais como rosto e tronco.

“O diagnóstico é feito apenas pelo exame clinico, para analisar os sinais e sintomas apresentados pelo paciente, e não há necessidade de nenhum exame de sangue, a não ser para acompanhar a evolução do paciente”, afirma Ferreira. Para a paciente, Zilá Lajuny, que sofreu de erisipela, foi algo terrível, que ela nunca tinha visto antes. Lajuny conta ainda que se sentiu mal alguns dias antes e foi até o hospital, lá a deixaram no soro, diagnosticando um simples problema estomacal. “Não me preocupei muito, mas quando acordei, no outro dia, minha perna estava muito vermelha e inchada. Fiquei assustada, voltei ao hospital e a médica logo me disse que estava com erisipela”, relata.

A médica revela que quando o paciente é tratado logo no início da doença, as complicações não são tão graves, no entanto, os casos não medicados há tempo podem progredir com abscessos, úlceras (feridas) superficiais ou profundas e trombose de veias. “As crises repetidas de erisipela podem ser evitadas através de cuidados higiênicos no local dos ferimentos, mantendo os espaços entre os dedos sempre bem limpos e secos”, aconselha a médica.

A paciente Zilá Lajuny afirma que nunca pensou que uma simples frieira fosse causar um dano tão grande, além dos gastos com remédios e tratamentos. “Foram mais de dois meses de tratamento e repouso, e nesse tempo todo eu gastei mais de R$ 200 reais em remédios e produtos para curar a doença”, conta.

Tratamentos:
O tratamento é composto de várias medidas aplicadas ao mesmo tempo e só deve ser administrado pelo médico:

Uso de antibióticos específicos para eliminar a bactéria causadora;
Fechamento da porta de entrada da bactéria, tratamento das lesões de pele e as frieiras;
Redução do inchaço, fazendo repouso absoluto com as pernas elevadas, principalmente no começo.

SkinLaser

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Erisipela é uma infecção provocada quando bactérias encontram uma porta de entrada nas camadas mais superficiais da pele e espalham-se formando uma mancha vermelha, quente e dolorosa. Calor, rubor e dor são três sintomas de inflamação que a medicina conhece há muito tempo e que se manifestam também na erisipela.

Dentro do organismo, a proliferação das bactérias faz com que sejam liberadas toxinas que vão provocar febre, dor de cabeça, mal-estar.

Normalmente, as lesões aparecem mais nas pernas e nos pés, embora possam manifestar-se também na face.

O tratamento da erisipela precisa ser seguido criteriosamente para evitar crises de repetição que podem ter conseqüências graves.

Fonte: drauziovarella.ig.com.br

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Erisipela é um processo infeccioso cutâneo, podendo atingir a gordura do tecido celular subcutâneo, causado por uma bactéria que se propaga pelos vasos linfáticos. Pode ocorrer em pessoas de qualquer idade, mas é mais comum nos diabéticos, obesos e nos portadores de deficiência da circulação venosa dos membros inferiores. Não é contagiosa.

Nomes populares: esipra, mal-da-praia, mal-do-monte, maldita, febre-de-santo-antônio.

POR QUE OCORRE A ERISIPELA?
A erisipela ocorre porque uma bactéria (um Estreptococo) penetra numa pele favorável à sua sobrevivência e reprodução. A porta de entrada quase sempre é uma micose interdigital (as famosas “frieiras”), mas qualquer ferimento pode desencadear o mal. A pele mais favorável é a das pernas inchadas, principalmente nos pacientes diabéticos, obesos e idosos.

COMO SE APRESENTA?

Os primeiros sintomas podem ser aqueles comuns a qualquer infecção: calafrios, febre alta, astenia, cefaléia, mal-estar, náuseas e vômitos. As alterações da pele podem se apresentar rapidamente e variam desde um simples vermelhidão, dor e edema (inchaço) até a formação de bolhas e feridas por necrose (morte das células) da pele.
A localização mais freqüente é nos membros inferiores, na região acima dos tornozelos, mas pode ocorrer em outras regiões como face e tronco. No início, a pele se apresenta lisa, brilhosa, vermelha e quente. Com a progressão da infecção, o inchaço aumenta, surgem as bolhas de conteúdo amarelado ou achocolatado e, por fim, a necrose da pele. É comum o paciente queixar-se de “íngua” (aumento dos gânglios linfáticos na virilha).

COMO O MÉDICO DIAGNOSTICA?
O diagnóstico é feito apenas pelo exame clínico, analisando os sinais e sintomas apresentados pelo paciente. Não há necessidade de nenhum exame de sangue ou de outro exame especial da circulação, a não ser para acompanhar a evolução do paciente.

COMPLICAÇÕES


Quando o paciente é tratado logo no início da doença, as complicações não são tão evidentes ou graves. No entanto, os casos não tratados a tempo podem progredir com abscessos, ulcerações (feridas) superficiais ou profundas e trombose de veias.
A seqüela mais comum é o linfedema, que é o edema persistente e duro (não forma uma depressão na pele quando submetido à compressão com os dedos), localizado principalmente na perna e no tornozelo, resultante dos surtos repetidos de erisipela.

TRATAMENTO
O tratamento consta de várias medidas realizadas ao mesmo tempo e só deve ser administrado pelo médico:
1 – Uso de antibióticos específicos para eliminar a bactéria causadora.
2 – Redução do inchaço, fazendo repouso absoluto com as pernas elevadas, principalmente na fase inicial. Pode ser necessário o enfaixamento da perna para diminuir o edema mais rapidamente.
3 – Fechamento da porta de entrada da bactéria, tratando as lesões de pele e as frieiras.
4 – Limpeza adequada da pele, eliminando o ambiente adequado para o crescimento das bactérias.
4 – Uso de medicação de apoio, como antiinflamatórios, antifebris, analgésicos e outras que atuam na circulação linfática e venosa.


PREVENÇÃO
As crises repetidas de erisipela podem ser evitadas através de cuidados higiênicos locais, mantendo os espaços entre os dedos sempre bem limpos e secos, tratando adequadamente as frieiras, evitando e tratando os ferimentos das pernas e tentando manter as pernas desinchadas.
Deve-se evitar engordar, bem como permanecer muito tempo parado, em pé ou sentado.O uso constante de meia elástica é uma grande arma no combate ao inchaço, bem como fazer repouso com as pernas elevadas sempre que possível.
Procurar um especialista quando apresentar qualquer dos sintomas iniciais da doença, relatados anteriormente.

Nunca se automedique.

Fonte: www.erisipela.com.br

ERISIPELA

Infecção bacteriana da pele que atinge sua porção mais profunda (derme profunda e tecido gorduroso). É causada pela bactéria estreptococos.

Manifestações clínicas
Caracteriza-se por vemelhidão, dor e edema (inchaço) da região afetada. A progressão é rápida, podendo atingir áreas extensas em pouco tempo. A pele se apresenta lisa, avermelhada e quente e, em alguns casos, pode haver a formação de bolhas (erisipela bolhosa) ou feridas. Acompanha-se de febre e mal estar geral e habitualmente ocorre o aumento dos gânglios regionais ("ínguas").

A "porta de entrada" da bactéria para os tecidos profundos da pele pode ser uma pequena lesão muitas vezes imperceptível. Na erisipela da perna é muito comum a porta de entrada ser uma "frieira" entre os dedos dos pés. Surtos repetidos de erisipela podem causar a elefantíase nostra, na qual o local apresenta aumento de volume devido a um edema duro e persistente, podendo a pele adquirir aspecto verrucoso.

Tratamento
O tratamento é feito com antibioticoterapia específica para a bactéria causadora. Deve ser tratada também a origem da infecção (porta de entrada da bactéria), para evitar o retorno da doença (erisipela de repetição) e a possibilidade do surgimento da elefantíase nostra, de difícil tratamento. O médico dermatologista é o profissional indicado para o correto diagnóstico e tratamento da erisipela.

Fonte: www.dermatologia.net

20 comentários:

Norma disse...

Adorei a matéria, estou com um irmão com esse problema, e tenho pesquisado vários site e esse foi o que melhor explicou. As medidas de prevenção e tratamento tem ajudado bastante.
Obrigado por ter esclarecido tudo de forma simples e completa

Antonio Celso da Costa Brandão disse...

Ficamos felizes pelo elogio e o mais gratificante por ter ajudado na melhora do seu irmão.
Beijo Grande
Antonio Brandão

Anônimo disse...

Comecei, nesta semana, sentir dor na perna esquerda. Marquei ortopedista para amanhã, acreditando tratar-se de compressão de nervo. No entanto, hoje a perna está vermelha, quente e inchada e a dor é muito forte.
Pela descrição,acredito tratar-se de erisipela e espero, sinceramente,que o profissional que me atenderá amanhã, possa me tratar, ainda que não seja angiologista.

SUELY disse...

Meu neto (23anos) apareceu com os sintomas de erisipela, mas ele não tem nenhuma lesão, ela pode ser causada também por alimentação? porque nós levamos ele ao medico e ele receitou um anti-inflamatório e um anti-alergico, está certa a medicação?

Anônimo disse...

Nossa!!Eu estou com o mesmo problema fui a varios medicos e ninguem achou que eu tinha..Lendo esta materia acabei descobrindo o que tenho!!Parabéns a materia ficou muito beme explicada e fiquei mais tranquila achei que poderia ser mais grave!

Adriana Santos Silva disse...

Adorei essa matéria meu esposo também está com esses sintomas e ele ainda ficou com uma íngua na virilha...muita febre e dor achamos que era resfriado por causa dos sintomas mas depois q vimos a perna dele tivemos certeza.
Médico amanhã sem falta pra tratar de tudo direitinho.
Obrigada pela excelente matéria esclareceu nossas dúvidas.

Antonio Celso da Costa Brandão disse...

Melhoras e boa sorte.
Obrigado...

carolina andrade disse...

Olá uma amiga sentiu uma picada de inseto mas não sabe se foi isso uma parte da perna dela acima do tornozelo esta muito vermelha e dura e a uns 2 dias saiu umas bolhas parecidas com queimadura e ela fala que doi muito até em ficar de pé pode ser erisipela?

Anônimo disse...

ola boa tarde meu nome é Carlos. parabéns pelo site, vc saberia me informar se a erisepela pode dar nas duas pernas simultãneas, pois estou com estes sintomas a mais de 2 meses, tomei o antibiótico receitado or 7 dias, mais continua roxa e com saliência !!

Antonio Brandão disse...

Carlos
Retorne ao seu médico para que ele faça uma avaliação.
A irisipela pode sim se apresentar nas duas pernas, geralmente ocorre em uma só.
Abs e boa srte.
Antonio Brandão

Anônimo disse...

Ola Antonio boa tarde e parabéns, tive um comportamento de risco a alguns meses atras e a 2 meses me apareceu na perna uma vermelhidão com inchaço que depois passou para a outra, fui ao médico na segunda-feira e ele detectou Paniculite, vou fazer o teste de HIV, mais segundo ele pode ser mais não é tão provável que seja, estou muito desesperado.
gostaria apenas de saber se sabe se é comum a paniculite dar em situação de HIV, esse risco ocorreu a uns 4 ou 5 meses atras, não tive manchas pelo corpo e nem nas regiões pubianas, sei que tenho que fazer e estou criando coragem para ir ainda esta semana, mais gostaria apenas de uma opinião. muito obrigado e aguardarei !!

Anônimo disse...

oi ,eu estou com a perna inchada ,na barriga da ´perna esta vermelho e duro ,mas nao doe ,nem me deu febre ,sera que é erisipela

Antonio Brandão disse...

Um dos indicadores mais importantes para detectar se se trata de irisipela é a febre e a vermelhidão da perna

sandro disse...

Olá, sofro de erisipela há mais de 15 anos e ela tem se manifestado de várias maneiras diferentes. Não tenho "frieiras" e outros machucados na perna e ela simplesmente aparece, tanto no verão como no inverno. já tive oito crises em um ano e esse ano tive três crises até o mês de junho e estou em crise agora, ou seja nem um calendário ela obedece. Já consultei vários médicos mas também não dão devida atenção por não saber tratar também. Tomo Cefalexina sempre que aparece a crise, uso meias de alta compressão, faço sempre uma boa assepsia nos pés. A pergunta que tenho é: ouvi falar de uma tal de cura por benzetacil, tomando o mesmo medicamento uma vez por mês durante um ano, isso resolve ou também não há garantias?

Um grande abraço e obrigado pela atenção.
sandro - srvalcanaia@gmail.com

Antonio Brandão disse...

Sandro esta é uma opinião de um especialista:

O tratamento é feito com antibioticoterapia específica para a bactéria causadora. Deve ser tratada também a origem da infecção (porta de entrada da bactéria), para evitar o retorno da doença (erisipela de repetição) e a possibilidade do surgimento da elefantíase nostra, de difícil tratamento. O médico dermatologista é o profissional indicado para o correto diagnóstico e tratamento da erisipela.

Dr. Roberto Barbosa Lima - Dermatologista

Anônimo disse...

boa noite,,,,,
gostei muito dessa aula, fui atingido por esta bactéria e aprendi bastante com os amados da área de saude,,vou poder fazer varias prevenções através do estudo,,,,,,,obrigado

Anônimo disse...

Olá! Realmente muita clara a explicação. Mas meu marido apresentou essas mesmas reações(vermelhidão, dor, coça só se ele passar a mão em cima e é muito inchado) porém ele não tem nenhum arranhão, nada ferido na pele e nem em seu corpo e foi no braço direito dele. Do que se trata isso?

publicações Instituto Pólis disse...

Obrigada por todas essas informações, o companheiro de trabalho esta com irisipela e terá que ausentar-se por alguns dias.

Antonio Celso da Costa Brandão Brandão disse...

boaspraticasfarmaceuticas é que agradece a visita

Anônimo disse...

Olhem sempre o detalhe dos edemas!