12.07.2010

COLESTEROL ALTO: COMO PREVENIR E AMENIZAR OS SINTOMAS

Colesterol alto: como prevenir e amenizar os sintomas
Preste atenção nessas dicas e saiba a melhor maneira de ficar bem longe desse mal.

A maior causa de elevação do nível de colesterol é a ingestão de alimentos ricos em gordura saturada, principalmente de origem animal. Sem contar que a herança genética é outro fator que influencia o desenvolvimento do distúrbio. O colesterol ruim ou LDL participa da formação de placas de gordura que obstruem a artéria. Enquanto o colesterol bom ou HDL retira o colesterol dos tecidos e transporta para o fígado, onde é eliminado.
Agora que você já sabe do que trata esta doença, que tal aprender a preveni-la ou, para quem já sofre com ela, aprender a amenizar os sintomas?
- Dê preferência a alimentos ricos em fibras, como pão e arroz integrais, que reduzem o colesterol ruim. Inclua frutas cítricas, maçã, pêra, mamão, verduras, cereais, leguminosas, sementes e grãos inteiros nas suas refeições.
- Consuma frutos do mar e peixes como salmão e sardinha, que, cozidos, são excelentes fontes de ômega 3 e ácidos graxos, que combatem o colesterol ruim.
- Acrescente à dieta frango grelhado sem pele e azeite de oliva no lugar de outros óleos vegetais.
- Limite o consumo de gorduras saturadas, como batata frita, margarina, biscoitos amanteigados, carnes gordas, laticínios e coco.
- Não coma mais do que quatro gemas de ovo por semana.
Dicas:
- Avalie o nível de colesterol no sangue a partir dos 20 anos. A checagem deve ser feita pelo menos a cada cinco anos. Se houver outros fatores de risco de doenças cardíacas, é preciso fazer a avaliação com maior frequência.
- Manter o peso ideal e praticar atividades físicas é essencial para o controle e a prevenção da doença.

12.06.2010



EU AJUDEI A DESTRUIR O RIO!
                                                                           Sylvio Guedes  

Sylvio Guedes, editor-chefe do Jornal de Brasília, critica o "cinismo" dos jornalistas, artistas e intelectuais ao defenderem o fim do poder paralelo dos chefes do tráfico de drogas.
Guedes desafia a todos que "tanto se drogaram nas últimas décadas que venham a público assumir: eu ajudei a destruir o Rio de Janeiro".

Leia o artigo na íntegra:

É irônico que a classe artística e a categoria dos jornalistas estejam agora na, por assim dizer, vanguarda da atual campanha contra a violência enfrentada pelo Rio de Janeiro.

Essa postura é produto do absoluto cinismo de muitas das pessoas e instituições que vemos participando de atos, fazendo declarações e defendendo o fim do poder paralelo dos chefões do tráfico de drogas.

Quando a cocaína começou a se infiltrar de fato no Rio de Janeiro, lá pelo fim da década de 70, entrou pela porta da frente.

Pela classe média, pelas festinhas de embalo da Zona Sul, pelas danceterias, pelos barzinhos de Ipanema e Leblon.
Invadiu e se instalou nas redações de jornais e nas emissoras de TV, sob o silêncio comprometedor de suas chefias e diretorias.

Quanto mais glamuroso o ambiente, quanto mais supostamente intelectualizado o grupo, mais você podia encontrar gente cheirando carreiras e carreiras do pó branco.
Em uma espúria relação de cumplicidade, imprensa e classe artística (que tanto se orgulham de serem, ambas, formadoras de opinião) de fato contribuíram enormemente para que o consumo das drogas, em especial da cocaína, se disseminasse no seio da sociedade carioca - e brasileira, por extensão.
Achavam o máximo; era, como se costumava dizer, um barato.

Festa sem cocaína era festa careta.

As pessoas curtiam a comodidade proporcionada pelos fornecedores: entregavam a droga em casa, sem a necessidade de inconvenientes viagens ao decaído mundo dos morros, vizinhos aos edifícios ricos do asfalto.

Nem é preciso detalhar como essa simples relação econômica de mercado terminou.
Onde há demanda, deve haver a necessária oferta.
E assim, com tanta gente endinheirada disposta a cheirar ou injetar sua dose diária de cocaína, os pés-de-chinelo das favelas viraram barões das
drogas.

Há farta literatura mostrando como as conexões dos meliantes rastacuera, que só fumavam um baseado aqui e acolá, se tornaram senhores de um império, tomaram de assalto a mais linda cidade do país e agora cortam cabeças de quem ousa lhes cruzar o caminho e as exibem em bandejas, certos da impunidade.
Qualquer mentecapto sabe que não pode persistir um sistema jurídico em que é proibida e reprimida a produção e venda da droga, porém seu consumo é, digamos assim, tolerado.
São doentes os que consomem.
Não sabem o que fazem.
Não têm controle sobre seus atos.
Destroem famílias, arrasam lares, destroçam futuros.
Que a mídia, os artistas e os intelectuais que tanto se drogaram nas três últimas décadas venham a público assumir:

"Eu ajudei a destruir o Rio de Janeiro."

Façam um adesivo e preguem no vidro de seus Audis, BMWs e Mercedes.


ESMALTES

Saiba quais cores e texturas de esmalte estarão em alta no verão

As loucas por esmaltes, a julgar pelos números atuais desse mercado, não são apenas aquelas blogueiras, umas meninas que fazem convenções sobre a arte da manicure e que são capazes de passar horas discutindo a maneira de alcançar um tom.
A febre só sobe, agora já é delírio. Apenas em setembro de 2010 foram comprados 60 milhões de vidrinhos no Brasil, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos. "Se fosse mantida essa proporção o ano todo, alcançaríamos um total de 720 milhões de unidades vendidas em 2010", calcula o presidente da associação, João Carlos Basilio. Equivaleria ao dobro de toda a produção do ano passado.
O bom é que não vão faltar opções de cores no verão. E como as grifes do Hemisfério Norte estão fazendo seus lançamentos de inverno --rapidamente copiados por aqui-- as possibilidades de escolha são multiplicadas. Esmalte é democracia.
No ano passado, a cor mais desejada foi a do esmalte Jade, da Chanel. Agora, a grife criou hits em tons cáqui. A nacional Colorama já colocou no mercado seu verde Militar, inspirado no lançamento invernal da marca francesa.
Nos Estados Unidos e na Europa, estão em alta os tons de verde e os clarinhos, que apareceram nos desfiles mais recentes de Louis Vuitton, Fendi, Oscar de la Renta e Prada.
A M.A.C. acaba de lançar a coleção Nail Trend em parceria com a "guru das unhas" Jin Soon, manicure estrelada que nasceu na Coreia e tem um dos mais sofisticados centros de cuidados com mãos e pés do mundo, em Nova York, o Jin Soon Natural Hand & Foot Spa.
A coleção da M.A.C. traz cores inspiradas na China Imperial: laranja, azul, taupe, verde, roxo e vermelho.
Já as grifes brasileiras jogaram suas fichas nos tons de rosa e coral para o verão.
NADA DE MISTURINHA
A coleção da Risqué por Reinaldo Lourenço é inspirada nos anos 60 e tem cores clássicas e novidades.
Os esmaltes são divididos em texturas foscas (coral, cinza, rosa e azul celestial), e brilhantes (como vermelho mandarim, vermelho fechado e rosa flúor.
A "beauty artist" Agnes Mamede, que integra a equipe do maquiador Daniel Hernandez para desfiles de marcas brasileiras, afirma que os tons pastel devem predominar nos próximos meses. Tom pastel é uma coisa: não significa que aquela misturinha sem cor virou "fashion".
Quem gosta de acompanhar as tendências vai enlouquecer tendo que tomar decisões entre tantos tons de rosa, laranja, verde e azul, sem falar no prata.
Não bastasse ter que optar entre tantas nuances, agora há também as texturas. "O esmalte fosco é uma sensação", afirma Agnes.
MODOS DE USAR
E é preciso variar também na forma de aplicar o esmalte. A maquiadora da M.A.C. no Brasil, Fabiana Gomes, sugere fazer as mãos com diferentes tonalidades de uma mesma cor, quer dizer: pintar cada unha de um tom, para um efeito degradê.
Cláudia Simões, 33, manicure do Studio W, diz que a pintura em meia-lua dos anos 40, com a base da unha clara e a parte superior escura, vai pegar. A diva burlesca Dita Von Teese já adotou, assim como a atriz Mayana Moura, de "Passione". O pessoal do mundo fashion, porém, acha cafona.
A NOVA FRANCESA
A adaptação da francesinha já é bastante requisitada, segundo a manicure. Vale misturar as cores do verão: azul e verde, rosa e verde, ou até cores vivas com a tradicional listrinha branca.
Outra invenção que apareceu pelo Brasil nas mãos de modelos como Isabeli Fontana é a "unha filha única".
Todas as unhas da mão são pintadas da mesma cor e apenas uma fica diferente. Segundo Cláudia Simões, conhecida também como Dá, "ainda é muito raro pedirem isso aqui no Brasil".
Ela explica que essa moda vem das japonesas, mas aparece mais nas passarelas e nas mãos das mais ousadas.
ADESIVO
Batizado de Picnicdric, a "butique de esmaltes" localizada na loja da estilista Adriana Barra, nos Jardins, em São Paulo, é a primeira no Brasil a receber os adesivos especiais de unha termocolantes da americana Minx.
Os adesivos ganharam visibilidade depois que famosas como as cantoras Beyoncé, Katy Perry, Lady Gaga e a "estilista" Victoria Beckham o desfilaram em festas e tapetes vermelhos.
Para aplicá-los é preciso ter uma lâmpada especial, que amolece e fixa os adesivos nas unhas. Os padrões podem ser de oncinha, xadrez, com caveira, bolinhas, listras e flores. O adesivo dourado "craquelado" apareceu no último desfile da grife Alexander McQueen.


O CALOR DOS CORAIS

 


As grifes brasileiras apresentaram unhas vibrantes nos desfiles de verão, tanto em São Paulo quanto no Rio. É claro que a temporada por aqui é pródiga em esmaltes solares, que "ornam" muito bem com uma mão mais bronzeada. Há uma boa nova fornada de alaranjados, com subtons inusitados, apagados, mas nada básicos. Bons exemplos são os tons de amarelinho e de salmão. Mas são os corais mais potentes que estão fazendo a cabeça e as mãos da mulherada.


ROSAS NADA BOBOS
Difícil resistir a um fetiche cor-de-rosa na estação mais animada do ano. Há muitas opções novas, puxadas pelos esmaltes Pop e Rosa Flúor, dois lançamentos da Risqué. Há os tons feéricos, os queimados, os que flertam com o nude e o cáqui e o rosa-bebê que, na opinião da maquiadora Fabiana Gomes, da M.A.C. no Brasil, vai ser o hit do verão. Mas é tudo rosa mesmo, nada de misturinha, de rosinha de bobinha, OK?


MÃOS MILITARIZADAS
Começou com o Jade, o esmalte cor de chiclete de hortelã que a Chanel desfilou em 2009. Enquanto a cor não pulou da passarela para as lojas, as loucas (por esmaltes) fizeram fila de espera tanto na Europa quanto aqui. Houve tráfico de vidrinhos e uma profusão de genéricos imitando a cor. Era raridade, agora há uma avalanche de verdes no mercado, desde os tons de verde-água aos mais fechados. É o caso do Militar, da Colorama, que não fica nada a dever para o novo hit da Chanel, o Khaky Vert, que ainda não está à venda. Junto com os verdes, os tons de cáqui estão bombando e, mais uma vez, é tudo culpa da Chanel, que começou a guerra.

FLUMINENSE: ETERNO AMOR



CAMPEÃO BRASILEIRO 2010


Ser Fluminense é entender esporte como bom gosto. É ser leal sem ser boboca e ser limpo sem ser ingênuo.
Ser Fluminense é aplicar o senso estético à vida e misturar as cores de modo certo, dosar a largura do grená, a profundidade do verde com as planuras do branco.
Ser Fluminense é saber pensar ao lado de sentir e emocionar-se com dignidade e discrição. É guardar modéstia, a disfarçar decisão, vontade e determinação. É calar o orgulho sem o perder. É reconhecer a qualidade alheia, aprimorando-se até suplantá-la.
Ser Fluminense não é ser melhor, mas ser certo. Não é vencer a qualquer preço mas vencer-se primeiro para ser vitorioso depois. É não perder a capacidade de admirar e de (se) colocar metas sempre mais altas, aprimorando-se na busca! E jamais perder a esperança até o minuto final.
Ser Fluminense é gostar de talento, honradez, equilíbrio, limpeza, poesia, trabalho, paz, construção, justiça, criatividade, coragem serena e serenidade decidida.
Ser Fluminense é rejeitar abuso, humilhação, manha, soslaio, sorrateiros, desleais, temerosos, pretensão, soberba, tocaia, solércia, arrogância, suborno ou hipocrisia. É pelejar, tentar, ousar, crescer, descobrir, viver, saber, vislumbrar, ter curiosidade e construir.
Ser Fluminense é unir caráter com decisão, sentimento com ação, razão com justiça, vontade com sonho, percepção com fé, agudeza com profundidade, alegria com ser, fazer com construir, esperar com obter. É ter os olhos limpos, sem despeito, e claro como a esperança.
Ser Fluminense, enfim, é descobrir o melhor de cada um, para reparti-lo com os demais e saber a cada dia, amanhecer melhor, feliz pelo milagre da vida como prodígio de compreensão e trabalho, para construir o mundo de todos e de cada um, mundo no qual tremulará a bandeira tricolor.
Paulo Alberto Moretzsohn Monteiro de Barros (Artur da Távola)
Ser Fluminense, pra começo de conversa, não é que nem ser mangueirense ou ser católico. Não é uma questão geográfica ou cultural. Você não é Fluminense porque nasceu em algum lugar ou porque seus pais são. O Fluminense é como a Gisele Bundschen: você não escolhe ele, ou ela, ele escolhe você.
Ser Fluminense é como ter olhos verdes ou saber assoviar alto com os dedos na boca. Não se escolhe. O Fluminense escolhe os melhores entre os seres humanos. Só os selecionados se tornam Tricolores. Mas às vezes alguém é escolhido e se desvia, muda de time. É porque não merecia. Ou se alguém que torcia pra outro time e virou Fluminense, é apenas o Fluminense lhes dando uma segunda chance de se tornarem seres evoluídos e superiores. Mal sabem os outros torcedores que eles não escolherem torcer pelos seus times, eles apenas foram relegados pelo Flu.
Isso é ser Fluminense. É mais que ser católico, mais que ser judeu, mais que ser preto, branco ou muçulmano. É, acima de tudo, merecer torcer pelo Fluminense. É se orgulhar de torcer pelo Fluminense. É ser Fluminense antes de ser brasileiro, gordo ou intelectual. É entender que torcer pelo Fluminense é um destino, não uma escolha. E fazer por onde merecer esse destino. FLUMININENSE  É TUDO DE BOM.

12.05.2010

FLUSÃO MEU AMOR - É CAMPEÃO


OU MELHOE É TRICAMPEÃO (CAMPEÃO DE 1970)





Fluminense é campeão brasileiro
Equipe bate o Guarani por 1 a 0, gol de Emerson, e acaba com espera de 26 anos.




"A Grande Guerra seria apenas a paisagem, apenas o fundo das nossas botinadas. Enquanto morria um mundo e começava outro, eu só via o Fluminense". - Nelson Rodrigues


"O Fluminense foi a minha vida. Lá eu joguei por toda a minha carreira. Na época, eu jogava com amor". - Telê Santana


"Fluminense pra mim é a minha paixão, é a minha vida. Fluminense pra mim é segunda família. Enquanto joguei pelo tricolor, cheguei a seleção brasileira numa idade avançada e consegui ser tricampeão carioca e campeão brasileiro. Eu agradeço a Deus por ter jogado no Fluminense." - Assis


"Aonde eu vou digo que a torcida do Fluminense é a melhor do mundo". - Romerito


"Eu nem sabia falar direito e o Fluminense já estava dentro de mim, do meu corpo, do meu coração. O Fluminense é a minha vida, uma paixão muito difícil de explicar". - João Coelho Neto, o Preguinho


"Aceito esse desafio pelo Fluminense. Sua grandeza, seu real propósito de se reorganizar, de comprovar que não há qualquer mácula na história em chegar a essa condição desde que haja espírito para lutar e melhorar. Não faria isso por mais clube algum" - Parreira, ao aceitar ser técnico do Flu na terceira divisão


"Pode-se identificar um Tricolor entre milhares, entre milhões. Ele se destingue dos demais por uma irradiação específica e deslumbradora." - Nelson Rodrigues


"Eu ficava por conta da vida quando perdia jogo. Não brincava, não saia, não tinha nada que me fizesse alegria. O Fluminense era a minha paixão". - Telê Santana


"Ao dar a volta olímpica, pensei em todos torcedores tricolores e senti uma emoção cuja intensidade tão grande só pode ser compreendida por quem tem o Fluminense no coração". - Paulo Victor, sobre a conquista do brasileiro de 84


"Se quereis saber o futuro do Fluminense, olhai para o seu passado. A história tricolor traduz a predestinação para a glória". - Nélson Rodrigues


"O Fluminense não nasceu para ser unanimidade nem massa de manobra do interesse demagógico das elites opressoras. O Fluminense nasceu para atravessar a harmonia do bloco dos contentes. Nasceu para incomodar o senso comum. Essa é a nossa sina". - A.D


"O Fluminense independe de conquistas, o Fluminense está entre o ser e o devir, o Fluminense é o ser. É Fluminense e basta". - Sidney Garambone, jornalista


"Nas situações de rotina, um `pó-de-arroz´ pode ficar em casa abanando-se com a Revista do Rádio. Mas quando o Fluminense precisa de número, acontece o suave milagre: os tricolores vivos, doentes e mortos aparecem. Os vivos saem de suas casas, os doentes de suas camas e os mortos de suas tumbas." - Nelson Rodrigues


"Eu vos digo que o melhor time é o Fluminense. E podem me dizer que os fatos provam o contrário, que eu vos respondo: pior para os fatos" - Nelson Rodrigues




"Uma torcida não vale a pena pela sua expressão numérica. Ela vive e influi no destino das batalhas pela força do sentimento. E a torcida tricolor leva um imperecível estandarte de paixão." - Nelson Rodrigues


"A mais perfeita organização desportiva de todo o mundo" - Jules Rimet, então presidente da FIFA, sobre o Fluminense


"Ser tricolor não é uma questão de gosto ou opção, mas um acontecimento de fundo metafísico, um arranjo cósmico ao qual não se pode - e nem se deseja - fugir." - Nelson Rodrigues


"Se o Fluminense jogasse no céu, eu morreria para vê-lo jogar" - Nelson Rodrigues


"´Você é químico?´ Não, sou Fluminense, respondi de pronto ao ser abordado por um vizinho que me viu brincando com alguns líquidos de diversas cores. Eu tinha apenas três anos de idade, mas com uma convicção clubística anterior ao meu nascimento, e, quem sabe, anterior ao útero materno". - Nelson Rodrigues Filho


"Para ser um gigante, não fazem falta títulos mirabolantes, equipes inesquecíveis ou milhões de fanáticos torcedores. O Fluminense tem tudo isso, como de resto quase todos os grandes clubes mundo afora. Não é isso que torna o Tricolor diferente dos demais. Para ser um gigante é preciso mostrar valor diante do inimigo invencível e face ao mais profundo dos abismos. Por duas vezes, ao longo de seu primeiro centenário, o Fluminense esteve à beira da aniquilação # e sobreviveu. Foi com tal fidalguia que o clube das três cores que traduzem tradição se tornou uma lenda. Um clube que, quando menor pareceu, aí mesmo foi que provou ser um gigante". - Marcos Caetano


"Do lado esquerdo do peito, um pouco abaixo do radinho de pilha, o escudo protege o coração tricolor. E o escudo sorri. Não quero explicar esse sorriso. Não venham me falar de letras e ilusões infantis. Do alto da minha paixão, vivo eternos 11 anos de idade e o escudo me sorri sussurrante. O Fluminense é a minha terra do nunca. Sempre." - Pedro Bial


"O Fluminense independe de conquistas, o Fluminense está entre o ser e o devir, o Fluminense é o ser. É Fluminense e basta". - Sidney Garambone, jornalista


"Sou tricolor, sempre fui tricolor. Eu diria que já era Fluminense em vidas passadas, muito antes da presente encarnação." - Nelson Rodrigues


"O FLUMINENSE nasceu com a vocação da eternidade...tudo pode passar...só o TRICOLOR não passará jamais." - Nelson Rodrigues


"Eu tenho o maior orgulho de dizer que sou tricolor. Sou como o saudoso Mário Lago, tricolor e comunista, e faço questão de mostrar isso. Aliás, o mundo do samba é cheio de tricolores. Paulo da Portela e Cartola eram tricolores de faltar ao samba para ver o Flu. E, graças a Deus, posso dizer que sou um homem feliz. Meu pai, flamenguista, me levou pela primeira vez a um Fla-Flu, em 1938, nas Laranjeiras. Metemos três ou quatro neles (foi 3 a 0) e de lá pra cá só comemoro. Cansei de ver Castilho jogar, a Máquina e a turma do Casal 20 então, nem se fala. Era ir para o Maraca com a certeza da vitória. Eu até hoje me emociono quando vejo o Fluminense joga" - Noca da Portela


"Quero comandar o time do Fluminense pelo menos uma vez, para poder voltar a sentir aquele arrepio e aquela emoção que tomavam conta de mim cada vez que pisava no gramado e via aquele mar tricolor na arquibancada a me transmitir força e segurança. Graças à torcida, nunca entrei desmotivado. Ter sido escolhido para a seleção de todos os tempos do Flu é para mim um novo campeonato, uma honra enorme, estou até arrepiado... Evoluí e morrerrei Tricolor. Com muito orgulho." - Ricardo Gomes, que acabou realizando o seu sonho.


"Sempre me defini como uma torcedora light. Mas o Fluminense foi, para mim, uma questão de simpatia. Acho que este tipo de coisa não se explica. Veio na juventude e ficou. O Fluminense tem alguns traços característicos: a sede bonita e sofisticada, a freqüência elitizada, o charme. Mas quando o time entra em campo, é a hora da garra, da força. Freqüentei jogos nas Laranjeiras entre os 15 e 18 anos. Os traços do clube combinam com o perfil do torcedor. O botafoguense é o intelectual sofrido. Já o torcedor do Fluminense tem a marca do fair play e da perseverança. Os rebaixamentos foram uma humilhação na alma tricolor. Mas o torcedor tricolor soube esperar sua hora. Agora voltamos a vencer. As vitórias me alegram." - Fernanda Montenegro


"Sou Ator, sou Carioca e moro nessa Cidade. Vou agora tentar, com poucas palavras demonstrar aquilo que eu sinto, por esse clube do meu coração. E aqui vai :Fui criança, fui menino, e agora sou adulto do Rio. Dessa maravilhosa cidade, onde um poderoso Cristo ilumina uma tal de Laranjeiras. Laranjeiras, onde existe há mais de um século um clube vencedor, vestido de verde, branco e grená. Com visto permanente nessa cidade, ajoelho aos pés da nação Tricolor, que vivo, aqui viverei e aqui vou morrer, levando comigo o orgulho do meu ser, ser Tricolor de coração!" - André Di Biasi


"O Fluminense vive de títulos, não de ídolos. Vive de conquistas, não de glórias # a diferença é sutil. É um time que coleciona taças # venham elas de modo espetacular ou feio; estranho ou casual; no primeiro ou no último minuto; justo ou injusto. O que importa é o caneco # e ele costuma vir, seja com máquinas ou timinhos. Essa é a mística das três cores que traduzem tradição # essa amizade com a vitória # em suas variadas formas." - Gustavo Poli


"O Flamengo tem mais torcida, o Fluminense tem mais gente!" - Nelson Rodrigues


"Grandes são os outros, o Fluminense é enorme." - Jornal Lance! 2005


"Quinta à tarde o Brasil mais jovem entendeu o que é o Fluminense. E o Brasil mais velho lembrou quem era o Fluminense." - Sidney Garambone, referindo-se às comemorações no dia seguinte ao titulo da Copa do Brasil.


"O FLUMINENSE SEMPRE ENCAROU TODAS AS GUERRAS VESTIDO DE BRANCO" - Pedro Bial