2.24.2009

O medicamento Acomplia tem venda proibida no Brasil

Anvisa: venda do medicamento Acomplia está proibida

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) informa que o medicamento Acomplia será recolhido de todos os estabelecimentos farmacêuticos do Brasil, por conta da Resolução 4.086/2008, que suspendeu a comercialização, distribuição e importação do medicamento.
Além do produto, a manipulação da substância ativa Rimonabanto está proibida. O Rimonabanto é utilizado no controle da obesidade, porém, teve a importação proibida e não pode mais ser manipulado, desde novembro de 2008.

Em outubro do ano passado, o laboratório Sanofi-Aventis, fabricante do Acomplia, suspendeu temporariamente a comercialização do medicamento em todo o mundo. As medidas foram tomadas após a verificação de que usuários do medicamento tiveram cerca do dobro de chances de desenvolver problemas psiquiátricos, como ansiedade e depressão, em relação aos que não usaram o Acomplia.

A agência reguladora da Europa (EME) já havia recomendado a retirada do Acomplia nos países da União Europeia. O medicamento era utilizado desde junho de 2006 na Europa e a partir de 2008 no Brasil.

Para os pacientes que eram tratados com o Acomplia, a orientação é para que procurem o profissional de saúde de modo a rever o tratamento. A partir de agora, os médicos não devem mais receitá-lo e devem notificar a Agência sobre reações adversas, por meio do sistema Notivisa, disponível no endereço www.anvisa.gov.br/hotsite/notivisa .

Já as farmácias de manipulação ao receberem receitas com o Rimonabanto devem comunicar ao consumidor da decisão da Anvisa que as impede de manipular a substância.

Os consumidores e estabelecimentos que adquiriram o produto podem entrar em contato com os fabricantes para informações, devolução do produto, ressarcimento e reclamações, pelo telefone 0800 703 0014 ou pelo site www.sanofi-aventis.com.br .

Mais informações ou denúncias sobre medicamentos podem ser feitas à Anvisa pelo Disque Saúde: 08000 61 1997 ou pelos endereços eletrônicos ouvidoria@anvisa.gov.br ou www.anvisa.gov.br/ouvidoria

2.23.2009

Crianças sob medida




Hoje, já é possível selecionar embriões para evitar doenças genéticas e outras anomalias. Em breve, os pais também poderão decidir a cor dos olhos, dos cabelos e até alguns talentos do bebê. Estamos caminhando para um futuro de bebês customizados?

Quando os ingleses Kate e Charles* resolveram ter seu primeiro filho, em meados do ano passado, o histórico de doenças na família do casal os obrigou a pensar duas vezes.

Charles, que tem 28 anos, sabia que a sua avó, mãe, irmã e até uma prima haviam recebido, ainda na faixa dos 20 e poucos anos, o aflitivo diagnóstico de câncer de mama. Kate, 27, também descobriu que tinha casos semelhantes na família. "A chance de a primeira filha do casal nascer com predisposição a desenvolver a doença seria de 75%, caso o pai e a mãe tenham a mutação do gene que favorece o surgimento do tumor", afirma Salmo Raskin, diretor da clínica de aconselhamento Genetika e presidente da Sociedade Brasileira de Genética.

Na tentativa de gerar uma filha livre desses riscos, o casal recorreu a uma clínica de reprodução assistida, onde se submeteram a uma fertilização in vitro. O objetivo era selecionar um embrião que não contivesse a mutação do gene que favorece o câncer de mama, conhecido como BRCA1. "Nós sentimos que, se houvesse alguma maneira de eliminar isso do nosso bebê, esse era o caminho que deveríamos seguir", disse ela, em junho do ano passado, quando começava uma gestação altamente planejada. "Com isso, a menina passou a ter 10% de chance de ter a doença, como qualquer outra mulher", diz Raskin.

Deu certo. No dia 9 de janeiro passado, o nascimento da filha de Kate e Charles motivou empolgação na comunidade científica. Ela é a primeira criança inglesa com gene selecionado para reduzir o risco desse tipo de câncer - Austrália e Bélgica já haviam produzido crianças livres do BRCA1 alterado. O procedimento que pode garantir uma vida saudável à recém-nascida e que acena com um sem-número de possibilidades de escolhas para os pais surgiu no início dos anos 1990, mas é agora que vem ganhando espaço nas clínicas de reprodução assistida. Trata-se do diagnóstico genético pré-implantação de embriões, o DGPI. A sigla representa um conjunto de tecnologias para detectar genes cujas formas alteradas são responsáveis pelo aparecimento de desordens - como a doença de Huntington e a fibrose cística - ou identificar anomalias cromossômicas como a que causa a síndrome de Down, entre outras centenas de enfermidades. Em sua maioria, são doenças raras, graves e que podem ser fatais ou, no mínimo, debilitadoras. Até hoje, cerca de 2 mil nascimentos bem-sucedidos já foram realizados com essa técnica no mundo.

Em termos tecnológicos, o DGPI representa um salto considerável desde que a britânica Louise Brown, o primeiro bebê de proveta, nasceu, em julho de 1978. Naquele tempo e durante todos os anos 1980, as clínicas de reprodução assistida se limitavam a criar um embrião qualquer em laboratório e deixar a natureza cuidar do resto. Com as novas tecnologias, os cientistas têm a opção de tirar o "natural" da seleção e montar uma loteria só de bilhetes premiados.

Fonte: Revista Galileu

2.22.2009

ISO publishes new edition of ISO 9001 quality management system standard


ISO publishes new edition of ISO 9001 quality management system standard

ISO today published ISO 9001:2008, the latest edition of the International Standard used by organizations in 175 countries as the framework for their quality management systems (QMS).

ISO 9001:2008, Quality management system – Requirements, is the fourth edition of the standard first published in 1987 and which has become the global benchmark for providing assurance about the ability to satisfy quality requirements and to enhance customer satisfaction in supplier-customer relationships.

ISO 9001:2008 contains no new requirements compared to the 2000 edition, which it replaces. It provides clarifications to the existing requirements of ISO 9001:2000 based on eight years’ experience of implementing the standard worldwide and introduces changes intended to improve consistency with the environmental management system standard, ISO 14001:2004.

All ISO standards – currently more than 17 400 – are periodically reviewed. Several factors combine to render a standard out of date, such as technological evolution, new methods and materials, new quality and safety requirements, or questions of interpretation and application. To take account of such factors and to ensure that ISO standards are maintained at the state of the art, ISO has a rule requiring them to be periodically reviewed and a decision taken to confirm, withdraw or revise the documents.

ISO/TC 176, which is responsible for the ISO 9000 family, unites expertise from 80 participating countries and 19 international or regional organizations, plus other technical committees. The review of ISO 9001 resulting in the 2008 edition was carried out by subcommittee SC 2 of ISO/TC 176.

This review has benefited from a number of inputs, including the following: a justification study against the criteria of ISO Guide 72:2001, Guidelines for the justification and development of management system standards; feedback from the ISO/TC 176 interpretations process; a two-year systematic review of ISO 9001:2000 within ISO/TC 176/SC2; a worldwide user survey carried out by ISO/TC 176/SC 2, and further data from national surveys.

ISO Secretary-General Alan Bryden commented: “The revised ISO 9001 results from a structured process giving weight to the needs of users and to the likely impacts and benefits of the revisions. ISO 9001:2008 is therefore the outcome of a rigorous examination confirming its fitness for use as the international benchmark for quality management.”

ISO/TC 176/SC 2 has also developed an introduction and support package of documents explaining what the differences are between ISO 9001:2008 and the year 2000 version, why and what they mean for users. These documents are available on the ISO Web site.

Although certification of conformity to ISO 9001 is not a requirement of the standard, it is frequently used in both public and private sectors to increase confidence in the products and services provided by certified organizations, between partners in business-to-business relations, in the selection of suppliers in supply chains and in the right to tender for procurement contracts. Up to the end of December 2007, at least 951 486 ISO 9001:2000 certificates had been issued in 175 countries and economies.

ISO (which does not itself carry out certification) and the International Accreditation Forum (IAF) have agreed on an implementation plan to ensure a smooth transition of accredited certification to ISO 9001:2008. The details of the plan are given in a joint communiqué by the two organizations which is available on the ISO Web site.

ISO 9001:2008, Quality management system – Requirements, costs 114 Swiss francs and is available from ISO national member institutes (see the complete list with contact details) and from ISO Central Secretariat through the ISO Store or by contacting the Marketing & Communication department (see right-hand column).

Fonte: http://www.iso.org/iso/pressrelease.htm?refid=Ref1180

Rejuvenescimento da pele



Com uma expectativa de vida cada vez maior, as pessoas buscam soluções para retardar as marcas da idade

Quando a idade vem chegando, os cosméticos passam a ser os melhores amigos da mulher. Prevenir rugas é uma missão difícil para muita gente, já que as marcas do tempo não escolhem em quem vão aparecer.

Na luta contra o envelhecimento, marcas de cosméticos utilizam, desde 2006, a substância idebenona, uma molécula de poderosa ação antioxidante, capaz de neutralizar os radicais livres que atacam o colágeno e promovem as rugas. Além disso, diminui a atividade da melanina, que produz as manchas na face.

A substância já é usada há 20 anos como tratamento do Mal de Parkinson e Alzheimer, além de outras doenças ligadas aos neurônios como depressão, mas sob fórmula de cápsulas com quantidades específicas para tratar esses distúrbios.

Atualmente, utilizada como cosmético, demonstra uma melhoria notável já nos primeiros três meses, de acordo com o professor em cosmetologia e diretor técnico da Consulfarma Mauricio Pupo. Ele explica também que estudos mostram um potencial da substância em causar determinados tipos de alergia (dermatites de contato), que podem acontecer na pele de pessoas sensíveis à idebenona. Portanto, é necessário utilizar o produto com acompanhamento médico e fazer o teste do cosmético no pulso antes do uso, para saber se há alergia ou não.

O Prevage, primeiro produto a base de idebenona e produzido pela Elizabeth Arden, se mostrou eficiente na redução não apenas das rugas, mas também nas manchas da pele.

Os Estados Unidos fabricam o cosmético com doses altíssimas de idebenona (2,5%). O ideal é que a porcentagem da substância seja de 0,5%, já que a elevação para 1%, por exemplo, não tem ganho significativo de eficácia por conta da maior concentração e números maiores aumentam as chances de dermatites de contato.

Hormônio para envelhecer com saúde

Há oito anos, uma equipe brasileira de 376 médicos tenta implantar os hormônios bioidênticos no país. A substância, produzida por processo laboratorial, já é utiliza há mais de 20 anos em 89 países.

De acordo com o Age Manegement Medicine, do Ítalo Rachid - maior centro de medicina antienvelhecimento do mundo, os hormônios não são uma fonte da juventude, apenas propiciam um envelhecimento mais saudável, que possa reduzir riscos de doença e manter o organismo funcionando corretamente.

Após os 30 anos, começa haver a queda hormonal no corpo humano e é quando se torna necessária a reposição. Menopausa e andropausa são as conseqüências mais conhecidas dessa queda, que pode gerar até 23 tipos diferentes de resultados.

Os hormônios bioidênticos são uma forma de amenizar os efeitos que a baixa causa no corpo. Eles são iguais aos hormônios produzidos pelo corpo humano, o que promove a aceitação do organismo, sem correr os riscos e seqüelas da rejeição e tornando os efeitos mais eficazes. De qualquer forma, a utilização da substância deve ser feita com acompanhamento médico e exames preliminares que indiquem a necessidade e quantidade da reposição hormonal.

O envelhecimento

Segundo dados do IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - a população com mais de 65 anos no Brasil, cresce 25 vezes mais rápido do que a população jovem (até 19 anos). A expectativa de vida no país é de 71,6 anos, o que significa que ela está envelhecendo.

A partir dos 50, a derme (camada mais profunda da pele) perde 50% da sua espessura, engrossando a camada mais superficial - a epiderme. Quando o organismo não tem mais forças para combater os radicais livres (substâncias que sobram do metabolismo e são consideradas "lixo"), eles conseguem circular e oxidar as células, acelerando o processo do envelhecimento, com formação de rugas e manchas.


Confira o que acontece com cada parte do corpo quando ele envelhece e os possíveis tratamentos:
•Pele: aparecimento de manchas e vasinhos, rugas e flacidez. Tratamento: luz pulsada, laser, peelings, microdermoabrasão e cirurgia plástica.
•Músculos, ossos e ligamentos: flacidez, frouxidão e queda das estruturas, sulcos marcados, perda do contorno e ângulos da face. Tratamento: preenchimentos, cirurgia e próteses (queixo, malar).
•Cabelos: ficam finos e ralos, há perda de pigmentação e queda dos fios. Tratamento: dermatologia e implante capilar.
•Pálpebras: Queda, expressão triste, surgimento de bolsas e olheiras. Tratamento: Laser, cirurgia e botox.
•Pescoço: flacidez, papada, perda do contorno, manhas e rugas. Tratamento: cirurgia, laserlipólise e botox.
•Face: Flacidez, manchas, envelhecimento, rugas e sulcos. Tratamento: luz pulsada, laser, cirurgia, botox e preenchimentos.
•Nariz: queda da ponta, rugas e manchas. Tratamento: laser, cirurgia, botox e preenchimento.
•Boca e lábios: rugas, sulcos marcados, queda do canto da boca, afinamento e perda do contorno dos lábios. Tratamento: laser, preenchimento, dermoabrasão, botox e implantes.

Por: Carolina Tavares
Fonte : Mulher

2.20.2009

Cólicas menstruais atingem 65% das brasileiras


Cólicas menstruais atingem 65% das brasileiras

Médicos defendem que mulheres não devem sofrer com as dores
Cerca de 65% das brasileiras sofrem com as cólicas menstruais todo mês, e 30% destas mulheres acabam perdendo de um a dois dias de trabalho mensalmente por causa das dores. É o que indica a pesquisa Dismenorréia e Absenteísmo no Brasil (Disab), primeiro estudo brasileiro que mostra como os sintomas associados à menstruação afetam a produtividade feminina. Ao longo do ano, as faltas causadas pelas cólicas menstruais equivalem a um mês a menos de trabalho.

De acordo com as estatísticas, além das cólicas, quase 33 milhões das mulheres se sentem mais cansadas (59,8%) e têm enjôos (51%), dor de cabeça (46,1%), diarréia (25,5%), dores nas costas e pelo corpo (16,7%) e vômitos (14,7%). Os remédios mais usados para aliviar a dor são os analgésicos, os antiinflamatórios e os antiespasmódicos, mas metade das mulheres afirma que a medicação não traz uma melhora significativa do quadro.

Este estudo permite concluir que a dismenorréia primária e a intensidade da cólica menstrual são fatores fortemente associados à perda de produtividade no trabalho profissional e na realização das atividades entre mulheres brasileiras durante o seu período de vida produtiva – avalia o ginecologista César Eduardo Fernandes, secretário-geral da Sociedade de Ginecologia do Estado de São Paulo.


Para 64% das brasileiras que participaram do estudo, suas dores são “intensas”, um número 14% maior do que a média mundial, e mais da metade acredita que as cólicas atrapalham o rendimento no trabalho e a disposição para atividades sociais. As que mais reclamam de desconforto neste período estão na faixa dos 25 anos.
Sentir muita dor não é normal, diz ginecologista

A ginecologista Carolina Carvalho, do Departamento de Ginecologia da Universidade Federal de São Paulo, alerta que sentir muita dor todo mês não é normal, principalmente se o desconforto vir acompanhado de enjôos, queda de pressão e desmaios.

– A cólica precisa de tratamento médico quando interfere na rotina da mulher. Cada pessoa tem seu nível de tolerância e de sensibilidade, mas nenhuma mulher deve sofrer em silêncio – avisa a médica.

Quem tem sintomas leves pode conseguir alívio fazendo pequenas mudanças na alimentação, praticando exercícios e adotando terapias complementares como a ioga, a acupuntura e massagens, principalmente nas duas semanas que antecedem a menstruação. Se o desconforto for intenso, o ideal é procurar um médico, que vai indicar medicamentos específicos ou até mesmo a interrupção do ciclo.

Especialistas esclarecem dúvidas mais freqüentes sobre cólicas menstruais

Sentir cólica é normal?

A ginecologista Carolina Carvalho, da Unifesp, lembra que a cólica afeta 80% das mulheres. Mas, como a dor é subjetiva e depende da sensibilidade de cada um, fica difícil determinar o que é normal ou não. De acordo com a especialista, a cólica precisa de tratamento médico quando interfere na rotina da mulher. Deixar de sair com os amigos ou de trabalhar, depender de analgésicos todo mês ou parar no hospital por causa da dor não é normal.

Além da cólica, costumo sentir tonteiras, enjôo e às vezes até desmaio. O que fazer?

Procure seu ginecologista, indica o médico Marco Aurélio Pinho de Oliveira. Ele alerta que cólicas intensas podem ser sinal de outras doenças. A endometriose – quadro em que o endométrio, tecido que reveste a parede uterina, também se encontra fora do útero – tem como principal sintoma a cólica menstrual intensa. Segundo o ginecologista, a doença é a principal causa da infertilidade entre as mulheres porque elas demoram a procurar tratamento, achando que a dor faz parte do ciclo.

Mudar a alimentação ou tomar suplementos alimentares ajuda a aliviar a dor?

Não muito, diz Carolina Carvalho. Segundo a médica, mudanças na alimentação servem para aliviar os sintomas da TPM, mas tem pouco resultado na dor. Complementos como óleo de prímula e ácido linoléico também têm pouca eficácia.

É verdade que depois da gravidez a cólica costuma melhorar?

Não com todas, mas é um fato relativamente comum.
– Isto acontece porque há uma distensão das fibras uterinas. A cólica é o resultado do excesso de contração do útero por causa da secreção de uma substância chamada prostaglandina durante o período menstrual. Mesmo se o organismo estiver secretando a substância, as fibras musculares já não vão se contrair mais tanto – explica Carolina Carvalho.

Cólicas intensas podem ser sinal de outra doença?

Sim. É preciso ficar atenta a cólicas que foram ficando mais severas com o passar dos anos ou que de uma hora para outra começaram a incomodar mais do que o normal. Em geral, cólicas intensas podem ser sinal de endometriose ou miomas (nódulos benignos que distendem o útero). Por isso, não hesite em procurar um especialista.

Quais as novidades para mulheres que todo mês têm cólicas de intensidade moderada ou forte?

A solução, para os especialistas, é interromper a menstruação ou adotar métodos contraceptivos à base de hormônios que diminuem bastante o fluxo. Carolina Carvalho indica os novos modelos do dispositivo intra-uterino (DIU):
– Eles contêm progesterona, substância que ajuda a atrofiar o endométrio. Além disso, a mulher pára de menstruar ou fica com um sangramento muito leve. Como o DIU é colocado dentro do útero e sua ação é local, ou seja, os hormônios não passam pela corrente sangüínea, o método também é indicado para mulheres que não se adaptaram à pílula

A pílula anticoncepcional ajuda a diminuir a dor?

Sim. Todo contraceptivo à base de hormônios ajuda a diminuir o fluxo menstrual e regulam os sintomas da tensão pré-menstrual. Se a melhora não acontecer, o ideal é consultar o ginecologista, já que a cólica pode ser sintoma de outro problema.

Minhas cólicas são leves. O que posso fazer para não sentir dor?

A dica de Carolina Carvalho é investir na atividade física, que aumenta a circulação sangüínea de todo o corpo, inclusive do útero. O exercício também ajuda a aliviar as crises. Se durante o período menstrual o desconforto for grande para se exercitar, a médica sugere aulas de alongamento e ioga. Além da atividade física, ela recomenda massagens e acupuntura, que liberam serotonina e aumentam a sensação de bem-estar. Por último, a boa e velha bolsa de água quente continua valendo, já que o calor relaxa a musculatura e melhora a circulação do sangue.