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5.16.2015
VAMOS PRA CUBA !!!
Avanço: Cuba surpreende ao desenvolver uma vacina contra o câncer de pulmão

Cuba possui um sistema de saúde considerado, por muito, um dos melhores do planeta.
Apesar dos poucos recursos de um país comunista, uma grande descoberta com tecnologia biomédica está atraindo olhares de especialistas de vários países.
Os pesquisadores cubanos afirmaram que já conseguiram desenvolver uma vacina contra o câncer de pulmão e que ela já está disponível, gratuitamente, para todos os cubanos.
A vacina é considerada algo importante, especialmente em um país que, por ter fama em produzir os melhores charutos, os índices de câncer de pulmão são altíssimos. Estima-se que na ilha, 1 a cada 4 pessoas morrem da doença.
A vacina em questão não funciona contra infecções virais – ela é administrada para pacientes que já desenvolveram o câncer.
O produto, chamado cimavax, provou conseguir prolongar a vida dos doentes com câncer de pulmão – onde, geralmente, os pacientes morrem rapidamente devido à agressividade.
O vacina foi aprovado em Cuba e agora o país faz acordo com outros para realizar testes clínicos em pessoas de diversas etnias.
A Cancer Research UK – um órgão especializado em câncer, no Reino Unido – emitiu sua opinião sobre: “Havia 12 pessoas com menos de 60 anos que tiveram uma boa resposta imunológica e melhora, onde a sobrevida foi maior 15 meses a mais, comparado com apenas 7,4 meses das pessoas que não tomaram a vacina”.
O órgão ainda complementou: “Lembrem-se que este é um estudo com um pequeno grupo, apenas 12 pessoas. Este número é realmente pequeno para tirar qualquer conclusão definitiva”.
Saiba mais!
Como a vacina funciona? O mecanismos é o seguinte: ela reconhece um determinado fator de crescimento proteico epidérmico (EGF). O EGF ocorre, naturalmente no corpo, sinalizando para as células crescerem e se dividirem.
Alguns cânceres fazem o corpo produzir uma quantidade excessiva de EGF, o que faz com que as células se reproduzam incontrolavelmente.
A vacina cimavax é composta de duas proteínas, uma das quais é componente da EGF. Ela estimula o corpo a ter uma forte resposta imune, produzindo assim anticorpos que reconhecem o EGF e se ligam a ele.
Isso faz com seja interrompido a conexão entre os receptores celulares das células cancerosas com o EGF. O fato sinaliza para as células do câncer do pulmão não continuarem a crescer, retardando a progressão da doença.
Primeira farmácia, oferecendo exclusivamente maconha como medicamento, será inaugurada no Reino Unido

A nova farmácia será inaugurada ainda nesta semana e atraiu a atenção da imprensa.
Apesar de ser uma farmácia, ela não oferecerá apenas medicamentos compostos de maconha, mas também será ofertado produtos para melhorar a saúde – não relacionados a medicamentos – bem como produtos de beleza.
A chamada Carun UK, será inaugurada em Twickenham, em Londres, e tem como
objetivo, divulgado em suas publicidades, “aproveitar a cura através dos super
poderes do cânhamo” que, segundo a empresa, tem reinvindicações de trazer
boa saúde e reforçar o bem-estar.
Michal Takac, diretor da empresa, disse que os produtos são derivados de uma tipo especialmente cultivada de Cannabis sativa, chamada deCarmagnola.
Ele explicou: “Ela consegue fornecer apoio ao sistema imunológico, restabelecer o equilíbrio e a boa saúde das células, bem como possui propriedades anti-inflamatórias, antissépticas e antibióticas, mas eles não o fazem ficar “chapado” ou sentir efeitos alucinatórios”.
A maconha possui um composto ativo chamado THC – tetrahidrocanabinol
– que pode variar em nível de concentração entre 20 e 30%. Os produtos da
Carun UK usa uma variedade que possui apenas 0,3% de concentração
desta molécula, o que não irá gerar, teoricamente, efeitos tradicionais
em usuários da droga.
O empresário afirma que este nível de concentração é baixíssimo e não irá
adiantar nada se a pessoa pensa em passar litros de algum hidratante no
corpo para sentir os efeitos da droga – pois este não é o objetivo da Carun UK.
A empresa afirma que seus produtos, se usado de maneira consciente e
com as devidas indicações, poderão ajudar pessoas a vencer uma ampla
gama de doenças, incluindo erupções cutâneas, alergias, psoríase, eczema,
rugas, estrias, escaras, cicatrizes, queimaduras, rachaduras ou pele sensível,
além de queimaduras solares e cansaço. A longa lista de possíveis
benefícios é vasta.
A loja já foi autorizada pelo governo e está gerando polêmica com tantas
afirmações de cura.
Medicamentos para asma podem afetam o crescimento das crianças
Estudos mostram que as que tomaram o corticoide inalado aumentaram menos 0,5 cm de tamanho em relação ao grupo de controle
Duas novas revisões de estudos da publicados pela Biblioteca Cochrane envolvendo corticoides inalados (as bombinhas usadas por quem sofre de asma) sugerem que estes medicamentos afetam o crescimento das crianças. Uma revisão estudou os efeitos dessas drogas no crescimento quando comparadas com placebos e não esteroides, enquanto outra ficou concentrado nas doses dos medicamentos.
A primeira revisão sistemática examinou os resultados de 25 pesquisas com 8.471 crianças com asma de suave a moderada. Dos 25 estudos, 14 envolvendo 5.717 crianças mediram o crescimento durante um ano. A maioria dos corticoides inalados foram testados e os resultados sugeriram que eles suprimiam o crescimento, quando comparados com placebos e drogas não esteroides. No grupo de controle desses estudos, a média de crescimento entre as crianças era de 6 cm a 9 cm por ano, já nos grupos que tomaram o corticoide inalado a taxa foi reduzida em 0,5 cm.
No Brasil, principal autora dessa revisão, da Faculdade de Medicina da Universidade do Rio Grande do Sul, Linjie Zhang, diz que os efeitos no crescimento “parecem menores comparados a outros benefícios, como o controle da asma e a garantia do crescimento completo do pulmão”.
FONTE: GLOBO ONLINE
Descoberta pode levar á descoberta de um medicamento 'antiapetite' contra obesidade
A descoberta de uma molécula que diz ao corpo quando se deve parar de comer abre caminho para o desenvolvimento de novos medicamentos contra a obesidade, anunciaram cientistas na Grã-Bretanha.
Segundo pesquisadores do Imperial College, de Londres, o segredo estaria em uma substância chamada acetato, liberada no intestino durante a digestão das fibras presentes em frutas, legumes e verduras.
Eles dizem que uma pílula com a molécula teoricamente poderia ajudar as pessoas a diminuírem a ingestão de comida sem se submeter a dietas rigorosas.
No Brasil, ainda que a obesidade tenha parado de crescer, segundo pesquisa divulgada na quarta-feira, 50,8% têm sobrepeso – e 17,5% são obesos.
O estudo britânico, que foi publicado na revista científica Nature, aponta que grandes quantidades de acetato são liberadas quando frutas, legumes e verduras são digeridas por bactérias intestinais.
Hipotálamo
Os cientistas observaram o comportamento da molécula e constataram que a substância tinha impacto sobre a região do hipotálamo do cérebro, que controla a fome.
A pesquisa sugere que a obesidade se tornou uma epidemia global quando a humanidade passou a ter uma dieta baseada em comida processada, que não reage com a bactéria presente no intestino e, portanto, não produz acetato. Dessa forma, o cérebro não recebe qualquer sinal de saciedade.
Atualmente, a dieta padrão na Europa contém apenas 15 gramas de fibras por dia. Nos tempos da Idade da Pedra, esse valor era de 100 gramas por dia.
"Infelizmente, o nosso sistema digestivo não evoluiu a tal ponto de termos de lidar com a dieta moderna e esse desequilíbrio contribui para a epidemia de obesidade de hoje em dia", afirmou o professor Gary Frost, do Imperial College, ao jornal britânico The Daily Telegraph.
Novas drogas
Embora afirmem que a principal conclusão da pesquisa é alertar sobre a necessidade de ingerir mais frutas, verduras e legumes, os cientistas dizem acreditar que seria possível criar novas drogas para ajudar quem faz dieta.
"Nossa pesquisa mostra que a liberação do acetato é importante para entender como as fibras reduzem o apetite e isso pode ajudar a comunidade médica a combater a ingestão excessiva de alimentos", afirmou Frost.
"O maior desafio é desenvolver uma droga que possa liberar a quantidade de acetato necessária para controlar a saciedade de uma forma que seja aceitável e segura para os humanos", acrescentou o pesquisador.
Pesquisa
O estudo analisou os efeitos de um tipo de fibra chamada inulina, que vem da chicória e beterraba e também é adicionada em barras de cereais.
Experimentos feitos em camundongos revelaram que as cobaias submetidas a uma dieta rica em gordura com adição de inulina comeram menos e ganharam menos peso do que as que ingeriram uma dieta rica em gordura sem inulina.
Eles também descobriram que o acetato se acumula no hipotálamo e ali desencadeia uma série de reações químicas que afetam neurônios, reduzindo fome.
A pesquisa também mostrou que quando o acetato foi injetado diretamente na corrente sanguínea, no intestino ou no cérebro, os camundongos reduziram a ingestão de comida.
Como o acetato permanece ativo apenas por um pequeno período de tempo no corpo, cientistas acreditam que uma "pílula de acetato" seja necessária para prolongar o efeito da substância no organismo.
FONTE: BBC BRASIL
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