3.07.2010

Relacionamento e felicidade




Como anda seu relacionamento com as pessoas? Se está bem é porque você tem o famoso “jogo de cintura”, sabe aceitar as diferenças, não pretende controlar os outros nem quer que elas façam do seu jeito.

Saber relacionar-se é uma conquista difícil mas necessária se quisermos desfrutar de um ambiente sereno que possibilite boas realizações no dia a dia.

Digo isso porque tenho recebido muitas queixas de pessoas que reclamam de situações que infernizam suas vidas e não sabem o que fazer para resolvê-las.

Geralmente se colocam como vítimas, alegando que fazem tudo para viver em paz sem conseguir. Há casos que se resolvem acabando com o relacionamento. Mas em família ou no trabalho nem sempre é possível e você tem de aprender a lidar.

Toda situação é resultado das suas atitudes e, se em seu caminho surge alguém com quem não se entende, é preciso saber como e por que você atraiu essa situação. Uma das causas mais comuns é o julgamento.

Ao notarmos algum ponto fraco em alguém, imaginamos que ela seja uma pessoa ruim. Esse julgamento apressado cria uma reserva e nos coloca em alerta contra tudo o que ela faz ou diz.

Para conhecermos alguém de fato, é preciso irmos mais fundo na análise de suas atitudes. É bom lembrar que todo ser humano possui qualidades e pontos fracos. Basear nosso relacionamento olhando apenas o que é ruim é partir de uma premissa falsa. No ambiente de trabalho costuma criar antagonismos e impedir que se estabeleça uma relação de cooperação que favoreça o crescimento e o sucesso.

As maiores dificuldades encontram-se no ambiente familiar, onde a convivência é obrigatória. Pais despreparados, que por temer o mal tornam-se controladores, não têm diálogos e não conseguem estabelecer com os filhos a cumplicidade necessária para que eles confiem e se abram nos momentos de dificuldade.

Por outro lado, os filhos que na primeira infância veem os pais como heróis, mais tarde, ao perceberem a limitação deles, reagem, rotulando-os de forma pejorativa. Quando os membros de uma família agem dessa forma, o relacionamento é precário. Todos estão fora da realidade.

O ser humano tem vários lados e mesmo quando se fechou para o melhor e habituou-se a expressar mais seu lado negativo, o lado oposto está lá esperando que alguém tenha a habilidade de fazer com que venha à tona.

Esqueça as mágoas e note as qualidades dos familiares. Traga à tona o que perceber de bom. Elogie. Respeite as diferenças, seja solidário. Tenha boa vontade em auxiliar. Expresse o que sente. Tudo mudará para melhor.

Comunicação nos relacionamentos afetivos
Com certeza a comunicação é o pilar do relacionamento longo e próspero. Inclusive é um assunto senso comum, pois todos sabem que isso é importante.

Mas é difícil gerar essa comunicação. Tem coisas que precisam ser verbalizadas, outras que só precisam ser sentidas e que nos paradigmas aos quais opero é uma forma de comunicação também.

Como é difícil falar: “eu gosto de você”, “eu quero ficar contigo”, “quero não fazer nada do seu lado só para ficar juntinho”. O que será que passa nas nossas cabeças nessas horas para que articular isso seja tão complicado, algo que a priori deveria ser tão simples.

Eu sou treinado para falar para 1 ou 1.000.000 de pessoas. Sinto-me plenamente a vontade de discursar em público e não sinto ansiedade. As vezes um tiquinho de nada que se dissolve assim que pego o microfone.

Contudo, tremo nas bases, me falta a palavra certa, o momento certo e a coragem para falar algo simples e verdadeiro para alguém que realmente importa.

Por que?
Ainda me é nebuloso o real motivo. O caminho fácil é dizer: medo, insegurança, dor de barriga, unha encravada… Por mais que todos esses motivos possam ser verdadeiros eles são só reflexo de algo que eu ainda não entendi.

Reações emocionais são fruto da nossa inabilidade de lidar com aquilo que está acontecendo. Assim como eu ficaria muito ansioso se não tivesse sido treinado para falar em público.

A pergunta que cabe é:

O que eu ainda não sei?
Eu não sei se vai dar certo, eu não sei se vou saber falar o que precisa ser dito, eu não sei se vou conseguir falar da forma que deve ser dita, eu não sei como alguém consegue comer pizza doce… er… enfim…

Como não tenho respostas então a solução é…

Definir o que desejo
Eu quero que de certo, eu quero poder compartilhar a vida, eu quero … (fala a verdade te deixei curioso com a reticência?)

Quando vou falar em público eu sei para quem, qual é o começo o meio e o fim da conversa a tal ponto que para o espectador pareça que foi informal, que foi de improviso. Mas nunca é.

Eu já sei o propósito. O ponto no horizonte. Agora só falta ensaiar o começo e por onde eu irei passar para então chegar.

Aissm cmoo nsoso créerbo csgoneue ler etsa fsrae ebhlamarada, só tdneo no laugr a pierimra e a úlmita ltera, nós tébmam só piarmecsos sbaer o pnoto de pdratia e o fainl, pios o mieo pdoe ser uma bgaçnua didervtia.

Níveis de importância

É quase óbvio que todos nós damos níveis de importância diferente para as coisas. O que se torna obscuro é nossa expectativa de que os outros respondam com o mesmo nível de importância.

O exemplo clássico disso é o casamento. O nível de importância da noiva sempre será diferente em comparação ao noivo. Mais ou menos. Não importa. Sempre será diferente.

É comum vermos noivas estressadas com todos os detalhes e estressadíssimas com o noivo, pois ele não “ajuda” ou mostrar pouco interesse na cor das toalhas da festa, se utilizam rosas ou flores do campo, se será melhor canapés ou brusquetas, etc.

Noivas em fúria seria um bom adjetivo neste cenário. É importante sim para o noivo, contudo em um escopo diferente. Todo enrrosco emocional se dá pela distância no grau de importância que cada nubente dá somado a expectativa que ambos geram em relação ao outro.

Para a noiva, ela espera do noivo um conjunto de atitudes que para ela representam o seu interesse pelo casamento. O noivo por sua vez demonstra seu interesse através de outras ações.

Simbolizando sentimentos

A importância não é uma coisa do plano físico denso. É uma idéia, um conceito traduzido em sentimentos que por sua vez são traduzidos em símbolos no plano mais denso da matéria.

A noiva simboliza o seu interesse através do carinho (emoção) nos detalhes da festa (físico denso). Isso funciona como um protocolo de comunicação no qual há uma mensagem enviada e aguarda-se a resposta.

A noiva enviou a “mensagem” de sua importância e aguarda o retorno na mesma sequência: importancia -> carinho -> detalhes.

A falha na comunicação está no fato do noivo (e qualquer pessoa normal) simboliza esta idéia de “importância” através de outros sentimentos traduzidos em outras ações.

Dia-a-dia

Não fazemos isso só no casamento, fazemos em todos os aspectos da vida. Em cada ação, em cada gesto, em cada ambiente nós simbolizamos idéias, pensamentos em emoções e elas em ações e atitudes.

A cara feia que seu colega de trabalho fez, o café que seu namorado lhe trouxe, o esquecimento de levar o lixo para fora, etc. São todas formas de simbolizar em nossos atos e ações nossos níveis de importância para as coisas.

Eu e minha parceira temos níveis de tolerância diferentes no quesito lixo seco (papeis, embalagens, etc). Eu acho um desperdício de sacolas plásticas jogar fora o lixo que fica ao lado de meu computador enquanto ele não estiver até o topo. Minha linda não compartilha da mesma opinião, para ela é antiestético.

Perceba como ambos simbolizamos conceitos diferentes sobre um simples cesto: estética e desperdício.

O erro de comunicação é ela me considerar um porquinho por eu deixar o cesto ficar até a boca de papeis e eu a considerar uma maníaca de limpeza já que ela fica tirando meu lixo toda hora. O exemplo é bem banal justamente para percebermos como fazemos isso em tudo ao nosso redor.

Invasão de território

Ao tirar o lixo toda hora ela está invadindo meu território. Estará fazendo algo que eu considero “errado” que é o desperdício. Ao deixar o lixo transbordar de papeis eu estou invadindo o território dela no conceito estética. Essa invasão é simbolizada pelo nosso emocional como uma irritação que se transforma em palavras ásperas. E logo teremos dois mamíferos brigando por território dando cabeçadas um no outro.

Uma querida amiga diria: “é bicho e não sabe!”. E eu sou forçado a concordar veementemente.

A expectativa

O cerne do problema é a expectativa. Eu já disse a frase que carência estraga tudo, pois bem, carência nada mais é do que expectativa em demasia depois de processada pelo nosso emocional.

Resolvendo o impasse

A solução deste xadrez é a comunicação verbal. É dizer ao outro o porquê faz ou deixa de fazer tal coisa e o outro respeitar, mas também colocar o seu ponto.

Para saciar o território de ambos, acordamos sobre o cesto ao lado do computador. Todos os lixos secos da casa serão tirados regularmente, o cesto que fica ao lado do meu computador fica lá até eu retirá-lo. Assim respeitamos o território de ambos e vivemos felizes

Uma pergunta inquietante me moveu durante as imensas horas de produção do trabalho sobre relacionamentos afetivos que faço: por que dentro dos relacionamentos monogâmicos existe a necessidade da exclusividade. Foi algo que martelou meu pensamento por semanas.

Em minha época de relacionamentos fechados, não me questionava sobre a natureza de tal necessidade. Afinal, era assim que todos faziam. Era o considerado “certo”. Quando vivenciei as variantes abertas piorou ainda mais, pois o mais notório é justamente o quão insignificante é a exclusividade.

Neste beco eu não tinha a menor idéia de onde olhar para conseguir entender a origem desta carência. Iniciei pela literatura, passei pela filosofia, mas o que realmente trouxe a luz foi uma conversa.

Ao expor esta minha jornada a uma pessoa que mora em meu coração ela me apontou uma direção muito interessante. Não na primeira conversa. Em outra, dias depois.

Existe uma frase que eu utilizo para designar o quanto amo a Sara: “não importa o que aconteça, no final nós sempre voltaremos para casa juntos”.

Aquela querida companheira me disse que detrás desta frase existe um substituto a exclusividade. “Um qualquer-coisa que entra no lugar”, ela disse.

E me parece que acertou em cheio. Conversando com outras pessoas, ficou claro. O que a exclusividade representa nos relacionamentos monogâmicos é o compromisso.

O símbolo para o comprometimento nos relacionamentos convencionais é a exclusividade. Por isso nos sentimos traídos quando descobrimos que nosso amor se engraçou com outrem. A ação de ficar com outra pessoa no nosso inconsciente é associado como um tipo de falta de comprometimento. Contudo o sexo não necessariamente está contido no amor, ou o amor contido no sexo.

Dentro de um relacionamento aberto, pelo empirismo, você aprende que o comprometimento não precisa ser representado pela exclusividade. É possível vivenciar o compromisso sem a necessidade de fechar-se emocionalmente e sexualmente a outras experiências.

Revendo meus relacionamentos abertos, notei que monto níveis diferentes de compromisso com as pessoas que me relaciono afetivamente. Não no sentido de maior ou menor importância, mas sim em áreas diferentes.

Com a Sara eu tenho um compromisso emocional, material e de futuro. Com outra pessoa eu tenho um compromisso emocional e com o bem estar dela, etc.

Já ouvi reclamações de algumas pessoas que estavam cansadas de quem não queria nada com nada. Isso denota a falta de compromisso ou cumplicidade.

A necessidade por compromisso é natural e está presente nos relacionamentos abertos ou fechados. Eu preciso sentir que a outra pessoa está comprometida comigo. Não exclusiva, mas cúmplice de minhas emoções, pensamentos, alegrias, tristezas, etc.

Isso nos remete novamente a questão do medo de perder e da posse como forma ilusória de prolongar a existência do relacionamento.

A exclusividade é uma forma de posse e em outras palavras é a tentativa de deixar mais duradouro o compromisso.

Metáfora

Imaginemos um passarinho em nossa mão. Se apertarmos com muita força para que ele não fuja irá sufocá-lo e certamente levar o pequeno animal a morte.

Se deixarmos a mão folgada, ele vai conseguir respirar. Mas será prisioneiro e terá que ser alimentado, fará cocô na sua mão, perderá a força e talvez nunca mais voe.

Alguém pode argumentar que se abrirmos a mão o passarinho voará e nunca mais volte. Contudo a idéia é justamente essa. Ele volta justamente porque quer e não porque não poder voar, exatamente como na arte da falcoaria.

Fonte:Método DeRose – Swásthya Yôga

DIABETES, O EQUILÍBRIO NA DIETA

Para controlar os níveis de açúcar no sangue e evitar subidas de açúcar no sangue e se levanta, é importante saber que alimentos elevar o açúcar e quais não.

Esta tabla te ayudará a elegir que es más beneficioso comer para ti y que debes evitar. Este quadro vai ajudar a decidir o que é mais benéfico para você comer e você deve evitar. Como siempre ten en cuenta que la diabetes es una cuestión de equilibrio entre lo que comes (ingesta calórica) y lo que gastas (gasto Como sempre em mente que a diabetes é uma questão de equilíbrio entre o que você comer (ingestão calórica) eo que você gasta (despesas
calórico). calórico).

Así que si quemas más puedes permitirte el lujo de comer más, pero cuanto menos actividad física hagas menos deberás comer. Portanto, se você queimar mais do que você pode dar ao luxo de comer mais, mas a menos atividade física que você vai fazer menos para comer.

Vale la pena ponerse en marcha y practicar alguna actividad física suave. Vale a pena levantar-se e praticar alguma atividade física leve. Ten en cuenta que el ejercicio es beneficioso para muchas funciones de nuestro organismo. Tenha em mente que o exercício é benéfico para muitas funções do nosso corpo.

Alimentos Prohibidos Alimentos proibidos

Açúcar refinado (sustituir por edulcorante), miel, caramelo,… Adoçante substituto do açúcar refinado (), mel, caramelo, ...

Dulces (chocolate, pasteles, tartas,…) Doces (chocolate, bolos, tortas, ...)

Bollería industrial (donuts, croassants, enseimadas, bollos, …) Pastelaria Industrial (donuts, croassants, enseimadas, rolos, ...)

Grasas (nata, manteca, …) Gordura (creme, manteiga, ...)

Bebidas con alcohol, o refrescos açucarados Bebidas com álcool ou bebidas açucaradas


Alimentos Restringidos Restrita Foods

Hidratos de carbono (pan, pastas, arroz, harinas, cereales,papas o patatas, calabazas…)(debes tomar todos los días 4 raciones). Carboidratos (pão, macarrão, arroz, farinhas, cereais, batata, abóbora ...) (você tomar 4 porções diárias).

Lácteos (es aconsejable los descremados o desnatados) (debes tomas todos los días 3 raciones). Leite (desnatado ou desnatado aconselhável a) (você tomar 3 porções diárias).

Frutas (se pueden comer 3 piezas al día). Frutas (você pode comer 3 peças por dia).

Alimentos Permitidos Alimentos permitidos>

Verduras y hortalizas Legumes

Carnes y pescado (incluye fiambres de pavo o pollo) Carne e peixe (inclui deli peru ou frango)

Te recomendamos que cuando te apetezca picar algo, hagas tu misma tus propios aperitivos permitidos. Recomendamos que sempre que você quiser lanche, fazer a sua própria seus próprios petiscos permitido.

Puedes tomar 4 raciones de hidratos de carbono repartidas durante el día Você pode tomar 4 porções de carboidratos durante o dia
según tus gustos, ten en cuenta que una ración es: de acordo com seu gosto, lembre-se que uma porção é:

100 gramos de patata o papas, calabaza, boniatos, guisantes, habas,… 100 gramas de batata ou batatas, abóbora, batata-doce, ervilha, ...

Ser diabético é muito comum hoje em dia. De hecho los avances en este campo en lo referente a salud en los últimos años han sido espectaculares. Em andamento facto, neste campo em relação à saúde nos últimos anos têm sido espetaculares.

Desde aquí queremos ofrecer una guía sencilla sobre el control de esta enfermedad con una herramienta básica en la diabetes: La dieta.

Perder un poco de peso siempre es beneficioso para las personas diabéticas, de hecho una de las claves del tratamiento es la dieta. Perder um pouco de peso é sempre benéfica para as pessoas com diabetes, em verdade, uma das chaves do tratamento é a dieta.

Nuestro cuerpo es un motor cuya gasolina es la glucosa. Nosso corpo é uma máquina cujo combustível é a glicose. La glucosa se obtiene al degradar o digerir los alimentos que ingerimos en la dieta. A glicose é obtida a degradar ou digerir os alimentos que ingerimos na dieta.

Nuestras células apresan estas moléculas de glucosa que circulan por la sangre para quemarlas y obtener energía. Nossas células apreender essas moléculas de glicose que circulam no sangue e energia para queimar.


La glucosa para entrar en las células y servir de combustible energético, necesita una "llave", esta "llave" es la insulina (fabricada en el páncreas). Glicose a entrar nas células e atuar como um combustível de energia, você precisa de uma "chave", essa "chave" é a insulina (produzido no pâncreas).

En los diabéticos disminuye la cantidad de insulina por lo que a pesar de que la glucosa está libre en la sangre, ésta no puede entrar en las células. Nos diabéticos diminui a quantidade de insulina que, embora a glicose é livre no sangue, ele não pode entrar nas células.


Esto produce un aumento de azúcar o glucosa en sangre. Isso causa aumento de açúcar no sangue ou glicemia.

Por lo tanto a la hora de detectar y controlar la enfermedad se realizan controles de azúcar en la sangre o glucemias digitales. Assim, quando se trata de detecção e controle da doença foram controlados de açúcar no sangue ou glicemia digital.

El aumento de azúcar en sangre es nocivo para la salud y acarrea a la larga problemas en la visión, en la piel, en los órganos internos, etc. Aumento de açúcar no sangue é prejudicial à saúde e traz no longo prazo, problemas de visão, pele, órgãos internos, e assim por diante.

Pero también una bajada de azúcar o hipoglucemia puede llevar al paciente diabético a un coma hipoglucémico. Mas uma queda de açúcar ou hipoglicemia pode levar a paciente diabético ao coma hipoglicêmico.

Por este motivo es fundamental controlar con la dieta el nivel de glucosa o azúcar que está llegando a la sangre después de comer y transformar o digerir los alimentos en glucosa. Assim, é essencial para controlar a dieta da glicose ou açúcar que está atingindo o sangue depois de comer e digerir o processamento de alimentos ou de glicose.


Después de saber esto es importante tener en cuenta algunos consejos prácticos: Depois de saber isso é importante considerar algumas dicas:

- El aporte calórico deberá ser el correspondiente a una dieta equilibrada (ver el artículo de gasto calórico). - A ingestão calórica deve ser para uma dieta balanceada (ver artigo despesa calórica).

- Lo que debemos modificar es el reparto de calorías según los grupos de alimentos. - O que temos de modificar a distribuição de suas calorias por grupos de alimentos.

- No debemos tomar en nuestra dieta habitual: - Não podemos ter na nossa alimentação diária:

Azúcar, dulces, caramelos, bollería, grasas, ni alimentos que contengan grandes cantidades de azúcar. Açúcar, doces, balas, doces, gorduras e alimentos que contêm grandes quantidades de açúcar. En su lugar los sustituiremos por edulcorantes y productos que hayan cambiado en sus ingredientes el azúcar por edulcorante. Em vez substituí-los com os edulcorantes e produtos que mudaram os seus ingredientes para adoçante do açúcar.

- No debemos abusar en nuestra dieta habitual de: - Não devemos abusar da nossa dieta regular:

Fruta fresca, debemos consumir un máximo de 2 o 3 piezas al día, preferiblemente durante el día y no en la cena. Frutas, devemos consumir um máximo de 2 ou 3 peças por dia, de preferência durante o dia e no jantar.

Pasta, arroz, pan, patatas, cereales, harinas,… Debemos reducir su consumo a tres raciones al día. Massas, arroz, pão, batata, cereais, farinhas, ... Temos de reduzir o consumo de três porções por dia.

- Debemos ingerir todos los días gran variedad de verduras y hortalizas, cocinadas o frescas. - Devemos comer todos os dias uma grande variedade de produtos hortícolas, cozidos ou fresco.

- Debemos ingerir diariamente carnes, preferiblemente blancas, de ternera y de caballo. - Nós comemos carne diariamente, de preferência branco, carne de cavalo. Pescado, preferiblemente fresco o congelado (preferibles a los enlatados y en conserva). Peixe, de preferência frescos ou congelados (preferível enlatados e conservas). Lácteos, leche, huevos, queso y derivados, intentando Leite, leite, ovos, queijo e derivados, tentando
que sean desnatados. eles são desnatado.

Un factor vital que debe acompañar a la dieta del diabético es la actividad física. Um fator importante que deve acompanhar a dieta do diabético é a atividade física.

Es recomendable un ejercicio suave como es caminar o pasear después de comer. Recomendamos exercício leve, como caminhar ou caminhar após o almoço.

Recomendamos hacer 5 comidas ligeras antes que tres comidas copiosas. 5 lanches sugeridos antes de três grandes refeições.

Si necesitáis bajar de peso podéis seguir la formula que proponemos en el artículo: Se você precisa perder peso pode seguir a fórmula que propomos no artigo:
¿cuantos kilos necesito perder? Quantos quilos precisa perder?
Os recomiendo que leáis el siguiente artículo: Eu recomendo que você leia o seguinte artigo:
y que sigáis la dieta que recomendamos para bajar de peso: e você seguir a dieta recomendada para perda de peso:
Dieta para adelgazar 3 kilos en una semana Perda de Peso Dieta 3 quilos em uma semana ya que está confeccionada para suplir las cantidades recomendadas de nutrientes diarios, pero eliminando aquellos alimentos hipercalóricos. como é elaborado para atender as quantidades diárias recomendadas de nutrientes, mas eliminar esses alimentos altamente calóricos. Estos alimentos que se evitan en esta dieta de adelgazamiento coinciden con los alimentos que deben evitar las personas diabéticas.
Estes alimentos são evitados neste jogo dieta de emagrecimento deve evitar alimentos que as pessoas com diabetes.
Por tanto siguiendo estos consejos, podréis estableceros en vuestro peso ideal y además os encontrareis mejor y mejorarán vuestras glucemias (cifras de azúcar en sangre). Então siga essas dicas, você pode estabelecer no seu peso ideal e vai encontrar-se melhor e também melhorar a sua glicose no sangue (números de açúcar no sangue).

De todos modos os aconsejo que visitéis a vuestro médico y que os realicéis controles de glucemia periódicos sobre todo los diabéticos que utilizáis insulina. De qualquer forma eu aconselho a visita ao seu médico e você realicéis glicemia periódica controla tudo o que você usa a insulina para diabéticos.

Muy importante para los pacientes insulino dependientes (que se inyectan insulina) es que siempre lleve unos caramelos o terrones de azúcar encima por si sufren una bajada de azúcar (hipoglucemia). Muito importante para pacientes dependentes de insulina (injeção de insulina) é que você sempre levar algum doce ou cubos de açúcar em cima, se sofrerem uma queda do açúcar no sangue (hipoglicemia).

60 gramos de pan 60 gramas de pão

30 gramos de cereales 30 gramas de cereal

30 gramos de arroz, harina, pasta (macarrones, espaguetis, sémola, canelones, 30 gramas de arroz, farinha, massas alimentícias (macarrão, espaguete, sêmola, canelone,
pizza…) pizza ...)

consejos para diabéticos aconselhamento para diabéticos
Puedes consultar otros consejos y los síntomas de la hipoglucemia en este artículo sobre “consejos para diabéticos Você pode conferir outras dicas e sintomas de hipoglicemia neste artigo sobre "dicas para diabéticos

Dieta de adelgazamiento para diabéticos. Slimming dieta para diabéticos.
También puedes consultar nuestra dieta de adelgazamiento para diabéticos. Você também pode verificar nosso programa de perda de peso para os diabéticos.

A. 1
Café con leche desnatada. Café com leite desnatado.

A .2 A .2
Infusión de té rojo o té verde. A infusão de chá verde ou chá vermelho.

B. 1 Cereales (no azucarados ni de chocolate) B. 1 de cereais (sem açúcar ou chocolate)

B. 2 Dos rebanadas de pan tostado con mermelada sin azúcar. B. 2 Duas fatias de torradas com geléia sem açúcar.

A media mañana Por meio da manhã

A 1 A 1
Una pieza de fruta. Um pedaço de fruta.

A . A.
2 Un yogurt desnatado. 2 Uma planície iogurte desnatado.

A . A.
4 Una barrita de cereales sin azúcar. 4 A cana-de-barra de cereais livre.

A . A.
3 Dos rebanadas de pan tostado con fiambre de pavo o queso fresco. 3 Duas fatias de pão torrado com deli peru ou queijo.


A .1 A .1
Ensalada de pasta (con tomate natural, lechuga, maíz, pollo, huevo cocido sin la yema, y cualquier tipo de verdura al gusto, aliñar con salsa de yogurt, salsa de soja o aceite de oliva, pero no con mayonesa). Salada de Macarrão (com molho de tomate fresco, alface, milho, frango, ovo cozido sem gema, e todos os vegetais a gosto com molho de iogurte, molho de soja ou óleo de oliva não, maionese).

A .2 A .2
Ensalada mediterránea Salada do Mediterrâneo

A 3 A 3
Tomates con orégano y queso fresco. Tomates com orégano e queijo.

B. 1 Lentejas con verduras. B. 1 lentilhas com legumes.

B. 2 Espinacas con garbanzos B. 2 Espinafres com Grão

B. 3 Berenjenas o pimientos rellenos con carne de pollo picada y cebolla (o cualquier otra verdura al gusto). B. 3 beringelas ou pimentões recheados com frango e cebolas picadas (ou quaisquer outros vegetais a gosto).

C. 1 Una infusión. C. 1 Uma infusão.

C .2 Un café solo o con leche desnatada. C .2 Um café sozinho ou com leite desnatado.


A 1 A 1
Leche desnatada con café o sola. O leite desnatado com café ou sozinho.

A .2 A .2
Zumo de limón o pomelo. Suco de limão ou grapefruit.

A .3 A 3
Infusión de té rojo (solo o con leche desnatada). A infusão de chá vermelho (sozinho ou com leite desnatado).

B. .1 Cuatro galletas sin azúcar. 1 B. Quatro biscoitos sem açúcar.

B. 2 Flan casero (hecho con leche desnatada y edulcorantes) o yogurt desnatado. B. 2 pudim caseiro (feito com leite desnatado e adoçantes) ou iogurte desnatado puro.

B. 3 Coca o bizcocho casero (hecho con 1 yogurt, 4claras de huevo y 1 yema, ralladura de limón, 1vaso de harina, levadura y edulcorantes y bien mezclado se deja en el horno o microondas 30 min.). B. 3 Coca-Cola ou bolo caseiro (feito com 1 iogurte, ovos 4claras e 1 gema de ovo, casca de limão, 1vaso farinha, o fermento e misture bem adoçantes e deixou no forno ou microondas 30 min.).

Cena Jantar

A .1 A .1
Ensalada con tomate, lechuga, huevo cocido (sin la yema), cebolla y atún. Salada com tomate, alface, ovo cozido (gema não), cebola e atum.

A .2 A .2
Parrillada de verduras asadas. Grelhado legumes assados.

A .3 A 3
Ensalada americana (col y zanahoria cortada muy fina con salsa de yogurt natural desnatado) Salada americana (repolho e cenoura finamente fatiado com molho de iogurte desnatado plain)

A 4 A 4
Hervido de verduras o puré de verduras. Legumes cozidos ou purê de legumes.

B. 1 Revuelto de ajitos con gambas. Ajit B. 1 ovos mexidos com gambas.

B. 2 Lenguado a la plancha. B. 2 grelhado.

B. 3 Pechuga de pollo a la plancha. B. 3 peito de frango grelhado.

B. .4 Ternera a la plancha B. Beef Grelhado 4

C .1 Una infusión C ,1 Uma infusão
al gusto (tila, manzanilla, poleo menta, te verde,…) a gosto (tília, camomila, poejo, hortelã, chá verde, ...)

Antes de acostarse Antes de ir para a cama


A .1 A .1
Un yogurt desnatado. Um iogurte natural desnatado.

A 2 A 2
Un vaso de leche desnatada Um copo de leite desnatado

Cada vez mais superpoderosas, as mulheres vêm se destacando no mercado de trabalho

Na foto estão as grandiosas repórteres Yosadara Cunha e Christina Schuler, produtora Andréa Nunes, a chefe de reportagem Walesca Merçon e a poderosa editora Naira Scardua.

Superpoderosas do mercado de trabalho no País
Em maior número e com mais estudo, elas dominam a economia

Rio - À frente de bancos, estaleiros, multinacionais, governos, aeronaves, navios e até do próprio negócio. Cada vez mais superpoderosas, as mulheres vêm se destacando no mercado de trabalho e hoje assumem posições até então ocupadas pelos homens, sem perder o charme.

Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) revelam que nos últimos 10 anos o número de mulheres empregadas subiu de 42% para 47,2%. Desse total, 4,4% estão em postos de comando no País. O Estado do Rio ultrapassa o percentual e conta com 4,9% de mulheres à frente de negócios.

Bonita e poderosa, Gisela Mac Laren é um dos belos exemplos retratados pela pesquisa. Há 10 anos à frente da presidência do estaleiro Mc Laren Oil — que na década de 90 chegou a pedir concordata e hoje tem metas de faturamento da ordem dos US$ 260 milhões — ela recorda que a herança do pai teve de ser conquistada a base de muita inteligência, competência e toques de feminilidade.

“O fato de ser uma mulher na posição de comando nos coloca sempre em uma frente de críticas. Especialmente quando se está em um universo predominantemente masculino.Mas temos características naturais que nos dão vantagem no mundo dos negócios, como o perfeccionismo e o capricho”, afirma a executiva que comanda com pulso forte cerca de 2 mil funcionários.

No quesito escolaridade elas também estão na frente. De cada 100 pessoas com 12 anos ou mais de estudo, isto é com Nível Superior ou mais, 56,7% são do sexo feminino e 43,3% masculino. A presidente da Caixa, Maria Fernanda Ramos Coelho, 48 anos, engrossa o time de mulheres bem-sucedidas no País. Na instituição financeira desde 1984, ela passou de caixa executiva à presidência em 22 anos. Maria Fernanda lembra que entre os maiores desafios enfrentados está o de dar conta da dupla jornada — mãe/profissional. Mas ela mesma encontrou a solução para o dilema: “Temos que deixar de lado o mito da ‘mulher perfeita’, de ser maravilhosa em tudo. Precisamos nos permitir ser humanas”, afirma Maria Fernanda, que considera o exercício da liderança um desafio para ambos os sexos.

“Tem que ter foco para alcançar os resultados. É preciso ter muita ética na vida pública. O maior desafio é fazer da Caixa, um banco público, um agente das políticas públicas e também ser competitivo como instituição financeira. Ainda bem que tenho muito apoio da minha família e das minhas filhas, já independentes, o que ameniza a correria do dia a dia”, conta Maria Fernanda.

Chefe da Divisão da Síntese de Indicadores Sociais do IBGE, Ana Lúcia Saboia considera que o Brasil está caminhando para um País mais democrático: “Com mais acesso a informação a mulher passou a ter o controle da própria vida. Por isso a relação entre homens e mulheres vêm mudando. E essa é uma tendência de ordem mundial”.

Empreendedoras, elas também são donas de si

Destemidas, as mulheres vêm surpreendendo também no mundo do próprio negócio. Das empresas abertas e ativas no Estado do Rio, 269 mil, cerca de 39%, tem uma mulher como líder. Chefe de gabinete da Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro, Regina Célia Ferreira diz que a procura só vêm aumentando.

“Ainda somos poucas, mas transmitimos mais confiança no trato com negócio. Quando a mulher pensa em investir em um empreendimento ela leva em consideração o sustento e o prazer. Mais conservadoras, geralmente se ligam a setores de alimentos e cosméticos”, atesta Regina Célia.

Universitária de apenas 23 anos, Raquel Nunes foi contra a corrente e optou pela inovação. Há menos de um ano ela e o irmão abriram uma espécie de escritório inteligente, que hoje atende 25 pequenos e médios empresários em busca de conforto e requinte para reuniões de negócio.

“Não tinha experiência na área, mas aprendi com o dia a dia. Por ter mais tempo livre, fiquei à frente do escritório e tomei gosto pela coisa. Hoje eu mesma recebo clientes e, apesar da pouca idade e de ser mulher, eles se sentem bastante confortáveis”, afirma a jovem.

Renda de mulheres da Classe C deve chegar a R$ 160 bilhões em 2010

As mulheres também estão assumindo um papel de destaque no desenvolvimento sócio-econômico do País. E as protagonistas dessa tendência são as mulheres da classe C, que, além de cuidar da família, ainda trabalham fora e respondem por 37% da massa de renda total da classe média – montante que deve somar quase R$ 160 bilhões este ano.

Atualmente, a classe C tem 94,4 milhões de pessoas – uma fatia de 49,7% da população que movimenta anualmente R$ 428 bilhões. Dentro dessa massa, existem 48,6 milhões de mulheres comprando, estudando, consumindo e ocupando o mercado de trabalho com cada vez mais propriedade.

Sócio- diretor do instituto de pesquisas Data Popular, Renato Meirelles diz que a força da mulher emergente é resultado de uma influência cada vez maior nos processos de decisão. “Esse fato está ligado à independência financeira da população feminina”, avalia. Ele ressalta que 25% da renda familiar da classe A é proveniente da mulher, enquanto na classe C essa participação é de 41%.

O público feminino já responde por mais da metade dos clientes de diversos produtos e serviços. Enquanto 59% dos homens da classe C têm cartão de crédito, por exemplo, entre as mulheres a penetração é de 62%. Meirelles revela ainda que esse grupo também representa a maioria dos consumidores. “Nas lojas de roupas, elas são 51% do público. E nos shoppings, há pelo menos 12 mulheres da classe C para cada dez compradores do sexo masculino”, conclui.

TOME NOTA

ATENDIMENTO VIP
Cada vez mais disputado pelo mercado, o público feminino conta com vários mimos para homenagear seu dia, comemorado amanhã.

CLÍNICA ONODERA
Quem passar por lá este mês ganha 15% de desconto em esfoliação e hidratação corporal e limpeza de pele. Além disso, quick massages e spa dos pés serão oferecidos para relaxar as mulheres que aguardam sua vez na sala de espera. A clínica fica na Barra da Tijuca.

STUDIO DE BELEZA
Sônia Nesi vai oferecer hidratações capilares especiais para o Dia Internacional da Mulher. Na semana de 9 a 13, quem for ao salão ganhará uma hidratação capilar. O espaço fica no shopping Barra Point.

PATHISA
Na Semana da Mulher, a loja terá descontos de até 50% em peças selecionadas.

ZONA ZEN
A delicatessen, em São Conrado, vai realizar uma degustação de vinhos femininos a partir de amanhã até sexta-feira.

CRYSTAL HAIR
Na Barra da Tijuca, as clientes que forem ao salão amanhã terão direito a hidratação capilar, um peeling de cristal e shiatsu nos pés. Todos os serviços são cortesia. Basta ligar e agendar seu horário.

CAIXA ECONÔMICA
O público feminino poderá solicitar a emissão e regularização gratuita do CPF, de amanhã até sexta-feira, nas agências do banco.

Cristiane Campos e Aline Salgado
O Dia

Quando a escola vira o inferno: Bullying

Um em cada três estudantes da Educação Básica tem amigos vítimas de bullying. Aumentam os casos na Internet


Rio - 'Chegar ao colégio era entrar no inferno. Eu era xingada de burra, p., drogada. Falavam que eu namorava traficantes e que tinha um filho”. Os olhos de Mariana Mello Portugal, 15 anos, marejam quando ela relata as agressões sofridas em agosto de 2009, na escola onde estudava, em Niterói. Traumatizada, a estudante mudou de cidade, mas ainda não conseguiu voltar a estudar.

Embora se sentisse isolada no colégio, a adolescente vítima de bullying — termo derivado de verbo em inglês que significa ameaçar ou assustar e designa agressões com o objetivo de humilhar ou ridicularizar — não está sozinha. Pesquisa feita no semestre passado pela ONG SaferNet Brasil, com estudantes e professores das redes públicas e privadas do Rio e mais cinco estados, revelou que um a cada três alunos já tem amigos vítimas de cyberbullying (bullying pela Internet) e 26% dos professores já presenciaram casos.

O crescimento do problema — notícia no mundo inteiro na última sexta, quando a princesa do Japão, Aiko, 8 anos, deixou de ir à escola por ser vítima de humilhações — preocupa educadores e especialistas no Rio.



Mariana acredita que foi rejeitada pela turma porque tinha origem humilde. Família voltou para São Gonçalo e a adolescente, traumatizada, até hoje não conseguiu retomar estudos | Foto: Alexandre Vieira / Agência O Dia
Estudos revelam que as agressões vêm aumentando sobretudo na Internet. O promotor Rodrigo Medina, do Centro de Apoio às Promotorias da Infância e Juventude, do Ministério Público do Rio, afirma que o número de denúncias de bullying também registrou aumento considerável no MP.

Vítima de agressões físicas e pela Internet, Mariana conta que foi ‘marcada’ por ter origem humilde. “Eu morava em São Gonçalo e me mudei para Niterói, onde fui cursar o Ensino Médio. Entrei na escola em maio e não fui bem aceita pela turma. No início, encarei as provocações como brincadeira. Mas, com o tempo, as coisas ficaram sérias. Escreveram mentiras na Internet, fizeram montagem com fotos. Um grupo de meninas começou a me perseguir nas ruas e na porta da minha casa. Até que fui agredida fisicamente. Foi o pior dia da minha vida. Passei por um corredor onde levei tapas, chutes e puxões de cabelo. Alguns alunos filmaram e passaram o vídeo para a escola toda”, lembra a estudante.

“Nunca imaginei que ela passaria por isso num colégio católico, cuja mensalidade chegava a R$ 600. Ela me contava tudo. Uma das agressoras pertencia a uma família tradicional, ligada a políticos. Procurei a escola, mas nada foi feito. Resolvi voltar para São Gonçalo porque estava com medo de minha filha ser agredida na rua”, afirma Rosângela da Silva Mello, 41 anos, mãe da estudante, que registrou o caso na polícia.

Segundo especialistas, o ideal é tentar resolver os casos dentro da escola, antes de procurar ajuda fora. “Os pais devem buscar os profissionais da instituição de ensino. Caso não haja retorno, os conselhos tutelares devem ser acionados”, orienta o pediatra especialista em bullying, Aramis Lopes Neto.

Maior número vítimas entre adolescentes

Crianças e adolescentes tímidos e com dificuldades de se relacionar em grupo são as principais vítimas do bullying. Embora não exista uma idade padrão para o problema, especialistas afirmam que a maior incidência dos casos é no início da adolescência. “A faixa etária dos 11 aos 15 anos é a mais crítica. As agressões acontecem sobretudo no horário de recreio, quando os estudantes estão um pouco mais distante da supervisão dos adultos”, explica a doutora em Educação, Cleo Fante, autora do livro ‘Fenômeno Bullying’.

O pediatra Aramis Lopes Neto, que coordenou pesquisa em 11 escolas do Rio sobre o tema, diz que as consequências podem ser graves: “As vítimas sofrem de baixa auto-estima. Principalmente entre as meninas, chegam a ocorrer casos de bulimia e anorexia. Também podem ocorrer manifestações de auto-flagelação e, em casos extremos, até suicídio”.

Os agressores também têm um perfil específico. “Geralmente são crianças e jovens que não respeitam os adultos e têm o hábito de se envolver em confusões. As famílias devem estar atentas, pois em muitos casos esses estudantes reproduzem o que estão vivendo em casa na escola”, explica Fante.

Lei antibullying ainda não é praticada na rede pública

No município do Rio, o combate ao bullying já é lei (nº 5.089), sancionada pelo prefeito Eduardo Paes em outubro de 2009. O texto determina que as unidades de ensino da rede municipal incluam em seus projetos pedagógicos ações antibullying. Na rede municipal, o projeto ainda está sendo elaborado.

A Secretaria Municipal de Educação prevê a capacitação dos coordenadores pedagógicos para trabalhar a educação inclusiva. O projeto será iniciado ainda este ano nas 150 unidades incluídas no programa Escolas do Amanhã. Só depois, será expandido para toda a rede de ensino. A Secretaria de Estado de Educação informou que, embora não tenha um projeto específico sobre bullying, trabalha o tema nos programas ‘Escola Aberta’ e ‘Mais Educação’, que incluem atividades esportivas, sociais e culturais nos fins de semana.

O presidente do Sindicato dos Estabelecimentos de Educação Básica do Rio de Janeiro, Victor Notrica, afirma que o problema é debatido periodicamente na rede particular. “Estamos sempre monitorando possíveis casos. Em agosto, teremos um seminário sobre respeito às diferenças, discutindo o bullying”, conta.

O Dia
DIEGO BARRETO

3.06.2010

A dignidade não se contamina

Há algum tempo, uma emissora de televisão apresentou uma reportagem intitulada A boca do lixo.

As câmeras focalizaram a realidade das pessoas que vivem do produto que conseguem retirar daquele lugar infecto, chamado lixão.

As cenas chocaram sobremaneira. Crianças e jovens, adultos e velhos disputavam, com as moscas e os urubus, os detritos jogados pelos caminhões de coleta.

Eram pessoas que, em princípio, pareciam confundidas com o próprio lixo, que haviam perdido a identidade, a auto-estima, a dignidade.

Revestidas de trapos imundos, reviravam com suas ferramentas os monturos fétidos e retiravam alguns objetos que colocavam num saco, igualmente imundo.

No entanto, no decorrer da reportagem, os repórteres elegeram algumas daquelas pessoas e acompanharam um pouco da sua rotina diária.

Eles as entrevistaram, perguntaram qual o motivo que as levou àquele tipo de trabalho, que se poderia chamar de sub-humano.

E, na medida em que os entrevistados falavam das suas vidas, de seus anseios, de como encaravam a situação, fomos percebendo uma realidade diferente da que supomos no início.

Aquelas pessoas não haviam perdido a identidade, tampouco se deixaram confundir com a sujeira.

Após as lutas do dia, chegavam em seus casebres, tomavam banho, trocavam os trapos infectos por roupas limpas, embora simples, e continuavam seus afazeres domésticos, com dignidade e honradez.

Percebemos que aquelas pessoas não permitiram que a situação deprimente e miserável lhes contaminasse a dignidade.

Respondendo às perguntas feitas pelos repórteres, uma senhora que vivia com o marido, seis filhos e a mãezinha já idosa, deixou bem clara a sua posição diante da vida.

Quando lhe perguntaram se não era muito difícil criar seis filhos, ela respondeu sorrindo:

Eu os amo de igual forma. Se Deus os mandou, é porque devo criá-los. O que não podemos é matar. Eu nunca matei nenhum no ventre, como não mataria agora, depois de nascido.

E quando o repórter perguntou à avó se ela ajudava a cuidar dos netos, esta respondeu com sabedoria:

Eu já criei e eduquei meus 9 filhos. Agora, cabe à mãe deles criá-los. Se fosse para eu criar, Deus os teria enviado como meus filhos também.

Uma outra senhora, bem idosa, que também trabalhava no lixão, demonstrava sinais evidentes de dignidade e fé em Deus.

O corpo esquálido e a falta de dentes davam notícia dos maus tratos que o tempo imprimira àquela mulher.

Todavia, ao responder ao entrevistador se não se envergonhava de trabalhar no monturo, disse que vergonha é roubar e matar, e que disso ela jamais seria capaz.

Aquelas pessoas, unidas pela desdita, falavam de amizade, respeito mútuo, companheirismo, convidando-nos a mais profundas reflexões em torno das nossas próprias vidas.

É tempo de pensarmos um pouco, antes de reclamar da própria situação, já que, por pior que seja, não se pode comparar a daqueles que vivem do lixo que nós atiramos fora.

Todas as condições sub-humanas impostas a determinadas classes sociais, são geradas pelo próprio homem, que se enclausura na concha escura do seu egoísmo, quando poderia, com poucos esforços e uma pequena dose de solidariedade, dar a cada um o necessário para viver.

Momentos de Reflexão

DIA INTERNACIONAL DA MULHER, MULHERES NO COMANDO ( Homenagem de boaspraticasfarmaceuticas)





Você que busca no dia a dia sua
independência, sua liberdade, sua
identidade própria;

Você que luta profissional e
emocionalmente, para ser
valorizada e compreendida;

Você que a cada momento tenta ser a
companheira, a amiga, a "rainha do lar";

Você que batalha incansavelmente por seus
próprios direitos e também por um mundo
mais justo e por uma sociedade sem
violências

Parabéns (08/03/2010)

MULHERES NO COMANDO


Quando elas chefiam eles, respeito e compreensão fazem a diferença
O G1 conversou com mulheres que chefiam equipes masculinas.
Ouvir o que o subordinado tem a dizer ajuda a comandar.




As conquistas da mulher no mercado de trabalho tornaram mais recorrente um tipo de hierarquia corporativa que, em outros tempos e contextos, seria impensável: mulheres no comando de equipes formadas, na maioria, por homens.


Elianna Melo e seus "meninos": para a engenheira, a chave da boa convivência é o respeito (Foto: Daigo Oliva/G1)
A engenheira civil Elianna Melo, de 36 anos, chama seus funcionários de “meninos”. Ela trabalha com obras há 15 anos e é proprietária há cerca de dois anos de uma construtora de pequeno porte, especializada em acabamento fino de imóveis. Na sua empresa atual, a Série 7 Engenharia, localizada em Santo André, no ABC paulista, ela chefia 12 homens, entre encarregado, mestre de obras, pedreiros e ajudantes de pedreiros, mas já liderou 60 quando coordenou uma obra na Avenida Faria Lima. Para a engenheira, a chave da boa convivência é o respeito.

“Nunca tive dificuldade de me impor. Eu tenho o respeito deles porque eu respeito as pessoas. Eu não faço sozinha uma obra, cada um tem sua função, não existe essa história de engenheiro se achar melhor que os outros. Quem usa marreta é tão importante quanto quem coordena. Meus meninos sabem que eu penso assim, a gente entende que é uma equipe”, afirma. Elianna diz que é necessário ouvir os funcionários e trocar experiências para cumprir as metas.

Durante suas visitas às obras – ela está tocando quatro atualmente, todas em São Paulo – ela troca vestidos curtos e justos, as roupas com decote e o salto alto pela bota, o capacete e a calça jeans.

“Não é para ser dondoca, eles têm que sentir que você é um deles, aí eles veem que você faz parte da equipe, isso é importante, chama o cara para a responsabilidade e valoriza ao mesmo tempo o trabalho dele. Quando dá errado eu falo, quando dá certo eu também falo diretamente para quem executou o serviço”, diz.

E, segundo Elianna, sua equipe nunca a deixou mão. “Se precisar trabalhar à noite e no fim de semana eles estão dispostos”.

"Eu não faço sozinha uma obra, cada um tem sua função, não existe essa história de engenheiro se achar melhor que os outros", diz Elianna (Foto: Daigo Oliva/G1)
O marido de Elianna é engenheiro eletricista e, segundo ela, entende o fato de ela trabalhar sempre com equipes compostas só de homens. “Tem que pôr o pé no barro, na argamassa, eu subo no telhado, na caixa d’água, em andaime, e se precisar falo palavrão quando algo dá errado”, diz.

Sem preconceito
Aos 62 anos, Vera Gabriel está acostumada a trabalhar e chefiar equipes compostas por homens. Presidente da distribuidora de produtos químicos Carbono Química há cerca de dez anos, Vera conta que 80% do quadro de funcionários é formado por profissionais do sexo masculino.

Vera Gabriel comanda empresa que tem 80% dos funcionários homens. (Foto: Divulgação)Logo abaixo dela estão cinco diretores, sendo que quatro são homens. Segundo a vice-presidente, a empresa possui muitos funcionários homens por conta do próprio ramo de atuação, composto majoritariamente por eles, como motoristas, carregadores, técnicos e engenheiros químicos.

A fatia de 20% representada pelas mulheres está principalmente nas áreas administrativas da empresa, como os setores de recursos humanos, marketing e vendas.

Vera afirma que nunca sofreu preconceito por ser uma mulher e estar no comando de uma empresa onde o sexo predominante é o masculino. Pelo contrário, para ela é muito mais fácil trabalhar com o homem do que com a mulher.

“Quem comanda precisa saber dar ordens. O homem aceita melhor receber ordens de uma mulher do que as próprias mulheres ”, diz. Ela revela, entretanto, que para dar ordens é preciso saber escutar. “Não funciono no esquema ‘eu mando você obedece’.”


Na opinião da presidente, as mulheres, apesar de serem mais persistentes, “travam” quando são conduzidas por outra mulher. “O homem é mais equilibrado nesse sentido”, diz.



Vera, entretanto, tem suas estratégias de comando: “O sucesso de trabalhar com homem é não interferir na forma como ele trabalha, deixar ele desenvolver. As interferências devem acontecer somente nos resultados”, indica. Para elas, as mulheres precisam de um acompanhamento maior, uma vez que são mais competitivas.

De qualquer forma, a presidente defende que uma empresa precisa de ambos os sexos para funcionar e ter um equilíbrio. “No meu modo de ver, um complementa o outro”, diz.

Evolução
Para Vera, a inserção cada vez maior das mulheres no mercado de trabalho acontece paralelamente à participação cada vez maior dos homens nas atividades domésticas. “Hoje vejo meu filho e meu genro ajudando as mulheres no lar. Os homens vão se acostumando a trabalhar com as mulheres e não estranho quando isso acontece também na empresa”, afirma.


Ela é formada em direito e assumiu a presidência da empresa após a morte de seu pai. Vera afirma que, no início da carreira, trabalhava em seu escritório de advocacia. Depois da aquisição da empresa por seu pai, há cerca de 30 anos, Vera passou a atuar nos dois ramos, o que faz até hoje.

Sem diferenças


Para Denise, não há diferença entre trabalho dos homens e das mulheres. (Foto: Divulgação)Para Denise Romanelli, de 42 anos, que também comanda uma equipe composta majoritariamente por homens, não há diferença entre o trabalho deles e o delas. Ela é diretora financeira do Grupo GR, empresa especializada em segurança.


“No mundo atual não tem mais essa diferença. Depende da postura que a mulher se coloca. Independente de ser mulher ou homem, são profissionais”, diz. Ela complementa que, talvez, a única diferença que pode haver entre ambos está na questão física.


Romanelli diz acreditar que os homens até preferem trabalhar com mulheres, pelo fato de elas terem visões diferentes em determinadas situações, por serem mais “femininas”.

G1

Mulher com ‘quatro seios’


Mulher com ‘quatro seios’ diz que médico afirmou que ela ficaria linda

Maria Alaimo disse que a cirurgia arruinou seu casamento.

Ela pede US$ 5 milhões (cerca de R$ 9 milhões) de indenização.

Maria Alaimo pede US$ 5 milhões de indenização. (Durante depoimento no tribunal em Staten Island, no estado de Nova York (EUA), na ação em que move contra o cirurgião Keith S. Berman, Maria Alaimo, de 46 anos, disse que o médico afirmou que ela ficaria linda após a cirurgia, segundo reportagem do jornal "Staten Island Advance".

"Você vai ficar linda", teria dito Berman. Ela entrou com o processo contra o cirurgião que fez o implante de silicone em seus seios, alegando que, em vez aumentá-los, o médico a deixou com “quatro peitos". Maria pede uma indenização de US$ 5 milhões (cerca de R$ 9 milhões).

A mulher alegou que o cirurgião nunca a alertou sobre os riscos da colocação de silicone nos seios. Maria afirmou que a operação acabou com seu casamento e sua saúde. Ela precisou fazer outras duas cirurgias para corrigir o primeiro procedimento estético.

Diante dos jurados, a mulher lembrou que tinha "uma vida muito feliz", como mãe de duas meninas e o casamento de 17 anos com Dominic Alaimo. No entanto ela ressaltou que Berman a deixou com "quatro seios", o que abalou sua auto-estima e arruinou seu casamento.

Ela destacou que seu ex-marido é um homem muito bom e a única coisa que contribuiu para sua separação foi a cirurgia realizada pelo médico. O casal se separou em 2004, um ano depois de Maria Alaimo ter realizado a operação para aumentar os seios.

O médico afirmou que alertou a mulher sobre os riscos potenciais, incluindo a cicatrização, e as possíveis consequências da colocação de implantes. Seu advogado destacou que ela estava preocupada apenas com o "glamour" de aumentar os seios.

G1

CORRELATOS:exigência da apresentação do Certificado de Boas Práticas de Fabricação (BPF) para o registro de produtos correlatos na ANVISA

Condições estabelecidas pela RDC 25

Alertamos sobre as condições estabelecidas pela RDC 25/09 de 21 de Maio de 2009, que determina e implementa a exigência da apresentação do Certificado de Boas Práticas de Fabricação (BPF) para o registro de produtos correlatos na ANVISA. Esta Resolução passa a vigorar a partir de 22/05/2010.

Devido ao grande número de empresas que deverão adequar-se, o prazo para ser obter tal Certificação deverá ser longo. Se sua empresa deseja estar à frente dos concorrentes e das exigências de mercado, consulte-nos sobre como iniciar tal procedimento.

Esta Resolução regulamenta e constitui a obrigatoriedade da apresentação do Certificado de BPF, emitido pela própria ANVISA, no ato da petição de registro de produtos para a saúde (correlatos).
Esta certificação será obrigatória para as seguintes classes de produtos para saúde:

a) Equipamentos e Materiais de Uso em Saúde enquadrados nas classes de menor risco sanitário: I e II (Classificação da RDC 185/01) que estejam indicados na lista de exceção do regime de cadastramento da IN 07/09 da RDC 24/09.

b) Equipamentos e Materiais de Uso em Saúde enquadrados nas classes de maior risco sanitário: III e IV (Classificação da RDC 185/01).
c) Produtos para Uso Diagnóstico In Vitro enquadrados nas classes de maior risco sanitário: II, III e IIIa (Classificação da RDC 206/06).

d) As Boas Práticas de Fabricação implementadas pelos fabricantes devem seguir a RDC 59/00, da ANVISA. Esta RDC baseia-se na Regulamentação 21 CFR do FDA para GMP (EUA) e assemelha-se à Norma ISO 13485.

e) Esta nova legislação se aplica à Fabricantes Nacionais e Estrangeiros. Isto significa que a própria ANVISA irá fazer Inspeções “Extra-Zona” nas fábricas dos produtos importados.

f) Será obrigatória a apresentação da Certificação de BPF do fabricante no ato da revalidação de registros já concedidos e em caso de alterações por acréscimo de modelo(s).

j) A Certificação de BPF é válida por 02 anos à partir da data de publicação em Diário Oficial da União.

A Dunnia está qualificada à auxilar sua empresa neste procedimento.

Anvisa

Viva a vida!

Viva a vida!

O dia mais Belo! Hoje.

A coisa mais fácil! Errar.

O maior obstáculo! O medo.

O maior erro! O abandono.

A raiz de todos os males! O egoísmo.

A distração mais bela! O trabalho.

A pior derrota! O desanimo.

A primeira necessidade! Comunicar-se.

O que mais lhe deve fazer feliz! Ser útil ao demais.

O maior mistério! A morte.

Nosso pior defeito! O mau humor.

A pessoa que nos é mais perigosa! A MENTIROSA. (Falsa)

O sentimento mais ruim! O rancor.

O maior presente, o mais belo que podermos dar! O PERDÃO.

O bem mais imprescindível!

.... sempre o amor.

Jogo compulsivo



Existem muitas e variadas interpretações a respeito do jogo compulsivo. Um jogador compulsivo é descrito como uma pessoa, cujo o jogo tenha causado contínuos e crescentes problemas em quaisquer aspectos de sua vida.

Trata-se de uma doença, progressiva por natureza, que não pode ser curada, mas pode ser detida.

Antes de chegarem a Jogadores Anônimos, muitos jogadores compulsivos consideravam-se moralmente fracos.

A visão de Jogadores Anônimos é que os jogadores compulsivos são pessoas doentes que podem recuperar-se, se derem o melhor de si para seguir um Programa que já provou ser um sucesso para milhares de homens e mulheres com problema com o jogo.

Lamentavelmente, o indivíduo desconhece que a maior parte do tempo está sendo gasto com o jogo. O jogador é a última pessoa a se dar conta do problema. Familiares e amigos, geralmente são incentivadores na procura de ajuda e recuperação.

Se você tem algum conhecido, com problemas de jogo, encaminhe-o a Jogadores Anônimos.

Contato SP
(11) 3229-1023 jogadoresanonimossaopaulo@gmail.com
Contato RJ
(21) 2516-4672 jogadoresanonimos@yahoo.com.br

Perguntas e respostas sobre o jogador compulsivo

1) Qual é a primeira coisa que um jogador compulsivo deve fazer para parar de jogar?

O jogador compulsivo precisa estar disposto a aceitar o fato de que está sob o domínio de uma doença e ter o desejo de ficar bem. Nossa experiência tem demonstrado que o programa de Jogadores Anônimos sempre funcionará para qualquer pessoa que tenha o desejo de parar de jogar.

2) É importante saber por que jogávamos?

Talvez, entretanto, com relação a parar de jogar, muitos membros de Jogadores Anônimos abstiveram-se do jogo sem o benefício do conhecimento da razão porque jogavam.

3) Quais são algumas das características da pessoa que é jogador compulsivo?

1. INCAPACIDADE E RESISTÊNCIA EM ACEITAR A REALIDADE. Daí a fuga para o mundo de sonhos do jogo.

2. INSEGURANÇA EMOCIONAL. O jogador compulsivo sente-se tranqüilo emocionalmente somente quando está “na ativa”. Não é raro ouvir-se um membro de Jogadores Anônimos dizer: - O único lugar no qual eu realmente me sentia à vontade era quando estava sentado à uma mesa de poker. Lá eu me sentia seguro e confortável. Não eram feitas nenhumas grandes exigências de mim. Eu sabia que estava me destruindo, mas mesmo assim sentia ao mesmo tempo um certo sentimento de segurança.

3. IMATURIDADE. O desejo de ter todas as boas coisas da vida sem qualquer grande esforço de sua parte parece ser uma característica comum na personalidade dos jogadores com problema. Muitos membros de Jogadores Anônimos aceitam o fato de que não desejavam crescer. Inconscientemente sentiam que poderiam evitar uma responsabilidade madura através da aposta, pelo girar de uma roleta ou virada de uma carta, e assim a luta para fugir à responsabilidade finalmente tornou-se uma obsessão inconsciente. Além disso, o jogador compulsivo parece ter um forte desejo interior de ser o “manda chuva” e precisa sentir-se como o todo poderoso. O jogador compulsivo está disposto a fazer qualquer coisa (geralmente de natureza anti-social) para manter a imagem que deseja que os outros vejam.


4) Qual e o maior sonho do jogador compulsivo?

Sonhar alto é outra característica comum dos jogadores compulsivos. Gastam um tempo enorme criando imagens das coisas grandes e maravilhosas que irão fazer logo que ganharem um grande prêmio. Eles sempre se vêem como pessoas bem filantrópicas e charmosas. Podem sonhar em presentear membros da família e amigos. Tristemente, eles sonharão mais sonhos e é claro terão mais sofrimento. Ninguém pode convencê-los de que um dia os sonhos que criaram não se tornarão realidade.


5) O jogo compulsivo não é basicamente um problema financeiro?

Não, o jogo compulsivo é um problema emocional. A pessoa que está dominada por esta doença inventa montanhas de problemas aparentemente insolúveis. É claro que criam problemas financeiros , mas também têm que enfrentar problemas legais, de emprego e matrimoniais. Jogadores compulsivos descobrem que perderam amigos e que são rejeitados por parentes. Dentre as sérias dificuldades que aparecem, os problemas financeiros parecem ser os mais fáceis de resolver.

Quando um jogador compulsivo ingressa em Jogadores Anônimos e para de jogar, a renda normalmente aumenta e não há mais o desperdício financeiro que era causado pelo jogo. Rapidamente as pressões financeiras começam a ser atenuadas. Os membros de Jogadores Anônimos descobriram que o melhor caminho para a recuperação financeira é através do trabalho árduo e do pagamento de nossas dívidas. Pedir emprestado ou emprestar dinheiro (fazer fianças) é prejudicial à nossa recuperação e não deveria ocorrer dentro de Jogadores Anônimos.

O problema mais difícil e demorado que terão que enfrentar é conseguir efetuar uma mudança de caráter neles mesmos. A maioria dos membros de Jogadores Anônimos consideram isso como seu maior desafio e que deveria ser trabalhado imediatamente e continuamente por toda a sua vida.

6) Por que o jogador compulsivo não pode simplesmente usar a força de vontade para parar de jogar?

Acreditamos que a maioria das pessoas, se são honestas, reconhecerá sua falta de poder para solucionar certos problemas. Quando se trata do jogo, conhecemos muitos jogadores problemáticos que eram capazes de ficar em abstinência por longos períodos, mas sucumbiam ao jogo em virtude de um número de circunstâncias especiais.

Começavam a jogar sem pensar nas conseqüências. As defesas com que contavam, somente por intermédio da força de vontade, eram vencidas por qualquer motivo banal para fazer uma aposta.

Descobrimos que a força de vontade e o auto-conhecimento não são de ajuda nos momentos em que nos falta a razão, mas sim o apego aos princípios espirituais que parecem solucionar nossos problemas. A maioria de nós sente que a crença em um Poder superior a nós é necessária para que possamos refrear o desejo de jogar.


7) O que é o Programa de Recuperação?

É um Programa de 12 Passos usado pelos membros de JA para o seu crescimento pessoal. Pelo uso do programa em suas atividades diárias, jogadores compulsivos não apenas diminuiram o desejo de jogar, como também melhoraram outros aspectos de suas vidas.

8) Jogadores Anônimos é uma sociedade religiosa?

Não. Jogadores Anônimos é composto de pessoas de muitas crenças religiosas e também de agnósticos e ateus. Para fazer parte de JA não se requer qualquer crença religiosa como condição, a Irmandade não pode ser descrita como uma sociedade religiosa.


9) Jogadores Anônimos quer abolir o jogo?

Não. Jogadores Anônimos não emite opiniões sobre questões externas. Assim sendo, não se manifesta sobre a extinção do jogo.


DEPOIMENTOS

O Programa de Recuperação de JA

Meu nome é Paula. Sou uma jogadora compulsiva em recuperação.
Cheguei a esta irmandade em 1997, arrasada moral, emocional e financeiramente. Tinha perdido completamente o controle sobre a minha vida.
Minha recuperação não foi fácil, pois tudo estava muito confuso dentro de mim. Já não sabia o que mais me atormentava, se o sofrimento moral ou se as perdas materiais, pois cheguei quando havia acabado com todas as reservas feitas durante uma vida. Cheguei para parar de jogar, mas encontrei um Programa que não era só para parar de jogar! Encontrei um Programa espiritual profundo. Foi difícil parar de jogar, por ter demorado a entender o Programa. Brigava muito com as perdas financeiras.
Só entrei no Programa quando admiti as perdas materiais. E entreguei minha vida a um Poder Superior, que para mim é Deus. Só então entrei em recuperação e consegui parar de jogar e resgatar minha vida e meus antigos valores.
Quando cheguei logo nas primeiras reuniões, depois de desabafar e colocar para fora todo o lixo que estava pesando e me incomodando, quis logo praticar o 12º Passo. Apaixonei-me por ele logo na primeira noite em que li toda a apostila. Ledo engano. Na verdade eu queria pular todos os outros passos, e ir logo praticar o último. Só Deus sabe quantas vezes fui do 1º ao 12º Passo, sem ter de fato feito o 1º Passo. Foi minha filha que nunca freqüentou uma sala de J.A. ou Jog Anon, que me alertou: Sabe por que você recaiu? Porque você foi do 1º ao 12º Passo, mas ainda não aceitou o 1º. Estava certa, mas, continuei insistindo.
Passei por muitas dificuldades emocionais. Aqui descobri como o meu emocional sempre esteve mal, e como isto me levava às recaídas. Mas, com a ajuda de Deus e dos irmãos e irmãs em JA, fui encontrando o equilíbrio.
Sou profundamente agradecida aos irmãos e irmãs em JA: Aos que permaneceram na irmandade e aos que só passaram por ela e não permaneceram; mas, muito contribuíram com seus depoimentos para a minha recuperação. Penso nessas pessoas e Rogo a Deus por elas.
Graças a todos aprendi a conjugar o verbo na 1ª pessoa do plural, pois cada irmão ou irmã que chega a JA faz parte de nós, pois somos uma irmandade. Como uma irmã costuma dizer; os irmãos se desentendem, brigam, mas se algum precisar, os irmãos estão sempre presentes para ajudar.

Desejo a vocês, meus irmãos e irmãs em JA, o mesmo que desejo para mim: vinte e quatro horas de Paz, Serenidade e Abstinência.
Aqui encontrei Deus e com Deus encontrei a Paz, Serenidade e mantenho minha abstinência do jogo

PAULA – São Paulo – Enviado em fevereiro de 2009.



Jogo: Uma compulsão insidiosa

Revisitando meu passado ainda recente, dou-me conta de ainda ficar incrédulo e por vezes cético quanto as causas que me levaram a ruína, tanto espiritual, quanto emocional, moral e financeira.
Vez por outra me pego imaginando que o inferno foram realmente os outros...
ou as circunstâncias... talvez a sorte que de repente tenha-se tornado madrasta... ou quem sabe, urucubaca mesmo. Mas como cético, desconfio desta última hipótese.
Fazendo este prólogo apenas para expor minhas armadilhas mentais, as racionalizações que justificavam o injustificável, por completamente insano.
O jogo na realidade foi uma consequência, assim como já estas racionalizações haviam ditado me comportamento adicto em outras compulsões igualmente autodestrutivas. Foram tão somente campos férteis para a expansão
de meus defeitos de caráter, qual sejam a arrogância e prepotência, subprodutos da vaidade, de meu egocentrismo e individualismo.
O jogo talvez seja a mais egoísta das compulsões, pois para nos darmos bem, desejamos mais é que os outros se lasquem, mesmo.
Talvez por isso me identificasse (ainda me identifico, por vários outros motivos) com as letras de Tim Maia que dizia: "...uns nascem para sofrer, enquanto outros riem..."
Mas uma das principais características do arrogante, entre tantas outras, é de jamais se considerar arrogante. Sem falar das mentiras, da desonestidade, da manipulação, e outras coisitas mais, como sempre minimizar seus defeitos ou empurrar a sujeira para debaixo do tapete.
A arrogância no fundo era (ainda é, em certo grau) uma máscara para a falta de integridade pessoal de valores que foram sufocados ou mesmo tragados pelo jogo compulsivo, hoje, para mim, pessoalmente, a mais insidiosa das compulsões.

J.G - São Paulo - Enviado em outubro de 2008.



Primeiro Passo de Recuperação

Para mim, não foi complicado dar o 1º passo. Antes mesmo de descer aqueles degraus da igreja Sta. Efigênia em direção à minha primeira reunião, já havia admitido e aceito minha total derrota e perda de domínio de minha vida.
Cheguei literalmente de joelhos, pois ao adentrar a igreja procurei pela imagem de S.Judas Tadeu, a quem se atribui ser o santo das causas impossíveis e de casos desesperados como o meu. Talvez não tenha identificado sua imagem, mas creio que mesmo assim o santo diante do qual me ajoelhei e orei deve ter passado o recado.
Quando cheguei a J.A. não havia mais portas em que bater, nem mesmo batentes haviam sobrado, para dar uma dimensão da realidade que me cercava. Precisava de uma janela, uma fresta que fosse, de esperança de resgate de minha sanidade, de minha integridade, diria mesmo do meu EU, de minha personalidade. O jogo havia me transformado em uma “COISA”.
Hoje, decorridos, 02 anos e 02 meses, J.A vem resgatando minha verdadeira essência, sei que os rescaldos de tanta destruição ainda demandarão tempo considerável para serem sanados, muitas pontes que detonei com minha compulsão não poderão ser reconstruídas, resta-me hoje, tentar lidar com sentimentos de culpa, auto-piedade, frustração e ressentimentos que vez ou outra afloram em meus pensamentos e abalam minha estrutura emocional.
Situações altamente constrangedoras e humilhantes também tive que passar nesse período de abstinência, afinal, são as conseqüências. Seria irreal imaginar que poderia me safar delas, de todo esse doloroso processo de recuperação. Mas como jogador que continuo sendo, hoje eu aposto no programa de Jogadores Anônimos, uma programação de VIDA e de ESPERANÇA, acima de tudo!
24 Horas.

JG - São Paulo - Enviado em dezembro de 2008.



A importância do Grupo

Meu nome é Carlos Alberto, sou um jogador compulsivo em recuperação, de Florianópolis - SC.
Minha adição foi pelo jogo do bicho. Comecei a jogar com a idade de 17 anos em 1962, quando fui para o Rio de Janeiro. Solteiro ainda e, distante de minha família, comecei a sair com um grupo de amigos e, entre uma cerveja e outra, fazia uma aposta para passar o tempo. Essas apostas foram tomando proporções maiores e, quando dei por mim, já estava tomado pelo vício. Aí, juntou o jogo, a bebida e o cigarro.
Em 1991, retornei para Florianópolis, minha terra natal, onde continuei com os malditos vícios: Jogo, bebida e cigarro. Juntamente com o jogo do bicho vieram também as máquinas; foi quando conheci o fundo do poço. Estava no fundo do poço, quando assistindo a um canal de televisão, deparei-me com uma reportagem que falava sobre Jogadores Anônimos. Procurei saber o telefone da pessoa responsável e, foi essa a minha salvação.
O grupo estava em seu início e pela força do Poder Superior, a pessoa que me atendeu me deu o endereço e disse que seria a terceira reunião do grupo. Isso aconteceu no dia 26 de janeiro de 2002. O grupo teve a sua primeira reunião no dia 22 de janeiro do mesmo ano. Nesse tempo de grupo eu tive 04 recaídas.
No dia 02 de julho de 2008, o Poder Superior se manifestou outra vez, por meio de um dono de casa de jogo de bicho. Ele chegou até a minha pessoa e disse para eu sair dessa vida que, não dava camisa a ninguém e que eu não ganharia nunca. Aí, no dia 03, eu procurei novamente o grupo, de onde estava afastado há quase dois anos. Portando, com a graça do Poder Superior, no dia 3 de julho de 2009 completarei 07 anos, 05 meses e 07 dias de grupo, e 01 ano de abstinência, desde a minha última recaída.
Quero dizer também que, com a minha boa vontade e com a ajuda do Poder Superior, deixei também de fumar e de beber. Agradeço em primeiro lugar ao Poder Superior e depois à minha esposa que, não deixou, em nenhum momento, de me dar força para eu controlar a minha doença.
Aos meus irmãos de grupo, também agradeço por me escutarem todas as vezes que nas reuniões dou o meu depoimento. Essa força é essencial para a minha recuperação.
Por fim, quero dizer aos irmãos que desejam se afastar de seu grupo, que não o façam, pois o afastamento da sala é uma prévia para a recaída.
Obrigado por terem lido esse meu depoimento e desejo a todos, 24 horas de Paz, Serenidade e Abstinência.

CA - Florianópolis - Enviado em junho de 2009.



Sofrimento e Recuperação

Conheci o bingo no ano de 1999, e foi com o pai da minha filha, me lembro que naquela noite ficamos por volta de uma hora, jogamos nas máquinas e ganhamos, era tanto dinheiro que achei que era o local exato para eu ganhar dinheiro e melhorar de vida. No início ia a cada 20 dias e às vezes, uma vez por mês. Até que no mesmo ano saí de férias e como não tinha nada para fazer resolvi ir até o Bingo Cruzeiro do Sul (Santana) e comecei a jogar até perder todo o dinheiro das férias. Achei um absurdo, pois trabalhei o ano todo e em questão de meia hora já havia perdido tudo, na ânsia de recuperar meu dinheiro, passei a frequentar mais vezes, até o momento em que já não buscava mais o prazer do jogo e sim recuperar o perdido. Perdi a noção do dinheiro, tempo, auto-estima, dignidade, amor próprio, dentre outros que joguei dentro do buraco daquelas máquinas. Já não me alimentava, não trabalhava, cheguei a receber duas cartas de advertência da empresa que trabalho, mas nada do que aconteceu fez com que eu parasse de jogar.
Lembro que deixei minha filha, na época menor de idade, do lado de fora do bingo para jogar, peguei dinheiro com agiotas, empréstimos nos bancos e com pessoas conhecidas, simulei assaltos, menti, manipulei, virei um trapo humano.
Eu achava que meu problema era financeiro e não o jogo, que, aliás, aquelas máquinas me fascinavam pelas luzes, era como se eu estivesse dopada e não percebia o tempo passar, quando jogava eu esquecia, deixava meus problemas fora de questão. Aliás, sempre tinha uma máquina preferida para eu jogar e não gostava quando tinha alguém no meu lugar, ou quando ficavam parados ao meu lado, eu achava que estavam gorando a máquina. Loucura total de uma doente.
Ingressei em Jogadores Anônimos no dia 25/11/02 e desde então nunca mais joguei. Cheguei cheia de dívidas e totalmente derrotada como pessoa, aprendi que tenho que viver um dia de cada vez, foi muito difícil no início ficar sem jogar, mas estou conseguindo aos poucos, hoje são quase 07 anos sem fazer uma aposta. No início da recuperação ia a todas as reuniões de São Paulo, fiz 90 dias/90 reuniões e se não tivesse conhecido Jogadores Anônimos hoje talvez eu estivesse louca, porque o jogo estava me levando à loucura ou quem sabe já estivesse morta ou presa e é exatamente isso que faz a doença da compulsão: Loucura, morte ou prisão.
Hoje levo uma vida totalmente diferente, já não preciso do jogo para resolver meus problemas, vivo com qualidade de vida e o que ganho em dinheiro é oriundo do meu trabalho. Hoje já paguei todas as dívidas relativas ao jogo. Vale à pena ficar sem jogar, conheci pessoas maravilhosas e assisto duas reuniões por semana, vale à pena entrar em recuperação e sempre agradeço ao meu Poder Superior (Deus como eu acredito) por mais 24 horas.

MA - São Paulo - Enviado em junho de 2009.



Enfrentando a compulsividade

Há 10 anos entrei para o J.A.. Fui recebida com muito carinho, embora estivesse muito tensa e sofrida, pois não conseguia me livrar do jogo e achava que, para mim não existia mais solução. O Passo lido foi o 1º de Recuperação. Ao ouvir e entender que, o que eu tinha, era uma doença chamada compulsividade, senti um enorme alívio. Eu só ouvia dos meus familiares que, eu era uma sem-vergonha, mentirosa, viciada e que eu não tinha mais limites para distinguir o que era certo ou errado. Que eu não passava de uma pessoa sem caráter. Isto me fazia muito mal, porque na realidade eu não sabia o que se passava comigo. Eu não queria mais jogar e, no entanto, todo dia eu saia para jogar e voltava de madrugada com enorme peso na consciência. Por que eu fazia aquilo? Por que eu não conseguia parar?
Naquela primeira reunião percebi que eu precisava de ajuda e que eu poderia deter a doença, mas que nunca me livraria da compulsividade, uma vez que, ela fazia parte de mim. E, isto eu percebi com o tempo, que eu tinha que estar sempre alerta para que a compulsividade não migrasse para outras coisas. Depois de uma semana no J.A., entrei nas Lojas Americanas e comprei duas bolsas cheias de mercadorias. E estava feliz da vida, pois tinha gasto o dinheiro em algo útil. Dois dias depois, novamente cheguei com duas bolsas repletas e a minha mãe me olhou e perguntou se eu estava precisando de todas aquelas coisas. Surpresa eu respondi que não, mas que, finalmente, eu estava gastando o dinheiro com coisas e não com o jogo. Ela me olhou seriamente e me alertou que eu tivesse cuidado para não me tornar uma compradora compulsiva e que era melhor que eu colocasse o dinheiro na poupança para equilibrar o meu orçamento. Foi um alerta que me ajudou e me ajuda até hoje. Fico me vigiando constantemente e a qualquer indício de compulsividade eu recuo imediatamente. E, isto, já me aconteceu várias vezes.
Nestes dez anos, aprendi a crer num Poder Superior, entregar-me a Ele e pedir que eu aceite a minha doença, e com a ajuda Dele trabalhe e me livre dos meus defeitos de caráter e, sempre, peço a este Poder Superior que me dê a Serenidade para que eu possa receber bem aquele que ainda esteja sofrendo, pois ele também é parte importante de minha recuperação.
Os Passos de Recuperação, os Passos de Unidade e a prestação de serviço foram e, sempre, serão o caminho para a minha libertação do jogo, que tanto mal me causou.
Eu só posso agradecer ao Poder Superior, a esta Irmandade e a todos os Irmãos, que através de seus depoimentos, me ajudaram nesta caminhada de dez anos, longe do jogo.

Susie - Rio de Janeiro – Enviado em agosto de 2009.


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Medicamento (Tamiflu) para gripe suína vai ser oferecido nas Farmácias Populares


Governo também vai pagar parte de medicamento comprado na rede privada

Publicidade da vacinação começa na TV

Governo vai avisar data por e-mail

Indígenas do Pará tem primeiro caso da gripe
O remédio oseltamivir, vendido comercialmente como Tamiflu e usado no tratamento da gripe A (H1N1), conhecida como suína, estará disponível em farmácias populares a partir do mês que vem. O Ministério da Saúde publicou uma decisão sobre o assunto no Diário Oficial da União nesta sexta-feira (5).

O medicamento, que já estava disponível em hospitais da rede pública, agora será oferecido em unidades do programa Farmácia Popular do Brasil, que tem 530 unidades próprias espalhadas por 411 cidades. Nesses locais o produto será grátis. Os pacientes devem ter uma receita médica com validade de no máximo cinco dias, que será retida na farmácia. O ministério diz ter enviado 700 mil tratamentos aos Estados e que a previsão é que esse número chegue a 2 milhões até o fim do ano. O gasto deve ser de R$ 60 milhões do governo federal.

O Tamiflu também vai ser vendido em farmácias privadas que têm o selo Aqui Tem Farmácia Popular, em que existe uma parceria das empresas com o governo. Nesses locais o remédio pode ter até 90% de desconto para o consumidor final – essa parte é custeada pelo ministério. O resto é pago pelo consumidor.

No caso desses estabelecimentos a oferta depende da capacidade do laboratório fabricante, a Roche – esses medicamentos não são repassados pelo governo, mas sim comprados diretamente do fornecedor. O ministério disse não ter estimativa de quanto isso vai custar aos cofres públicos.

Recentemente o ministério comprou 6,4 milhões de tratamentos de oseltamivir e 3 milhões de unidades da versão infantil do medicamento.

Bebê com 275 gramas sobrevive ao parto na Alemanha



Ele nasceu na 25ª semana de gestação, em junho de 2009.

Trata-se do 4º caso no mundo, e o primeiro de um menino.

Um bebê que nasceu em 25 de junho do ano passado na Alemanha com 275 gramas tornou-se o menor do sexo masculino a sobreviver, anunciou nesta quinta-feira (4) a Universidade de Medicina de Göttingen. Trata-se do quarto bebê do mundo a sobreviver ao parto com um peso tão baixo.

Os outros três casos são de meninas. As chances de uma menina prematura sobreviver são 25% maiores, segundo a universidade.

O menino ficou seis meses na unidade de terapia intensiva e teve alta em dezembro, com 3,7 kg. “Por sorte, não ocorreram complicações severas como derrames cerebrais ou infecções letais”, comemorou o médico Stephan Seeliger, responsável pelo caso (crédito: divulgação / Universidade de Medicina de Göttingen, Alemanha)

Ig
EFE

Prematuros

Um em cada dez nascimentos em todo o mundo é prematuro, diz OMS
Índice de sobrevivência é pequeno em países pobres.
Países ricos, porém, também registram números crescentes.

Prematuros têm menores chances de sobrevivência em países pobres, diz OMS (Foto: Kevin Nielsen/SXC )Um em cada dez dos mais de 130 milhões de nascimentos registrados no mundo, todos os anos, é prematuro. A maioria em países pobres, onde as chances de sobrevivência são menores, afirmou nesta segunda-feira (4) a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Um artigo publicado na agência de notícias da ONU também informa um “aumento dramático” de casos de nascimentos prematuros nos países desenvolvidos nos últimos vinte anos. O artigo chama atenção para o problema na América do Norte e em partes da Europa.

Baseado em estudos realizados a partir de meados da década de 1990 até 2007, os especialistas chegaram à conclusão de que 85% dos nascimentos ocorridos antes da 37ª semana de gestação ocorreram na Ásia – mais de 70 milhões – e na África – mais de 40 milhões.

No entanto, os maiores índices foram detectados na África, cerca de 12%, e América do Norte, com 10,6%, de acordo com o artigo da OMS. Na Europa, esse índice é de apenas 6,2% e na América Latina e no Caribe, 9,1%.

"Muitos dos bebês prematuros na Ásia e na África não têm acesso a tratamentos de saúde", afirmou Lale Say,um dos autores do estudo.

Reuters

3.05.2010

Infecções em UTI neonatal


Medidas simples reduzem infecções em UTI neonatal


Medidas simples e que não demandam gastos, como higienização adequada das mãos, implantação correta de cateteres e acurácia no diagnóstico da sepse (infecção generalizada), podem reduzir significativamente a ocorrência de infecções em UTIs neonatais, sugere uma pesquisa feita no hospital municipal e maternidade Oswaldo Nazareth, no Rio.

Infecção hospitalar é uma das principais causas de morte de recém-nascidos; lavar as mãos evita transmissão de doenças na UTI
A infecção hospitalar é uma das principais causas de morte de recém-nascidos. Após um reforço no treinamento da equipe de profissionais da unidade estudada, o índice de bebês com infecção caiu de 62% para 34%, enquanto o de sepse passou de 47% para 23%.

Além de salvar vidas, a intervenção possibilitou a economia de recursos financeiros ao diminuir o tempo médio de permanência na UTI neonatal de 30 para 20 dias. O uso de antibióticos também caiu: de 11 para 6 dias, em média, assim como a porcentagem dos bebês que precisam tomar o medicamento (de 70% para 55%).

A pesquisa de doutorado foi realizada pelo pediatra Arnaldo Costa Bueno, que passou um ano coletando dados dos bebês internados na unidade e observando a rotina do serviço médico antes de iniciar o treinamento da equipe com base em potenciais boas práticas -ou PBPs, medidas elaboradas por uma rede colaborativa de profissionais de unidades neonatais dos EUA dedicada a melhorar a qualidade dos cuidados com recém-nascidos.

No total, 457 bebês foram divididos em dois grupos: os admitidos no período pré-intervenção e os internados após o início da ação. "Perguntei para os funcionários o que eles sabiam, ensinei como deveriam trabalhar a partir daquele momento, depois cobrei. Eram coisas que já faziam parte da rotina, mas que não ocorriam", diz o autor do trabalho.

Antes da intervenção, oito bebês morreram em consequência de infecção hospitalar -ou 33% do total de mortes-, índice que foi reduzido a zero.

Boas práticas

"Eu testei e aprovei essas potenciais boas práticas. Elas não têm custo e são eficazes na diminuição de óbitos de recém-nascidos. Não há dinheiro para contratar enfermeiras nem para melhorar o laboratório, então tem que usá-las", diz Bueno, que terá sua pesquisa publicada na revista "Pediatrics".

Para Ruth Guinsburg, professora de neonatologia da Unifesp, medidas simples e de baixo custo, como essas, podem funcionar antes de apelar para recursos caros e sofisticados. "Muitas dessas práticas parecem óbvias, mas há um lapso enorme entre o que se prega e o que realmente acontece no dia a dia das UTIs", afirma.

De acordo com Jucille Meneses, do Departamento de Neonatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria, as PBPs podem ser implementadas em qualquer UTI neonatal. "O problema é que já são feitos programas de educação de equipe em várias UTIs, mas é difícil dar seguimento ao processo."

Mesmo assim, ela considera a pesquisa importante. "Precisamos desses estudos para conhecer nossa realidade e corrigir falhas das nossas UTIs. Não adianta ter toda a tecnologia se não existe um bom controle de infecção hospitalar".

Folha de São Paulo

Saiba mais sobre UTI


Recém-nascidos são resfriados para evitar sequelas neurológicas

A bióloga Karina Baratella, 30, ficou apreensiva quando viu o filho Giovanni, então recém-nascido, ser colocado em um colchão que resfriava todo o seu corpo. "Toda mãe quer aquecer seu bebê, colocar cobertor, touquinha. O meu filho ficava lá, só de fraldinha, todo gelado", recorda.

O "sacrifício" foi por uma boa causa: o bebê foi submetido a um novo tratamento que usa a hipotermia para evitar sequelas neurológicas em recém-nascidos que nascem com asfixia. Giovanni tinha nascido desfalecido e "completamente roxo". Karina teve que esperar três dias para ter autorização para pegá-lo no colo e ele ficou nove dias na UTI. Mas hoje, aos dez meses, está bem e os exames não detectaram nenhum problema.


Karina Baratella e o filho Giovanni, que foi submetido ao procedimento e ficou sem nenhuma sequela

Falta de oxigênio

O novo método já foi aplicado pelo Hospital e Maternidade São Luiz em 18 bebês que tiveram falta de oxigenação adequada no cérebro --o que ocorre devido a diversos problemas, como descolamento da placenta. A incidência no mundo varia de um a dois casos para cada 1.000 nascimentos, e o problema pode levar à paralisia cerebral, com sequelas motoras e cognitivas.

Pela técnica, usada só em casos moderados ou graves e no máximo seis horas após o parto, o corpo do bebê é resfriado até atingir a temperatura de 33 a 34 graus. Ele permanece assim por 72 horas. "O metabolismo cerebral diminui e, por vários mecanismos, é reduzida a morte de neurônios", resume Miriam Rika, neonatologista do Hospital São Luiz.

Estudos

No Brasil, a hipotermia é induzida por um colchão. Em alguns países, é usado um capacete que resfria só a cabeça. Em centros com menos recursos, pode ser feita até com gelo.

O tratamento convencional só combate as consequências do problema. "Não havia nada que atuasse na evolução da doença", diz Rika. Pesquisas mostram que o índice de mortalidade diminui de 38% para 24% após a hipotermia e as sequelas neurológicas após 18 meses, de 30% para 19%.

O método não é mais considerado experimental e vem sendo corroborado por diversos estudos internacionais.

Um estudo realizado pelo Imperial College de Londres e que será publicado na edição de janeiro do "Lancet Neurology" constatou que resfriar o corpo de bebês para 33 ou 34 graus após o nascimento em casos de asfixia ajuda a reduzir de 30% a 40% os riscos de lesões neurológicas em áreas do cérebro relacionadas ao desenvolvimento da criança.

Os pesquisadores também observaram que os recém-nascidos que foram resfriados apresentaram três vezes mais chances de ter resultado de ressonâncias magnéticas normais.
Foram avaliados 325 bebês de 2002 a 2006.

Colaborou JULLIANE SILVEIRA