3.11.2010

Ritalina: A Pílula da Inteligência





Este medicamento promete dar superpoderes ao cérebro: a Pílula da Inteligencia.
A pílula da inteligência já está sendo usada por vestibulandos, concurseiros, estudantes universitários, empresários e médicos residentes, que têm um ritmo de estudo e de trabalho muito intensos. Ela foi lançada este ano com nome de Stavigile, cuja substância é a modafinila.

A Riataliana funciona da seguinte maneira:

Acelera a transmissão entre um neurônio e outro e atua na substância reticular ativadora cerebral, que é um grupo de neurônios que mantém a gente em estado de vigília.
A sensação de estar inteligente é porque mantém a pessoa mais alerta e mais concentrada.

O medicamento promete que a pessoa mais concentração nos estudos e no trabalho por até 12horas sem perda do desempenho cognitivo.
Essa nova droga não causa dependencia, pois é um estimulante não anfetamínico,mas é preciso ter cuidado a pílula não deve ser usada com frequência.
Essa pílula proporciona aquilo que o nosso sistema exige cada vez mais, uma funcionalidade e pontecialidade maior.
Como isso está cada vez mais frequente em nosso dia-a-dia, nosso corpo já não corresponde tão naturalmente a este pedido.

Abaixo está o depoimento de Marcsos,21 anos,estudante do Rio de Janeiro.

"Fiquei mais inteligente, tudo o que estudo é mais bem aproveitado. Graças ao remédio, passei no vestibular de química e virei um dos melhores alunos da classe. Agora decidi prestar vestibular para economia. Consegui uma bolsa em um cursinho depois de fica em 1º e 2º lugar em vários simulados. Tenho consciência de que outros estudantes também usam o remédio. Mas espero que ele não se popularize. Afinal, se todo mundo tomar como vou me destacar?”

Mas não é de hoje que se fala de "pílulas milagrosas" em 2004 houve toda uam polêmica sobre a Ritalina.

Ritalina é um estimulamte para tratamento de transtorno de défict de atenção e hiperatividade,mas muitas pessoas tomavam o remédio simplesmente para se manter acordado durante o estudo ou trabalho,pois a Ritalina aumenta a concentração e diminui o cansaço.

O grande problema da Ritalina na época em foi que os jovens trituram as pílilas e cheiram o pó,outros diluam o comprimido em água, para injetá-lo na veia. Essas injeções, no entanto, podem causar complicações sérias. Pequenos pedaços da pílula podem obstruir vasos sanguíneos e levar a distúrbios pulmonares e cardiovasculares graves. Por último, há garotas que usavam do remédio para emagrecer que é um efeitos colaterais da Ritalina descrito na bula.

Outra grande polêmica foi que alguns escolas estavam aconselhando os pais a dar Ritalina para seus filhos,para que os mesmo tenham mais estimulo para estudar,mas foi provado que a Ritalina causa atraso no crescimento das crianças,por isso o remédio so deve ser consumido com presprição médica.

Mas a verdade é que a maior parte das pessoas já consome substâncias para turbinar a cabeça. Quando você toma uma xícara de café para ficar mais ligado, está ingerindo cafeína e isso provocando alterações no próprio cérebro. Se acorda doente e toma um antigripal para trabalhar melhor também por que vários remédios desse tipo contém um estimulante, fenilefrina.

"BOASPRATICASFARMACEUTICAS" ADVERTE SEMPRE: QUALQUER MEDICAMENTO DEVE TER ACOMPANHAMENTO E PRESCRIÇÃO DE UM MÉDICO ESPECIALISTA.
NÃO A AUTOMEDICAÇÃO


Saiba mais:

Ritalina
O que é e para que serve ?
A ritalina é o metilfenidato, um estimulante do grupo dos anfetamínicos. Suas principais indicações são para o tratamento do défict de atenção com hiperatividade em crianças e depressão no idoso. Existe muito preconceito contra essa medicação, mesmo por parte de médicos. Apesar das substâncias desse grupo serem muitas vezes usadas de forma ilegal por proporcionarem estados alterados de consciência. Sua eficácia e segurança médicas quando são usadas corretamente, estão mais do que comprovadas.


Como é usado ?
A dose usada em crianças a partir de seis anos varia entre 2,5 a 5mg por dia inicialmente, que pode ser elevada ao máximo de 60mg por dia. A dose, de acordo com o peso da criança, é de 2mg / Kg de peso. As doses devem ser dadas preferencialmente pela manhã e na hora do almoço, para não prejudicar o sono. Esta medicação é retirada rapidamente de circulação pelo fígado. Quando a finalidade é melhorar o desempenho acadêmico não haverá necessidade de tomar a medicação nos fins de semana e nas férias. Apesar dessa medicação induzir a dependência nos usuários sem transtorno de hiperatividade, os estudos nessa área mostram que dificilmente uma criança que tenha feito uso prolongado se tornará dependente. Isto é um dado constatado.
Os idosos que não toleram os efeitos colaterais dos antidepressivos podem se beneficiar da ritalina. Estudo feito com esta população, mostrou ser uma medicação eficaz com risco de dependência praticamente zero.

Considerações importantes
Não deve ser usado em pacientes em uso de tranilcipromina ou equivalente, em pacientes com arritmias cardíacas, com a síndrome de Tourette, em pacientes psicóticos, com distúrbios de movimentos e com problemas na produção de células sanguíneas. É preferível evitar durante o primeiro trimestre da gestação, apesar de nunca ter sido comunicado efeito deletério no feto.

Fonte:Psicosite

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Metilfenidato (Ritalina)

Metilfenidato (nome comercial Ritalina) é uma substância química utilizada como fármaco, estimulante leve do sistema nervoso central com mecanismo de ação ainda não bem elucidado, estruturalmente relacionado com as anfetaminas.[3] É usada para tratamento medicamentoso dos casos de transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), narcolepsia e hipersônia idiopática do sistema nervoso central (SNC).

A TDAH é um transtorno metabólico neural, que resulta em comportamentos mal adaptados; o metilfenidato pode favorecer a quebra do "círculo vicioso" criado pela hiperatividade em especial.

Como toda medicação, o metilfenidato deve ser usado e dosado por profissional médico especializado neste tipo de transtorno. Por ser uma medicação psicoestimulante, seu uso provocaria uma maior produção e reaproveitamento de neurotransmissores, a exemplo: dopamina e serotonina.

Entretanto, há controvérsia sobre a produção e reaproveitamento da serotonina pelo cérebro das pessoas portadoras do TDAH. Especialistas no transtorno, atualmente, não crêem que haja prejuízo no controlo deste neurotransmissor, ao contrário do que ocorre com a noradrenalina.

História
O primeiro estudo clínico de que se tem registro, avaliando a eficácia de um estimulante para o tratamento da síndrome de hiperatividade, data do ano de 1937. Charles Bradley dirigiu, então um estudo em que se administrava anfetamina (benzedrina) a um grupo de crianças hiperativas.[4] As conclusões da experiência foram entusiasmantes: observaram-se progressos significativos.[5]

Anos mais tarde, em 1944, sintetizou-se pela primeira vez o metilfenidato. Durante a Segunda Guerra Mundial experimentaram-se inumeros variantes químicos da anfetamina, em busca de moléculas análogas, mas com efeitos colaterais menos severos.

Em 1954, o novo composto foi patenteado. A ação do metilfenidato sobre o organismo humano revelou, comparado às classes farmacêuticas conhecidas até o momento, surtir menos efeitos colaterais neurovegetativos (sobretudo, vasoconstritores e broncodilatadores). Reações adversas como a redução do apetite e a insônia mostraram-se menos frequentes e melhor toleradas.

Indicações originais
A companhia farmacêutica Ciba (precursora da Novartis) lançou o produto no mercado em 1955, com o nome de Ritalina. Foi utilizado em uma série de indicações. Não tardaram a chegar as primeiras informações sobre sua função nos tratamentos de narcolepsia.
O Physician's Desk Reference de 1957 afirmava que estava indicado em casos de fadiga crônica e estados de letargia e depressivos, incluindo aqueles associados com agentes tranquilizantes e outras drogas, conduta senil perturbada, psiconeuroses e psicoses associadas com depressão.

No começo dos anos 1960, popularizou-se no tratamento de crianças com TDAH. Neste tempo a Ritalina ganhava grande atenção devido a reportagens sobre o uso corrente entre celebridades do mundo político e da ciência, como o astronauta Buzz Aldrin, e o matemático Paul Erdős.

Indicações
Sintomas/doenças Ação terapêutica Indicação Categoría evidência
Depressão secundária Psicoanaléptico Pacientes de idade avançada[11], incluíndo os casos de AVC[12] B
Sedação e dor
Psicoestimulante No câncer, para reduzir o torpor induzido por opióides e potenciar a analgesia[13][14][15] B
Astenia Antiasténico Quando a fadiga está associado ao câncer,[13] VIH ou síndrome da fadiga crônica[16] B
Depressão refratária Psicoanaléptico Pacientes que não respondem a terapia com antidepressivos[17] C
Depressão atípica Psicoanaléptico Quando se tem histórico de resposta à psicoestimulantes C
Obesidade Anorexígeno Em pacientes com intolerância a outras aminas simpaticomiméticas[18] C
Dislexia Nootrópico Crianças maiores de 6 anos e adultos C
Traumatismo cerebral Nootrópìco Alívio das sequelas neurológicas[19] C
Disfunção sexual Psicoestimulante Quando é causada pelo uso de antidepressivos inibidores da recaptacão de serotonina C
Terror noturno Psicoestimulante Crianças maiores de 6 anos e adultos[20] C

Mecanismo de ação

É um potente inibidor da recaptação da dopamina e da noradrenalina. Bloqueia a captura das catecolaminas pelas terminações das células nervosas pré-ganglionares; impede que sejam removidas do espaço sináptico. Deste modo a dopa e a nora extracelulares permanecem ativas por mais tempo, aumentando significamente a densidade destes transmissores nas sinapses. O metilfenidato possui potentes efeitos agonistas sobre os receptores alfa e beta colinérgicos. O fármaco eleva o nível de alerta do sistema nervoso central. Incrementa os mecanismos excitatórios do cérebro. Isto resulta numa melhor concentração, coordenação motora e controle dos impulsos.

Efeitos colaterais
O uso do Metilfenidato pode causar efeitos colaterais como:

Taquicardia
Perda de apetite
Perda de sono
Alteração do humor
Dores no estômago
Ressecamento dos labios

O uso de metilfenidato pode ocasionar efeitos cefaléicos, taquicárdicos, palpitações, hipertensão arterial, febre, erupções cutâneas, queda de cabelo, agressividade, em casos extremos hepatoblastoma, anemia, perda de peso, leucopenia, hipersensibilidade, visão embaçada e convulsões. Pacientes que realizaram o tratamento com metilfenidato e fizeram abuso de bebidas alcoolicas relatam moderada resistência aos efeitos do álcool, porém os efeitos malignos causados por tal abuso resultaram em grande desconforto psiquico e físico. Foi relatado também por estes pacientes que devido a potencialização de felicidade causada pelo aumento de serotonina e de concentração pelo aumento de dopamina estes fizeram uso de superdose do fármaco, cerca de 50 mg, que no caso do paciente é um número cinco vezes maior do que a dosagem prescrita pelo médico. Após três horas da superdosagem o paciente iniciou o quadro de desconforto, tal quadro possuia os seguintes sintomas: nauseas, tontura, hipertermia, cefaléia, agressividade, agitação, taquicardia, midríase e secura das mucosas( associadas a perda de água pela inibição do hormônio ADH em decorrência do uso de àlcool. Conclui-se que o uso de metilfenidato como potencializador do SNC em pacientes na adolescência ou pacientes que tenham qualquer histórico de alcoolismo deve ser revisado evitando casos como o citado a cima.

Posologia
A dose utilizada por crianças até 6 anos ainda não foi estabelecida. Crianças em idade superior aos 6 anos, com déficit de atenção, a dose oral é de 5 mg duas vezes ao dia. A dose pode ser aumentada semanamente entre 5 e 10 mg, até o máximo de 60 mg. Em adultos a dose usual é de 5 a 20 mg, duas a três vezes ao dia.[21]

Considerações importantes
Não deve ser usado em pacientes em uso de tranilcipromina ou equivalente, em pacientes com arritmias cardíacas, com a síndrome de Tourette, em pacientes psicóticos, com distúrbios de movimentos e com problemas na produção de células sanguíneas. É preferível evitar durante o primeiro trimestre da gestação, apesar de nunca ter sido comunicado efeito deletério no feto.

Fonte:Wikipédia

24 comentários:

Marcelo disse...

Gostaria de dizer que tenho 21 anos moro em sao paulo e tenho TDA pra quem é burro e nao sabe transtorno de dificit de atençao e hiperatividade, bom é ignorancia tomar esse remedio, se já tem uma condiçaõ cerebral normal, é fato de ser vagabundo e nao estudar direito, tudo qque eu queria era ter meu cerebro funcionando na capacidade normal de uma pessoa, consigo isso com a ritalina, porem é um remedio forte sendo que se o individuo nao apresenta problema algum no futuro podera ter complicaçoes serias aso SNC como comprovado, a ritalina eleva um TDA a um nivel de uma pessoa normal, e o mais engraçado esse cara que escreveu fala que deixa mais inteligente, na verdade ele deixa o cerebro como um corpo em forma para o exercicio, e nao aumenta a inteligencia.Bom é isso espero que se de bem tomando esse remedio, que vc consiga muito sucesso e dinheiro, pois irá precisar futuramente para tratar doenças psiquicas e neurologicas seu animal egoista que nao usa essa merda perfeita que é seu cerebro , que Deus te deu. Boa sorte ai se dopando viado.

Ane Sarita disse...

morri de rir com esse desabafo. tb tenho e lamento muito ter, naõ queria depender de ritalina. estudo medicina e meu maior medo q eh o dda inflencie de forma negativa a minha vida profissonal, e eu comta algum erro.

Anônimo disse...

"O grande problema da Ritalina na época em foi que os jovens trituram as pílilas e cheiram o pó,outros diluam o comprimido em água, para injetá-lo na veia."

Brasileiro é uma escória mesmo, prefere injetar ou cheira Ritalina, ao invés de engolir o comprimido normalmente.

Anônimo disse...

Esse cara que escreveu tudo isso pra mim não passa de um burro.
Pelo que ele fala Ritalina parece bala que vc compra em qualquer bar de esquina, Como ele pode falar que não causa dependencia ? o remédio é faixa preta e só pode ser comprado com receita amarela. Creio que esse doido que escreveu tudo isso deve ter fumado um antes de postar tanta porcaria a respeido do TDAH
Aqui quem fala é um portador de TDAH

Anônimo disse...

Gostaria de saber , se poderia tomar uma por mês ou por semana, pois estou estudando para me qualificar em inspetor de dutos... è muita matéria... Perco minha atenção e concentração facil... Quero utilizar apenas para o estudo e no momento em que for realizar a prova definitiva.... Depois não seria mas necessario. Alguem aeh acha que isso seria bom?

Anônimo disse...

Minha filha tem TDAH hj ela tem 9 anos, toma ritalinha desde 7, realmente o seu desemprenho escolar mudou eu so tenho medo q ela fique dependente desse remedio e tenha q toma-lo pra sempre

Anônimo disse...

Esse Blog é uma vergonha à saúde!!!!

Diz que é contra a auto-medicação, porém, lança uma matéria dessa com o título "ritalina a pilula da inteligencia", coloca "depoimentos de vencedores" e ainda até as doses....Ridículo!!!!!! Deveria ser interditado!!!!!

Ritalina assim como qualquer medicamento não é pra ser administrado sem o conhecimento médico!!!!

Ritalina VICIA SIM......basta acompanhar um ambulatório de TDAH......Tem efeitos ADVERSOS SIM!!!!!

Fiquem espertos e não caiam em fábulas!!! Ritalina aumenta a inteligência igual ao cogumelo do sol que emagrece, ou ao abdominal shaper que deixa "o abdome sarado"......

Antonio Celso da Costa Brandão disse...

Olá sr(a) Anônimo(a)

"boaspraticasfarmaceuticas" não faz apologia à Ritalina, nem diz que é bom ou ruim à saude.
A nossa função é informar sobre os possíveis causas e efeitos desse medicamento no organismo humano, até para que o leitor possa tirar as suas conclusões, sempre alertando que todo medicamento deve ter um acompahamento médico.
atenciosamente
Antonio Brandão

Luzivander disse...

Sofri um acidente em 1992 mais precisamente 1/10/1992, fiquei em coma 30 dias 20 em coma profundo e 10 em coma superficial hoje em dia sou uma pessoa normal so que estou tendo dificuldades para memorisar algumas coisas como na minha faculdade de Tecnologo em Desenvolvimento de Sistema, nao estou aprendendo muito bem e quero saber se o remedio Ritalina um estimulante celebral vai poder me ajudar porque antes do meu acidente eu era um bom aluno e muito inteligente com uma memoria muito boa, mas quero saber mesmo sobre o remedio Ritalina.OBRIGADO!

Antonio Celso da Costa Brandão disse...

Luzivander
SOMENTE o seu médico poderá lhe orientar.
Abs
Antonio Brandao

Anônimo disse...

Há um grande erro. O modafinil (Slavigile) não é a ritalina! A Ritalina é o metilfenidato e já existe há muitos anos!!! O mecanismo de ação do modafinil é completamente diferente, este não é uma anfetamina. Acho bom corrigir para não enganar as pessoas leigas no assunto.

Antonio Celso da Costa Brandão disse...

Esclarecendo:
Com a modafinila, consumida há 12 anos nos Estados Unidos e Europa, paciente ganha capacidade de concentração e atenção.
Está disponível no mercado o primeiro medicamento brasileiro para tratamento de sonolência diurna associada à Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS). Produzido pela Libbs Farmacêutica, tem como princípio ativo a modafinila (consumida há 12 anos nos Estados Unidos e Europa), que atua no Sistema Nervoso Central, ativando regiões do cérebro responsáveis pela promoção do estado de vigília sem interferir no sono.
O uso da modafinila é recomendável para pacientes com apneia que continuam com sonolência, mesmo após o tratamento com o Continuous Positive Airway Pressure – CPAP, aparelho que elimina a obstrução da via aérea superior por meio de pressão positiva emelhora a oxigenação do sangue durante o sono. “Este sintoma precisa ser tratado, pois pode comprometer a qualidade de vida, o desempenho profissional e a realização de tarefas cotidianas simples, além de expor o paciente a acidentes que podem colocar em risco sua própria vida e a de outras pessoas”, afirma Flávio Alóe, médico do Centro Interdepartamental para os Estudos do Sono do Hospital das Clínicas.
As causas desta sonolência residual ainda não são claras, mas alguns fatores podem estar envolvidos como o uso irregular do CPAP, anormalidades da via aérea superior, que persistam mesmo com o uso do aparelho, ou até mesmo outras causas de sono excessivo, como falta de sono.
A modafinila também tem aprovação da agência regulatória para tratamento de sonolência associada ao trabalho em turno e para combater a narcolepsia – distúrbio neurológico que provoca crises incontroláveis de sono durante o dia, mesmo quando o paciente tenha dormido normalmente à noite.

Antonio Celso da Costa Brandão disse...

Continuando a esclarecer:
Modafinil é um fármaco neurotrópico.

Indicações

Nos Estados Unidos, o modafinil é aprovado pelo FDA para o tratamento da narcolepsia e apneia do sono. Em alguns países seu uso é aprovado também para o tratamento da sonolência diurna. Em 2010 a Agência Europeia de Medicamentos atualizou a lista de indicações do medicamento para apenas sonolência ligada a narcolepsia.[1]
Contra-indicações
Crianças
Hipertensos
Pessoas com arritmias
Nomes comerciais
Stavigile (Brasil). Veja a bula do medicamen
Provigil (Estados Unidos, Reino Unido, Irlanda, Itália, Bélgica)
Vigil (Alemanha)
Modalert, Provake, Modapro, Modafil (Índia)
Modiodal (França, México, Turquia, Grécia, Suécia, Dinamarca, Portugal, Países Baixos)
Modavigil (Austrália)
Alertec (Canadá)
Vigicer (Argentina)
Resotyl, Mentix, Alertex, Zalux (Chile)
Modasomil (Áustria, Suíça)
Vigia (Colômbia)

Anônimo disse...

Por isso que farmacêutico é farmacêutico e médico é médico.
Os primeiros acham que drogas são mercadoria e agem como curandeiros.
O cara que escreveu isso se fosse há 100 anos atrás estaria recomendando coca-cola pra unha encravada e calvície.

Antonio Celso da Costa Brandão Brandão disse...

Aida bem que médico é medico e farmacêutico é farmacêutico.
O farmaceutico é o profissional do medicamento e de maneira nenhuma achamos que drogas são mercadorias, muito pelo contrário nós farmaceuticos lutamos pelo uso racional dos medicamentos levantando a bandeira da não automedicação.

Anônimo disse...

GOSTARIA DE SABER SE POSSO USAR UM POR SEMANA PARA TER MAIS ATENÇAO NOS ESTUDOS, ESTOU FAZENDO URSINHO PARA CONCURSO ESTUDO DE MANHA E DEPOIS NÃO LEMBRO MAIS DA MATERIA, QUERO SABER SE POSSO TOMAR PARA REATIVAR MINHA MEMORIA TENHO 40 ANOS.. DESDE JA AGRADEÇO

Anônimo disse...

Naum acredito muito nessa tal pilula da inteligencia,parece ate filme de esperiencia cientifica.mais ajudaria bastante uma pessoa que naum tem nenhuma condicoes de se dar bem.por causa do egocentrismo da sociedade de buscarem patamares de grandesas retendo assim como sempre as igualdade social,..porque convenhamos naum tem como alguem de menor classe vira um medico...

Anônimo disse...

Cuidado!!!, esse remédio dependendo da "Mg" ele é bastante forte, e só pode ser administrado para quem realmente precisa, provoca danos no cérebro que são irreversíveis. Estarei relatando caso do meu vizinho, que o mesmo usava Ritalina,Cafeina diversos estimulantes para o SNC, para conseguir passar no concurso para "Juiz", o mesmo conseguiu ser aprovado, mais devido grande quantidade de estimulantes hoje ele esta ESQUIZOFRÊNICO.

Anônimo disse...

Sou pesquisador e tomei ritalina por mais de um ano. Ela não aumenta a atenção e nem tampouco a inteligência...o que ocorre é que ela acalma e tira o cansaço. Pelo fato de acalmar (como a fluoxetina só que menos) fica mais fácil manter o foco, os pensamentos ficam menos dispersos. Pelo fato de tirar o cansaço (pessoas com TDAH apresentam muito cansaço físico e mental) é possível estudar por mais tempo e ter mais energia mental para manter o foco, dando a impressão que a pessoa ficou mais inteligente. Parei com a ritalina pois percebi que o meu raciocínio para resolver problemas complexos piorou, isso prova que a ritalina não aumenta a inteligência. Tomar ritalina e ir bem no cursinho ou na faculdade é fácil porque é só decoreba...na vida real para quem trabalha com problemas difíceis e complexos, sem rotina, a ritalina atrapalha. Dica para quem tem TDAH e toma ritalina: diminua a dose para 1cp/dia pela manhã. A ritalina é excelente para tratar depressão: inicie com 1 cp dia pela manhã e depois de 15-30 dias passe para 1 cp a cada 3 dias. Pare de tomar o mais rápido possível!

darling disse...

Oi, achei tudo uma besteira, detonando o cara que toma a ritalina, cada pessoa faz o quer de sua própria vida. E o livre arbítrio onde fica?
Todos que usam qualquer tipo de droga, seja álcool ,cigarro ,remédio controlado, sabe exatamente as suas causas e efeitos. Portanto deixa o cara, que cada um cuide de sua própria vida, coisa que já esta muito difícil, com tantos outros problemas mais urgentes acontecendo ao nosso redor.
Acorda povo e vai olhar como anda suas próprias vidas.

Anônimo disse...

Me tirou da cama. Tenho 64 anos.

Anônimo disse...

amanha vou fazer uma prova e vou tomar só p me concentrar.....e pronto....quero nem saber de ficar tomando sempre.....

Mara Bergman disse...

ritalina stavigile venvanse
tenho receitas
azul amarela carbonada
http://marabergman.wix.com/rece
pagamento por PAGSEGURO

Mãe da Isa disse...

Minha fila também tem nove anos e uma dra. Receitou esse medicamento mas quer saber lendo tudo que li hj inclusive aqui nnão vou mais dar pra ela tomar. REALMENTE fica mais concentrada e faz as provinhas como o de hj..com mais facilidade..mas e no futuro? Meus Deus a Isa é uma criança doendendo de uma química na "cabeça"tdo dia..até quando ou até acontecer o que que efeito isso terá a longo prazo?
Vou procurar outro neuropediatra e aceito sugestões tem que haver uma outra alternativa.