
Existem ao todo cinco especificações da dislexia, são elas:
• Disgrafia: é a dificuldade em escrever, cometendo diversos erros ortográficos.
• Discalculia: é a dificuldade em compreender a linguagem matemática.
• Déficit de Atenção: quando a criança manifesta dificuldades de concentração.
• Hiperatividade: quando a criança possui uma atividade psicomotora excessiva.
• Hiporatividade: caracterizada pela baixa atividade psicomotora da criança.
Diferentes áreas do nosso cérebro exercem funções específicas,
normalmente numa pessoa disléxica o cérebro tende a processar
informações em uma única parte. Sua incidência não é diferenciada por
sexo, acomete tanto meninas como meninos.
Sinais da dislexia:
- Na primeira parte da infância:
• Atraso no desenvolvimento motor;
• Atraso na aquisição da fala;
• A criança apresenta ter dificuldade de entender o que está ouvindo;
• Distúrbios do sono;
• Chora muito e parece inquieta ou agitada, entre outros.
- A partir dos sete anos de idade:
• Lentidão ao fazer os deveres escolares;
• Interrompe constantemente a conversa dos demais;
• Só faz leitura silenciosa;
• Tem grande imaginação e criatividade;
• Tem mudanças bruscas de humor;
• Letra feia;
• Dificuldade com a percepção espacial;
• Confunde direita, esquerda, em cima, em baixo; na frente, atrás;
• Troca de palavras;
• Tolerância muito alta ou muito baixa à dor;
• Dificuldade de soletração e leitura;
• Inventa, acrescenta ou omite palavras ao ler e ao escrever, etc.
-Tratamento:
Não existe um só tratamento para dislexia, porém a maioria enfatiza a
assimilação de fonemas, o desenvolvimento do vocabulário, a melhoria da
compreensão e fluência na leitura. É importante que a criança disléxica
faça leitura em voz alta na presença de um adulto para que esse possa
corrigi-la. É muito importante que a criança receba apoio, seja atendida
com paciência pelos pais, familiares, amigos e professores. Pois a
criança sofre com a falta de autoconfiança, ter esse apoio gera uma
melhora significativa no comportamento do disléxico. É importante que a
criança disléxica seja ensinada por professores capacitados, que tenham
qualificação para ensiná-la, pois um profissional desqualificado pode
agravar o problema de dislexia do indivíduo. A dislexia tem cura, só
depende do profissional e da técnica utilizada no tratamento.
Por Eliene Percília
Equipe Brasil Escola
Fonte: http://www.brasilescola.com/saude/dislexia.htm

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