A pesada campanha
que vem se desenrolando contra a presidente Dilma Rousseff, o afronta de
Israel ao comunicar, via redes sociais, a nomeação do seu embaixador no
país, e os bastidores do movimento financeiro, que também ajudam a
minar a economia que já passa por dificuldades, mostram uma verdadeira
conspiração contra o governo e o próprio Brasil. O pior é que o chefe desses que conspiram é um ex-funcionário tucano, hoje trabalhando numa multinacional brasileira. Dilma RousseffEste
chefe incita a comunidade judaica, muito ligada ao sistema financeiro, a
se posicionar contra Dilma. Na verdade, este ex-funcionário está
incitando contra tudo, inclusive no polêmico episódio do embaixador de
Israel Dani Dayan, que mereceu neste sábado um forte editorial na Folha de S. Paulo,
que se solidarizou com o governo brasileiro pela forma com que Israel
quis humilhar o povo brasileiro. Dani Dayan, nomeado por Benjamin
Netanyahu pelas redes sociais, é um dos líderes de invasões e
construções de bairros israelenses em terras palestinas, o que contraria
a resolução das Nações Unidas, já sendo várias vezes condenado pela
mesma ONU. Este chefe, ex-funcionário tucano, finge defender o
governo de Israel, mas o que se sabe é que o movimento dele é político,
insuflando a comunidade financeira contra o governo brasileiro.
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