5.11.2012

FORMAS FARMACÊUTICAS

1. DEFINIÇÃO
Podemos definir FORMAS FARMACÊUTICAS (ou preparações medicamentosas), como um medicamento disposto para seu uso imediato, e resultante da mistura de substâncias adequadas e convenientes para determinada finalidade terapêutica.
2. SUBSTÂNCIAS COMPONETES DE UMA FORMA FARMACÊUTICA
Uma forma farmacêutica, como mistura que é, contém diversas substâncias que consoante a sua função têm nomenclatura diferente:
Substância Ativa:
Base
Adjuvante
Veículo:ExcipienteEstabilizantes (intermediários)

Corretivos:
Edulcorantes
Corantes
2.1. SUBSTÂNCIA ATIVA - A substância ativa é a parte farmacologicamente ativa de uma determinada forma farmacêutica. No caso de haver mais do que uma substância ativa, teremos:
2.1.1. Base - é a substância ativa, considerada de maior atividade farmacológica, quer pelo seu potencial de ação, quer pelo seu volume ou quantidade; EX: AAS
2.1.2. Adjuvante(s) - é a outra, ou outras, substâncias ativas que vão complementar ou reforçar a ação de base. EX cafeína
2.2. VEÍCULO - O veículo é a parte da forma farmacêutica que lhe confere a forma e o volume, e que confere ao preparado uma maior estabilidade física. Não tem ação farmacológica.
2.2.1. Excipiente - é o veículo que unicamente tem uma ação passiva pois destina-se a dar forma, e a aumentar o volume da forma farmacêutica até lhe dar um valor manuseável.
2.2.2. Intermédio (ou intermediário) - é o veículo, que vai conferir à forma farmacêutica uma maior estabilidade física (ou seja, confere-lhe homogeneidade). Normalmente são usados nas formas farmacêuticas líquidas ou pastosas em que os diversos componentes têm, por vezes, tendência a separar-se por diferenças de osmolaridade - os intermédios mais correntemente empregados são substâncias tensoativas.
2.3. CORRECTIVO - O corretivo é uma substância que se junta à forma farmacêutica para lhe modificar as suas características organolépticas e visuais
2.3.1. Edulcorantes - São os corretivos que conferem um sabor agradável à preparação (açúcar, mel, sal, etc.).
2.3.2. Corantes -.
3. CLASSIFICAÇÃO DAS FORMAS FARMACÊUTICAS
3.1.1. Formas farmacêuticas magistrais - são aquelas cuja fórmula é da autoria do clínico, e que o farmacêutico prepara seguindo essas prescrições.
3.1.2. Formas farmacêuticas oficinais - são aquelas cuja fórmula e técnica se encontram inscritas e descritas nas Farmacopéias em Formulários.
3.1.3. Formas farmacêuticas de Especialidades - são aquelas que se encontram já preparadas e embaladas (especialidade farmacêutica), e que se apresentam sob um nome de fantasia ou sob uma denominação (comum ou científica) da substância ativa que entra na sua composição. São normalmente preparadas por laboratórios farmacêuticos.
QUANTO À FORMA FÍSICA - As formas farmacêuticas consoante a forma física em que se encontram, podem-se classificar como sólidas, pastosas, líquidas, gasosas e especiais.

SÓLIDAS são aquelas que encontram no 
estado sólido e são: cápsulas; comprimidos;
 comprimidos vaginais; 
drágeas; grânulos; hóstias; implantações; óvulos; 
papeis; pérolas; pílulas; pós; supositórios
PASTOSAS são aquelas que se encontram
 sob uma forma pastosa e são: cataplasmas;; 
cremes;; pastas; pomadas;; unguentos
LÍQUIDAS são aquelas que estão no estado
líquido e são: alcoolatos; alcoolaturas; 
álcoolaturas estabilizadas; colutórios;;
emulsões; enemas;; linimentos.
 óleos medicinais; poções; tinturas; xaropes.
GASOSAS são aquelas que se apresentam
 sob uma forma gasosa (seca ou húmida), 
e são: fumigações e vaporizações.
ESPECIAIS são aquelas formas farmacêuticas 
que, ou se podem apresentar em mais do que 
uma forma física, ou se encontram num estado 
da matéria diferente dos anteriores, e são: 
aerossóis; alimentos medicamentosos;
 ampolas; bandagens; banhos medicamentosos; 
colírios
NOVAS FORMAS FARMACÊUTICAS 
 são as formas farmacêuticas resultantes da 
adaptação de formas farmacêuticas 
radicionais às novas tecnologias, 
ou então resultam de novos
 desenvolvimentos técnico-científicos
Podem ser classificadas de extemporânea ou não 
A 1a é uma forma de apresentação que 
obriga a uma manipulação imediatamente
 antes da administração.
Consoante as substâncias activas que elas

 incorporam, podemos classificar as formas 
farmacêuticas como NUNCA tendo
 substância ativa (p. ex. Cataplasma), ou que
 podem ou não conter substâncias ativas.
Quando uma forma farmacêutica não contem

uma substância ativa e o clínico ou o tratador
(ou paciente) pensam que contem, 
designam-se por placebos.

FORMAS FARMACÊUTICAS SÓLIDAS

CÁPSULAS São pequenos invólucros destinados 
a conter, um pó ou um líquido. 
Têm forma cilíndrica e são 
formados por duas partes 
que se encaixam. Se se destinam 
a conter um líquido as cápsulas
 devem ser soldadas. Quando 
as cápsulas contêm substâncias 
que sejam destruídas pelo suco 
gástrico, ou substâncias que se 
pretenda que atuem no intestino, 
então elas devem ser gastro-resistentes 
(o invólucro deverá ser: quitina ou glúten). ".
DRÁGEAS São comprimidos revestidos por 
uma substância de modo a evitar 
a sua fácil desagregação, para
 proteger a substância ativa da
 umidade e luz, para ocultar 
características organolépticas 
indesejáveis, para facilitar a 
 sua ingestão ou para proteger 
a substância ativa da destruição 
 estomacal. Administram-se "per os".
COMPRIMIDOS São formas farmacêuticas cilíndricas 
ou lenticulares, que resultam da 
compressão de um pó cristalino 
ou de um granulado em máquinas
 apropriadas. Freqüentemente, junta-se 
à substância ativa um excipiente para
 lhe dar o volume conveniente. 
Podem ser administrados "via oral
colocados subcutaneamente (implantes) 
ou aplicados localmente
 (comprimidos bocais e comprimidos
 vaginais).
SUPOSITÓRIOS São formas farmacêuticas de forma 
cónica ou ovóide, destinadas a serem
 introduzidas na ampola retal, contendo
 um veículo de baixo ponto de fusão.
 Os excipientes usados podem ser
 Lipossolúveis (óleo de cacau ou sucedâneos) 
ou Hidrossolúveis (gelatina glicerinada ou
 polietilenoglicois de peso molecular elevado).
O emprego de tais excipientes, com a 
particularidade de terem um baixo 
ponto de fusão, destinam-se a uma mais 
fácil administração e conservação por um
lado, e à difusão das substâncias ativas na
ampola rectal, por outro..
PÓS São substâncias medicamentosas
 suficientemente divididas para 
que a sua administração se facilite. 
Podem ser SIMPLES (obtidos por 
pulverização de substâncias dessecadas 
à mais baixa temperatura possível não
 devendo ultrapassar os 45º C, ou 25º C 
se estiverem presentes substâncias 
voláteis ou facilmente alteráveis) ou 
COMPOSTOS (resultantes da mistura
 cuidadosa de pós simples). A sua
 conservação deve ser feita ao abrigo 
da luz e da umidade. Os pós administram-se 
incorporados em poções, xaropes, cápsulas,
 papeis, comprimidos, , ou ainda em 
aplicação tópica na pele.
ÓVULOS São preparações destinadas a serem
 introduzidas na vagina. Os excipientes
 mais utilizados, que têm que ter baixo
 ponto de fusão, são a gelatina 
glicerinada para substâncias activas 
hidrossolúveis, e a manteiga de cacau 
para substâncias activas lipossolúveis.
 O peso médio do óvulo é de 12 a 15 gramas.
FORMAS FARMACÊUTICAS PASTOSAS

CATAPLASMAS São preparações geralmente magistrais, 
de aplicação tópica na pele. 
Fazem-se com farinha (linhaça, 
amido, fécula, etc.) e água, que se 
misturam a aquecem, em lume brando 
até obter a consistência desejada. 
A sua aplicação é feita a quente, e 
o seu efeito (vasodilatação local) 
dura enquanto a temperatura do 
cataplasma se conserva elevada, 
devendo ser renovados periodicamente.
CERATOS São um tipo de pomada, em que o 
excipiente é constituído por uma
 mistura de cera e óleo.
CREMES São um tipo de pomada em que o 
excipiente utilizado é uma emulsão 
do tipo água/óleo (creme) ou óleo/água
 (cold-cream).
PASTAS São pomadas espessas devido à 
grande quantidade de pós insolúveis 
que veiculam. Podem aparecer sob 
a forma de pastas dérmicas 
(aplicação tópica na pele) ou 
pastas orais (administração oral 
de antiparasitários).
POMADAS São preparações farmacêuticas de
 consistência mole, destinadas a
 serem aplicadas externamente,
 para acção tópica ou geral, e
 também com fins de protecção e
 lubrificação. São preparadas misturando 
ou dissolvendo as substâncias 
activas em excipientes, inócuos,
 não irritantes e de boa conservação. 
Quanto aos excipientes as pomadas 
classificam-se em:
pomadas gordurosas (vaselina, 

banha, vaselina com lanolina, mistura
 de óleos, silicones);
pomadas hidrófilas (vaselina hidrófila);
pomadas hidrossolúveis (mistura de 

polietilenoglicois, glicerado de amido, gels );
pomadas emulsivas (pomada rosada,

 creme hidrófilo, creme de estearato);
pomadas resinosas (resina). 

Para facilitar a sua conservação 
podem-se empregar conservantes
 (álcool benzílico, parahidroxibenzoato 
de metilo) ou anti-oxidantes.
SINAPISMOS "São folhas de papel, sem cola,
 uniformemente revestidas numas
 das faces com farinha de mostarda
 desengordurada e aderente por intermédio 
de substância aglutinante adequada. 
Molhada com água desenvolve cheiro 
 irritante de essência de mostarda"
 (in FARMACOPEIA PORTUGUESA,
 IV Edição). São aplicados a frio e têm
 as mesmas funções dos cataplasmas.
 Desenvolvem acção vasodilatadora 
devido a processos irritativos locais.

FORMAS FARMACÊUTICAS LÍQUIDAS

ALCOOLATOS São preparações farmacêuticas que se obtêm pela maceração alcoólica de plantas frescas, seguida de destilação.
ALCOOLATURAS São preparações que resultam da ação dissolvente do álcool a frio nas graduações de 75, 80 ou 95º, sobre plantas frescas, com o objetivo de lhes retirar as substâncias ativas.
COLUTÓRIOS São preparações magistrais destinadas a serem depostas na mucosa bocal ou oro-faríngea. São soluções viscosas devido à presença de glicerina ou mel. As substâncias activas empregues são antissépticos.
EMBORCAÇÕES "São banhos por aspersão de um líquido medicamentoso sobre qualquer parte enferma do corpo" (in Grande Dicionário da Língua Portuguesa, A, Morais Silva, 10ª edição, vol. IV; pp. 273). Podem ser gerais ou locais. São geralmente utilizados como alternativa aos banhos medicamentosos
EMULSÕES São sistemas dispersos constituídos por duas fases líquidas, em que a fase dispersa pode ser a água e a contínua o óleo (tipo água em óleo, A/O) ou o contrário (tipo óleo em água, O/A). Para conferir às emulsões estabilidade satisfatória pode-se recorrer ao uso de substâncias que atuem sobre a viscosidade ou sobre a tensão interfacial (intermediários).
ENEMAS (ou ENTEROCLISES) Ainda chamados clisteres, são formas farmacêuticas destinadas a serem introduzidas na porção terminal do intestino (ampola rectal). Consoante o fim a que se destinam assim teremos:
enemas evacuativos destinados a favorecer a evacuação das matérias fecais;
enemas medicamentosos destinados quer a agir directamente sobre a mucosa intestinal, quer a serem absorvidos por via rectal;
enemas alimentares, constituindo um método alternativo para a administração de soros alimentares;
duche rectal frio que ao contrário dos outros três tipos de enemas que devem ser administrados à temperatura corporal, este é administrado frio a fim de provocar um rápido efeito antipirético.
LINIMENTOS São preparações oficinais ou magistrais, destinadas exclusivamente a uso externo, em unção ou fricção sobre a pele. Têm um efeito vasodilatador por acção do movimento mecânico de massagem.
ÓLEOS MEDICINAIS São óleos de origem animal, vegetal ou mineral que entram na composição de diversas formas farmacêuticas, ou que as constituem por si sós.
POÇÕES São formas farmacêuticas magistrais de preparação extemporânea, e que devem ser consumidas rapidamente. A substância activa pode estar dissolvida, suspensa ou emulsionada..
SOLUÇÕES São misturas de substâncias activas (normalmente sólidas) em solventes líquidos (normalmente a água), em concentrações inferiores à sua solubilidade à temperatura ambiente. Podem constituir por si só uma forma farmacêutica, ou serem incorporadas noutras..
TINTURAS São formas farmacêuticas oficinais que resultam da acção do álcool, por maceração ou lexivação, sobre produtos secos de origem animal, vegetal ou mineral. São portanto soluções alcoólicas, a 10 ou 20%, geralmente. Usam-se por via tópica, "per os" em poções ou xaropes.
CHÁ OU INFUSÕES São formas farmacêuticas magistrais, também conhecida como "chás" ou "infusos". Resultam da acção da água sobre plantas secas, a fim de lhes retirar a substância activa. As tisanas podem ser obtidas por vários processos:
maceração - Acção prolongada da água à temperatura ambiente sobre a planta seca. Utiliza-se no caso de substâncias activas termolábeis e fixas;
digestão - Acção prolongada da água morna (40 - 50º C) sobre a planta seca. Utiliza-se para substâncias activas termolábeis e pouco fixas;
decocção - Acção da água desde a temperatura ambiente até à ebulição sobre a planta seca. Utiliza-se nos casos de substâncias activas termoresistentes e altamente fixas;
infusão - Acção instantânea da água fervente sobre plantas secas.
VESICANTES São formas farmacêuticas líquidas, para aplicação tópica, também conhecidas como fogos líquidos. Têm uma acção rubefaciente e hiperemiante local.
XAROPES São formas farmacêuticas em que a substância activa, sob a forma de pó, líquido, etc., se encontra dissolvida numa solução aquosa açucarada concentrada (1 parte de água para 2 partes de açúcar). Esta preparação medicamentosa é administrada "per os".

FORMAS FARMACÊUTICAS GASOSAS

FUMIGAÇÕES São gases resultantes da combustão de determinadas plantas, ou libertação de gases (p. ex. formol) com fins desinfectantes de espaços, ou dirigidos para as vias respiratórias com fins medicamentosos antissépticos - inalações.
VAPORIZAÇÕES São formas farmacêuticas magistrais resultantes da libertação de vapor de água por si só, ou contendo anti-sépticos, e que se destinam a ser inalados.



FORMAS FARMACÊUTICAS ESPECIAIS
Denominam-se formas farmacêuticas especiais aquelas que, ou não se podem facilmente inserir num determinado grupo, ou que têm inserção em mais do que um grupo.

AEROSSOIS São formas farmacêuticas que se caracterizam por constituírem um "nevoeiro não molhante " formado por microgotas (diâmetro compreendido entre 0.05 e 0.2 µ). Formam uma suspensão coloidal, em que fase contínua é o gás e a fase dispersa o líquido, daí o seu nome. Este efeito obtém-se pela brusca descompressão de um gás que, conjuntamente com o líquido, se encontra encerrado dentro de uma cápsula
AMPOLAS São tubos de vidro ou plástico, colorido ou incolor, estirados nos dois topos, ou pequenas "garrafas" seladas, que contém um líquido ou um pó (Servem para facilitar a esterilização e conservação do seu conteúdo. O pó é normalmente utilizado na preparação extemporânea de solutos injectáveis. O seu conteúdo, ou a preparação daí resultante, pode ser administrado por via parental, "per os" ou aplicado topicamente.
BANDAGENS (ou LIGADURAS) As bandagens podem-se classificar em amovíveis ou inamovíveis, consoante possam ser facilmente retiradas para os tratamentos, ou fiquem até à cura sem serem mexidas. As primeiras são as ligaduras elásticas, ligaduras de gaze, etc., as segundas são as ligaduras gessadas (que constituem os aparelhos de gesso). As ligaduras amovíveis podem conter substâncias activas incorporadas (antibióticos, queratoplásticos, protectores dérmicos, etc).
BANHOS MEDICAMENTOSOS São formas farmacêuticas líquidas magistrais, onde se mergulha a totalidade (banhos medicamentosos gerais - ou parte do corpo (banhos medicamentosos locais)..
COLÍRIOS São formas farmacêuticas destinadas a serem aplicadas sobre a mucosa ocular. Os colírios podem ser colírios secos (constituídos por pós porfirizados), colírios moles (também chamados de "pomadas oftálmicas") e colírios líquidos (destinados à instilação sobre a conjuntiva e podendo apresentar-se sob a forma de soluções ou suspensões). Os colírios devem ser isotónicos em relação à secreção lacrimal (nas formas líquida e pastosa), estéreis e não irritativos.
SPRAYS São formas farmacêuticas semelhantes aos aerossóis, mas o diâmetro da partícula é maior (superior a 0.5 µ), pelo que podem ser considerados um "nevoeiro molhante"

6. Lista de Formas Farmacêuticas

designação
vias de administração (1)
exclusivamente veterinária
açúcares
or
x
aerossóis
in, tp, tm
x
alcoolatos x x
alcoolaturas x x
alcoolaturas estabilizadas x x
ampolas x x
bandagens ou ligaduras
tp
x
banhos medicamentosos
tp
x
cápsulas
or
x
cataplasmas
tp
x
cataplasmas sinapisados
tp
x
ceratos
tp
x
coleiras antiparasitárias
tp
s
colírios
of
x
colutórios
tm
x
comprimidos
or
x
comprimidos vaginais
tm
x
cremes
tp, tm
x
drageias
or
x
duche rectal frio
re
x
emborcações
tp
x
emulsões x x
enemas ou enteroclises ou clisteres
re
x
extractos x x
fumigações
tp, in
x
grânulos
or
x
hidrolatos x x
hóstias
or
x
implantes
pa
x
intractos ou extractos estabilizados x x
lápis
tp
x
limonadas
or
x
linimentos
tp
x
melitos
or
x
óleos medicinais x x
óvulos
tm
x
oximeis
or
x
papéis x x
pastas dérmicas
tp
x
pérolas
or
x
pílulas
or
x
poções
or
x
pomadas
tp, tm
x
pomadas oftálmicas
of
x
pós x x
saboretas
or
x
sinapismos
tp
x
soluções x x
sprays
tp, tm
x
supositórios
re
x
tinturas x x
tisanas ou infusos x x
unguentos
tp
x
vaporizações
in, tp, tm
x
velas
tm
x
vesicantes ou fogos líquidos
tp
x
xaropes
or
x
pastas orais
or
x
(1) SINONÍMIA DAS ABREVIATURAS DAS VIAS DE ADMINISTRAÇÃO

IN inalatória
OF oftálmica
OR oral
PA parenteral
RE rectal
TP tópica na pele
UT uterina
TM tópica em mucosas (excepto ocular)

3 comentários:

Unknown disse...

Qual a bibliografia destas informações ?

Unknown disse...

Qual a bibliografia ?

Antonio Celso da Costa Brandão disse...

Farmacopéias portuguesa e brasileira