7.05.2020

Caso José Serra desaparece da imprensa brasileira

A imprensa brasileira demonstrou mais uma vez, neste domingo, que protege o senador José Serra (PSDB-SP), que ao lado de sua filha Verônica Serra, foi denunciado por lavagem transnacional de dinheiro, relacionada a desvios milionários nas obras do Rodoanel e recebimento de propinas no exterior. O esquema Serra chegou até a ter uma conta com R$ 40 milhões bloqueada, mas a mídia corporativa parece não se interessar mais pelo tema.

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou, nesta sexta-feira (3), o ex-governador e atual senador José Serra (PSDB/SP) e sua filha, Verônica Allende Serra, pela prática de lavagem de dinheiro transnacional. Segundo a denúncia oferecida pela Força-Tarefa Lava Jato de São Paulo, José Serra, entre 2006 e 2007, valeu-se de seu cargo e de sua influência política para receber, da Odebrecht, pagamentos indevidos em troca de benefícios relacionados às obras do Rodoanel Sul. Milhões de reais foram pagos pela empreiteira por meio de uma sofisticada rede de offshores no exterior, para que o real beneficiário dos valores não fosse detectado pelos órgãos de controle.
As investigações, conduzidas em desdobramento de outras frentes de trabalho da Lava Jato de SP, demonstraram que José Amaro Pinto Ramos e Verônica Serra constituíram empresas no exterior, ocultando seus nomes, e por meio delas, receberam os pagamentos que a Odebrecht destinou ao então governador de São Paulo. Nesse contexto, realizaram numerosas transferências para dissimular a origem dos valores, e os mantiveram em uma conta offshore controlada, de maneira oculta, por Verônica Serra até o fim de 2014, quando foram transferidos para outra conta de titularidade oculta, na Suíça.
Operação Revoada – Paralelamente à denúncia, a força-tarefa também deflagrou, nesta data, a Operação Revoada para aprofundar as investigações a respeito de outros fatos relacionados a esse mesmo esquema de lavagem de dinheiro em benefício de José Serra. Com autorização da Justiça Federal, oito mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos em São Paulo (SP) e no Rio de Janeiro (RJ).
Até agora, a força-tarefa já detectou que, no esquema envolvendo Odebrecht e José Serra, podem ter sido lavados dezenas de milhões de reais ao longo dos últimos anos. Com as provas coletadas até o momento, o MPF obteve autorização na Justiça Federal para o bloqueio de cerca de R$ 40 milhões em uma conta na Suíça.
Em um momento de incertezas, a Força-Tarefa Lava Jato de São Paulo reafirma seu compromisso com um trabalho técnico, isento e sereno. As investigações seguem em sigilo.

7.03.2020

Brasil x Cuba (Pandemia)




    Cuba que possui 11,2 milhões de habitantes registrou um total de 2.348 casos da Covid19, com 2.218 recuperados e 86 mortes. Sem mortes nos últimos dias o novo coronavírus é considerado sob controle e a abertura na ilha começou pelos comércio e bares, porém sem receber turistas.
    No Brasil, que tem 20 x mais habitantes que Cuba, são mais de 1,48 milhão de casos. Considerando a diferença de população, são cerca de 30 x mais casos no Brasil. Em termos de mortes, no nosso país 61.300 pessoas morreram e na terra dos irmãos Castro apenas 86. A relação de mortes é 36 x maior no nosso país.
    Por quê?
    Porque lá tem um governo que trabalha pelos cidadãos, que buscar preservar a vida. Aqui um governo inepto que não respeita nada nem ninguém. Faz diferença.

    • Doroti De Souza Coelho ...os bolsominions diziam que não queriam que o Brasil virasse uma Cuba...agora o feitiço virou contra o feitiçeiro...

6.26.2020

Nova fase na Terra...

13 h
Pandemia... Desencarne... Nova Era....
Para quem ainda não entendeu, aí vai uma...
Mensagem de CHICO XAVIER:

"Muitos estão sendo recolhidos por não estarem prontos para uma era de fraternidade e perdão maior...
Alguns precisam ir para retornar e nos ajudar na nova fase....
Estamos vivendo uma fase de limpeza...
Muitos desencarnes coletivos estão ocorrendo.
Muitas pessoas estão sentindo a necessidade de buscar mais a natureza e sair do stress das grandes cidades e empresas...
Muitos estão se conectando de forma muito mais forte com animais e sentindo uma vontade imensa de mais amor fraterno e praticar mais esse amor...
Muitos estão tendo dores de cabeça, dores nas costas, estão sensíveis "choro fácil",
Se sentindo deslocados e até com insônia...
mas...
com tudo isso, sentem que tem algo bom chegando...
Essas pessoas estão sensíveis porque de certa forma fazem parte desta Nova fase na Terra...
Estamos sendo trabalhados pela espiritualidade para expansão mental, saindo dos sentimentos de terceira dimensão para irmos para quarta ou quinta dimensão, conforme a evolução de cada um...
Infelizmente muitos não irão neste momento conseguir praticar o perdão,
Ter uma conexão com a natureza com facilidade...
Esses irmãos, se não forem recolhidos para colônias de padrão vibracional igual ao deles, ficarão aqui em verdadeiro caos existencial, se sentindo revoltados, tristes e etc...
Esses irmãos se ficarem ou partirem, terão a misericórdia divina sempre para buscarem luz e amor, porém somente quem se permitir a prática da gratidão, amor fraternal e perdão... poderá receber as graças da nova era.
Aos observarem tragédias, orem, vibrem por todos...
Mas, jamais se esqueçam que mesmo doendo, jamais cairá uma folha sem que Deus permita...
De todo coração, vibrem diariamente por luz, amor e perdão.
Evitem estar com pessoas de pensamentos negativos.
Não assistam programas de fofoca, jornais que mostram tragédias...
Se afastem de qualquer sentimento contrário ao amor fraterno...
Vibrem pela chegada da Nova Era...
E sejam gratos por estar aqui...
É merecimento! "

6.19.2020

Investidores europeus decidem sair do Brasil em razão da destruição ambiental de Bolsonaro e Salles


Decisão foi antecipada à agência Reuters por sete grandes grupos de investimento que não querem estar associados à destruição da Floresta Amazônica
Queimadas atingem área da Amazônia em Porto Velho; Jair Bolsonaro e Ricardo Salles
Queimadas atingem área da Amazônia em Porto Velho; Jair Bolsonaro e Ricardo Salles (Foto: REUTERS/Ueslei Marcelino | Marcos Corrêa/PR)
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BRASÍLIA (Reuters) - Sete grandes empresas de investimento europeias disseram à Reuters que desinvestirão em produtores de carne, operadoras de grãos e até em títulos do governo do Brasil se não virem progresso rumo a uma solução para a destruição crescente da Floresta Amazônica.
As ameaças cada vez maiores de investidores com mais de 2 trilhões de dólares em ativos administrados, como o finlandês Nordea e a britânica Legal & General Investment Management (LGIM), mostram como o setor privado está adotando ações globais para proteger a maior floresta tropical do mundo.
O presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, dá de ombros para a pressão diplomática a respeito da questão.
O desmatamento na Amazônia brasileira atingiu uma máxima de 11 anos em 2019, o primeiro ano de Bolsonaro no cargo, e aumentou outros 34% nos cinco primeiros meses de 2020, de acordo com dados preliminares do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O presidente afrouxou as proteções ambientais e pediu mais mineração e agricultura na região amazônica.
“As tendências que vemos no Brasil são muito preocupantes”, disse Daniela da Costa-Bulthuis, gerente de portfólio para o Brasil da empresa de gerenciamento de ativos holandesa Robeco. “Você tem um desmantelamento dos mecanismos regulatórios de controle ambiental desde o ano passado”.
A assessoria de imprensa de Bolsonaro não quis comentar as preocupações dos investidores. Ele defendeu o histórico ambiental do país de críticas de líderes mundiais no ano passado enquanto incêndios devastadores na Amazônia causavam revolta global. Até agora, a pressão corporativa se mostrou mais eficiente para fazer Brasília voltar as atenções ao meio ambiente.
Um projeto de lei proposto originalmente por Bolsonaro para conceder títulos de propriedade para terras públicas assentadas irregularmente, uma medida vista como um incentivo ao desmatamento, não passou em uma votação em maio e foi adiada por tempo indeterminado depois que mais de 40 empresas majoritariamente europeias ameaçaram boicotar exportações brasileiras.
QUESTIONAMENTOS
Em setembro, 230 investidores institucionais assinaram uma carta pedindo ações urgentes para combater os incêndios em crescimento na Floresta Amazônica, capturando a atenção mundial.
Mas as sete empresas de gerenciamento de ativos que conversaram com a Reuters – Storebrand, AP7, KLP, DNB Asset Management, Robeco, Nordea Asset Management e LGIM – foram mais longe ao delinear a ameaça do desinvestimento se não houver avanço. Elas detêm mais de 5 bilhões de dólares em investimentos ligados ao Brasil, incluindo comerciantes de grãos com operações de vulto no país.
O KLP, o maior fundo de pensão da Noruega, disse que está interagindo com Archer Daniels Midland (ADM), Cargill e Bunge e analisando se suas políticas ambientais são adequadas.
“Se nossa conclusão for negativa, o desinvestimento pode ser o resultado provável, possivelmente ainda neste ano, e acreditamos que tal ação levaria outros investidores a seguir nosso exemplo”, disse Jeanett Bergan, chefe de investimentos responsáveis da KLP, por email.
Em resposta a perguntas sobre o desinvestimento, Bunge e Cargill descreveram uma gama de esforços para acabar com o desmatamento em suas cadeias de suprimento, citando sua aderência à “Moratória de Soja da Amazônia”.
Neste acordo voluntário, grandes empresas como Cargill, Bunge e ADM prometeram não comprar soja de partes da Amazônia desmatadas desde 2008. A ADM não respondeu a um pedido de comentário.
A empresa de seguros e pensões norueguesa Storebrand e o maior fundo nacional de pensões sueco, AP7, também disseram que podem desinvestir na ADM e na Bunge se estas não adotarem medidas apropriadas para combater o desmatamento.
Também norueguesa, a DNB Asset Management AS disse que os fundos de índices que administra, que inclui ativos da Bunge, podem excluir companhias que não cumpram seus padrões de sustentabilidade.
Outras firmas de investimento mencionaram preocupações relacionadas aos processadores de carne brasileiros, que já foram alvo de questionamentos por obter carne de áreas desmatadas da Amazônia.
A LGIM está pressionando empresas brasileiras, como a JBS, a maior processadora de carne do mundo, e as rivais menores Marfrig e Minerva a adotarem “metas climáticas robustas e políticas de uso de terras, e a inação pode levar à votação de sanções e a desinvestimentos direcionados”, disse Yasmine Svan, analista sênior de sustentabilidade da LGIM, em um comunicado enviado por email.
JBS, Minerva e Marfrig disseram em comunicados separados que estão comprometidas a eliminar o desmatamento amazônico em suas cadeias de suprimento e detalharam suas iniciativas.
DEPOIS DA “QUARENTENA”
O braço de gerenciamento de ativos do Nordea, um dos maiores bancos dos países nórdicos, suspendeu a compra de títulos da dívida soberana brasileira no ano passado em reação aos incêndios florestais, colocando seus cerca de 100 milhões de euros investidos nestes papéis em “quarentena”.
Thede Ruest, responsável por dívidas de mercados emergentes da Nordea Asset Management, disse que a empresa pode ir mais longe.
“O próximo nível da escalada em relação à quarentena é vender nossos títulos governamentais do Brasil, o que poderia levar outros fundos a seguir o exemplo”, disse Ruest. “Estamos decepcionados com a falta de progresso da gestão atual, já que as taxas de desmatamento continuam a subir antes de outra grande temporada de incêndios”.
Da Costa-Bulthuis, da Robeco, que administra ao menos 3 bilhões de euros em ações brasileiras e até 5 bilhões de euros quando incluídos títulos da dívida e outros, não quis comentar sobre ativos específicos, mas disse que a firma pode reduzir sua exposição ao Brasil se seu desempenho ambiental se deteriorar mais.
Da Costa-Bulthuis, assim como Svan, da LGIM, e Ruest, da Nordea, expressaram alarme com o vídeo recente de uma reunião de gabinete de Bolsonaro que uma investigação federal trouxe à tona.
Na gravação, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, sugeriu a Bolsonaro e a outros ministros que o governo deveria acelerar a desregulamentação ambiental enquanto o público está distraído pela pandemia de coronavírus.
“Ele está trabalhando contra o meio ambiente. O que ele disse é inaceitável”, opinou Da Costa-Bulthuis. “Sendo eles (o governo) sensíveis ou não a isso, acho que uma maneira de começar seria mudar o ministro do Meio Ambiente, porque este sujeito não tem credibilidade”.
Salles e sua assessoria de imprensa não responderam a pedidos de comentário sobre sua declaração. À época, ele disse que só estava pedindo a redução da burocracia desnecessária que contém os investimentos.
No mês passado, Bolsonaro despachou militares para combater a destruição da Amazônia, mas o desmatamento voltou a crescer na comparação com o ano anterior pelo 13º mês seguido.
Da Costa-Bulthuis disse que a mobilização foi “o mínimo” que o governo poderia fazer e que não se trata de uma substituição adequada do fortalecimento de agências especializadas na vigilância ambiental.
“Não achamos que eles estão fazendo o suficiente”

6.10.2020

Sargento do Corpo de Bombeiros preso por envolvimento no caso Marielle ostentava em rede social

O sargento do Corpo de Bombeiros Maxwell Simões Corrêa, o Suel Foto: Reprodução
Por Rafael Nascimento de Souza

O sargento do Corpo de Bombeiros Maxwell Simões Corrêa, o Suel, de 44 anos - preso nesta quarta-feira por envolvimento com as mortes de Marielle Franco e Anderson Gomes -, e a mulher, uma promoter, de 38, sempre gostaram de ostentar nas redes sociais. Desde 1998 na corporação, Suel recebe cerca de R$ 6 mil. No entanto, levava uma vida de luxo.
Fotos mostram Suel e a esposa em momentos de lazer. Em uma das imagens o militar aparece tomando cerveja na piscina da casa de luxo em que o casal morava com os filhos num condomínio no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio. Ele está com um cordão dourado. A residência é avaliada em mais de R$ 1.900.000.
Em outras fotos, o sargento e a esposa aparecem em uma lancha aproveitando o dia de sol em alto mar. O Ministério Público apura como o militar, com o salário que recebe, tem bens milionários. Durante a operação da manhã desta quarta-feira, os investigadores apreenderam uma BMW-X6, que pertence a Suel, avaliada em R$ 172 mil.
Suel é apontado pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) e pelo MP como cúmplice do sargento da reserva da Polícia Militar Ronnie Lessa. Ele foi preso em casa. Ele já estava na mira da polícia desde a prisão de Lessa e do ex-policial militar Élcio Vieira de Queiroz, em março do ano passado. De acordo com os investigadores, coube ao bombeiro ajudar, logo após a prisão do sargento, no descarte das armas escondidas por Lessa.

Dor e Alegria

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Polícia Civil e MP do RJ prendem bombeiro suspeito de obstruir investigações dos assassinatos de Marielle Franco e Anderson Gomes

Sargento do Corpo de Bombeiros Maxwell Corrêa, o Suel, é apontado como responsável por ajudar a jogar armas do policial reformado Ronnie Lessa no mar.

Por Bárbara Carvalho, Bette Lucchese, Erick Rianelli, Leslie Leitão, Márcia Brasil e Marco Antônio Martins, G1 Rio

Bombeiro suspeito de colaborar com Ronie Lessa é preso no Rio
Bombeiro suspeito de colaborar com Ronie Lessa é preso no Rio
Um sargento do Corpo de Bombeiros suspeito de ajudar a sumir com as armas usadas para matar a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes foi preso na manhã desta quarta-feira (10) no Rio de Janeiro.
Maxwell Simões Corrêa, de 44 anos, conhecido como Suel, foi preso em casa, uma mansão de três andares num condomínio de luxo no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio. Na porta da residência, avaliada em R$ 1,9 milhão, foi apreendida uma BMW X6 de pelo menos R$ 170 mil.
O Ministério Público do RJ afirma que Suel "atrapalhou de maneira deliberada" as investigações sobre o atentado contra Marielle.
Ainda segundo a força-tarefa, Suel é braço direito de Ronnie Lessa, apontado como o autor dos disparos no atentado.
"São pessoas extremamente ligadas, tanto na vida do crime quanto na vida social", afirmou o delegado Daniel Rosa.
Ronnie e Elcio de Queiroz -- suspeito de dirigir o carro que perseguiu Marielle -- estão presos desde março de 2019.
Suel (de camisa branca e chinelos) é conduzido para um carro da polícia ao ser preso em casa, no Recreio — Foto: Reprodução/TV Globo
Suel (de camisa branca e chinelos) é conduzido para um carro da polícia ao ser preso em casa, no Recreio — Foto: Reprodução/TV Globo
"O papel de Maxwell para obstruir as investigações foi ceder o veículo utilizado para guardar o vasto arsenal bélico pertencente a Ronnie, entre os dias 13 e 14 de março de 2019, para que o armamento fosse, posteriormente, descartado em alto-mar", afirmou o MP.
Além do mandado de prisão, a operação cumpre mandados de busca e apreensão em dez endereços na cidade do Rio ligados a Maxwell e a outros quatro investigados.
A ação foi desencadeada por policiais da Delegacia de Homicídios e por promotores do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco). Participaram a Corregedoria da PM e o Serviço Reservado dos Bombeiros.
A decisão foi proferida pelo Juízo da 19ª Vara Criminal da Comarca da Capital.
Maxwell Corrêa, o Suel, sargento do Corpo de Bombeiros do RJ e amigo do policial reformado Ronnie Lessa — Foto: Reprodução
Maxwell Corrêa, o Suel, sargento do Corpo de Bombeiros do RJ e amigo do policial reformado Ronnie Lessa — Foto: Reprodução
BMW apreendida na casa de Suel — Foto: Reprodução/TV Globo
BMW apreendida na casa de Suel — Foto: Reprodução/TV Globo

A primeira fase da Operação Submersus

A Operação Submersus foi deflagrada em outubro de 2019 para tentar esclarecer o descarte da arma usada no atentado. A suspeita é que o material foi jogado no mar da Barra da Tijuca.
Quatro pessoas foram presas na ocasião:
  1. Elaine Lessa, mulher de Ronnie, que também é dona do apartamento onde as armas estavam;
  2. Márcio Montavano, o Márcio Gordo, teria tirado as caxias de armas de dentro do apartamento de Ronnie e Elaine Lessa;
  3. Bruno Figueiredo, irmão de Elaine, suspeito de ajudar Márcio na execução do plano;
  4. Josinaldo Freitas, o Djaca, teria jogado as armas no mar.
De acordo com investigações, esses quatro aliados de Ronnie Lessa realizaram uma complexa operação para retirar armas do policial reformado de um imóvel no Pechincha, na Zona Oeste do Rio.
Coube a Suel, segundo a força-tarefa, emprestar seu Dodge Journey para transportar as armas rumo ao descarte.
O entendimento era, segundo a polícia e promotores, que o armamento comprometeria ainda mais o suspeito no crime. No local havia alguns fuzis e uma caixa.
Bombeiro suspeito de participação na morte de Marielle é levado preso pela Polícia Civil
Bombeiro suspeito de participação na morte de Marielle é levado preso pela Polícia Civil

Suel já tinha prestado depoimento

De acordo com um depoimento do bombeiro na Delegacia de Homicídios, nas investigações das mortes de Marielle e Anderson, Suel conhece Lessa há sete anos.
No dia do assassinato da vereadora e do motorista, em 14 de março de 2018, Suel disse que levou a mulher em um médico em Botafogo, na Zona Sul do Rio. Segundo ele, só chegou à Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, entre 20h30 e 21h.
Mesmo assim, ele foi investigado pela morte de Marielle e de Anderson. A DH chegou a comparar as suas digitais com os fragmentos encontrados numa munição no local do crime.
Policiais cumprem mandado na casa do bombeiro Maxwell Simões — Foto: Reprodução/TV Globo
Policiais cumprem mandado na casa do bombeiro Maxwell Simões — Foto: Reprodução/TV Globo
Maxwell Corrêa, o Suel, sargento do Corpo de Bombeiros do RJ e amigo do policial reformado Ronnie Lessa — Foto: Reprodução
Maxwell Corrêa, o Suel, sargento do Corpo de Bombeiros do RJ e amigo do policial reformado Ronnie Lessa — Foto: Reprodução
O nome de Suel constava junto com o de Lessa na denúncia anônima feita em 15 de outubro de 2018. Foi a partir dessa ligação que as investigações passaram a ter o sargento reformado da PM como alvo.
Na noite do crime, dia 14 de março de 2018, Suel tinha um álibi. A antena do seu celular indicava que ele estava em Botafogo no início daquela noite, enquanto os suspeitos já começavam a seguir da Barra da Tijuca para o Centro a bordo do Cobalt usado na ação.

Contradições

Em dois depoimentos à DH, Suel contou ter levado sua mulher, Aline Siqueira de Oliveira, ao Real Medical Center, em Botafogo, no fim daquela tarde.
Segundo relatos dele e da mulher, eles só retornaram da consulta entre 20h30 e 21h, quando chegaram ao Bar Resenha Grill, na Avenida Olegário Maciel, na Barra da Tijuca.
Marielle e Anderson foram mortos por volta das 21h10, no Estácio.
Ainda em seus depoimentos, Suel e a mulher caíram em contradição ao menos num ponto. Ambos disseram ter acompanhado todo o jogo entre Flamengo x Emelec no Bar Resenha. Ambos negaram ter encontrado Lessa ou Elcio.
Aline, no entanto, disse que após o jogo o casal foi para casa, à época um apartamento na Avenida Lucio Costa, e não saíram mais. Maxwell informou que deixou a mulher em casa e voltou para o bar, a fim de terminar uma garrafa de uísque que estava bebendo.

O transtorno de ansiedade



Você sabia que a ansiedade é biológica?


O momento de pandemia causado pela COVID, está intensificando os transtornos de ansiedade que já existiam, mas que até então não tinham um reconhecimento apropriado e muitas veze eram ignorados. Não está mais sendo possível fingir que não existem! Chegou o momento  de olhar para isso! Tomar CONSCIÊNCIA e AGIR!
 
A ansiedade é uma forma de preparação biológica do corpo para agir, antes do “perigo”chegar. Antigamente, o perigo poderia ser um predador ou acontecimentos climáticos. 
Hoje são os boletos, o chefe, o relacionamento social, o COVID 19 e tantos outros. 
O que acontece, é que o corpo está produzindo um coquetel de bioquímicos para que o indivíduo se esperte e tenha a capacidade de sair do lugar onde está e fazer algo  diferente da vida.
 
Bianca Drabovski, Facilitadora de Consciência, ensina “Geralmente a ansiedade  está associada à algum outro tipo de sintoma ou comportamento, como por exemplo a compulsão alimentar, a sudorese excessiva, dificuldade em respirar, tontura e outras disfunções”. Quando observados os sintomas associados, é possível investigar e compreender qual foi o acontecimento da vida, que na maioria das vezes ocorreu na infância, e que faz com que hoje dispare o gatilho da ansiedade.
 
Quem identificou toda esta relação entre questões psíquicas e emocionais, com a neurologia e o funcionamento do organismo como um todo, foi o médico Dr Ryke Geerd Hamer por meio das 5 Leis Biológicas. Dr Hamer explicou o motivo de todos os sintomas, doenças e mesmo alterações comportamentais, como a ansiedade.
 
Bianca apresenta, “Com base nestas informações, existem ferramentas práticas e eficientes para serem aplicadas que podem minimizar significativamente a ansiedade e até mesmo acabar com ela”.
 
As mais importantes são:
 
1) Observe quais são as situações que desencadeiam a ansiedade e quais são os  sintomas associados. Tendo estas informações, relembre que tipo de situação aconteceu durante a vida dentro deste contexto. Lá pode ter sido o início desta ansiedade.
 
Outra ferramenta extremamente eficiente é:
 
2) Faça a seguinte pergunta inúmeras vezes no seu dia a dia: “Onde foi que eu APRENDI a sentir como me sinto neste tipo de situação? 
A quem pertence isso?” Ao tomar consciência de que isto foi aprendido, e se foi aprendido significa que não faz parte da natureza de nascimento, pode ser modificado.
 
Assim o indivíduo reconhece a si mesmo e consegue entender os sentimentos que podem vir à tona durante uma crise, sabendo lidar com o momento de forma mais pacífica e organizada.
 
A terapeuta finaliza, “Compreender a linguagem do corpo permite a tomada de consciência e o início do processo de reorganização da biologia e saúde”. 

OMS afirma que pessoas assintomáticas transmite o vírus