Trump é da turma
Estudantes a Temer: sabemos o que é PEC e vamos 'ocupar tudo'
A Ordem dos Advogados do Brasil já sinaliza que pode apoiar a queda
de Michel Temer, que enfrenta ação de cassação no Tribunal Superior
Eleitoral; "É absolutamente necessário e urgente o esclarecimento a
respeito do repasse de R$ 1 milhão para a campanha que elegeu a chapa
Dilma-Temer em 2014. A sociedade precisa saber se esses recursos são
legítimos ou fruto de propina. Outro ponto que precisa ser esclarecido é
sobre qual conta foi usada para receber o dinheiro", diz nota assinada
pelo presidente da entidade, Claudio Lamachia; na ação do TSE, o delator
Otávio Azevedo, da Andrade Gutierrez, havia dito que deu R$ 1 milhão ao
PT como "propina", e não como doação espontânea; a campanha da
presidente Dilma Rousseff, no entanto, apontou que o cheque foi nominal a
Temer; ou seja: se foi propina, como disse o delator, ela beneficiou o
atual presidente
Após o anúncio do governo de Michel Temer de que cancelou e bloqueou
contratos de 1,1 milhão de beneficiários do Bolsa Família, após um
"pente-fino" que foi divulgado como uma ação nova, mas já era realizada
nos governos do PT, Dilma Rousseff diz que o atual presidente tenta
"desmerecer o programa social"; "As chamadas 'irregularidades' viraram
manchete, como se o 'pente-fino' fosse uma demonstração da qualidade de
gestão do governo Temer. No entanto, uma simples busca na internet
desmonta essa tese e a tentativa de desmerecer o programa", diz;
ex-secretária nacional de Assistência Social do governo Dilma, Ieda
Castro explica que "o que eles chamam de fraude é um processo de revisão
que acontece sistematicamente em relação ao benefício"; "Isso é uma
mentira", critica
Após o governo de Michel Temer cancelar e bloquear contratos de 1,1
milhão de beneficiários do Bolsa Família, após um "pente-fino" que foi
anunciado como uma ação nova, mas que já era realizada nos governos do
PT, Dilma Rousseff disse nesta sexta-feira 11 que o atual presidente
tenta "desmerecer o programa social".
"Nos EUA, Clinton/Obama pedem que seus eleitores apoiem Trump.
No Brasil, Aecio, já no dia seguinte - bem, vocês sabem...", comentou o
escritor no Twitter, depois dos discursos feitos pelos derrotados nas
eleições norte-americanas Hillary Clinton e Barack Obama; em sua fala,
Hillary declarou: "Devemos aceitar o resultado e olhar para o futuro";
já Obama disse que "estamos todos torcendo agora para seu sucesso (de
Trump) em unir e liderar o país"; um dia depois de ser derrotado por
Dilma Rousseff em 2014, o senador Aécio Neves fez o oposto, contestando o
resultado na Justiça Eleitoral e atirando o Brasil na maior crise de
sua história
Governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, ameaçou a a
secretária do Tesouro Nacional, Ana Paula Vescovi, ao sinalizar que
pode ingressar com um pedido oficial de intervenção federal no Estado.
Irritação de Pezão veio na esteira de um novo bloqueio, no valor de R$
140 milhões nas contas do Rio, em função do não pagamento de dívidas com
a União; intervenção não interessa a Michel Temer, que busca apoio para
aprovar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que limita os gastos
públicos; quando um estado sob intervenção, nenhuma PEC pode ser votada
pelo Congresso
"Serra não tem preparo para a diplomacia. É um político
beligerante e deu uma guinada na política externa na hora errada. Com
Trump ameaçando o México e a China, seria o momento de o Brasil reforçar
laços com a América Latina e a África, como fez o governo Lula", diz o
jornalista Kennedy Alencar
Centenas de manifestantes, muitos ligados ao MTST (Movimento
dos Trabalhadores Sem-Teto), bloqueiam na manhã desta sexta pelo menos
11 pontos da cidade de São Paulo, incluindo a avenida João Dias e a
rodovia Anchieta, em protesto contra o governo de Michel Temer e a PEC
241, que congela os gastos públicos pelos próximos 20 anos; movimentos
sociais declararam esta sexta 11 como dia de "paralisação geral" contra
os retrocessos do governo
Cantor e compositor baiano prevê "retrocessos" de conquistas
sociais com governos de Marcelo Crivella no Rio, João Doria em São Paulo
e Michel Temer na presidência, e acrescenta que "o impeachment já foi
um"; ele também defende os evangélicos: "Não penso os lugares-comuns que
são difundidos sobre os evangélicos"