9.22.2009

Medicamento experimental eficaz contra doença coronariana aguda

Estudo mostra que medicamento experimental reduziu a morte cardiovascular e ataques cardíacos

Em pacientes com síndrome coronariana aguda
Resultados de eficácia foram obtidos sem aumento de sangramentos maiores. Durante o Congresso da Sociedade Européia de Cardiologia, a AstraZeneca anunciou os resultados do estudo de fase III de comparação direta PLATO (A Study of Platelet Inhibition and Patient Outcomes).
Os dados, que também foram publicados no New England Journal of Medicine (NEJM), demonstram que o ticagrelor (BRILINTA®) foi mais eficaz na avaliação primária, ou seja, redução de eventos cardiovasculares (morte cardiovascular, infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral) em relação ao clopidogrel (9,8% vs. 11,7% aos 12 meses), sem um aumento de sangramento maior (11,6% vs. 11,2%).

Este parâmetro de eficácia foi sustentado por uma redução estatisticamente significante tanto da morte cardiovascular (4,0% vs. 5,1%) quanto dos ataques cardíacos (infarto do miocárdio, 5,8% vs. 6,9%) sem diferença no AVC (1,5% vs. 1,3%). O ticagrelor é o primeiro antiplaquetário experimental de uso oral a demonstrar redução da morte cardiovascular em relação a clopidogrel em pacientes com síndrome coronariana aguda (SCA).

No caso de pacientes incluídos no estudo PLATO a redução do risco de eventos cardiovasculares com o ticagrelor ocorreu mais precocemente, sendo que este benefício aumentou ao longo do tempo em comparação com o clopidogrel. O ticagrelor demonstrou um efeito positivo consistente em diversos parâmetros secundários de eficácia. Entre os pacientes que receberam um stent durante o estudo, por exemplo, foi obtida uma redução de 33% no risco de um determinado tipo de trombose de stent com o uso do ticagrelor.

"O objetivo das novas terapias com antiplaquetários é o de melhorar a eficácia para os pacientes sem aumentar os riscos associados ao tratamento, tal como o sangramento. O ticagrelor alcançou uma redução significativa da mortalidade cardiovascular em pacientes com síndrome coronariana aguda em relação ao clopidogrel e, o que é mais importante, sem um aumento de sangramento maior", comentou o professor Lars Wallentin, co-presidente do Comitê Executivo PLATO, do Uppsala Clinic Research Center.

O vice-presidente Executivo de Desenvolvimento da AstraZeneca, Anders Ekblom afirmou, "O estudo PLATO foi desenhado para refletir como os pacientes com síndrome coronariana aguda estão sendo atualmente tratados na prática clínica, incluindo pacientes que foram submetidos a procedimentos invasivos, bem como aqueles que foram tratados apenas com medicamentos. Os dados do estudo PLATO sugerem que o ticagrelor pode ser uma nova e valiosa opção para uma ampla gama de pacientes com síndrome coronariana aguda. Esperamos apresentar o pedido de registro do ticagrelor junto às autoridades regulatórias durante o quarto trimestre deste ano".

O estudo PLATO confirmou o perfil de segurança clínica de estudos anteriores com o ticagrelor, os quais mostraram não haver diferença em sangramentos maiores comparado com o clopidogrel. Quando no estudo PLATO os episódios de sangramento menor foram acrescentados aos resultados de sangramento maior, o ticagrelor mostrou um aumento em relação a clopidogrel (16,1% vs. 14,6%). Houve também um aumento em sangramentos não relacionados com os procedimentos com o ticagrelor. Dentro dos subgrupos de pacientes separados por sexo, peso, história de acidente vascular cerebral/ataque isquêmico transitório, o ticagrelor não mostrou um aumento na incidência de sangramentos maiores em relação a clopidogrel.

Consistentes com os dados obtidos em estudos de fase II, as pausas ventriculares (redução do ritmo cardíaco) ocorreram mais frequentemente com o ticagrelor, porém sem sintomas associados ou conseqüências clínicas para o paciente. A dispnéia foi registrada com maior frequência por pacientes tratados com o ticagrelor (13,8% vs. 7,8%) não tendo, no entanto, representado um agravamento ou indicação de nova falha cardíaca ou doença pulmonar. Apenas um em cada 100 pacientes tratados com o ticagrelor interrompeu o tratamento em estudo devido à dispnéia.

No estudo PLATO foram analisados 66 subgrupos (33 de eficácia e 33 de segurança). Trinta dos 33 subgrupos de eficácia analisados eram compatíveis com os resultados das análises de eficácia da população em geral, mostrando um benefício a favor do ticagrelor sobre o clopidogrel.

Dos 33 subgrupos de segurança analisados, 32 eram compatíveis com a análise de segurança da população em geral, não havendo nenhuma diferença estatisticamente significante entre o ticagrelor e o clopidogrel. O subgrupo restante (pacientes com um Índice de Massa Corporal > 30kg/m2) apresentaram sangramento maior com mais frequência com o ticagrelor do que com o clopidogrel.

Considerando o grande número de testes realizados, essas diferenças podem ter sido devidas ao acaso. As diferenças observadas nos resultados obtidos com pacientes norte-americanos em relação a outros indivíduos incluídos no estudo levantam questionamentos se as diferenças geográficas entre as populações de pacientes ou as diferenças de padrões de prática clínica influenciam os efeitos dos tratamentos randomizados, embora nenhuma explicação aparente tenha sido encontrada até o momento.

"Como cardiologistas, estamos constantemente procurando opções rigorosamente estudadas para oferecer aos nossos pacientes que enfrentam um risco aumentado de incorrer em complicações sérias e potencialmente fatais", afirmou o Dr. Robert UM. Harrington, co-Presidente do Comitê Executivo PLATO, do Instituto de Pesquisa Clínica Duke. "Estima-se que um entre três pacientes com síndrome coronariana aguda irá morrer, sofrerá um ataque cardíaco recorrente, ou será novamente internado dentro de seis meses de seu primeiro evento cardiovascular. Assim, prevenir a recorrência é essencial no tratamento dos pacientes com SCA."

Os resultados do estudo PLATO reforçam a intenção da AstraZeneca de submeter o o produto à apreciação das agências regulatórias durante o quarto trimestre deste ano.

O estudo PLATO foi um estudo internacional, comparativo direto dos desfechos cardiovasculares envolvendo 18.624 pacientes, inclusive brasileiros, tratados com o ticagrelor mais aspirina em relação ao comparador ativo, clopidogrel mais aspirina. O estudo foi desenhado para determinar se ticagrelor poderia alcançar significância clínica em parâmetros de eficácia e segurança em pacientes com síndrome coronariana aguda, acima e além daqueles obtidos pelo clopidogrel, uma terapia irreversível com medicamentos da classe das tienopiridinas. Considerando a magnitude do banco de dados do estudo PLATO, continuaremos a analisar e a publicar resultados adicionais referentes a essa iniciativa.

O desenho do estudo PLATO foi publicado na edição de Abril de 2009 do American Heart Journal.

Sobre BRILINTA™
Ticagrelor (BRILINTA®) é um medicamento experimental antiplaquetário de uso oral indicado nas síndormes coronarianas agudas. O ticagrelor é o primeiro antagonista reversível do receptor de difosfato adenosina (ADP) e inibe seletivamente o P2Y12, um receptor-chave alvo para ADP. O bloqueio do receptor ADP inibe a ação das plaquetas no sangue, reduzindo a recorrência de eventos trombóticos. O ticagrelor é o primeiro de uma nova classe química, os CPTPs (ciclopentil-triazolopirimidinas) e é quimicamente diferente das tienopiridinas, tais como clopidogrel e prasugrel.

Fonte: Saúde & Lazer

9.21.2009

Atenção: Mais oportunidades (Vagas / empregos )

TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO

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NÃO ABRIREMOS CURRICULOS EM ANEXO!!!!! ATENÇÃO AO PERFIL SOLICITADO. Necessário: sexo: FEMININO. DE 25 À 35 amos. Experiência na área comprovada em carteira próximo a Jacarepaguá. Buscamos um profissional com experência em auditoria interna, conhecimentos e manutenção de iso 9001 versão 2000, Possuir vivência em gestão da qualidade e ou ambiental. A empresa oferece o salário de R$ 1411,00 + Benefícios. Os candidatos interessados e dentro do perfil, deverão encaminhar o currículo para o e-mail: roger.recrutamento@yahoo.com.br, mencionando no assunto: Assistente de Qualidade


TRAINEE DE FARMÁCIA

DERMAGE SELECIONA: 05 vagas - Trainee de Farmácia para atuar em lojas. Requisitos obrigatórios: Superior Completo em Farmácia. Desejável experiência em farmácia de manipulação. Identificação com a área comercial e gestão de pessoas. Disponibilidade de horário. As candidatas interessadas deverão encaminhar o cv para: curriculo@dermage.com.br. No assunto, informar: Trainee de Farmácia


VAGAS GRUPO PAO DE ACUCAR

O Grupo Pão de Açucar oferece vagas em drogarias de diversos estados. Há postos para farmacêuticos, balconista, atendente de farmácia e operador de caixa em farmácia. É necesspario cadastrar cv no site: www.grupopaodeacucar.com.br/nossagente até 30 de Setembro.

HÉRNIA DE HIATO, ESOFAGITE, AZIA E REFLUXO GASTROESOFÁGICO


Hérnia de hiato é um defeito anatômico, em que um segmento do estômago, localizado dentro do abdômen, "sobe" ou "desliza" através de um orifício conhecido como hiato diafragmático para o tórax, alterando, entre outras coisas, o esfíncter inferior do esôfago.
1.O que é hérnia de hiato?

Chamamos hérnia de hiato a passagem de parte do estomago para o tórax. É muito difícil definir e saber o porque ocorrem as hérnias de hiato.

A hérnia pode ocorrer em qualquer idade. Muitas vezes as hérnias de hiato levam á esofagite de refluxo.


2.Quais são os sintomas da hérnia de hiato e da esofagite de refluxo?

O sintoma mais frequente é queimação ou dor no peito.

Além disso pode haver sensação de líquido que volta para a garganta. Algumas vezes pode haver dor ou dificuldade para engolir.

Pode haver sensação de "bolo na garganta" ou engasgos. Mais raramente pode haver gosto ácido ou amargo na boca.

Algumas pessoas tem sintomas respiratórios causados pelo refluxo como tosse seca, laringite ou faringite crônicas. Muitas vezes a laringite ou tosse não melhoram com o tratamento habitual. A esofagite está muitas vezes associada a asma ou bronquite.

Há pessoas com opressão ou peso no peito. Algumas vezes sintomas de refluxo causados pela presença da hérnia de hiato podem ser parecidos com os das doenças cardíacas. Isso causa enorme preocupação aos pacientes e familiares. Nesse caso é necessário um raciocínio clínico mais sofisticado para descobrir a causa dos sintomas.

Muitas pessoas com hérnias de hiato, no entanto, não apresentam sintomas.


3.Todas as pessoas com esofagite de refluxo tem também hérnia de hiato?

A presença de hérnia de hiato predispõe o indivíduo a ter esofagite. Existem , no entanto, inúmeras pessoas que não tem hérnia de hiato e que apresentam esofagite e refluxo. Essas pessoas apresentam fraqueza na válvula que impede o retorno do ácido do estomago para o esofago, chamada esfincter. Assim, a esofagite de refluxo pode ocorrer sem a presença da hérnia de hiato, devido a fraqueza dessa válvula(esfincter)


4.Como é diagnosticada a hernia de hiato e a esofagite?

No Brasil a maneira mais comum de saber se há hérnia de hiato e esofagite é pela Endoscopia Digestiva. Atualmente a Endoscopia é confortável. Pode-se fazer o exame dormindo com o uso de medicações modernas. O exame é rápido e seguro quando feito por médicos experientes.


5.Qual o tratamento da hérnia de hiato e da esofagite de refluxo?

Há muitas opções. De maneira geral, medicações que diminuem a produção do ácido pelo estomago são utilizadas no tratamento da esofagite de refluxo. Essas medicações são eficazes e seguras. A esofagite associada á hernia de hiato tem tendência a ser recorrente e os sintomas tendem a voltar após o tratamento. Nesses casos pode-se optar por tratamento medicamentoso a prazo mais longo. A hérnia, naturalmente, não desaparece com o tratamento clínico.Nos casos em que não há melhora com tratamento clínico ou existam complicações pode-se optar pela cirurgia. O tratamento bem orientado normalmente leva á melhora na maior parte dos casos.

Fonte: Dr. Paulo Sérgio Lopes

AZIA E REFLUXO GASTROESOFÁGICO

O QUE É REFLUXO GASTROESOFÁGICO?
O refluxo gastroesofágico é a doença mais comum do aparelho digestivo. Ocorre quando o conteúdo ácido reflui, ou volta, para o esôfago. Esse material refluido contém, normalmente, grande quantidade de ácido clorídrico, que é produzido pelo estômago. O ácido, em contato com a mucosa do esôfago, provoca uma desconfortável sensação de queimação, conhecida popularmente como azia. A azia pode ser sentida logo acima da "boca do estômago", ou então começar neste ponto e subir até a garganta, espalhando a sensação de queimação atrás do esterno (aquele osso que fica no meio do peito). Algumas vezes, além da sensação de queimação, você pode perceber que "voltou alguma coisa junto", que pode ser o suco gástrico e/ou alimentos. Isso é chamado de regurgitação.

POR QUÊ O REFLUXO OCORRE?
O refluxo ocorre quando os mecanismos que impedem ou dificultam o retorno do material contido no estômago para o esôfago estão enfraquecidos ou inoperantes. O elemento mais importante dessa verdadeira barreira é o que chamamos de esfíncter inferior do esôfago, que funciona como uma válvula que abre e fecha e possui uma determinada pressão, suficiente para impedir o refluxo. Quando a pressão dessa válvula diminui ou começa a apresentar defeitos em seu funcionamento, o refluxo ocorre. É claro que, quanto mais refluxo ocorrer, maior a possibilidade de haver inflamação do órgão, conhecida como esofagite. Existem outros importantes mecanismos de defesa, como a produção de saliva, que em conjunto com a movimentação do esôfago, conhecida como
peristalse, "lavam" o esôfago, diminuindo o refluxo.

O QUE É HÉRNIA DE HIATO? HÉRNIA DE HIATO E REFLUXO SÃO A MESMA COISA?
Hérnia de hiato é um defeito anatômico, em que um segmento do estômago, localizado dentro do abdômen, "sobe" ou "desliza" através de um orifício conhecido como hiato diafragmático para o tórax, alterando, entre outras coisas, o esfíncter inferior do esôfago. Hérnia não é sinônimo de refluxo. Cerca de 50% dos pacientes que têm hérnia não têm refluxo, e vice-versa.


POR QUÊ TENHO AZIA?
A azia pode ocorrer por uma série de fatores, tais como o estresse, o uso de medicamentos e maus hábitos alimentares. Além da doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), citada anteriormente aqui.


É IMPORTANTE TRATAR A AZIA?
Sim, atenção aos sintomas e à freqüência com que eles acontecem. Quanto mais rápido for o diagnóstico, mais fácil será o tratamento do problema. Seu médico prescreverá medicamentos que diminuem a secreção do ácido produzido pelo estômago.


ESTÁ CORREIO TOMAR LEITE E ANTIÁCIDOS PARA TRATAR A AZIA?
Cuidado! Ao consumir leite e antiácidos, você estará se automedicando. A sensação de queimação pode não ser apenas uma azia. O leite, por mais que seja considerado uma alterna-tiva natural e saudável, não é o tratamento recomendado, e o antiácido causa somente um alívio temporário.


SEMPRE QUE TENHO AZIA SIGNIFICA QUE ESTOU COM PROBLEMA?
Não, somente quando o desconforto da azia se torna freqüente, 2 vezes por semana durante 4 a 8 semanas, é que devemos nos preocupar, pois poderá ser um sintoma da doença do refluxo gastroesofágico (DRGE).


QUANDO DEVO PROCURAR UM MÉDICO PARA TRATAR A AZIA?
Devemos procurar um médico quando os sintomas da azia se tornam constantes. Normalmente cometemos exageros na alimentação e sentimos azia, mas, se as atividades diárias estiverem prejudicadas com tais sintomas, você deverá ir ao médico. O tratamento prolongado e a mudança de hábitos têm sido a melhor e mais adequada solução para as constantes reclamações de quem sofre diariamente com os sintomas do refluxo.
Fonte:eniofranca.com.br/.../azia_e_refluxo.htm

9.20.2009

Hipertensão: A doença que atinge 30% da população adulta brasileira


Tratamento de Hipertensão
17/9/2009
Dificuldades de relacionamento entre médico e paciente e, criar novos hábitos de vida são as grandes dificuldades dos hipertensos

A doença que atinge 30% da população adulta brasileira, chegando a mais de 50% na terceira idade e está presente em 5% das crianças e adolescentes no Brasil, é responsável por 40% dos infartos, 80% dos acidentes vascular cerebral (AVC) e 25% dos casos de insuficiência renal terminal. As graves conseqüências da pressão alta podem ser evitadas, desde que os hipertensos conheçam sua condição e mantenham-se em tratamento.

A adesão ao tratamento quando descoberta a doença é um dos grandes desafios da medicina. Pesquisa realizada pelo Dr. Décio Mion, conselheiro da sociedade Brasileira de Hipertensão e chefe da Unidade de Hipertensão do HC-FMUSP, demonstra que o problema vem desde a consulta médica até a mudança no estilo de vida do paciente. Dos entrevistados, 76% afirmaram estar insatisfeito com o atendimento dos médicos e procuram outro especialista, 30% afirmaram ter toda atenção do especialista e 37% estão satisfeitos com o atendimento. "A relação entre médico e paciente ainda é deficiente e grande parte dos hipertensos se sentem isolados por essa distancia neste relacionamento e acabam desistindo do tratamento", afirma Dr. Décio.

Já para a adesão ao tratamento, os pacientes que participaram do levantamento realizado pelo especialista em 79% disseram que gostariam de ter mais relação com o médico, 84% mais informações da doença e 91% gostariam que o médico entrasse em contato pós consulta. Esse quadro negativo ainda não pára por aqui. O estudo revelou que 89% dos pacientes consideram os medicamentos utilizados no tratamento caros e 54% não se sentem bem com os remédios prescritos pelos médicos pelos eventuais efeitos colaterais.

"O conhecimento para controlar a hipertensão arterial existe, mas os pacientes não seguem a orientação médica", lamenta o nefrologista. Nos Estados Unidos, o percentual de doentes com pressão arterial abaixo de 140 mmHg por 90 mmHg, ou seja, em níveis controlados, é de 31% sobre o total de doentes. No Brasil, calcula-se que esse percentual seja inferior a 10%.

A pressão alta é de fácil diagnostico e pode ser tratada e o paciente tem a chance de seguir com a vida tranquilamente incluindo novos hábitos em seu cotidiano. No entanto, por ser silenciosa e não apresentar sintomas imediatamente, ela é um dos principais fatores de riscos de doenças que atinge coração, rins e cérebro. Segundo o Ministério da Saúde, das 900 mil fatalidades registradas no Brasil, anualmente, quase 30% decorrem de alterações no sistema cardiovascular provocadas pela elevação crônica da pressão arterial.

Mais de 80% dos brasileiros adultos medem a pressão arterial regularmente, como comprova uma pesquisa de 2006, da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde. "O problema é a negligência nas demais etapas do processo, do diagnóstico, orientação do tratamento e uso efetivo dos medicamentos. E ela ocorre porque a doença não causa dor", observa o nefrologista.

Novo estilo de vida

Há dois tipos de tratamento para hipertensão: com e sem medicamentos. O uso ou não de remédios vai depender do estágio da doença e do risco cardiovascular do paciente. Uma pessoa que acabou de ser diagnosticada pode conseguir reverter à alta da pressão adotando um estilo de vida saudável, que inclua redução do sal na alimentação, maior consumo de vegetais e pouco ou nada de álcool.

Esses novos hábitos com a prática regular de exercícios físicos e a perda de peso. "Essas mudanças de hábitos servem tanto para a prevenção da doença como para o seu tratamento", ressalta o nefrologista. Reduzir o consumo de sal significa consumir, no máximo, 6 gramas diárias, o que equivalente a quatro colheres rasas das de café. O brasileiro consome, em média, 12 a 14 gramas de sal por dia.

O controle do peso e a realização de atividades físicas regulares durante pelo menos 30 minutos, três vezes por semana, contribuem não só para o controle da hipertensão, mas também para a queda da insulinemia (excesso de insulina no sangue), além de reduzir a sensibilidade ao sódio e diminuir as atividades do sistema nervoso simpático.

O fumo é o único fator de risco totalmente evitável de doença e morte cardiovasculares. Evitar esse hábito, que em 90% dos casos ocorre na adolescência, é um dos maiores desafios em razão da dependência química causada pela nicotina. No entanto, programas agressivos de controle ao tabagismo resultam em redução do consumo individual e se associam à diminuição de mortes cardiovasculares em curto prazo.[14]

10 MANDAMENTOS CONTRA A PRESSÃO ALTA

01. Meça a pressão pelo menos uma vez por ano.

02. Pratique atividades físicas todos os dias.

03. Mantenha o peso ideal, evite a obesidade.

04. Adote alimentação saudável: pouco sal, sem frituras e mais frutas, verduras e legumes.

05. Reduza o consumo de álcool. Se possível, não beba.

06. Abandone o cigarro.

07. Nunca pare o tratamento, é para a vida toda.

08. Siga as orientações do seu médico ou profissional da saúde.

09. Evite o estresse. Tenha tempo para a família, os amigos e o lazer.

10. Ame e seja amado

Fonte: Segs

PEDOFILIA: DEFINIÇÃO, CAUSAS, PERFIS E TRATAMENTO

Definição do que é Pedofilia

Pedofilia é um distúrbio de conduta sexual, onde o indivíduo adulto sente desejo compulsivo, e caráter homossexual quando envolve meninos ou heterossexual quando envolve meninas, por crianças ou pré-adolescentes este distúrbio ocorre na maioria dos casos em homens de personalidade tímida, que se sentem impotentes e incapazes de obter satisfação sexual com mulheres adultas. Muitos casos são de homens casados, insatisfeitos sexualmente. Geralmente são portadores de distúrbios emocionais que dificultam um relacionamento sexual saudável com suas esposas. A pedofilia é classificada como uma desordem mental e de personalidade do adulto, e também como um desvio sexual, pela Organização Mundial de Saúde. Os atos sexuais entre adultos e crianças abaixo da idade de consentimento resultantes em coito ou não é um crime na legislação de inúmeros países. Em alguns países, o assédio sexual a tais crianças, por meio da Internet, também constitui crime. Outras práticas correlatas, como divulgar a pornografia infantil ou fazer sua apologia, também configuram atos ilícitos classificados por muitos países como crime. O comportamento pedófilo é mais comum no sexo masculino. A Convenção Internacional sobre os Direitos da Criança, aprovada em 1989 pela Assembléia Geral das Nações Unidas, define que os países signatários devem tomar “todas as medidas legislativas, administrativas, sociais e educativas” adequadas à proteção da criança, inclusive no que se refere à violência sexual. O uso do termo pedofilia para descrever criminosos que cometem atos sexuais com crianças é visto como errôneo por alguns indivíduos, especialmente quando tais indivíduos são vistos de um ponto de vista clínico, uma vez que a maioria dos crimes envolvendo atos sexuais contra crianças são realizados por pessoas que não são clinicamente pedófilas e sim, realizaram tal ato por outras razões, tal como para aproveitar-se da vulnerabilidade da vítima, e não por pessoas que sentem atração sexual primária por crianças.


Alguns exemplos do que causa a pedofelia

A causa ou causas da pedofilia são desconhecidas. Pensava-se que a o histórico de abuso sexual na infância era um forte fator de risco, mas pesquisas recentes não encontraram relação causal, uma vez que a grande maioria das crianças que sofrem abusos não de tornam infratores quando adultos, nem tampouco a maioria dos infratores adultos relatam terem sofrido abuso sexual. O “US Government Accountability Office” concluiu que “a existência de um ciclo de abuso sexual não foi estabelecida.” Antes de 1996, havia uma crença generalizada na teoria do “ciclo de violência”, porque a maioria das pesquisas feitas eram retrospectivas e baseadas em um grupo pré-definido Cross-sectional study — os infratores eram questionados se teriam sofrido abusos no passado. A maioria desses estudos descobriu que a maioria dos adultos infratores relataram não terem sofrido qualquer tipo de abuso durante a infância, mas os estudos variam quanto as estimativas percentuais de infratores com histórico de abusos em relação ao total de infratores, de 0 a 79 por cento. Pesquisa mais recente, de caráter prospectivo longitudinal, estudando crianças com casos documentados de abuso sexual ao longo de certo período a fim de determinar que percentagem delas se tornasse infratora, tem demonstrado que a teoria do ciclo de violência não constitui uma explicação satisfatória para o comportamento pedófilo. Recentes estudos, empregando exploração por ressonância magnética, foram feitos na Universidade de Yale e mostraram diferenças significativas na atividade cerebral dos pedófilos. O jornal Biological Psychiatry declarou que, pela primeira vez, foram encontradas provas concretas de diferenças na estrutura de pensamento dos pedófilos. Um psicólogo forense declarou que essas descobertas podem tornar possível o tratamento farmacológico da pedofilia. Continuando nessa linha de pesquisas, o Centro de Vício e Saúde Mental de Toronto, em estudo publicado no Journal of Psychiatry Research, demonstrou que a pedofilia pode ser causada por ligações imperfeitas no cérebro dos pedófilos. Os estudos indicaram que os pedófilos têm significativamente menos matéria branca, que é a responsável por unir as diversas partes do cérebro entre si.



Será que existe um tratamento para pedófilo

Técnicas utilizadas para o tratamento da pedofilia incluem um “sistema de suporte de doze passos”, paralelo à terapia de vícios, embora tal sistema seja visto por muitos como o meio menos eficiente de tratamento. Medicações anti-androgênicas, tais como o Depo Provera, podem ser utilizadas para diminuírem níveis de testosterona, e são constantemente utilizados, em conjunto com outras medidas. A terapia cognitivo-comportamental possui mais suporte em geral, onde o pedófilo aprende a associar o “comportamento pedofílico” com diversos atos considerados não-desejáveis. Geralmente, isto é feito dizendo para o pedófilo “fantasiar atividade sexual desviante”, e então, uma vez excitado, os pedófilos são ditos para imaginarem as conseqüências legais e sociais de tais fantasias. Outros programas induzem o pedófilo a associarem comportamento ilegal com dor, através da controversa terapia de aversão, onde choques elétricos são induzidos ao pedófilo enquanto este está fantasiando. Estes últimos métodos são raramente utilizados em pedófilos que não cometeram ainda crimes baseados na pedofilia. Numerosas técnicas voltadas para o tratamento da pedofilia tem sido desenvolvidas. Muitos vêm à pedofilia como altamente resistente contra interferência psicológica, e acreditam que tratamentos e estratégias reparativas são ineficientes. Outros, tais como o Dr. Fred Berlin, acreditam que a pedofilia poderia ser claramente mais bem tratada com êxito se a comunidade médica desse mais atenção ao tema. Porém, a taxa de casos muito bem-sucedidos de tratamento é muito baixa. Apesar de algumas terapias medicinais para o controle do desejo sexual serem alvo muitas críticas médicas, a castração química judicial é um método de controle que tem mostrado alguns resultados. A parte dos tratamentos impostos por condenação judicial, esses métodos também podem ser voluntariamente utilizados por pessoas que queiram diminuir a sua libido, vitando-se abusos sexuais antes que eles aconteçam. Para o sexo masculino, alguns medicamentos amplamente disponíveis para o câncer de Próstata, além de hormônios femininos, têm eficácia na diminuição da libido masculino. Há de considerar, contudo, que esses métodos induzem à uma feminilização do corpo masculino, podendo ocasionar o crescimento de glândulas mamárias naturais.



Perfis de pedófilos

As estatísticas têm mostrado que 80 a 90% dos contraventores sexuais não apresentam nenhum sinal de alienação mental, portanto, são juridicamente imputáveis. Entretanto, desse grupo de transgressores, aproximadamente30% não apresenta nenhum transtorno psicopatológico da personalidade evidente e sua conduta sexual social cotidiana e aparente parece ser perfeitamente adequada. Nos outros 70% estão as pessoas com evidentes transtornos da personalidade, com ou sem perturbações sexuais manifestas disfunções e/ou parafilias. Aqui se incluem os psicopatas, sociopatas, borderlines, antisociais, etc. Destes 70%, um grupo minoritário de 10 a 20%, é composto por indivíduos com graves problemas psicopatológicos e de características psicóticas alienantes, os quais, em sua grande maioria, seriam juridicamente inimputáveis. Assim sendo, a inclinação cultural tradicional de se correlacionar, obrigatoriamente, o delito sexual com doença mental deve ser desacreditado. A crença de que o agressor sexual atua impelido por fortes e incontroláveis impulsos e desejos sexuais é infundada, ao menos como explicação genérica para esse crime. É sempre bom sublinhar a ausência de doença mental na esmagadora maioria dos violadores sexuais e, o que se observa na maioria das vezes, são indivíduos com condutas aprendidas e/ou estimuladas determinadas pelo livre arbítrio. Devemos distinguir o transtorno sexual ou parafilia, que é uma característica da personalidade, do delinqüente sexual, que é um transgressor das normas sociais, jurídicas e morais. Assim, por exemplo, uma pessoa normal ou um exibicionista podem ter uma atitude francamente delinqüente e, por outro lado, um sado-masoquista, travesti ou onanista podem, apesar das parafilias que possuem não serem necessariamente delinqüentes. (2) Sintomas. Os sintomas normalmente aparecem de um a seis dias a partir da contaminação. Freqüentemente há uma melhora temporária seguida de uma piora dos sintomas. Os sintomas variam com o tipo de infecção: cutânea, respiratória ou gastrointestinal. De 24 a 48 após o contato, a infecção cutânea produz uma pápula pruriginosa, (”um caroço que coça”) que lembra uma picada de inseto. A morte é rara caso o tratamento correto seja instituído, porém 20% dos casos não tratados resultarão em morte. O antraz respiratório é geralmente fatal. Os sintomas iniciais lembram um resfriado comum. Após alguns dias, os sintomas podem progredir para problemas respiratórios sérios e morte. A forma intestinal do antraz é caracterizada por uma inflamação aguda do trato intestinal. Os sintomas incluem náusea, perda de apetite, vômitos, febre seguida de dor abdominal, vômitos sanguinolentos, e diarréia severa. O antraz intestinal resulta em morte em 25-60% dos casos.

FONTE: VIDA
Veja o que é pedofelia

A pedofilia é uma psicopatologia, uma perversão sexual com caráter compulsivo e obsessivo, na qual, adultos, geralmente do sexo masculino, apresentam uma atração sexual, exclusiva ou não, por crianças e adolescentes impúberes. Alguns consideram a pedofilia uma síndrome conjunto de sinais e sintomas que ocorre em diversas psicopatologias. O pedófilo é um indivíduo aparentemente normal, inserido na sociedade. Costuma ser “uma pessoa acima de qualquer suspeita”, aos olhos da sociedade, o que facilita a sua atuação. Geralmente ele não pratica atos de violência física contra a criança. Age de forma sedutora, conquistando a confiança da criança. Mas pode se tornar violento e até matar suas vítimas. Algumas situações bem atuais divulgadas na mídia nacional e internacional mostram como a pedofilia ocorre em todos os países, independente de classe social e situação econômica. No Brasil, entre outras situações de abuso sexual contra crianças, tem sido noticiado o envolvimento de médicos, padres, educadores e síndicos de condomínios. O uso da Internet para divulgação da pornografia com crianças e adolescentes por pessoas da classe média tem sido denunciado em vários estados brasileiros. O combate à pedofilia é um desafio para todos os países. Nos EUA além do registro obrigatório, tem sido proposta a castração química através da aplicação de hormônio feminino e até a castração física do pedófilo. Além do tratamento hormonal, a psicoterapia tem sido aplicada. O pedófilo pelo seu caráter compulsivo e obsessivo, tende a continuar a sua atuação quando libertado, após cumprir penas que geralmente variam de 4 a 10 anos de reclusão. Devem continuar a ser monitorados, após o cumprimento de suas penas. Além das medidas citadas, a melhor maneira de evitar que crianças continuem a ser abusadas por pedófilos, é estarem todos bem informados para prevenir e proteger seus filhos. Só a aplicação da lei não é suficiente.abuso de menores, incesto, molestação de menores.A Pedofilia é um transtorno parafílico, onde a pessoa apresenta fantasia e excitação sexual intensa com crianças pré-púberes, efetivando na prática tais urgências, com sentimentos de angústia e sofrimento. O abusador tem no mínimo 16 anos de idade e é pelo menos 5 anos mais velho que a vítima.O abuso ocorre em todas as classes sociais, raças e níveis educacionais.A grande maioria de abusadores é de homens, mas suspeita-se que os casos de mães abusadoras sejam sub-diagnosticados. Existem 4 faixas etárias de abusadores: jovens até 18 anos de idade, que aprendem sexo com suas vítimas adultos de 35 a 45 anos de idade que molestam seus filhos ou os de seus amigos ou vizinhos pessoas com mais de 55 anos de idade que sofreram algum estresse ou alguma perda por morte ou separação, ou mesmo com alguma doença que afete o Sistema Nervoso Central e aqueles que não importa a idade, ou seja, aqueles que sempre foram abusadores por toda uma vida O sexo praticado com crianças geralmente é oro-genital, sendo menos freqüente o contato gênito-genital ou gênito-anal.As causas do abuso são variáveis. O molestador geralmente justifica seus atos, racionalizando que está ofertando oportunidades à criança de desenvolver-se no sexo, ser especial e saudável, inclusive praticando sexo com a permissão desta. Pode envolver-se afetivamente e não ter qualquer noção de limites entre papéis ou de diferenças de idade. Quando ocorre dentro do seio familiar (o abusador é o pai ou padrasto, por exemplo), o processo é bastante complicado. Normalmente interna-se a criança para sua proteção, e toda uma equipe trabalha com o clareamento da situação. Por vezes, a criança é também espancada e deve ser tratada fisicamente. A família se divide entre os que acusam o abusador e os que acusam a vítima, culpando esta última pela participação e provocação do abuso. O tratamento, então, é inicialmente direcionado para a intervenção em crise. Depois, tanto a criança, quanto o abusador e a família devem ser tratados em longo prazo. Devido ao fato de abuso de menor ser um crime, o tratamento do abusador torna-se mais difícil. As conseqüências emocionais para a criança são bastante graves, tornando-as inseguras, culpadas, deprimidas, com problemas sexuais e problemas nos relacionamentos íntimos na vida adulta.