12.13.2009

Atrofia do nervo óptico não é glaucoma

Mas só diagnóstico precoce evita cegueira

É muito curto o tempo de evolução entre o ponto saudável do olho e a perda total da visão quando se desenvolve um processo de atrofia do nervo óptico. Muitas vezes confundida com o glaucoma, a atrofia tem tratamento melhor conduzido quando diagnosticado precocemente, porque pode detectar outros problemas de saúde, desde o glaucoma até enfermidades cerebrais.

A atrofia do nervo óptico é a desconexão das ligações nervosas que unem o olho ao cérebro. "É sinônimo de perda de visão irreversível.

Quando chega ao ponto de atrofia, o nervo óptico já não transmite os sinais luminosos para o cérebro montar a imagem. Por isso, o diagnóstico precoce e a identificação da causa são imprescindíveis para o sucesso do tratamento",

Causas - Como a atrofia é o ponto final do processo de perda de visão pelo desligamento do nervo óptico, suas causas podem ser variadas.
"Entre as principais origens do problema está o glaucoma.

A neuropatia glaucomatosa, como também é conhecida, resulta de uma lesão no nervo óptico causada, principalmente, por uma pressão intraocular inadequada. Diferente das outras causas de atrofia do nervo óptico, o glaucoma não apresenta sintomas perceptíveis ao paciente. Por isso, as consultas periódicas e continuadas e o diagnóstico precoce são tão importantes".

Os sintomas do processo de atrofia do nervo óptico estão ligados ao sofrimento do nervo e, portanto, necessitam de tratamento especializado urgente.

Os principais sinais do processo de atrofia são o embaçamento da visão, a perda aguda da capacidade de distinção das cores, a diminuição da acuidade visual (qualidade da visão) e a perda do campo visual (quantidade de visão)".

Exames - Entre os exames necessários para a detecção da causa do processo de atrofia, o especialista do HOB destaca o exame de fundo de olho, campimetria (mede o campo visual), ressonância magnética, tomografia e avaliação neurológica.

A cura e o tratamento do processo de atrofia do nervo óptico dependem da causa. "Se o processo de atrofia for causado pelo glaucoma, não há cura, apenas tratamento para estagnar a perda de visão e proporcionar uma melhor qualidade de vida ao paciente. Nas outras situações, tratando a causa, o processo de atrofia desaparece"

Por Juscelino de Oliveira.

O estresse pode se revelar na voz

Tensão e fadiga podem ser causas

As doenças ligadas à rouquidão nem sempre têm causas físicas. Situações de estresse podem provocar aumento da tensão muscular ou mesmo fadiga da musculatura das pregas vocais.

o sistema límbico, que controla o emocional, pode interferir na regulação dos sistemas motores. Desta forma, o emocional pode provocar disfunção motora das pregas vocais gerando rouquidão e até afonia. "No geral, esta relação não é percebida. Um exemplo é o caso de pessoas que, quando irritadas, perdem a voz".

Para definir se a rouquidão tem relação com estresse é fundamental que seja realizado um exame otorrinolaringológico completo buscando possíveis desordens orgânicas que promovam a disfonia.

Esta avaliação pode ser complementada com o exame de Laringoscopia, que é de grande valia para a observação do aspecto visual da mucosa, movimentação e características vibratórias das pregas vocais. "Durante todo esse processo é observado a possibilidade de sinais de estresse, ansiedade exacerbada, insatisfações, ou outras possíveis manifestações de alterações ou distúrbios que possam estar ocorrendo na esfera psíquica".

O tratamento para a rouquidão causada pelo estresse deve ser dirigido para a causa, sendo assim, mudanças comportamentais que possam melhorar a qualidade de vida são importantes ferramentas, para que o indivíduo reencontre seu equilíbrio vocal. Hábitos de vida saudáveis e a prática de atividades físicas ajudam a controlar o nível de estresse e são recomendáveis.

"Para que a voz se mantenha saudável, é importante cuidar da saúde geral do corpo, beber muito líquido, não gritar, não realizar esforço vocal enquanto apresentar infecções de via aérea superior como gripes e resfriados, evitar fumo, álcool, drogas e poluição".

Em alguns casos específicos, de maior dificuldade de tratamento pode ser necessário aliar outras formas de terapia, como atendimento fonoterapêutico, psicológico e por vezes tratamento medicamentoso

Por Ronaldo dos Reis Américo

Levando a enxaqueca a sério

Diagnóstico incorreto, uso inadequado de medicamentos e a baixa adesão dos pacientes atrapalham tratamento
Confira material sobre o assunto, enviado pela assessoria do neurologista Abouch Krymchantowski, um dos principais especialistas em dor de cabeça do país.

Tratamento inadequado da enxaqueca pode agravar intensidade das dores
Doença crônica que atinge mais de 15% da população mundial, a enxaqueca provoca intensas crises de dores de cabeça capazes de incapacitar por horas e até dias quem sofre do problema. Mas, apesar de os malefícios causados se prolongarem intermitentemente durante anos, a enxaqueca ainda não é encarada com a seriedade necessária e nem tratada corretamente: diagnóstico errado, uso inadequado de medicamentos e baixa adesão dos pacientes são algumas das barreiras que impedem o sucesso do tratamento e podem agravar ainda mais as dores.

Para o neurologista Abouch Krymchantowski, membro da Sociedade Brasileira de Cefaleia e Fellow da Sociedade Americana de Dor de Cabeça, um dos principais obstáculos para o tratamento é o diagnóstico equivocado da doença, que costuma ser confundida como sintoma de outros distúrbios, como sinusite e estresse. "Existe no Brasil uma cultura de se pedir exames em excesso, que não identificam o problema, como tomografias e eletroencefalogramas, quando a enxaqueca poderia ser facilmente detectada a partir de um exame clínico e da análise do histórico do paciente, que poucos médicos fazem", explica o especialista, que é editor-associado da revista Headache, principal publicação científica internacional sobre dor de cabeça.
O diagnóstico errado acaba por levar a um tratamento também incorreto, agravado pelo fato de que a enxaqueca ainda é largamente vista como uma dor passível de cura por medicamentos, em vez de uma doença crônica que demanda prevenção das crises e dos mecanismos cerebrais da dor ao longo de anos. "Na maioria das vezes, são prescritos analgésicos para serem tomados até que a dor passe, o que não só é ineficiente como, se feito em excesso ou com regularidade, pode fazer com que a dor se torne diária", diz o Dr. Abouch, chamando atenção para o fato de que, de acordo com estudos patrocinados pela Organização Mundial de Saúde, mais de 50% dos portadores de enxaqueca precisam de tratamento preventivo, mas menos de 8% efetivamente o recebem.
O especialista afirma, ainda, que essa negligência em relação à gravidade da enxaqueca geralmente se estende também aos pacientes, uma vez que muitos deles não dão a devida importância à dimensão da doença e acabam por abandonar os tratamentos preventivos. "Como geralmente recebe poucas informações sobre a importância da medicação preventiva, grande parte dos pacientes para de ingerir os remédios quando sente alguma melhora", salienta o especialista. A solução para evitar os erros no tratamento da enxaqueca é relativamente simples, e passa pela melhora do nível de informação, tanto de médicos quanto de pacientes:
- É preciso que os médicos sejam mais bem preparados para tratar a enxaqueca, de modo que ela passe a ser efetivamente compreendida como uma doença crônica, química e genética, capaz de existir sem nem mesmo causar dor de cabeça. Assim, os pacientes serão melhor informados sobre a gravidade de seu problema, perseverando com o tratamento e evitando erros como a ingestão excessiva de remédios para a dor - finaliza o neurologista Abouc

DEPRESSÃO

Síndrome que, de acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), é a quarta causa global de incapacidade e deve ser a segunda até o ano de 2020.


1. O que é depressão?
A depressão é uma doença complexa que afeta corpo e mente e manifesta-se por sintomas emocionais e físicos. Conhecida também como Transtorno Depressivo Maior (TDM), é caracterizada por sinais que interferem na habilidade para trabalhar, estudar, comer, dormir e apreciar atividades antes agradáveis.

2. Tristeza é sinônimo de depressão?
Não. Tristeza isolada não é depressão, apenas um sentimento universal, assim com ansiedade. Logo, não é necessariamente patológico, fazendo parte da experiência psíquica normal.

3. Quais são as causas da depressão?
As causas da depressão ainda são desconhecidas. A teoria neuroquímica é a mais aceita e sugere que uma disfunção no sistema nervoso central é a responsável pela doença. A diminuição dos neurotransmissores serotonina e noradrenalina no sistema nervoso central são os responsáveis tanto pelo aparecimento dos sintomas emocionais quanto físicos da depressão.

4. Quais são os principais sintomas?
A depressão se manifesta por sintomas emocionais e físicos. Os principais são:
. Sintomas emocionais: tristeza, perda de interesse, ansiedade, angústia, desesperança, estresse, culpa, perda da libido, dificuldade de raciocínio, indecisão, baixa auto-estima, alterações no sono, ideação suicida, entre outros;

. Sintomas físicos: baixa energia, alterações no sono, dores inexplicáveis pelo corpo (sem causa clínica definida), dor de cabeça, alterações no apetite, alterações gastrintestinais, alterações psicomotoras, entre outras.

5. Quais sinais comprovam um quadro de depressão?
Para o indivíduo ser diagnosticado como deprimido, deve reunir pelo menos cinco dos sintomas acima, sendo que um deles tem que ser tristeza ou perda do interesse em atividades antes prazerosas, com duração mínima de duas semanas.

6. Ao notar os sintomas, qual profissional de saúde devo procurar?
Ao reconhecer ou desconfiar de um quadro depressivo é imprescindível procurar um médico psiquiatra, ele é o profissional mais indicado para diagnosticar e tratar a depressão.


7. Todas as pessoas estão sujeitas a ter depressão?
Sim, porque existem diferentes motivos que predispõem à doença:
· fator genético - história familiar de depressão;
· estresse crônico - situações repetidas de estresse;
· perdas parentais precoces - morte de um dos genitores na infância;
· história de qualquer tipo de abuso na infância;
A depressão tem causas multifatoriais (fatores genéticos/biológicos e ambientais/ psicossociais) que sempre se somam para a determinação de uma apresentação clínica final. Nas mulheres, os períodos pré-menstrual, pós-parto e menopausa são de maior risco para desenvolver a doença também. Cerca de 17,5% da população apresentará pelo menos um episódio depressivo ao longo da vida.


8. Há uma faixa etária mais vulnerável à doença?
Sim. A maioria dos casos de depressão acomete indivíduos entre 20 e 40 anos de idade. Mas é importante dizer que a doença pode se iniciar em qualquer faixa etária, da infância à terceira idade.

9. Qual o melhor tratamento?

A maioria (cerca de 2/3) dos pacientes com depressão apresenta dores persistentes combinadas com sintomas emocionais. Assim, a doença deve ser tratada através de psicoterapia e o uso de antidepressivo com dupla ação, como a duloxetina. Essa classe de medicamento age de forma equilibrada sobre a serotonina e a noradrenalina, combatendo os sintomas emocionais e físicos. É importante deixar claro que isso não é uma regra, portanto varia de acordo com o paciente e que a procura por ajuda médica é indispensável.


10. A depressão tem cura?

O objetivo central do tratamento da depressão é a remissão (melhora completa da sintomatologia depressiva). Como grande parte das doenças, há sempre um risco de, mesmo tratado corretamente, o paciente apresentar recaída no futuro (cerca de 80% das pessoas que apresentaram um episódio depressivo devem apresentar um ou mais episódios adicionais). A depressão, portanto, é, na maioria das vezes, uma doença crônica, assim como diabetes e hipertensão. Quando tratada adequadamente, o paciente leva uma vida absolutamente normal.

Dr. Acioly Lacerda

Cuidado com a pele no verão


Verdades e mentiras noVerdades e mentiras no cuidado com a pele no verão
Proprietária de clínica tira dúvidas comuns sobre o assunto
Cuidar da pele é sempre importante em qualquer estação do ano, mas no verão a atenção tem que ser redobrada. A estação ainda nem chegou e as temperaturas já estão nas alturas, alguns dias ultrapassam os 40° graus, e os cuidados com a pele neste momento são mais importantes, pois os raios ultaviolentas são mais agresivos. Mas o que fazer para se proteger?

1 - Os produtos para limpar, tonificar e hidratar a pele devem ser da mesma linha
É realmente mais adequado usar produtos de uma mesma linha. Eles têm os mesmos ingredientes básicos de perfume e conservantes, além de serem desenvolvidos para tratar determinado tipo de pele em idades específicas. No caso de produtos manipulados ou receitados, eles podem ser de linhas diferentes já que o especialista procura indicar as combinações adequadas.

2 - É melhor evitar loções alcoólicas para limpar a pele
Elas até podem limpar melhor a pele, mas irritam e têm efeito rebote, ou seja, estimulam a produção de oleosidade (sebo). Leites e cremes de limpeza são melhores que loções alcoólicas e não causam efeitos indesejáveis.

3 - Tomar sol melhora a pele
Mas depende do tempo e do horário que a pessoa se expõe ao sol. Os primeiros raios do dia têm efeito antiinflamatório e, por isso, melhoram a acne. Porém, quando a exposição ao sol é exagerada, a acne piora, já que a pele queimada fica mais grossa, facilitando o entupimento dos poros.

4 - Mais importante que limpar a pele, é sempre aplicar o creme de baixo para cima
Em geral, a maior preocupação deve ser aplicar o creme com suavidade sobre a pele limpa, sem movimentos bruscos e, de preferência, por igual. Se a intenção for massagear a pele, faça o movimento de baixo para cima na área da testa; do centro para fora, nas áreas da maçã do rosto e dos olhos; e de cima para baixo, no queixo e pescoço.

5 - Acne é doença contagiosa
A acne acontece especialmente na puberdade por tendência hereditária. Ou ainda, por uso de medicamentos, doenças e cosméticos muito oleosos.

6 - Sauna é eficiente na limpeza da pele
A sauna não deve ser considerada um tratamento de beleza. Somente peles muito sujas e oleosas podem se beneficiar desse procedimento, já que a temperatura alta aquece a cútis e os poros se abrem, liberando a sujeira. Mas não chega a ser uma limpeza eficiente. O objetivo da sauna é relaxar.

7 - Quando estou bronzeada já estou protegida, por isso não preciso mais usar filtro solar
O bronzeamento prévio dá uma pequena proteção, o equivalente a uma proteção fator 4. O que não é suficiente para evitar queimaduras e outros danos à pele em caso de uma nova exposição ao sol.

8 - Alergia na pele se pega em qualquer lugar
É o tipo de doença não transmissível. A alergia depende da predisposição individual e do contato com a substância causadora da alergia.

9 - Produtos naturais nunca provocam alergia
Qualquer produto, inclusive aqueles formulados apenas com substâncias extraídas da natureza, pode desencadear alergia.

10 - A pele nunca reage a produtos aos quais já está acostumada
Qualquer produto, a qualquer momento, pode desencadear uma alergia. A pele de um pedreiro, por exemplo, pode se sensibilizar ao cimento depois de passados 10 anos de contato com o material.

11. Deve-se reaplicar protetor solar após transpirar ou entrar na água
Verdade. Antes de ir para o sol é preciso aplicar o protetor solar. Após transpirar ou entrar na água é importante reaplicar o produto, pois o fator utilizado já não é mais eficiente como antes.

Cuidar da pele é sempre importante em qualquer estação do ano, mas no verão a atenção tem que ser redobrada. A estação ainda nem chegou e as temperaturas já estão nas alturas, alguns dias ultrapassam os 40° graus, e os cuidados com a pele neste momento são mais importantes, pois os raios ultaviolentas são mais agresivos. Mas o que fazer para se proteger?

1 - Os produtos para limpar, tonificar e hidratar a pele devem ser da mesma linha
É realmente mais adequado usar produtos de uma mesma linha. Eles têm os mesmos ingredientes básicos de perfume e conservantes, além de serem desenvolvidos para tratar determinado tipo de pele em idades específicas. No caso de produtos manipulados ou receitados, eles podem ser de linhas diferentes já que o especialista procura indicar as combinações adequadas.

2 - É melhor evitar loções alcoólicas para limpar a pele
Elas até podem limpar melhor a pele, mas irritam e têm efeito rebote, ou seja, estimulam a produção de oleosidade (sebo). Leites e cremes de limpeza são melhores que loções alcoólicas e não causam efeitos indesejáveis.

3 - Tomar sol melhora a pele
Mas depende do tempo e do horário que a pessoa se expõe ao sol. Os primeiros raios do dia têm efeito antiinflamatório e, por isso, melhoram a acne. Porém, quando a exposição ao sol é exagerada, a acne piora, já que a pele queimada fica mais grossa, facilitando o entupimento dos poros.

4 - Mais importante que limpar a pele, é sempre aplicar o creme de baixo para cima
Em geral, a maior preocupação deve ser aplicar o creme com suavidade sobre a pele limpa, sem movimentos bruscos e, de preferência, por igual. Se a intenção for massagear a pele, faça o movimento de baixo para cima na área da testa; do centro para fora, nas áreas da maçã do rosto e dos olhos; e de cima para baixo, no queixo e pescoço.

5 - Acne é doença contagiosa
A acne acontece especialmente na puberdade por tendência hereditária. Ou ainda, por uso de medicamentos, doenças e cosméticos muito oleosos.

6 - Sauna é eficiente na limpeza da pele
A sauna não deve ser considerada um tratamento de beleza. Somente peles muito sujas e oleosas podem se beneficiar desse procedimento, já que a temperatura alta aquece a cútis e os poros se abrem, liberando a sujeira. Mas não chega a ser uma limpeza eficiente. O objetivo da sauna é relaxar.

7 - Quando estou bronzeada já estou protegida, por isso não preciso mais usar filtro solar
O bronzeamento prévio dá uma pequena proteção, o equivalente a uma proteção fator 4. O que não é suficiente para evitar queimaduras e outros danos à pele em caso de uma nova exposição ao sol.

8 - Alergia na pele se pega em qualquer lugar
É o tipo de doença não transmissível. A alergia depende da predisposição individual e do contato com a substância causadora da alergia.

9 - Produtos naturais nunca provocam alergia
Qualquer produto, inclusive aqueles formulados apenas com substâncias extraídas da natureza, pode desencadear alergia.

10 - A pele nunca reage a produtos aos quais já está acostumada
Qualquer produto, a qualquer momento, pode desencadear uma alergia. A pele de um pedreiro, por exemplo, pode se sensibilizar ao cimento depois de passados 10 anos de contato com o material.

11. Deve-se reaplicar protetor solar após transpirar ou entrar na água
Verdade. Antes de ir para o sol é preciso aplicar o protetor solar. Após transpirar ou entrar na água é importante reaplicar o produto, pois o fator utilizado já não é mais eficiente como antes.
Por Kátia Liberti