4.11.2014

COPA PARA TODOS

A ‪#‎CopaDasCopas‬ vai driblar o preconceito e marcar mais um gol de placa: o da inclusão social.
Para os deficientes visuais, a palavra “impedimento” só vai existir no vocabulário do futebol quando o juiz apitar.
Cegos e pessoas com baixa visão terão a oportunidade, de forma inédita, de ouvir os jogos por meio de uma narração áudiodescritiva nos estádios de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília.
A transmissão especialmente feita para eles vai oferecer detalhes minuciosos e diferenciados sobre a partida de futebol.
Linguagem corporal, expressão facial, cores dos uniformes, reação da torcida e até mesmo características pessoais dos jogadores serão destacadas para que o espectador fique por dentro de tudo que rola dentro e fora do campo.
A narração será transmitida por radiofrequência e captada em fones de ouvidos, em qualquer lugar do estádio.
Quer entender mais sobre o projeto? Veja aqui http://fifa.to/1n11tTD

Bebês choram à noite para... impedir noite romântica dos pais

  • Segundo estudo, filhos são 'programados' para monopolizar atenção dos pais e impedir que tenham forças para tentar outra gravidez
  • De acordo com autor da pesquisa, nascimento de irmãos mais novos em pouco tempo está ligado a aumento da mortalidade infantil
O GLOBO


Bebês choram para impedir que pais tenham energia para tentar outra gravidez
Foto: StockPhoto

Bebês choram para impedir que pais tenham energia para tentar outra gravidez StockPhoto
CAMBRIDGE - Pais com bebês pequenos ficam tão cansados que, quando estão na cama, sozinhos, só pensam em dormir. Isso não é novidade e acontece com casais de todas as classes sociais. A novidade é que os bebês fazem tudo de caso pensado. Segundo estudo americano, eles são "programados" para chorar à noite e deixar seus pais exaustos. O motivo? Eles não querem a concorrência de irmãozinhos mais novos.
A pesquisa da Universidade de Harvard afirma que a questão é biológica. O nascimento de um irmão mais novo em curto período de tempo está associado ao aumento da mortalidade infantil, especialmente em famílias com poucos recursos e em locais com surtos de doenças infecciosas.
De acordo com os cientistas, a amamentação durante a noite também é uma adaptação dos bebês na estratégia de não permitir a nova gravidez. Mulheres que dão de mamar de madrugada têm um período de infertilidade maior.
- Noites de vigília aumentam na segunda metade do primeiro ano de vida infantil e são mais comuns em bebês alimentados com leite materno - disse David Haig, biólogo evolucionista e autor do estudo, ao “Daily Mail”. - A seleção natural é preservada ... o comportamento de crianças que suprimem a função ovariana das mães acontece pois elas se beneficiam com o atraso do próximo nascimento.
Haig afirma que, apesar de saberem os benefícios da amamentação, muitas mães desconhecem que o fato de dormirem pouco também pode ajudar:
- A fadiga materna pode ser vista como parte integrante da estratégia de uma criança para estender o intervalo entre nascimentos.
Segundo Siobhan Freegard, fundador de um dos maiores sites de paternidade da Inglaterra, é tudo um plano da Mãe Natureza.
- O espaçamento entre irmãos daria mais tempo para a mãe se recuperar do parto e também para a criança se tornar mais independente da amamentação, aumentando suas chances de sobrevivência. Por isso esta pesquisa faz todo o sentido - Analisou Freedard. - A última coisa que novas mães esgotadas querem é pensar em outra gravidez.

Pacientes que nasceram sem vagina ganham órgão feito com suas células

Vaginas artificiais foram implantadas em quatro garotas nos EUA.
Tratamento convencional envolve enxertos de tecido intestinal ou da pele.

Reuters
 Yuanyuan Zhang, professor do Instituto de Medicina Regenerativa Wake Forest, demonstra o processo de criação em laboratório de um órgão vagina com células das próprias pacientes  (Foto: Reuters/Wake Forest Institute for Regenerative Medicine) 
Pesquisador demonstra processo de criação em laboratório de vagina com células das próprias pacientes (Foto: Reuters/Wake Forest Institute for Regenerative Medicine)
Quatro jovens que nasceram sem vagina ou com vagina anormal receberam implantes de material cultivado em laboratório feito a partir de suas próprias células, no mais recente caso de sucesso para criação de órgãos de substituição, o que até agora inclui também traqueias, bexigas e uretras.
Testes de acompanhamento mostraram que as novas vaginas não se diferenciaram do próprio tecido das mulheres, e o tamanho dos órgãos aumentou à medida que as pacientes – que receberam os implantes na adolescência –  amadureceram.
Todas as jovens já são sexualmente ativas e relatam ter uma função vaginal normal. No momento das cirurgias, feitas entre junho de 2005 e outubro de 2008, elas tinham entre 13 e 18 anos de idade.
Duas das mulheres, que nasceram com útero funcional, mas sem vagina, agora também menstruam normalmente. Ainda não está claro se elas poderão ter filhos, mas o fato de estarem menstruando sugere que seus ovários estão funcionando direito – razão pela qual uma gravidez é possível, explicou o cirurgião urologista pediátrico Anthony Atala, diretor do Instituto de Medicina Regenerativa Wake Forest, na Carolina do Norte.
A façanha, que Atala e colegas mexicanos descrevem na revista britânica "The Lancet", é a mais recente demonstração do crescente campo da medicina regenerativa, uma disciplina em que se tira proveito do poder do corpo para regenerar e substituir células.
Yuanyuan Zhang, professor do Instituto de Medicina Regenerativa Wake Forest, trabalha na produção da vagina artificial (Foto: Reuters/Wake Forest Institute for Regenerative Medicine)Yuanyuan Zhang, professor do Instituto de Medicina
Regenerativa Wake Forest, trabalha na produção da
vagina artificial (Foto: Reuters/Wake Forest Institute
for Regenerative Medicine)
Em estudos anteriores, a equipe de Atala usou a técnica para fazer bexigas sobressalentes e tubos de urina ou uretra em meninos.
Segundo o médico, esse estudo-piloto é o primeiro a demonstrar que vaginas cultivadas em laboratório com as próprias células das pacientes podem ser usadas com sucesso em humanos, oferecendo uma nova opção para mulheres que precisam de cirurgias reconstrutivas.
Síndrome MRKH
Todas as participantes da pesquisa nasceram com a síndrome de Mayer-Rokitansky-Küster-Hauser (MRKH), uma condição genética rara em que a vagina e o útero são subdesenvolvidos ou ausentes. O tratamento convencional envolve o uso de enxertos feitos de tecido intestinal ou da pele, mas essas duas opções têm inconvenientes, segundo Atala. Isso porque o tecido intestinal produz excesso de muco, o que pode causar odores. Já a pele convencional pode arrebentar.

O médico esclareceu que mulheres com essa condição geralmente procuram tratamento durante a puberdade. "Elas não podem menstruar, especialmente quando têm um defeito grave, quando não têm uma abertura", afirmou. Isso pode causar dor abdominal, com a presença de sangue menstrual no abdômen.

Saiba mais

Papa pede perdão por abusos cometidos por padres pedófilos

Pontífice ressaltou, no entanto, queeligiosos que erraram são minoria

AFP

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O papa Francisco pediu perdão nesta sexta-feira em nome da Igreja, pela primeira vez desde sua eleição ano passado, pelos abusos cometidos por padres pedófilos.

"Sinto-me na obrigação de assumir todo o mal cometido por alguns padres, um pequeno número em relação a todos os padres, e de pedir pessoalmente perdão pelo dano que causaram ao abusar sexualmente de crianças", declarou o pontífice ao receber representantes do Escritório Internacional Católico para a Infância (BICE) no Vaticano.

Seu antecessor, Bento XVI, havia pedido pessoalmente perdão pelos abusos, mas esta é a primeira vez que Francisco faz o pedido, apesar de ter denunciado o crime em diversas oportunidades.

"A Igreja é consciente deste mal. Não queremos recuar no que diz respeito a este problema e às sanções que devem ser adotadas".

"Penso que devem ser muito fortes! Não se brinca com as crianças", completou o papa.