4.11.2014

Ovo de chocolate com cerveja


Opção mistura bebida do tipo 'stout' com chocolate ao leite.
Veja como fazer essa deliciosa receita em casa.

Jéssica Pimentel Do G1 Sorocaba e Jundiaí

Ovo de chocolate com cerveja é opção para a Páscoa (Foto: Geraldo Jr. / G1) 
Ovo de chocolate com cerveja é opção para a Páscoa (Foto: Geraldo Jr./G1)
Uma cervejaria de Sorocaba (SP) resolveu inovar este ano para comemorar a Páscoa. Uma parceria entre a empresa e uma doceira resultou em um ovo de chocolate trufado com o recheio de cerveja do tipo 'stout'. Em 2013, a empresa já havia criado um ovo que levava cerveja como ingrediente, mas uma das responsáveis pela receita, a doceira Cal Barbosa de Oliveira, explica que este ano foi especial. “Dessa vez nós conseguimos elaborar o ovo e ficou exatamente como o planejado, ficou praticamente perfeito."
A ideia surgiu da gerente de marketing da empresa, Bruna Máia, que é apaixonada por chocolate e por cerveja. “São dois ingredientes que eu gosto muito". Foi a partir da ideia que Bruna conta que buscou a parceria da amiga Cal para colocar a ideia em prática. "Procurei minha amiga, que é doceira, e começamos a pensar em algo juntas. Conseguimos o que eu esperava”, comemora.
A parceria entre Bruna e Cal deu certo logo de cara. Segundo Bruna, não foi necessário perder muitas receitas durante o período de teste. “Antes de começar as receitas eu estudei muito sobre os dois ingredientes e qual a cerveja que combinaria com o chocolate. Conseguimos alcançar o esperado muito rápido”, conta.
Receita leva apenas chocolate ao leite e cerveja do tipo stout (Foto: Geraldo Jr. / G1) 
Receita leva apenas chocolate ao leite e cerveja do tipo stout (Foto: Geraldo Jr. / G1)
A receita é feita apenas com chocolate ao leite e a cerveja especificamente 'stout'. De acordo com a gerente de marketing, a bebida foi escolhida por ter um aroma e sabor de café e por combinar exatamente com doces. “Não poderia ser simplesmente qualquer cerveja, tinha que ser uma que combinasse com o chocolate. A combinação ficou perfeita”, explica.
A procura pelos kits, que contêm um ovo de quase 500g e uma cerveja de 600 ml, já começou. Com uma divulgação de duas semanas, quase 150 pedidos foram feitos, relata Bruna.
De acordo com o departamento de marketing da empresa, quase 150 kits foram encomendados e a novidade é um sucesso, mas os clientes precisam ter cuidado, pois fora da geladeira o doce dura até 10 dias. “Na geladeira pode durar até um mês, mas como o nosso ovo não tem conservante, não é aconselhável ficar mais que 10 dias fora”, explica.
Modo de preparo
Em entrevista ao G1, a doceira Cal não só falou da novidade como também ensinou a receita. Com as informações e dicas da profissional, é possível fazer o ovo em casa.

Para isso são necessários apenas dois ingredientes: chocolate ao leite e cerveja 'stout'. Segundo a doceira, há a opção de fazer com chocolate meio amargo, mas o sabor pode ficar mais forte.
Para fazer a casca é preciso misturar o leite em um recipiente frio (Foto: Geraldo Jr. / G1) 
Para fazer a casca é preciso misturar o leite em
um recipiente frio (Foto: Geraldo Jr. / G1)
Ovo
Para fazer a casca é preciso derreter o chocolate e em seguida, fazer o procedimento que os especialistas chamam de "choque", que é quando o chocolate quente se ‘choca’ com uma base fria. Nesse caso, o recomendado é mexer o chocolate em um recipiente frio (veja a foto ao lado).

Em seguida, despeje o chocolate em uma forma e leve a geladeira. A casca estará pronta quando o chocolate tiver marcas esbranquiçadas.
Recheio
Para o recheio, derreta a quantia de chocolate ao gosto e coloque em um recipiente. Em seguida, comece a despejar a cerveja. De acordo com a Cal, a mistura entre os dois causa uma espécie de efervescência. “Não é preciso muito da bebida, o ideal é colocar aos poucos e continuar mexendo até que fique em uma consistência de trufa”, afirma.

Assim que o recheio estiver pronto, coloque dentro da casca e leve para a geladeira por aproximadamente 30 minutos. Quem preferir também pode consumir com uma colher.
A mistura entre o chocolate e a bebida forma uma efervecência (Foto: Geraldo Jr. / G1) 
Mistura entre chocolate e bebida forma uma efervescência (Foto: Geraldo Jr./G1)

Frases de Fases,... Pra começar bem o fim de semana

 


Não caia na tentação de passar uma borracha  no passado. Não vai dar certo!


Mas e se nossos sonhos morressem? Ainda estaríamos vivos?



Naquela noite não houve lua. Eu não sai à rua e nem namorei as estrelas.

Eu vejo um mundo cinza. Roubaram-me todas as cores.



Por que se um dia o amor acabar, a pessoa na qual você se transformou, nunca mais será a mesma.


Amor antes do café da manhã. O açúcar é por conta da casa!


Atitude é ir lá e fazer ao invés de ficar pedindo e esperando resposta!


As melhores frutas estão nas árvores mais altas ou nos mercados mais caros!


Nem sempre "não" quer dizer: Não

Fonte: Cantinho do (In)Correto

'O futebol deve ser alegre'

Após marcar, Fred volta a falar sobre organizadas

Atacante voltou a criticar torcedores que o ameaçaram

O Dia
Rio - Depois de marcar e participar da goleada do Fluminense diante do Horizonte, Fred voltou a falar sobre a polêmica envolvendo as torcidas organizadas. Na terça-feira, o jogador se declarou contra as torcidas organizadas em uma rede social. Na ocasião, o atleta afirmou que havia sido ameaçado de agressão por conta da má fase do Tricolor.
Nesta quinta-feira, o jogador falou sobre a realidade do futebol. Para Fred, o esporte tem que ser visto de forma mais alegre e menos violenta.
Fluminense goleou o Horizonte e se classificou
Foto:  Márcio Mercante / Agência O Dia
"Eu quero deixar bem claro, que o que vou falar não é por causa do jogo, ou pela situação. Sempre que eu tenho que dizer algo, eu falo. Isso não é um problema do Fluminense, mas do Brasil todo. Todos sofrem por isso, não só os jogadores, como os torcedores de verdade. O futebol tem que ser alegre. Mesmo quando perdemos, ou empatamos, o esporte tem que ser algo sadio. Quem perde não se torna um péssimo jogador. Nunca faltou comprometimento do nosso grupo. Sei que as coisas não vem caminhando bem, desde o ano passado, mas nada justifica esse comportamento violento. Eu amo esse clube, amo essa torcida, meu desabafo não foi para uma pequena parcela de falsos torcedores", afirmou
>>> FOTOGALERIA: Fluminense passa pelo Horizonte e diminui a crise
Na próxima fase, o clube carioca vai enfrentar o Tupi, de Minas Gerais. Antes, o Fluminense vai fazer sua estreia no Campeonato Brasileiro diante do Figueirense, na próximo dia 19, no Maracanã.

4.10.2014

Dilma sugere pressão das ruas para passar reforma política

"É preciso que os movimentos sociais pautem a mudança", disse presidenta

Agência Brasil

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Em audiência com a juventude de movimentos sociais, a presidente Dilma Rousseff retomou a defesa de um plebiscito para reforma política, tema que entrou em voga na época das manifestações de junho. A presidente conclamou os movimentos sociais para que pautasse o Congresso Nacional sobre o tema e alegou que não tem unidade entre sua base aliada para aprovar o tema sem participação popular.
"O momento eleitoral é de discutir a reforma política e é preciso que os movimentos sociais pautem essa reforma”, disse a presidente, segundo relato de participantes da reunião. "Não pensem que conseguiremos a reforma política só na relação entre governo e Congresso. É algo que exija a participação dos brasileiros para coesão de forças", acrescentou Dilma.

"O momento eleitoral é de discutir a reforma política e é preciso que os movimentos sociais pautem essa reforma", disse a presidente em outro momento. “A luta não se foca só nos parlamentos, precisa de mobilização das ruas", afirmou Dilma, também segundo relatos dos participantes do encontro.

Mais tarde, em entrevista coletiva, a secretária Nacional de Juventude da Secretaria-Geral da Presidência, Severine Macedo, disse que a presidente defende à proposta de plebiscito para constituição da reforma política.

“A presidenta defende, é simpática à ideia de construir um processo exclusivo, um plebiscito, uma consulta à sociedade sobre a questão da construção da reforma política”, disse a representante do governo. “Nosso entendimento é de que o Parlamento precisa discutir e ampliar o debate, mas que a sociedade precisa opinar sobre que reforma política ela quer e foi isso que a presidenta fortaleceu na reunião.”

Copom sinaliza que alta dos juros pode estar perto do fim

Não será  'apropriada continuidade' da alta do juro.
Está é a avaliação do BC,  feita antes do IPCA de 0,92% de março.

Alexandro Martello Do G1, em Brasília

 Os analistas acreditam que  BC fará novo aumento nos juros básicos da economia no fim de maio
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central suavizou um pouco o discurso contido na ata de sua última reunião, realizada no início de abril, quando a taxa básica da economia brasileira avançou de 10,75% para 11% ao ano - um aumento de 0,25 ponto percentual. A ata foi divulgada nesta quinta-feira (10) pelo BC.
No documento divulgado nesta quinta, o BC retirou uma frase que aparecia na ata da reunião anterior. . O Banco Central, afirmou que o "Copom entende ser apropriado ajustar as condições monetárias política de juros".
Frase divulgada após a reunião do Copom
O entendimento de que o BC está adotando um discurso menos duro também já havia sido feito pelos analistas do mercado financeiro, com base na frase divulgada pelo BC logo após a última reunião do Copom, na semana passada.

Ao anunciar a elevação dos juros para 11% ao ano, no início de abril, o BC informou que "irá monitorar a evolução do cenário macroeconômico até sua próxima reunião, para então definir os próximos passos na sua estratégia de política monetária".
Nos comunicado da reunião anterior, de fevereiro, o recado do BC era um pouco mais forte. A instituição informava que estava "dando prosseguimento" ao processo de ajuste da taxa básica de juros, iniciado na reunião de abril de 2013 e que, por isso, havia decidido elevar os juros para 10,75% ao ano em fevereiro.
Expectativa do mercado financeiro
A expectativa da maior parte dos analistas do mercado financeiro, até o momento, é de que o Banco Central promoverá um novo aumento nos juros básicos da economia brasileira no fim de maio – quando se reúne novamente o Copom, responsável por fixar os juros básicos da economia. A previsão é de outra elevação de 0,25 ponto percentual, para 11,25% ao ano.

Para o mercado financeiro, este deverá ser o último aumento de juros deste ano e, portanto, também do governo da presidente Dilma Rousseff. Em 11% ao ano, atual patamar, os juros já estão acima do nível registrado no início de seu mandato – apesar de terem atingido a mínima histórica de 7,25% ao ano entre outubro de 2012 e abril do ano passado.
IPCA de março e metas de inflação
Essas sinalizações mais suaves do BC sobre a política de juros, porém, foram feitas na semana passada, antes da divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de março, ocorrida nesta quarta-feira (9) pelo Instituto Nacional de Geografia e Estatística (IBGE). O índice somou 0,92%, o maior para meses de março desde 2003. Em 12 meses, a alta acumulada é de 6,15%, acima dos 5,68% relativos aos 12 meses anteriores.

Pelo sistema de metas que vigora no Brasil, o BC tem de calibrar os juros para atingir as metas pré-estabelecidas, tendo por base o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Para 2014 e 2015, a meta central de inflação é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Deste modo, o IPCA pode ficar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida.
Política monetária 'vigilante'
Apesar de ter retirado, na ata do Copom de abril, de que entendia ser "apropriada a continuidade" do processo de alta dos juros, o Banco Central manteve a avaliação de que a política monetária (de definição dos juros básicos da economia para controlar a inflação) deve se manter "especialmente vigilante" para garantir que pressões detectadas em horizontes mais curtos não se propaguem para horizontes mais longos.

Em outro parágrafo, porém, mais adiante no texto, o BC retirou a palavra "especialmente", mantendo apenas o termo "vigilante'. "O Copom destaca que, em momentos como o atual, a política monetária deve se manter vigilante, de modo a minimizar riscos de que níveis elevados de inflação, como o observado nos últimos doze meses, persistam no horizonte relevante para a política monetária", informou a autoridade monetária.
Altas de juros já implementadas
Segundo o BC, as informações disponíveis sugerem que os impulsos monetários (aumentos de juros já feitos, desde abril do ano passado, quando a taxa estava em 7,25% ao ano) têm se propagado normalmente por intermédio dos principais canais de transmissão e que assim tendem a continuar nos próximos trimestres.

"Nesse sentido, como os efeitos das ações de política monetária [elevação dos juros] sobre a inflação são cumulativos e se manifestam com defasagens, o Comitê entende que parte significativa da resposta dos preços ao atual ciclo de aperto monetário ainda está por se materializar. Além disso, é plausível afirmar que, na presença de níveis de confiança relativamente modestos, os efeitos das ações de política monetária tendem a ser potencializados", avaliou o Banco Central.