6.08.2015

Conheça a história de parceiros que perdoaram uma escapadinha e se dizem mais felizes

Perdoa-me por te traires

SER TRAÍDA DÓI. MAS EM ALGUNS CASOS PODE SERVIR PARA REVER E MELHORAR O RELACIONAMENTO. SERÁ QUE SEU AMOR É À PROVA DE TRAIÇÃO?

Foto: Getty Images

O que aconteceria se você descobrisse que sua alma gêmea bancou a Kristen Stewart ou o Ashton Kutcher? Se você acha que todo mundo merece uma segunda (terceira, quarta...) chance, não está sozinha. Ok, Demi Moore não faz mais parte desse grupo. Mas 71,47% das 750 leitoras entrevistadas por NOVA já relevaram uma pulada de cerca. A grande maioria delas deve ter pensado em fazer as malas e partir para outra, mas, por algum motivo, decidiu que seria mais feliz ficando onde estava.

Afinal, a traição está ficando cada vez mais comum. Um estudo publicado pelo Journal of Experimental Social Psychology mostrou que até a crise financeira contribui para inflacionar o número de casos extraconjugais - má notícia: aumentando a libido dos homens. Quando se sentem ameaçados, eles desejam espalhar seus genes para garantir a sobrevivência. Mas também o gap entre o número de traidores do sexo masculino e do sexo feminino está diminuindo.

Na era em que trair é tão fácil que as celebridades vão a público confessar sua infidelidade, o difícil não é perdoar, mas manter a confiança na relação. "Quando é traída, a mulher deixa de acreditar que é única para o namorado ou marido. Ela só consegue perdoar e viver bem com ele quando reconstrói essa certeza de que é especial", diz a antropóloga Mirian Goldenberg, autora do livro Por Que Homens e Mulheres Traem. Já os homens perdoam por outros motivos. Para eles, é importante manter uma relação estável com a mulher que escolheram. "Eles desejam ser cuidados, ter uma família. Se ninguém souber da traição - afinal, não querem ser vistos como cornos -, continuam o relacionamento", afirma Mirian. Mas como fica o relacionamento depois de pegar seu amor no pulo (ou ser pega pulando a cerca)?


Do lado de cá da cerca
Nossas leitoras contam por que perdoaram o parceiro

Gabriela*, 24 anos, supervisora de crédito, Divinópolis, MG
"Quando conheci o Rafael*, ele tinha um caso com uma amiga minha. Tempos depois, a história deles acabou e ficamos juntos durante um show. Como ele é muito bonito, sempre conseguiu ficar com qualquer mulher. Eu conhecia sua fama de traidor. Mas nem isso me desanimou. Após oito meses de namoro, ele quis morar comigo. Aceitei e casamos dois meses depois. Os problemas apareceram quando precisamos mudar de cidade por causa do nosso trabalho. Como ele era carne nova no pedaço, havia um assédio intenso, principalmente por parte das adolescentes do prédio. Elas cochichavam quando passávamos juntos e ele não tomava nenhuma atitude. Comecei a me sentir mal e as brigas se tornaram frequentes. Ficávamos até quatro dias sem trocar uma palavra. Para completar, eu estava grávida e comecei a me sentir feia. Nunca me achei muito bonita. Não entendia por que ele estava comigo. Além disso, ele viajava bastante e eu me sentia sozinha. Resolvi voltar para minha cidade para ter o bebê perto da minha família. Um dia, quando estava na casa da minha mãe, resolvi olhar a conta de celular do Rafael. Havia inúmeras ligações para o mesmo número. Descobri a traição. Doeu demais ver que ele tinha ligado para a amante no dia do meu aniversário, antes mesmo de falar comigo. Liguei para meu marido em seguida. Ele confessou tudo. Fiquei tão desolada que entrei em depressão. Porém, resolvi que não tomaria nenhuma atitude até a criança nascer. Dei à luz três dias depois dessa conversa. Tive problemas durante o parto que afetaram o bebê e ele precisou ser internado. Lidar com essa dificuldade nos aproximou. Doze dias depois do nascimento do Pedro, resolvi perdoá-lo. Mas impus algumas condições. Teríamos de voltar para nossa cidade. Também exigi uma aliança nova, a mais cara da loja. Eu queria apagar o que tinha acontecido. O Rafael conseguiu me reconquistar. Ele tenta me incluir em todos os programas. Até para o futebol me chama. Mas, se ele quisesse sair sozinho, eu deixaria, porque lhe dei um voto de confiança. Nossa relação é muito melhor hoje."


Débora*, 30 anos, empresária, Brusque, SC
"Durante os três anos em que o Eduardo* e eu estivemos juntos, terminamos várias vezes porque descobri que ele me traía. Mesmo assim, resolvemos morar juntos. Logo engravidei e ele se aproveitou disso para sair sozinho muitas vezes. Quando minha filha nasceu, ele não estava por perto. Eu tinha apenas 20 anos. Terminar o relacionamento não estava nos meus planos, porque o amava. Era preciso que eu parasse de me humilhar. Percebi que só conseguiria ser essa nova mulher tendo vida própria. Esperei que minha filha completasse 2 anos e comecei a trabalhar. Formei uma rede de amigos e sempre tinha algum programa com eles. Aos poucos, deixei de viver em função do meu marido. Isso teve um grande efeito sobre a relação. O Eduardo passou a me tratar com respeito. Se eu não tivesse aprendido a me valorizar, isso não teria acontecido. Quando nos casamos, eu tinha 18 anos e era muito romântica. Cobrava carinho o tempo todo. Sem notar, eu o afastei com tantas exigências. Também não era uma mulher admirável como hoje, cheia de ideias. Tanto que consegui abrir uma loja de calçados. No ano que vem, vou cursar psicologia. É como se eu pudesse recuperar agora a minha juventude. Desse modo, eu o amo, mas não dependo dele. Isso faz com que dê certo".

Do outro lado da cerca
Três homens traídos contam por que decidiram perdoar sua mulher

Paulo*, 33 anos, produtor cultural, São Paulo, SP
"Estava com a Melissa* havia menos de um ano, quando rolou um distanciamento. Como trabalho à noite, produzindo shows, ficava complicado estar com ela. Eu também não era muito atencioso. Uma vez ficamos uns dez dias sem conversar direito. Quando nos encontramos, ela disse que precisava falar sobre um assunto sério e eu senti a protuberância na minha cabeça. Como eu já tinha ficado com outras, achei que devia à Melissa uma segunda chance. Nunca houve um clima de desconfiança depois do perdão. Passei a dar mais atenção a ela e ligava sempre que podia. No fim, a traição nos aproximou mais."

Rafael*, 39 anos, programador, São Bernardo do Campo, SP
"Namorava a Juliana* havia seis anos quando descobri que ela me traía com um colega do trabalho. Ela estava na rua e me pediu para acessar seu e-mail pessoal. Vasculhei e encontrei uma foto suspeita dela com um cara e enviei para ela, que me ligou assustada e acabou confessando. Quando a raiva passou, perdoei, porque também já aprontei muito. Além disso, ela era legal, bonita e sabia conversar. Eu achava que não encontraria outra mulher como a Juliana."


Pedro*, 40 anos, gerente de comunicação, São Paulo, SP
"Quando a Marília* e eu decidimos nos casar, há oito anos, combinamos que a infidelidade seria permitida. Dois anos e meio depois, ela se interessou por outro homem e não me contou. Soube durante uma briga. A partir daí, combinamos que tudo seria dito. Eu queria que ela me contasse tudo, mas ela não dizia muita coisa. Por um descuido, ela deixou o e-mail aberto e li uma troca de mensagens carinhosas dela com um amigo. Foi terrível perceber que minha mulher tinha se envolvido emocionalmente. A partir daí, decidimos ter um casamento tradicional. Funcionou por um tempo, até que ela confessou ter ficado com outro. Fiquei magoado, mas perdoei. Eu também tinha ficado com outra. Não dá para negar que sempre sentiremos atração por outras pessoas. Porém, escolhemos engolir nossas vontades. O casamento está melhor do que antes. É muito difícil gerenciar uma relação aberta."

* Os nomes foram trocados a pedido dos entrevistados.

Perdoo-te por me traíres
Das 750 leitoras que responderam à nossa enquete, a maioria já relevou uma infidelidade

Você perdoaria uma traição?
57,33% - Sim

42,67% - Não


Você já foi perdoada por trair seu parceiro?
36,67% - Sim

63,33% - Não


Você já perdoou uma traição?
71,47% - Sim

28,53% - Não

Se sim, como descobriu?
41,07% - fucei nas coisas dele (e-mail, Facebook, carteira etc.)

33,87% - Alguém contou

25,06% - Ele(a) contou


Com quem foi?
64,13% - Com uma desconhecida

15,62% - Com uma colega de trabalho

20,25% - Com uma amiga

O banco HSBC ajudou clientes milionários e criminosos condenados em escândalos de corrupção e por tráfico de drogas a sonegarem impostos e a esconderem milhões de dólares em investimentos, distribuindo produtos bancários não identificados e orientando sobre como escapar das autoridades do fisco, segundo um dossiê formado por informações bancárias vazadas.

HSBC pagará multa milionária para encerrar investigação na Suíça

Banco é multado em R$ 134,5 milhões por autoridades de Genebra, após ser acusado de ajudar criminosos a sonegarem impostos

IG
Suiça - O HSBC foi multado em 40 milhões de francos suíços (cerca de R$ 134,5 milhões) pelas autoridades de Genebra para encerrar a investigação sobre lavagem de dinheiro na divisão suíça no banco, no caso que ficou conhecido como Swissleaks.
Essa é a maior multa já imposta pelas autoridades de Genebra, segundo o promotor-chefe local, Olivier Jornot, que fez críticas à deficiência das leis do país para o sistema financeiro. Em nota, o HSBC afirmou que o pagamento é para compensar as autoridades por falhas organizacionais do passado e que o banco não será punido criminalmente.
Ainda no texto, o banco afirma que a investigação da promotoria identificou que nem o banco e nem os seus empregados são suspeitos de cometer nenhum crime atualmente.
"A promotoria de Genebra reconheceu o progresso feito pelo banco nos últimos anos, incluindo melhorias em "compliance", processos internos e tecnologia", disse o banco.
Entenda
O braço suíço do banco HSBC ajudou clientes milionários e criminosos condenados em escândalos de corrupção e por tráfico de drogas a sonegarem impostos e a esconderem milhões de dólares em investimentos, distribuindo produtos bancários não identificados e orientando sobre como escapar das autoridades do fisco, segundo um dossiê formado por informações bancárias vazadas.
Os dados – obtidos por meio da colaboração internacional de organizações de notícias, que inclui o "Guardian" – revelaram que o private bank (área de gestão de fortunas) do HSBC na Suíça:
Rotineiramente permitia aos clientes retirarem maços de dinheiro em espécie, frequentemente em moedas estrangeiras sem uso na Suíça;
Comercializava serviços para que clientes milionários evitassem impostos;
Ajudava alguns clientes a dissimularem contas não declaradas (caixa 2);
Fornecia contas bancárias para criminosos internacionais, homens de negócios corruptos e indivíduos considerados de alto risco.
No Brasil, a Receita Federal e a Polícia Federal estão apurando operações realizadas por brasileiros em contas secretas mantidas pelo HSBC na Suíça.

Como funciona a fábrica de infâmias contra Lula na internet. Por Paulo Nogueira


Contra ele, vale tudo na imprensa
Contra ele, vale tudo na imprensa
O professor Gaudêncio Torquato não é exatamente um jornalista mirim.
Ele milita no jornalismo há décadas, e é um acadêmico sério e respeitado.
Por isso mesmo me chamou a atenção um tuíte que ele postou hoje a respeito de Lula.
Ele comprou, sem o menor senso crítico, o texto de um artigo do Estadão cujo título dizia que Lula reconhecia que seu projeto político estava “esfarelado”.
Pelo título bombástico, eu tinha lido na internet o texto.
Bem, para resumir, era uma tremenda duma futrica. Não havia nada de consistente. Era aquela coisa: X disse isso, Y acrescentou aquilo e Z confirmou tudo.
Não é jornalismo sério. É partidário.
Isso tem acontecido na imprensa brasileira, nos ataques a Lula. Parece haver uma editoria nos jornais e revistas cuja atribuição é publicar coisas contra Lula.
Vale tudo.
Nenhum chefe cobra os repórteres dessa editoria. E as pseudoinformações, mesmo quando claramente desmentidas pelos fatos, não custam o emprego a ninguém.
São dois repórteres que assinam a matéria do Estadão. Um deles é Andreza Matais, especialista em intrigas antipetistas.
Andreza é casada com Tuca Pinheiro, assessor de Roberto Freire, cujo ódio pelo PT não conhece limites.
Todos os dias, no Twitter, Tuca dedica-se a postar textos antipetistas, colhidos em sites como o da Veja.
Não há um artigo de Reinaldo Azevedo que ele não retransmita aos seguidores. Há um evidente conflito de interesses em Andreza: como uma repórter política pode trabalhar decentemente quando o marido é ferozmente anti-PT?
Andreza é casada com um antipetista militante, e mesmo assim cobre política
Andreza é casada com um antipetista militante, e mesmo assim cobre política
Faça as contas.
Qual o valor de uma “informação” de Andreza quando se trata de atacar Lula? Com todo o respeito: zero multiplicado por zero.
Lula teria que ser muito ingênuo para sair por aí falando, a tagarelas que depois passariam suas palavras a Andreza, que seu projeto estava “esfarelado”.
E ingênuo ele não é.
Temos, portanto, um texto sem nenhum valor.
Mesmo assim, o professor Gaudêncio colocou em seu Twitter o pseudofuro de Andreza.
Como um principiante, e não um veterano, anunciou, triunfal: “Novidade, novidade!” E publicou a “autocrítica” de Lula.
O episódio mostra como se forma a corrente de boatos que, para analfabetos políticos, se transformam em verdades absolutas.
O tuíte obtuso de Torquato foi retransmitido, por exemplo, pela jogadora de vôlei Ana Paula.
Pouco tempo atrás, Ana Paula virou motivo de piada na internet ao condenar o “emparelhamento” do STF por conta de Fachin.
Ana Paula tem o mesmo perfil de celebridades B como Lobão e Roger do Ultraje. É uma analfabeta política que acredita que o Brasil vai se transformar numa imensa Cuba.
Para ela, graças ao professor Torquato, Lula já se rendeu aos fatos e está prestes a desistir de tudo.
Por aí você tem uma ideia do círculo viciado das “notícias”.
Andreza fabrica alguma coisa, retransmitida por pessoas como o professor Torquato. E a fabricação vai dar em gente despreparada intelectualmente como Ana Paula.
E dela vai chegar a muitas outras pessoas, que depois baterão panelas e irão protestar na Paulista, enfiadas em camisas da seleção e balançando, ululantes em sua ignorância, bandeiras nacionais.
Faz tempo que não sei do professor Torquato. Esperava mais dele, francamente.
Espero que tenha sido um caso puramente de inépcia, de não checar as afirmações.
Porque a outra hipótese é pior.
(Acompanhe as publicações do DCM no Facebook. Curta aqui).
Paulo Nogueira
Sobre o Autor
O jornalista Paulo Nogueira é fundador e diretor editorial do site de notícias e análises Diário do Centro do Mundo.

Amigo do Zorro

Maradona afirma que tem chances de se tornar vice-presidente da Fifa

Ex-jogador diz que pode assumir o cargo caso o príncipe da Jordânia vença as eleições para presidente da entidade

O DIA
Maradona pode ser vice-presidente da Fifa
Foto:  Reuters
Argentina - Diego Maradona pode estar perto de ter um cargo importante na Fifa. O argentino afirmou ao programa 'Show del Fútbol' que pode ser vice-presidente da entidade, caso o príncipe da Jordânia, Ali bin al-Hussein vença as eleições.
LEIA MAIS: Notícias, contratações e jogos: os destaques do futebol internacional
"Se o príncipe Ali ganha, tenho muitas chances de ser vice da Fifa. Se chegar lá, vou limpar todos", afirmou.
O ex-jogador aproveitou para reclamar de Joseph Blatter, que, segundo ele, não respeitou o estatuto da Fifa, ao ter anunciado que deixaria o cargo logo após as eleições.
"Temos algo que está no estatuto da Fifa. Blatter não cumpriu os três dias de mandato que diz o estatuto. Não cumpriu porque tinha medo do FBI e da polícia suíça, tinha medo de sair algemado da Fifa", disse Maradona, que também mirou no presidente da Uefa, Michel Platini.
"Platini me confessou em Dubai que havia "arranjado" 167 partidas, e a Figo eu respeitava, mas me dei conta de que tem menos palavra que Bernardo, o amigo do Zorro", concluiu.

Saiba se a sua declaração está no 1º lote do Imposto de Renda 2015

Serão pagos R$ 2,36 bilhões a 1,49 milhão de contribuintes.
Primeiro lote do IR será destinado, principalmente, a contribuintes idosos.

Alexandro MartelloDo G1, em Brasília FACEBOOK
A Receita Federal liberou nesta segunda-feira (8), a partir das 9h, as consultas ao primeiro lote de restituições do Imposto de Renda 2015 e a lotes residuais (para quem caiu na malha fina) de anos anteriores. Os valores serão pagos em 15 de junho.
Também podem ser feitas pelo telefone 146 (opção 3) ou via aplicativo para dispositivos móveis (smartphones e tablets).
Valores e número de contribuintes
Segundo o Fisco, o primeiro lote do IR 2015 pagará R$ 2,36 bilhões em restituições para 1,49 milhão de contribuintes. O valor é maior do que foi pago no primeiro lote do ano passado (R$ 1,9 bilhão), mas está abaixo do registrado no primeiro lote de 2013 - que pagou R$ 2,71 bilhões em restituições.
Considerando os valores dos lotes residuais de anos anteriores, as restituições sobem para R$ 2,4 bilhões no lote deste mês, englobando 1,5 milhão de contribuintes, dos quais 1,4 milhão são idosos – e têm prioridade no recebimento – e 99.791 são contribuintes com alguma deficiência física ou mental, ou moléstia grave.
De acordo com as regras, depois desses contribuintes, as restituições serão pagas pela ordem de entrega da declaração do Imposto de Renda, desde que o documento tenha sido enviado sem erros ou omissões.
Geralmente, são liberados sete lotes do IR a cada ano, entre junho e dezembro. Os valores das restituições do Imposto de Renda são corrigidos pela variação dos juros básicos da economia, atualmente em 13,25% ao ano. Em 2015, o Fisco recebeu 27,8 milhões de declarações de Imposto de Renda até 30 de abril – o prazo legal.
Como saber se está na malha fina?
A Receita Federal lembra que os contribuintes podem saber se sua declaração do Imposto de Renda caiu na malha fina por conta de erros, omissões ou inconsistências.
Para saber se está na malha fina, os contribuintes devem acessar a página da Receita Federal e consultar o chamado "extrato" do Imposto de Renda - disponível no e-CAC (Centro Virtual de Atendimento). Nesse local, o contribuinte consegue saber quais pendências ou inconsistências foram encontradas pelo Fisco na sua declaração do IR.
Para acessar o extrato do IR é necessário utilizar o código de acesso gerado na própria página da Receita Federal, ou certificado digital emitido por autoridade habilitada.
Em posse da informação sobre quais inconcistências foram encontradas pela Receita Federal na declaração do Imposto de Renda, o contribuinte pode enviar uma declaração retificadora ao Fisco e, deste modo, sair da malha fina. Quando a situação for resolvido, caso tenha direito à restituição, ela será incluída nos lotes do IR.