6.21.2015

São Paulo fica no Brasil?

por Nirlando Beirão — publicado 20/06/2015 06h19
Aposto que José Maria Marin será ovacionado se aparecer naqueles restaurantes que vaiam petistas
Sidney Oliveira/ Ag. Pará
marin-babilonia-paulistas
José Maria Marin será ovacionado se aparecer naqueles restaurantes que vaiam petistas "Paulista é esquisito”, desabafou Gilberto Braga, o Martin Scorsese da teledramaturgia brasileira. Paulista, diz ele, adora o Jamanta – aquele personagem limítrofe que Silvio de Abreu criou em Torre de Babel (de 1999) e repisou em Belíssima(de 2005). “Fora de São Paulo ninguém suporta (o Jamanta), mas lá é um sucesso.”
O autor de Babilônia queixa-se dos baixos índices de audiência da novela das 9, embora alivie com a constatação de que todo o Brasil é que encaretou. De todo modo, os brios quatrocentões imediatamente se exaltaram, argumentando que não é só em São Paulo que duas senhoras maduras e bem-postas não têm o direito de se amar (Gilberto Braga desistiu de fazer de Marcos Pasquim um personagem gay a pedido de dondocas paulistanas) 
São Paulo não explica Babilônia, masBabilônia expõe muito do espírito retrógrado, oligárquico, racista, preconceituoso da São Paulo dos Jamantas. Talvez console a Gilberto Braga saber que Regina Casé paga, em São Paulo, com uma audiência abaixo da média, o preço da negritude que exala do seu Esquenta, com aquela efusão de samba feliz e suarento.
Dias atrás, Roberto Jefferson anunciou que, tão logo recupere seus direitos políticos, vai mudar o domicílio eleitoral para São Paulo. Faz sentido. O eleitorado de São Paulo tem uma paixão obcena por pilantras de variegadas procedências, desde que tragam no seu blá-blá-blá o ódio ao PT. Onde viceja um Roberto Freire  um delator fará um furor. Esse estado que vota no Maluf, Serra, FHC, Alckmin e afins, rejeita o senador Eduardo Suplici.

Terra passa por novo período de extinção em massa, diz pesquisa

Estudo de Stanford, Princeton e Berkeley afirma que vertebrados desaparecem 114 vezes mais rápido que normal; humanos estão sob ameaça.

Da BBC
Período de extinção anterior levou a fim de dinossauros (Foto: EPA)Período de extinção anterior levou a fim de dinossauros (Foto: EPA)
A Terra entrou em um novo período de extinção em massa, de acordo com um estudo feito por três universidades americanas. E os humanos podem estar entre as primeiras vítimas.
A descoberta confirma os resultados de um estudo publicado pela Universidade de Duke no ano passado.A pesquisa, feita por cientistas das universidade de Stanford, Princeton e Berkeley, diz que os vertebrados estão desaparecendo a uma taxa 114 vezes mais rápida que o normal.
"Estamos entrando agora no sexto grande período de extinção em massa", disse um dos autores do novo estudo.
O último desses períodos ocorreu há 65 milhões de anos, quando os dinossauros foram extintos, provavelmente devido a um grande meteoro que atingiu a Terra.
"Se for permitido que isso continue, a vida vai levar milhões de anos para se recuperar e nossa própria espécie provavelmente desapareceria logo no início", disse o autor principal, Gerardo Cabellos.
Os pesquisadores analisaram, historicamente, as taxas de extinção de vertebrados - animais com espinha dorsal - por meio de dados de fósseis.
Eles descobriram que a taxa de extinção atual era mais que 100 vezes mais alta que em períodos em que a Terra não estava passando por um evento de extinção em massa.
Desde 1900, segundo o relatório, mais de 400 vertebrados desapareceram.
Uma perda desta magnitude normalmente seria vista em um período de até 10 mil anos, segundo os cientistas.
O estudo - publicado na revista científica Science Advances - cita, como causas da extinção, mudança climática, poluição e desmatamento.
Como consequência da destruição de ecossistemas, processos benéficos como a polinização feita pela abelhas podem desaparecer em até três gerações humanas.
Polinização feita pelas abelhas pode acabar em 3 gerações (de humanos)  (Foto: AP)Polinização feita pelas abelhas pode acabar em 3 gerações (de humanos) (Foto: AP)
"Há exemplos de espécies, em todo o mundo, que são basicamente mortos-vivos", disse o professor de Stanford Paul Ehrlich.
"Estamos cavando nossa própria cova", afirma.
A União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês) diz que pelo menos 50 animais ficam mais perto da extinção a cada ano.
Cerca de 41% de todos os anfíbios e 25% dos mamíferos estão ameaçados de extinção, afirmam.
No ano passado, um relatório de Stuart Pimm, um biólogo e especialista em extinção da Universidade Duke, na Carolina do Norte, também alertou que a humanidade estava entrando no sexto período de extinção.
Mas o estudo de Pimm diz que a atual taxa de extinção era mais de mil vezes mais veloz que no passado - o estudo atual fala em 114 vezes.
Os autores do novo estudo afirmam que ainda é possível evitar "uma queda dramática da biodiversidade" por meio de conservação intensiva, mas que é necessário agir rapidamente.
Mais ameaçado: o lêmure
94% dos lêmures estão sob ameaça  (Foto: PA)94% dos lêmures estão sob ameaça (Foto: PA)
Segundo a IUCN, o lêmure (um tipo de primata) enfrenta uma verdadeira guerra para evitar a extinção em ambientes selvagens nos próximos anos.
O grupo diz que 94% dos lêmures estão sob ameaça, com mais de um quinto de todas as espécies de lêmures classificadas como "sob perigo crítico".
Além de ver seu habitat natural em Madagascar sendo destruído por retirada ilegal de madeira, eles também são frequentemente caçados por sua carne, diz a IUCN.

Ministro da Justiça critica despacho de juiz tucano Sérgio Moro

Ministro da Justiça critica despacho do juiz federal Sérgio Moro, que considera um risco a participação da Odebrecht e da Andrade Gutierrez no programa de concessões do governo




Brasília – 
Um dia após a prisão dos presidentes das empresas Odebretch e Andrade Gutierrez, as duas maiores empreiteiras do Brasil, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, reagiu e, a pedido da presidenta Dilma Rousseff, afirmou ser “inadmissível” colocar em xeque o pacote de concessões lançado pelo governo há 10 dias. Em despacho, o juiz federal Sérgio Moro alertou sobre o risco de as companhias envolvidas na Lava-Jato participarem de licitações públicas. O magistrado alegou que há o risco de elas continuarem a praticar atos de corrupção. 
O ministro ressaltou que é fundamental garantir o direito ao contraditório e à ampla defesa. “Um afastamento (das empreiteiras) independentemente do exercício do direito de defesa, sem um devido processo legal, qualificaria um evidente abuso de poder”, afirmou.

Na decisão judicial, Moro salienta que “em relação ao recente programa de concessões lançado pelo governo federal, agentes do Poder Executivo afirmaram publicamente que elas (empreiteiras) poderão dele participar, gerando risco de reiteração das práticas corruptas”.

Cardozo frisou a importância da execução do plano de concessões para o Brasil. “O país precisa de infraestrutura para o seu desenvolvimento econômico. Portanto, também afirmamos que nos parece inadmissível que se utilize um plano de concessões, que nem sequer teve os seus editais ou licitações lançados, com uma alegação para eventuais medidas judiciais”, disse.

Depoimentos 

Os quatro presos temporários da 14ª fase da Operação Lava-Jato – dois executivos ligados à Odebrecht e dois da Andrade Gutierrez – vão ser ouvidos amanhã. Os depoimentos seriam tomados ontem, no entanto, a Polícia Federal adiou-os porque muitos policiais que participaram da operação ainda estavam voltando para Curitiba, capital do Paraná. Os presidentes da Odebrecht e da Andrade Gutierrez, Marcelo Bahia Odebretch e Otávio Azevedo, respectivamente, só devem ser ouvidos ao longo da semana. Eles, além de outras seis pessoas, estão presos preventivamente.

Todos realizaram, na manhã de ontem, exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML), em Curitiba. O presidente da Andrade Gutierrez e o diretor-executivo da empreiteira, Elton Negrão, apresentaram ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) pedidos de liberdade. A solicitação de habeas corpus será analisada pelo relator do caso no tribunal, desembargador João Pedro Gebran Neto. Não há previsão de quando o magistrado apreciará os pedidos. Os executivos presos são suspeitos de crime de formação de cartel, fraude em licitações, corrupção de agentes públicos, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Na sexta-feira, horas depois das prisões, o presidente do Conselho Administrativo da Odebretch, Emílio Odebretch, pai de Marcelo, encaminhou carta aos funcionários pedindo união “neste momento de dificuldade”. A agência de classificação de risco Moody’s colocou em revisão para rebaixamento as notas de crédito nacionais e globais das duas construtoras.
Abuso de poder
Segundo O Ministro Cardozo Se o governo federal seguisse a lógica do juiz tucano paranaense, estaria cometendo um crime: abuso de poder. "Eu diria que seria claramente ilegal e inconstitucional qualquer ato administrativo que, sem um processo que se garanta o contraditório e a ampla defesa, afastasse de licitações as empresas", disse ele.  Ele argumentou que não se trata de uma decisão governamental afastar ou não empresas investigadas pela lei. "Se um ato administrativo afastar empreiteiras apenas investigadas, sem direito à defesa, será revisto pelo Poder Judiciário e será abuso de poder por parte da administração pública",afirmou. "O Judiciário seria o primeiro a nos punir por isso."
Cardozo também demonstrou irritação com a tese de Moro sobre risco de corrupção no programa de concessões. "Este plano de concessões é fundamental para o País. Ele é fundamental para o desenvolvimento econômico e social e será realizado com absoluta transparência, com absoluta lisura, acompanhado por todos os órgãos de fiscalização",afirmou. "Teses que possam utilizar esse lançamento para indicar qualquer situação ilícita, não podemos aceitar".
Desde o início da Operação Lava Jato, mais de 100 mil empregos foram perdidos no setor de construção. Três empresas, OAS, Galvão e Alumini, entraram em recuperação judicial. Sem crédito, a Mendes Júnior praticamente paralisou as obras do Rodoanel, enquanto a UTC demitiu um terço de seus funcionários. Neste sábado, a agência Moody's anunciou que deverá rebaixar a classificação de risco da Odebrecht e da Andrade, duas empresas com forte atuação no exterior.(247 )–
Ou seja: mesmo sem ter proibido a participação de construtoras brasileiras no programa de concessões, o governo terá dificuldades para encontrar investidores nacionais dispostos a participar do plano de investimentos.

Mulheres e negros são maioria no Enem

Inscrições esse ano caíram 2,9%, com menos 224.260 participantes. Em 1988, eram 200 mil candidatos

MARIA LUISA BARROS
Rio - Um fenômeno recente está dando novo rosto às universidades brasileiras e mudando, para melhor, a vida de milhares de famílias. O novo perfil socioeconômico dos estudantes que farão o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), em outubro, revela que negros, mulheres e alunos carentes representam mais da metade dos 8,4 milhões de inscritos. Eles somam 5 milhões de candidatos que sonham passar pelo apertado funil acadêmico e garantir uma vaga nas melhores universidades do Brasil e até do exterior.

Jovens como Thiago, Daura e Andrea planejam melhorar a condição de vida de seus familiares, com um diploma universitário. Os três estudam à noite no colégio Santo Inácio
Foto:  André Luiz Mello / Agência O Dia

O levantamento, elaborado a partir de um questionário respondido pelos candidatos durante a inscrição, revela que as jovens representam mais da metade (57%) dos inscritos no provão nacional, confirmando a tendência de maior escolaridade entre as mulheres observada na última década. Do total, apenas 3,6 milhões são do sexo oposto.
Os participantes que se declararam negros também são maioria: 4,9 milhões. Na sequência, vêm estudantes que se inscreveram como sendo brancos, amarelos e indígenas. O balanço revelou ainda que entre os estudantes com menor renda familiar, 3,7 milhões foram isentos da taxa de inscrição por terem comprovado carência; e 1,3 milhão não pagaram, por estudarem em escolas públicas. A maior participação no exame ocorreu nas regiões Sudeste e Nordeste.
Este ano, o Ministério da Educação (MEC) registrou uma queda no número de inscritos — menos 244.260 candidatos. No entanto, se forem feitas comparações com todas as edições do exame, a deste ano só perdeu para a do ano passado, quando 8,7 milhões de pessoas participaram da prova. Em 1998, apenas 200 mil estudantes fizeram o exame. Em 2014, foram 8,7 milhões de pessoas.
Daura Pereira Sá tem 19 anos e vai fazer o Enem pela segunda vez. O sonho dela é ser promotora. “Quero poder ter uma vida sem passar necessidade. Estudo para ter um futuro melhor e ajudar a minha família. É meu principal objetivo”, disse a menina. O pai, já falecido, e a mãe, que mora no interior do Maranhão, não chegaram a completar o Ensino Fundamental. “Resolvi vir para o Rio porque aqui tem mais oportunidades. Estou estudando muito para passar para Direito”, comentou.

Foto:  Arte O Dia

Thiago Neves, de 19 anos, é órfão de pai e mãe. O menino sai todos os dias de casa, na Cidade de Deus, para as aulas no pré-vestibular comunitário Invest, em Botafogo. “Tem sido uma rotina intensa. Quero dar orgulho à minha mãe, sei que ela torce por mim”, disse ele, que sempre estudou em escola pública.
Andréa Veiga, de 23 anos, sonho cursar Psicologia na UFRJ. Trabalha durante o dia e estuda à noite no Invest. “A vida acaba sendo trabalhar e estudar, e não é fácil”, comentou.

Diploma do Ensino Médio é meta de 1 milhão de alunos

Quase 1 milhão de estudantes inscritos no Enem querem garantir o diploma do Ensino Médio. O exame nacional que abre as portas para as universidades também é a chave para o mercado de trabalho, a partir da certificação conferida aos participantes que não concluíram o curso regular. Muitos estudantes abandonam o Ensino Médio, mas podem obter o diploma se apresentarem bom desempenho no Enem.
De acordo com balanço feito pelo MEC, dos 8,4 milhões de inscritos no Enem deste ano, 953.494 farão a prova, nos dias 24 e 25 de outubro, para garantir o certificado do antigo 2º grau.O número de candidatos com essa intenção é cinco vezes maior do que, há seis anos, quando o Enem passou a acumular essa função. Na época, o número de candidatos interessados no certificado foi de apenas 197.991.
Para obter o documento, os candidatos precisam tirar no mínimo 450 pontos em cada uma das áreas de conhecimento e 500 pontos na redação.
A certificação de conclusão de curso será concedida aos maiores de 18 anos que tenham informado essa opção no ato da inscrição. O levantamento revelou que embora a procura venha aumentando ano a ano, este ano o pedido foi menor do que em 2014, quando 997.131 estudantes solicitação a certificação.
A certificação não é imediata. Além de garantir a pontuação mínima, os participantes devem procurar diretamente as secretarias estaduais de Educação e os institutos federais de Educação, Ciência e Tecnologia, que oferecem o serviço. O MEC orienta os participantes a procurar a instituição informada na inscrição do Enem e apresentar o boletim com as notas do exame. A entrega do documento é gratuita. Não é preciso levar o histórico de conclusão do Ensino Fundamental.
Além da concessão de diploma a pontuação será usada nas seleções para mais de cem universidades e centros técnicos federais espalhados pelo país. As notas do Enem servirão de base para distribuição de bolsas de estudo no Programa Universidade para Todos (ProUni) e do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), que financia estudantes em instituições privadas.
Outra oportunidade para estudantes que ingressarem em universidades pela nota do Enem é o programa Ciência sem Fronteiras, dos ministérios da Educação e da Ciência, Tecnologia e Inovação, que oferece bolsas de estudos de graduação-sanduíche (de curta duração) em instituições estrangeiras. Neste caso, concorrem alunos que cursarem a graduação em instituições públicas e privadas e da educação profissional.
*Colaborou Amanda Prado

Compulsão por redes sociais já é catalogada como doença

Distúrbios têm tratamento especial na UFRJ

ATHOS MOURA
Rio - O uso compulsivo de redes sociais pode estar encobrindo distúrbios como ansiedade e pânico. Já há até uma doença catalogada, a Depressão do Facebook. “A tecnologia não é um problema, ela otimiza o tempo. Mas, quando é ela mal usada, pode causar transtornos. Geralmente as pessoas percebem que estão com problemas quando o uso da rede social começa a gerar conflitos na vida real”, explica Eduardo Guedes, diretor do Instituto Delete, da UFRJ, que oferece tratamento para esse problema.
Maura, que fica nas redes sociais mais de dez horas por dia, sofre de insônia, preocupada em checar o celular
Foto:  Ernesto Carriço / Agência O Dia

O jornalista Nelson Vasconcelos informou em sua coluna no DIA, ‘Digital & Tal’, a existência da clínica que reabilita os viciados online. Desde 2012, quando começaram os atendimentos, a quantidade de pacientes triplicou. Em três anos, mais de 400 pessoas já procuraram o instituto para tentar curar a dependência.
A procura só aumenta. No início do projeto, cerca de dez pessoas por semana iam até o instituto em busca de terapia. Atualmente, entre a primeira visita e a revisão, os atendimentos semanais já chegam a 40.
Com o tratamento variando entre quatro e oito semanas, o uso imoderado de celular, principalmente, pode ser controlado. O grupo formado por profissionais das áreas de Saúde, Tecnologia, Psiquiatria e Comunicação elaborou um questionário online para o internauta avaliar se deve procurar ajuda. Segundo Guedes, usar redes sociais não é um problema. O vício começa quando o tempo é gasto sem que a pessoa consiga se controlar. Ele cita o exemplo dos que pegam o celular para determinada atividade, mas que esquecem o que iriam fazer por ficar vendo mensagens ou postagens.
O despachante Marcelo Corrêa, de 42 anos, sofreu por anos com ansiedade sem que soubesse o diagnóstico. Um dia, por recomendação de um amigo, procurou o Delete e se submeteu a um tratamento de dois meses. Ele já sabe equilibrar o uso da internet. “Consigo controlar os sintomas e me livrei dos remédios”, diz.
Foto:  Arte O Dia
A especialista em marketing Maura Xerfan acredita que usa as redes sociais por mais de dez horas por dia. E admite que talvez precise de ajuda para não passar a vida dentro da tela de um computador ou celular. Maura sofre de insônia porque quando acorda à noite sempre checa o celular: “Quando é algo interessante, me perco na leitura. Quando vejo já se passaram horas. Nessa semana, li por mais de uma hora e meia durante a madrugada”.
Os interessados no tratamento podem ir à Avenida Venceslau Bras 71, Praia Vermelha, às sextas-feiras, de 8h às 12h.