7.14.2019

Deltan reaparece, se faz de vítima e é massacrado nas redes sociais

O procurador Deltan Dallagnol, que forjou a acusação contra Lula e orou pela ascensão da extrema-direita no Brasil, diz que suas ações, demonstradas ilegais pela Vaza Jato, reduziram o sofrimento humano no Brasil. As respostas dos internautas foram desvastadoras

Deltan Dallagnol
Deltan Dallagnol (Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil)
247 – O procurador Deltan Dallagnol, que forjou a acusação contra o ex-presidente Lula, participou de um conluio com o ex-juiz Sergio Moro para condená-lo, orou pela ascensão de um governo de extrema-direita que avacalha a imagem do Brasil no mundo e produz desemprego e estagnação econômica, diz que suas ações na Lava Jato contribuem para mitigar o sofrimento humano. "Trabalhar na Lava Jato gera um grande custo pessoal. Mas todos da força-tarefa estamos dispostos a pagá-lo para cumprir nosso dever e contribuir para um país com menos corrupção e menos sofrimento humano causado por essas práticas espúrias", afirmou.
Declaração do dr.power point: "eu não tenho provas, mais tenho convicção"

Gebran admite que ignorou a lei para manter Lula preso


Segundo a coluna Radar, colega de Moro no TRF-4 disse a amigos que atropelou o colega Favreto por considerar a “única saída” para impedir a soltura do ex presidente.



Divulgação/TRF-4









Neto: o desembargador correu de sua folga para fazer valer o que quer Sérgio Moro, que está de férias

A informação foi revelada pela coluna Radar, de VEJA. Segundo o colunista, o desembargador preferiu cometer ilegalidades a evitar o que considera “um erro ainda mais danoso”: deixar que Lula fosse libertado. O caso aconteceu no dia 8 de julho, quando o também desembargador Rogério Favreto aceitou o pedido de habeas corpus em favor do ex-presidente.
Não é segredo que o desembargador João Pedro Gebran Neto que atropelou a lei para impedir que Lula fosse libertado. Afinal, a prisão política do ex-presidente é o maior “trunfo” da Lava Jato. A novidade é que o juiz do TRF-4 teria admitido a manobra até a amigos.

Mesmo longe de Curitiba, Moro agiu para impedir que os guardas agissem com a celeridade exigida por Favreto e acionou o Gebran para reforçar a tentativa – é sabido que o colega ratifica a maioria de suas decisões. Coube a Favreto reafirmar a ordem com um novo despacho e, após horas de indecisão, o presidente do TRF-4 Thompson Flores interveio para derrubar o habeas corpus.
Chama atenção o descaramento em admitir que vale tudo para manter Lula preso, calado, lutando pelo seu direitos mais fundamentais. Se não cabia a Moro questionar decisão da segunda instância, tampouco Gebran poderia furar o comando do juiz que estava de plantão naquele dia.
“Somente órgão colegiado do TRF 4ª Região poderia revogar ordem de Habeas Corpus deferida por desembargador. Com a ultrapolitização da Justiça, aí temos esse vale-tudo deplorável”, criticou o governador Flávio Dino à época. Também advogado, ele foi provado em primeiro lugar no mesmo concurso prestado por Moro.
Em artigo recente, o desembargador aposentado Roberto Tardelli reiteira o erro de Gebran e argumenta que só oMinistério Público poderia ter agido contra a decisão de Favreto. “Há maneiras processualmente corretas até de revogar a ordem emanada pelo desembargador Favreto, cujos trâmites se dão no interior do próprio TRF-4, através de recurso próprio da parte contrária, o esquecido Ministério Público.”
Como já afirmou Lula em entrevistas e nas caravanas pelo Brasil, o partido togado da Lava Jato quer fazer políticasem se arriscar no voto. Até um ex-chefe da Polícia Federal acredita que a operação furou fila para julgar Lula o mais rápido possível na tentativa de tirá-lo da eleição.
Se até os mais altos escalões do judiciário rasgam a lei sem qualquer constrangimento e se vale dela para atender desejos pessoais, como acreditar na justiça?

Leia mais

Lava jato lucrativa

Colegas da Lava Jato discutiram a constituição de uma empresa na qual eles não apareceriam formalmente como sócios, para evitar questionamentos legais e críticas. A ideia era usar familiares.
Os procuradores também cogitaram a criação de um instituto sem fins lucrativos para pagar altos cachês a eles mesmos, além de uma parceria com uma firma organizadora de formaturas para alavancar os ganhos do projeto. Leia tudo aqui embaixo:

THEINTERCEPT.COM
Chats privados mostram que procurador debateu com colega a criação de empresa no nome de familiares.

Renan Calheiros sugere que Dallagnol faça delação: 'não dá lucro como as palestras, mas estanca o prejuízo

O senador Renan Calheiros sugeriu, em tom irônico, que diante dos vazamentos das mensagens de suas conversas no Telegram, que o procurador Deltan Dallagnol avalie a possibilidade de fechar um acordo de delação premiada; "Não dá lucro como as palestras mais caras, mas estanca o prejuízo", disse

Renan: Deltan vai representar o MP na assembleia de credores da Odebrecht
Renan: Deltan vai representar o MP na assembleia de credores da Odebrecht
247 - O senador Renan Calheiros (MDB-AL) falou em tom irônico sobre os novos trechos de mensagens vazadas que revelam que o procurador Deltan Dallagnol discutiu com a esposa e com colegas a criação da uma empresa de palestras, em que não apareceria formalmente como sócio, que lucraria com o prestígio da Lava Jato."Espero que @deltanmd examine a possibilidade de fazer delação premiada. Não dá lucro como as palestras mais caras, mas estanca o prejuízo. E como se sabe, os primeiros recebem os maiores benefícios", escreveu o senador em sua página nas redes sociais.

SÉRGIO MORO é um bandido que usava toga, um juiz ladrão que corrompeu a justiça




URGENTE: A demissão e prisão de Sérgio 
Moro é uma exigência dos fatos, ele 
permanecer como ministro da Justiça e 
Segurança Pública é transformar o estado 
brasileiro numa milícia

A PF por Moro é simplesmente uma polícia trabalhando NÃO para o combater o CRIME 
e sim para proteger bandidos oficiais -  Um "ladrão" é o chefe da Polícia Federal - 
Sérgio Moro

 devastadora no Poder Judiciário
 que se acoelhou para a organização criminosa
 chamada LAVA JATO, uma quadrilha
 formada por agentes públicos, liderada por um
 juiz ladrão de nome Sérgio Moro.

As conversas secretas entre os marginais 
Sérgio Moro e Deltan Dallagnol, um ex-juiz
 e ainda um procurador da república, mostram
 e provam que a LAVA JATO é uma 
imundície, um covil de ladrões, de criminosos.

Tem 18 membros da quadrilha Lava Jato no 
governo Bolsonaro

Não tem maior prova, a presidência de 
Bolsonaro é um bando a serviço do crime,
 não bastam 39 Kg de cocaína no avião da comitiva
 presidencial, há 18 membros 
da organização criminosa Lava Jato em 
cargos comissionados no governo das milícias

Com Supremo com tudo - "aha, uhu, o Fachin é nosso!"

Impossível escolher o que é mais escandaloso
 e criminoso entre Sérgio Moro 
e Deltan Dallagnol na reportagem publicada 
pela revista Veja, nesta sexta-feira (5),
 sem dúvida nenhuma, a revelação de um
 encontro entre Deltan Dallagnol 
e o ministro Edson Fachin(STF) é estarrecedor: 

“Caros, conversei 45 m com o Fachin. Aha uhu o 
Fachin é nosso“.(Em 13 de julho de 2015, Dallagnol)