3.12.2007

Montando cavalo morto: Genial

Montando cavalo morto
Março 7th, 2007
Os índios da tribo Dakota passam de geração a geração o seguinte ensinamento: “Quando você descobre que está montando um cavalo morto, a melhor estratégia é desmontar”.Nas organizações públicas ou privadas, muitas pessoas se recusam a desmontar do cavalo morto e continuam a usar práticas e manter idéias que se tornaram obsoletas e contraproducentes. Alguns exemplos do que elas fazem:
· Trocam os cavaleiros.
· Ameaçam o cavalo com castigos e demissão.
· Compram um chicote mais forte e esporas mais afiadas.
· Criam um comitê para estudar o cavalo.
· Dizem coisas como: “Esta é a maneira como sempre montamos este cavalo”.
· Visitam outros países para ver como eles montam cavalos mortos.
· Criam um curso para desenvolver habilidades de equitação.
· Contratam terceiros para montar o cavalo.
· Contratam um consultor para motivar o cavalo morto.
· Instalam um sistema que faz cavalos mortos correrem mais rápido.
· Declaram que cavalo morto é melhor, mais rápido e mais barato.
· Formam um comitê para pesquisar usos para cavalos mortos.
· Revisam os requisitos de desempenho para cavalos mortos.
· Designam um Six Sigma Black Belt para ressuscitar o cavalo.
· Mudam os requisitos operacionais e declaram: “Este cavalo não está morto”.
· Incluem no orçamento uma verba para melhorar o desempenho do cavalo.
· Atrelam vários cavalos mortos para aumentar a velocidade.
· Promovem o cavalo morto a gerente.
(Autor desconhecido)

No mundo real, as oportunidades passam montadas em cavalos alados e não voltam uma segunda vez. Para aproveitá-las é necessário abandonar a comodidade e a segurança dos cavalos mortos, ou seja, da inércia. Novas oportunidades e desafios exigem que olhemos nosso trabalho sob perspectivas diferentes, novos valores e novas atitudes. Santos Dumont não teria inventado o avião se tivesse se contentado com o sucesso de seus balões dirigíveis. Bill Gates e Steve Jobs não teriam aberto os caminhos para a popularização do PC se não se libertassem da mentalidade dominante de main frames e sistemas operacionais cada vez mais complexos e pesados.
No processo criativo, o cavalo morto representa os temores, preconceitos, suposições e paradigmas obsoletos que bloqueiam nossa criatividade. Fuga, o segundo princípio do processo criativo, nos convida a escapar destes bloqueios mentais e libertar nossa imaginação. Em Ferramentas de criatividade você encontrará algumas ferramentas criadas para ajudá-lo nesta fuga.

3.05.2007

FARMANGUINHOS RESPONDE AS DENUNCIAS DO JORNAL O GLOBO

Diretor de Farmanguinhos escreve para todos da Fiocruz

Rio de Janeiro, 28 de fevereiro de 2007.

À Comunidade de Manguinhos,

Apesar da forte indignação inicial com o conteúdo de matéria de O Globo de 25/02/07 sobre preços de "medicamentos" que Farmanguinhos compra, mantive igualmente forte desejo de manter a serenidade na resposta que por dever de gestor público devo dar ao O Globo e à sociedade em geral. Por isso levei 72 horas para me manifestar formalmente.
Inicialmente, gostaria de afirmar que, mesmo me orgulhando do trabalho e resultados que obtive nesse meu primeiro ano de gestão à frente de Farmanguinhos, não me considero imune a críticas e sugestões e sempre estarei pronto a retificar ou reparar meus atos quando eu estiver errado ou tiver prejudicado alguém mesmo sem dolo.

Espero que o O Globo tenha a mesma atitude, pois tanto para a instituição que ajudei a recriar há mais de 30 anos, quanto para minha reputação como administrador público, o prejuízo de tal matéria, até pelas chamadas na televisão desde o dia anterior, ultrapassam a medida normal de divergências ou o simples dever jornalístico de apontar supostas falhas da administração pública.

A matéria de domingo em questão tem "lead" e manchetes extraídos de denúncia de representantes comerciais brasileiros de indústria chinesa que se sentem prejudicados pela atual política de compras de Farmanguinhos. Diga-se de passagem que são cidadãos brasileiros que respondem a processo por fraudes em licitações para fornecimento de anti-retrovirais, o que foi divulgado pelo O Globo em matéria no qual colaborou o mesmo jornalista que assina a matéria do domingo (anexamos ao final a transcrição da matéria em questão). Isso não tiraria a eventual justeza de sua denúncia, mas seria melhor ter sido dado conhecimento ao público.
Passaram em branco, também, informações que prestei na sexta-feira, dia 23, por escrito, como as correções feitas na tabela enganosa que dá origem às manchetes acusatórias. O jornalista coloca na tabela os valores do pregão de Farmanguinhos, sabendo que não seriam esses os praticados, informando em letras miúdas ao pé da página os mesmos. Os valores de aquisição foram:

Farmanguinhos: Zidovudina = R$ 1084,80 (valor real) e não R$ 1257,14 / kg.

Farmanguinhos: Lamivudina = R$ 812,00 (valor real) e não R$ 1008,48 / kg.

Então: como calcular prejuízo ou quanto "gastou a mais" se foi calculado com um valor superior ao que foi contratado?
Do mesmo modo, o jornalista sabia que os valores do pregão da FURP não correspondem ao preço total que custará à FURP o kg do princípio ativo, pois ao pé da tabela transcreve que o preço em dólar exclui os "gravames" e, sem os mesmos, o converteu para reais. Esses gravames são taxas e outras despesas para internalizar no país os princípios ativos do importador, ou seja, o nacional tem que incluir na oferta no pregão todos os gastos com impostos, armazenagem, transporte, etc. para entregar na fábrica e para o importado esses custos são eliminados da oferta do pregão, pagando o importador (o laboratório público) separadamente os mesmos, de modo a dar injusta vantagem competitiva ao importado contra o nacional.
Solicitamos à ABIFINA, qual seria o custo final com tais gravames o kg dos mesmos produtos para as quantidades e valores de aquisição pela FURP publicadas na tal tabela de O Globo. O Dr. Nelson Brasil estimou os custos finais que são apresentados abaixo.

FURP: Zidovudina = R$ 894,02 (custo final estimado) e não R$ 772,23 (qual taxa de dólar?)

FURP: Lamivudina = R$ 604,00 (custo final estimado) e não R$ 520,08 (qual taxa de dólar?)
Portanto, é falso como diz a primeira página de O Globo de 25/02/07 que "O Farmanguinhos, laboratório da Fiocruz, gastou até 94% a mais do que outro laboratório público". No caso, a estimativa da diferença de preço máxima seria de cerca de 35 %, mas como sabia o jornalista, propicia que haja ganhos reais pela customização do princípio ativo de modo que o preço final do produto que produzimos fica mais baixo. Ou seja: "O prejuízo estimado de 7,3 milhões" é uma elucubração completamente infundada.

Na seqüência da matéria em pauta, há uma razoável aderência ao que informei a despeito da falta de conhecimentos técnicos, como por exemplo, a confusão entre medicamentos e princípios ativos e omissões que não permitem que o leitor tenha uma visão abrangente do trabalho que está sendo realizado em Farmanguinhos em busca de maior eficiência da máquina pública, da redução de preço dos medicamentos entregues ao Ministério da Saúde e da garantia da qualidade aos que usam nossos produtos.

Não há palavras vazias. Para comprovar minhas afirmações de maneira bem clara, estou anexando cópia de expediente que remeti ao Ministério da Saúde no início do corrente ano, informando que, em conseqüência das novas medidas que promovemos em Farmanguinhos, fomos capazes de reduzir custos e, com os mesmos recursos recebidos, estar aptos a fornecer ao DST/Aids volume de medicamentos 15% maior no primeiro semestre de 2007 e 25% maior no segundo semestre. Como, então, estamos dando prejuízo para o programa de AIDS do Ministério da Saúde? Na verdade, em 2007 daremos "lucro", pois, em decorrência das aquisições segundo os novos procedimentos, estamos fornecendo um incremento de medicamentos no valor de mais de R$ 10 milhões.

No mesmo jornal de domingo, em matéria não assinada, O Globo procura desmerecer a importância do trabalho que estamos fazendo na fábrica de Jacarepaguá. Não fala da área de penicilínicos que está em franca atividade e que a transferência da linha de produção em via seca foi inaugurada em dezembro - ato noticiado pelo O Globo na coluna do ilustre jornalista Ancelmo Goes. O Globo está como esteve então, convidado a visitar a fábrica e constatar o nível das nossas atividades em prol da saúde dos brasileiros.

A capacidade potencial da fábrica só poderá ser atingida em mais dois anos, caso se considere a transferência dos laboratórios de pesquisa, atualmente no Campus de Manguinhos. Porém, não é isso que limita a nossa produção hoje, e, sim, a grande diminuição de demanda do Ministério da Saúde face à descentralização dos recursos para compras de medicamentos para estados e municípios, como se depreende da tabela a seguir.




Como vemos, é falsa a ilação do cabeçalho da página 19 da matéria: "Ainda sem fábrica, Farmanguinhos terceiriza".

























PRODUÇÃO CONTRATADA E PRODUÇÃO REALIZADA NOS ANOS 2004-06








Para superar tal limitação de demanda, de modo a ganhar escala e permitir a venda de produtos a outras esferas públicas bem como à exportação para ações de solidariedade', serão necessárias mudanças na estrutura jurídica de Farmanguinhos, que estão em estudo.




Nesta mesma matéria, afirma-se que aumentamos a terceirização e, em conseqüência, que os recursos financeiros que anteriormente eram destinados à pesquisa passaram a empresas privadas. É falso! Na tabela acima vemos que mesmo em processo de mudança de fábrica, a proporção de unidades farmacêuticas produzidas com alguma etapa de terceirização foi em torno de 20% em 2006, quando no ano anterior, 2005, foi superior a 40%. E mais: nunca, na história recente, Farmanguinhos pesquisou e concretizou mais desenvolvimentos tecnológicos, graças ao esforço e competência de seus quadros técnicos, do que em 2006. No ano passado foram publicados 81 trabalhos em revistas indexadas, contra 36 em 2005. Em 2006 foram concedidas cinco patentes no exterior e uma no Brasil, contra zero em 2005. Em 2006 foram depositadas 12 patentes no exterior contra zero em 2005. E, para finalizar, cabe observar que, apesar da diminuição do aporte financeiro de mais de 30% em 2006 em relação a 2005, foi possível, a despeito das dívidas resgatadas de produção, aplicar em pesquisa e desenvolvimento R$ 9,4 milhões, praticamente o mesmo de 2005 - R$ 10 milhões, além de transferir mais de R$ 20 milhões à Fiocruz, como retribuição ao suporte em infra-estrutura e pesquisa.




É por estar convicto de que estamos trabalhando em Farmanguinhos com seriedade, seguindo uma linha que contempla a assistência farmacêutica de qualidade para a população brasileira, com uma clara visão econômico-social do Brasil e de que todas as ações "denunciadas" foram feitas dentro da mais estrita legalidade, sugeri que o O Globo promova debate acerca dos problemas da produção pública de medicamentos no Brasil, convidando o Diretor da FURP e dos outros laboratórios oficiais. Nesse debate seriam discutidos os problemas de produção decorrentes de uma interpretação distorcida da lei das licitações e da certificação de fornecedores, como também uma proposta de Lei das Compras Públicas cujo projeto já avança no país.




A lei hoje não nos obriga a comprar pelo menor preço, mas, sim, comprar o serviço ou produto mais conveniente à administração pública pelo menor preço. O prejuízo para o erário, os pacientes e a economia do Brasil vem sempre de não comprar certo, e em geral decorre dos constrangimentos que sofre o administrador público.




O O Globo voltou ao assunto, dia 27 de fevereiro, criticando o não cumprimento da legislação sanitária no que diz respeito à certificação de Boas Práticas de Fabricação. Não está correto. Em 23 de fevereiro, o autor da matéria de domingo recebeu documentação comprobatória das exigências do edital e dos documentos apresentados pelos licitantes vencedores, conforme atesta sua assinatura no protocolo. Nosso edital exigia que os licitantes deviam apresentar o certificado de boas práticas de fabricação ou o resultado satisfatório da inspeção sanitária, embora isto não seja exigência legal e, sim, mais uma atitude de zelo de Farmanguinhos. Uma das empresas vencedoras tinha o BPF em dia e a outra apresentou o resultado da inspeção sanitária como satisfatória. Por isso as duas propostas foram aceitas pelo pregoeiro de Farmanguinhos. Aliás, ambas as empresas são reconhecidas por serem sólidas e bem instaladas pela ABIFINA e foram recentemente inspecionadas pela equipe técnica de Farmanguinhos.




Mais ainda, no quadro OPINIÃO na mesma página, a editoria volta a afirmar que houve uma diferença de "até 94%" nos gastos com medicamentos comparando Farmanguinhos - Furp. É falso conforme já mostramos antes, mas o jornal é renitente. A diferença é de, no máximo, 34% e se justifica pela falta de isonomia tributária entre quem produz no Brasil e quem importa. Mas aumenta também nossa eficiência gerando ganhos por diminuir as rejeições primárias, re-processamento e perda de rendimento industrial, causados pela má qualidade da matéria-prima adquirida sem acompanhamento de produção do farmoquímico.




Sobrou ainda de O Globo de ontem o desconforto pela afirmação de que "Esse tipo de protecionismo e de reserva de mercado já patrocinou muitos negócios obscuros.", já que em nenhuma das ações de Farmanguinhos há protecionismo ou reserva de mercado.




De fato, o que Farmanguinhos promove é uma política de compras que privilegia em primeiro lugar a qualidade e a customização das matérias-primas do nosso parque industrial, objetivando eficiência, garantia de qualidade e diminuição do preço de entrega ao Ministério da Saúde. Para isso é preciso o acompanhamento por Farmanguinhos da produção dos princípios ativos. É claro que essa política acaba por promover mais empregos e desenvolvimento econômico do Brasil do que a simples importação, injustamente favorecida do ponto de vista competitivo por falta de isonomia tributária entre produtores nacionais e importadores nas licitações públicas.




Quanto aos negócios obscuros, eles podem tanto ser feitos protegendo empresas nacionais, como favorecendo importadores, como sabe o O Globo, pois já cobriu as ações dos "fraudadores" que agora falam contra nossa política de compras de princípios ativos.




Para concluir, quero acreditar que a maioria dos equívocos descritos seja fruto de uma dificuldade técnica de jornalistas para entender a matemática dos processos fabris, mas ainda assim espero do O Globo uma mais correta avaliação dos fatos e uma saudável e adequada reparação espontânea, em busca do que estou remetendo uma nota de apenas uma lauda para publicação conforme solicitaram e continuo aberto a um franco e amistoso diálogo.

Eduardo Costa

Diretor de Farmanguinhos/Fiocruz.

2.25.2007

GRANDE INICIATIVA: ACESSO A MEDICAMENTOS

PROGRAMA DE ACESSO A MEDICAMENTOS DO SANOFI-AVENTIS
12/02 - O Grupo Sanofi-Aventis anunciou, em 26 de janeiro, a decisão de concentrar a produção do medicamento Glucantime® na fábrica de Suzano (60 km de São Paulo). À base de antimoniato de meglumina, Glucantime® é um dos tratamentos de primeira linha recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) contra a leishmaniose visceral, cutânea e muco-cutânea, doença que afeta perto de 90 milhões de pessoas em todo o planeta. Ao lado de doenças como a malária, tuberculose, doença do sono e a epilepsia (assim como o procedimento para a administração de vacinas), a luta contra a leishmaniose integra um dos seis eixos de atuação da Política de Acesso a Medicamentos do Grupo Sanofi-Aventis. De acordo com a empresa, sua Política de Acesso a Medicamentos está totalmente inserida na estratégia, claramente definida, do grupo, ou seja: “fazer uso do nosso portfólio e expertise tecnológica em áreas terapêuticas com grandes demandas da saúde pública e aplicar uma política de preços diferenciada, sem lucro – sem prejuízo, que permita ampliar o acesso das populações desfavorecidas a tratamentos de qualidade para algumas das doenças mais negligenciadas da atualidade”. Apresentada oficialmente durante o Fórum Biovision, que ocorreu na França em abril de 2005, esta política está sendo amplamente viabilizada com o direcionamento das produções desses medicamentos para plataformas industriais especializadas do Grupo: com ganho de escala é possível obter reduções significativas de custo, segundo informações da empresa. Para saber mais clique em: http://www.sanofi-aventis.com.br. Fonte: Supervisão de Comunicação do Grupo Sanofi-AventisDO SANOFI-AVENTIS
12/02 - O Grupo Sanofi-Aventis anunciou, em 26 de janeiro, a decisão de concentrar a produção do medicamento Glucantime® na fábrica de Suzano (60 km de São Paulo). À base de antimoniato de meglumina, Glucantime® é um dos tratamentos de primeira linha recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) contra a leishmaniose visceral, cutânea e muco-cutânea, doença que afeta perto de 90 milhões de pessoas em todo o planeta. Ao lado de doenças como a malária, tuberculose, doença do sono e a epilepsia (assim como o procedimento para a administração de vacinas), a luta contra a leishmaniose integra um dos seis eixos de atuação da Política de Acesso a Medicamentos do Grupo Sanofi-Aventis. De acordo com a empresa, sua Política de Acesso a Medicamentos está totalmente inserida na estratégia, claramente definida, do grupo, ou seja: “fazer uso do nosso portfólio e expertise tecnológica em áreas terapêuticas com grandes demandas da saúde pública e aplicar uma política de preços diferenciada, sem lucro – sem prejuízo, que permita ampliar o acesso das populações desfavorecidas a tratamentos de qualidade para algumas das doenças mais negligenciadas da atualidade”. Apresentada oficialmente durante o Fórum Biovision, que ocorreu na França em abril de 2005, esta política está sendo amplamente viabilizada com o direcionamento das produções desses medicamentos para plataformas industriais especializadas do Grupo: com ganho de escala é possível obter reduções significativas de custo, segundo informações da empresa. Para saber mais clique em: http://www.sanofi-aventis.com.br. Fonte: Supervisão de Comunicação do Grupo Sanofi-Aventis

2.22.2007

Ecologia Pessoal

As mudanças mais poderosas e doradouras são as que começam no cotidiano de cada um.Aqui seguem algumas dicas para o exercício da ecologia pessoal.Escolha suas prioridades.

Dicas de Carlos Cardoso Aveline.

Respirar mais profundamente: A verdade é que o sangue precisa de oxigênio. Respiração profunda amplia a clareza da mente e dá mais saúde física. Faça isto, calmamente, durante alguns minutos por dia. Diante de ar livre e puro, na medida do possível.
Dar folga para o estômago: Seu estômago é um dos seus amigos mais importantes. Não se empanturre. Dê descanso ao estômago. Coma para alimentar-se. Não se intoxique.
Abrir espaço para a qualidade de vida na rotina diária: Não deixe para depois de amanhã a melhora que pode produzir e estabelece hoje. A qualidade de vida é uma planta que a gente tem que regar todo o dia.
Fazer periodicamente uma auto-avaliação: Verificar regularmente, item por item, o grau de coerência que você já atingiu na vivência do seu ideal ecológico, identificando de que modo pode continuar auto-aperfeiçoando-se e avançar cada vez mais.
Restringir o consumo de remédios: Tome remédios só quando for de fato necessário. Prefira terapias complementares, como homeopatia, acunpuntura, do-in, naturismo. Os laboratórios químicos induzem ao consumo de remédios não só desnecessários, mas prejudiciais.
Comer menos carne: Afaste-se, gradualmente, do processo de massacre diário dos animais para o mercado de carne. Há outros motivos. A carne vem com hormônios, conservantes e toxinas que a tornam alimento pouco saudável. Por seu lado, a carne de peixe pode acumular, com a poluição, metais pesados despejados nos rios. Diminua a carne, e se quiser proteínas animais prefira leite, queijo, ovos. Pense em uma alimentação mais vegetariana.
Restringir o uso do automóvel: Carro particular causa poluição ambiental e priva o seu organismo do necessário exercício físico. Use-o só quando necessário. Se ele não for indispensável, dê preferência ao ônibus e, em distâncias menores, à bicicleta. Esta última descongestiona o trânsito nas cidades, não polui e faz bem à saúde. Nas distâncias curtas, caminhar é a melhor opção.
Trocar o café pelos chás naturais: A ingestão excessiva de café pode causar problemas de comportamento, alterações cardíacas, câncer na bexiga e aumento do colesterol. A cafeína produz insônia e excitação nervosa. O café de cevada pode ser uma alternativa.
Adotar uma árvore (ou mais de uma): Além de todas as funções ecológicas conhecidas, ter uma ou mais árvores por perto acalma as pessoas e melhora seu estado de ânimo. No caso de hospitais, pacientes que têm árvores dentro de seu campo visual ficam curados mais rapidamente. Mantenha seu bem-estar interior convivendo mais com árvores. Defenda-as, quando ameaçadas. Cuide delas. Plante mudas. Verá como então se sentirá melhor.
Deixar o cigarro completamente: Além de tabaco, o cigarro contém quase 2 mil agentes químicos, na maior parte cancerígenos. Respeite seus próprios pulmões e os dos outros. Para plantio de fumo, florestas nativas são cortadas, pesticidas lançados ao solo, e o impacto ambiental é muito grande. As mesmas terras poderiam em vez disto, estar produzindo alimentos para os pobres. O consumo de cigarro é provocado artificialmente por campanhas de propagandas multinacionais. Economicamente, as doenças geradas pelo cigarro significam grande prejuízo para a sociedade.
Preferir alimentos com fibras: Segundo a Organização mundial de Saúde, 80% dos casos de câncer ocorrem por razões ambientais, inclusive o cigarro e a má alimentação. Os alimentos integrais, com fibras, previnem problemas de saúde. Restrinja os alimentos artificiais ou refinados.
Uma pausa antes de comer: Antes de iniciar a refeição, pare um instante, acalme sua mente, concentre-se na idéia mais elevada que puder imaginar no momento. Deixe de lado toda a pressa e ansiedade. E então comece a comer com calma e tranqüilidade, para que a digestão possa começar de maneira certa.
Economize e recicle papel: Use papel dos dois lados. Quando possível, compre papel reciclado, ou pelo menos não branqueado com cloro, produto extremamente nocivo ao meio ambiente.
Restringir as frituras: Se você não resiste a uma fritura de vez em quando, faça com que isto seja apenas uma exceção, e use somente óleos leves, que ajudam a controlar o colesterol. É melhor tentar viver sem frituras.
Comer alimentos naturais da estação: Os vegetais produzidos fora da estação exigem uso mais intensivo de pesticidas e substâncias químicas. Prefira as frutas e legumes da época. Lembre-se de lavar bem as verduras para tirar delas os restos de agrotóxicos. A vitamina A e o cálcio presentes em verduras, na cenoura e na maça ajudam a neutralizar o chumbo, cobre e outros metais pesados acumulados em nosso organismo.
Fazer exercícios físicos diariamente: Caminhe, ande de bicicleta, faça um pocuo de ioga, jogue vôlei, futebol ou basquete, tênis ou tênis de praia. Exercícios físicos moderados são essenciais para manter a saúde e uma atitude equilibrada diante da vida, evitando as causas do estresse e tensão.
Procurar os recicláveis: quando for às compras, priorize os produtos recicláveis, confiáveis, que podem se consertados, reabastecidos, recarregados e usados de novo. Evite produtos que dependem de pilhas e baterias, porque são altamente poluentes.
Praticar meditação: considerada por alguns como instrumento para uma ecologia da mente e dos sentimentos, a meditação não é uma prática tão complicada quanto se pensa. Basta sentar-se em silêncio e observar a passagem dos pensamentos pala mente como se fossem nuvens do céu, isto é, sem comprometer-se psicologicamente com eles, até que o seu firmamento mental fique todo, ou quase todo, livre de nuvens. Mesmo que o seu céu não fique inteiramente límpido você notará que as nuvens ficarão mais altas, brancas, agradáveis e claras. Leia, lentamente um bom livro sobre meditação.
Usar garrafas de vidro: Evite as garrafas de plástico e as latas, que terão de ser descartadas, enquanto as de vidro são imediatamente recicladas. Esta é uma pequena opção individual, diária, por uma sociedade ecologicamente viável. Um pequeno ato de autodisciplina e respeito pelo meio ambiente.
Sebo na margarina: quando é mostrada nas propaganda de televisão, a margarina parece um produto saudável. Na verdade ela é produzida com vários óleos vegetais misturados a gorduras animais como o sebo. Para ficar parecida com a manteiga, a margarina recebe antioxidantes, flavorizantes, corantes, emulsificantes, espessantes, acidulantes e conservantes, todos aditivos químicos de algum modo prejudiciais a saúde. A margarina é um alimento totalmente ilusório.
Usar inseticidas caseiros: Nenhum inseticida químico é inofensivo. Se pensa que precisa usá-lo, leia a bula e siga as instruções com cuidado. Mas há também algumas soluções alternativas. Para formigas, coloque algumas gotas de suco de limão na entrada do formigueiro e deixe ali a casaca. Tente também o pó de café, talco, pimenta e cinzas. Para baratas, misture bicarbonato de sódio com açúcar, e coloque em tampinhas de garrafas nos locais freqüentados por elas (sob a geladeira, fogão, em ralos e lixeiras). O açúcar as atrai e o bicarbonato as mata. Para traças, a cânfora é tão eficiente quanto a naftalina e muito menos tóxica. Para aranhas, se forem pequenas e inofensivas, evite mata-las; elas se alimentam de vários insetos desagradáveis. Para pulgas, o maior problema é com os animais de estimação. Lave-os com água morna e sabonete e enxugue-os. Aplique após uma solução caseira eficaz para manter as pulgas a distância: duas colheres de sopa de alecrim fervidas em um litro de água.
Restringir o uso de forno micro-ondas: O forno de micro-ondas pode desenvolver aminoácidos tóxicos para o rim e o fígado em alimentos como o queijo, leite, carne e peixe. Ele não dá aos alimentos uma temperatura uniforme capaz de eliminar todas as bactérias.
Economizar água: Água é um recurso natural escasso. Não deixe a torneira aberta todo o tempo enquanto escova os dentes. Não fique meia hora no embaixo do chuveiro aberto. Tome providências imediatamente se há um vazamento em sua casa ou prédio.
Proteger as crianças dos alimentos perigosos: Mediante um bom diálogo e um trabalho de educação integral, você pode conscientizar seus filhos(e os amigos deles, já que uma criança não vive isolada) sobre os problemas dos excessos de doces e balas, dos refrigerantes, hambúrgueres, cachorros-quentes, e outra armadilhas do chamado mundo moderno. Estes alimentos têm muitas vezes não só açúcar branco, mas corantes, conservantes e outros aditivos prejudiciais a saúde. A satisfação que eles dão dura poucos segundos, mas há conseqüências de longo prazo como fraqueza nos dentes, maiores possibilidades de contrair doenças e gastos com médicos e dentistas.
Restringir a televisão: Usada em excesso, a televisão interrompe a vida familiar e destrói, também, a vida intelectual, cultural e social das pessoas. Com seus programas, muitas vezes alienantes, a televisão é um exemplo de poluição mental e deseducação da população em vários níveis, incentivando o consumismo desnecessário. Mas, usada com moderação, pode ser um fator positivo em sua vida. Às vezes há filmes bons. Existem bons noticiários e alguns programas culturais e até ecológicos.
Restringir o uso de panelas de alumínio: Procure substituir gradualmente suas panelas de alumínio. Prefira as esmaltadas, de ferro, ou ainda de vidro. O alumínio da panela de despreende quando são cozidos alimentos ácidos, ou quando se raspa o recipiente com força. Há várias doenças associadas ao excesso de alumínio no organismo humano.
Transpirar naturalmente: Não exagere com os desodorantes. O suor natural é importante para eliminar as toxinas. Desodorantes supostamente modernos, à base de cloridrato de alumínio, formaldeído e amônia, bloqueiam os poros da pele e fazem mal à saúde. Talcos neutros e polvilho anti-séptico “granado” são inofensivos à pele e necessitam de uso menos freqüente. Para banhar-se e lavar-se prefira sabonetes naturais.
Nunca usar amianto: Evite totalmente amianto, seja em telhas, reservatórios de água ou qualquer outro produto. O amianto desprende microfibras que são inaladas na respiração e podem provocar graves doenças respiratórias inclusive irreversíveis. O produto já foi proibido na Alemanha e outros países. Também é nocivo ao meio ambiente e à saúde dos trabalhadores que o produzem.
Não exagerar com o computador: Os computadores emitem baixos níveis de radiação que podem causar dor de cabeça e outros sintomas a pessoas que fiquem muitas horas por dia diante deles. O perigo maior é para mulheres grávidas de poucos meses, que podem sofrer aborto. De qualquer modo, evite ficar mais de quatro horas por dia na frente do computador. Faça uma pausa a cada hora de trabalho.
Dar folga para o seu bolso: Compre só o necessário. Vivemos em um mundo de falsas necessidades, criadas artificialmente. Saia fora do círculo vicioso de consumo-pelo-consumo, responsável por tanta destruição ambiental, tanta exaltação do egoísmo. Uma atitude mais reservada em relação à compulsividade consumidora pode, literalmente, dar lucro a você.
Ser um cidadão atuante: Tenha às mãos os telefones da Secretaria Municipal de Meio ambiente de sua cidade e da entidade ecológica mais próxima. Denuncie qualquer irregularidade da qual venha a saber, dando seu nome e endereço para confirmação da denúncia. Sempre que possível, participe de ações concretas em defesa do meio ambiente. Mantenha contato com os políticos que elegeu e pressione para que eles se posicionem corretamente nas questões ambientais e de qualidade de vida. Converse com os seus familiares sobre a defesa ambiental.
Fazer passeios pela natureza: Ninguém pode amar ou defender o que não conhece. Deixe de lado a tensão do trabalho urbano e visite os lugares da natureza. Esvazie-se da pressa e aprenda a perceber a música e harmonia presentes no silêncio da natureza.
Evitar bebidas fortes: Bebidas alcoólicas são em geral uma violência contra o organismo humano. Se não puder renunciar totalmente ao uso de álcool, opte por uma cerveja gelada em doses homeopáticas. Evite o pileque como o meio de transcender a sua consciência média da realidade. Se quiser transcender, decida-se pela meditação, leia sobre ioga. É bem melhor do que destruir o sistema nervoso com bebidas alcoólicas.
Na praia, evitar excesso de sol: Entre 10h00 e 15h30 há um maior perigo. Os índices de câncer de pele no Brasil já são preocupantes.
Repelentes naturais: Evite utilizar repelentes químicos contra insetos como o mosquito e o borrachudo. Para essa finalidade, prefira o óleo de bergamota e outros produtos inofensivos à saúde humana e ao meio ambiente. Que podem ser encontrados em lojas naturais. Colocar tela na casa e usar mosquiteiro também constituem providências sensatas.
Ao dirigir, evite altas velocidades: Altas velocidades não são apenas perigosas para você e para os outros, mas prejudicam todo o meio ambiente. Dirigindo a 112Km por hora, por exemplo, você gasta 25% mais combustível do que viajando a 88Km/h. andando mais devagar, você economiza dinheiro e polui menos.
Evitar a causa das dores-de-cabeça. De cada dez casos de dor de cabeça, nove são resultados de tensão, inclusive ansiedade, depressão, preocupação e outros problemas emocionais. Tomar comprimidos é uma falsa solução. Beba um chá de camomila. Sente-se calmamente, espinha dorsal ereta, pés firmemente no solo, e imagine a energia que está concentrada na cabeça dissolvendo-se e distribuindo-se calmamente. Relaxe. Revise, examine e elimine um a um os fatores tensionantes de sua vida diária.
Evitar o uso de plásticos: Se vai às compras, leve de casa uma sacola. Dispense embalagens desnecessárias.
Ser sério, mas não carrancudo: O bom humor e o riso contribuem para manter-nos relaxados e evitar tensões ou doenças. Fale sobre seus problemas com amigos confiáveis. Desabafar com gente amiga é uma maneira de evitar que os problemas ganhem importância exagerada. Quando falamos dos problemas, eles desinflam.
Manter contato com o jornal que você lê, a rádio que escuta, a estação de televisão que assiste: Ligue para seus meios de comunicação preferidos e faça sugestões de assuntos que deveriam ser abordados, critique quando errarem, elogie quando acertarem. A influência do consumidor é decisiva para que os meios de comunicação possam melhorar seu conteúdo. Escreva cartas para a coluna do leitor e expresse seus pontos de vista.

2.19.2007

Dicas de Vida

10 SUGESTÕES DE VIDA PARA OS LEITORES DAS BOAS PRÁTICAS FARMACÊUTICAS
1°Não se preocupe
De todas as atividades humanas, preocupar-se, é a menos produtiva.

2° Não se deixe dominar pelo medo
A maior parte das coisas que tememos nunca acontecem.

3° Não guarde rancor
Ele é uma das cargas mais pesadas da vida.

4° Enfrente num problema de cada vez
Seja como for, só poderá tratá-los um por um.

5° Não leve os problemas para a cama
São maus companheiros do sono.

6° Não compre os problemas dos outros
Eles podem lidar com eles melhor do que você.

7° Não reviva o passado
Ele já passou. Concentre-se no que se passa na tua vida e seja feliz agora.

8° Seja um bom ouvinte
Só quando escutar obterás idéias diferentes das tuas.

9°Não se deixe abater pela frustração
A auto-compaixão só interfere com as ações positivas.

10°Contabilize todas as coisas boas
Mas não esqueça as pequenas. Muitas coisas boas pequenas, fazem uma grande.