2.24.2008

O controle de medicamento de tarja preta deve ser feito eletronicamente.

VENDA AGORA É CONTROLADA
05/02/2008
Drogarias e Farmácias devem informar em tempo real comercialização dos medicamentos. Estabelecimentos farmacêuticos que vendem medicamentos de tarja preta não vão poder mais fazer o registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) com o receituário de papel. Agora, o controle desse tipo de medicamento deve ser feito eletronicamente. O monitoramento será em tempo real. No momento em que efetuar uma venda, o farmacêutico terá de informar o nome do paciente e do médico que deu a receita. Os remédios de tarja preta exigem maior cautela e só podem ser adquiridos com receita especial. Em geral, eles possuem em sua composição substâncias ou produtos que podem causar dependência, como entorpecentes e psicotrópicos. Segundo o presidente do Sindicato das Drogarias e Farmácias do Distrito Federal, Felipe de Faria, o novo sistema proporciona maior segurança ao médico que prescreve o medicamento, ao usuário e aos empresários do ramo. Ele destaca, entretanto, que o sistema da Anvisa ainda não consegue atender com eficiência à demanda de acessos. Faria disse que muitas empresas cancelaram a venda dos remédios controlados, não por inoperância das drogarias, mas por causa dos problemas constantes de acesso ao sistema eletrônico de controle. Outro problema é a falta de comunicação. "A única forma de mantermos contato com a Anvisa é por e-mail. Mesmo assim, as respostas costumam demorar e não trazem soluções", diz. Pelos dados da própria Anvisa, apenas 30 mil farmácias - das cerca de 70 mil cadastradas no País - estão aptas a operar no sistema. A diretora presidente substituta da Anvisa, Maria Cecília Martins Brito, admite a deficiência, mas informa que novos operadores já foram contratados para solucionar o problema. De acordo com ela, o objetivo do novo sistema é reduzir a venda de psicotrópicos (drogas que agem no sistema nervoso, produzindo alterações de comportamento, que podem causar dependência). Até a entrada em vigor das novas regras, no último dia 27, para registrar as vendas desse tipo de remédio, os farmacêuticos anotavam os dados em cadernos, que são enviados ao Governo do Distrito Federal (GDF) e, depois, seguiam para a Anvisa. A lentidão do processo, que pode demorar até um ano, atrapalhava o controle das vendas e facilitava fraudes. As farmácias que não se cadastraram ficam impedidas de vender remédios de tarja preta. Os estabelecimentos que não estiverem operando com o sistema da Anvisa estão sujeitos a multas. No DF, algumas drogarias ainda não se cadastraram. A preocupação em melhorar o controle se explica. Medicamentos de uso controlado podem provocar dependência e tolerância. Esse risco tem de ser olhado com maior preocupação ainda quando se analisa o mercado brasileiro. O País é um dos campeões de consumo per capita de moderadores de apetite. Uma pesquisa mostra que 3,2% dos brasileiros fazem uso deste tipo de medicamento. FIQUE ATENTO - Tarja Preta: a tarja preta informa que o medicamento é de alto risco, não pode ser usado sem prescrição médica e que só podem ser vendidos com apresentação da receita. As receitas deste tipo de medicamento ficam retidas nas farmácias e são recolhidas, periodicamente, pelos serviços públicos de saúde. Tarja Vermelha: o medicamento com tarja vermelha é de menor risco, ou seja, embora também seja vendido apenas com receita médica, não representa risco de vida, mas apenas de efeitos colaterais. Sem Tarja: a ausência de tarja não é um indicador de que o medicamento possa ser usado sem contra-indicação, mas apenas que pode ser vendido sem a apresentação da receita médica. Assim, o consumidor deve manter os mesmos cuidados recomendados para os demais medicamentos com tarja. Ainda que o consumidor possua o medicamento em casa, ou consiga adquiri-lo independentemente de apresentar receita médica, é importante que obtenha orientação médica para utilizá-lo, pois, mesmo sendo recomendado para alguns tipos de doenças seus efeitos podem agravar outras áreas da saúde.

Fonte: Jornal de Brasília

2.22.2008

Brasil e Argentina firmam parceria para criar empresa de medicamentos

Brasil e Argentina firmam parceria para criar empresa de medicamentos


BUENOS AIRES - Brasil e Argentina decidiram criar uma empresa binacional de biofarmacotecnologia. A futura fábrica tem o objetivo de garantir o abastecimento de medicamentos essenciais ao sistema público de saúde dos dois países e assegurar condições de acesso dos remédios para a população argentina e brasileira.

A decisão consta em declaração assinada pelos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Cristina Kirchner no começo da tarde de hoje (22) em Buenos Aires.

Ainda de acordo com o documento, as autoridades da área de saúde dos dois países deverão apresentar um relatório sobre a constituição da empresa binacional até agosto deste ano.

Brasil e Argentina também decidiram impulsionar as atividades conjuntas na área de nanotecnologia. O programa de trabalho nesse sentido deverá ser apresentado até o fim de maio e terá como ênfase a formação de recursos humanos, o desenvolvimento científico e o avanço industrial.

Lula e Cristina Kirchner também determinaram que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e as instituições financeiras argentinas tomem as medidas necessárias para a criação de uma carteira conjunta de projetos públicos e privados de integração. As propostas de ação devem ser apresentadas em 90 dias.

Hoje (22) pela manhã, Lula se encontrou com a presidente da Argentina e, depois, participou de uma reunião com os ministros dos dois países. Agora a tarde, visita a Corte Suprema e o Congresso Nacional. O presidente ainda será homenageado com a medalha da cidade de Buenos Aires, pelo chefe de governo da capital argentina.

O presidente Lula faz visita de estado à Argentina acompanhado dos ministros Celso Amorim (Relações Exteriores), Nelson Jobim (Defesa), Miguel Jorge (Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior), Edison Lobão (Minas e Energia) e Franklin Martins (Secretaria de Comunicação Social).

(com Agência Brasil)

Programa Mais Saúde

O ministro José Gomes Temporão (Saúde) afirmou que o programa Mais Saúde, apresentado neste quinta-feira (21) para os servidores da pasta, será executado mesmo sem os recursos da CPMF. Segundo ele, além de realizar ações para melhorar a gestão dos recursos internamente, há um esforço do governo federal em buscar novas fontes para a sua implementação.

"Todas as medidas que não implicam em recursos adicionais já estão sendo colocadas na rua. Na questão da bebida alcoólica, posso citar ações como a medida provisória que proíbe a venda nas estradas e o projeto de lei que regulamenta a propaganda. Neste mês, vamos encaminhar um projeto de lei que proíbe o fumo em recintos fechados. No campo da formação em saúde e do controle da dengue também estamos em plena ação”, afirmou o ministro.

Temporão esteve ontem com o Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, quando trataram da implementação do Mais Saúde. "Sai otimista da reunião. O Mais Saúde é fundamental para qualificar o sistema de saúde pública, ampliar cobertura dos serviços, atacar os principais problemas de qualidade, como fila, tempo de espera e humanização, além de fazer com que mais brasileiros tenham acesso a mais serviços. É um plano estratégico e fundamental. Sem o PAC da Saúde nós não vamos superar o que hoje vemos como uma fragilidade do sistema", disse.

Ao todo, o Mais Saúde envolve R$ 89 bilhões que serão desembolsados até 2011. No programa, R$ 24 bilhões estavam vinculados à CPMF e o restante garantidos pelo Plano Plurianual. Neste ano, seriam R$ 4 bilhões em recursos adicionais.

"Nós temos total condições de implementar o Mais Saúde neste ano, conforme programado. Os recursos virão de excesso de arrecadação e com medidas internas de redução de gastos, principalmente no que se refere a melhorias na eficiência da gestão", afirmou Márcia Bassit, secretária-executiva do Ministério da Saúde.

O programa Mais Saúde é um conjunto de ações estratégicas e metas que serão um marco para a qualificação da gestão e o alcance de níveis de excelência no atendimento em saúde no Brasil. A nova política é dividida em quatro grandes eixos:

1) Promoção e Atenção à Saúde: a Família no Centro da Mudança (ações de saúde para toda a família, desde a gestação até os idosos);

2) Ampliação do Acesso com Qualidade (reestrutura a rede, cria novos serviços, amplia e integra a cobertura no Sistema Único de Saúde);

3) Desenvolvimento e Inovação em Saúde (saúde como um importante setor de desenvolvimento nacional, na produção, renda e emprego); e

4) Gestão, Trabalho e Controle Social (qualifica os profissionais e gestores, forma recursos humanos para o SUS e garante instrumentos para o controle social e fiscalização dos recursos).

No portal da saúde (www.saude.gov.br), há um hotlink do programa, com todas as informações e medidas que serão adotadas até 2011.

Informe-se sobre o 'MAIS SAÚDE' acessando o hotsite do programa.

2.21.2008

Cozinha Orgânica e Peixes é bom para memória

Cozinha Orgânica, com receitas fáceis, saborosas, de rápido preparo e com alto valor nutritivo.
São kits de legumes e verduras orgânicas na medida certa para preparar as receitas que vêm impressas na embalagem, atendendo assim famílias que não têm tempo de buscar receitas e de ir atrás dos ingredientes.
Receitas Cozinha Orgânica: produtos que compõem o kit:
.
Arroz Floridinho : Alho Poró (ou brócoli), cenoura, tomate, vagem, cebola e hortelã.
Berinjela Saborosa: Berinjela, cebola, tomate e manjericão.
Cenoura com ervas finas: Cenoura, limão, cebola, salsinha e manjericão.
Gratin de Abobrinha: Abobrinha, tomate e cebola.
Macarronada com Brócoli e Cenoura: Brócoli, cenoura e cebola.
Milho Verde ao forno: Milho verde, tomate e cebola.
Purê de Batatas com Alho Poró: Batata, alho poró.
Salada de Acelga (couve-chinesa): Acelga (couve-chinesa), cenoura, cebola e salsinha.
Salada de Batatas: Batata, cenoura, vagem, limão, cebola e salsinha.
Salada Cor e Sabor: Acelga, tomate, cenoura, pepino, limão e cebola.
Salada de Escarola à Marilda: Escarola, tomate, limão e cebola.
Salada Grega: Alface americana (ou acelga), tomate, pimentão, pepino e limão.
Sopa de Legumes: Cenoura, tomate, vagem, brócoli (ou couve-flor), milho verde, cebola e salsinha.
Sopa de Mandioquinha: Mandioquinha, tomate, salsinha e manjericão.
Tabule (salada árabe): Tomate, pepino, limão, cebola, salsinha e hortelã.


Comer peixes pode melhorar a memória de idosos
 
Um estudo realizado na Noruega sugere que comer peixe pode ser bom para a memória de pessoas idosas, e, quanto mais consumo de peixes, maiores são os efeitos. A equipe de cientistas, liderada por pesquisadores da Universidade de Oxford, no Reino Unido, avaliou mais de 2 mil pessoas, habitantes da Noruega, com idades entre 70 e 74 anos de idade, dos quais apenas 80 comiam menos de dez gramas de peixes, derivados ou frutos do mar por dia. E eles observaram que aqueles que comiam mais peixes tiveram melhor desempenho em testes de memória, de concepção visual, de habilidades motoras espaciais, de atenção, de orientação e testes de fluência verbal. Eles alertam para a necessidade de mais pesquisas para determinar se os benefícios dependem do tipo de peixe e da preparação e quais os componentes do peixe são os responsáveis.

2.19.2008

DICAS: ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTO / PRESCRIÇÃO MÉDICA / ENFERMAGEM

Principais Cuidados ao Administrar Medicamentos


o Via oral - administrar o medicamento observando os seguintes pontos:
o conferi-lo com a prescrição médica;
o dar o medicamento na mão do paciente ou se ele não puder tomar sozinho auxiliá-lo no que for necessário;
o anotar no prontuário o medicamento logo após sua administração;
o quando necessário, explicar ao paciente a ação do medicamento;
o lavar todo o material usado na administração de medicamentos e guardá-lo no armário;
o nunca usar os medicamentos contidos num frasco sem rótulo;
o medir as quantidades de acordo com a prescrição médica;
o administrar os medicamentos sem que haja qualquer dúvida sobre a dosagem;
o retirar os comprimidos do frasco com auxílio da própria tampa ou com uma gase limpa, nunca deixá-los entrar em contato com as mãos;
o a boca do frasco deverá ser limpa com uma gase após a retirada do medicamento;
o permanecer próximo ao paciente até este ter tomado o medicamento;
o evitar administrar medicamento preparado por outras pessoas;
o evitar deixar a bandeja com o resto da medicação à mão dos doentes, no caso de haver necessidade de sair de perto do paciente para ir buscar qualquer coisa que esteja faltando.
o Via parenteral - responsabilidades primordiais na aplicação por via parenteral:
o cuidadosa seleção e preparação do material;
o preparação do medicamento, preparação psicológica do paciente e o uso de uma perfeita técnica asséptica.
o Cuidados na aplicação da injeção intramuscular e subcutânea:
o conferir o cartão de medicamento com a prescrição médica;
o preparar o paciente psicologicamente, a fim de obter sua cooperação total, fazendo uma explanação sobre o tratamento e a importância dessa cooperação;
o colocá-lo na posição adequada; escolher o local apropriado para a aplicação;
o fazer a anti-sepsia da pele com a bola de algodão embebida em álcool e conservá-la na mão;
o apanhar a seringa e aplicar a injeçaõ esticando bem a pele;
o retirar a agulha comprimindo a pele com a bola de algodão;
o fazer uma pequena massagem no local da injeção e anotar no relatório de enfermagem a qualidade, quantidade e a região onde o medicamento foi aplicado.
o Cuidados na aplicação da injeção intravenosa:
o lavar as mãos;
o fazer a antissepsia do local onde será aplicada a injeção;
o fazer a antissepsia do dedo indicador o qual vai fixar a veia;
o levar o material usado para lavar imediatamente se este não for descartável.
o Cuidados nas infusão - o método de preparação do frasco varia segundo o tipo a ser utilizado.
o O mais importante é instalar o aparelho de soro sem contaminá-lo; s
o se o frasco for de matéria plástica, cortar a parte que será conectada ao aparelho de soro, com tesoura esterilizada e introduzir o conta-gotas na ponta cortada;
o se o frasco for de vidro, retirar a proteção metálica da boca do frasco e sem contaminar, introduzir a ponta do conta-gotas no orifício próprio e colocar a agulha para introdução do ar no frasco, no orifício em continuação ao pequeno tubo de vidro que se encontra no interior do frasco;
o é importante verificar que não existe ar no aparelho de soro;
o fazer a anti-sepsia, passando o algodão com iodo onde vai ser puncionada a veia e no dedo indicador da enfermeira que vai fazer a fixação da veia.

o Cuidados com armários de medicamentos:
o todos os medicamentos devem ser guardados num armário especial;
o o armário deve ser fechado à chave e esta conservada num lugar fora do alcance do paciente;
o as prateleiras do armário devem ser limpas e os medicamentos arrumados em ordem alfabética, observando, se possível, a seguinte ordem: os medicamentos de uso externo devem estar separados dos de uso interno; os sólidos e os líquidos em prateleiras diferentes; os venenos devem estar rotulados e conservados longe das outras drogas em frascos fáceis de serem distinguidos; estimulantes e drogas para uso hipodérmico devem ser guardados em uma prateleira própria; os entorpecentes (cocaína, morfina e ópio) devem ser conservados em uma gaveta separa e a chave permanecer com a enfermeira chefe do dia. Um nota deve ser feita de cada dose retirada da gaveta, de acordo com a lei que rege os entorpecentes. Óleos, supositórios, antitóxicos, vacinas e extratos glandulares devem ser guardados num compartimento especial, na geladeira ou em lugar fresco; os vidros devem ser bem arrolhados e claramente rotulados. Os conteúdos do armário devem ser examinados frequentemente e devem ser notificadas as drogas que mostrarem mudança na cor, no odor ou na consistência.


Precauções ao Fazer a Prescrição Médica

A prescrição consiste em um plano de cuidados que o médico receita para os pacientes internados no hospital. Esse plano de cuidados inclui recomendação de um tipo de dieta, administração de medicamentos, curativos.

O primeiro item da prescrição é o tipo de dieta, que pode ser livre, para diabéticos, hipossódica, líquida completa e branda.

O segundo item consiste no intervalo de medidas dos dados vitais, que são pulso, pressão arterial, freqüência respiratória e temperatura.

Nos itens que se seguem ocorrerá a prescrição dos medicamentos, que podem ser vários. A prescrição de medicamentos se dá da seguinte maneira: coloca-se o nome do fármaco, a dose, a via de administração e o intervalo.

Nos itens finais, se houver necessidade de curativo, o médico estipula como esse deve ser feito.

A prescrição deve ser feita diariamente pelo médico, em duas cópias: uma vai para a equipe de administração de medicamentos e a outra é anexada ao prontuário do paciente.

A prescrição pode ou não ser mudada, dia após dia, e, dependendo da necessidade do paciente, podem ser acrescidos ou retirados certos medicamentos.

Na folha de prescrição ainda consta um espaço para a estipulação do horário de administração de medicamentos e um espaço para as anotações das medidas dos dados vitais. No final da folha, o médico carimba e assina.

É de suma importância que o médico prescreva com letra legível e explique corretamente os cuidados que ele deseja que sejam empregados no paciente, para que esse tenha recuperação satisfatória.

Equipamentos de Enfermaria

Após a realização da visita à enfermaria do segundo andar do Hospital das Clínicas, na Sexta-feira, 13 de novembro, retornamos à mesma na Sexta-feira seguinte, quando contamos com a colaboração da enfermeira Rogéria para revermos o arsenal clínico utilizado em tal setor.

A seguir serão listados os principais componentes desse arsenal, com um breve comentário de suas principais aplicações:
o Agulhas:
o Agulha de 25 por 8: para injeções intramusculares;
o Agulha de 27 por 8: para injeções intramusculare;
o Agulha de 30 por 10: para diluição de medicamentos (não usada diretamente no paciente);
o Agulha de 13 por 3: para injeções subcutâneas e intradérmicas.
o Jelco e butterfly: equipamentos utilizados em punções venosas. Consistem de uma agulha encapada por tubo fino de plástico, sendo que o butterfly apresenta projeções laterais. É através dessas estruturas que o equipo se conecta com as veias.
o Equipo ( espécie de mangueira aderida ao paciente e ao soro):
o Equipo comum: conecta o soro ao paciente, através do jelco ou butterfly;
o Equipo com saída lateral: tem a mesma finalidade do anterior, contudo a saída lateral possibilita a administração de medicamentos por outra via, além do soro;
o Equipo tipo bomba de infusão: permite a infusão medicamentosa, com maior precisão;
o Equipo tipo micro-gotas: provido de um recipiente de cerca de 100 ml, esse equipamento administra micro-gotas de medicamento em tempo adequado. É mais utilizado na antibiótico-terapia.
o Seringas:
o Seringa tipo 1: utilizada para administrar insulina;
o Seringas tipo 5, 10 e 20: seringas maiores ( o tamanho aumenta de acordo com o número) e para administração medicamentosa diversa. Apenas as tipo 1 e 5 se achavam disponíveis no momento da visita;
o Seringa de vidro: não utilizada no setor. Tem uso apenas em determinados procedimentos cirúrgicos.
o Coletor urinário: equipamento utilizado em sistema aberto. Segundo fomos informados, é ainda o procedimento mais comum.
o Sondas:
o Sonda uretral: ao contrário do coletor urinário, é utilizada em sistemas fechados, sendo introduzida na bexiga;
o Sonda naso-gástrica: pode ser utilizada no nariz (nasofaringe) e estômago;
o Sonda naso-entérica: é uma sonda fina, provida de um guia. Uso intestinal.
o Micronebulisador: equipamento utilizado para administração de oxigênio (nebulisação).
o Macronebulisador: assim como o equipamento anterior, é utilizado na administração de oxigênio ao paciente. Contudo, tem proporções maiores, sendo usado quando há necessidade de elevado teor de oxigenação. É utilizado junto com a máscara e com o tubo corrugado, exigindo umidificador.
o Desfibriladores: desfibriladores de tamanhos variados e de uso interno e externo foram também mostrados. O de uso interno é menor com as "pás" semelhantes a colheres. Entra em contato direto com o coração. O de uso externo tem "pás" maiores e fica acoplado a um carrinho. Não entra em contato direto com o coração.
o Tubo (naso) traqueal: conforme visto na aula sobre primeiros socorros e também na enfermaria, esse tubo tem a finalidade de conferir ao paciente respiração artificial. Pode ser acoplado a um reservatório para oxigênio, o que melhora sua eficácia.
Outros equipamentos, tais como monitores para acompanhamento dos pacientes, mesas e estantes para acondicionamento de medicamentos foram também mostrados, demonstrando satisfatória organização. O ambiente da enfermaria não é, obviamente, um ambiente agradável. Em geral, ocorrem mais de quatro pacientes por quarto, os quais tem que assistir as intervenções clínicas, quase sempre desagradáveis, em seus companheiros.

Em termos de ambiente físico, contudo, as dependências da enfermaria não são ruins, havendo uma divisão bem feita dos locais para estoque de medicamentos e sua preparação, dos locais para estocagem de material esterilizado, bem como para armazenamento de prontuários, os quais são reunidos numa pasta para cada paciente. Pelo que vimos, o tratamento dedicado aos pacientes é o melhor possível, dentro das limitações do HC.