5.26.2012

Novas diretrizes para o diagnóstico do câncer de próstata enfrentam resistência dos médicos


Profissionais americanos não querem parar de pedir testes de PSA, apesar dos benefícios serem questionáveis

As recomendações recentes da Força-Tarefa de Serviços Preventivos (USPSTF, na sigla original) americana, que alertavam para a eliminação do exame de rotina que avalia os níveis da proteína Antígeno Prostático Específico (PSA), na triagem para câncer de próstata em homens saudáveis, encontra resistência dos médicos, segundo pesquisa da Johns Hopkins.
Em uma vistoria com 125 médicos de cuidados primários, os pesquisadores descobriram que, enquanto os médicos concordavam com recomendações mais antigas como reduzir os exames de rotina em homens com mais de 75 anos e entre aqueles que não esperavam viver 10 anos ou mais, um grande número afirmou que enfrentava barreiras para parar o exame de PSA em homens que o faziam regularmente.
A razão ouvida com mais frequência por 74,4% dos médicos foi “meus pacientes esperam que eu continue pedindo testes anuais de PSA”, seguida por 66% que disseram “leva mais tempo para explicar por que não estou mais indicando o teste do que apenas continuar testando o PSA”. E mais da metade acredita que “não pedir o exame pode ser confundido com má administração”.
A vistoria foi feita em novembro de 2011, logo depois das recomendações para o fim do exame foram feitas, mas antes da semana passada, quando as diretrizes foram aprovadas. A cada ano, mais de 33 mil americanos morrem vítimas de câncer de próstata e 20 milhões fazem o teste de PSA para detectar a doença.
De acordo com a USPSTF, as evidências sugerem que os danos causados ​​pelo exame em homens saudáveis superam seu potencial para salvar vidas, por isso deve ser eliminado. Além disso, altos níveis de PSA não são necessariamente são evidência de câncer de próstata e podem levar à desnecessária a biópsia da próstata. E mesmo quando as biópsias revelam sinais de células cancerígenas na próstata, a evidência mostra que uma grande proporção nunca causará danos, mesmo sem tratamento.


Rodrigo Santoro brilha ao lado de Nicole Kidman no Festival de Canes



 
Tapete vermelho Rodrigo Santoro e Nicole Kidman no tapete vermelho de Cannes Foto: AP  
Clique no tapete vermelho

Pradaxa, medicamento lançado há menos de um ano já é lider na prevenção do AVC


No mercado brasileiro desde agosto de 2011, 
Pradaxa (dabigatrana) já é o anticoagulante 
oral mais prescrito pelos cardiologistas para 
a prevenção do AVC decorrente da fibrilação 
atrial (FA) – tipo mais comum de arritmia 
cardíaca -, de acordo com dados de março 
de 2012.
Quem sofre dessa anormalidade do ritmo 
cardíaco tem risco cinco vezes maior de ter
 um derrame. Isso acontece porque a 
fibrilação atrial provoca a formação de 
coágulos dentro do coração que podem
 chegar até o cérebro e entupir um vaso
 sanguíneo – ocasionando o AVC.
Primeiro de uma nova geração de 
anticoagulantes orais, Pradaxa (dabigatrana) 
foi aprovado pela Anvisa com base num 
estudo clínico com mais de 18 mil pacientes 
em todo o mundo e é o único medicamento 
desta classe com redução superior do AVC 
isquêmico em comparação à varfarina1, 
terapia mais antiga disponível no mercado
 há mais de 50 anos. Pradaxa previne três de 
cada quatro derrames decorrentes da fibrilação 
atrial, em comparação ao placebo2, e é mais 
seguro que a varfarina, com menores taxas 
daqueles sangramentos que podem levar à 
morte (inclusive as hemorragias intracranianas).





Pradaxa: novo anticoagulante 

oral é aprovado pela Agência 

Européia de Medicamentos


A Agência Européia de Medicamentos (EMEA)
autorizou a divulgação e a comercialização de
 um novo anticoagulante oral, que age inibindo
diretamente a trombina de forma específica e
reversível: o etexilato de dabigatrana (Pradaxa).

A opinião positiva do EMEA é muito bem-vinda
por se tratar da primeira recomendação de aprovação
do etexilato de dabigatrana pelas autoridades
 regulatórias.
 O etexilato de dabigatrana, fabricado
exclusivamente pelo laboratório Boehringer
Ingelheim, age na prevenção do tromboembolismo
venoso e está indicado para pacientes que farão cirurgias
eletivas para substituição total de quadril ou de
joelho. Possui um perfil de segurança semelhante ao
da enoxaparina injetável, porém pode ser utilizado
por via oral.
A administração do medicamento por via oral,
uma vez ao dia, pode ser feita fora do ambiente hospitalar,
 protegendo  os pacientes do risco potencial de
desenvolvimento de coágulos e reduzindo
significativamente os riscos adicionais associados
 a uma hospitalização prolongada.

Bengt Eriksson, principal pesquisador dos estudos
RE-NOVATETM e RE-MODELTM  e integrante do
Departamento de Cirurgia Ortopédica da University
Hospital Sahlgrenska/Östra, na Suécia, relata que o
 risco de uma trombose fatal após uma cirurgia ortopédica
é preocupante, o que exige o uso de um anticoagulante
oral que possa ser administrado tanto no hospital,
 quanto em um cenário ambulatorial para prevenir o  
tromboembolismo venoso. A aprovação do etexilato
de dabigatrana representa uma alternativa promissora nesta área.

Fonte: EMEA – European Medicines Agency
NEWS.MED.BR, 2008. Pradaxa: novo anticoagulante
 oral é aprovado pela Agência Européia de 
Medicamentos.

Burca sexy: Alexandre Herchcovitch investe em look polêmico

Conhecido no começo da carreira pelo potencial subversivo, Alexandre Herchcovitch mostrou que não perdeu o dom da provocação em tantos anos na moda. No desfile de verão 2013 da sua marca mais jovem e forte no jeanswear, a Herchcovitch, que aconteceu nesta sexta-feira (25.05) no Fashion Rio, o estilista aproveitou a inspiração na região saariana do Norte da África e fechou a passarela com quatro modelos vestindo burcas, só que em versões ultraousadas, com direito a transparência e muita pele à mostra. #polemica
Moda praia impossível: os biquínis e maiôs que só top models podem usar

Barriga de fora: passarelas do Fashion Rio apostam na tendência. Preparada?
Fotos: Marcio Madeira

Barriga de fora: passarelas do Fashion Rio apostam na tendência. Preparada?



Top + shorts de cintura alta: Sacada e Melk Z-Da
Preparada para usar a barriga de fora? Hit na temporada de moda internacional em setembro/outubro de 2011 (nas coleções da Prada, Dolce & Gabbana, Missoni, entre outras) a tendência mostra as caras por aqui e é aposta de boa parte das marcas dos primeiros dias de Fashion Rio.

Barriga de fora (mas sem umbigo!) no desfile da Maria Bonita Extra (à esq.) e Alessa
Tops com estrutura de bustiê aparecem combinados com calças, short ou saia. Detalhe importante: sem jamais deixar o umbigo à mostra. Entre as marcas que apostaram no visual estão Maria Bonita Extra, Coven, TNG, Coca-Cola Clothing, Melk Z-Da, Alessa, Sacada e New Order. Inspire-se nas imagens desta página para começar a planejar seu próximo look. Tudo em dia com o abdome?

Jeans: Coca-Cola Clothing, TNG e New Order
Fotos: Marcio Madeira


Ela Digital
 
  Com auxílio dos famosos filtros do Instagram, equipe do Ela Digital captou momentos únicos da semana de moda no Jockey Cantão reinterpreta os clássicos femininos GALERIA: O 'street style' dos frequentadores do Fashion Rio

5.25.2012

Vinho de R$ 11,50 é eleito um dos melhores do mundo




Toro Loco Tempranillo superou vinhos até dez vezes mais caros Foto: Getty Images Toro Loco Tempranillo superou vinhos até dez vezes mais caros
Se você acredita que bebida boa tem que ser cara, está enganado. O vinho espanhol Toro Loco Tempranillo, que pode ser comprado em um supermercado popular por 3,59 libras (aproximadamente R$ 11,50), foi eleito um dos melhores do mundo por especialistas. A bebida ganhou medalha de prata na Competição Internacional de Vinhos e Destilados do Reino Unido, criada em 1969.
Infográfico: Veja garrafas de vinhos de R$ 13 a R$ 7.500
Infográfico: Saiba combinar vinhos e queijos
Infográfico: Aprenda a servir vinho com sommelier
Durante o “teste cego”, Toro Loco Tempranillo, que é produzido na região Utiel-Requena, província espanhola de Valencia, superou outros vinhos que são até dez vezes mais caros.