6.02.2012

Pesquisa comprova que mulheres não fazem sexo por amor

Pesquisa comprova que as mulheres transam  por dinheiro, drogas, promoção no emprego, por qualquer coisa, menos por amor ( NOVIDADE )

Mulheres não fazem sexo por amor

O papinho mole de que mulher só faz sexo quando ama é uma daquelas patacoadas que nem deveriam existir. Mulher transa quando sente tesão, vontade, desejo — igualzinho aos homens. Mulheres buscam prazer e não deveriam ter nenhuma vergonha disso.
No livro "Why Women Have Sex?", Cindy Meston e David Buss, psicólogos da Universidade do Texas, descobriram 237 motivos pelos quais mulheres resolvem ir pra cama com um cara. E o amor não aparece nem como último colocado dessa disputa!
Alguns dos motivos são melhorar a autoestima, deixar o cara seguro, fazê-lo acreditar que a relação vai bem, conseguir uma promoção, por dinheiro ou drogas — na lista também aparecem as tristes opções "porque são forçadas ou violentadas", o que não deveria existir nunca! Outras das inspirações para o momento são vingança, agradecimento e tédio.
A novidade do comportamento feminino — que nem deveria ser tão novidade assim — já era esperada pelos pesquisadores, que a chamam de "benefícios genéticos". Geneticamente as mulheres buscam um homem capaz de dar filhos e crescimento para o casal mas, hoje, nós preferimos seguir a razão e buscar outras coisas um pouco mais interessantes.


Fonte: preliminarescomcarol@yahoo.com.br  Twitter (@carolpatrocinio).

Marisa Monte: Verdade uma ilusão



Em nova turnê, Marisa Monte estreia  simplesmente maravilhosa ‘Verdade uma ilusão’, em Curitiba. 

O show chega ao Rio em agosto



Marisa Monte estreia nova turnê em Curitiba Foto: Leronardo Aversa


Marisa Monte estreia nova turnê em Curitiba Leronardo Aversa
CURITIBA - Acabou-se o mistério: o que você queria saber de verdade sobre Marisa Monte é... que ela continua Marisa Monte. O novo show da cantora, "Verdade uma ilusão", que estreou na noite de sexta-feira no Teatro Guaíra, em Curitiba, pode ser um dos seus mais ambiciosos em termos de produção: projeções com obras de artistas plásticos consagrados (Luiz Zerbini, Marcos Chaves, Cao Guimarães, Mana Bernardes, entre outros) compõem um cenário engenhoso, de beleza por vezes arrebatadora. Mas a intenção de Marisa é bem simples: botar o povo pra cantar, sorrir e se emocionar, apoiada em um imbatível conjunto de canções de vários períodos de sua carreira - deixando de lado, contudo, a fase dos sambas. A cantora fez sua opção pelo pop radical.
Uma introdução, a capela, com "Blanco", faz as honras para "O que você quer saber de verdade", faixa-título de seu novo disco, nascida da parceria tribalista com Arnaldo Antunes e Carlinhos Brown. Ela aponta para o que será o show: bela cama armada pelo quarteto de cordas e um acompanhamento sem convulsões do power trio da Nação Zumbi (o guitarrista Lucio Maia, o baixista Dengue e o baterista Pupillo) e dos velhos comparsas Dadi (cordas diversas) e Carlos Trilha (teclados). Nesse embalo, vão mais algumas musicas do novo disco, como "Descalço no parque" (Jorge Ben das antigas), "Depois" (que ganhou mais voltagem ao sonorizar o romance de Jorginho e Nina em "Avenida Brasil") e "Amar alguém". O primeiro coelho da cartola foi a antiga "Diariamente", que serviu de ponte para a grande surpresa da noite: "ECT", parceria de Marisa, Nando Reis e Carlinhos Brown, que a cantora resgatou como uma homenagem e lembrança dos 10 anos da morte da voz que celebrizou a canção: Cássia Eller.
Um punhado de hits do seu cancioneiro ("De mais ninguém", "Beija eu", "Eu sei"), e Marisa surpreendeu novamente ao encarnar (de verdade) a diva do pop italiano Mina Mazzini em "Sono como tu me vuoi", número que contou até com alguns sensuais passos de dança. Foi o gancho para ela falar de seu sonho em gravar com Mina e informar que a italiana tinha resolvido, porém, gravar uma de suas músicas: "Ainda bem", sucesso do novo disco, que também cresceu ao vivo. "Verdade uma ilusão" e "O que se quer" (parceria com Rodrigo Amarante, recriada de forma mais funky-Roberto Carlos) ainda representaram o CD de 2011 no desfile de hits que foi a parte final do show com "A sua", "Gentileza", "Tema de amor" e "Não va embora". O bis, uma necessidade diante do entusiasmo do publico, se deu com uma versão voz-e-ukulele de "Amor I love you", a tribalista "Velha infância" e, claro, uma do novo disco, o alegre baião "Hoje eu não saio não".
"Verdade uma ilusão" passa ainda por Porto Alegre (dias 7 e 10), São Paulo (do dia 21 a 15 de julho) e desembarca no Rio no dia 23 de agosto, no Vivo Rio. Ate lá, talvez se tenha a resposta para o que muita gente quer saber de verdade sobre o show: se Marisa há tanto tempo vinha querendo ter o power trio da Nação Zumbi como sua banda de apoio, por que ele ficou tão contido na estreia, a ponto de mal se ouvir a tradicionalmente exuberante guitarra de Lucio Maia?

Inca: 37% dos casos de câncer previstos para este ano estão relacionados ao tabagismo


Homens brasileiros podem perder até dez anos por causa de tumores relacionados ao cigarro, diz pesquisa



O tabagismo é considerado a principal causa de morte evitável no mundo
Foto: Ana Branco/ Agência O Globo

O tabagismo é considerado a principal causa de morte evitável no mundo Ana Branco/ Agência O Globo
Rio - Com base nas estimativas de câncer para 2012, o Instituto Nacional do Câncer (Inca) divulgou ontem, no dia mundial sem tabaco, que 37% dos casos da doença previstos para este ano têm relação com o tabagismo. Quando avaliados por região, os percentuais dos cânceres causados pelo tabaco, comparados com todos os casos novos para esse ano são: 45 % nas mulheres e 34% nos homens do Norte; 38% nas mulheres e 33% nos homens do Nordeste; 40% nas mulheres e 35% nos homens do Centro-Oeste; 33% nas mulheres e 38% nos homens do Sudeste e 35% nas mulheres e 43% nos homens do Sul. Se for considerada a expectativa de vida de 80 anos, os homens do Sul do país podem perder até dez anos de vida devido aos tumores relacionados ao fumo.
Neste dia mundial sem tabaco, o tema “Fumar: faz mal pra você, faz mal pro planeta” foi adaptado da proposta da Organização Mundial da Saúde (OMS) para a realidade do país enfocando os danos causados pela cadeia de produção do tabaco e os malefícios à saúde da população. Segundo dados da OMS, o tabaco mata cerca de seis milhões de pessoas por ano e, desses, cinco milhões são fumantes e ex-fumantes, mas aproximadamente 600 mil são fumantes passivos. Uma pessoa morre a cada seis segundos em decorrência do fumo e metade dos usuários atuais vai morrer por alguma doença relacionada ao tabaco. O fumo é a maior ameaça à saúde pública que o mundo já enfrentou. No Brasil, dados do Ministério da Saúde apontam 18,8% de fumantes — 22,7% homens e 16% mulheres.
Segundo pesquisa da organização não-governamental (ONG) Aliança de Controle ao Tabagismo (ACT), as doenças causadas pelo cigarro custam R$ 21 bilhões. Considerando que o setor do tabaco pagou, em 2011, R$ 6,3 bilhões em impostos federais, segundo a Receita Federal, o país gasta cerca de três vezes e meia mais do que arrecada com cigarros e outros produtos de tabaco. Esse montante equivale a 0.5% do PIB do país em 2011.
Hábito precoce
Segundo o pneumologista e sanitarista Alberto José de Araújo, diretor do Núcleo de Estudos e Tratamento do Tabagismo e presidente da Comissão de Tabagismo da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), quem fuma geralmente tem contato com o primeiro cigarro entre 12 e 14 anos, e 80% desses adolescentes já são dependentes aos 18 anos. Quanto mais cedo se começa, quanto maior a quantidade de cigarros e quanto mais envolvidos os aspectos emocionais e comportamentais, mais difícil é parar de fumar.
— A nicotina, principal substância do cigarro, é considerada a dependência química mais forte, levando em conta drogas lícitas ou não. E essa dependência se estabelece de forma muito rápida entre a experimentação e a entrada na rotina do indivíduo. Por isso é mais fácil parar se o fumante encarar a dependência como doença e contar com ajuda para combater o vício — explica. — Fumar é também um hábito, um vício, mas é acima de tudo uma doença.

TESTE: Avalie seu grau de dependência pela Escala de Fageström
Depois de entender a doença, o ideal é procurar um médico para testar o grau de dependência, fazer algumas avaliações de motivação, conversar sobre que condições e doenças podem melhorar com o abandono do cigarro e, por fim, marcar uma data para parar de fumar.
— Isso é muito importante psicologicamente e é fundamental pensar na data, não no que vem depois. Quem marca a data para os 30 dias seguintes está mais pronto, de acordo com a nossa experiência — diz o médico.
Daí em diante, para amenizar os sintomas de abstinência das primeiras duas semanas (sudorese, dor de cabeça, alterações de humor e no ritmo cardíaco, em alguns casos até depressão) os especialistas recomendam o uso de repositores de nicotina em adesivo, goma de mascar, pastilha ou comprimido, de acordo com o histórico de cada paciente.
Recaídas e aumento de peso
Do total de fumantes que fazem tratamento para deixar o cigarro, cerca de 30% recaem e cerca de 60% das recaídas acontecem nos três primeiros meses de tratamento. Vencida esta etapa, o índice cai para 17% a 20% no período de um ano e para 1,5% após 12 meses, segundo dados de um estudo com 820 pacientes em tratamento, realizado pelo Programa de Assistência ao Fumante (PAF), coordenado pela cardiologista Jaqueline Scholz, diretora do Programa Ambulatorial de Tratamento do Tabagismo do Instituto do Coração (Incor), que analisou dados de 2008 e 2009 dos pacientes e apresentou as conclusões em março, no congresso da Sociedade para Pesquisa de Nicotina e Tabaco, nos Estados Unidos.
De 568 pacientes acompanhados durante um ano, 73% ganharam em média 5kg, 17% mantiveram o patamar inicial e 10% ficaram mais magros. Mas 85% dos pacientes disseram que deixar de fumar melhorou sua condição clínica e qualidade de vida, segundo a cardiologista.
Eventos pelo país
Nesta quinta-feira, das 12h às 14h, em frente à Prefeitura do Rio, uma mobilização da Sociedade Brasileira de Cardiologia incentivará fumantes a trocar um maço de cigarros por frutas. Em São Paulo, duas mil flores serão distribuídas a fumantes que entregarem seus maços de cigarro aos profissionais do Centro de Referência em Álcool, Tabaco e outras Drogas (Cratod) no vão livre do Masp, das 10h às 15h. Quem passar pelo local poderá fazer avaliação odontológica para identificação de possíveis lesões causadas pelo cigarro e testes específicos, como a monoximetria, para avaliar o índice de monóxido de carbono no pulmão de tabagistas. As pessoas que apresentarem alto risco de dependência serão encaminhadas a serviços especializados para tratamento gratuito. Mais tarde o Cristo Redentor será iluminado nas cores vermelho e branca numa parceria entre o Inca e a Arquidiocese do Rio.


  Homens do Sul do país podem perder até dez anos de vida por causa de tumores relacionados ao cigarro, diz pesquisa

Hugo Chávez estaria tomando medicamento cem vezes mais forte que morfina

A droga Fentanil ajuda a aliviar dores provocadas pelo câncer que está se espalhando por seus ossos


Hugo Chávez precisa de remédio cem vezes mais forte que a morfina, diz jornal espanhol
Foto: Reuters
Hugo Chávez precisa de remédio cem vezes mais forte que a morfina,

Reuters
RIO - O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, está tomando fentanil, um remédio cem vezes mais forte que a morfina, para aliviar as dores que o avanço do câncer em seu ossos estaria provocando, informa reportagem publicada no jornal espanhol "ABC". Os médicos também estariam dando bisfosfonato a Chávez, para combater o avanço da metástase, e corticoide, para aliviar os efeitos colaterais da radiação e da quimioterapia. As informações publicadas pelo jornal espanhol são baseadas num comunicado de inteligência, ao qual o “ABC” teve acesso, elaborado a partir das determinações médicas da equipe que atende o presidente.
As fontes confirmam que Chávez sofre de um rabdomiossarcoma, tumor maligno dos músculos que são ligados aos ossos, que estão com metástase. Parte da equipe estima, de acordo com o informe de inteligência, que, se não houver uma recaída inesperada, o presidente poderia chegar às eleições venezuelanas, que ocorrem no dia 7 de outubro. Em todo o tratamento, no entanto, teriam ocorrido diversas recaídas. Além disso, "o câncer continua se espalhando pelos ossos", afirma o documento.
O tratamento em Cuba inclui radio e quimioterapia. Os efeitos da radiação, fortes dores e grande ansiedade, "são especialmente preocupantes e, em algum momento, seu corpo não poderá mais suportá-los", segundo o documento. Os procedimentos são para "enfrentar a extensão do câncer, não para erradicá-los".
O medicamento é aplicado através de um procedimento simples que introduz a substância no sangue através da pele. Os instrumentos usados são muito discretos e ficam sob a roupa, não sendo visíveis quando o presidente aparece em público. Também muito discretas são as fraldas que Chávez tem que usar com frequência por não poder controlar suas funções fisiológicas.
O informe diz ainda que os médicos cubanos que cuidam de Chávez não estariam comunicando a ele toda a gravidade de sua situação, preferindo uma versão mais otimista sobre os resultados das intervenções. O objetivo, mais do que político, seria aumentar a confiança de Chávez em sua luta contra a doença.

Maconheiros de plantão:Criada maconha medicinal que não dá 'barato'




Cientistas israelenses desenvolvem maconha medicinal sem 'barato'

Pesquisadores conseguiram neutralizar a substância THC.
Planta foi desenvolvida pela Universidade Hebraica de Jerusalém.

Da BBC
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Cientistas da Universidade Hebraica de Jerusalém desenvolveram um tipo de maconha medicinal, neutralizando a substância THC, que gera os efeitos cognitivos e psicológicos conhecidos como 'barato'.
Maconha foi desenvolvida por cientistas da Universidade Hebraica de Jerusalém. (Foto: Z. Klein) 
Maconha foi desenvolvida por cientistas da Universidade Hebraica de Jerusalém. (Foto: Z. Klein)
De acordo com a professora Ruth Gallily, especialista em imunologia da Universidade Hebraica de Jerusalém, a segunda substância mais importante da cannabis - o canabidiol (CBD) - tem propriedades 'altamente benéficas e significativas' para doentes que sofrem de diabetes, artrite reumatóide e doença de Crohn.
Gallily, que estuda os efeitos medicinais da cannabis há 15 anos, disse à BBC Brasil que o CBD que se encontra na planta 'não gera qualquer fenômeno psicológico ou psiquiátrico e reprime reações inflamatórias, sendo muito útil para o tratamento de doenças autoimunes'.
'Obtivemos resultados fantásticos nas experiências que fizemos in vitro e com ratos, no laboratório da Universidade Hebraica', afirmou a cientista, que é professora da Faculdade de Medicina.
Plantação de maconha da empresa Tikkun Olam. (Foto: Z. Klein) 
Plantação de maconha da empresa Tikkun Olam. (Foto: Z. Klein)
De acordo com ela, após o tratamento com o CBD, o índice de mortalidade em consequência de diabetes nos animais foi reduzido em 60%, tanto em casos de diabetes tipo 1 como tipo 2.
'Para pacientes idosos que sofrem de artrite reumatoide, o uso da cannabis pode ter efeitos maravilhosos e melhorar muito a qualidade de vida', disse Gallily.
'Constatamos em nossas experiências que o CBD leva à diminuição significativa e muito rápida do inchaço em consequência da artrite.'
A pesquisadora afirma que remédios à base de CBD seriam muito mais baratos que os medicamentos convencionais no tratamento dessas doenças.
A empresa Tikkun Olam obteve a licença do Ministério da Saúde israelense para desenvolver a maconha medicinal e cultiva diversas variedades da planta em estufas na Galileia, no norte de Israel.
Pacientes
De acordo com Zachi Klein, diretor de pesquisa da Tikkun Olam, mais de 8.000 doentes em Israel já são tratados com cannabis, a qual recebem com receitas médicas autorizadas pelo Ministério da Saúde.
De acordo com Klein, a empresa pretende desenvolver um tipo de maconha com proporções diferentes de THC e canabidiol, para poder ajudar a diversos tipos de pacientes.
'Há pacientes para os quais o THC é muito benéfico, pois ajuda a melhorar o estado de espírito e abrir o apetite', afirmou.
Ele diz ainda que, em casos de doentes de câncer, a cannabis em seu estado natural, com o THC, pode melhorar a qualidade de vida, já que a substância provoca a fome conhecida como 'larica', incentivando os pacientes a se alimentarem.
O psiquiatra Yehuda Baruch acredita que 'o CBD tem significados medicinais fortes que devem ser examinados'. Baruch, que é o responsável pela utilização da maconha medicinal no Ministério da Saúde, disse à BBC Brasil que 'sem o THC, a cannabis será bem menos atraente para os traficantes de drogas'.
O psiquiatra afirmou que nos próximos meses o Ministério da Saúde dará inicio a um estudo sobre os efeitos do THC e do CBD em pacientes que sofrem dores crônicas.
O experimento será feito com 50 pacientes, que serão divididos em dois grupos. Um grupo receberá cannabis com alto nível de THC e baixo nível de CBD e o segundo receberá mais canabidiol do que THC.
Depois de um mês os grupos serão trocados e, durante a experiência, os pacientes preencherão questionários avaliando as alterações na intensidade da dor.

Nota boaspraticasfarmaceuticas:  Sem t.h.c (poder alucinógico) da maconha os  praticantes poderiam fumar a vontade e até vender para quem quizesse, que não seria crime. Bem que esta experiência poderia ser realizada com a folha de coca. (Ganharia o premio nobel).