1.18.2018

Por que a Globo esconde a penhora do triplex da OAS?

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247 – Embora tenha surgido a prova de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é inocente, uma vez que o triplex da OAS foi penhorado a credores da empreiteira, o caso ainda não foi noticiado pela Globo nem pelas demais emissoras de TV, comprometidas com o golpe de 2016.
Este foi silêncio foi o principal tema do debate de ontem da TV 247, com Paulo Moreira Leite, Alex Solnik e Gisele Federicce.
Saiba mais aqui sobre a prova da inocência de Lula.

"Me engana que eu gosto"

PF aperta o cerco a Aécio e pede registros de seu operador

O cerco vai se fechando contra o senador Aécio Neves e seus aliados; agora, a Polícia Federal pediu cópias de registros de entrada e saída de endereços ligados a um de seus operadores, o empresário Oswaldo Borges, apontado por delatores da Operação Lava Jato como operador do recebimento de caixa 2 de campanhas do senador;  Borges comandou a licitação da Cidade Administrativa, obra mais cara da gestão do tucano e, segundo um delator da Odebrecht, teria cobrado e recebido dinheiro de propina e caixa 2 em favor a Aécio Neves e seu grupo político; esquema envolveria pagamento de pelo menos R$ 5,2 milhões para o tucano



Lindbergh: temos de ter uma esquerda preparada para o enfrentamento

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Rio 247 - Em vídeo divulgado em suas redes sociais, o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) pediu união e "coragem" aos partidos de esquerda para enfrentar a tentativa de tirar o ex-presidente Lula das eleições através de uma condenação sem provas. 
"Eu defendo que a gente tem de ter uma outra esquerda, mais preparada para o enfrentamento. Não é a hora de uma esquerda frouxa, burocratizada, acomodada. Eu falo isso porque eu concordo com a posição da senadora Gleisi Hoffmann, presidente do PT, que elevou tom do discurso, dizendo que nós não vamos aceitar a condenação do presidente Lula em um processo como esse, sem prova alguma", disse.

1.17.2018

Advogados de Lula pretendem usar despacho de Moro para fazer defesa


O juiz de Curitiba diz nunca ter afirmado que o dinheiro tenha vindo de contratos da empreiteira com a Petrobras


   
São Paulo - Um despacho do juiz Sérgio Moro deve ser o alicerce da sustentação oral da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no julgamento no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), no dia 24. O trecho em questão é a resposta de Moro a embargos de declaração apresentados por Lula após a condenação a 9 anos e 6 meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do tríplex.

Nos embargos - instrumento jurídico que serve para esclarecer casos de omissão, obscuridade ou dúvida na sentença -, a defesa de Lula questiona Moro sobre a origem do dinheiro usado pela empreiteira OAS para o pagamento de supostas vantagens indevidas ao petista por meio do triplex. Na resposta, o juiz de Curitiba diz nunca ter afirmado que o dinheiro tenha vindo de contratos da empreiteira com a Petrobras.

"Este Juízo jamais afirmou, na sentença ou em lugar algum, que os valores obtidos pela construtora OAS nos contratos com a Petrobras foram utilizados para pagamento da vantagem indevida para o ex-presidente", diz o magistrado.

 
Segundo advogados próximos a Lula, o trecho pode ser usado para questionar a competência de Moro, já que o motivo alegado para o processo correr em Curitiba é o vínculo com a Petrobras. A defesa já pediu a anulação da sentença sob o argumento de que a Vara de Curitiba não tem competência no caso.

Além disso, a resposta de Moro, de acordo com advogados que acompanham o caso, pode ser usada para questionar o mérito da denúncia, pois, corrobora a tese de que não houve ato de ofício do ex-presidente em troca das supostas vantagens. O fato de a sentença não apontar um ato específico de Lula que justifique o triplex é uma das peças da defesa do ex-presidente.

A defesa de Lula deve explorar ainda os parágrafos 852 e 853 da sentença de Moro. Neles, o juiz diz que, se Lula não conseguiu provar em seu álibi os motivos para ter recebido as supostas vantagens.  "não está provado, portanto, o crime de corrupção".

Tráfico de influência

Advogados próximos do Lula têm falado na hipótese de o TRF-4 "desclassificar" o delito de corrupção passiva e considerar que houve tráfico de influência, cuja pena é menor (3 a 5 anos de reclusão). Nesse caso, Lula poderia ficar inelegível, mas não seria preso. Esse é o maior objetivo do Moro e a força tarefa tucana, tirar o Lula da eleição presidencial.

BOMBA! Tribunal acaba de divulgar documento que prova a inocência de Lula; CONFIRA!

Acaba de ser publicado o documento que prova, de forma cabal, a inocência do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva; trata-se do termo de penhora do famoso “triplex do Guarujá”.
Com data de 5 de dezembro de 2017; de acordo com a decisão da juíza Luciana Oliveira, o imóvel, que nunca foi de Lula e pertencia à OAS, passa a ser agora da empresa Macife, credora da empreiteira que faliu em razão da Lava Jato.

Em Curitiba, o juiz Sergio Moro condenou Lula, o maior líder político da história do Brasil, a nove anos e meio de prisão alegando que ele foi beneficiado por reformas em um imóvel que não lhe pertence; agora, três desembargadores gaúchos – João Pedro Gebran, Victor Laus e Leandro Paulsen – estão sendo pressionados pela Globo a confirmar a sentença, mesmo diante de um documento que prova a inocência de Lula; o que farão?
Acaba de ser publicado o documento que prova, de forma cabal, a inocência do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva; trata-se do termo de penhora do famoso “triplex do Guarujá”.
Com data de 5 de dezembro de 2017; de acordo com a decisão da juíza Luciana Oliveira, o imóvel, que nunca foi de Lula e pertencia à OAS, passa a ser agora da empresa Macife, credora da empreiteira que faliu em razão da Lava Jato.


Brasília 247 – Acaba de ser publicado o documento que prova, de forma cabal, a inocência do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Trata-se do termo de penhora do famoso "triplex do Guarujá"; com data de 5 de dezembro de 2017.
De acordo com a decisão da juíza Luciana Oliveira, o imóvel, que nunca foi de Lula e pertencia à OAS, passa a ser agora da empresa Macife, credora da empreiteira que faliu em razão da Lava Jato.
Em Curitiba, o juiz Sergio Moro condenou Lula, o maior líder político da história do Brasil, a nove anos e meio de prisão alegando que ele foi beneficiado por reformas em um imóvel que não lhe pertence.
Agora, três desembargadores gaúchos – João Pedro Gebran, Victor Laus e Leandro Paulsen – estão sendo pressionados pela Globo, peça central no golpe de 2016, a confirmar a sentença, mesmo diante de um documento que prova a inocência de Lula.
Ontem, no entanto, a defesa de Lula apresentou petição a Gebran para que ele se manifeste sobre a penhora do imóvel que motivou a condenação ilegal de Lula.

 Documento que prova a inocência de Lula:
O site quidnovi.com.br trouxe com exclusividade a decisão da juíza da 2ª Vara de Execução e Títulos no Distrito Federal, Luciana Torres de Oliveira, que chancela como proprietária do polemico tríplex, a empreiteira OAS EMPREENDIMENTOS.
A decisão da juíza contradiz frontalmente a força tarefa da operação Lava Jato. O nó da forca que apertava o pescoço do ex-presidente Lula no julgamento do dia 24 de janeiro pode afrouxar e livrá-lo do cadafalso.

A confirmação, no próximo dia 24, pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) da sentença que condenou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tal como é esperada, criará um fato inusitado e sui generis.
O réu se verá condenado pelo crime de ter se deixado corromper por um triplex do edifício Salinas, no Condomínio Solaris, no Guarujá, que nunca lhe pertenceu, do qual jamais usufruiu e que poderá ir a leilão para ressarcimento de uma empresa da qual ele jamais deve ter ouvido falar. Como explicar tal condenação?