Boas Práticas Farmacêuticas: Alerta ao povo islâmico; Um bom governo islâmico só será bom se deixar de ser islâmico
webmaster@boaspraticasfarmaceuticas.com.br
3.03.2013
COLORAÇÃO 3D
MECHAS COLORIDAS FAZ O MAIOR SUCESSO
Descubra como conseguir este efeito em seus fios e arrase no look 3D.
Para dar o efeito 3D, são feitas diversas mechas usando dois ou três tons de tintura no cabelo, intercaladas de acordo com o tom da pele e o efeito desejado. Elas são chamadas de mechas 3D porque podem causar impressão de mais ou menos volume nos fios.
A partir da raiz, as mechas 3D são esfumadas e seguem trabalhadas intercalando camadas inteiras com tinta e mechas desfiadas. Mulheres com todos os comprimentos de cabelo podem fazer, mas é preciso o acompanhamento de um visagista para avaliar a melhor forma de trabalhar com o cabelo e obter o resultado esperado.
A vantagem dessa coloração é que o retoque pode ser feito com um intervalo maior (de dois em dois meses, em média). O tratamento dos fios com esse procedimento deve ser mais intenso para mantê-los saudáveis, como uma cauterização ou reconstrução. Além disso, para a manutenção também é preciso fazer hidratações em casa, com produtos específicos.
Mechas californianas, ombré highlights, balaiagem… eu já tinha ouvido falar sobre tudo isso, e até já havia aplicado algumas dessas técnicas no meu cabelo, mas coloração 3D? Isso era novidade para mim. Com esse nome, fiquei até imaginando se iria precisar distribuir aqueles óculos com um lado vermelho e outro azul para que as pessoas pudessem notar a mudança no meu cabelo.
Mas a técnica de coloração 3D é mais simples do que o nome sugere. Diferente das ombrés, por exemplo, que tem a intenção de destacar as mechas e você consegue observar onde ela começa e termina, na coloração 3D as mechas já são bem mais discretas e uniformes. A iluminação sutil lembra a oscilação de cor do cabelo de criança.
Gostei da proposta da técnica, porque apesar de
eu estar curtindo as mechas mais claras no meu cabelo, já estava me
achando loira demais, mas tabém não queria voltar para o cabelo super
escuro, sabe como é?
Como já haviam mechas acobreadas no meu cabelo,
Fábio aplicou no topo o tonalizante Color Touch Loiro Claro, da Wella,
para deixar a coloração mais fria. No meio foi usada a tonalidade Loiro
Claro Pérola, e nas pontas, para dar o efeito tridimensional, as duas
cores foram utilizadas. Eu adorei o resultado!
Como
vocês podem perceber, a diferença ficou bem sutil. A minha intenção era
quebrar um pouco do amarelão que estava e deixar a cor mais uniforme, e
acho que a técnica da coloração 3D fez exatamente isso. Comissão Europeia autoriza primeiro medicamento para reduzir consumo de álcool em dependentes
- Um estudo clínico com 2.000 pacientes mostrou
que o consumo de álcool reduziu em 60% dos pacientes após seis meses de
tratamento com a droga
Segundo a empresa, o medicamento, também chamado de Selincro, "oferece uma nova abordagem terapêutica para o tratamento de adultos alcoólatras que apresentam riscos pelo elevado consumo de álcool".
Um estudo clínico com 2.000 pacientes mostrou que "o consumo de álcool reduziu em 60% dos pacientes após seis meses de tratamento" e 40% no final do primeiro mês.
Anders Gersel Pedersen, vice-presidente executivo e chefe de pesquisa e desenvolvimento da Lundbeck, explica que o remédio age sobre os circuitos de recompensa do cérebro, que é mal regulamentado em pacientes com dependência de álcool. Portanto, a droga "reduz o desejo de beber álcool", explica ao El País.
O paciente deve tomar um comprimido do medicamento quando sentir que corre o risco de beber.
(Com El País)
Ampliar
1.mar.2013
- Uma luva digital capaz de diagnosticar um infarto em menos de quatro
minutos passou a ser utilizada essa semana em uma unidade de regate
avançada da rede SUS (Sistema Único de Saúde), na cidade de São José dos
Campos, no interior de São Paulo. Ela substitui um aparelho de
eletrocardiograma convencional, e pode ser usada mesmo sem a presença de
um médico. O aparelho é vestido pelo paciente, e colocado sobre seu
peito. Os eletrodos espalhados na luva captam os sinais e enviam para um
notebook via bluetooth, sem utilizar fios Leia mais Divulgação/Imprensa SPDM
PARTO
Filme traz mitos e verdades sobre o parto
DE SÃO PAULO
Assista abaixo ao trailer do filme "O Renascimento do Parto". O longa
debate a realidade obstétrica brasileira --que se caracteriza pelo
grande número de cesarianas ou intervenções cirúrgicas durante o parto.
Para driblar intervenções médicas, mães optam por parto domiciliar
Dirigido por Eduardo Chauvet, o filme conta com a participação do cientista francês Michel Odent, da antropóloga norte-americana Robbie Davis-Floyd, da parteira mexicana Naoli Vinaver, além do ator Márcio Garcia e sua mulher, Andréa Santa Rosa --que viveram diferentes experiências durante os partos dos três filhos.
Segundo o diretor, a produção também debate o poder de escolha das mulheres, além de mitos e verdades sobre o parto.
Dados do Ministério da Saúde mostram que em 2010 foram realizados 2.859.600 partos. Desse total, 52,2% foram cesarianas e 47,8% partos normais.
A OMS (Organização Mundial de Saúde) considera aceitável um índice de até 15% de cesáreas.
Ainda segundo o Ministério, a incidência de morte materna associada à cesariana é 3,5 vezes maior do que no método natural.
A produção ainda não tem previsão de lançamento, pois está em fase de negociação para sua distribuição.
O inacreditável aparato do Google
The Dalles,
Oregon: só aqui, 18 mil metros quadrados para abrigar parte dos mais de 1
milhão de servidores que o Google tem espalhados pelo mundo
A Google, empresa fundada por Larry Page e Sergey Brin, os google guys,
em 27 de setembro de 1998, teve desde o início a singela missão de
“organizar a informação mundial e torná-la universalmente acessível e
útil”. Modesta, não?Ao que parece, contudo, é cada vez mais isso que ela realmente faz. O buscador Google é executado por meio de um número espantoso de servidores – já supera espantosos 1 milhão — em data centers espalhados pelos Estados Unidos, sede da empresa, e ao redor do mundo, e processa, diariamente, mais de um bilhão de solicitações de pesquisa e vinte petabytes (um número quase inimaginável de bytes, já que um petabyte equivale a 1024 terabytes, e um terabyte equivale a 1024 gigas) de dados gerados por usuários.
E, claro, não só de buscador vive a Google, que também desenvolve soluções empresariais, tradutores online para qualquer idioma que se possa imaginar, navegador, e-mail e uma longa lista de outros produtos. Mas sua grande fonte de receitas é mesmo a publicidade, pelo AdWords, que oferece um vasto elenco de fórmulas para os anunciantes — começando pela ordem em que o produto ou serviço aparece na tela (na primeira página, em primeiro lugar, ou em segundo, ou terceiro) quando alguém faz uma pesquisa.
É difícil pensar a vida online hoje sem o Google, mas quando você abre o buscador, ou e-mail, já se perguntou ao que está se conectando? Já se perguntou se é um lugar, uma fábrica, uma entidade? Já imaginou o tamanho físico da empresa?
As imagens de cima e abaixo dão uma ideia geral da coisa toda.
O principal data center fica em The Dalles, no Estado norte-americano de Oregon, às margens do rio Columbia — onde, por sinal, os funcionários praticam rafting, windsurf e pesca, além de caminhadas por uma paisagem tranquilizadora.
Em qualquer área eventualmente desocupada da imensa unidade de The Dalles, de 18.000 metros quadrados, sensores de movimento desligam automaticamente a iluminação principal para economizar energia. O resultado é o bonito brilho de dados do mundo filtrados através de LEDs multicoloridos. São como as luzes de Natal, só que o ano todo.
O data center de Council Bluffs, no Estado de Iowa, tem mais de 10.500 metros quadrados de espaço. É daí que vem a velocidade desejada para pesquisas no buscador ou para assistir vídeo no youtube.
Dentro do campo de rede, roteadores e switches permitem que data centers consigam “falar” uns com os outros. As redes de fibra óptica que ligam os sites podem funcionar em velocidades mais de 200 mil vezes mais rápidas do que uma conexão típica de internet em casa. Os cabos de fibra ótica se estendem ao longo das bandejas de cabo amarelo perto do teto.
Neste data center ficam milhares de metros de tubulação. E eles não são coloridos apenas porque é bonito ou bacana, mas sobretudo para designar sua função. O tubo de rosa brilhante que aparece na foto acima, por exemplo, transfere água da linha de refrigeradores (as unidades verdes à esquerda) para uma torre de resfriamento.
LEDs azuis nesta linha de servidores dizem que tudo está funcionando perfeitamente. Os LEDs são usados pela Google porque são eficientes, duradouros — e brilhantes. A empresa gosta dos ambientes coloridos e visualmente atraentes.
Na foto
acima tem-se um raro olhar por trás do corredor de servidores. Aqui,
centenas de funis levam o ar quente dos racks de servidores para uma
unidade de resfriamento para que seja reciclado e reutilizado. As luzes
verdes são os LEDs de status refletindo na área metálica interna a
partir da frente dos servidores.
Cada um
dos racks de servidores tem quatro swiches, ligados por um cabo de cor
diferente. A divisão de cores, com cada uma correspondendo a uma função,
é sempre a mesma em todos os data center, de modo que se saiba qual
substituir em caso de falha.Tudo na Google tem backup, para o caso de alguma coisa acontecer com os dados. Essa é uma das bibliotecas de dados, onde se guardam backups. Braços robóticos (visível no final do corredor) ajudam na carga e descarga de fitas.
Assinar:
Postagens (Atom)


