10.01.2009

Dor Neuropática Periférica Diabética (DNPD).

Atenção aos primeiros sinais: sintomas como formigamento, dormência ou mesmo uma sensação estranha nos pés ao caminhar podem parecer apenas falhas momentâneas na circulação do sangue. Mesmo assim, as pessoas, principalmente aquelas que têm diabetes, devem dar mais importância a tais sinais, que podem indicar a chegada da dor neuropática periférica diabética (DNPD).

A doença é causada por vários fatores. O aumento das taxas de açúcar no sangue e a queda da insulina (hormônio produzido no pâncreas, responsável pela quebra da glicose no organismo) provocam modificações e até obstrução nos vasos que alimentam os nervos. Além disso, são observadas alterações que interferem na função e sobrevida dos nervos.

Geralmente, a doença atinge as extremidades das duas pernas e, num segundo momento, o paciente pode sentir agulhadas, sofrer mudanças nos nervos sensitivos e motores, além da dormência e formigamento constantes. Dependendo do caso, a neuropatia diabética pode atingir somente um nervo, por exemplo, o da pálpebra.

“Num estágio mais avançado, a DNPD causa dores exacerbadas no paciente, que pode ainda não sentir alguns estímulos. Deste modo, o vento batendo na pele causa a sensação de queimação, enquanto o algodão pode simplesmente não ser sentido quando deslizado no pé do paciente. Já o peso do lençol mais parece um choque elétrico”, relata o neurocirurgião Edson Amâncio, pós-graduado pela UNIFESP e médico dos hospitais Albert Einstein e Nove de Julho, em São Paulo.

Para que as conseqüências da DNPD não atinjam tal nível de gravidade, é necessário dar atenção aos primeiros sintomas e procurar um neurologista ainda no estágio inicial da doença, quando o paciente percebe apenas leve formigamento, dormência ou a sensação de caminhar sobre bolhas. Até mesmo porque a dor e a incapacitação decorrentes da DNPD podem trazer outras complicações como agravamento ou mesmo desencadeamento de uma depressão.

“Até pouco tempo, não havia tratamento específico para a doença e os médicos precisavam recorrer a antidepressivos antigos, que causam efeitos sedativos e prisão de ventre, por exemplo. Outra alternativa eram os analgésicos, que atuam apenas localmente e têm efeito em curto prazo”, lembra Amâncio. Porém, desde que a ANVISA, agência regulatória de medicamentos no Brasil, aprovou a indicação da duloxetina para o tratamento da DNPD, os pacientes puderam contar com uma opção de tratamento específico para a doença.

Inicialmente utilizado no tratamento da depressão, a duloxetina é um medicamento moderno que age diretamente sobre dois neurotransmissores (mensageiros químicos), a serotonina e a noradrenalina e apresenta poucos efeitos colaterais. Devido ao aumento dos níveis destes neurotransmissores em determinadas regiões do sistema nervoso central, existe um maior equilíbrio emocional e mudanças na percepção e sensibilidade dos pacientes à dor, permitindo maior tolerância aos estímulos dolorosos, ou seja, alívio dos sintomas.

Independentemente do tratamento da DNPD, o diabetes deve ser controlado com adoção de hábitos e tratamento e ter um acompanhamento clínico adequado, enquanto o paciente deve relatar ao médico qualquer sensação nova. Por mais comum que possa parecer.

Fonte: Diabete Net

DOR NEUROPÁTICAPERIFÉRICADIABÉTICA

A Doença

A neuropatia diabética (ND) é a complicação crônica mais comum e mais incapacitante do diabetes mellitus (DM). É causa de taxas elevadas de morbidade e mortalidade e resulta em importante custo econômico relacionado aos cuidados com o paciente.1,2 Nos países industrializados, já é a apresentação mais freqüente de neuropatia e está diretamente relacionada à maioria das hospitalizações por diabetes. A ND é causa de cerca de dois terços das amputações não traumáticas. ND é definida por "sinais e/ou sintomas de disfunções
nervosas periféricas, manifestadas em indivíduos com diabetes mellitus, na ausência de outras causas".3 Seu conceito inclui diversas síndromes clínicas que podem afetar vários segmentos de todo o sistema nervoso. Pode ser totalmente silenciosa e avançar sem ser detectada, ou estar presente de maneira insidiosa e progredir lentamente, simulando outras doenças.
Aproximadamente dois terços dos pacientes com diabetes mellitus tipo 1 (DM 1) ou diabetes mellitus tipo 2 (DM 2) apresentam evidências clínicas ou subclínicas de neuropatia periférica; cerca de 50% dos pacientes com DM manifestam polineuropatia simétrica; 50%, síndrome do túnel do carpo; 5%, neuropatia neurovegetativa isolada; e 1%, neuropatia proximal assimétrica.4

Causas

A neuropatia está relacionada com a duração do DM, com o controle inadequado da glicemia e com a ocorrência de retinopatia, nefropatia ou ambas. A neuropatia periférica foi identificada no momento do diagnóstico em cerca de 7,5% dos casos e, após 20 anos de duração do DM, em 45% a 60%.5 Cerca de 25% dos pacientes que frequentam clínicas especializadas em diabetes referem sintomas característicos e 50% podem apresentar alterações em exames simples, como alterações da sensibilidade térmica e/ou dolorosa, do reflexo aquileu ou nos testes de percepção vibratória.
Há evidências de que tanto alterações vasculares como metabólicas participam da lesão dos nervos periféricos em pacientes com DM.6 As lesões vasculares primárias são a causa da neuropatia focal ou multifocal, e as alterações metabólicas, da polineuropatia.
A hiperglicemia compromete o metabolismo de várias células predispostas, principalmente os neurônios. O excesso de glicose induz reduz a capacidade de eliminar radicais livres e o fluxo sanguíneo, ocasionando o dano nos nervos periféricos.6

Sintomas

  • Dor contínua sempre presente;3
  • Uma dor espontânea que ocorre subitamente na ausência de qualquer estímulo identificável;3
  • Hiperalgesia, em que há uma dor acentuada na sequência de um estímulo doloroso mínimo (por exemplo, uma picada de um alfinete);3
  • Alodinia, em que a dor é causada por um estímulo não doloroso (por exemplo, um toque ligeiro).3
O quadro clínico inicial e de dor, hiperalgesia e redução da sensibilidade protetora. As manifestações clínicas das neuropatias de fibras finas incluem dor, particularmente descrita como sensação de queimação superficial, acompanhada de alodinia (interpretação de estímulos não dolorosos como dolorosos). Evolui para hipoalgesia e alterações da sensibilidade térmica. Ocorre também um defeito da função autonômica, com diminuição da sudorese, aparecimento de pele seca e alterações vasomotoras. Pode acompanhar-se de redução da sensibilidade ao monofilamento de Semmes Weinstein. A redução da sensibilidade esta diretamente relacionada com o risco de amputação. A polineuropatia diabética periférica dolorosa começa classicamente nos pês, com progressão do segmento distal para o proximal. Os pacientes podem referir dor em queimação ou como toques discretos. Esse incomodo se exacerba muitas vezes com as atividades e tipicamente piora durante a noite, causando dificuldades com o sono. Em geral, acompanha-se de parestesias, alodinia, hiperalgesia, adormecimento e perda da propriocepção. Além da dor, os pacientes podem referir diminuição da energia, da mobilidade e da satisfação com a vida e com as atividades sociais. Não se deve esquecer que outras condições podem cursar com dor nos pacientes com DM, como neuromas de amputação, fasceíte plantar, crise de angustia, claudicação vascular e osteoartrose, que devem ser levadas em conta no diagnostico diferencial da ND.3

Diagnóstico

Um médico pode desconfiar da neuropatia diabética com base em queixa dos pacientes, no exame físico e no histórico médico. Para confirmar o diagnóstico, um médico pode usar alguns dos seguintes exames: 
Exame completo do pé, estudo da condução nervosa, eletroneuromiografia, exame de sensibilidade quantitativa, ultra-sonografia, exame cardiovascular, entre outros.

Referências

  1. Vinik AI, et al. Epidemiology of the complications of diabetes. In: Leslie RDG, Robbins DC, editors. Diabetes: Clinical Science in Practice. Cambridge, United Kingdom: Cambridge University Press, 221-287, 1995.
  2. Holzer SE, et al. Costs and duration of care for lower extremity ulcers in patients with diabetes. Clin Ther 1998; 20:169-181.
  3. Casellini CM, et al. Recent advances in the treatment of diabetic neuropathy. Curr Opin Endocrinol Diabetes 13(2): 147–153, 2006.
  4. Pedrosa H, et al. Aspectos clinicos, avaliacao e fundamentos do tratamento da neuropatia diabetica. Endocrinologist (Supll). S1-S36, 2004.
  5. Pirart J. Diabetes mellitus and its degerative complications: a prospective study of 4,400 patients observed betweem 1947 and 1973. Diabetes Care 1:168-188 e 252-263: 1978.
  6. Silva CB, et al. Neuropatia diabética. Rev Med 78:150-162, 1999.

Ervas medicinais

A procura por vegetais capazes de aliviar os sofrimentos dos doentes começou provavelmente com os homens primitivos, nos primeiros agrupamentos humanos.
Era preciso, por exemplo aliviar a dor (com opiáceos da papoula), resolver problemas estomacais (com atropina), curar as vias urinárias (com chá de quebra-pedra), aumentar a eficiência do coração. A China, com civilização marcada por inúmeras inovações, é considerada o berço do herbalismo, a medicina terapêutica praticada com o uso de ervas. Através do método do acerto e erro, os médicos chineses chegaram a conclusões terapêuticas extraordinárias.

Um exemplo: por ser um país montanhoso, na China é comum o problema de carência crônica de iodo. A falta de iodo faz a tireóide crescer e se tornar visível no pescoço. A tireóide aumentada é chamada de bócio. Os chineses empregavam esponjas marítimas secas ao sol e reduzidas a pó como tratamento altamente eficaz conto o bócio, com amplo sucesso. Hoje sabemos que as algas e esponjas do mar têm iodo em alta concentração e, são particularmente eficientes para a cura do bócio.

A medicina herbal chegou ao ocidente desde a época de Hipocrates, que recomendava um pequeno grupo de ervas medicinais ao lado de dietas para cada caso. Mais tarde, em Roma, Galeno usava, como os chineses, misturas herbais de várias fontes vegetais. Já no fim do século XIX muitos produtos farmacêuticos tinham sua base em plantas medicinais como os opiáceos, a efedrina, a atropina, a quinina, os digitálicos, para o coração. Atualmente, uma grande maioria dos habitantes do planeta não pode comprar remédio de farmácia e recorre às ervas medicinais. Demonstrando a crescente procura pela medicina natural, o número de artigos científicos publicados sobre as ervas pulou de 2.500 em 2000 para 14.000 em 2007.

As ervas de uso mais comum

O aparelho digestivo sempre foi o "campeão" do uso de medicina herbal. A prisão de ventre é tratada com várias ervas como o Sene e as fibras como o Psillium. Contra dor de barriga é possível usar o extrato de Atropa Belladona (atropina). Contra dor de estômago é usado o chá de carquejo, e por aí vai.

Extrato de alcachofra e boldo

Algumas substâncias podem oferecer estímulo para elevar o fluxo da bile pelos canais hepáticos, que formam uma malha de dutos que culminam na vesícula biliar. Esta, por sua vez, contrai-se à passagem do alimento pelo tubo digestivo (principalmente gordura, como azeite, gema de ovo, gordura animal), "jogando" a bile no tubo digestivo. A ação de alcachofra e boldo pode ser de duas formas: os coleréticos são agentes que promovem a secreção da bile pelas células hepáticas, e os colagogos são as plantas medicinais ou remédios preparados para estimular o fluxo da bile que já estava formada e a caminho do tubo digestivo. A maioria dos fitoterápicos são coleréticos e colagogos ao mesmo tempo, ou seja, estimulam a formação de bile e induzem a secreção biliar no tubo digestivo.

A alcachofra é um dos vegetais cultivados pelo homem desde épocas remotas. O extrato de alcachofra vem das folhas secas contendo flavonóides (antioxidantes). Estudos clínicos demonstraram que o extrato da alcachofra leva a nítido aumento da secreção de bile no duodeno (efeito colagogo), mas também nota-se aumento da bile formada no fígado (efeito colerético). Não deve ser empregado quando o paciente tem pedras na vesícula. O boldo é uma árvore pequena originária do Chile. O extrato das folhas produz a Boldina (secalóides e flavonóides). A boldina induz maior formação de bile (efeito colerético). Em animais de laboratório a boldina inibe o depósito de gordura no fígado, fenômeno usualmente observado em obesos. Associado à alcachofra, é considerado um excelente agente no tratamento de alterações funcionais do fígado (como a esteatose hepática, gordura no fígado).

Ginseng contra stress e fadiga

O uso de Ginseng é extremamente comum na China e na Coreia, bem como em outras regiões da Ásia. Atribui-se ao Ginseng as qualidades de aumentar a energia física e mental, aliviar o stress, melhorar a concentração e o poder cognitivo (para aprender novos fatos e dados). Entre os orientais o Ginseng é conhecido com um agente tônico, que restabelece o equilíbrio hormonal, aumenta a resistência orgânica e evita doenças. Tantas qualidades são devidas a produtos químicos chamados de ginsenosídeos, que interferem com o metabolismo celular.

Vários trabalhos em voluntários humanos demonstraram ações positivas do Ginseng ,com nítida elevação do consumo de oxigênio, melhor performance cardíaca, com incremento da capacidade de concentração e memória. Tais efeitos levam o idoso a ter melhor qualidade de vida, além de estimular o sistema imunitário (defesa contra bactérias, vírus, fungos). Outros estudos mostraram ação positiva no controle do diabetes tipo 2. Os efeitos colaterais são mínimos e irrelevantes nas doses usuais. O Ginseng é preparado a partir de suas raízes, trituradas e secas. Pode-se usar o pó das raízes ou o extrato do ginsenosideo a 4% (geralmente 100 mg duas vezes ao dia).

Ginkgo Biloba, o mais antigo

Essa árvore sobreviveu à Era Glacial somente na Ásia, tendo sido importada pelos europeus no século XVIII, como uma árvore ornamental. O extrato medicamentoso é preparado a partir das folhas secas e trituradas. Tornou-se, inicialmente, muito popular na Alemanha, quando um grupo de cientistas germânicos descobriu que o extrato de Ginkgo Biloba era extremamente ativo no aumento da circulação cerebral, aumentando o fluxo de oxigênio aos neurônios e, conseqüentemente, melhora de memória e da capacidade cognitiva. Observaram também melhoras nas alterações vasculares periféricas (varizes, má circulação). Entre os bons resultados obtidos são referidos a cura das vertigens, tonturas, tensão pré-menstrual e alergias.

O efeito farmacológico é devido a cerca de 40 componentes identificados sendo o mais importante os grupos de flavonóides e terpenóides. Em animais experimentais o Ginkgo Biloba induz nítida vasodilatação cerebral além de efeito antioxidante. Vários estudos clínicos mostram a eficácia do Ginkgo Biloba em situações de alterações da circulação cerebral (após um acidente vascular cerebral). Melhora da memória é um dos aspectos mais estudados deste medicamento herbal. O Ginkgo Biloba é particularmente indicado na população geriátrica com declínio de memória e do poder cognitivo. A dose usual é de 120 a 240 mg por dia, em dois doses diárias. O produto farmacêutico à venda geralmente é o extrato de folhas que contém cerca de 27% dos flavonoides. Efeitos colaterais são mínimos.

O uso do maracujá e sua flor

A flor do maracujá é muito rica em passiflorina, usada há muitos anos como agente sedativo, indutor do sono e com ampla atividade no alívio de ansiedade. Na Europa várias farmácias herbais fornecem a passiflorina junto com outros agentes herbais, como um tônico capaz de aliviar as situações de tensão, angústia, ansiedade e insônia. O extrato das flores contém um flavonóide chamado vitexina, que, injetado em ratos, leva ao sono profundo. Em seres humanos os estudos foram conduzidos com a combinação de passifora e valeriana, com excelentes resultados no alívio de situações angustiantes, de nervosismo intenso e de insônia persistente. Doses muito elevadas podem provocar períodos de inconsciência prolongados, mas isso ocorre muito raramente. De uma forma geral a Passiflorina é amplamente utilizada com ansiolítico brando, bem tolerado, sem problemas de dependência física ou psíquica, e muito útil em situações de elevado estresse, ansiedade e emotividades exageradas.

Fonte: Revista Veja

Não a automedicação




Alimentação saudável para diabéticos

Ficamos assustados quando nos deparamos com as estatísticas de diabéticos no mundo. A cada ano que passa, eleva-se a quantidade de pessoas que têm que se preocupar e cuidar do nível de glicose na corrente sanguínea. Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, estima-se que a cada 5 segundos surge um novo caso de diabetes.

Atualmente, existem no mundo 249.234.300 milhões de portadores de diabetes. Infelizmente, 50% desses casos não têm consciência de seu diagnóstico e dos 50% que têm conhecimento da situação, 25% não se cuidam ou não sabem como cuidar adequadamente.

Ao recebermos o diagnóstico de diabetes, devemos nos preocupar em nos informar e em aprender sobre

como nos cuidar. Isso envolve não apenas aderir ao tratamento medicamentoso, quando for o caso, mas também à prática de uma atividade física (considerado por muitos profissionais da saúde como um tratamento diário e vital) e a alimentação.
Ainda hoje encontramos diabéticos que se submetem a uma alimentação de
baixas calorias e com muito pouco carboidrato, sendo que a recomendação para uma pessoa com diabetes é a mesma que para uma pessoa saudável: uma alimentação variada, colorida, seguindo as orientações da pirâmide de alimentos.

Os carboidratos podem e devem estar presentes nas refeições dos diabéticos, desde que sejam proporcionais às necessidades do indivíduo. O mesmo se repete para as proteínas e as gorduras. Já em relação aos doces, recomenda-se que sejam consumidos esporadicamente, ou seja, eles não precisam ser abolidos para sempre. Quando ingeridos com moderação, o indivíduo satisfaz sua vontade e não precisa passar por vontade de comer algo.

E, aqui, entra a questão da educação alimentar. Quando o diabético passa por um bom Programa de Educação em Diabetes, ele aprende não apenas conceitos sobre sua própria doença, mas também sobre Alimentação Saudável. Alimentar-se, comendo de tudo, de todos os grupos de alimentos, proporcionará saúde e bem-estar.

Outras dicas sobre alimentação do diabético:

Iniciar as refeições com uma salada. As fibras servem para forrar o estômago, fazendo com que o carboidrato seja absorvido de maneira gradativa e evitando o aumento rápido da glicemia (glicose no sangue).

Evitar tomar sucos de frutas, pois eles não param no estômago e vão direto para o intestino, tendo efeito imediato na glicemia. Eles são ideais quando o diabético está com a glicemia baixa. Alguns sucos de fruta têm índice glicêmico baixo e, portanto, podem ser consumidos pelo diabético sem que haja preocupação com o aumento da glicemia são: maracujá, limão, carambola, acerola e caju.

Ainda referente às frutas, elas devem ser preferencialmente consumidas in natura, pois são excelentes fontes de vitaminas e minerais. Ingeridas na quantidade diária adequada e de acordo com a orientação de um nutricionista, as frutas tendem apenas a enriquecer ainda mais o cardápio.

Nem todos os produtos diet são indicados para diabéticos. Por isso, antes de ingeri-los, verifique no rótulo da embalagem para que fim é a denominação diet. Na dúvida, consulte um nutricionista.
O que será que aumenta mais rápido a glicemia do diabético: batata assada ou purê de batata? A última opção é a que aumenta mais rápido a glicemia, pois é a que menos exige do organismo na hora da digestão. Por isso, quando a glicemia estiver mais alta, prefira ingerir os alimentos inteiros em vez de pastas e purês.

Apesar de as Tabelas de Alimentos mostrarem que os legumes e verduras têm carboidrato, não há a necessidade de se preocupar com o aumento da glicemia ao ingeri-los. Por serem fonte de fibras, não haverá aumento significativo da glicemia.

Os refrigerantes diet, light e zero não alteram a glicemia. No entanto, se for beber algum refrigerante novo, que desconheça a marca, verifique antes o rótulo da embalagem e constate se aquela bebida é recomendada para diabéticos.

Os diabéticos têm uma opção no controle da glicemia o método de Contagem de Carboidratos , que, sempre seguindo as orientações de um endocrinologista e um nutricionista, poderá diminuir as oscilações das glicemias e permitirá mais liberdade de escolha entre o que comer e quando. Esse método existe na Europa desde 1935 e passou a ser mais amplamente divulgado aqui no Brasil a partir da década de 1990.

Dra. Lara Bäuerlein é nutricionista com especialização em Diabetes pela Associação Alemã de Diabetes (Reutlingen, Alemanha) e em Nutrição Humana e Saúde. Atuou como educadora em Diabetes no Hospital St. Vincentius e consultório médico (Karlsruhe, Alemanha) e foi coordenadora do Projeto FENAD/WDF. Atualmente, é educadora em Diabetes da Indústria Farmacêutica Sanofi-Aventis e colaboradora do Conselho Regional de Nutricionistas 3ª Região (CRN-3).

Fonte: Portal diabetes / minha vida

Micose de unha, Unha forte, sinal de saúde

Micose de unha precisa ser tratada
Esta é uma infecção que persiste por muito tempo, provocando incômodo ou dor nos pés, dentro dos sapatos.

É comum cuidarmos das unhas por vaidade ou simples preocupação com a beleza. Mas muito mais que isso nossa atenção com essa parte do corpo deve ser redobrada quando o assunto é saúde.

A onicomicose, conhecida popularmente como micose de unha, é mais comum do que se imagina. Aspectos como tonalidade e textura devem ser observadas. Além disso, o mau cheiro na região, também pode ser o indício que algo não vai bem.

Essa infecção é causada principalmente por fungos que se alimentam da queratina que compõe a superfície da unha. Assim, desfiguram sua aparência e podem causar a destruição total das unhas. De acordo com a dermatologista Alessandra Nogueira, do Hospital Padre Bento, em Guarulhos (SP), a micose de unha também pode afetar portadores de doenças crônicas: "Indivíduos com diabetes, HIV ou com problemas circulatórios que têm diminuição no fluxo de sangue nos dedos dos pés devem ter mais atenção", alerta.

Caso se perceba alteração no aspecto comum da unha, deve-se consultar um dermatologista. "O tratamento é longo, dura entre seis e oito meses, por isso, quanto mais cedo começar, melhor", orienta Alessandra.

A onicomicose não é um problema de uma unha isoladamente. Algumas situações, como caminhar descalço em vestiários, podem favorecer sua transmissão para outros dedos. Por isso, é muito comum a doença em pés de atletas.

Simples cuidados podem prevenir o aparecimento desse inconveniente inimigo. Anote as dicas da dermatologista:

- Evitar andar descalço em vestiários e pisos úmidos;
- Evitar o uso de meias de tecido sintético;
- Trocar de meias diariamente;
- Não dividir toalhas, luvas e calçados com outras pessoas;
- Não permanecer muito tempo com o mesmo calçado (é indicado não usar por dois dias seguidos);
- Colocar os calçados para arejar após o uso;
- Manter as unhas dos pés sempre aparadas;
- Utilizar acessórios esterilizados ao frequentar a manicure e pedicure.

Fonte: Viva Saúde

Unha forte, sinal de saúde
Aprenda a fazer um auto-exame só de olhar para as mãos. Manchas, descamações, mudança de cor e alterações no formato das unhas são pistas para inúmeros males - de uma simples micose até doenças cardíacas.

Entre as crendices populares brasileiras, uma das mais famosas diz respeito ao aspecto das unhas. Há quem acredite que as manchinhas, que surgem de uma hora para outra, significam a chegada de boas-novas. Em certas regiões do país, o povo garante que elas aparecem na mesma proporção das mentiras que contamos. Coincidências e lendas à parte, o fato é que essas marquinhas querem nos avisar de algo muito mais importante: que precisamos ouvir rapidamente a opinião de um dermatologista, para ver o que há de errado em nosso organismo.

Não é à toa que muitos médicos pedem para ver as mãos dos pacientes durante o exame clínico. “Qualquer alteração patológica nas unhas deve ser observada com rigor, pois sinalizam desde falta de nutrientes, estresse e micoses até problemas mais sérios, como cirrose hepática, insuficiência renal e endocardite (a inflamação do revestimento interior do coração, geralmente provocada por bactérias)”, garante o dermatologista Guilherme de Almeida, de São Paulo. Sua colega de profissão, a médica paulistana Aurea Lopes, concorda e aponta como outras causas males como dermatite de contato, lupus eritematoso (doença crônica que causa inflamações em várias partes do corpo) e até mesmo problemas circulatórios periféricos, cardiológicos e intestinais.

VOCÊ SABIA? ELAS CRESCEM, EM MÉDIA, TRÊS MILÍMETROS POR MÊS. AS UNHAS DAS MÃOS TÊM UM CRESCIMENTO APROXIMADAMENTE QUATRO VEZES MAIS RÁPIDO DO QUE AS DOS PÉS

Na maior parte das vezes, as manchinhas esbranquiçadas e pequenas são resultado de batidas leves que provocam pequenos traumas na matriz ungueal (local onde as células de queratina que formam a unha são produzidas). Assim como aquelas linhas finas e verticais (faixas hemorrágicas) decorrentes do rompimento de vasinhos minúsculos, essas marcas somem sozinhas e nem sempre são motivo de preocupação.

Porém, se elas tomam quase toda extensão da unha e não desaparecem, vale a pena consultar um médico especialista. A presença desses sinais pode indicar inúmeros problemas de saúde, possíveis ameaças ao bom funcionamento do organismo e até o uso de determinados medicamentos. Os remédios quimioterápicos e alguns antibióticos usados para tratar infecções bacterianas, por exemplo, impulsionam a manifestação de manchinhas nas unhas.

O QUE AS MÃOS REVELAM SOBRE A SAÚDE

Fique atento às mudanças na coloração, forma e textura das suas unhas:

Manchas esbranquiçadas:
Anemia, carência de zinco e proteínas, dermatites de contato (alergias a esmaltes, sabões, detergentes...), psoríase, micoses, intoxicação por metais pesados, insuficiência renal
Manchas amarelas ou unhas amareladas:
Freqüentes em fumantes, também indicam uso crônico de antibióticos, ingestão em excesso de betacaroteno (precursor da vitamina A, encontrado em cenoura, beterraba, mamão...), diabetes, micoses e males do fígado
Arroxeadas:
Micoses, tumores, uso de remédios coagulantes, males cardíacos, lupus eritematoso
Esverdeadas ou com inchaços, vermelhidão e dor que se expande ao redor dos dedos:
Infecções bacterianas e micoses
Metade branca, metade avermelhada:
Problemas renais
Faixas negras:
Disfunções hormonais, micoses, tumores na matriz ungueal, câncer de pele (melanoma)
Fracas, secas, quebradiças, com tendência à descamação:
Falta de cálcio, além de zinco e vitaminas A, B e E, nutrientes que constituem a unha. Anemia, hipotireoidismo
Amarelada, espessa e sem crescimento:
Distúrbios pulmonares
Ondulações, que, no caso das mulheres, ficam aparentes mesmo com duas camadas de esmalte:
Geralmente indicam traumas (a espátula de empurrar cutícula é usada com força). E ainda: anemia e doença cardíaca ou pulmonar

Como fazer o auto-exame

Para a médica Marcelle Miranda, especialista em estética do Rio de Janeiro, observar alterações na coloração é o primeiro passo para um autodiagnóstico inicial. Por exemplo, se o leito (a pele que fica logo abaixo da lâmina, que é a parte mais visível da unha) estiver arroxeado, é preciso vigília dobrada. A cor escura demonstra que o sangue não está circulando direito nas mãos e pode indicar possíveis disfunções cardíacas. Além da mudança na cor, é preciso ficar atento à forma e textura das unhas. As temidas micoses (infecções por fungos) se manifestam pelo aumento da espessura da unha, descolamento ou alteração da cor. Quando a causa é orgânica, a infecção surge nas mãos e nos pés. Se não tratadas a tempo, com remédios orais ou tópicos, leva à perda da unha — que demora mais de seis meses para crescer. Quanto às unhas com ondulações, vale um alerta. Segundo artigo de Robert Baran, criador do primeiro centro de diagnóstico e tratamento das doenças das unhas, publicado na revista Scientific American Brasil, as convexas e sem brilho são típicas de portadores de doença cardíaca ou pulmonar crônica. E as unhas côncavas, especialmente em crianças, podem indicar um possível déficit de ferro no organimso.

ESTIMA-SE QUE, POR ANSIEDADE E NERVOSISMO, 1/3 DA POPULAÇÃO TENHA O MAU HÁBITO DE ROER AS UNHAS.

NOSSAS GARRAS EM PEDACINHOS

A unha é composta por células de queratina, uma proteína dura e impermeável encontrada também nos fios de cabelo e, com uma textura mais mole, nas camadas superficiais da pele. A parte visível é a lâmina, margeada por um tecido (a famosa cutícula). Logo abaixo fica o leito, uma espécie de pele que sustenta a raiz da unha e a lâmina. As dobras nas pontas dos dedos dão sustentação e forma a cada unha e recebem o nome de pregas. A matriz ungueal, escondida sob a cutícula, é o local onde as células queratinosas se proliferam e asseguram o crescimento da unha. Aquela meia-lua branca na base chamase lúnula, um reflexo parcial da queratinização das células nessa região. A parte visível da unha (a lâmina) é formada por células mortas — por isso, não sentimos dor quando a cortamos. Agora, se por algum motivo a unha é arrancada desde a raiz, dói bastante, pois o impacto acaba atingindo a parte viva, onde as células estão sendo produzidas.

CUIDADOS ALÉM DA MANICURE
Não é só a ida freqüente ao salão de beleza que ajuda a deixar as unhas mais saudáveis. Se a má aparência for somente de origem estética, o uso de hidratantes para as unhas já ajuda bastante, assim como o hábito de sempre lavar as mãos com água fria ou morna para não ressecar a pele. Outra dica é caprichar na alimentação. A nutricionista Vanderli Marchiori (SP) indica grãos integrais e castanhas (ricos em zinco) e ovos e carnes magras (fontes de proteína) para potencializar a formação da queratina. “O ideal é ingerir pelo menos duas porções diárias desses alimentos. E quanto mais frescos, melhor”, destaca Vanderli.

Fonte: Viva Saúde

EDUCORANTES OU ADOÇANTES: COMPOSIÇÃO NUTRICIONAL

Muitas pessoas têm dúvidas sobre a segurança dos adoçantes, qual tipo escolher e como usar. Nas prateleiras dos supermercados existe uma infinidade de marcas à disposição e é importante ressaltar que, para uma adequada escolha, é imprescindível a leitura do rótulo visando à compreensão das informações nutricionais contidas no mesmo.
Os adoçantes não elevam os níveis de glicose no sangue e normalmente não fornecem calorias. Com tantas opções de produtos "Diet" e "Ligth" é importante não só identificar as diferenças de nomenclaturas, bem como, conhecer cada um dos educorantes ou adoçantes existentes no mercado.
O termo Diet é utilizado para um alimento especialmente produzido para uma população. No caso de Diabetes Mellitos, diet é o alimento onde, normalmente, o açúcar é substituído por um adoçante. Já Light é o alimento que apresenta redução de pelo menos 25% das calorias totais ou de algum nutriente que compõe o alimento.

ADOÇANTES NATURAIS: Esteovídeo, Frutose e Sorbitol.

Esteviosídeo: extraído da planta Stévia reubadiana. É estável a altas temperaturas, possue o poder adoçante 300 vezes superior à sacarose. É associado a outros adoçantes (frutose, sorbitol, ciclamato, aspartame, sucarose, maltose, lactose) para melhorar o sabor residual.
Frutose: é mais doce que a sacarose (açúcar refinado) 173 vezes. É extraída das frutas e do mel. Fornece 4 Kcal/g e pode gerar cáries.
Sorbitol: é estável ao calor. É encontrado nas frutas e algas marinhas. Quando combinado com outros adoçantes (sacarina, aspartame, ciclamato, acessulfame-k, sorbitol) pode ser empregado na fabricação de chocolates, biscoitos, refrigerante e gomas de mascar. O uso pode provocar desconfortos intestinais.

* Atenção: Diabéticos só devem utilizar esses adoçantes com orientação do médico ou nutricionista.

ADOÇANTES ARTIFICIAIS: Acessulfame-k, Aspartame, Ciclamato, Sacarina, Sucralose.

Acessulfame-K: Edulcorante artificial obtido à partir do Ácido Sulfâmico. É 130 a 200 vezes mais doce que a sacarose e possui resistência a armazenamentos prolongados e a altas temperaturas. O organismo o absorve, mas não o metaboliza, o que significa que é eliminado tal como é ingerido. É utilizado nas industrias de confeitos, panificação, bebidas e produtos lácteos. Não fornece calorias.
Aspartame: não é estável a altas temperaturas. É necessário pequenas quantidades para se chegar a doçura desejada, devido ao seu alto poder adoçante. As pessoas com a doença fenilcetonúria não devem comer nem beber produtos com aspartame, já que ele contém fenilalanina. Fornece 4 Kcal/g.
Ciclamato: estável a altas temperaturas. Uma das suas características é a presença residual. Não fornece calorias. Não deve ser usado por gestantes e hipertensos.
Sacarina: devido a sua estabilidade, a sacarina pode ser usada em vários alimentos, na indústria de medicamentos e de cosméticos. Serve para adoçar tanto os alimentos frios como quentes. Estudos feitos em humanos sugerem que a sacarina não causa câncer. Porém, de acordo com uma recente pesquisa, a sacarina pode desregular o mecanismo da fome e consequentemente ser um agente pró-obesidade. Assim a recomendação é não abusar. Não deve ser usado por gestantes e hipertensos.
Sucralose: é altamente estável em temperaturas elevadas e ainda pode ser usado em qualquer produto onde é usado o açúcar, como bebidas, assados, alimentos pasteurizados, esterilizados, adoçantes de mesa. Não fornece calorias.

*Atenção: Todos esses adoçantes de baixas calorias podem ajudar tanto os diabéticos quanto as pessoas que se encontram acima do peso e almejam o emagrecimento.

INFORMAÇÕES NUTRICIONAIS DE ALGUNS ADOÇANTES EXISTENTES NO MERCADO:

Assugrin®
Porção de 0,04ml (1 gota)
Sódio 0,81
Composição: ciclamato de sódio sacarina sódica (educorantes artificiais), metiparabeno e propilparabeno (conservantes), ácido citríco (acidulante).

Doce Menor®
Porção de 0,04ml (1 gota)
Kcal 0,004
Carboidrato 0,0016
Sódio 0,7
Composição: sorbitol (educorante natural), ciclamato de sódio e sacarina e sódica (educorante artificial), educorante natural, metilparabeno e propilparabeno (conservantes), ácido cítrico (acidulante).

Finn® Aspartame
Porção de 0,8g (sachê)
Kcal 3,8
Carboidrato 0,8
Composição:lactose, aspartame ( educorante artificial), dióxido de silício (antiumectante).

Finn® Cristal
Porção de 0,14ml (3 gotas)
Kcal 0,1
* não contém quantidade significativa de proteína, gorduras totais, gorduras saturadas, gorduras trans, fibra alimentar e sódio.
Composição: sorbitol (educorante natural) sacarina sódica e ciclamato de sódio (educorantes artificiais), ácido benzóico e metilparabeno (conservantes).

GOLD® Aspartame
Porção de 0,8g (sachê)
Kcal 3
Carboidrato 0,72g
Proteína 0,008g
Sódio 0,05mg
Composição: lactose, maltodextrina, aspartame e acesulfame de potásio (educorantes artificiais), dióxido de silício (antiumectante), fenilalanina.
* não contém quantidade significativa de gorduras totais, gorduras saturadas, gorduras trans e fibra alimentar.

Linea® gota
* não contém quantidade significativa de valor energético, proteína, gorduras totais, gorduras saturadas, gorduras trans, fibra alimentar e sódio.
Composição: sucralose e acesulfame  k (educorantes artificiais), carboximeticelulose (espessante), ácido cítrico (acidulante), citrato de sódio (regulador de acidez), benzoato de sódio e sorbato de potássio (conservantes).

Linea® Sucralose
Porção de 0,8g (sachê)
Kcal 3,0
Composição: lactose, dióxido de silício (antiumectante), sucralose acessulfame  k (educorantes artificiais).

Magro®
* não contém quantidade significativa de valor energético, proteína, gorduras totais, gorduras saturadas, gorduras trans, fibra alimentar e sódio.
Composição: ciclamato de sódio e sacarina sódica (educorantes artificiais), metilparabeno e propilparabeno (conservantes), ácido cítrico (acidulante).

Sóstevia®
Porção de 1g (sachê}
Kcal 3,6
Carboidrato 0,9
Composição: lactose, maltodextrina, steviosídeo (educorante natural), benzoato de sódio (conservante).

Stévia®
Porção de 0,4ml (8 gotas)
Sódio 0,8
Composição: steviosídeo e sacarina sódica.

Stévia® Diet
Porção de 0,4ml (8gotas)
Sódio 11,5
Composição: steviosídeo, sacarina sódica, ciclamato de sódio e ciclamato de cálcio.

Stévia® Familiar Plus
Porção de 1g (pó)
Kcal 3,8
Carboidrato 0,95g
Composição: lactose, ciclamato de sódio e sacarina sódica (educorantes artificiais), steviosídeo (educarante natural), dióxido de silício (antiumectante).

Stévia® Plus gota
* não contém quantidade significativa de valor energético, proteína, gorduras totais, gorduras saturadas, gorduras trans, fibra alimentar e sódio.
Composição: ciclamato de sódio e sacarina sódica (educorantes artificiais), steviosídeo (educorante natural), bensioato de sódio (conservante).

Stevita®
Porção de 1g (sachê)
Carboidrato 0,98g
Composição: steviosídeo (educorante natural) e lactose.

Stevita® gota
Porção de 0,4ml
* não contém quantidade significativa de valor energético, proteínas, gorduras totais, gorduras saturadas, gorduras trans, fibra alimentar e sódio.
Composição: steviosídeo (educorante natural) e sorbato.

Stevita® Plus
Porção de 1g sachê
Kcal 3,8
Carboidrato 0,98
Composição: lactose, ciclamato de sódio e sacarina sódica (educorantes artificiais), steviosídeo (educorante natural), dióxido de silício (antiumectante).

Stévita® Puro de Stévia
Porção de 1g (8 gotas)
* não contém quantidade significativa valor energético, proteína, gorduras totais, gorduras saturadas, gorduras trans, fibra alimentar e sódio.
Composição: steviosídeo (educorante natural) e sorbato.

Tal e Qual® Forno e Fogão
Porção de 2g (1 Col. de sopa do pó)
Kcal 7,8
Proteína 0,05
Sódio 25mg
Composição: maltodextrina, ciclamato de sódio e sacarina sódica (educorantes artificiais), citrato de sódio (regulador de acidez).

União® Light
Porção de 3g (sachê)
Kcal 12
Carboidrato 3g
* não contém quantidade significativa de proteína, gorduras totais, gorduras saturadas, gorduras trans, fibra alimentar e sódio.
Composição: sacarose, sucralose (educorante artificial), dióxido de silício (antiumectante).

Zero Cal®
Porção de 1g (8 gotas)
Kcal 0,007
* não contém quantidade significativa de proteína, gorduras totais, gorduras saturadas, gorduras trans, fibra alimentar e sódio.
Composição: sorbitol, ciclamato de sódio e sacarina sódica (educorante artificial), ácido benzóico e metilparabeno (conservantes).

Fique atento aos rótulos e faça escolhas inteligentes!!!

Texto elaborado por:
Daiane do Carmo Correa - Graduanda em Nutrição
Mariana Braga Neves - Nutricionista
Renata Dias da Silva - Nutricionista


Fonte: Nutricio