5.14.2010

Chumbo pode ter influência do TDAH (Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade)

Chumbo pode ser o responsável pelo TDAH
Current Directions in Psychological Science,
TDAH ou transtorno de déficit de atenção e hiperatividade está entre os distúrbios de comportamento mais custosos. A combinação da falta de atenção, impulsividade e hiperatividade pode levar a acidentes, insucesso escolar, abuso de substância, comportamento antissocial, entre outros.
Apesar de ser estudado há quase 100 anos, as causas do distúrbio ainda são desconhecidas. Muitas das pesquisas atuais sobre TDAH têm focado sobre a hereditariedade da doença, que é responsável por cerca de 70% da hiperatividade e falta de atenção da criança. Os 30% continuam sem explicação e recentemente o foco mudou para o ambiente.
O chumbo é uma neurotoxina e há muito tempo conhecido. A regulação governamental reduziu a quantidade de chumbo liberada para o ambiente, mas apenas regulamentar o combustível de automóveis e a tinta não eliminou completamente o chumbo do ambiente. Ele é encontrado em quantidades imperceptíveis nas roupas das crianças, nos doces importados, no solo e na água que elas bebem.
Hoje, todos os americanos estão expostos a baixos níveis do metal e quase todas as crianças possuem níveis mensuráveis do metal em seu organismo.
De acordo com o cientista Joel Nigg, do Oregon Health & Science University, essa exposição universal a baixos níveis de chumbo o torna um candidato ideal para ser um fator desencadeante do distúrbio. Isto era uma teoria até há pouco tempo, mas dois estudos recentes fornecem evidências fortes.
O primeiro estudo comparou crianças diagnosticadas com TDAH e crianças de controle, e descobriu que as crianças com a desordem possuíam níveis de chumbo no sangue levemente superiores. Este estudo mostrou uma ligação entre os níveis de chumbo no sangue e sintomas de hiperatividade e impulsividade apenas.
Um segundo estudo mostrou uma relação forte entre níveis de chumbo no sangue e problemas de hiperatividade e atenção.
Em ambos os estudos, a conexão era independente de QI, renda familiar, raça ou uso de tabaco pela mãe durante a gravidez.
Dr. Nigg fornece um modelo causal para os sintomas associados com TDAH: o chumbo se liga a locais no estriato e córtex frontal do cérebro, ativando ou desativando os genes nessas regiões. Ao desorganizar a atividade cerebral, a toxina por sua vez altera o processo psicológico suportado por esses neurônios, em especial o controle cognitivo. Finalmente, o controle cognitivo diminuído contribui para hiperatividade e falta de atenção.

A DESGRAÇA DAS META- ANFETAMINAS

Abuso de meta-anfetaminas pode levar a danos cerebrais
Fonte: Neurology,

Meta-anfetamina, também conhecida como speed, crant, cristal ou gelo, causa danos para as células cerebrais mesmo muito tempo depois da interrupção de seu uso, conforme estudo publicado na edição de hoje do jornal Neurology.
Como a meta-anfetamina pode alterar a química do cérebro a longo prazo, sua dependência, bem como a dependência de outras drogas, deve ser considerada como uma doença cerebral orgânica, conforme afirma Thomas Ernst, Ph.D., autor do estudo.
Os pesquisadores utilizaram uma técnica não-invasiva para avaliar os níveis de certos metabólitos e substâncias químicas no cérebro. Estudos prévios demonstraram que anormalidades nos níveis destas substâncias consistem em indicadores sensíveis de danos nas células cerebrais.
Os resultados do teste para 26 ex-usuários de meta-anfetamina foram comparados àqueles obtidos com 24 pessoas saudáveis, sem história de abuso de drogas.
Os usuários não fizeram uso do composto por, no mínimo, duas semanas ou até 21 meses. Entre eles, a concentração de N-acetil-aspartato foi reduzida de 5% na região cerebral do gânglio basal e de 6% na matéria branca frontal. Essa substância é um metabólito cerebral, presente apenas nos neurônios, células utilizadas no pensamento.
Muitas doenças relacionadas a perda/dano das células cerebrais e de neurônios, tais como Mal de Alzheimer, demências, epilepsia, esclerose múltipla, tumores cerebrais, derrames e aquelas relacionadas ao HIV, também apresentam uma redução dos níveis de N-acetil-aspartato. Logo, a concentração reduzida de N-acetil-aspartato nos cérebros dos usuários indica perda ou dano de neurônios como resultado do abuso da substância. A meta-anfetamina acarreta liberação maciça de dopamina no cérebro.
O gânglio basal possui alta densidade de neurônios dopaminérgicos, o que pode explicar tamanha toxicidade da meta-anfetamina. Altas doses desta substância também causam danos na matéria branca frontal do cérebro. Além disso, observou-se uma redução de 8% no nível de creatina no gânglio basal, aumento de 13% em compostos contentores de colina e de 11% no nível de mio-inositol na massa cinzenta frontal dos usuários.
Maiores concentrações destas duas últimas substâncias representam aumento de tamanho ou do número de células gliais (tipo de célula cerebral), como resposta aos efeitos da meta-anfetamina. Ainda não se sabe se os efeitos danosos são permanentes.

FEIRÃO DA CASA PRÓPRIA

Primeiro dia do Feirão da Casa Própria soma R$ 197,9 milhões em negócios
No primeiro dia do feirão da Caixa Econômica Federal, em São Paulo, o volume de negócios atingiu R$ 197,9 milhões, entre contratos assinados e encaminhados. O balanço foi divulgado pelo banco e considera as negociações feitas até as 18h desta quinta-feira.
De acordo com a Caixa, 14.452 pessoas foram ao evento, que termina no próximo domingo. Ao todo, são 151.845 imóveis disponíveis, sendo 35.919 dentro das regras do Minha Casa, Minha Vida.
O banco disponibilizou a lista com todas as 51.423 unidades novas ou em construção que serão oferecidas nesses quatro dias (clique aqui), mas pode haver baixas à medida em que as moradias sejam compradas.
A expectativa é receber cerca de 120 mil visitantes no Centro de Exposição Imigrantes nesse período e superar os valores alcançados em 2009, quando houve 21,5 mil negócios (entre realizados ou encaminhados no evento) totalizando cerca de R$ 1,5 bilhão.
Veja o especial Semana da HabitaçãoLucro da Caixa cresce 72% no 1º tri puxado pelo crédito habitacionalFinanciamento habitacional da Caixa cresce 124% em 2010
O evento vai reunir 122 construtoras, 101 imobiliárias, além de cartórios, Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo), Anoreg (Associação dos Notários e Registradores do Brasil) e Arisp (Associação dos Registradores Imobiliários de São Paulo), que vão oferecer a visualização da imagem da matrícula dos imóveis, dando mais segurança ao futuro mutuário.
Para facilitar o acesso ao local, os ônibus indo e vindo da estação de metrô Jabaquara estarão disponíveis também neste ano, a partir de uma hora antes do evento até uma hora após o encerramento. Hoje e amanhã (14), as visitas ao feirão poderão ser feitas entre 10h e 21h. Já no sábado (15) e no domingo (16), das 9h às 20h.
Em todo o Brasil, onde mais 11 eventos serão realizados até junho (veja lista abaixo), há cerca de 200 mil moradias dentro das regras do programa federal entre as 450 mil à venda, de acordo com o banco, que ainda não compilou os números exatos pois nem todas as construtoras repassaram as ofertas.
O Minha Casa, Minha Vida usa o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), com juros mais baixos do que aqueles oferecidos com recursos da poupança, e é destinado a imóveis de até R$ 130 mil e famílias com renda até R$ 4.650 por mês.
Segundo o último balanço, foram 429 mil contratos assinados até o dia 3, totalizando R$ 28,6 bilhões em investimentos. A meta do governo federal é atingir 1 milhão de moradias até dezembro.
"O público do feirão representa o deficit habitacional brasileiro e, neste ano, temos mais ofertas para essa faixa da população", afirma Válter Nunes, superintendente regional da Caixa em São Paulo, lembrando que, em 2009, havia 28 mil imóveis que se enquadravam no programa federal no Estado.
Entre janeiro e março, a Caixa foi responsável por 73% de todas as concessões de crédito imobiliário (em valor) no país, elevando a fatia contabilizada no acumulado de todo o ano de 2009 (71%), quando os bancos privados ficaram receosos devido ao agravamento da crise e perderam participação nos empréstimos com recursos da poupança.
No primeiro quadrimestre, a Caixa registra R$ 21,2 bilhões em financiamento imobiliário, mais do que o dobro (124%) contabilizado no mesmo período de 2009.
Para famílias com renda mensal acima de R$ 4.650 e até R$ 4.900 que querem comprar imóveis de até R$ 130 mil, também é possível usufruir das mesmas taxas de juros, mas as condições para o seguro são diferentes. Acima desses patamares, o crédito liberado usará recursos da poupança, com juros de até 13% ao ano, mais TR.
A vantagem para quem está procurando um imóvel é encontrar no feirão todos os agentes da cadeia, como construtoras, corretores, cartórios e técnicos do banco responsáveis por liberar os financiamentos.
No entanto, antes de se comprometer por um financiamento que pode durar 30 anos, é preciso avaliar as condições do empréstimo, e não apenas o valor da prestação. William Eid Júnior, coordenador do Centro de Estudos em Finanças da FGV, aconselha os futuros mutuários a observarem a estrutura do imóvel e do seu entorno, o que inclui transporte e segurança.
O superintendente regional do banco federal concorda com as dicas de precaução. "A Caixa propicia uma facilidade [durante o feirão] para os clientes, mas não estimula a compra por impulso", ressalta.
Todas as condições de financiamento são válidas também para a tomada de crédito em agências da Caixa depois do evento.
Juros no Minha Casa, Minha Vida, segundo a renda familiar mensalAté R$ 2.325 - 5% ao ano mais TREntre R$ 2.325,01 e R$ 2.790 - 6% ao ano mais TREntre R$ 2.790,01 e R$ 4.650 - 8,16% ao ano mais TR
Obs: a taxa é menor, a partir de 4,5%, para cotistas do FGTS (trabalhadores que têm conta individual vinculada ao fundo há pelo menos três anos, consecutivos ou não)
Veja o cronograma e o endereço dos feirões
São Paulo - 13 a 16 de maio - Centro de Exposição Imigrantes - JabaquaraFortaleza - 14 a 16 de maio - Sebrae - av. Monsenhor Tabosa, 777 - MeirelesSalvador - 14 a 16 de maio - Centro de Convenções de Salvador - av. Simon Bolivar s/nCuritiba - 14 a 16 de maio - Marumby Expocenter - av. Pres. Wenceslau Braz, 1.046 - GuaíraRio de Janeiro - 20 a 23 de maio - Rio Centro - avenida Salvador Allende, 6.555Recife - 21 a 23 de maio - Centro de Convenções de Recife - av. Professor Andrade Bezerra, s/nBrasília - 21 a 23 de maio - Expo Brasília - Parque da CidadeUberlândia - 21 a 23 de maio - Center Convention - rua Argentina, 401Campinas - 21 a 23 de maio - Pq. Dom Pedro Shopping - avenida Guilherme Campos, 500Florianópolis - 21 a 23 de maio - Centro Convenções de Florianópolis - av. Gustavo Richard, 850Porto Alegre - 21 a 23 de maio - Ciergs - av. Assis Brasil, 8.787Belo Horizonte - 11 a 13 de junho - Expominas - av. Amazonas, 6.030
Folha de São Paulo

Psoríase eleva o risco de doenças cardíacas e Nova droga contra psoríase tem resultados promissores

Psoríase eleva risco de problema cardíaco

A psoríase, doença que causa descamações na pele e atinge 3 milhões de brasileiros, aumenta o risco de problemas cardiovasculares. Essa conclusão foi apresentada na reunião anual do American College of Cardiology, em Atlanta (EUA).
Por muito tempo, essa doença foi considerada exclusivamente um problema de pele. Mais recentemente, passou a ser associada a outras complicações no corpo, entre elas, problemas cardíacos.
Essa associação vale em particular para quem sofre das formas moderada ou grave (10% a 20% dos pacientes) da psoríase.
Por dez anos, pesquisadores do Hospital Universitário Gentofte, na Dinamarca, acompanharam as complicações em mais de 40 mil pacientes com psoríase e as compararam com a população sem a doença. Foram excluídos outros fatores de risco que poderiam desencadear um problema cardíaco.
Os resultados mostram dados preocupantes: a psoríase moderada ou grave eleva em 24% o risco de a pessoa sofrer um infarto, em 45% o risco de ter um AVC (acidente vascular cerebral) e em 51% a probabilidade de o doente ter arritimias.
Nos pacientes com a forma leve da psoríase, os pesquisadores não encontraram aumento significativo do risco de infarto, mas constataram que o risco de sofrer um AVC é 19% maior e o de arrtimias, 22% mais alto.
"Precisamos reconsiderar o tratamento dos doentes com psoríase: devem ser priorizadas mudanças no estilo de vida e triagem para colesterol alto e hipertensão mais cedo do que o previsto", afirmou Ole Ahlehoff, principal autor do estudo.
Doença inflamatória
Segundo a dermatologista Valéria Petri, responsável pela unidade de psoríase da Universidade Federal de São Paulo, faz pouco que a psoríase foi reconhecida como uma doença inflamatória crônica.
"Sabemos, hoje, que ela requer cuidados multidisciplinares, envolvendo reumatologistas, dermatologistas, cardiologistas e nutricionistas", diz.
De acordo com o dermatologista Cid Sabbag, chefe do ambulatório de psoríase do Hospital Ipiranga, os problemas cardiovasculares podem surgir em decorrência da inflamação crônica, que pode modificar o processo vascular e alterar as paredes dos vasos sanguíneos.
Outra possível explicação são os efeitos colaterais dos medicamentos usados no tratamento da doença. "Muitos causam alterações nos índices de colesterol e triglicérides no sangue. Isso aumenta o risco de doenças no coração", diz Sabbag.
Para o médico, o risco apontado pelo estudo é alto, mas não há razão para pânico: "Pacientes com psoríase terão sua saúde cardíaca monitorada mais de perto. E o tratamento passará a ser multidisciplinar."

Saiba mais sobre psoríase:

Nova droga contra psoríase tem resultados promissores, diz laboratório
da Reuters, em Boston
A Celgene Corp anunciou na terça-feira (15) que uma droga experimental para tratar a doença cutânea psoríase reduziu significativamente os sintomas no estágio intermediário de um teste.
Especialista fala sobre psoríase e preconceito
Resultados do teste com 352 pacientes mostraram que 41 por cento deles tratados com 30 miligramas da droga, chamada Apremilast, duas vezes ao dia, observaram uma redução de 75 por cento nos sintomas, medidos por uma escala conhecida por Índice de Área e Severidade da Psoríase (Pasi-75), após 16 semanas.
Apenas 6 por cento dos pacientes que receberam um placebo chegaram a essa pontuação.
As ações da Celgene caíram 0,87 por cento nas transações da manhã para 53,41 dólares, em linha com um declínio de 0,71 por cento da Arc Biotech Index na Bolsa de Valores de Nova York.
"Wall Street, em nosso ponto de vista, nunca prestou muita atenção ao Apremilast, em razão do estágio relativamente inicial do programa e porque os dados sobre eficácia não eram tão impressionantes", disse o analista Geoff Meacham, do J.P. Morgan.
Mesmo assim, afirmou, os resultados apontam para o potencial de vendas da droga de ao menos 500 milhões de dólares, disse.
Se for bem-sucedida, a droga competirá com o Enbrel, da Amgen Inc's, que domina o mercado de psoríase. O Enbrel, que inibe uma proteína conhecida como fator de necrose tumoral (TNF), é injetável; o Apremilast é uma droga tomada via oral.
Outros inibidores de TNF incluem o Humira, fabricado pela Abbott Laboratories Inc, e o Remicade, da Johnson & Johnson.
Os agentes reguladores norte-americanos também aprovaram recentemente o Stelara, da J&J, o primeiro de uma nova classe de medicamentos biológicos que têm como alvo as proteínas interleucina (IL)-12 e interleucina (IL)-23.
Folha de São Paulo

Automedicação pode agravar enxaqueca

Cérebro pode deixar de produzir substâncias que aliviam a dor.Mais de 30 milhões de brasileiros sofrem da doença.

Na família Brito, três gerações são vítimas da enxaqueca: Maria do Céu, Marília e Patrícia, de 11 anos. “Eu comecei a perceber quando ela era bebê que ela tinha fotofobia. Ela chorava, fazia cara de dor. Como eu também tenho dor de cabeça, sempre tive, consegui identificar nela”, conta a advogada Marília Brito.

“Na sala de aula vou para enfermaria tomar remédio e ir para casa descansar”, diz a estudante Patricia Brito.
A enxaqueca é uma doença de causa genética, sem cura, que atinge mais as mulheres. Segundo a Sociedade Brasileira de Cefaléia, 34 milhões de brasileiros têm de duas a cinco crises da doença por mês. Entre 5% e 10% dos homens sofrem com este problema. Já na população feminina, a incidência é de 20%.
“Não enxergava direito. Tinha que ficar no quarto escuro, fechadinha, quieta, tomando remédios por minha conta”, lembra a aposentada Berenice Torres.
saiba mais
Médica ensina a diferenciar a dor de cabeça da enxaqueca
Pesquisadores relacionam luz à piora da enxaqueca
Remédios sem controle
A automedicação, tão comum nos casos de dor de cabeça, segundo os médicos, confunde o cérebro, porque quando ele recebe analgésicos, deixa de produzir substâncias, como a endorfina, que ajudam a controlar a dor.
Quem tenta acabar com a enxaqueca sem acompanhamento médico corre o risco de agravar a doença.
O tratamento para as mulheres varia de acordo com as características de cada paciente. Depende de vários fatores, como, por exemplo, o uso de anticoncepcionais, ou da reposição hormonal durante a menopausa.
Isto ocorre porque quando cai a quantidade do hormônio estrogênio circulando no sangue, como acontece antes da menstruação, alterações químicas dilatam e inflamam os vasos sanguíneos. Provocam aquela dor latejante.
A doença se manifesta de formas diferentes em cada fase da vida. “O pico de incidência das crises de dor de cabeça da enxaqueca é na fase adulta fértil, entre 20, 40 anos de idade mais ou menos.
Após essa fase, com a aproximação da menopausa, quando o estrogênio deixa de ser produzido, a mulher passa a ter crises menos intensas e menos frequentes, não raro deixando de ter a dor de cabeça”, destaca o neurologista Abouch Krymchantowski.
Alguns especialistas dizem que exercícios físicos e alimentação saudável podem ajudar a diminuir a dor da enxaqueca. Mas o mais importante é procurar logo orientação médica - nunca, a automedicação.
G1.com