3.02.2013

OVO DE PÁSCOA COM COLÁGENO É NOVIDADE PARA 2013

Ovo de Páscoa com colágeno é novidade para 2013
Nutricionista dá dicas e revela quais são as grandes novidades para a Páscoa!

A Páscoa está chegando e o desespero para não engordar aumenta a cada dia. Mas, afinal, qual a melhor maneira de unir o sabor do chocolate com a sua rotina alimentar saudável e light?

De acordo com a nutricionista Mariana Froes, consultora do Suadieta, atualmente, o mercado oferece várias versões que se encaixam sob medida nos diferentes tipos de dieta.

“Já sabemos que quanto mais amargo, menos gordura um chocolate tem e mais antioxidantes ele possui. Ou seja, quanto mais cacau, mais benefícios para a saúde, principalmente para os vasos sanguíneos, a proteção da pele e para a prevenção da hipertensão”, diz a especialista.

Ela ainda ressalta que as versões diet e light merecem nossa atenção, já que, apesar de terem menos açúcares, podem apresentar uma quantidade maior de gorduras, principalmente aquelas que trazem diversos malefícios ao coração.

Contudo, algumas novidades prometem agitar a Páscoa 2013. “Já existem no mercado chocolates com colágeno, sem adição de açúcares, lactose, glúten e gordura trans. Além disso, esses produtos apresentam redução calórica e são ricos em fibras”, diz a nutricionista.

Mariana ressalta que as fibras são, em parte, provenientes do cacau e, em parte, prebióticas, ou seja, acabam engordando bem menos e ainda ajudam na saúde da pele, intestino e sistema imunológico.

“Encontramos também chocolates adoçados com adoçantes que não fazem mal à saúde, como a sucralose, e intoxicam menos o organismo. Também já existem chocolates em que a gordura é substituída por colágeno, que fornece aminoácidos essenciais para manutenção dos ossos e é ótimo para a pele”, diz.

Como podemos ver temos várias versões saudáveis para a Páscoa, basta saber escolher e não abusar!
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Colágeno em pó

Queridinho das celebridades, o colágeno em pó mantêm o corpo firme e longe das rugas

Por Eliane Contreras
garota de pijama tomando suco

Benefícios do colágeno em pó

Por que essa substância tem tanto poder? É um tipo de proteína – aliás, 30% da proteína do nosso corpo é colágeno – que tem como funções principais formar as fibras que dão sustentação à pele. O colágeno é naturalmente produzido pelo nosso organismo, mas estudos mostram que, a partir dos 30 anos, o corpo sofre uma perda anual dessa proteína em torno de 1%. “Dos 50 anos em diante, a queda aumenta drasticamente”, diz Jocelém Salgado, pesquisadora e professora de nutrição humana da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq/USP). A produção passa a ser de apenas 35%, em média (socorro!).

Por isso, alguns nutricionistas, dermatologistas e médicos ortomoleculares consideram o consumo do suplemento importante a partir dos 30 anos e essencial depois dos 50. Extraído do osso e da cartilagem do boi, o colágeno passa pelo processo de hidrólise (quebra das moléculas de proteína) para ser absorvido facilmente pelo organismo.

Sabrina Sato e Letícia Spiller aderiram ao colágeno em pó faz tempo, Claudia Ohana acaba de virar fã. O suplemento entrou no cardápio das atrizes que querem manter o corpo firme e o rosto jovem por mais tempo. E tudo indica que está dando supercerto. Você também pode fazer o mesmo para adiar as ruguinhas. O colágeno é barato, prático (basta dissolver o pó na água), facilmente encontrado no mercado e sem contraindicação.
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• Benefícios do colágeno em pó• Por que o colágeno funciona com a dieta?• Quais são os alimentos ricos em colágeno?

Chocolate com colágeno é a novidade da Beauty’in


A Beauty’in lança o Chocobeauty, chocolate que não contém glúten e açúcar e é enriquecido com fibras e colágeno. A caixa de papel cartão acondiciona 125 gramas de chocolate ao leite, em formato de ursinho (o mascote da marca), e uma formulação livre de conservantes.

3.01.2013

Eu não consigo emagrecer

  O médico francês Pierre Dukan, autor do best-seller 'Eu não consigo emagrecer', fala sobre por que as celebridades seguem sua dieta, critica os nutricionistas e aponta falhas no método de emagrecimento criado pelo falecido cardiologista Robert Atkins

Juliana Santos
Dr Pierre Dukan
O nutrólogo Pierre Dukan está no Brasil para divulgar seu novo livro, 'O método Dukan Ilustrado' (Mary Erhardy/Divulgação)
Criada pelo nutrólogo francês Pierre Dukan, a Dieta Dukan ganhou visibilidade por supostamente ajudar celebridades como Jennifer Lopez e Gisele Bündchen a perderem peso após a gravidez. Segundo a imprensa britânica, a duquesa de Cambridge, Kate Middleton, teria perdido sete quilo graças à dieta antes do casamento real, o que fez com que ela ficasse conhecida também como Dieta da Princesa. No Brasil, há 23 semanas o livro Eu não consigo emagrecer (Editora Best Seller, 308 páginas), no qual Dukan descreve a dieta, está na lista dos mais vendidos de VEJA, e chegou ao primeiro lugar na categoria autoajuda.

As quatro fases da Dieta Dukan

PRIMEIRA FASE – ATAQUE
A primeira fase consiste no consumo exclusivo de proteína, por um período de três a sete dias, dependendo da quantidade de quilos que se deseja perder. Dentre os alimentos permitidos, estão carne bovina, frango, ovos, peixes, tofu e laticínios sem gordura, e é permitido comer o quanto quiser. São recomendados 20 minutos de exercícios diários.
SEGUNDA FASE - CRUZEIRO
Na segunda fase são mantidas as recomendações e alimentos da primeira fase, mas com adição de todos os legumes e verduras. São recomendados 30 minutos de exercícios.
TERCEIRA FASE – CONSOLIDAÇÃO
É uma fase de transição entre a dieta restritiva e a normal. Na terceira fase deve-se adicionar aos alimentos já consumidos duas frutas por dia, duas fatias de pão integral, uma porção de queijo (40 gramas) e uma porção de carboidratos duas vezes por semana, como massa ou arroz. São adicionadas, duas vezes por semana, as chamadas "refeições de gala", na qual a pessoa pode comer o que quiser, mas não pode repetir o prato. São recomendados 25 minutos de exercícios diários.
QUARTA FASE – ESTABILIZAÇÃO DEFINITIVA
Essa fase deve ser seguida por toda a vida. É permitido comer normalmente, mas em um dia da semana deve-se ingerir apenas proteínas, como na primeira fase. São recomendados 20 minutos diários de atividade física.
Trata-se de uma dieta restritiva, dividida em quatro fases. Segundo o autor, as duas primeiras são voltadas para o emagrecimento e as duas seguintes para a estabilização do peso. De início, recomenda-se o consumo exclusivo de proteínas e, aos poucos, adicionam-se os demais alimentos, até a quarta e última fase, que deve ser seguida por toda a vida. Nesta etapa, a pessoa pode comer o que quiser, mas precisa seguir algumas regras, como se alimentar apenas de proteínas uma vez por semana e fazer 20 minutos diários de exercícios físicos.
Sem inovação – Com pequenas adaptações, o método Dukan é muito semelhante a outros que ficaram famosos no passado, como a dieta Atkins e a South Beach.  A primeira, desenvolvida pelo cardiologista americano Robert Atkins (1930-2003), foi considerada revolucionária nos anos 70, e tem como princípio a redução do consumo de carboidratos, que seriam substituídos por proteínas e gorduras. Já a South Beach, criada há dez anos por Arthur Agatston, também cardiologista americano, recomendava o corte de proteínas e gorduras na primeira de três fases.
Desde 2010, a Dieta Dukan figura na lista das "Cinco piores dietas das celebridades que não devem ser seguidas", elaborada pela Associação Britânica de Dietistas (British Dietetic Association), tendo ficado em primeiro lugar nos últimos dois anos.
Para os endocrinologistas Walmir Coutinho e Márcio Mancini, ambos da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbem), a dieta Dukan não passa de uma nova moda, sem comprovações científicas. "Apesar de todas as criticas feitas à dieta de Atkins, uma coisa é certa: ele inovou, mostrou que é possível emagrecer através de uma dieta com gordura e proteína. Depois disso, diversos médicos escreveram livros e exploraram sua descoberta sem nenhum conhecimento novo. Essas dietas nada mais são do que adaptações com pequenas variações de Atkins", afirma Coutinho.
Segundo ele, qualquer dieta que imponha uma restrição alimentar é capaz de promover o emagrecimento em curto prazo, mas os maiores problemas são a manutenção do peso e as possíveis consequências para a saúde de tal restrição, como a perda de massa magra e o consumo excessivo de sal, no caso de Dukan. O próprio Dukan admite que, no começo, o programa pode ter efeitos colaterais, como mau hálito e constipação.
Em entrevista ao site de VEJA, Pierre Dukan, que está no Brasil para o lançamento de seu novo livro, O método Dukan Ilustrado (Editora Best Seller, 288 páginas), explica detalhes sobre sua dieta e rebate algumas das críticas recebidas.
Por que a sua dieta ganhou tantos adeptos mundialmente? Ela leva em consideração um detalhe muito importante: o fator emocional. Há alguns anos, o ser humano era visto como um motor. Você colocava combustível, ele funcionava. Isso era um desastre, essa teoria não leva em consideração que as pessoas têm sentimentos que afetam a forma de se alimentar. Uma das primeiras respostas às dificuldades da vida é comer — comer é fácil, não é muito caro e é viciante. Na dieta que desenvolvi, você tem uma estrutura, um mapa de como ela funciona. Na primeira fase, os resultados são muito rápidos: pode-se perder dois quilos em quatro ou cinco dias. E isso é algo anti-stress, já que você sobe na balança e descobre que a dieta é sua amiga. Além disso, tem a questão da quantidade do que se come. É possível comer uma porção grande, se a pessoa quiser. Um grande aliado da dieta é se sentir satisfeito, quando a pessoa não come o bastante, ela não consegue continuar. É possível evitar a vontade de comer doces, por exemplo, mas não a fome. A fome é biológica.
Como a dieta age fisiologicamente no organismo? Quando se come só proteínas, além de promover a saciedade, o organismo gasta mais calorias para digerir proteínas do que carboidratos e gorduras. E quando as pessoas comem um grande pedaço de carne, elas param. Mas quando se come pão ou macarrão, é mais difícil parar de comer.
Se a dieta Dukan deve ser mantida por toda a vida, ela deve ser considerada uma reeducação alimentar e não uma dieta? Não é mesmo uma dieta. Imediatamente após atingir o peso desejado, não se está mais de dieta, porque a terceira fase tem proteínas, vegetais, frutas, pão, queijo, carboidratos e refeições de gala. É uma dieta normal. E depois disso, na quarta fase, não é uma dieta de forma nenhuma, existe só um dia de proteína. Um dia na semana não é muito. Uma boa dieta é uma dieta que, quando acaba, você aprende alguma coisa. E o aprendizado da minha dieta é: menos carboidratos e um pouco mais de vegetais e proteínas. Só um pouco mais. E para quem não quiser comer carne, existe o tofu e outros produtos para vegetarianos.
Não consumir determinados tipos de alimentos, como os carboidratos, pode ser um problema para a saúde? Em primeiro lugar, minha dieta, mesmo nos primeiros dias, não é sem carboidratos. Existem carboidratos em dois produtos: a aveia e os derivados do leite. Também existe gordura em peixes e carnes, mas em uma quantidade menor. Em segundo lugar, nos dias de hoje, as pessoas não se movimentam muito, então não precisam tanto de carboidratos como há 50 anos.
Quais são os efeitos colaterais da dieta? Perder peso muito rápido pode causar mau hálito. Se a pessoa não ingerir líquido o suficiente, ela pode ter dificuldades para evacuar. Além disso, é possível apresentar fadiga nos primeiros dias, dependendo da alimentação que se tinha antes da dieta e da pressão sanguínea de cada um.
Mas se é uma dieta segura, por que tem efeitos colaterais? Os efeitos colaterais são apenas aquelas pequenas coisas que eu mencionei, mas não há nenhuma consequência séria para a saúde. É preciso considerar que existe um problema e um remédio. Eu nunca ouvi falar de alguém que morreu com essa dieta, mas com diabetes e obesidade as pessoas morrem todos os dias. Por outro lado, existem benefícios. Após começar a dieta observa-se uma redução do diabetes, da pressão sanguínea, de problemas nas articulações e da apneia do sono.
A Associação Britânica de Dietistas considerou a dieta Dukan a número um a não ser seguida. O que o senhor tem a dizer sobre isso? Essas pessoas não são médicos, são nutricionistas. Estão muito bravos comigo porque eles perdem dinheiro quando as pessoas preferem comprar o meu livro a ir ao nutricionista. Os nutricionistas dizem "mil calorias por dia" e entregam um papel impresso para a pessoa. Eles dizem que a minha dieta é uma dieta para as celebridades. Algumas celebridades estão seguindo a dieta, mas eu não a fiz para celebridades. Não quero me gabar, mas acho que neste século não há outro médico que vendeu tantos livros de dieta. Mesmo Atkins, que era famoso em sua época, não vendeu tantos livros. Se vendi um milhão de livros, não é sem razão, é porque as pessoas dizem aos amigos: "Eu fiz essa dieta e ela funciona. Você pode fazer também".
Qual é a principal diferença entre a dieta Dukan e a dieta Atkins? Atkins recomenda o consumo de proteínas o quanto cada um desejar, mas ele diz o mesmo para a gordura. Na dieta dele é permitido comer manteiga e óleo, por exemplo, e para mim, nas primeiras etapas, não. A segunda diferença é que a dieta Atkins para após a segunda fase e ele diz "Se controle, faça exercícios e tome cuidado", mas "Tome cuidado" não é um programa. Essa é a grande diferença. Mas eu respeito Atkins. Eu o conheci em Nova York, era um homem muito interessante. Eu perguntei a ele "Por que você disse que não tinha problema ingerir gorduras?". Ele disse que acreditava que a gordura não era o problema, mas é um problema para o coração. Agora há um novo programa Atkins que reduz a gordura, assim como eu. Além disso, ele não aprovava os vegetais, porque eles têm carboidratos, mas é difícil fazer uma dieta sem vegetais.
As pessoas voltam a ganhar peso quando chegam à última fase da dieta? Durante a quarta fase é normal ocorrer um ganho de peso lento, de 100 a 300 gramas durante a semana, mas quando chega a quinta-feira, em que se come só proteína, esse ganho é reduzido a zero. Por isso não se deve deixar de seguir a regra das quintas-feiras de proteína, para não acumular peso novamente. Após dois a três meses isso se torna automático, não é um problema.

Mel é eficaz no alívio da tosse e pode melhorar sono de pessoas com gripe

Alimento é bom contra a tosse, especialmente se for uma tosse mais seca.
Bebês, diabéticos, quem tem refluxo ou dor de estômago devem evitá-lo.

Do G1, em São Paulo
30 comentários
Mel é uma delícia para adoçar as refeições, é uma ótima fonte de energia, mas também pode fazer bem para outros problemas de saúde, como por exemplo, a tosse.
Como explicou a otorrinolaringologista Tanit Sanchez no Bem Estar desta sexta-feira (1), usar o alimento contra a tosse não é um mito: ele realmente funciona, principalmente se a tosse for mais seca. Isso acontece porque o mel consegue proteger as mucosas da garganta e melhorar a irritação.
No caso da tosse causada por doenças respiratórias agudas, a combinação do mel com o abacaxi é ainda mais eficiente por causa da bromelina, substância derivada da fruta (veja no fim da página uma receita de suco que alivia a tosse). Além disso, um estudo feito com crianças comprovou que o mel pode ser eficaz também na melhora do sono de pessoas que têm gripe porque ajuda a reduzir a inflamação e o inchaço na garganta.
Tosse persistente pode ser sintoma de câncer de pulmão ou tuberculose (Foto: Arte/G1)
De acordo com a nutricionista Tânia Rodrigues, o mel tem quase a mesma quantidade de calorias do açúcar e, por isso, deve ser consumido com moderação. Além disso, tem também potássio, cálcio e ferro.
Porém, embora seja um produto natural, também tem contraindicações e não deve ser consumido por pessoas com diabetes, dores de estômago ou refluxo porque pode piorar o efeito dessas doenças e até agravar uma tosse eventual, como alertou a otorrinolaringologista Tanit Sanchez.
Crianças com menos de 1 ano também devem evitar o consumo de mel, principalmente se ele não tiver uma procedência confiável, já que elas ainda não têm o sistema imunológico totalmente formado.
A partir dessa idade, quando pasteurizado, o mel raramente provoca reações alérgicas e pode ser muito mais agradável do que diversos medicamentos receitados para as crianças.
De acordo com o biólogo Osmar Malaspina, existem vários tipos de mel: o de bracatinga (mais amargo), o de assapeixe, o de capixingui, o de eucalipto (com gosto mais forte), o de laranja (mais doce), o de cipó-uva e o silvestre. Porém, assim como com qualquer alimento, o consumidor precisa de cuidados na hora da compra - a dica principal é observar se o produto tem o selo de qualidade do S.I.F, Serviço de Inspeção Federal (veja na imagem).
Selo do S.I.F, que garante qualidade do mel (Foto: Mariana Palma/G1)Selo do S.I.F, que garante qualidade do mel
(Foto: Mariana Palma/G1)
O mel caseiro ou sem a vedação correta pode desenvolver uma bactéria que causa o botulismo, um tipo de intoxicação alimentar que pode ser fatal.
Por isso, é preciso prestar atenção e evitar o produto que não seja certificado ou esteja em latas estufadas e conservas que soltam gás quando abertas.
Além disso, é importante não confundir o mel com a glucose de milho. Muitas vezes, estão disponíveis no mercado produtos que parecem mel, mas na verdade são alimentos à base dessa substância, que também leva açúcar em sua composição.
Veja abaixo como preparar as receitas com mel indicadas pela nutricionista Tânia Rodrigues:
Banana assada com mel (boa para acalmar, relaxar e melhorar o sono)
Ingredientes:
4 bananas prata (cortada no sentido do comprimento)
2 colheres de sopa de mel
5 amêndoas raladas
Como fazer:
Coloque as bananas em uma assadeira e distribua o mel por cima delas. Leve ao forno e depois polvilhe as amêndoas por cima da banana assada.
Suco de abacaxi com hortelã (bom para a tosse)
Ingredientes:
3 fatias de abacaxi
10 folhas de hortelã
1 copo de água ou água de coco
1 colher de sopa de mel
Como fazer:
Bata os ingredientes no liquidificador e acrescente o mel
Molho para salada verde com mel (melhora o gosto e também alivia tosse)
Ingredientes:
1/2 de xícara de suco de limão fresco
1/3 de xícara de azeite
1 colher de sopa de mel
Como fazer:
Misture os ingredientes até ficar homogêneo
Própolis
Embora também seja um produto natural como o mel e tenha fama de ser bom para a garganta, o própolis só pode ser conservado em meio alcoólico, o que o torna um produto eventualmente irritante para as mucosas.
Alguns praticantes da medicina natural acreditam que o própolis pode prevenir o uso de antibióticos em caso de faringite viral, por exemplo, mas o melhor mesmo seria procurar um médico para que ele receitasse algo mais assertivo, como um lizado bacteriano.
A Anvisa autoriza o uso e a comercialização de própolis em diversos formatos de produto, mas ainda faltam estudos que defendam seu uso, como disse a otorrinolaringologista Tanit Sanchez.
No vídeo ao lado, a nutricionista Tânia Rodrigues e a otorrinolaringologista Tanit Sanchez respondem algumas das perguntas que os internautas enviaram durante o programa desta sexta-feira (1).
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Aquecimento Global


Aquecimento no fim da Era do Gelo já tinha relação com CO2, diz estudo

Dióxido de carbono encontrado em gelo antártico tem mais de 10 mil anos.
Para analistas, isso indica que mudança climática é, em parte, natural.

Da AFP
Os índices de dióxido de carbono acompanharam o aquecimento do clima ao final da última Era do Gelo, revela um estudo de cientistas franceses publicado esta quinta-feira (28) na revista "Science", que soluciona um enigma que intrigava os estudiosos.
A questão veio à tona com bolhas de ar atmosférico, presas em testemunhos de gelo na Antártica, que remontam ao último degelo, terminado cerca de 10 mil anos atrás.
Cristais de gelo analisados com luz polarizada (Foto: Frédéric Parrenin/AAAS)Cristais de gelo analisados com luz polarizada (Foto: Frédéric Parrenin/AAAS)
Estas minúsculas bolhas foram estudadas de perto, pois contêm dióxido de carbono (CO2), o principal gás de efeito estufa causador do aquecimento global.
Segundo o marco convencional, quanto mais alta ou mais baixa a concentração de CO2, maior ou menor é a temperatura atmosférica. Mas, estranhamente, as bolhas de CO2 não correspondiam aos níveis de aquecimento indicados na neve dos arredores, que data da mesma época.

Os céticos argumentam que isto demonstraria que os índices de dióxido de carbono subiram após o aquecimento da atmosfera terrestre.
Isto significaria que o aquecimento global atual poderia derivar, ao menos em parte, de meios naturais, e não das emissões de carbono decorrentes da queima de combustíveis fósseis, como sustenta o consenso científico.
Uma equipe chefiada pelo glaciologista francês Frederic Parrenin analisou o gelo de cinco expedições de perfuração profunda na Antártica.
Ao analisar a composição isotópica do gás nitrogênio nestas amostras, os cientistas disseram ter conseguido filtrar os indícios confusos dos dados.
No último degelo, a temperatura aumentou 19 graus Celsius, enquanto os níveis de CO2 atmosférico subiram 100 partes por milhão, afirmaram.
A discrepância se deveu ao processo físico pelo qual as bolhas de CO2 se formam em camadas sucessivas de neve.
"As bolhas de gás são sempre mais recentes do que o gelo que as cerca", reportou o Centro Nacional de Pesquisas Científicas (CNRS) francês, em um comunicado.
Os cientistas disseram que o estudo não examinou as razões para a elevação da temperatura que acompanham o degelo atual.
Há vários fatores naturais para o aquecimento global, incluindo erupções vulcânicas, bem como modificações do calor emitido pelo sol e pequenas mudanças no eixo e na órbita da Terra.

Substituir manteiga por margarina duplica risco de doenças cardíacas

Estudo foi conduzido com 458 homens que já tinham sofrido algum tipo de ataque cardíaco

Terra

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O que você passa no pão durante o café da manhã? Nos últimos 50 anos, cientistas aconselharam reduzir a ingestão de gorduras animais saturadas, encontradas na manteiga, e comer mais gorduras vegetais poli-insaturadas, encontradas na margarina. Mas agora um estudo publicado no British Medical Journal mostrou que essa substituição pode duplicar a probabilidade de morte por doenças cardíacas. As informações são do site do jornal Daily Mail.

O estudo foi realizado em Sydney com 458 homens, com idade entre 30 e 59 anos, que sofreram algum ataque cardíaco recentemente.
Metade foi aconselhada a cortar o consumo de manteiga e a outra metade a cortar a ingestão margarina. Os resultados mostraram que aqueles que consumiam mais gordura vegetal poli-insaturadas, ou ômega 6, tiveram duas vezes mais chance de morrer por uma série de fatores, incluindo doenças cardíacas.

A maioria dos estudos de intervenções dietéticas tem envolvido vários fatores, mas este é focado apenas no ômega 6, também conhecido como ácido linoleico, presente na maioria das dietas de países ocidentais.

Ele é encontrado em grande quantidade em óleos vegetais, como o de milho, girassol, cártamo e soja. Depois de ingerido, ele é convertido em ácido araquidónico, um composto que pode provocar a liberação de outras substâncias que causam inflamação, que é a principal causa de doenças crônicas.

Os pesquisadores, do Instituto Nacional de Saúde no EUA, disseram que a descoberta pode ter "implicações importantes para todo as recomendações dietéticas". Mas outros cientistas têm criticado os resultados, dizendo que eles não fornecem evidências suficientes para sugerir que as pessoas devem mudar os hábitos alimentares.

Ainda assim, de acordo com especialistas, óleos vegetais e margarinas ajudam a baixar o colesterol e a pressão arterial, mas são alimentos quimicamente modificados e não devem ser incluidos no grupo de produtos saudáveis.