7.19.2014

Obrigado Renattinha

Agradecer

Agradeço...
Por mais um dia, por novas conquistas.
Pelas Doces loucuras a ser vivida.
Pelas mãos estendidas, pelos olhares e mãos amigas.
Pelas mãos que andam dadas, pelos amores,
pelos pés que caminham lado a lado.
Pelos (meus) amores.
Por quem está junto, está perto- mesmo que longe.
Por quem colore os meus dias.
Por quem me faz muito feliz.

Para que eu também saiba colorir, saiba rir.
Para que eu saiba seguir, apesar de todos os pesares.
Para fechar ciclos necessários.
Para recomeços fantásticos.


 

É FÁCIL AMAR





É fácil amar o outro na mesa de bar, quando o papo é leve, o riso é farto, e o chope é gelado.

É fácil amar o outro nas férias de verão, no churrasco de domingo, nas festas agendadas no calendário do de vez em quando.

Difícil é amar quando o outro desaba. Quando não acredita em mais nada. E entende tudo errado. E paralisa. E se vitimiza. E perde o charme. O prazo. A identidade. A coerência. O rebolado.

Difícil amar quando o outro fica cada vez mais diferente do que habitualmente ele se mostra ou mais parecido com alguém que não aceitamos que ele esteja.

Difícil é permanecer ao seu lado quando parece que todos já foram embora. Quando as cortinas se abrem e ele não vê mais ninguém na plateia. Quando o seu pedido de ajuda, verbalizado ou não, exige que a gente saia do nosso egoísmo, do nosso sossego, da nossa rigidez, do nosso faz-de-conta, para caminhar humanamente ao seu encontro.

Difícil é amar quem não está se amando.

Mas esse talvez seja, sim, o tempo em que o outro mais precisa se sentir amado. Eu não acredito na existência de botões, alavancas, recursos afins, que façam as dores mais abissais desaparecerem, nos tempos mais devastadores, por pura mágica. Mas eu acredito na fé, na vontade essencial de transformação, no gesto aliado à vontade, e, especialmente, no amor que recebemos, nas temporadas difíceis, de quem não desiste da gente.


CONFIRA 5 MITOS E VERDADES SOBRE O USO DO ASPIRADOR DE PÓ

Confira 5 mitos e verdades sobre o uso do aspirador de pó

Confira alguns mitos e verdades sobre o uso do aparelho no combate aos ácaros.

Com a chegada das baixas temperaturas, os ambientes de casa tendem a ficar fechados por mais tempo, impedindo a ventilação e a entrada de luz solar. Esta condição é um prato cheio para os ácaros, seres microscópicos capazes de dificultar a vida de quem sofre de doenças respiratórias. Por isso é importante tomar algumas medidas para evitar sua proliferação. O uso do aspirador de pó pode ajudar nessa tarefa. Abaixo, confira alguns mitos e verdades sobre o uso do aparelho no combate aos ácaros.

Usar qualquer aspirador de pó na limpeza ajuda a eliminar os ácaros.
Mito. Os ácaros adoram pó. Para garantir a limpeza adequada de cortinas, móveis, carpetes e travesseiros, com a garantia de eliminação dos ácaros, use um aspirador de pó com filtro HEPA, que coleta até 99,9% das impurezas. O filtro retém minúsculas partículas que os aspiradores comuns não conseguem. É bom saber que os ácaros são menores ainda que o pó!

Aspiradores com sacos descartáveis são os mais indicados para quem sofre de doenças respiratórias.
Verdade. O saco descartável pode ser substituído sem que o consumidor tenha contato com a poeira e sem o inconveniente de ter de limpar os filtros. Além do benefício de ser mais higiênico, pois não há necessidade de entrar em contato com a poeira, basta retirar o saco e jogá-lo diretamente no lixo.

O ar quente dos aspiradores de pó elimina os ácaros.
Mito. O ar da saída do aspirador não tem temperatura suficiente para matar os ácaros. Essa temperatura oscila de acordo com o tempo de funcionamento do aspirador, pois está relacionada ao aquecimento do motor.

O saco descartável do aspirador de pó tem de ser sempre o original.
Verdade. O acessório descartável original filtra a sujeira corretamente, impedindo que os ácaros voltem para o ambiente. Além disso, aumentam o poder de sucção e a vida útil do aparelho.

Bocais específicos ajudam e eliminar os ácaros.
Mito. O que determina a o fim dos ácaros são os filtros e não bocais. Bocais servem para facilitar a limpeza nas diferentes áreas da casa.

Fonte: Gustavo Rosique, gerente de categoria de Aspiradores e Lavadoras de Alta Pressão da Electrolux.


As âncoras do atraso que aprisionam a administração pública

Ranço neoliberal
A obsessão dos ricos pelo ajuste fiscal permanente, o desvio de recursos decorrentes da injustiça tributária, e a privatização do patrimônio e da gestão põem o Estado em xeque: miopias a ser superadas
por Marcio Pochmann publicado
Wilson Dias/Agência Brasil
Sonegômetro
Manifestação em Brasília denuncia que até o final do ano mais de R$ 400 bilhões em impostos serão sonegados
No Brasil do início do século 21, a continuidade dos êxitos alcançados depende – em grande medida – da reorganização do Estado brasileiro. Isso porque prevalece de um lado a herança do modo autoritário, burocrático e patrimonialista conferido à gestão pública pela Ditadura Militar (1964-1985) a constranger avanços da democracia participativa no interior da função pública em praticamente todas as esferas governamentais.
De outro, o espraiamento da cultura gerencialista implantada pelos governos neoliberais dos anos de 1990 inoculou o sentido privatista no interior da administração pública brasileira. Assim, a prática do planejamento indicativo nas decisões administrativas foi substituída pela sedução anárquica do ativismo de "curtoprazismo", responsável pela desestabilização do comportamento de gestão pública consagrado internacionalmente.
Em síntese, o Brasil carrega hoje três âncoras do atraso que aprisionam a administração pública. A primeira delas refere-se ao desejo dos ricos de promover o ajuste fiscal permanente, capaz de mobilizar governos na sanha arrecadatória e contenção de gastos estratégicos para a população pobre.
Em função disso, governos neoliberais buscaram modernizar o Estado fundamentalmente para torná-lo imbatível na arrecadação de impostos, taxas e contribuições, sobretudo na população mais pobre, uma vez que em relação aos segmentos ricos manteve silêncio profundo. A elevação da arrecadação de tributos ocorreu, sobretudo, no consumo e renda do trabalho, enquanto houve corpo mole dos governos para a tributação sobre a renda da propriedade dos ricos (lucros, juros, aluguéis e renda da terra).
A segunda âncora do atraso pode ser identificada na transferência para o setor privado de parte do patrimônio do Estado e da gestão pública. Pela privatização de parcela do setor público estatal nos anos de 1990 houve a demissão de mais de meio milhão de funcionários públicos e a arrecadação de próximo de US$ 100 bilhões. Essa quantia imensa de recursos, equivalente a 15% do PIB da época, não se direcionou a ampliação dos investimentos públicos ou do gasto social, mas à contenção do papel do Estado e pagamento do endividamento público.
Pela terceirização da mão de obra no exercício da função pública tem sido atendidas exigências da Lei de Responsabilidade Fiscal, que compromete gasto de pessoal até de determinado parâmetro. Assim, o Sistema Único de Saúde (SUS) opera nacionalmente, por exemplo, por meio de ampla presença de OS (organizações sociais), o que faz com que a maior parcela dos trabalhadores do SUS seja contratada no regime da terceirização.
Por fim, a terceira âncora se relaciona aos desvios para os ricos dos recursos públicos para o incremento da política social. Para financiar a bolsa ao setor privado de alta classe média e ricos, o neoliberalismo não apenas avançou na arrecadação sobre os pobres, como também drenou recursos orçamentários da área social por meio da Desvinculação de Recursos da União (DRU) e, ainda, implantou a “canga” do superávit fiscal (economia para pagar juros da dívida interna).
A cada ano, a Receita Federal deixa de arrecadar um volume de recursos equivalente ao montante comprometido com o Bolsa Família, isso se somente considerar os abatimentos realizados na declaração do Imposto de Renda pelos gastos privados com saúde, educação e previdência. Ao mesmo tempo manifestam-se práticas de isentar tributos aos ricos na forma de impostos diretos por parte de governos estaduais e municipais, como nos casos dos grandes proprietários rurais (ITR), da especulação imobiliária e supermansões (IPTU), dos donos de aviões, helicópteros e lanchas (IPVA), entre outros.
O atraso se mostra inequívoco, aprisionando parte importante da administração pública à cultura do descrédito e do apequenamento na eficiência das políticas públicas por recorrente fragmentação. Essa miopia anacrônica do gerencialismo na gestão pública tem sido combatida a partir de 2003, conforme comprovam iniciativas direcionadas à desoneração fiscal no consumo, à reversão do processo privatista e de extensão da terceirização precarizante, à contenção da bolsa de juros aos ricos e à diminuição da DRU e do superávit fiscal.
O êxito da experiência democrática e popular alcançado desde a última década requer a sua continuidade por meio do decisivo enfrentamento às três âncoras gestadas pelo neoliberalismo. Isso implica reforçar a democrática concepção estratégica do Estado em sua relação com o mercado, bem como a inovação permanente no interior da gestão pública brasileira.
Marcio Pochmann é professor do Instituto de Economia e pesquisador do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho da Universidade Estadual de Campinas

Primeira Infância e a Formação do Cérebro


As Experiências na Primeira Infância e a Formação do Cérebro

Primeira Infância têm impacto prolongado sobre a estrutura do cérebro em formação. A carga genética funciona como a planta para uma construção, ela indica o que será construído,  mas são as experiências que determinam como a construção do cérebro se dará e se ele formará uma base sólida para aprendizado, comportamento e saúde, ao longo de toda a vida.
É na Primeira Infância que os neurônios criam conexões para se comunicarem entre si. Os circuitos e as conexões se multiplicam conforme são utilizados. O ambiente e as experiências influenciam diretamente na multiplicação desses circuitos e conexões. De acordo com esses estímulos, aqueles mais usados se fortalecem e se tornam permanentes. Em contrapartida, os menos exigidos desaparecem naturalmente.
Os circuitos mais estimulados formam uma espécie de autoestrada, na qual os impulsos percorrem muito mais rapidamente as áreas do cérebro.  Os circuitos mais simples são estabelecidos primeiro e só depois estarão prontos para permitir o surgimento dos mais complexos, responsáveis pelas emoções, habilidades motoras, controle do comportamento, lógica, linguagem e memória.
É bom lembrar que todos esses processos acontecem no início do desenvolvimento da criança, que, através dos estímulos que recebe, forma conexões fortes que percorrem todas as áreas do cérebro, que funciona totalmente interligado. As habilidades não são, portanto, isoladas. Para que se tenha uma, é necessário que as demais a complementem.
 Fotos: Leo Sanches