9.10.2011

Vaildação de limpeza



Por Julina Dalla Pria
Especialista em Gestão da Qualidade
Consultora pela HSV e professora de Pós no ICTQ

O conceito de Validação segundo RDC 17 de 16 de abril de 2010 – ANVISA é evidência documentada que demonstre que os procedimentos de limpeza removem resíduos a níveis pré-determinados de aceitação, levando em consideração fatores tais como tamanho do lote, dosagem, dados toxicológicos, solubilidade e área de contato do equipamento como produto;


A Validação de Limpeza está incluída nesse conceito, sendo um dos itens que constitui as Boas Práticas de Fabricação. Quando tratamos de Validação de Limpeza, a principal consideração é a SEGURANÇA DO PACIENTE.
 

Já para as expectativas regulatórias, as principais considerações são: evitar adulteração em produtos, consistência e processos controlados,
além de ser foco nas inspeções.
 

Para que haja um bom desenvolvimento dos estudos de Validação de Limpeza, as empresas devem eleger uma equipe multidisciplinar, com
profissionais qualificados e treinados para a participação dos estudos.
 

O ideal é que os colaboradores da Garantia da Qualidade, Controle de Qualidade e Produção no mínimo participem ativamente na elaboração e
execução dos Protocolos e elaboração dos Relatórios dos Estudos de Validação de Limpeza.
 

Nesses setores em geral é que estão concentradas as atividades de um estudo, pois pela Garantia da Qualidade é que são padronizados e implantados os documentos, pelo Controle de Qualidade é que são analisadas as amostras e pela Produção é que são executados os procedimentos de limpeza dos equipamentos.
 

Para a execução de um estudo de Validação de Limpeza, levamos em conta cinco principais elementos, sendo eles:


1. Procedimentos de limpeza;
2. Procedimentos para determinar a limpeza(ex. Swab);
3. Testes de teor para resíduos de ativos e de agentes de limpeza;
4. Limites de resíduos químico e microbiológico;
5. Protocolos e Relatórios para Validação de Limpeza.
 

Para a realização de um estudo de Validação de Limpeza, é necessário que seja elaborado um Protocolo detalhado, contendo:
 

1. Objetivo e Responsabilidades;
2. Referência ou cópia dos procedimentos de limpeza escritos e aprovados a serem validados;
3. Especificação do equipamento e processo de limpeza que a ser validado;
4. Preparo da solução limpeza;
5. Estudos de recuperação;
6. Métodos analíticos validados,
7. Procedimento de amostragem;
8. Locais a serem amostrados (incluindo diagramas, fotografias ou figuras para identificação das partes do equipamento);
9. Intervalo entre o final da fabricação e início da limpeza;
10. Relação dos produtos cobertos pelo estudo;
11. Critérios de aceitação (limites);
12. Monitoramentos após a validação de limpeza;
13. Quando a revalidação deve ser aplicada.
 

Os procedimentos de limpeza são de extrema importância e devem estar padronizados, detalhados ao máximo e especificando por exemplo:
 

1. Agente de limpeza e concentração;
2. Temperatura da água/ agente de limpeza;
3. Grau da água (potável/ purificada/ injetável);
4. Pressão da água/ agente de limpeza;
5. Tempo de contato com o equipamento;
6. Volume utilizado;
7. Fluxo e pH;
8. Instruções claras e completas de limpeza;
9. Inspeção visual do equipamento limpo.
 

Os operadores responsáveis pela execução dos procedimentos de limpeza devem ser treinados periodicamente e qualificados para a atividade.
 

A maior dificuldade encontrada pelos profissionais é acreditarem que seus procedimentos são detalhados e padronizados para a execução da limpeza dos equipamentos envolvidos na fabricação dos produtos. Dão início aos estudos de Validação de Limpeza e durante os estudos verificam que o que está escrito, pode não ser o que está sendo realizado. Por isso, a importância de se revisar todos os procedimentos
antes do início de um estudo. Regra para procedimentos padronizados: ”escrever o que vai fazer e fazer o que está escrito”, exatamente.
 

Existem alguns métodos de determinação para critérios de aceitação / limites, como:
 

1. Inspeção visual;
2. 1/1000 Mínima Dose Terapêutica Diária;
3. 10 ppm no próximo lote;
4. Avaliação Toxicológica.
 

O método mais usual para resíduos de ativos é a 1/1000 Mínima Dose Terapêutica Diária e para resíduos de agentes de limpeza 10 ppm no próximo lote.
 

Tipicamente se calculam os dois limites e sempre se utiliza o limite mais conservador. A inspeção visual dever ser sempre utilizada como complemento, indiferentemente de qual dos dois critérios de aceitação/ limites é selecionado.
 

Para se calcular os critérios de aceitação/ limites, recomenda-se montar um tabela com todas as características de cada produto por linha de fabricação, como por exemplo solubilidade, rota de administração, concentração e diluição, potência e toxicidade; que facilitará na escolha de um “PIOR CASO” como indicador de limpeza.
 

A escolha de um “PIOR CASO” visa reduzir os trabalhos de validação, onde escolhe-se o pior ou os piores casos que possam dar suporte ao trabalho de validação de limpeza, podendo extrapolar para outros produtos. Existem algumas técnicas de amostragem utilizadas nos estudos de Validação de Limpeza, como:


1. Swab;
2. Rinsagem;
3. “Coupon sampling”;
4. Teste com placebo;
5. Monitoramento direto da superfície;
6. Inspeção visual.


As técnicas mais utilizadas são swab ( para recuperação de resíduos químicos de ativos e de agentes de limpeza e para microbiologia) e rinsagem ( para recuperação de resíduos químicos e para microbiologia).
 

As amostras devem ser analisadas tanto microbiológico quanto químicamente.
 

Os métodos analíticos para a determinação da limpeza de resíduos químicos podem ser adaptados do método analítico de determinação de
teor.
 

Podem ser caracterizados como testes específicos ou testes não específicos, dependendo do equipamento utilizado. Devem ser validados quanto a especificidade, linearidade, precisão – repetibilidade, precisão intermediária, limite de detecção, limite de quantificação, exatidão e robustez segundo RE 899 de 29 de maio de 2003 – ANVISA.
 

Quando se utilizar um método não específico, deve-se assumir que o resultado obtido é somente devido à substância monitorada. Todo estudo deve ser realizado após a fabricação e limpeza dos equipamentos utilizados no processo de três lotes de produção.
 

O tempo máximo de espera entre o final do processo e o início da limpeza deve ser documentado no estudo, assim como a duração máxima em campanha (número de lotes e número de dias). O Relatório do estudo deve ser elaborado contendo:
 

1. Todos os componentes descritos no protocolo;
2. Todos os resultados de monitoramento;
3. Detalhamento de qualquer desvio do protocolo;
4. Parâmetros que possam limitar a aplicação do procedimento de limpeza;
5. Conclusão e aprovação.
 

Após a conclusão de um estudo de Validação de Limpeza, toda e qualquer mudança deve ser avaliada pelo setor responsável e documentada.
 

Um procedimento de Controle de Mudanças deve ser adotado para o controle das alterações que possam ter impacto nos processos e procedimentos já validados. É uma ferramenta muito eficiente e utilizada.
 

Alguns exemplos de mudanças críticas que devem ser revalidadas são:
 

1. Tempo de enxágüe,
2. Agente de limpeza /detergente (marca, concentração);
3. Temperatura, volume e pressão da água;
4. Introdução de novos produtos na linha de fabricação.
 

Recomenda-se que sejam realizados testes periódicos de verificação no limite. A frequência destes testes deve ser determinada pelo tipo de equipamento/ processo/ produto utilizados.
 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


RDC 17 de 16 de abril de 2010 - ANVISA - www.anvisa.gov.br

Guias relacionados à garantia de qualidade de 31 de outubro de 2006 – ANVISA – www.anvisa.gov.br

RE 899 de 29 de maio de 2003 – ANVISA - www.anvisa.gov.br

EC Guideline for Good Drug Manufacturing Practice.

The Merck Index

ICH Good Manufacturing Practice Guideline for Active Pharmaceutical Ingredients. (July 23 1999)
 
Principles of Qualification and Validation in Pharmaceutical Manufacture
 
Recommendations on Cleaning Validation. (ref. Document PR 1/ 99 March 1999)
 
Guide to inspections of validation of cleaning processes (July 1993)
 
Guide to inspections of topical drug products Manufacture, processing or holding of active pharmaceutical ingredients, draft document, FDA, March 1998.
 
Good Manufacturing Practices for Active Ingredient Manufacturers – August 1996.
 
Draft PhRMA BPC Cleaning Validation Guideline. (November 1996 Edition)
 
Fourman Mullen, ‘Determining cleaning validation acceptance limits for pharmaceutical manufacturing operations’, Pharmaceutical Technology. (April 1993)
 
Mc Cormick, Cullen, ‘Cleaning validation’, Pharmaceutical Process Validation, second edition. (1992)
 
Zeller, ’Cleaning Validation and residue limits: a contribution to current discussions’, Pharmaceutical Technology Europe. (November 1993)
 
Bismuth, G. & Neumann, S. ‘Cleaning Validation – A Practical Approach’,
 
Interpharm Press. 2000.

 comentário(s) sobre o artigo:




de Vanessa Souza Nogueira Silva
 
Um dos requisitos básicos na BPF para evitar a contaminação cruzada ou por microorganismos/partículas, é o desenvolvimento e implementação de programas de limpeza eficientes. Quando nos referimos a áreas limpas, a exigência é evidentemente maior pelas características deste ambiente onde há uma exposição do produto, como também nas áreas de manipulação e envase, ou ainda na manipulação de produtos estéreis.

de Beatriz Jacinto Xavier

A limpeza na indústria farmacêutica é muito importante, mas a garantia da reprodutibilidade deste procedimento e mais crítico e por isso validar, testar e checar novamente torna-se obrigatoriedade ainda mais em um ambiente com uma facilidade imensa de contaminação e de detalhes durante o controle que pode fugir aos olhos humanos e da eficiência da máquina.
de Fabiana Togisaki das Chagas Matos

A implementação de um Sistema de Garantia de Qualidade, em uma indústria farmacêutica, é uma obrigatoriedade determinada por leis sanitárias. Entretanto é preciso entender que a qualidade dos produtos produzidos é um processo integrado de tomada de ações e definições de um sistema como um todo. É necessário, portanto conhecer e recorrer à melhor ferramenta de qualidade que se adéqüe ao produto e a sua legislação específica, na tentativa de se evitar as não conformidades. Portanto todas as áreas da empresa que possuem ligação direta ou indireta com a qualidade do produto devem participar do processo de Garantia de Qualidade da empresa.
A padronização dos documentos visa garantir a reprodutibilidade, de forma ordenada e semelhante ao descrito, de forma a controlar o padrão de qualidade apropriado.
A forma de exposição da aula permitiu ordenar as etapas do Sistema de Garantia da Qualidade de forma seqüenciada e lógica de como um processo deve ser. Enfatiza também que a documentação consiste na parte essencial do SGQ e que deve estar relacionado com todos os aspectos relevantes a qualidade.

de Elane Bergone

A validação de limpeza é implementada na indústria farmacêutica para estabelecer um alto padrão de qualidade na fabricação de medicamentos, mecanismo pelo qual assegura que um sistema de fabricação esteja atendendo todas as especificações farmacêuticas. É uma exigência determinada por agências regulatórias. “Validar é sinônimo de garantia em seus processos, porém também requer altos investimentos. Uma boa política de qualidade implementada em uma empresa com certeza vai requerer processos de validação. Portanto, investimento e uma boa gestão de qualidade são extremamente necessários”
Seguindo os procedimentos em conjunto com uma equipe multidisciplinar qualificada e treinada para execução de todas as ferramentas para a validação do processo, poderemos assim assegurar a "segurança do paciente"

APOSTE NAS FRUTAS VERMELHAS PARA FICAR MAIS JOVEM

Aposte nas frutas vermelhas para ficar mais jovem Descubra os benefícios dos produtos de beleza à base destes ingredientes!


Quer escolher o melhor produto de beleza? Então, opte pelos vermelhos. Sim, aqueles que têm as frutas vermelhas como ingredientes principais são muito eficientes e garantem resultados mais rápidos. Com grande quantidade de antioxidantes, essas frutas são ótimas aliadas no combate ao envelhecimento precoce.

Para comprovar os poderes da framboesa, morango e amora, cientistas da Universidade Hallym, na Coréia do Sul, separaram ratos em dois grupos e o expuseram à radiação solar. Um deles recebeu aplicações de um creme com ácido elágico, antioxidante presente nessas frutas. Após oito semanas, esses animais desenvolveram menos rugas do que os que não ganharam a proteção.

A explicação para isso é que o antioxidante bloqueia uma enzima que é secretada quando a célula sofre algum tipo de danificação. Por isso, cremes para o corpo, o rosto e, até mesmo, xampus à base destas frutinhas milagrosas estão em alta. Aproveite a onda!

Receita para revitalizar o seu rosto:

Ingredientes

3 morangos
1 colher de sopa de iogurte natural
1 colher de sopa de aveia
1 colher de sopa de mel

Modo de preparo

Bata tudo no liquidificador até que fique bem homogêneo.

Como usar

Limpe bem a pele e aplique a máscara em camadas generosas. Deixe agir por cerca de 30 minutos e retire com água gelada. A dica é que você faça isso pelo menos uma vez por semana.

MORANGOTERAPIA: DESCONGESTIONA E DESINTOXICA O ORGANISMO

Morangoterapia: descongestiona e desintoxica o organismo

Além de saborosa, a fruta ajuda você a ficar mais bonita.
O morango é conhecido pelo seu sabor e sua beleza. Seja na salada de frutas, em tortas doces ou simplesmente com um toque de creme de leite, esta delícia é capaz de deixar qualquer receita mais saborosa. Além de um sabor agridoce, o morango oferece uma série de benefícios, já que é rico em ferro, potássio, magnésio, fósforo, cálcio, fibras, vitaminas A, B e C, sendo que esta última é um poderoso antioxidante que ajuda na cicatrização, previne a flacidez, combate infecções e controla a glicemia e o colesterol.
Com tantos benéficos, as indústrias de cosméticos não pensaram duas vezes para agregar este incrível alimento a novos produtos e as clínicas estéticas andam apostando na fruta para lançar tratamentos quase milagrosos. Um deles é a Morangoterapia, que pode ser feita por homens e mulheres de todas as idades, pois não tem contraindicação.
O tratamento traz diversos benefícios para o corpo e para a face, além de proporcionar momentos de relaxamento. Funciona como uma verdadeira faxina corporal e é indicado para quem necessita descongestionar e desintoxicar o organismo.
A Morangoterapia começa com uma esfoliação corporal à base de morangos, que irá remover células mortas e secas, recuperando a aparência natural da epiderme. Em seguida, um delicioso banho de ofurô com sais de banho de morangos é preparado para ajudar no relaxamento mental e muscular.
A biotermia (processo de reconstrução) é feita com a aplicação de máscara corporal e facial firmadora e antioxidante, com argila e morangos. O próximo passo é uma reflexologia nos pés para diminuir a tensão no corpo. Para finalizar, o cliente recebe uma bela massagem relaxante com óleo de morangos e ainda uma degustação da fruta.
Mais informações
Deep Laser
www.deeplaser.com.br

COMER MORANGO MELHORA A OXIDAÇÃO DO SANGUE

Comer morango melhora a oxidação do sangue

Morangos devem fazer parte de uma dieta saudável.

O morango é uma fruta bastante popular e que nos remete à sensualidade e a feminilidade. Mas, o seu poder vai muito além disso. De acordo com uma pesquisa realizada por cientistas da Universidade Politécnica de Marche, na Itália, e da Universidade de Granada, na Espanha, a fruta aumenta a resposta dos glóbulos vermelhos do sangue ante o estresse oxidativo (desequilíbrio entre a formação e remoção de agentes oxidantes no organismo), que ocorre em situações como: doenças cardiovasculares, câncer ou diabetes.
De acordo com a publicação "Food Chemistry", nesta pesquisa, um grupo de 12 voluntários saudáveis ingeriu meio quilo de morangos do tipo Sveva todos os dias durante duas semanas, para demonstrar que o consumo regular da fruta melhora a capacidade antioxidante do sangue. Ao longo do período em que voluntários ingeriram durante o dia 500 gramas de morangos, foram recolhidas amostras de sangue, sendo que o mesmo processo foi repetido um mês após esta pesquisa.
De acordo com a publicação, os resultados revelam que o consumo regular do morango pode melhorar a capacidade antioxidante do plasma sanguíneo e a resistência dos glóbulos vermelhos à fragmentação oxidativa. "Percebemos que algumas variedades de morangos tornam os glóbulos vermelhos mais resistentes ao estresse oxidativo. Este fato pode ser de grande importância, se considerarmos que esse fenômeno pode conduzir a doenças graves", explicou o líder do estudo, Maurizio Battino.
A equipe analisa, também, as variações causadas pela ingestão de quantidades menores de morangos, pois o consumo médio tende a ser o equivalente a uma tigela de 150 ou 200 gramas por dia. "O importante é que façam parte de uma dieta saudável e equilibrada, dentro das cinco porções diárias de frutas e legumes", apontou o cientista.
Os cientistas continuam a analisar diferentes variedades de morangos, já que cada uma tem as suas próprias quantidades e proporções de antioxidantes.
Os morangos apresentam grande quantidade de compostos como os flavonóides, que diminuem o estresse oxidativo que acontece no confronto entre "tipos reativos do oxigênio”, em particular, os radicais livres e as defesas antioxidantes do organismo.

COMBINAÇÕES ALIMENTARES PODEM SER PERIGOSAS


Combinações alimentares podem ser perigosas
Fique atento na hora de escolher o que irá comer!
Cuidar da alimentação virou uma obsessão entre homens e mulheres, principalmente entre os mais jovens. Mas é preciso saber que ter uma boa alimentação não é somente saber quantas calorias cada alimento tem ou comer nas horas certas. Ter uma alimentação saudável é, também, conhecer quais as combinações você pode fazer durante as refeições e o que está terminantemente proibido. Seja no almoço, no jantar, no lanche ou na mesa de um bar, é necessário ter atenção aos seus pedidos. As combinações podem ser perigosas e nada favoráveis a sua “dieta balanceada”. Para tirar qualquer dúvida, o nutricionista Daniel Chreen fala sobre seis combinações que podem ser explosivas. Vamos saber mais?
1 – Carnes com derivados do leite: Esta combinação é prejudicial em virtude de diversos fatores. Desde o déficit no tempo de digestão (por reduzir a velocidade no qual o alimento sai do estômago para o intestino) até a inibição de absorção de alguns nutrientes justificada pela interação antinutricional entre o ferro (proveniente das carnes) e o cálcio (dos derivados do leite).
2 – Bebidas como refrigerante, café, chocolate ou mate consumidas no almoço ou no jantar: Essas bebidas possuem cafeína, um estimulante que atua diretamente no funcionamento do sistema digestivo. Além disso, refrigerantes são ricos em açúcares simples o que torna a indigestão ainda mais provável. Para serem aliados da digestão estes alimentos devem ser consumidos após 40 ou 60 minutos após a refeição.

3 – Diferentes tipos de carnes no mesmo prato: As carnes, em geral, fazem com que o sistema gastrointestinal libere substâncias amoniosas (ricas em amônia, que em excesso pode ser uma substância tóxica ao organismo) para excreção. O excesso na escolha desses alimentos tende a causar flatulências. Ainda mais quando no prato ainda são colocadas leguminosas como feijão preto.
4 – Chope com aperitivos gordurosos: Quando consumir sua bebida alcoólica moderadamente, procure intercalar com copos de água para evitar a desidratação e outros efeitos maléficos do álcool. Quando estas bebidas são combinadas com petiscos mais calóricos, a tendência é um acumulo adiposo mais acentuado em virtude de um metabolismo mais lento pela absorção do etanol, ainda presente no estômago.
5 – Caldos de carne e temperos industrializados nas refeições: Eles são ricos em sódio, sendo altamente contra indicados para pessoas com intercorrências cardiovasculares, hepatopatas (doenças do fígado) e gestantes, em decorrência da retenção de líquidos que o excesso deste nutriente pode causar.
6 – Docinhos ou sucos em pó no almoço e no jantar: Alimentos com excesso de açúcares simples devem ser evitados juntamente com consumo de fontes de amido como batata, milho, arroz e mandioca. Como os açúcares mais simples provenientes destes doces serão somente absorvidos no intestino, eles dificultam a digestão do amido desde a sua interação com a saliva até o intestino. Retardando o processo digestivo de maneira prejudicial.
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