12.16.2012

QUEDA DE CABELO

4 coisas que aumentam a queda de cabelo

Dicas para você acabar com este mal de uma vez por todas!!!

Qual mulher nunca sofreu com a queda de cabelo. Apesar dos especialistas garantirem que este é um problema sério, a verdade é que ninguém dá tanta importância quando as madeixas começam a cair.
Para que este não seja também o seu problema, confira algumas dicas fáceis e baratas para colocar um ponto final na queda de cabelo!
- Abusar do secador pode queimar o couro cabeludo e roubar a água dos fios, deixando-os fragilizados.
­ A tração dos fios no rabo de cavalo pode levar à queda. Para aliviar, use sempre elásticos revestidos de tecido.
­ O estresse pode causar alterações hormonais no organismo, sendo um dos causadores da queda.
­- Invista em uma dieta equilibrada, com vitaminas, proteínas e minerais, especialmente ferro, cobre e zinco.

Os cabelos são uma forma de exibição da beleza, principalmente feminina, pois contribuem significativamente com esta. No entanto, às vezes algum descuido ou aplicação de produtos químicos podem com o tempo danificar o cabelo, principalmente as tinturas e a exposição ao sol e ventos. No entanto, hoje já há diversos tratamentos disponíveis para reparo e cuidado dos cabelos, sendo que alguns são naturais, outros tecnológicos e químicos.
Tratamento Capilar
Tratamento Capilar
A melhor forma de manter os cabelos saudáveis se você costuma se expor ao sol freqüentemente ou mesmo que não faça, é fazer hidratações regularmente, cada seção tem um preço médio de 10 reais, o que é acessível para praticamente todos. Os produtos naturais estimulam o crescimento capilar de modo natural, além de cessarem também a perda de cabelo e facilitarem a nutrição deste. Há também a terapia a laser, indicadas até mesmo para calvície, mas o preço das sessões é extremamente caro, estão em torno de 300 euros. O produto com melhor avaliação até o momento é o Foliactive, desenvolvido para frear a perda de cabelo e estimular o crescimento deste de modo natural.

A CEIA IDEAL PARA QUEM TEM PROBLEMA DE CORAÇÃO

A ceia ideal para quem tem problema de coração
Especialista diz tudo o que pode e o que não pode ter na sua ceia!

A alimentação é uma aliada no controle e na prevenção de diversas doenças. Por isso, para quem sofre de problemas cardiovasculares, por exemplo, o Natal pode se transformar em uma terrível preocupação. De acordo com especialistas, o segredo está em substituir alimentos calóricos por produtos ricos em fibras, vitaminas e sais minerais, que auxiliam na digestão e no controle de males como diabetes, hipertensão, colesterol, entre outros
"Podemos também ser criativos e cuidadosos na escolha e no preparo das ceias para torná-las saudáveis e menos calóricas, sem abrir mão do sabor característico. No prato principal é importante usar carnes brancas como o peru, chester, frango, tender magro e lombo acompanhado de cereais integrais como arroz com sete grãos, que tem grande valor nutritivo e é pouco calórico", esclarece o cardiologista e nutrólogo do HCor - Hospital do Coração, em São Paulo, Dr. Daniel Magnoni.
Segundo o nutrólogo do HCor, uma ceia saudável deve seguir algumas regras para que a mesma não se torne prejudicial à saúde. “O consumo excessivo de carne de porco, a ausência de fibras, o abuso de doces, carboidratos e ingestão desmedida de álcool são fatores capazes de inverter as expectativas de uma refeição saudável”, explica.
Confira abaixo algumas dicas para as ceias de fim de ano. Saiba como se preparar para as comemorações e evitar os abusos alimentares:
Antes da ceia:
• Faça pequenas e leves refeições durante o dia. Evite deixar de se alimentar, pois a ausência de líquidos e alimentos pode provocar fraqueza, tontura e mal-estar.
• Beba bastante líquido durante o dia;
• Não belisque os alimentos enquanto estiver preparando a ceia, assim você estará evitando as calorias extras e se sentirá vitoriosa por isso; Prepare-se com antecedência. Procure diminuir a ingestão de açúcar e adote uma alimentação light duas semanas antes das festas. Evite ao máximo as carnes vermelhas e os pães.
Na Ceia :
• Procure preencher o prato com um tipo de carne branca, a metade com saladas e o restante com acompanhamentos saudáveis. De sobremesa, escolha apenas um tipo. Opte por frutas que auxiliam na digestão, como é o caso do abacaxi.
• Entre todas as opções de carnes existentes para as comemorações de fim de ano, de preferência para as assadas e grelhadas. Se possível, retire a pele, pois ela é rica em gorduras e calorias;
• Evite os molhos à base de maionese, prefira os feitos com iogurte.
• Entre as opções de frutas natalinas prefira as frutas frescas (melão, melancia, uva, kiwi, morango), pois são menos calóricas;
Consumo de bebidas:
* Prefira ingerir sucos e água.
* Seja moderado nas bebidas alcoólicas. Brinde o Natal e o Ano Novo com uma taça de champanhe ou de vinho;
* Opte por suco de uva orgânico, vinho tinto orgânico (até dois cálices) ou vinho sem álcool. Substitua o refrigerante por sucos de frutas naturais, chás gelados e muita água;


Luciana Gimenez leva filho para assistir a show de Mick Jagger em NY



Lucas e Luciana estão em NY para prestigiar o pai do menino,
Mick Jagger/ Foto: reprodução
Luciana Gimenez embarcou com o filho, Lucas Jagger, para Nova York, onde vai assistir, ao convite do pai do menino, o cantor Mick Jagger, à última apresentação da turnê comemorativa dos 50 anos dos Rolling Stones, que acontece no dia 15 no Prudential Center, em Nova Jersey. Luciana e o filho vão ficar hospedados no apartamento da apresentadora em Nova York. “O Mick é um excelente pai para o Lucas. E eu jamais deixaria de estar presente com o nosso filho em um show tão marcante como esse”, afirma Luciana. O canal Multishow vai exibir a apresentação ainda neste mês.

Eu sou homossexual

Tatá Lopes, atriz
Se tem coisa que eu não entendo é o porquê de essa frase ainda chocar tanto.
Achei conveniente começar o meu texto dessa forma. Mas eu poderia intitular esse texto de  “Eu sou bonita” ou “Eu tenho cabelos brancos” ou “Eu gosto de chuchu cru”.
Pensando bem, eu não começaria esse texto falando dos meus cabelos brancos. Morro de vergonha deles e os escondo uma vez por mês na cadeira do salão.
Mas, no caso da sexualidade, muitas das vezes é difícil de esconder. Principalmente quando não se tem vergonha dela.
Afinal, por que escondê-la? Por que por máscara no que faz parte de sua identidade? Porque continuar no armário?
No armário pode parecer mais seguro. É compreensível. Principalmente quando há casos como o de André Baliera, brutalmente espancado por dois idiotas.
Segundo a própria vítima e testemunhas que estavam no local, André caminhava na rua quando começou a ser agredido verbalmente por dois homens dentro de um carro. Assim sem mais nem menos. Baliera começou a retrucar às agressões, ainda também no campo das palavras. Ele poderia ter ficado calado? Sim, poderia. Mas quem conseguiria? Por que o faria? Quem teria sangue frio para ser agredido e não responder à altura?
Eu não teria.
Os dois rapazes musculosos e com blusas coladas em seus corpos sarados desceram do carro e espancaram André. Assim, como quem não quer nada. Apenas porque André não tem vergonha de defender sua sexualidade. Bem diferente de mim, que tento esconder minha idade sentando na cadeira do cabeleireiro uma vez por mês.
Eu me pergunto se as duas moçoilas, digo, rapazes, fariam o mesmo se André estivesse na praia, ali em frente à Farme de Amoedo, no conhecido “point gay” de Ipanema, onde milhares de rapazes (que, por coincidência ou não, são bem parecidos com os que bateram em Baliera) se reúnem nos fins de semana.
Penso que eles não seriam tão “machos”, não.
A gente precisa parar de achar que homossexuais são seres de outro planeta, que a gente não convive com eles, que eles são diferentes de qualquer outra pessoa, que eles não estão nas nossas famílias, ali, escondidos num armário.
Como não tivemos até hoje um beijo entre dois homens ou duas mulheres de forma decente na televisão brasileira.
Na verdade, acho até meio burro. Americano, que não é nada bobo na arte de ganhar dinheiro, sabe o quanto atingir esse grupo é importante  e rentável. Já fizeram seriados de gays e lésbicas de todos os tipos. Sabem que os homossexuais são consumidores vorazes, existem e não são diferentes. Muito pelo contrário: têm mais voz, porque estão acostumados a ter que gritar pra ser ouvidos. Estão acostumados a ter que responder sempre que ofendidos. Como André Baliera e tantos outros.
Eu vou sempre lutar pelo que é meu de direito – quando o que é meu de direito não infringir o direito do outro. O direito de trepar com quem eu quiser, a hora que eu quiser, do jeito que eu quiser. O direito de ter celulite,  de dar pinta, o direito de encher a cara de botox, o direito de ser quem eu quiser ser. Eu luto pelo meu direito de ser eu mesma e de andar na rua sem medo.
Não, eu não sou homossexual. Mas se eu tivesse começado esse texto dizendo que “eu gosto de chuchu cru” você teria começado a lê-lo?
Época

Estudo relaciona homossexualidade com alteração na divisão celular

Área da biologia chamada epigenética pode ter papel nesse processo.

Cientistas americanos criaram modelo matemático e biológico para análise.

Do G1, em São Paulo
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Possíveis fatores que determinam que uma pessoa seja homossexual têm sido alvo de inúmeros estudos científicos, e uma nova pesquisa americana aponta que uma área da biologia chamada epigenética pode estar envolvida nesse processo.
A epigenética é diferente da genética, que abrange os genes e a hereditariedade. No primeiro caso, o ambiente favorece mudanças nas divisões celulares, mas que não interferem na sequência de DNA – ou seja, as alterações geralmente ficam apenas com o próprio indivíduo e são produzidas de novo a cada geração.
Segundo o trabalho do Instituto Nacional de Matemática e Síntese Biológica (NIMBioS) dos EUA, publicado online no periódico "The Quarterly Review of Biology", interruptores sexuais temporários, que normalmente não são transmitidos e simplesmente se "apagam" entre as gerações, podem levar à homossexualidade quando escapam de serem deletados e acabam passados do pai para a filha ou da mãe para o filho.
Membros da comunidade filipina de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros (LGBT) lutam pela sua aceitação e direitos iguais no país (Foto: Cheryl Ravelo/Reuters)Membros da comunidade filipina de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros (LGBT) lutam pela aceitação e direitos iguais no país (Foto: Cheryl Ravelo/Reuters)
Do ponto de vista evolutivo, a homossexualidade é uma característica que não seria esperada para se desenvolver e persistir diante da teoria de seleção natural de Darwin. Estudos anteriores mostram que a atração pelo mesmo sexo pode se repetir em uma mesma família, levando pesquisadores a presumir que haja um embasamento genético para a preferência sexual. Apesar dos numerosos trabalhos que buscam uma ligação genética, porém, nenhum gene importante ligado à homossexualidade já foi encontrado.
Na atual pesquisa, a equipe do Grupo de Trabalho sobre Conflitos Intragenômicos do NIMBioS criou um modelo matemático e biológico para delimitar o papel da epigenética na homossexualidade. Os cientistas juntaram a teoria da evolução darwiniana com recentes avanços no entendimento da regulação molecular por meio da expressão de genes e do desenvolvimento sexual ligado a andrógenos – substâncias que estimulam e controlam as características masculinas em uma pessoa.
Alguns "marcadores epigenéticos" produzidos no início do desenvolvimento fetal protegem cada sexo de uma variação substancial de testosterona que ocorre mais tarde. Em meninas, esses marcadores impedem que elas se masculinizem demais – e, nos meninos, de menos. Alguns interferem nos órgãos genitais, outros na identidade sexual, e outros na preferência por um parceiro.
Quando esses marcadores são transmitidos de uma geração para outra, de acordo com o estudo, eles podem causar efeitos inversos, como a feminização de alguns traços em meninos – por exemplo, a orientação sexual – e a masculinização parcial das meninas.
"A transmissão de marcadores epigenéticos sexualmente antagônicos entre as gerações é o mecanismo evolutivo mais plausível para o fenômeno da homossexualidade humana", disse o coautor do estudo Sergey Gavrilets, diretor associado do NIMBioS e professor da Universidade do Tennessee, em Knoxville.