1.25.2011

Beijar criança na boca



DISCIPLINA, VALORES E FILOSOFIA
  por: Fábio Goulart -
Foto: BEIJAR CRIANÇA NA BOCA

Olá amigos.
Hoje fui levar minha filha ao médico e lá vi uma matéria na Pais e filhos de Setembro que vou reproduzir aqui.
Gostei da matéria, pois nós, mestreS, professores e instrutores sempre nos deparamos com crianças que querem dar beijinhos quando chegam ou vão embora... Lógico, isso é carinho e vamos sempre beijar, abraçar, porém, sempre com um limite, demonstrando quem você representa no Dojan ou na sala de aula.
Temos que tomar muito cuidado, pois às vezes, esses aluninhos ou aluninhas na hora de darem o tchau, vêm em sua direção com a boca diretinho na sua... e logicamente você dá a bochecha.....

Isso não é raro acontecer.

Vale a pena orientar os pais e lógico, não podemos mudar a educação passada em casa e se eles acham isso correto, que continuem assim, porém, acho que,com o mínimo de conhecimento e profissionalismo não devemos de modo algum, deixar isso acontecer em nosso local de trabalho.. Jamais......

Aí vai a matéria.

Beijar criança na boca

Ok, pode ser algo cultural. Afinal, homens russos se beijam na boca e tudo bem, pode haver culturas em que pais beijem os filhos na boca sem que haja nenhuma conotação sexual. Mas, vamos combinar que, na nossa cultura, beijar criança é, na melhor das hipóteses, esquisito. E, na pior, um risco. Porque se você beija o filho na boca, um outro adulto mal intencionado pode querer beijar também. Com intenções bem diferentes das suas. Até pedófilas mesmo. Pois é. Pai e mãe tem de pensar em tudo, até nisso. Sem contar que o hábito é contrário a todas os preceitos de higiene: pela boca podemos passar vírus (tipo o da gripe suína) e bactérias (como a que provoca a cárie). Claro, se você beija e não acha nada demais continuar, quem somos nós pra nos metermos na sua vida doméstica. Mas, por favor, evite fazer isso na nossa frente. E pense bem se é mesmo o caso.

Depois de muita polêmica, especialistas falaram sobre o assunto :
Pode ou não?
Você dá selinhos no seu filho? Buscamos a opinião de especialistas para descobrir: afinal, beijar criança na boca faz mal?
Por Marianna Perri, filha de Rita e José
Depois dos muitos comentários e da polêmica gerada pela coluna Não me Irrita deste mês da revista Pais & Filhos, resolvemos buscar a opinião dos especialistas sobre o selinho entre pais e filhos.

Segundo o infectologista Milton Lapchik, o estalinho pode transmitir algumas doenças, como herpes simples, micoses e outras infecções causadas por vírus. Ele lembra: para que a transmissão ocorra, ou o adulto ou a criança precisam estar no período de transmissão dos microorganismos, mas vale ressaltar que muitas das lesões de pele são imperceptíveis.

Além disso, o contato entre os lábios pode transmitir bactérias específicas da cárie, segundo o presidente da Associação Odonto-criança, Daniel Korytnicki.

Para os especialistas, é importante também que os pais deixem claro que o selinho é uma demonstração de afeto que só deve acontecer dentro de casa, entre os pais e o filho. Os adultos podem conversar com os pequenos ou demonstrar no dia a dia.

Explicar a diferença entre um estalinho e o beijo na boca de um casal é "é fundamental", já que as crianças pequenas podem confundi-los, diz a psicóloga Blenda Marcelletti. Isso ocorre, principalmente, com a exposição das crianças aos beijos exibidos em filmes e novelas, que podem estar inseridos em uma sexualidade que está além da capacidade de processamento cognitivo e emocional dos pequenos.

A médica ainda ressalta que os pais não devem dizer que são “namorados” dos filhos, pois esta é uma forma de enviar uma mensagem confusa e alterar a conotação das demonstrações de carinho entre eles.

Com tantas outras formas de demonstrar carinho e afeto, deixar de dar selinhos no seu filho não prejudicará o estado emocional e psicológico dele, explica a psicóloga. Em algums casos, a aproximação física pode enviar uma mensagem confusa para os pequenos e até estimular uma sexualidade precoce.
Grande abraço....
FG
 
Ok, pode ser algo cultural. Afinal, homens russos se beijam na boca e tudo bem, pode haver culturas em que pais beijem os filhos na boca sem que haja nenhuma conotação sexual. Mas, vamos combinar que, na nossa cultura, beijar criança é, na melhor das hipóteses, esquisito. E, na pior, um risco. Porque se você beija o filho na boca, um outro adulto mal intencionado pode querer beijar também. Com intenções bem diferentes das suas. Até pedófilas mesmo. Pois é. Pai e mãe tem de pensar em tudo, até nisso. Sem contar que o hábito é contrário a todas os preceitos de higiene: pela boca podemos passar vírus (tipo o da gripe suína) e bactérias (como a que provoca a cárie). Claro, se você beija e não acha nada demais continuar, quem somos nós pra nos metermos na sua vida doméstica. Mas, por favor, evite fazer isso na nossa frente. E pense bem se é mesmo o caso.
Pais e Filhos

Saiba ainda:

Beijar os filhos na boca transmite cárie

A cárie dental é uma doença provocada por bactérias, principalmente pela Streptococcus Mutans .
Esta bactéria se aproveita de restos de alimentos não removidos após as refeições, para comprometer os dentes.

As crianças, principalmente de 6 meses a 4 anos, estão mais propensas a “contrair” a cárie. Pois, nessa fase elas entram em contato com muitas bactérias, que irão permanecer em sua boca durante toda a vida sem causar nenhum dano. Por esta razão, o organismo não produz anticorpos contra tais bactérias.

Por isto, o adulto não deve beijar a criança na boca, se alimentar utilizando a mesma colher ou assoprar a comida, pois estará transmitindo as bactérias causadoras da cárie.
Wilson Luz, cirurgião-dentista, diz que certa vez tirou com um fio dental tártaro dos dentes de um paciente e colocou no microscópio. Nele pôde ver inúmeras bactérias, inclusive a Streptococcus . “Expliquei para paciente que caso ela compartilhasse a colher com sua filha, estaria transmitindo todas aquelas bactérias.

” Para Wilson se os pais evitarem estes maus hábitos, os dentes da criança estarão mais sadios na idade adulta. As crianças, principalmente de 6 meses a 4 anos, estão mais propensas a “contrair” a cárie.
Pois, nessa fase elas entram em contato com muitas bactérias, que irão permanecer em sua boca durante toda a vida sem causar nenhum dano.

Por esta razão, o organismo não produz anticorpos contra tais bactérias. Por isto, o adulto não deve beijar a criança na boca, se alimentar utilizando a mesma colher ou assoprar a comida, pois estará transmitindo as bactérias causadoras da cárie. Wilson Luz, cirurgião-dentista, diz que certa vez tirou com um fio dental tártaro dos dentes de um paciente e colocou no microscópio. Nele pôde ver inúmeras bactérias, inclusive a Streptococcus . “Expliquei para paciente que caso ela compartilhasse a colher com sua filha, estaria transmitindo todas aquelas bactérias.” Para Wilson se os pais evitarem estes maus hábitos, os dentes da criança estarão mais sadios na idade adulta.
Fonte: bebe2000

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