Dados inéditos da Organização Mundial de Saúde (OMS) obtidos com exclusividade pela BBC Brasil confirmam que, assim como o rápido crescimento do PIB (Produto Interno Bruno), o sobrepeso e a obesidade dispararam em países como China, Índia, África do Sul, Brasil e México.
Conhecidos no passado por dificuldade em alimentar suas populações, estes países hoje se debatem com problemas de natureza oposta – em um fenômeno que especialistas chamam de “dupla carga”.
“A forma com que calculamos o desenvolvimento econômico é simplesmente uma medida do quanto consumimos – então o quanto mais você consume, mais rico você é… e é claro que isso é ruim para ganho de peso”, disse à BBC Brasil SV Subramanian, professor de Saúde da População e Geografia da Universidade de Harvard.
Brasileiros de menor renda comem menos frutas e verduras do que a população de maior renda, enquanto esta consome mais cerveja, pizza, refrigerantes e salgadinhos do que os segmentos mais pobres, segundo aponta levantamento divulgado nesta quinta-feira pelo IBGE.
Os dados são da pesquisa de Consumo Alimentar Pessoal no Brasil, realizada pela primeira vez pelo IBGE, para estimar o que a população come e bebe no cotidiano.
Os resultados, parte da Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009, indicaram como a diferença de renda influi sobre a dieta de ricos e pobres.
Entre os 25% de brasileiros com menor renda per capita (R$ 241), produtos naturais como arroz, feijão, farinha de mandioca e preparações à base de milho são mais ingeridos que entre os mais ricos, mas frutas e verduras têm participação menor.
Nesta faixa, por exemplo, apenas 8,9% dos brasileiros tiveram salada crua no cardápio nos dias da pesquisa, número que pulou para 23,7% na faixa de maior renda.
Renda
O consumo de frutas e verduras aumenta conforme a renda, assim como o de produtos como leite desnatado e queijo. No caso do último, o consumo é mais do que cinco vezes maior entre os 25% mais ricos.
Os resultados, parte da Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009, indicaram como a diferença de renda influi sobre a dieta de ricos e pobres.
Entre os 25% de brasileiros com menor renda per capita (R$ 241), produtos naturais como arroz, feijão, farinha de mandioca e preparações à base de milho são mais ingeridos que entre os mais ricos, mas frutas e verduras têm participação menor.
Nesta faixa, por exemplo, apenas 8,9% dos brasileiros tiveram salada crua no cardápio nos dias da pesquisa, número que pulou para 23,7% na faixa de maior renda.
Renda
O consumo de frutas e verduras aumenta conforme a renda, assim como o de produtos como leite desnatado e queijo. No caso do último, o consumo é mais do que cinco vezes maior entre os 25% mais ricos.
O Ministério da Saúde divulgou recentemente que 48,1% da população brasileira está acima do peso e 15% são obesos. Há cinco anos, a proporção era de 42,7% para excesso de peso e 11,4% para obesidade.
O MS também revela que 14,5% dos adultos não fazem nenhuma atividade física no tempo livre. A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda a prática de 30 minutos de atividade física pelo menos cinco vezes por semana. Os dados fazem parte da pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel Brasil 2010).
Segundo a pesquisa, se for considerada somente a população masculina, mais da metade dos homens está acima do peso (52,1%). Entre as mulheres, a proporção é de 44,3%. Em 2006, a pesquisa apontava excesso de peso em 47,2% dos homens e em 38,5% das mulheres. O excesso de peso já atinge uma em cada três crianças entre cinco e nove anos de idade e um quinto dos adolescentes no país.
Fonte: BemStar
Mas esse ideal é difícil de ser alcançado e depende absolutamente de dois fatores: disciplina e orientação especializada. O profissional estabelece uma prescrição de exercícios e treinos definidos especificamente para o praticante e suas metas e orienta uma dieta que acompanhe o trabalho. Sem a presença dele, o sucesso é quase impossível, já que métodos genéricos dificilmente se adequaram as peculiaridades da situação e podem até mesmo ser prejudiciais à saúde. Ele também é o único habilitado para estipular a intensidade ideal para os treinos e o descanso necessário.
A prioridade é o trabalho nutricional do indivíduo, variando conforme a condição física atual e o objetivo a ser alcançado e a exigência energética do exercício.
Um trabalho eficaz para ganho de massa magra depende de controle de todas as variáveis, inclusive a atenção à dieta de modo a proporcionar apenas a hipertrofia (aumento da massa) muscular, evitando o acúmulo de gordura. Caso o indivíduo apresente-se no início do projeto com uma quantidade elevada de gordura corporal, deve-se adequar este teor de gordura antes de iniciar esse trabalho específico de hipertrofia.
Além disso, é imperativo evitar a perda do que já foi conquistado. Os exercícios devem ser equilibrados de modo a não proporcionar a perda de massa magra obtida.
Cuidados com os treinos
Um dos motivos que favorecem a perda de massa magra em muitos treinamentos mal planejados é o excesso de exercícios aeróbios, como a corrida, por exemplo. Essas atividades são mais indicados para o aquecimento anterior aos exercícios de musculação, por isso não exagere nos aeróbios.
Os treinos com cargas são os mais eficientes para quem deseja desenvolver a musculatura. Por isso, a frequência é importante. Sem preguiça, em 3-4x/semana e auxílio do educador físico no aumento das cargas pode trazer ótimos resultados ao longo de meses de treinamentos.
Alimentação é fundamental
Faça mais refeições ao longo do dia. Passar mais do que 3 ou 4 horas sem comer, pode aumentar o acúmulo de gorduras no corpo e também deixar seu metabolismo mais lento. Faça pelo menos 5 refeições diárias. O bom café da manhã é indispensável e fazer uma refeição leve e rica em proteínas e gorduras boas antes de dormir também.
Depois dos treinos é importante se alimentar bem para repor a energia consumida. Treinar e não comer nada em até 1 hora inviabiliza os melhores resultados. Sem reposição, o organismo rouba as proteínas dos músculos.
Peito de frango, peito de peru, atum, queijo branco, leite ou iogurte desnatado, peixes, ovos, e outras fontes de proteínas magras são os melhores exemplos de alimentos ideais para essa reposição. Cereais integrais e frutas com casca também são uma boa opção, por demorarem mais para virar glicose sanguínea.
Fonte: Saúde Plena
Mas a condição mais favorável que estimula o churrasco deve ser ponderada. Muitos acabam exagerando na quantidade consumida, o que não é positivo ao nosso organismo e traz os indesejáveis quilos a mais. Mas não é preciso se abster do churrasco por temor em relação a esses riscos. O importante é a disciplina para não comer demais, seguindo alguns hábitos simples, mas que fazem toda diferença na tranquilidade da consciência depois da fartura:
Salada: não é preciso ficar só nela, mas não deixe de comer. Deste modo, a chance de exagerar quando for consumir as carnes e acompanhamentos diminui, já que uma parte do estômago foi preenchida com alimentos ricos em fibras, que promovem a sensação de saciedade e ainda favorecem a digestão.
Carnes: prefira os cortes de carne bovina com menos gordura, como maminha e alcatra. O aconselhável, independente do corte, é tirar a gordura aparente. As carnes de aves e peixes são opções menos calóricas, desde que se retire a pele e a gordura aparente também. Evite carnes de carneiro, costela, cupim e linguiça, que são as que possuem mais quantidade de gordura, que em excesso pode se acumular nos vasos, aumentando o risco para doenças cardiovasculares.
Acompanhamentos: cuidado, eles costumam ser muito calóricos! Farofa, maionese, frituras (batata-frita, banana à milanesa, pastéis, etc.) queijo mussarela. Opte pela preparação com menos ingredientes e poucas variedade de carboidratos, excluindo as frituras.
Sobremesa: abuse das frutas, elas ajudam na digestão e evitam que toda a cautela dispensada durante o churrasco seja em vão.
Aproveite a oportunidade para se divertir. Não fique paranoico com o controle do que come e confraternize! Bom apetite!
Fonte: Uai
Os últimos estudos mostram que quem dorme menos de 7 horas tem uma tendência a acumular mais gordura. Mas os mesmos estudos mostram que dormir mais de 10 horas também favorece esse acúmulo de gordura, embora menos de quem dorme pouco.
Existem algumas explicações.
Nas 4 primeiras horas de sono ocorre a liberação de vários hormônios que farão nossa recuperação, entre eles o GH, que é o hormônio do crescimento. Já nas duas horas finais ocorre o reparo psicológico, isso significa que quem dorme menos fica mais irritado, estressado, desconcentrado. Quando se dorme pouco o corpo libera mais o cortisol, um hormônio ligado, entre outros efeitos ruins, ao estresse. Ele tem uma relação direta com o acúmulo de gordura no abdômen, um tipo bastante perigoso pra saúde. Para completar, quem dorme menos acaba comendo mais por ficar mais tempo acordado. É uma questão de lógica: a pessoa normalmente faz uma refeição a mais.
A atividade física tem uma relação muito direta com o sono. Quem se exercita consegue dormir melhor e inúmeros estudos comprovam isso. O motivo é que o corpo fica mais relaxado. As atividades aeróbias são as que mais produzem esse efeito.
ALGUMAS DICAS PARA DORMIR MELHOR
Existem algumas explicações.
A atividade física tem uma relação muito direta com o sono. Quem se exercita consegue dormir melhor e inúmeros estudos comprovam isso. O motivo é que o corpo fica mais relaxado. As atividades aeróbias são as que mais produzem esse efeito.
ALGUMAS DICAS PARA DORMIR MELHOR
- O quarto de dormir deve ser silencioso, escuro e com temperatura amena.
- A alimentação antes de dormir deve ser leve e de fácil digestão.
- Evite fazer atividade física intensa muito próximo da hora de dormir.
- Procure dormir e despertar sempre nos mesmos horários para facilitar o seu relógio interno.
- Evite consumir bebidas com álcool, principalmente antes de se deitar.
- Evite bebidas que contenham cafeína.
- Não fume.
Dicas de ervas que, além de saborosas, fazem bem para a saúde do seu corpo
O sal é um dos vilões mais temidos da atualidade, mas também é o menos combatido. Isso porque desde sempre nós nos acostumamos a comer tudo com uma bela pitada de sal. E se fosse só essa pitada, tudo bem! Mas, o que torna o sal um grande vilão é que ele é a principal fonte de sódio que consumimos, podendo causar aumento da pressão arterial levando a problemas mais sérios de saúde, como a hipertensão e sobrecarregar os rins.
Porém, manter o sal longe do prato ou pelo menos diminuir as quantidades dele nas receitas pode ser mais fácil do que você imagina. A substituição do mineral por outros temperos naturais dá novo gostinho às preparações e ainda por cima promove uma onda de boa saúde. “Os temperos naturais ou condimentos melhoram o sabor, aroma e aparência dos alimentos preparados”, explica a nutricionista Maíra Malta, da Unesp. Por isso, confira abaixo alguns temperos que te ajudam a se manter longe do sal.
Alho e Cebola: Os acompanhamentos básicos de quase todos os nossos pratos fazem muito bem a nossa saúde. “O alho, por exemplo, contribui para a diminuição da pressão sanguínea e dos níveis de colesterol. Já a cebola inibe a ação de algumas bactérias e fungos prejudiciais ao nosso organismo e diminui os riscos de trombose e aterosclerose”, diz a especialista. A duplinha também ajuda na prevenção de alguns tipos de câncer, como o de pulmão, estômago, próstata e fígado.
Sálvia: Esta erva é usada como condimento e como planta medicinal por sua ação anti-inflamatória e por ser estimulante da digestão. “A sálvia é indicada nos casos de falta de apetite, edema, afecções da boca, afta, tosse e bronquite. Fica ótima com massas e aves”, diz Maíra Malta. A sálvia pode ser usada tanto em pó como as folhas inteiras.
O sal é um dos vilões mais temidos da atualidade, mas também é o menos combatido. Isso porque desde sempre nós nos acostumamos a comer tudo com uma bela pitada de sal. E se fosse só essa pitada, tudo bem! Mas, o que torna o sal um grande vilão é que ele é a principal fonte de sódio que consumimos, podendo causar aumento da pressão arterial levando a problemas mais sérios de saúde, como a hipertensão e sobrecarregar os rins.
Porém, manter o sal longe do prato ou pelo menos diminuir as quantidades dele nas receitas pode ser mais fácil do que você imagina. A substituição do mineral por outros temperos naturais dá novo gostinho às preparações e ainda por cima promove uma onda de boa saúde. “Os temperos naturais ou condimentos melhoram o sabor, aroma e aparência dos alimentos preparados”, explica a nutricionista Maíra Malta, da Unesp. Por isso, confira abaixo alguns temperos que te ajudam a se manter longe do sal.
Sálvia: Esta erva é usada como condimento e como planta medicinal por sua ação anti-inflamatória e por ser estimulante da digestão. “A sálvia é indicada nos casos de falta de apetite, edema, afecções da boca, afta, tosse e bronquite. Fica ótima com massas e aves”, diz Maíra Malta. A sálvia pode ser usada tanto em pó como as folhas inteiras.
Sete alimentos que combatem a ansiedade
Ricos em vitaminas e aminoácidos, eles melhoram a tranquilidade e a disposição
Está cada vez mais difícil manter a calma? Todo mundo vive dizendo que você é uma pessoa ansiosa? A ansiedade provoca uma bagunça nas emoções e de quebra ainda reflete na saúde. Quando em excesso, ela desencadeia a sensação de mal-estar e te impede de viver a vida com mais leveza, sem tanta angústia em relação ao que ainda está por vir. Os ataques de gula também são creditados a ela. Existem tratamentos e terapias para controlar a ansiedade, mas sabia que a alimentação também pode ajudar a domar este furacão interno? Alguns alimentos contêm aminoácidos e vitaminas essenciais, que atuam diretamente diminuindo o estresse, combatendo a ansiedade e aumentando os níveis de serotonina, responsável pelo bem-estar e pelo relaxamento. A seguir, conheça os sete alimentos campeões para aquietar a mente.
Frutas cítricas: Estudos comprovaram que a vitamina C, presente nas frutas cítricas, diminui a secreção de cortisol, hormônio liberado pela glândula adrenal em resposta ao estresse e à ansiedade e responsável por transmitir a notícia de estresse para todas as partes do corpo. Seu consumo promove o bom funcionamento do sistema nervoso e aumenta a sensação de bem-estar. “Vitaminas e minerais, como a vitamina C, por exemplo, são perdidas nos quadros de estresse e ansiedade, além de queda de açúcar no sangue (hipoglicemia). Por isso, existe a necessidade de suprir essas carências”, ressalta a nutricionista Rosana Farah, membro da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade.
Leite, ovos e derivados magros: Eles são uma ótima fonte de um tipo de aminoácido, o triptofano, que alivia os sintomas de ansiedade. De acordo com a nutricionista Rosana Farah, uma vez no cérebro, o triptofano aumenta a produção de serotonina, o hormônio da felicidade, que é um neurotransmissor capaz de relaxar e dar sensação de bem-estar. A especialista recomenda o consumo de 2 a 3 porções por dia deste grupo de alimentos.
Ricos em vitaminas e aminoácidos, eles melhoram a tranquilidade e a disposição
Está cada vez mais difícil manter a calma? Todo mundo vive dizendo que você é uma pessoa ansiosa? A ansiedade provoca uma bagunça nas emoções e de quebra ainda reflete na saúde. Quando em excesso, ela desencadeia a sensação de mal-estar e te impede de viver a vida com mais leveza, sem tanta angústia em relação ao que ainda está por vir. Os ataques de gula também são creditados a ela. Existem tratamentos e terapias para controlar a ansiedade, mas sabia que a alimentação também pode ajudar a domar este furacão interno? Alguns alimentos contêm aminoácidos e vitaminas essenciais, que atuam diretamente diminuindo o estresse, combatendo a ansiedade e aumentando os níveis de serotonina, responsável pelo bem-estar e pelo relaxamento. A seguir, conheça os sete alimentos campeões para aquietar a mente.
Leite, ovos e derivados magros: Eles são uma ótima fonte de um tipo de aminoácido, o triptofano, que alivia os sintomas de ansiedade. De acordo com a nutricionista Rosana Farah, uma vez no cérebro, o triptofano aumenta a produção de serotonina, o hormônio da felicidade, que é um neurotransmissor capaz de relaxar e dar sensação de bem-estar. A especialista recomenda o consumo de 2 a 3 porções por dia deste grupo de alimentos.
O médico e psicanalista Wanderley Amorim preparou uma lista com 10 dicas de como emagrecer de maneira saudável e equilibrada. Você não irá emagrecer rapidamente, mas irá emagrecer lentamente e de maneira saudável se seguir a lista a risca.
- Não tenha pressa. Se você está acima do peso, pergunte-se há quanto tempo carrega esse excesso. Então, para que eliminar peso do dia para a noite?
- Pratique exercícios físicos diariamente.
- Nunca pule o café da manhã, ou mesmo uma refeição principal, assim a vontade de beliscar fora de hora será bem menor.
- Mantenha um diário alimentar. O diário ajuda a eliminar certos maus hábitos alimentares como o de buscar de modo quase inconsciente alimentos de pouco valor nutritivo e de alto índice calórico.
- Não exclua de um dia para outro aquele alimento que só de pensar dá água na boa. Na verdade, nunca o exclua, mas saiba quando e quanto pode ingerí-lo.
- Controle a ansiedade. Encontre uma distração ou um hobby que faça com que a sua atenção desvie da comida.
- Elimine a manteiga e a maionese de sua dieta. No lugar da maionese use mostarda e no da manteiga use queijo ou iogurte natural, ambos são pobres em gordura e em calorias.
- Existem certos beliscos que não engordam e você pode até levar para o cinema, evitando guloseimas que se vendem nestes locais; experimente frutas desidratadas sem açúcar.
- Não repita uma refeição. Faça quatro ou cinco pequenas refeições por dia no lugar de uma ou duas refeições de maior quantidade; para sobremesa coma frutas ou salada de frutas no lugar dos doces.
- Evite comer doces após o jantar. Uma boa opção é tomar uma xícara de chá sem cafeína, como chá de ervas.
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